Cícero Dantas

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Disambig grey.svg Nota: Para o proprietário e político brasileiro, veja Cícero Dantas Martins.
Município de Cícero Dantas
"Bom Conselho"
Igreja de cicero dantas.jpg

Bandeira de Cícero Dantas
Brasão de Cícero Dantas
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 9 de junho
Fundação 1812
Emancipação 9 de junho de 1875 (140 anos)
Gentílico cicerodantense
Padroeiro(a) Nossa Senhora do Bom Conselho
CEP 48410-000
Prefeito(a) Helânio Calazans (PR)
(2013–2016)
Localização
Localização de Cícero Dantas
Localização de Cícero Dantas na Bahia
Cícero Dantas está localizado em: Brasil
Cícero Dantas
Localização de Cícero Dantas no Brasil
10° 36' 00" S 38° 22' 58" O10° 36' 00" S 38° 22' 58" O
Unidade federativa Bahia Bahia
Mesorregião Nordeste Baiano IBGE/2008 [1]
Microrregião Ribeira do Pombal IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Ribeira do Pombal, Banzaê, Heliópolis, Fátima, Sítio do Quinto, Euclides da Cunha e Antas
Distância até a capital 300 km
Características geográficas
Área 658,940 km² [2]
População 34 424 hab. IBGE/2013[3]
Densidade 52,24 hab./km²
Clima subúmido e semi-árido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,585 baixo PNUD/2010 [4]
PIB R$ 103 924,239 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 3 270,73 IBGE/2008[5]
Página oficial
Prefeitura http://www.cicerodantas.ba.gov.br
Câmara http://camara.cicerodantas.ba.io.org.br
Vista aérea do coração da cidade.

Cícero Dantas (antiga Bom Conselho) é um município brasileiro do estado da Bahia, localizado na região semi-árida, próximo de Canudos e de Paulo Afonso.

História[editar | editar código-fonte]

Foi no século XVII que aventureiros e vaqueiros da Casa da Torre saíram do litoral para os sertões em busca do precioso ouro, mas encontraram nas cercanias dessa região habitantes denominados “Kiriris”, estes povos viviam na civilização nativa, falavam a língua tupi e sobreviviam da caça e da coleta de frutos.

Também nesta época os missionários e desbravadores começaram a catequese deste povo nativo. Mas outra coisa que aconteceu com esta circulação constante de catequizadores para essa região, foi o surgimento de salteadores e malfeitores que roubavam e matavam pessoas honestas e humildes. E com isso começa a se formar o (Cemitério da Cacunéa) nas terras dos Kiriris.

Já em 1812 começou o aglomerado urbano, com a ordem do Arcebispo da Bahia, frei Apolônio de Toddi foi incumbido de prestar assistência aquele povo, e logo se encontrava no lugar, foi se encontrar-se com Dona Cacunéa, antiga moradora indígena e de imediatamente erigiu um cruz no cemitério onde celebrou a primeira missa. E sem perda de tempo começou a construção de uma capela.

Fatos Históricos[editar | editar código-fonte]

  • Antônio Conselheiro em Bom Conselho

Em 1893 chegou em Bom Conselho o senhor Antônio Mendes Maciel, vestido de frade da ordem de São Francisco, também mas tarde conhecido como Antônio Conselheiro. Na sua visita os seus seguidores ajudaram a transportar madeira e pedras para a construção da Igreja Matriz e construiu a escadaria feita de mármore. Em sua visita Antônio Conselheiro protagonizou o estopim da Guerra de Canudos, quando o próprio ordenou aos seus jagunços que quebrassem as tábuas de impostos em plena praça. Com este acontecimento o nome Bom Conselho teve o privilégio de esta no Livro de Euclides da CunhaOs sertões”.

Em 26 de julho de 1926, os Revoltosos e o líder Luís Carlos Prestes, passaram por Cícero Dantas e sob um clima de expectativa a população fugiu da cidade, ficando o padre Vicente e algumas famílias. Chegando na cidade se hospedaram num sobrado onde morou o Barão de Jeremoabo, logo após saíram em busca de alimentos, invadiram o quintal do padre Vicente em busca de galinhas e o padre reagiu com firmeza e bastante exaltado falou: “ Vocês querem consertar este país é roubando, bandidos? ...”. Eles nem ligaram, pois o que queriam mesmo era uma boa alimentação.

Depois da comida foram descansar na calçada da igreja, passaram alguns dias na cidade e no ultimo dia Prestes pegou um mapa querendo saber qual estado era mas próximo e soube que era Sergipe temendo um combate ordenou de imediato às tropas que seguissem em direção ao Piauí. Entretanto, ao chegar lá, foram tomados de surpresa ocorrendo um grande combate.

  • As três visitas de Lampião a Cícero Dantas

Primeira visita: Passando em Tucano, Lampião obrigou o padre daquela paroquia a dar o seu carro com o motorista, para conduzi-lo com seu grupo até Bom Conselho, chegando no dia 27 de dezembro de 1928 numa manhã ensolarada de segunda-feira. Traziam como refém um soldado de Ribeira do Pombal, já rouco de tanto gritar: Viva Lampião! Viva Capitão Virgulino! Entraram na cidade sem o povo esperar. O grupo era composto de oito homens fortemente armados sendo eles: Corisco, Moreno, Ponto Fino, Virgínio, Mergulhão, Mariano e Arvoredo um dos mais perigosos do grupo. Se hospedaram na pensão de Tia Maricas. Lampião foi almoçar no solar do padre Vicente, ele também mandou fazer um terno para ele e lenços para o bando. Todos eles visitaram a igreja onde rezaram fervorosamente. As 17:00hrs saíram da pensão prometendo a volta, saindo da cidade entraram na fazenda de Abóboras onde houve um grande tiroteio onde Mergulhão morreu mas apesar de tudo a volante não sobreviveu um.

Segunda visita: No dia 18 de fevereiro de 1929, Lampião chegou em Cícero Dantas, como o população já estava sabendo da chegada de Lampião se espalhou pelas matas. Com esta visita inesperada, a atual avenida ACM, antiga avenida Getúlio Vargas, ficou lotada de volantes e soldados. Um dia antes da saída da cidade o bando almoçou na casa de uma senhora que morava perto da ilha, no outro dia foram embora em direção a Antas.

Terceira visita: Em 1933, Lampião voltou pela terceira vez a Cícero Dantas, eles vinham de Massacará e chegando em Buracos atual São João da Fortaleza queimaram uma casa, cortaram a orelha do sr. Manoel Pato, maltrataram sua esposa e seu irmão e logo depois mataram dois desconhecidos em Guloso (fazenda).

Formação Administrativa[editar | editar código-fonte]

Por Alvará de 21-11-1817 e por Resolução Régia de 27-09-1817, subordinado ao Município de Jeremoabo, é criada a freguesia com a denominação de "Freguesia de Nossa Senhora do Bom Conselho dos Montes dos Boqueirões".

Por Lei Provincial n.º 1158, de 09-06-1875, a freguesia é elevada à categoria de vila(cidade) com a denominação de Bom Conselho, desmembrado-se de Jeremoabo.

Pela Lei Estadual n.º 583, de 30-05-1905, o Município de Bom Conselho passou a denominar-se Cícero Dantas, em homenagem ao Barão de Jeremoabo (Cícero Dantas Martins).

  • Desmembramentos

Pela Lei Estadual n.º 570, de 13-08-1953, desmembra o Município de Cícero Dantas o Distrito de Antas. Elevado à categoria de município.

Pela Lei Estadual n.º 4413, de 01-04-1985, desmembra do Município de Cícero Dantas o Distrito de Fátima. Elevado à categoria de município.

  • Distritos
  1. Pela Lei Estadual n.º 628, de 30-12-1953, foi criado o distrito de São João da Fortaleza.
  2. Pela Lei Municipal n.º 139, de 11-06-2012, foi criado o distrito de Caxias.
  3. Pela Lei Municipal n.º 141, de 11-06-2012, foi criado o distrito de Trindade.
  • Povoados
  1. Betânia
  2. Campinas de Castro
  3. Cansanção
  4. Entroncamento de Caxias
  5. Ilha
  6. Itaparica do Gama
  7. Juá
  8. Lagoa do Nolasco
  9. Massaranduba
  10. Pindorama
  11. Raso do Santo
  12. Rodeador
  13. Serra Grande

Economia[editar | editar código-fonte]

Setores com grandes destaques: agrícola (milho e feijão), pecuária, apícola (mel) e lácteo (leite e derivados). Conforme registros na JUCEB, possui 38 indústrias, 103º lugar na posição geral do estado da Bahia, 573 estabelecimentos comerciais, 87ª posição dentre os municípios baianos. Seu parque hoteleiro registra 48 leitos. Registro de consumo elétrico residencial (kwh/hab): 107,57 - 121º no ranking dos municípios baianos. Dados 2001; A partir de 2009, o comércio passou a ter grande influencia na economia da cidade, que praticamente dobrou em 3 anos, contando hoje com uma vasta variedade de lojas de diversos segmentos atendendo visitantes de várias cidades da região. e a pecuária de gado bovino se destaca na região.

Atual Administração[editar | editar código-fonte]

Câmara Municipal de Cícero Dantas.
  • Poder Executivo
  1. Prefeito: Helânio Calazans de Oliveira (PR) - (2013-2016)
  2. Vice-prefeito: Ricardo Almeida Nunes da Silva (PHS) - (2013-2016)
  • Poder Legislativo
  1. José Erismar de Oliveira - Presidente (PRB)
  2. Aderian Maria de Jesus - Vice-presidente (PT)
  3. Robson Nascimento dos Santos - 1º secretário (PP) 
  4. Geraldo Ribeiro de Carvalho - (PR)
  5. Jackson Antônio Castro Almeida - (PP)
  6. Maria Eugênia Patrocínio dos Santos - (PT do B)
  7. Jenilson Batista de Oliveira - (PDT)
  8. Washington Andrade Matos - (PDT)
  9. José Cineido Santana - (PDT)
  10. José Wilson de Santana - (PDT)
  11. José Oliveira da Silva - (PDT)
  12. João Luís Andrade de Carvalho - (PSL)
  13. José Domingos Oliveira Silva - (PT)
  • Ex-Prefeitos
Ano Prefeito
1947 a 1950 João Pereira dos Santos
1951 a 1954 Abelardo Vieira de Andrade
1955 a 1958 João Batista de Andrade Souza
1959 a 1962 Abelardo Vieira de Andrade
1963 a abril de 1965 Renato de Andrade Galvão (Renunciou o cargo de Prefeito Municipal em 07 de abril de 1965)
De 08 de abril de1965 a 1966 José de Figueiredo
1967 a 1970 João de Souza Gouveia
1971 a 1972 Abelardo Vieira de Andrade
1973 a 1976 Luis Fernando de Andrade Carvalho
1977 a 1982 Antônio Hélio Vieira Gonçalves
1983 a 1988 Luis Fernando de Andrade Carvalho
1989 até 12 de dezembro de 1990 Zelito Ribeiro da Silva (tendo sido afastado do cargo por cassação do

mandato pelo Poder Legislativo Municipal)

De 12 de dezembro de 1990 a 1992 Antonio Pereira Filho (assumiu o mandato na condição de Vice-prefeito

Municipal decorrente da cassação do mandato do Prefeito Titular)

1993 a 1996 José Hércules Dantas de Carvalho
1997 a 2000 Arlete Bittencourt de Castro Silva
2001 a 30 de dezembro de 2003 Arlete Bittencourt de Castro Silva (tendo sido afastada do cargo por

cassação do mandato pelo Poder Legislativo Municipal)

De 31 de dezembro de 2003 a 2004 José Erismar de Oliveira (assumiu o mandato na condição de Presidente

do Poder Legislativo Municipal decorrente da cassação do mandato da

Prefeita titular e vagância do cargo de Vice-prefeito)

2005 a 2008 José Weldon de Carvalho Santana
2009 a 2012 José Weldon de Carvalho Santana
2013 a 2016 Helânio Calazans de Oliveira
Rádio Regional de Cícero Dantas

Comunicação[editar | editar código-fonte]

Rádio Regional AM 1.320

Rádio Buqueirão FM 104.9

A primeira forma de mídia da cidade de Cícero Dantas, foi o jornal "Folha do Nordeste" fundada em 1986 pelo jornalista Albérico Barbosa. A Rádio Regional de Cícero Dantas foi o primeiro meio de comunicação da cidade relacionado ao rádio, fundado em 24 de abril de 1990 por Dom Mário Zaneta trazendo para a cidade noticias da região e mostrando pelas ondas do rádio a fé do povo cicerodantense, hoje com 25 anos de historia.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Município baiano membro da microrregião de Microrregião de Ribeira do Pombal (Nordeste do estado brasileiro da Bahia), limitando-se a leste com o Município de Fátima, a sul com Heliópolis, Ribeira do Pombal e Banzaê, a oeste com Euclides da Cunha e a norte com Novo Triunfo e Antas. Cortado pela rodovia BR 110, a aproximadamente 70KM da fronteira com o estado de Sergipe.

O acesso, a partir de Salvador, é efetuado pelas rodovias pavimentadas BR-324, BR-116, BR- 410 e BR-110 num percurso total de 302 km. É caracterizado como o segundo maior eixo rodoviário da Bahia ( Feira de Santana é o primeiro ), unindo a região ao estado de Sergipe, que influencia tanto quanto a capital do estado, Salvador.

Clima[editar | editar código-fonte]

O município está inserido no "Polígono das Secas", apresentando um clima do tipo megatérmico seco a subúmido e semi-árido, com temperatura média anual de 23.4°C, precipitação pluviométrica média no ano de 889 mm e período chuvoso de maio a julho. É zona de transição entre o agreste sergipano e o sertão Baiano, notabilizando distritos com características de vegetação e clima dessemelhantes. o distrito de Caxias guarda mais semelhanças com o agreste sergipano, enquanto que o distrito de São João de Fortaleza com o sertão baiano.

Serra do Boqueirão, símbolo da cidade.

Relevo[editar | editar código-fonte]

O relevo, esculpido em rochas sedimentares da Bacia do Tucano, corresponde tabuleiros dissecados por drenagem relacionada à bacia hidrográfica do rio Vaza-Barris.

  • Montes do Boqueirão

Os Montes do Boqueirão, são duas serras que se encontram com a distância aproximada de 350 metros uma da outra e com a altura de 130 metros, cada uma, localizando-se a noroeste da cidade a 06 km da Igreja Matriz da cidade.

Vegetação[editar | editar código-fonte]

Possui um clima semi-árido e vegetação constituída especialmente de espécies lenhosas e herbáceas, de pequeno porte, geralmente dotadas de espinhos sendo na maioria das vezes, caducifólias perdendo suas folhas no início da estação seca, e de cactáceas e bromeliáceas. Alguns exemplares de vegetação de grande e médio porte são encontrados, mas as plantas mais abundantes são: A catingueira, as juremas e os marmeleiros.

Geologia[editar | editar código-fonte]

O município está totalmente inserido na bacia sedimentar de Tucano (Mesozóico) e sua geologia engloba litótipos do grupo Massacará e formação Marizal.

Solos dos tipos alissolo, luvissolo, neossolo, planossolo salódico eutrófico e latossolo vermelho-amarelo distrófico sustentam a vegetação nativa caracterizada por contato cerrado-caatinga-floresta estacional, contato caatinga-floresta estacional e contato cerrado-Caatinga. Parte da vegetação nativa foi substituída por pastos e culturas cíclicas.

Lendas da cidade[editar | editar código-fonte]

  • A lenda do Berrador

Conta-se que em Cícero Dantas vivia uma tempestade assombrosa: um monstro com aparência de jumento, mas bípede e com garras afiadíssimas. Assombrava as imediações da Fazenda Baiacu, próximo a um enorme e antigo carvalho. De muito longe se ouvia seus aterrorizantes urros, pelo que ficou conhecido na região como o Berrador. Segundo a lenda, o Berrador atacava suas vítimas quando passavam pelo caminho que beirava o tal carvalho. Um simples arranhão de suas garras levaria qualquer pessoa a óbito em questão de minutos. Mas ele, frequentemente, não deixava pessoa escapar. Um certo dia, um jovem chamado Trajano, muito bem armado e com bastante coragem resolveu enfrentar a fera. Em uma luta ferrenha com o bicho, acabou por expulsá-lo daquela região, mas foi fatalmente ferido, e mal conseguiu chegar à sua casa, sendo recepcionado pelos seus ainda no caminho de volta, conseguiu balbuciar essa história, e morreu.

  • A lenda do bode das faixas de ouro

Segundo essa lenda comentada pelos moradores mais antigos, em meados do mês de agosto, aparecia nos montes do Boqueirão um bode com faixas incandescente de ouro puro. Ele pula de um lado para o outro, por sobre o vale, e quem conseguia tocar no bode, levava para si as faixas de ouro. Muitos tentaram, mas não conseguiram. Com o povoamento da cidade e o desmatamento, as aparições foram diminuindo e hoje quase não se ouve falar sobre essa lenda.

  • A água do Ó

O Ó é um poço muito antigo que cavaram com uma profundidade de 500 metros, localizando na antiga fazenda Caimbé. Por décadas e décadas o tanque teve uma importância única para a cidade, onde os moradores iam se abastecer com sua água levando potes, barris e latas. Acerca do Ó surgiu uma lenda dizendo que quem bebia desta água não sairia jamais das terras do Bom Conselho e se partisse, retornaria por não suportar a saudade. Decorrente da falta de preservação do local, o tanque do Ó tornou-se um local totalmente abandonado, devido a formação de ruas ao seu redor e ao acumulo de lixo no tanque.

  • A santa fujona

Na fazenda Boqueirão pertencente a Maria Arcênia de Jesus (Dona Momô), que era possuidora de muitos escravos, se tinha a prática diária de rezar o ofício em uma capela de sua fazenda com os escravos. Reza a lenda que Nossa Senhora do Bom Conselho a santa da capela fugia e aparecia na igreja matriz, toda vez que isso acontecia o povo reunia-se realizando procissões e levando a santa de volta para a capela. O Barão de Jeremoabo preocupado com a preservação dos Montes do Boqueirão que localizavam dentro das terras de Dona Momo, fez com que os escravos levassem a santa para a igreja matriz e muitos anos depois em um período de chuvas fortes a santa foi lançada do altar, despedaçando-se no chão.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010. 
  3. «Censo Populacional 2013». Censo Populacional 2013. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 01 de julho de 2013. Consultado em 30 de setembro de 2013.  Texto "cicero-dantas" ignorado (Ajuda)
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 23 de agosto de 2013. 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010. 
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