Seabra

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Município de Seabra
"Capital da Chapada Diamantina"
Bandeira de Seabra
Brasão de Seabra
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 14 de maio de 1889
Fundação 27 de agosto de 1922
Gentílico seabrense
Prefeito(a) José Luis Maciel Rocha (Rochinha) (PSB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Seabra
Localização de Seabra na Bahia
Seabra está localizado em: Brasil
Seabra
Localização de Seabra no Brasil
12° 25' 08" S 41° 46' 12" O12° 25' 08" S 41° 46' 12" O
Unidade federativa  Bahia
Mesorregião Centro-Sul Baiano IBGE/2008 [1]
Microrregião Seabra IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Palmeiras, Iraquara, Boninal, Ibitiara, Novo Horizonte, Barra do Mendes, Souto Soares, Mucugê, Brotas de Macaúbas
Distância até a capital 456 km
Características geográficas
Área 2 517,294 km² [2]
População 50 124 hab. IBGE/2013[3]
Densidade 19,91 hab./km²
Altitude 830m m
Clima Sub-Tropical - Semi Árido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,635 médio PNUD/2010 [4]
Gini 0,57 PNUD/2010[5]
PIB R$ 196 366,824 mil IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 4 680,75 IBGE/2008[6]
Página oficial

Seabra é um município brasileiro do estado da Bahia. Sendo considerada a "Capital da Chapada Diamantina" por sediar os mais diversos órgãos estaduais e federais. É uma cidade conhecida no cenário regional por conta das suas festas, com destaque para a Micareta e as festas juninas.

Recebe anualmente a Copa Brasil de Supercross e a Copa M&M Motos de Supercross, coincidindo com a data do aniversário do município, estes dois eventos motociclísticos são muito valorizados pelo diversificado público que os assistem. Sedia no mês de Outubro o Festival de Violeiros da Chapada, evento que ocorre na cidade há 3 anos e no qual se apresentam artistas de todo o cenário nacional no âmbito do violão.

Na saúde, abriga o hospital público Frei Justo Venture, sendo um dos principais hospitais da região, o único do município que atende os pacientes pelo SUS. Está em construção o Hospital Regional da Chapada a Unidade de Pronto Atendimento - UPA 24 horas da Chapada Diamantina, o que melhorará e muito a vida dos moradores da região, que deslocam-se até a capital do estado para realizar atendimento médico.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Trata-se de uma das cidades mais populosas da região da Chapada Diamantina, sendo dotada de uma infra-estrutura de hotelaria que abriga o excedente turístico derivado dos municípios de Lençóis, Palmeiras e Iraquara.

Seu nome é uma homenagem ao antigo governador da Bahia, J. J. Seabra. Seu antigo nome era Passagem Bonita de Nossa Senhora de Jacobina.

Seabra está localizada na Chapada Diamantina, na Microrregião Centro Sul Baiano e por isso muito conhecida. A cidade está situada a aproximadamente 930Mts de altitude acima do nível do mar, possuindo um clima úmido a sub-úmido, destacando-se, portanto, a Serra da Cotreia, um dos pontos culminante do município, já que, está a 1.125Mts acima do nível do mar. A temperatura é agradável o ano todo, girando na média de 23°C, nos meses mais frios chega a 10°C, considerada uma das mais baixas da região - a máxima já registrada chegou a 33°C, sendo Novembro e Janeiro os meses mais chuvosos e os meses de junho e julho os mais frios do ano. A vegetação característica constitui em mata de transição entre a Mata atlântica, presente na região de Lençóis e a caatinga. O município apresenta ainda vegetação endêmica por estar localizado em um dos solos de formação mais antiga da Bahia. Seabra esta inserida, no conjunto da sub-região denominada de Lavras Diamantinas com Andaraí, Mucugê, Lençóis e Palmeiras e apresenta no seu solo a formação e riqueza diamantífera das outras Municipalidades além de quartzitos e metais como ferro, magnésio e barita. Destaca-se por ser considerada a Capital da Chapada Diamantina, já que seu comércio é tido como um dos mais expressivos da região.

Seabra possui dois distritos: Jatobá e Várzea do Caldas e 115 povoados nos quais destacamos Velame, Mocambo, Campestre, Lagoa da Boa Vista, Alagadiço, Beco, Cochó do Malheiro e Vale do Paraíso. A cidade é privilegiada, pois está situada a importantes cruzamentos rodoviários com a BR-242. Em relação à Hidrografia, os rios principais são o rio Cochó, rio Tejuco (limite com o município de Palmeiras), rio da Prata e o rio Dois Riachos e o rio Campestre, além dos riachos Chifre de Boi e Banha Tatu situado no Mocambo. Seabra, chamada pelos seus habitantes de CIDADE DAS ROSAS está situada no centro geográfico da Bahia.

Economia[editar | editar código-fonte]

A economia é baseada na prestação de serviços que atende várias cidades da Chapada Diamantina sobretudo serviços públicos, serviços de assessoramento contábeis, jurídicos, de saúde e engenharia, locadoras de veículos, autopeças, concessionárias de veículos, vasta rede hoteleira, empresas de transportes rodoviário, comércios atacadistas de hortifrúti além da agricultura bem como pequenas indústrias e extração de minérios.

Educação[editar | editar código-fonte]

Seabra abriga a repartição da Diretoria Regional de Educação (DIREC) responsável pelas políticas públicas da Secretaria Estadual de Educação na Chapada Diamantina. Este Município apresenta uma taxa de analfabetismo que compreende 21% da população superior a 15 anos (IBGE, 2000).

Em relação ao Ensino Básico, existem diversas instituições públicas e privadas localizadas na sede e nos distritos, sendo que somente seis unidades escolares oferecem o Ensino Médio, a exemplo do Colégio Raio de Sol (RDS) e do Educandário São Francisco de Assis (ESFRA), instituições privadas, Centro Educacional de Seabra e o Colégio Estadual Letice Oliveira Maciel (CELOM), instituição pública.

Quanto ao Ensino técnico-profissionalizante existe a Escola Técnica em Enfermagem Nossa Senhora aparecida com o curso Técnico em Enfermagem. Escola Técnica Maria Bella, com os cursos de Técnico em Enfermagem, Radiologia e Auxiliar de Consultório Dentário (ASD), ambos privadas. E o antigo Colégio Estadual Letice Oliveira Maciel que tornou-se Centro Estadual de Educação Profissional em Turismo do Centro Baiano Letice Oliveira Maciel(CEEPLOM), com os curso Técnicos em Guia de Turismo, Restaurante e Bar, Hospedagem e brevemente administração, instituição publica localizada no Bairro da Boa Vista. Seabra sedia um campus do Instituto Federal da Bahia (IFBA), antigo CEFET, já em funcionamento, localizado no Barro Vermelho, zona de expansão urbana do Município de Seabra, com os cursos Técnico em Informática e Técnico em Meio Ambiente.

Em relação ao Ensino Superior, o Município de Seabra possui um campus da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) - (Campus XXIII) que abriga o curso de Letras.

Além da UNEB, existem algumas extensões de IES privadas que implantaram polos no Município, como é o caso da Faculdade João Calvino, com um polo presencial que oferece cursos de Filosofia, geografia e história, e outras IES que implantaram polos de Educação à Distância (EaD): a UNOPAR, a FTC e a UNIFACS.

História[editar | editar código-fonte]

Origens do Município:

Segundo o IBGE, os primeiros núcleos de povoamento da Chapada Diamantina surgiram no início do século XVIII, com o crescimento das minas de ouro de Jacobina e Rio de Contas. A Coroa Portuguesa determinou uma abertura de uma estrada que ligasse as duas regiões de exploração aurífera. Esta estrada, chamada de Estrada Real, contava hoje as terras pertencentes ao município do Seabra, até então desertas.

Muitos portugueses foram atraídos pelo garimpo do ouro, mas desiludidos com as exigências do Império vinculadas ao precioso metal, se fixaram naquela região, dedicando-se à agricultura e pecuária.

O primeiro núcleo de povoamento foi a Vila de Iraporanga (Ex-Esconso e Parnaíba), hoje pertencente ao Município de Iraquara.

A cidade de Seabra antes denominada de Passagem Bonita de Nossa Senhora de Jacobina também ficou conhecida por Passagem Bonita de São Sebastião (após construção da igrejinha do santo) e com o crescimento do povoado do outro lado do rio cocho, por Cochó do Pega, pois os viajantes ficavam na localidade ao pousarem após longa caminhada.

Provavelmente, na mesma época surge a povoação de Campestre que foi a primeira Sede do município. Campestre pertencia na época ao município de Nossa Senhora do Livramento do Rio de Contas. Em 15 de Março de 1847 foi elevada à Sede de Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Campestre, confirmada pela Lei Providencial 899 de 15 de Maio de 1863 que criava o distrito de paz de campestre.

Posteriormente em 1868 foi Freguesia de campestre elevado à categoria de vila com a denominação de vila agrícola de campestre pela Lei Provincial de número 2652 de 14 de Maio de 1889 que também criava o município de Campestre com território desmembrado de Lençóis, sendo instalado categoria de cidade pelo Decreto 491. Distrito de Jatobá, hoje Baraúnas pela Lei Estadual 776 de 265 de maio de 1910.

Há relatos da tradição oral, segundo a qual, no início do século XIX houve uma grande fome que atingiu a região da Chapada Diamantina, a qual provocou uma grande onda de emigração dessa região para outros lugares.

Transferência da sede de Campestre para o povoado do Cochó do Pega:

Em 22 de Março de 1922, conforme ata do conselho municipal, já se pensava na transferência da Sede do município de Campestre para o Povoado de São Sebastião do Cochó – a proposta foi apresentada verbalmente pelo Conselheiro Manoel Muniz Barbosa, mas deixava a transferência a critério do Sr. Intendente do Diretório Político e do "Coronel" Horácio de Matos.

Não se trata de um Coronel do Exército Brasileiro, nem de qualquer patente militar, mas uma espécie de título nobiliárquico dado aos oligarcas que imperavam no Brasil. Trata-se do fenômeno do Coronelismo, que desacredita e confunde sobre a patente de Coronel.

Em 1929, o "coronel" Horácio de Matos fez a transferência para a referida povoação que passou a se chamar Dr. Seabra. Não se tem conhecimento de nenhum ato que oficialize a transferência.

Em 27 de Agosto, a Lei Estadual nº 1125 oficializava a nova denominação. Depois, os Decretos estaduais nº 7453, de Junho de 1931 e 7459, de 8 de Julho do mesmo ano, simplificam o nome da cidade e do município que passaram a ter a denominação de Seabra.

A construção da BR-242 e a história contemporânea:

Em seguida, nas décadas seguintes não ocorreram eventos históricos significativos. Uma exceção a isso foi a construção da Rodovia BR-242, obra planejada durante o Governo de Juscelino Kubitschek e executada nos anos 1970, após a aprovação do Plano Nacional de Viação de 1973, que promoveu um crescimento da cidade, acompanhado de novas imigrações oriundas do acesso aos transportes. Nessa época, é ampliada a rede bancária do Município, além da instalação de repartições públicas, a exemplo do DERBA (Departamento de Estradas e Rodagens da Bahia).

Em setembro de 1971, a região da Chapada Diamantina, e por extensão a cidade de Seabra (BA), são impactadas com a descoberta de que o militante comunista Carlos Lamarca, ex-tenente e líder da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), se encontrava na região. Equipes dos órgãos de repressão da Ditadura Militar vão para a Chapada Diamantina e iniciam um caçada feroz que acaba com a execução de Lamarca no dia 17 de setembro de 1971 no povoado de Pintada, distrito de Ibipetum, no Município de Ipupiara.

Novo período de ostracismo histórico que é rompido em 31 de outubro de 2002, quando foi criado o Campus XXIII da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), por meio do Decreto Estadual nº 8.354/02. Em 2003, foi autorizado o funcionamento do curso de Letras na referida unidade universitária.

Aspectos político-administrativos[editar | editar código-fonte]

A história político-administrativa do município é falha porque segundo o único livro de registro de Atas da época, o Intendente Cônego Pedro Bernardino Pereira, ao ser nomeado pároco de Morro do Chapéu para lá se transferiu, levando todos os livros do arquivo municipal. Assim, segue a relação de prefeitos e intendentes que governaram o Município.

INTENDENTES (Prefeitos nomeados):

Pedro Bernardino Pereira

Tibério Esquivel

Manoel Fabrício de Oliveira

Manoel Querino de Matos

Simpliciano de Oliveira Lima

Hermelino José de Souza

Silvino Laureano Pires

Francisco Rodrigues Costa

Dr. Gileno Araújo Góis

Fabrício de Oliveira

PREFEITOS:

Tito Luna Freire – 1º eleito

Manoel Teixeira Leite – 2º eleito

Silvio Martins de Almeida – 3º eleito

Manoel Teixeira Leite – 4º eleito

Jorge Alves de Oliveira – 7º eleito

Armínio Vieira de Athayde – 8º eleito

Fabrício de Oliveira – 9º eleito

Ápio Esquivel de Athayde – 10º eleito

Iovane de Oliveira Guanaes – 11º eleito

Salvandir Fernandes Rocha 12º eleito

Dálvio Pina Leite (PMDB) – 14º eleito (1993-1996)

José Carlos Santos de Athayde (PTB) – 15º eleito (1997-2000)

Dávio Pina Leite (PP) – 16º eleito e reeleito (2001-2008)

José Luis Maciel Rocha(Rochinha) (PMDB / PSB) - 18º eleito e reeleito (2009-2016)

Turismo[editar | editar código-fonte]

1 – POVOADO DE LAGOA DA BOA VISTA - Foi fundado após a passagem da Coluna Prestes, onde algumas famílias se fixaram por causa do clima aprazível e das boas condições para formação de fazendas. Como principal atrativo se apresentam as fachadas das casas residenciais e comerciais, muito trabalhadas, com uma grande variedade de motivos. A poucos quilômetros, a caminho de Iraquara, fica a Cachoeira do Riachão, uma sequência de escorregadeiras. Um local dotado de rara beleza.

2- POVOADO DE VALE DO PARAÍSO, ANTIGO GADO BRAVO - Tem em sua arquitetura colonial popular sua mais marcante, com fachadas das casas decoradas com detalhes diversos e suas calçadas feitas de pedras, em degraus. O seu cemitério bizantino da cidade de Mucugê: fica localizado no ponto mais alto do povoado. Mas tem ainda um atrativo natural, a Serra do Gado Bravo, a 1415m de altitude (ponto culminante da APA Marimbus-Iraquara), de onde se tem uma deslumbrante vista de diversos municípios da Chapada. É uma caminhada que vale a pena ser feita, inclusive pela existência de muitas bromélias, orquídeas e cactáceas, das mais diversas formas e cores, entre outras plantas nativas. Nas proximidades ficam algumas grutas onde se vêem diversos painéis de pinturas rupestres.

3 – POVOADO DE COCHÓ DO MALHEIRO - Maior mercado de gado da região no século XIX, foi palco de sangrentas batalhas entre Heliodoro de Paula Ribeiro (Deputado na Constituinte de 1891) e os Sá (de Lençóis e seus aliados locais), por ter desmembrado do município das Palmeiras, respectivamente, Seabra e Palmeiras. O povoado chegou a ser totalmente destruído. Sua arquitetura é o ponto marcante, representada pela casa que pertenceu ao Deputados e a outras, além da igreja.

4 – POVOADO DE CAMPESTRE - Foi a primeira sede do município de Seabra. Sua igreja, N. Sra. da Conceição, é datada de 1847. Aí também ocorreram violentas batalhas entre os "coronéis"entre aspas porque não eram coronéis do Exército, e sim oligarcas do Coronelismo) Horácio de Matos e Manoel Fabrício, além de ter sido marcada pela passagem da Coluna Prestes.

5 – POVOADO DE ALAGADIÇO – Povoado que já foi importante mercado local, hoje decadente, tem como destaque a sua arquitetura, restos da Estrada Real, o Complexo Arqueológico de Alagadiço (formado por 19 sítios) riquíssimos em painéis de pinturas rupestres e, ainda, um cemitério indígena (foram encontradas peças de cerâmica características dos rituais fúnebres dos índios que habitavam a região – estudados pela UFBA), além de sua flora.

6 – IGREJA DE BOM JESUS – Localizada no ponto mais alto do centro da cidade, construída em quartzito rosa, em estilo moderno (1975), é o terceiro maior templo católico do mundo, construído com essa pedra.

7 – IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO - Localiza-se também no centro da cidade. Foi construída em homenagem ao santo padroeiro da cidade, como pagamento de uma promessa: o Sr. Antônio Laureano Pires prometeu ao Santo que se a cidade não fosse atingida pela peste bubônica, que assolava a região, ele ergueria uma igreja. Construída inicialmente em estilo barroco, foi demolida porque ameaçava desabar. A atual é em estilo moderno.

8 – MARCO ZERO - Na praça Luiz Henrique Xavier Acosta, centro da cidade, fica “um monumento” que representa o centro geográfico da Bahia.

9 – GRUTAS E CAVERNAS – Especialmente na planície calcária, entre Seabra e Iraquara estão algumas grutas e cavernas de grande beleza, como a Buraco do Cão, Diva de Maura, Gruta de Santa, do Talhão, etc. Porém a única que tem estrutura turística é a primeira, que tem como atrativos, o Bolo de Noiva, que é um conjunto de represas de travertinos de 10m de altura; um pequeno fóssil encrustado na rocha, uma infinidade de estalactites e estalagmites, espeleotemas das mais diversas formas e cores e um lago de 600m de extensão.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 de dezembro de 2010.
  3. Censo Populacional 2030. Censo Populacional 2013. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (01 de julho de 2013). Página visitada em 02 de outubro de 2013.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Página visitada em 12 de agosto de 2013.
  5. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2010). Perfil do município de Seabra - BA. Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Página visitada em 4 de março de 2014.
  6. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 de dezembro de 2010.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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