Miguel Penteado

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Miguel Penteado foi um editor e artista brasileiro de histórias em quadrinhos. Na década de 1950 ilustrou diversas capas de gibis de terror para a editora La Selva. Ele também foi um dos organizadores da 1ª Exposição Internacional de Histórias em Quadrinhos, inaugurada em 18 de junho de 1951.[1]

Na década seguinte, fundou com Jayme Cortez e editora Continental (depois editora Outubro e, por fim editora Taíka), responsável, entre outras coisas, pela estreia de Mauricio de Sousa nas bancas com a revista Bidu. Ainda na década de 1960, articulou com outros artistas o movimento pela nacionalização dos quadrinhos, que envolvia um projeto de Lei apresentado para o então presidente Jânio Quadros, que obrigaria as editoras a publicar dois terços de produção nacional de gibis. Depois de se afastar da editora que fundara, Miguel Penteado criou a Gráfica e Editora Penteado (GEP), que lançou diversas revistas da Marvel Comics no Brasil a partir de 1969. A editora também investiu em produção nacional, com títulos de guerra, terror, humor, infantis e super-heróis, como Fantar, Pele de Cobra, SuperArgo, e o mais famoso de todos: Raio Negro, de Gedeone Malagola. Foi o título que durou mais tempo e foi fenômeno de popularidade à época.[2]

Por suas contribuições para os quadrinhos basileiros, Miguel Penteado foi homenageado com o Troféu HQ Mix de 1998, na categoria Grande Mestre.

Referências

  1. «Blog relembra a trajetória e a arte de Miguel Penteado». Universo HQ. 23 de novembro de 2011 
  2. «Miguel Penteado, o Dom Quixote da HQ nacional». Bigorna. 20 de março de 2011 

Links externos[editar | editar código-fonte]


Wiki letter w.svg Este artigo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Editor: considere marcar com um esboço mais específico.