Marcatti

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Francisco A. Marcatti Jr. (São Paulo, 16 de junho de 1962) é um cartunista brasileiro, representante do quadrinho underground no Brasil.[1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Aos 15 anos, teve sua primeira história publicada na revista Papagaio, produzida por alunos do Colégio Equipe (onde Marcatti jamais estudou).

Em 1980, graças a uma herança, comprou a ordinária impressora off-set de mesa Rex Rotary modelo 1501, com a qual fundou a editora independente Pro-C.[2] Passou, então, a escrever, editar, desenhar, imprimir, dobrar, grampear e distribuir diversas revistas de sua autoria (e de outros, como Lourenço Mutarelli) com os mais inusitados títulos: Mijo, Lodo, Prega, Ventosa, etc.

Ao longo dos anos, publicou também seus quadrinhos em outras revistas, como Chiclete com Banana, Tralha, Monga, Casseta & Planeta, Mega e Mil Perigos.

Marcatti também fez as capas dos álbuns Anarkophobia e Brasil, da banda Ratos de Porão.

Em 2001 criou seu personagem Frauzio para uma revista mensal, lançada pela editora Escala, com tiragem de 30 mil exemplares e distribuída em bancas de jornais, tendo o título após o 6º número. Em 2003 deu continuidade ao personagem, agora pela Pro-C.

Em 2005, a editora Conrad lançou Mariposa, primeira Graphic Novel do autor.

Em 2007, abandonando a temática escatológica, adaptou o romance A Relíquia, de Eça de Queiroz, publicado pela mesma editora.

Em novembro de 2008, tornou-se colaborador da versão brasileira da revista Mad, tal qual Basil Wolverton, uma de suas influências.

Referências

  1. Andraus, Gazy (2014). «Los fanzines de historietas en Brasil y su situación histórico-social de la génesis a la actualidad». Cuba: Editorial Pablo de la Torriente. Revista Latinoamericana de Estudios sobre la Historieta. 4 (16) 
  2. Arquivos Incríveis: Marcatti e a fase heróica de desenhista/impressor no underground paulistano

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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