Jitaúna

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Município de Jitaúna
Bandeira de Jitaúna
Brasão desconhecido
Bandeira Brasão desconhecido
Hino
Aniversário 22 de dezembro
Fundação 22/12/1961
Gentílico jitaunense
Lema Gestão Democrática e Participativa.
Prefeito(a) Edson da Silva (PT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Jitaúna
Localização de Jitaúna na Bahia
Jitaúna está localizado em: Brasil
Jitaúna
Localização de Jitaúna no Brasil
14° 01' 08" S 39° 53' 20" O14° 01' 08" S 39° 53' 20" O
Unidade federativa  Bahia
Mesorregião Centro-Sul Baiano IBGE/2008 [1]
Microrregião Jequié IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Jequié (Norte e Oeste), Ipiaú,(Leste) e Aiquara (Sul)
Distância até a capital 383 KM km
Características geográficas
Área 332,805 km² [2]
População 14 115 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 42,41 hab./km²
Altitude 185 acima do mar m
Clima Seco a sub-úmido e semi-árido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,575 baixo PNUD/2010[4]
PIB R$ 49 850,522 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 2 964,47 IBGE/2008[5]
Página oficial

Jitaúna é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população estimada em 2013 é de 13.667 habitantes.

História[editar | editar código-fonte]

No ano de 1906, as margens do Rio Preto do Costa e do Rio das Contas, exista uma fazenda de propriedade dos senhores Sergio Bispo e Arcanjo Pereira.

Foram nestas terras que começaram as caminhadas, uma após outra. No local de encontros desses rios, havia uma rancharia onde os tropeiros e viajantes pernoitavam, devido às dificuldades de transporte,pois levavam mais de um dia de viagem à cidade de Jequié onde os tropeiros iam comprar mercadorias, percurso feito em lombo de animais.

Naquela época os tropeiros carregavam, latas de querosene em animais e com o abalo essas latas furavam e derramavam gás pelo meio da estrada, deixando assim um cheiro desagradável.Por causa deste fato começaram a chamar o lugarejo de Mija gás.Esse gás era comprado na estação ferroviária de Jequié, transportado pelo trem de ferro que fazia a linha Jequié-Nazaré das Farinhas.Afirma-se que as primeiras casas construídas em Jitaúna foram de propriedades do Senhor bispo tendo como responsável pela construção o senhor Sérgio Gazo: uma residência e uma casa comercial.

Em 1914, o advogado Antonio Amaral,acompanhado de Sérgio Amaral, fizeram listagem de ruas e deu inicio à construção de uma capela(primeira igreja Católica).Ao fim da construção, O Dr. Antonio Amaral, juntamente com amigos influentes da capital,entrou em contato com o arcebispo D.Gerônimo Forne Souza para organizar a primeira missa, que foi ministrada por um vigário de Jequié.

Em 1915, dois jovens, Álvaro Amaral e seu irmão Salvador Amaral, saíram de Jequié em direção ao sul à procura de um ponto de negócio e compra de cacau, achando nesta região intermediária entre zona da mata e o semi-árido, uma excelente oportunidade, principalmente por ser via de tropeiros e exploradores de outras regiões. Chegando aqui, conversaram com o fazendeiro Sérgio bispo, terminaram por alugar a casa do mesmo por l5 mil réis.Foram bem sucedidos e a partir deste fato começaram a chegar pequenos comerciantes que se instalaram no lugarejo.

Com passar do tempo o progresso foi aumentando e em 1918 o lugarejo recebeu a designação de Esplanada, considerando que toda região povoada era plana. Essa mudança foi muito discutida terminando por ocorrer um incidente lamentável puseram umas bancas de jogos e na noite da mudança de nome enquanto o missionário pregava o sermão dois jogadores começaram a discutir e um deles assassinou o seu parceiro a pauladas. O chefe de polícia naquela época era o senhor Agapito Fernandes que comandou a procura so assassino, que tinha fugido para o lugarejo Rapa Tição, atual Baixa Alegre, não sendo encontrado.Em 1919, Antonio Mário constrói o primeiro hotel e César Mauro constrói a primeira casa de malhas e tecidos, além de compras e vendas.Ainda neste ano assumiu o posto de subdelegado e chefe político Hormínio Rios, a chegada da professora Paula inicia em mais um grau a educação juvenil

Em 1920,Esplanada já possuía 03 avenidas e uma praça.A primeira avenida recebeu o nome de rua dos Tropeiros, hoje conhecida como 24 de outubro.

O Rio de Contas entrou em ação em 1921, levando um lado da Rua Direita, causando grandes prejuízos para o povoado. E ainda neste ano instala-se a Feira livre.

Já em 1925 foi designado uma casa para os correios e primeiro Templo da Igreja batista e estreia o novenário ao glorioso Santo Antonio.

Em 1926 ocorreu a mudança do nome Esplanada para Itaúna, com o significado derivado do Tupi "Jiti" (abelha) e "Una" (preta) porque existiam duas cidades com o mesmo nome de  Itaúna e Esplanada no Estado da Bahia. Assim o professor Teodorico Sampaio em salvador, resolveu mudar para Jitaúna, "jita" (pedra) "Una" (água) Ainda neste ano surgiram os primeiros imigrantes italianos: Francisco Adígio, Miguel Orizi, Setinio Rusciolelli, Braz Forte, João Rusciolelli, Nicolau Guidice, Geraldo orrico e tantos outros que abraçaram o comércio.

Em 1927 foi instalado o Cartório de Paz sendo seu escrivão Umbelino José dos Reis e em 1928 foi instalado o Registro Civil das pessoas naturais.

Tinha como juiz de paz o Sr. Lydio Fernandes Bahiense. Neste ano chegaram a Jitaúna os cidade os cidadãos Albino Cajayba, Carlos Sá Barreto, Marcos de Araújo e Pedro Mendes. Já viviam aqui os senhores Pompilio Matos, Bernadino Cassemiro, Agripino Sá Barros e o senhor Manoel José Gonçalves proprietário da Fazenda Primavera

A primeira rodovia de Jitaúna teve inicio com o intendente policial Anibal Brito, de Jequié, que juntamente com o senhor Amphilophio Bittencourt (motorista mecânico de Jequié), vieram no Ford 1928, abriindo a estrada com pás e picaretas iniciando a rodovia que ligava Jequié a Ipiaú, passando por Itajuru, Barra Avenida, Jitaúna e Ipiaú (Itajuru era conhecida como Rio Branco e Ipiau , pelo nome de Rio Novo).

Em 1929 chegou o primeiro carro de propriedade do senhor Anibal Brito, o primeiro passeio foi feito no lugarejo por Pascoal Armentano, Carlos Sá Barreto, Laurinho de Cazuza, Francisco de Leônio, que era motorista.

A iluminação só chegou em 1930 e apenas para 09 casas.

Em 1939 foi organizada uma comissão tendo a frente o cidadão mais entusiasmo o Senhor Manoel Alves Meira para construir a primeira Igreja Católica que teve de todos os moradores apoio e tinha como padroeiro Santo Antonio.Os primeiros padres que vieram celebrar missa foram os reverendos Jacinto Seixas e Antonio Freire Em l9 de fevereiro de l939 o Cardeal Augusto Álvares da Silva passou a capela para paróquia tendo como padroeiro Senhor do Bonfim e só posteriormente foi elevado a condição de padroeira Nossa Senhora da Conceição e como os padres residentes o primeiro padre Tétone, o segundo padre Euzinio Alves Gomes e o terceiro padre Angelo de Rocco.

Logo após a Revolução de 1943 até 1945 o distrito viveu plena paz.

Com a eleição de 1946, posterior a outras eleições, os prefeitos que por Jequié passaram sempre tiveram preocupações em melhorar o aspecto deste distrito.Jitaúna progrediu muito e neste período já havia o calçamento da rua Cel João Borges, a primeira escola Castro Alves e o antigo mercado municipal.

No âmbito político ocorreram sucessivos acontecimentos de relevante importância para esta comunidade, em 1958 acontece o primeiro movimento para a sua emancipação. Com o propósito de emancipar Jitaúna, os moradores como Carlos Sá Barreto, Padre Euzinio Gomes e Elias D”Avila Filho dirigiram-se para Salvador, juntamente com o Deputado Nilton Pinto reuniram-se para tratar do assunto tão palpitante e interesse dos jitauneses.Depois de muitas reuniões políticas, foi realizado o plebiscito para consulta popular sobre a emancipação do povoado de Jitaúna, tendo sido aprovado por unanimidade. Este fato ocorreu no Governo do General Juracy Magalhães.

Em 22 de dezembro de 1961, através da Lei Estadual nº 1588, Jitaúna torna-se município para alegria de sua população.

No ano de 1962 foi o ano que marcou a história na vida dos jitaunenses, caracterizando-se por um período de organização para funcionários do município, processando-se as eleições para prefeito e vereadores..O primeiro prefeito eleito o Sr. Elias D”Ávila Filho e a primeira Cãmara teve como presidente o senhor Milton Barbosa de Almeida.

Em 03 de março de 1963 foi instalado a Prefeitura Municipal de Jitaúna. Neste período muitas obras foram realizadas tanto na sede como no distrito de Santa Terezinha: construção de praças, instalação da energia elétrica, serviço de água encanada, construção de uma biblioteca Infantil Denise Tavares, o posto de saúde diversas escolas na zona rural e urbana e fundado o Centro Educacional Albino Cajayba (1º E 2º grau do curso normal) .Essas obras tiveram o apoio do Governador Lomanto Junior e do Deputado Urbano de Almeida Neto.

Economia[editar | editar código-fonte]

A economia da cidade de Jitaúna advêm de uma forte influência da agricultura cacaueira, bem como, do comércio.

A região onde hoje se situa a cidade de Jitaúna pertencia a sesmaria doada pelo rei Dom José I por volta de 1785, a João Gonçalves da Costa, onde, a partir do final do século XX foram introduzidas na maior parte das terras o plantio da lavoura do cacau, que culminou dessa forma nos surgimentos de inúmeras fazendas cacaueiras. Desta maneira, atraídos pela expansão da economia do cacau vieram imigrantes de italianos e portugueses, além de muitos descendentes de escravos para trabalharem nestas fazendas.

Nos anos que se seguiram, o distrito obteve significativa prosperidade e crescimento urbano, que eram regidos a mãos de ferros pelos coronéis cacaueiros. Esses coronéis conferiram ao distrito uma política de opressão, onde toda a população ficava a mercê de suas vontades e interesses, o que caracterizou um período conhecido como coronelismo. Contudo, no decorrer da história a economia cacaueira entrou em crise, em consequência disso a cidade perdeu o rumo do crescimento, de forma, que os gestores surgidos no final da década de 80 aos dias atuais, ainda não conseguiram reestruturar o ritmo de crescimentos existentes em tempos passados.

Comércio[editar | editar código-fonte]

No comércio, Jitaúna era altamente dependente do Município de Jequié, pois, desde a fundação como vilarejo e graça sua estratégia localização serviu como uma rota obrigatória do comércio crescente da cidade de Jequié, uma vez que não existia ainda rodovia, os mercadores e comerciantes eram obrigados a utilizarem o rio das Contas ou a estrada de terra, que se fez em uma de suas margens. Além disso, o comércio jequieense abasteciam com mantimentos, roupas e materiais de construções a população de Jitaúna.

Neste contexto, o povoado foi impulsionado a construir as primeiras pensões, assim, em 1919, Antônio Mário constrói o primeiro hotel e César Mauro constrói a primeira casa de malhas e tecidos, além de outras compras e vendas. Desta maneira, o comércio foi desenvolvendo gradativamente, destacando-se vários comerciantes como o italiano Severio Giudice, assim como, seus irmãos Zivé e Theodoro Giudice, sendo que o primeiro teve importância no setor de confecções.

O comércio em grande escala estava retido nas mãos de várias famílias italianas, no entanto pode-se destacar também o senhor Nestor José dos Santos, que mostrava um mercador de médio porte, na compra e venda de cacau. È importante salientar, que após a crise do cacau, as famílias italianas da cidade, foram umas das poucas que não se viram afetadas pela crise do cacau, pois as mesmas diversificaram suas atividades econômicas.

Nas atividades comercias, destacam a primeira padaria da cidade que pertencia a Francisco Armentando (italiano), a primeira farmácia, pertencente ao Dr. Monteiro, a grande comercialização de frutas e de farinha de mandioca, onde os pequenos produtores agrícola, abastecia toda cidade de Jequié.

Economia Atual[editar | editar código-fonte]

Após o declínio da lavoura cacaueira que era uma das riquezas da região sul da Bahia, a economia Jitaunense também entrou em decadência total. Com a crise do cacau e a falta de oportunidades no fim da década de 80 e início dos anos 90, a cidade de Jitaúna sofreu uma diminuição significativa em sua população e segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e estatística) a cidade que no ano 2000 tinha uma população de 21.056 habitantes chega no ano de 2010 com apenas 14.115 habitantes.

Nos dias atuais a economia de Jitaúna tem como base a agricultura, mas nos últimos anos com a falta de investimentos e incentivos do poder público, a agricultura Jitaunense se tornou pequena diante do que já foi no passado. Devido ao descaso dos gestores municipais a feira livre que se tornou tradição na cidade passou nos últimos anos a vender produtos vindos de outras cidades da região, contribuindo dessa maneira com a decadência da agricultura local. Com toda essa crise na agricultura de Jitaúna ainda tem um comércio que movimenta a economia da cidade nos dias atuais com seus supermercados e lojas de diversos artigos. Também vale ressaltar, a grande participação dos aposentados da cidade que impulsionam o comércio local.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Fundado por um italiano, foi uma grande novidade para o povo na década de 50, pois não existia televisão na vida da cidade, Funcionava às sextas feiras e sábados, em um prédio que só tinha um salão e mais de cento e cinquenta cadeiras. Por falta de energia funciona a motor. Tinha uma sirene que tocava avisando as crianças e adultos para comprarem os bilhetes e inicio das sessões. Os filmes mais apreciados eram Tarzan, os de Faroestes e outros de paixões violentas. O cine recebeu os seguintes nomes CINE AUDITÓRIO DE JITAÚNA, E CINEMA DE REN, (O segundo dono). Os filmes eram alugados em Salvador, e fazia intercambio e troca com o cinemas das cidades vizinhas, Itagi, Ibirataia, Aiquara, e Ipiau. O último dono foi o Sr. Claudemiro Dias Lima (ex prefeito).

Blocos Carnavalescos[editar | editar código-fonte]

Surgiram mais ou menos no ano de 1945. O primeiro bloco foi fundado por Aurino Derba e em seguida pelo Sr.Ezaltino Batista pai de Leoni e fundado do “Reis Ubirajara”. Outros blocos como a “A batucada de Dominguinhos” que tinha como representante os senhores Elias e Zebedeu o “Afroxé reis Ubirajara”, também faziam parte dos bailes. As apresentações aconteciam no mês de abril e duravam 03 dias, sendo encerrados no dia de Tiradentes (21 de abril). Durante trinta e um anos fizeram parte da cultura dos Jitaunesses, findando suas apresentações em 1976, dando lugar as festividades de São Pedro. Esse bloco era de origem indígena, formado por sessenta e quatro componentes: trinta e cinco baianas, vinte e cinco índios e quatro tambozeiros. Ubirajara era o pajé e pertencia a tribo tupi guarani.

Micaretas[editar | editar código-fonte]

Na década de 70 teve início com o bloco “As Caveiras”, também conhecido como o bloco da cachaçada, foi fundado por Mercinho (em memória) e os “Reis Ubirajara” bloco afro comandado pelo senhor Leoni (em memória), eles desfilavam pelas ruas sem trio elétrico.

A partir de 1976, dá início Micareta como em várias cidades baianas, acontecia logo após o Carnaval. A festa passou a ser realizada com trio elétrico que tocava na praça principal Praça do Bonfim. Uma grande parte da população apreciava a micareta de rua, eram muito divertidos, homens, mulheres e crianças fantasiados, todos se enfeitavam, brincavam e dançavam ao som das músicas carnavalescas como ‘Chiquita bacana, Bandeira Branca e muitas marchinhas “mas também havia os bailes carnavalesco no Clube da cidade, onde as pessoas se fantasiavam mesmo, para cada noite era impossível uma fantasia e muitas vezes de muito luxo.

Essa festa teve o término em 1982, com uma tragédia que aconteceu na cidade.

Feiras Chiques[editar | editar código-fonte]

Eram feiras artesanais com forma de gincana, onde as escolas do município participavam ativamente com apresentações folclóricas, muita comida típica, danças e disputas de quadrilhas, todo o tipo de artesanato produzido tanto nas escolas como na cidade, produtos das fazendas que eram arrecadados pelos alunos eram vendidos para alguma instituição da cidade.

Havia algumas festas dançantes no Clube da Cidade que se chamavam Festa da Primavera, com a participação de desfiles de garotas da cidade, como também, a Festa do Fazendeiro onde eram escolhidas representantes para as propriedades cacaueiras.

Semana de Arte Moderna[editar | editar código-fonte]

Foi iniciada no ano de 1995, apresentada pelo Colégio Cenecista de Jitaúna, (Antigo CNEC) e tinha como objetivo propagar a arte e difundir os artistas de nossa cidade. O Evento era apresentado brilhantemente pelos alunos, mas organizado e orientado pelos mestres era um espetáculo, a comunidade esperava ansiosamente, participava e lotava o Ginásio de Esporte. Durante estes anos, muitos foram escolhidos, poetas modernistas como patronos das Semanas de Artes Moderna.

1995 Manoel Bandeira. Precursor da Semana de Arte de 1922.

1996 Vinicius de Moraes. Compositor brasileiro contribuiu para solidificação do modernismo brasileiro.

1997 Castro Alves. Poeta romântico.

1998 Monteiro Lobato. Pré modernista, homenageado pelos 100 anos.

1999 Caetano Veloso. Artista brasileira e genuinamente modernista.

2000 Renato Russo. Músico contemporâneo.

2001 Jorge Amado. Escritor baiano, festejado por revelar a nossa Bahia em suas obras.

2002 Mário de Andrade. Poeta modernista, também precursor da Semana de Arte de 1922.

2003 Cecília Meireles. Mulher extraordinária, homenageada por sua obra espiritualista e por representar a força no meio artístico.

2004 Carlos Drummond de Andrade. Maior representante da poesia modernista.

Bumba Meu Boi[editar | editar código-fonte]

Em Jitaúna se apresentava o “Terno de Zebedeu” e o “Terno de Venâncio”. A apresentação era feita à noite nas casas. O terno era composto por mais ou menos vinte mulheres e dez homens tambozeiros. O números mulheres era maior porque eram elas que cantavam. Além dos dois grupos citados, existia em vaqueiro usando máscara e um saco nas costas (ele representava Judas) e a Margarida (um homem vestido de mulher).

Geografia[editar | editar código-fonte]

  • Área: 218,923  km².
  • Coordenadas geográficas: latitude sul 14°01´, longitude oeste 39°53´, altitude (m) 165.
  • Clima: Tipo climático – seco a subúmido e semi-árido. Período chuvoso – novembro a janeiro. Temperatura média anual – média 23.8 °C; máxima 29.3 °C; mínima 20.0 °C.
  • Solos: Tipo – Podzólico Vermelho-Amarelo distrófico, Latossolo Vermelho-Amarelo álico, Latossolo Variação Una álico, Brunizém avermelhado, Podzólico Vermelho-Amarelo eutrófico. Aptidão agrícola – Aptidão regular para pastagem plantada, aptidão boa para lavouras, aptidão regular para silvicultura; restrita e sem aptidão para pastagem natural.
  • Vegetação: Floresta ombrófila densa, Floresta estacional semidecidual.
  • Relevo: Tabuleiros Pré-Litorâneos, Serras Marginais.
  • Hidrografia: Bacia hidrográfica – Contas. Rios principais – Rio de Contas, Rio Preto do Costa, Rio Preto Cresciuma.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Visitado em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Visitado em 16 de agosto de 2013.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2010.

Divisão Território de Identidade: Médio Rio de Contas

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