Mauricio de Sousa

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Maurício de Sousa
Em 2015, na abertura da 17ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro.
Nome completo Mauricio Araújo de Sousa
Nascimento 27 de outubro de 1935 (85 anos)
Santa Isabel, SP
Nacionalidade brasileiro
Principais trabalhos Turma da Mônica
Prémios Ordem do Ipiranga
Área Cartunista, empresário e escritor
Assinatura
Mauricio de sousa signature.svg

Mauricio Araújo de Sousa (Santa Isabel, 27 de outubro de 1935)[1] é um cartunista, empresário e escritor brasileiro. É um dos mais famosos cartunistas do Brasil, criador da Turma da Mônica e membro da Academia Paulista de Letras.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Infância e juventude[editar | editar código-fonte]

Mauricio nasceu em Santa Isabel, 1935.[1] É filho de Antônio Mauricio de Sousa e de Petronilha Araújo de Sousa, Mauricio de Sousa viveu num ambiente cercado de arte, pois seu pai, além de barbeiro, era poeta, compositor e pintor, e sua mãe poetisa. Sua casa sempre esteve cheia de livros, permitindo um ambiente bastante cultural.[2] Era comum em sua casa receber saraus, reuniões de artistas e rodas de chorinho.[3]

Sua mãe queria que o filho se tornasse cantor mirim, mas sua timidez não lhe permitiu seguir, ainda que sua mãe fosse firme e exigente com Mauricio.[4] Com poucos meses de vida, Mauricio mudou-se de Santa Isabel para a vizinha Mogi das Cruzes, onde começou a desenhar cartazes e ilustrações para rádios e jornais.[5] Quando contou a seu pai sobre querer viver como desenhista seu pai lhe disse: “Mauricio, desenhe de manhã e administre à tarde.”[6]

Início da carreira[editar | editar código-fonte]

Queria viver profissionalmente do desenho[7] e para isso em 1954 começou a procurar emprego de desenhista em São Paulo, mas só conseguiu uma vaga de repórter policial na Folha da Manhã. Passou cinco anos escrevendo esse tipo de reportagem, que ilustrava com desenhos bem aceitos pelos leitores.[5] Mauricio de Sousa começou a desenhar histórias em quadrinhos em 18 de julho[8] de 1959, quando uma história do cãozinho Bidu, seu primeiro personagem, foi aprovada pelo jornal. As tiras em quadrinhos com o cãozinho Bidu e seu dono, Franjinha, deram origem ao famoso menino de cabelos espetados Cebolinha, em 1960.[5]

Acusado de ser comunista, Maurício foi despedido pelo chefe de redação do jornal Folha de S.Paulo, retornando para Mogi das Cruzes; nesta época passou a apresentar um catálogo de suas tiras para fornecer aos jornais locais. Em 1962 é contratado pelo jornal carioca Tribuna da Imprensa, para o qual criou o personagem Piteco e sua turma.[9] A estreia de Piteco no jornal Tribuna da Imprensa ocorreu em 25 abril de 1962, na parte inferior da página 9.[10]

Atualmente Bidu, que é o animal de estimação de Franjinha, participa tanto com seu dono, como em historinhas em que é o astro principal, dialogando com outros cães e até com pedras(!). Bidu é o símbolo da empresa de Mauricio, a Mauricio de Sousa Produções. Na revistas Lostinho-Perdidinhos nos Quadrinhos e no primeiro número da revista Saiba Mais, no entanto, é revelado que a primeira criação de Mauricio foi um personagem super-herói chamado "Capitão Picolé".[5][11]

Mauricio de Sousa na 17ª Bienal do Livro, em 2015

Junto dos desenhistas como Messias de Mello, Gedeone Malagola, Ely Barbosa e Júlio Shimamoto, integrou a Associação de Desenhistas de São Paulo (ADESP), da qual chegou a ser presidente, que tinha como bandeira a reserva de mercado. Existia uma discussão no meio artístico que dividia os ilustradores: criar narrativas brasileiras ou aceitar a influência da cultura dos Estados Unidos na produção nacional, e Mauricio não se colocou em nenhum dos lados.[6] Com a instalação da Ditadura Militar, saiu da associação, alegando que ela estava ganhando conotação política.[12] Nesse período, perdeu seu emprego no jornal Folha da Tarde e teve seu nome adicionado na lista negra de cartunistas de São Paulo, tendo que recorrer a fazer ilustrações em jornais de paróquias.[6]

Em 1963, Mauricio de Sousa criou, junto com a jornalista Lenita Miranda de Figueiredo, Tia Lenita, a Folhinha de S. Paulo.[13] Sua personagem Mônica também surgiu nesse ano. Antes dela, já havia criado o Cascão, em 1961. Criou a empresa Bidulândia Serviços de Imprensa,[14] mais tarde chamada de Maurício de Sousa Produções, que atuava como um syndicate de distribuição de tiras de jornal.[11]

Em 1970, decidiu lançar a revista da Turma da Mônica, chamada então de Mônica e sua turma.[6] Em 1987, passou a ilustrar o recém-criado suplemento infantil d'O Estado de S. Paulo, o Estadinho, que até hoje publica tiras da Turma da Mônica.[5] Mauricio montou uma grande equipe de desenhistas e roteiristas, e depois de algum tempo passou a desenhar somente as histórias de Horácio, o dinossauro.[5]

De 1970 — quando foi lançada a revista Mônica, com tiragem de 200 mil exemplares[15] — a 1986, as revistas de Mauricio foram publicadas na editora Abril. A partir de janeiro de 1987, as revistas passaram a ser publicadas pela editora Globo, em conjunto com os estúdios Mauricio de Sousa. Após vinte anos de editora Globo, todos os títulos da Turma da Mônica passaram para a multinacional Panini,[16] que detinha também os direitos das publicações dos super-heróis da Marvel e DC Comics. O objetivo de Mauricio foi ampliar sua participação no exterior.[5]

Em 2014 o escritor lançou um livro da Turma da Mônica com temática espírita, "Meu Pequeno Evangelho", inspirado no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, uma das cinco obras básicas do Espiritismo.[17]

Palestrando durante o 1º Congresso de História em Quadrinhos - 1974 em Avaré

Família e personagens[editar | editar código-fonte]

Pai de dez filhos (Maurício Spada, Mônica, Magali, Mariângela, Vanda, Valéria, Marina, Mauricio Takeda, Mauro Takeda e Marcelo Pereira), além de criar personagens baseados em seus amigos de infância, Mauricio sempre criou personagens baseados em seus filhos, tais como: Mônica, Magali, Marina, Maria Cebolinha (inspirada na Mariângela), Nimbus (em Mauro), Do Contra (em Mauricio Takeda), Vanda, Valéria, Marcelinho e Dr. Spada.[5] Titi e Franjinha são personagens inspirados em seus sobrinhos, enquanto Horácio, o dinossauro verde, é um alter ego do desenhista.[6]

Alguns de seus filhos que viraram personagens passaram a trabalhar com Mauricio; Mônica é responsável pela divisão comercial de alimentos e produtos licenciados, Magali colabora como roteirista e Marina ajuda na criação de novas histórias.[1]

Além das revistas[editar | editar código-fonte]

Os quadrinhos de Mauricio de Sousa têm fama internacional, tendo sido adaptados para o cinema, para a televisão e para os Vídeo-games, além de terem sido licenciados para comércio em uma série de produtos com a marca das personagens. Há inclusive o parque temático da Turma da Mônica, o Parque da Mônica, aberto em 25 de janeiro de 1993, que, inicialmente era localizado no Shopping Eldorado, em São Paulo. O parque permaneceu nesse local até fevereiro de 2010, quando suspendeu temporariamente as suas atividades, sendo reaberto em 2015 no Shopping SP Market, também em São Paulo, ocupando uma área maior do que o espaço anterior, que já havia recebido o Parque da Xuxa.[18][19] Já existiu também o Parque da Mônica de Curitiba, aberto em 1998 e fechado em 2000, e o do Rio de Janeiro, fechado no início de 2005. Está prevista a abertura de uma nova unidade do Parque em Gramado (RS), que deverá ocorrer no segundo semestre de 2020.[1]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Mauricio se casou pela primeira vez com Marilene Sousa, mãe de seus filhos Mariângela, Mônica, Magali e Mauricio Spada. O casamento teve duração de 12 anos, e Marilene faleceu em 7 de fevereiro de 2011.[20] De um novo relacionamento, com Vera Lúcia Signorelli, nasceram Wanda e Valéria Signorelli e Sousa. Vera morreu em 7 de dezembro de 1971, em decorrência de um acidente de carro ocorrido na Via Dutra dois dias antes.[1] Do casamento com Alice Keiko Takeda, nasceram Marina, Mauro e Maurício Takeda de Sousa. Por último nasceu Marcelo de Sousa, fruto de uma relação existente num período em que Mauricio e Alice estiveram separados.[21]

Em 20 de março de 2008 seu filho mais novo, Marcelo, sua ex-esposa Marinalva Pereira dos Santos, mãe de Marcelo, e o filho dela, Vitor Hugo, então com 2 anos de idade, foram sequestrados numa residência na zona rural de São José dos Campos, por uma quadrilha. Foram levados para São Sebastião, litoral paulista, e libertados pela polícia civil em 6 de abril.[22]

Em 2 de maio de 2016, morreu Mauricio Spada, seu filho de 44 anos, de ataque cardíaco enquanto estava em casa.[23]

Homenagens[editar | editar código-fonte]

Em 2007 Mauricio de Sousa foi homenageado pela escola de samba Unidos do Peruche com o enredo "Com Mauricio de Sousa a Unidos do Peruche abre alas, abre livros, abre mentes e faz sonhar".[1] Foi agraciado com a comenda da Ordem do Ipiranga pelo Governo do Estado de São Paulo.[24]

Em 2019 foi anunciado que o diretor Pedro Vasconcelos dirigirá um filme inspirado pela obra Maurício - A História Que Não Está no Gibi.[25]

Academia Paulista de Letras[editar | editar código-fonte]

No dia 13 de maio de 2011, Mauricio tomou posse na Academia Paulista de Letras, ocupando a cadeira 24, que anteriormente era ocupada pelo poeta Geraldo de Camargo Vidigal, tornando-se assim o primeiro quadrinista a ser empossado por esta Academia.[26]

Personagens[editar | editar código-fonte]

Mauricio criou vários universos de personagens. Assim como a turma da Mônica, também é possível classificar esses universos como "turmas" de alguma personagem.

  • Turma da Mônica (1959) - a turma original de crianças protagonizada por Mônica e seus amigos Cebolinha, Cascão e Magali numa cidade do interior de São Paulo;
  • Turma do Chico Bento - uma turma de crianças vivendo num meio rural, típico de cidades pequenas no interior do Brasil, originalmente protagonizada por Zé da Roça e Hiro até a chegada do personagem Chico Bento;
  • Turma da Tina (1970) - adolescentes, envolvidos com faculdade, paqueras, etc. Os quadrinhos originalmente eram focados no cotidiano de Toneco e sua família, porém com o passar do tempo a irmã Tina tornou-se a protagonista junta de seus amigos;
  • Horácio (1963) - um pequeno dinossauro órfão, de grande coração. Diz-se que, através de Horácio, Mauricio expressa sua moral e ética.
  • Piteco (1961) - personagens adultas (mas histórias ainda infantis) numa pré-história estilizada (com homens caçando dinossauros para se alimentar, por exemplo);
  • O Astronauta (1963) - um aventureiro espacial solitário que utiliza uma nave redonda. Note que é um astronauta brasileiro, de um fictício órgão chamado Brasa.
  • Turma da Mata (1963) - grupo de animais selvagens (africanos e brasileiros) antropomorfizados, vivendo num reino de um Leão. Originalmente os quadrinhos recebiam o nome do Raposão que foi o protagonista original até a chegada de personagens como Jotalhão e Rei Leonino.
  • Papa-Capim (1975) - um índio brasileiro ainda criança (curumim), vivendo numa taba provavelmente na Amazônia.
  • Boa Bola (1964) - O primeiro personagem futebolista criado por Maurício de Sousa. Era um homem esportista que só falava de futebol e posteriormente se tornou um jogador.[27]
  • Niquinho (1965) - Um garoto de rua pobre e de bom coração, porém sofrido. Teve sua primeira e única aparição no livro "A Caixa da Bondade", mas desde então é referenciado em quadrinhos da Mônica como um dos personagens esquecidos do Mauricio.[27]
  • Nico Demo (1966) - um garoto sarcástico e malvado, o contrário dos outros personagens. Foi censurado por ser politicamente incorreto e esquecido por vários anos, porém retornou a fazer umas aparições nos quadrinhos da Turma da Mônica depois da década de 2000.[27]
  • Zé Munheca - Um sujeito mesquinho e pão-duro que faz questão de não querer gastar seu dinheiro. Foi esquecido pelo próprio Maurício nos anos 70 por achar que o personagem não se encaixava com seus demais trabalhos.[27] No entanto assim como Nico Demo retornou nos quadrinhos da Turma da Mônica depois da década de 2000.
  • Os 10 Ajustados (1967) - Foi uma tirinha sobre uma família composta por 10 pessoas. Durou por pouco tempo e logo se tornou um dos trabalhos esquecidos por Maurício de Sousa ainda nos anos 60.[27]
  • Fogaça (1967) - Foi uma tirinha focada num garoto sarcástico. Também durou pouco tempo e tinha um estilo de arte bem diferente dos outros trabalhos do Mauricio.
  • Os Souza (1968) - Uma tirinha voltada para o público adulto sobre o trabalhador Seu Souza e seu irmão desempregado Mano. Os personagens Souza e Mano foram baseados no próprio Maurício e seu irmão já falecido Márcio Araújo de Sousa.[28]
  • Pelezinho (1976) - uma outra turma de crianças com histórias sempre envolvendo o tema do Futebol com o personagem principal sendo o próprio Pelé, Edson Arantes do Nascimento. A revista circulou na década de 1970, assim como as tiras que saíam diariamente na Folha;
  • Dieguito - inspirada em Diego Maradona, a pedido pessoal do próprio a Mauricio, inspirado pelo sucesso de Pelezinho. Séries inteiras de tiras, destinadas ao público argentino, todavia, jamais seriam publicadas e o projeto seria congelado em razão das transferências clubísticas de Maradona e de seus problemas pessoais, estando atualmente nos arquivos da Mauricio de Sousa Produções e com a família do jogador. O personagem só seria apresentado em 2005, em uma animação para o programa televisivo que Maradona apresentava. Nela, Dieguito jogava bola com Pelezinho.[29]
  • Ronaldinho Gaúcho (2005) - inspirado no também jogador de futebol Ronaldo de Assis Moreira. A revista foi lançada pelo cartunista em 28 de dezembro de 2005, em Porto Alegre, em evento que contou com a presença do craque gaúcho. O personagem tem as cores da bandeira brasileira: amarelo (camisa), verde (calção), branco (meias) e azul (chuteira), como também, a exemplo do jogador na vida real, usa um pingente com a letra R. Sua turma, que contracena com a Turma da Mônica, inclui sua mãe e os irmãos Daisy e Assis.
  • Turma da Mônica Jovem (TMJ) (2008) - a turma original de crianças, mas eles cresceram e agora são adolescentes. Eles mudam um pouco: o Cebolinha agora tem cabelo e não fala errado, a Mônica não corre atrás dos meninos com o coelhinho, a Magali não é mais a menina comilona e o Cascão toma banho. Apesar dessas diferenças eles continuam a se meter em confusões super divertidas.
  • Neymar Jr. (2013) - lançada recentemente e inspirada em Neymar que durante os últimos anos havia se destacado como jogador do Santos. A revista segue claramente o mesmo estilo de Pelezinho e Ronaldinho com jogadores de futebol como crianças em suas próprias turminhas.
  • Chico Bento Moço (CBM) (2013) - assim como a Turma da Mônica Jovem, esta versão mostra o Chico Bento como um jovem de 18 anos agora enfrentando os desafios da cidade para conquistar seu emprego.
  • Turma da Mônica Geração 12 (2019) - Agora a turminha tem doze anos. Cebolinha, Magali, Mônica e Cascão estudam em uma escola de prestígio. As histórias seguem o estilo de animes e desenhos ocidentais que apresentam garotas mágicas que se transformam.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f SOUSA, Mauricio de (2017). Mauricio - A história que não está no gibi. [S.l.]: Primeira Pessoa. p. 18-150. ISBN 9788568377147 
  2. Diego Assis (ed.). «Mauricio, 80». UOL Entretenimento. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  3. «'Tenho filhos de 12 a 50 anos. Aprendi a língua deles'». Estado de S. Paulo. Consultado em 1 de julho de 2019 
  4. «Em biografia, Mauricio de Sousa revela trajetória até se tornar quadrinista». Correio Braziliense. 11 de maio de 2018. Consultado em 1 de julho de 2019 
  5. a b c d e f g h Rodrigo Brancatelli (ed.). «Mauricio e seu mundo de nanquim». O Estado de S. Paulo. Consultado em 17 de fevereiro de 2008 
  6. a b c d e Vitoria Batistoti (11 de maio de 2018). «Mauricio de Sousa: conheça a trajetória do criador da Turma da Mônica». Revista Galileu. Consultado em 1 de julho de 2019 
  7. «Mauricio de Sousa». L&PM Editora. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  8. "Mauricio de Sousa 50 anos", do caderno Cultura & Lazer, Diário do Grande ABC, 27 de junho de 2009. Artigo online, acessado em 2009-07-23.
  9. «A história de Mauricio de Sousa: como tudo começou». jornal Folha de S.Paulo. 2020. Consultado em 30 de julho de 2020 
  10. «Piteco. Maurício de Souza». jornal Tribuna da Imprensa. 25 abril de 1962. p. 9. Consultado em 30 de julho de 2020 
  11. a b Thaís Monteiro (ed.). «Mauricio de Sousa Produções, 60 anos: de Bidu a Laços». Meio e Mensagem. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  12. Gonçalo Júnior (2004). A Guerra dos Gibis - a formação do mercado editorial brasileiro e a censura aos quadrinhos, 1933-1964. [S.l.]: Editora Companhia das Letras. ISBN 8535905820 
  13. «O Gaúcho, antes de tudo um aventureiro». Universo HQ 
  14. Meu nome, minha marca
  15. "A Mônica é nossa", Revista Oficial do São Paulo número 8, abril de 2008, Panini Magazines, pág. 29.
  16. Jones Rossi (10 de janeiro de 2007). «"Turma da Mônica" muda de editora pensando no exterior». Portal de notícias G1. Consultado em 20 de abril de 2010 
  17. O Globo. Mauricio de Sousa lança ‘Meu pequeno evangelho’, livro da Turma da Mônica sobre espiritismo. 28/11/2014
  18. «Emocionado, Maurício de Sousa reabre Parque da Mônica». Panrot45. Consultado em 14 de julho de 2019 
  19. «Agora no Shopping SP Market, Parque da Mônica reabre para o público». Veja SP. Consultado em 14 de julho de 2019 
  20. «Ex de Mauricio de Sousa também era 'madrinha do Cascão'». Terra. Consultado em 1 de julho de 2019 
  21. «MAURICIO DE SOUSA EM FAMÍLIA». Caras. Consultado em 1 de julho de 2019 
  22. «Polícia liberta filho de Mauricio de Sousa de cativeiro». Folha de S. Paulo. 7 de abril de 2008. Consultado em 1 de julho de 2019 
  23. Morre Mauricio Spada e Sousa, filho de Mauricio de Sousa, aos 44 anos.
  24. «DECRETO Nº 55.573». Portal da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. 18 de março de 2010. Consultado em 14 de março de 2018 
  25. «História de Maurício de Sousa vai chegar aos cinemas como filme live-action». 16 de outubro de 2019. Consultado em 29 de fevereiro de 2020. Cópia arquivada em 22 de outubro de 2019 
  26. publico.br. «Mauricio de Sousa toma posse na Academia Paulista de Letras». 12-5-2011. Consultado em 12 de maio de 2011 
  27. a b c d e Maurício de Sousa (14 de agosto de 1998). «Os Personagens do Limbo». Site da Turma da Mônica. Consultado em 6 de julho de 2016 
  28. Everaldo Fioravante (27 de outubro de 2005). «Maurício de Sousa comemora nesta quinta-feira 70 anos». Diário do Grande ABC. Consultado em 6 de julho de 2016 
  29. Marcus Ramone. «Pelezinho: a história de um craque dos gibis». Universo HQ 
  30. Marcus Ramone (6 de abril de 2009). «Exclusivo: Mauricio de Sousa revela imagens das tiras de Ronaldo "Fenômeno"». Universo HQ 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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