Cangaço

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Disambig grey.svg Nota: Se procura por algum dos filmes sobre o Cangaço, veja O Cangaceiro.
Estátua do cangaceiro na entrada para Fazenda Nova (BR-104).

O Cangaço foi um fenômeno do banditismo brasileiro ocorrido no nordeste do país em que os homens do grupo vagavam pelas cidades em busca de justiça e vingança pela falta de emprego, alimento e cidadania causando o desordenamento da rotina dos camponeses [1] [2]. Um dos principais líderes do cangaço foi o "Capitão" Lampião (Virgulino Ferreira da Silva), cujo título fictício de capitão surgiu de uma promessa não cumprida do governo do Ceará de integrar o seu bando aos batalhões patrióticos da Guarda Nacional caso Lampião e seus homens conseguissem deter o avanço da coluna Prestes na cidade de Juazeiro [3]. O termo cangaço vem da palavra canga (peça de madeira usada para prender junta de bois a carro ou arado; jugo).

Origem da palavra[editar | editar código-fonte]

Por volta de 1834, o termo cangaceiro já foi usado para se referir a bandos de camponeses pobres que habitavam os desertos do nordeste, vestindo roupas de couro e chapéus, carregando carabinas, revólveres, espingardas e facas longas estreitas conhecidos como peixeiras .

"Cangaceiro" era uma expressão pejorativa, ou seja, uma pessoa que não podia adaptar-se ao estilo de vida costeira.

Por esta altura naquela região, havia dois principais grupos de bandidos armados frouxamente organizados: os jagunços , mercenários que trabalhavam para quem pagou o seu preço, geralmente proprietários de terras que queriam proteger ou expandir seus limites territoriais e também lidar com os trabalhadores rurais; e os cangaceiros, "bandidos sociais", que tinham algum nível de apoio da população mais pobre: ​​os bandidos sustentando alguns comportamentos benéficos, como atos de caridade, a compra de bens por preços mais altos e dando às partes livres ("Bailes"), e a população forneceu abrigo e as informações que os ajudou a escapar das forças policiais, conhecidos como volantes , enviados pelo governo para detê-los.

Divisão[editar | editar código-fonte]

O Cangaço pode ser dividido em três subgrupos: os que prestavam serviços caracterizados para os latifundiários; os "satisfatórios", expressão de poder dos grandes fazendeiros; e os cangaceiros independentes, com características de banditismo.

Os cangaceiros conheciam bem a Caatinga, e por isso, era tão fácil fugir das autoridades. Estavam sempre preparados para enfrentar todo o tipo de situação. Conheciam as plantas medicinais, as fontes de água, locais com alimento, rotas de fuga e lugares de difícil acesso.

O primeiro bando de cangaceiros que se tem conhecimento foi o de Jesuíno Alves de Melo Calado, "Jesuíno Brilhante", que agiu por volta de 1870, embora alguns historiadores atribuam a Lucas Evangelista o feito de ser o primeiro a agregar um grupo característico de cangaço, nos arredores de Feira de Santana (em 1828), sendo ele preso junto com a sua quadrilha em 28 de Janeiro de 1848 por provocar durante vinte anos assaltos contra a população de Feira.[4] O último grupo cangaceiro famoso porém foi o de "Corisco" (Cristino Gomes da Silva Cleto), que foi assassinado em 25 de maio de 1940.

O cangaceiro mais famoso foi Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, que também denominado o "Senhor do Sertão" e "O Rei do Cangaço". Atuou durante as décadas de 20 e 30 em praticamente todos os estados do nordeste.

Por parte das autoridades, Lampião simbolizava a brutalidade, o mal, uma doença que precisava ser cortada. Para uma parte da população do sertão, ele encarnou valores como a bravura, o heroísmo e o senso da honra (semelhante ao que acontecia com o mexicano Pancho Villa).[5]

O cangaço teve o seu fim a partir da decisão do então Presidente da República, Getúlio Vargas, de eliminar todo e qualquer foco de desordem sobre o território nacional. O regime denominado Estado Novo incluiu Lampião e seus cangaceiros na categoria de extremistas. A sentença passou a ser matar todos os cangaceiros que não se rendessem.

No dia 28 de julho de 1938, na localidade de Angicos, no estado de Sergipe, Lampião finalmente foi apanhado em uma emboscada das autoridades, onde foi morto junto com sua mulher, Maria Bonita, e mais nove cangaceiros.

Os cangaceiros foram degolados e suas cabeças colocadas em aguardente e cal, para conservá-las. Foram expostas por todo o Nordeste e por onde eram levadas atraiam multidões.[6]

Este acontecimento veio a marcar o final do cangaço, pois, a partir da repercussão da morte de Virgulino, os chefes dos outros bandos existentes na Nordeste vieram a se entregar às autoridades policiais para não serem mortos.

Lampião[editar | editar código-fonte]

Boneco do Lampião

O mais famoso cangaceiro de todos eles, o único que é frequentemente associado com toda a história do cangaço, era um homem chamado Virgulino Ferreira da Silva, também conhecido como "Lampião" (de acordo com seus companheiros, ele podia disparar tão rapidamente que era possível iluminar o lugar). Ele começou sua vida criminosa ainda jovem, alegando uma vingança que nunca aconteceu.

Vagando Santa Brígida, no estado de Bahia , ele conheceu Maria Alia da Silva (também conhecida como Maria de Déia), esposa do sapateiro Zé de Nenê. Mais tarde, ela seria mais conhecida como Sra. Lampião, Maria Bonita.

Lampião foi morto pela policia em 1938, em uma região entre os limites do estado da Sergipe e Alagoas , quando um informante, Pedro de Cândida deu a sua localização à polícia. A ofensiva maciça e levou ao derramamento de sangue no qual onze dos integrantes do bando foram mortos: Lampião, Maria Bonita, Luís Pedro, Mergulhão, Enedina, Elétrico, Quinta-Feira, Moeda, Alecrim, Colchete e Macela.

História do cangaço[editar | editar código-fonte]

Mapa de atuação do Cangaço.

Consta que o primeiro homem a agir como cangaceiro teria sido o Cabeleira, como era chamado José Gomes. Nascido em 1751, em Glória do Goitá, cidade da zona da mata pernambucana, ele aterrorizou sua região. Mas foi somente no final do século XIX que o cangaço ganhou força e prestígio, principalmente com Antonio Silvino, Lampião e Corisco.

Entre meados do século XIX e início do século XX, o Nordeste do Brasil viveu momentos difíceis, aterrorizado por grupos de homens que espalhavam o terror por onde andavam. Eles eram os cangaceiros, bandidos que abraçaram a vida nômade e irregular de malfeitores por motivos diversos. Alguns deles foram impelidos pelo despotismo das mulheres poderosas.

Lucas da Feira, ou Lucas Evangelista, agiu na região da cidade baiana de Feira de Santana entre 1828 e 1848. Ele e seu bando de mais de 30 homens roubavam viajantes e estupravam mulheres. Foi enforcado em 1849.[6]

Os cangaceiros conseguiram dominar o sertão durante muito tempo, pois eram protegidos de coronéis, que se utilizavam dos cangaceiros para cobrança de dívidas, entre outros serviços "sujos".

Um caso particular foi o de Januário Garcia Leal, o Sete Orelhas, que agiu no sudeste do Brasil, no início do século XIX, tendo sido considerado justiceiro e honrado por uns e cangaceiro por outros.

No sertão, consolidou-se uma forma de relação entre os grandes proprietários e seus vaqueiros.

A base desta relação era a fidelidade dos vaqueiros aos fazendeiros. O vaqueiro se disponibilizava a defender (de armas na mão) os interesses do patrão.

Como as rivalidades políticas eram grandes, havia muitos conflitos entre as poderosas famílias. E estas famílias se cercavam de jagunços com o intuito de se defender, formando assim verdadeiros exércitos. Porém, chegou o momento em que começaram a surgir os primeiros bandos armados, livres do controle dos fazendeiros.

Os coronéis tinham poder suficiente para impedir a ação dos cangaceiros.

O cangaceiro, um deles, em especial Lampião, tornou-se personagem do imaginário nacional, ora caracterizado como uma espécie de Robin Hood, que roubava dos ricos para dar aos pobres, ora caracterizado como uma figura pré-revolucionária, que questionava e subvertia a ordem social de sua época e região.

Coiteiros[editar | editar código-fonte]

Coiteiros foram pessoas que ajudaram os cangaceiros, dando-lhes abrigo e comida. Eles fizeram isso por muitas razões - que poderiam ser parentes de um cangaceiro, amigos, ex-vizinhos, ou simplesmente tinha algum interesse em seu poder, ou eles estavam com medo deles.

Volantes e macacos[editar | editar código-fonte]

Os volantes eram pequenos e especial grupo de soldados - cerca de 20 a 60 - de todos os estados da federação brasileira, formada pelo governo agências de aplicação da lei enviados para procurar e destruir os cangaceiros. Os cangaceiros muitas vezes se referiu a eles como "macacos", por causa de seus uniformes marrons e sua vontade de obedecer suas ordens. Alguns deles realizados moderno (na época) Hotchkiss metralhadoras , armas que os cangaceiros rapidamente aprenderam a temer - mas estavam sempre dispostos a roubar para seu próprio uso.

Estilo cangaceiro[editar | editar código-fonte]

Lampião
Lampião Maria bonita e Cangaceiros

Os cangaceiros tinham noções muito específicas de como se comportar e se vestir. Primeiro de tudo, a maioria deles sabia costurar muito bem. Vivendo nas terras desérticas do nordeste do Brasil, tiveram que sobreviver em meio a arbustos secos pontiagudos. Apesar do calor durante o dia, os cangaceiros preferiam usar roupas de couro, enfeitadas com todos os tipos de fitas coloridas e peças de metal.

Eles também usaram luvas de couro com moedas e outras peças de metal costuradas por eles, quase como uma armadura.

Por causa do forte calor e da ausência de água á disposição, alguns cangaceiros - especialmente Lampião - usavam perfumes, inclusive caros, como o francês,  muitas vezes roubados de casas das pessoas ricas e usados em grandes quantidades.

Kit básico para o cangaço:

  • Chapéu de couro com abas largas dobradas
  • Munição (até 18 quilos) e armas (a mais comum era o rifle Winchester 44)
  • Bolsa (capanga) com remédios, fumo e brilhantina
  • Punhal
  • Lenço para proteger boca e nariz contra a poeira
  • Roupa resistente com mangas compridas contra o sol
  • Cantil com água ou cachaça

Armas cangaceiro[editar | editar código-fonte]

Arma do cangaço
Rifle

As armas dos Cangaceiros eram principalmente revólveres, espingardas, e os famosos pára belo". Alega-se que como macaco "belo" era outra gíria para os policiais. Assim, pistolas e rifles Winchester eram chamados pára belo. No entanto, o nome parece ser na verdade uma derivação da expressão latina para bellum que significa "preparar para a guerra" e foi usado em seguida para se referir a arma oficial utilizada pelas tropas governamentais brasileiras e por alguns dos soldados responsáveis ​​pela aplicação da lei. A pistola Luger que foi produzida pela fabricante de armas alemã.

Eles também ficaram famosos por usarem uma faca fina, longa e bem afiada chamada " Peixeira ", uma faca de limpeza de peixe, usada principalmente para torturar ou cortar as gargantas de suas vítimas.

Cangaço na cultura popular[editar | editar código-fonte]

Literatura de cordel[editar | editar código-fonte]

O cangaço é um dos principais temas mais explorados na literatura de cordel, onde o cangaceiro é retratado como herói.[7] Literatura de Cordel é, como qualquer outra forma artística, uma manifestação cultural. Por meio da escrita são transmitidas as cantigas, os poemas e as histórias do povo — pelo próprio povo. O nome de Cordel teve origem em Portugal, onde os livretos, antigamente, eram expostos em cordéis, como roupas no varal.

Livros[editar | editar código-fonte]

    • O Cabeleira, de Franklin Távora
    • Jurisdição dos Capitães – A História de Januário Garcia Leal e Seu Bando - Editora Del Rey, Belo Horizonte, 2001, Marcos Paulo de Souza Miranda.
    • Lampião e Maria bonita de Liliana Iacocca, Editora Ática
    • Flor de Romances Trágicos, de Luís da Câmara Cascudo, Editora Cátedra.
    • Lampião: herói ou bandido, de Antonio Amaury Correa de Araújo e Carlos Elydio Correa. São Paulo: Editora Claridade, 2009.

Filmes[editar | editar código-fonte]

Os primeiros filmes sobre o cangaço datam de meados dos de 1920 do início da 1930[8]. Entre as décadas de 1950 e 1960, os filmes brasileiros sobre cangaço são bastante influenciados pelos filmes de faroeste dos Estados Unidos e são conhecidos como nordestern, western macaxeira,[9] ou western feijoada,[10] um deles foi O Cangaceiro (1953).[8][11]

Histórias em quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Na década de 1950, inspirado no sucesso de O Cangaceiro, o quadrinista Gedeone Malagola lança uma revista em quadrinhos sobre o fictício "Milton Ribeiro, O Cangaceiro", Milton Ribeiro é o nome do ator que interpretou o cangaceiro Galdino no filme de 1953, a diferença de Milton Ribeiro para Galdino, é que nos quadrinhos Milton é o herói.[13]. Em 1953, José Lanzelotti lança Raimundo, o Cangaceiro para a a revista Aliança Juvenil da editora Aliança, na década de 1960, a série seria publicada pela La Selva.[14]

Em 1963, Mauricio de Sousa comandava o Suplemento Infanto-Juvenil do jornal Folha de S. Paulo, Mauricio então pediu a Julio Shimamoto que criasse uma tira para o suplento, Shimamoto elaborou dois projetos: uma tira sobre cangaceiros e outra sobre gaúchos, no fim resolveu criar a tira O Gaúcho, na época, cangaceiros eram retratados como bandidos[15]. As radionovelas Jerônimo, o Herói do Sertão e Juvêncio, o justiceiro do sertão transportavam as histórias dos faroeste para o sertão brasileiro e também tiveram histórias em quadrinhos nos anos 50[16] e 60.[17]

Em 1974, o brasileiro Jô Oliveira publicou a história "A Guerra do Reino Divino" na revista italiana Alterlinus, dois anos depois a editora brasileira Codecri (mesma editora responsável por O Pasquim) publicou a obra no país.[18] A arte do Jô é bastante influenciada pelos cordéis e é apontada como uma das primeiras graphic novels brasileiras.[19] Apesar de ser um tema brasileiro, o tema também é explorado por autores de outros países, em Mister No 3, 4 e 5, publicada em 1975 pela editora italiana Sergio Bonelli Editore, o piloto americano com histórias ambientadas no Brasil, encontra com cangaceiros,[20] o belga Hermann Huppen que escreveu e desenhou a revista Caatinga (publicada no Brasil pela Editora Globo)[21], ou também o italiano Hugo Pratt ("La macumba du Gringo").

Zagor, série de faroeste também publicada pela Bonelli, encontrou com cangaceiros em Zagor #452 (março de 2002)[22] e Zagor #573 (abril de 2013).[23]

Outros autores retrataram o Cangaço como Danilo Beyruth (Bando de Dois),[24] Flávio Luiz (O Cabra),[25] Wilson Vieira, Eugênio Colonnese e Mozart Couto (Cangaceiros - Homens de Couro #1),[26] Klévisson Viana (Lampião --era o cavalo do tempo atrás da besta da vida: uma história em quadrinhos) entre outros.[27]

Fim do cangaço[editar | editar código-fonte]

O cangaço em sua forma de “banditismo” foi um dos últimos movimentos do nosso país de luta armada e de classe pobre que dominou por um longo período de tempo o nordeste brasileiro. Virgulino Ferreira conhecido como Lampião foi um dos maiores líderes da história dos movimentos armados independentes do Brasil. 

Os cangaceiros atingiam tanto pessoas pobres como ricas, porém o espírito de liberdade e independência demonstradas pelos integrantes desses grupos ao infligirem às normas da sociedade, iludiam e fascinavam os demais habitantes das regiões do Sertão Nordestino. Muitos destes cangaceiros utilizavam dessa imagem de instrumento de justiça social para justificar seus crimes. 

A extinção desse fenômeno social foi consequência, sobretudo da mudança das condições sociais no país, das perspectivas de uma vida melhor que se abria para a massa nordestina com a migração para Sul, e das maiores facilidades de comunicação, entre outros fatores. 

Os traficantes das grandes favelas brasileiras roubam e matam criando seus próprios protocolos e leis em seus locais de dominância característica semelhante à dos cangaceiros nordestinos. Foram os cangaceiros que introduziram o sequestro em larga escala no Brasil. Faziam reféns em troca de dinheiro para financiar novos crimes. Caso não recebessem o resgate, torturavam e matavam as vítimas, a tiro ou punhaladas. A extorsão era outra fonte de renda. Essas características são evidentes nas favelas quando relacionadas às milícias. Os cangaceiros corrompiam oficiais militares e autoridades civis, de quem recebiam armas e munição. Um arsenal bélico sempre mais moderno e com maior poder de fogo que aquele utilizado pelas tropas que os combatiam. 

Cangaceiros ilustres[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Pericás, Luiz Bernardo (2010). Os cangaceiros: ensaio de interpretação histórica [S.l.: s.n.] ISBN 978-85-7559-161-1. 
  2. Marcello André Militão. «POR QUE VIRGULINO TORNOU-SE LAMPIÃO: UMA ANÁLISE DA S RELAÇÕES DE PODER NO NORDESTE BRASILEIRO DURANTE A PRIMEIRA REPÚBLICA» (PDF). 
  3. Grunspan-Jasmin, Elise (2001). Lampião, senhor do sertão : vidas e mortes de um cangaceiro [S.l.: s.n.] ISBN 85-314-0913-6. 
  4. Transcrição do interrogatório de Lucas da Feira
  5. Klévisson (2000). Lampião hedra [S.l.] 9788587328076. 
  6. a b Cavalcante, Messias Soares. A verdadeira história da cachaça. São Paulo: Sá Editora, 2011. 608p. ISBN 9788588193628
  7. Mark J. Curran (1998). História do Brasil em cordel EdUSP [S.l.] p. 61. 9788531404061. 
  8. a b Luiz Zanin Oricchio (16 de outubro de 2010). «O cangaço está em toda parte». O Estado de S. Paulo. 
  9. Rodrigo Fonseca (01/08/2013). «Pilar do ‘nordestern’, o faroeste ‘O cangaceiro’ chega aos 60 anos sem tributos à altura de seu sucesso». O Globo. 
  10. Marcelo Miranda (22/04/2014). «Pesquisador registra 103 westerns filmados no Brasil». Estadão. 
  11. AnnaLice Dell Vecchio (20 de dezembro de 2010). «Um faroeste à moda do cangaço». Gazeta do Povo. 
  12. Thomas Weisser (1992). Spaghetti Westerns--the Good, the Bad and the Violent: A Comprehensive, Illustrated Filmography of 558 Eurowesterns and Their Personnel, 1961-1977 McFarland [S.l.] 9781476611693. 
  13. Franco de Rosa. (Outubro 2008). "Wizmania (2ª versão) #6 - Homenagem a Gedeone Malagola, uma lenda dos gibis brasileiros" (em português): 56 a 59. São Paulo: Panini Comics. ISSN 16795598 16795598
  14. Ota e Francisco Ucha (janeiro de 2011). "Jornal da ABI #362 - A Cronologia dos Quadrinhos - Parte 2
  15. «O Gaúcho, antes de tudo um aventureiro». Universo HQ. 
  16. Marcus Ramone (8 de setembro de 2004). «Raios e trovões! Os bons e velhos quadrinhos de western - Heróis de verdade». Universo HQ. 
  17. João Antonio Buhrer de Almeida (06/09/2010). «Arquivos Incríveis: Juvêncio, O Justiceiro: O Cowboy Mascarado do Brasil». Bigorna.net. 
  18. Ota e Francisco Ucha (janeiro de 2011). "Jornal da ABI #362 - A Cronologia dos Quadrinhos - Parte 2"
  19. Sidney Gusman. «A Guerra do Reino Divino». Universo HQ. 
  20. Mister No Itália
  21. Sidney Gusman. «Caatinga». Universo HQ. 
  22. [http://www.texbr.com/zagor/italia/serieregular/zg452.htm Zagor 452 - Il Labirinto del Diavolo
  23. Zagor 573
  24. Sidney Gusman (9 de setembro de 2010). «Bando de dois, de Danilo Beyruth, sai pela Zarabatana». Universo HQ. 
  25. Paulo Ramos (9 de dezembro de 2010). «Cabra macho, sim, senhor». UOL. 
  26. Marcelo Naranjo, sobre o Press release (26 de agosto de 2004). «Homens de Couro é o novo álbum do CLUQ». Universo HQ. 
  27. Top!Top! #22 à venda

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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