Parque da Mônica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Parque da Mônica
Localização São Paulo, SP,
Curitiba, PR,
Rio de Janeiro, RJ
 Brasil
Website http://www.parquedamonica.com.br/
Proprietário Maurício de Sousa Produções
Aberto em 10/01/1993(Shopping Eldorado, SP)
18/07/1998(Curitiba)
10/11/2000(Rio de Janeiro)
04/07/2015(Shopping SP Market)
Fechado em 16/02/2010(Shopping Eldorado, SP)
2000(Curitiba)
19/01/2005(Rio de Janeiro)
Antigos nomes Parque do Gugu, O Mundo da Xuxa (Shopping SP Market)
Área 10.000m²(Shopping Eldorado, SP)
6.000m²(Curitiba)
10.000m²(Rio de Janeiro)
12.000m²(Shopping SP Market)
Atrações 20(Curitiba)
30(Rio de Janeiro)
22(Shopping SP Market) no total
1 (Shopping SP Market) montanhas-russas

O Parque da Mônica é um parque de diversão temático com as personagens da Turma da Mônica. O primeiro parque abriu em 1993 e foi idealizado por Maurício de Sousa, tinha sua localização no Shopping Eldorado em São Paulo capital, onde funcionou até fevereiro de 2010, quando foi fechado por problemas contratuais com os administradores do shopping e dívidas.[1] Desde então Maurício de Sousa esteve em negociações para reabri-lo em outro local.[2] Em julho de 2015, Um novo Parque da Mônica reabriu no Shopping SP Market no Dia 4 De Julho De 2015.[3] Esta era a localização do extinto O Mundo da Xuxa.[4]

Além do Parque da Mônica em São Paulo, já houve duas filiais: uma no Rio de Janeiro, no shopping Città America, que funcionou de 2000 até 2005, e outra no Shopping Estação, em Curitiba, que funcionou de 1998 até 2000. Houve também um parque menor, chamado Estação Turma da Mônica, inaugurado em 2004 em Campinas.[5] Além dos parques no Brasil, em 2010, Maurício de Sousa abriu a primeira filial internacional do parque na cidade de Luanda, capital de Angola.

Foi lançado também, em 1993, em conjunto com o primeiro parque um gibi mensal em que a primeira história de cada revista se passava no parque, o nome dessa publicação era Revista Parque da Mônica.[6] A publicação também era utilizada para divulgar as novidades e novas atrações do parque. Após a mudança para a editora Panini em 2007, o gibi passou a se chamar Turma da Mônica: Uma aventura no Parque da Mônica[7] . Com o fim do estabelecimento no Shopping Eldorado, a revista mudou de nome mais uma vez para apenas Turma da Mônica e as histórias de abertura deixaram de ser ambientadas no parque.

Parque da Mônica no Shopping SP Market[editar | editar código-fonte]

Em 4 de julho de 2015 foi noticiado que o Novo Parque da Mônica reabriu no Shopping SP Market. O parque entrou no lugar do ''O Mundo da Xuxa'', que fechou no começo do mesmo ano.[8]

Parque da Mônica no Shopping Eldorado (1993-2010)[editar | editar código-fonte]

Ao criar o Parque da Mônica, Maurício de Sousa tinha o propósito de trazer de volta o quintal de antigamente, ainda que com árvores e grama de plástico, para as crianças habituadas ao pouco espaço para brincar de uma metrópole como São Paulo.[9] [10] O parque abriu no Shopping Eldorado no dia 10 de janeiro de 1993, foi o primeiro parque temático e indoor do Brasil, naquela época o ingresso custava cerca de US$ 8 (Cr$ 112 mil).[11] [12] O investimento inicial foi de US$ 10 milhões.[13] Além da Maurício de Sousa Produções, a RTS Empreendimentos e Participações cuidava da administração do parque e nos primeiros anos a Rede Globo fez parte da sociedade.[1] [14] O parque ocupava uma área interna de 10 mil metros quadrados divididos em 3 pisos, dos quais 1.000 m2 da área central recebiam iluminação natural, tinha capacidade para 2.500 pessoas.[9] [15] Uma média de 50 mil pessoas por mês visitavam o parque, sendo que 62% do público vinha da cidade de São Paulo, 16% da Grande São Paulo, 14% do interior paulista e 8% de outros estados.[15] Um total de 200 funcionários trabalhavam no local. Além das atrações, o parque também promovia eventos diversos, principalmente nas épocas de natal, festa junina, carnaval e férias.

Atrações[editar | editar código-fonte]

O parque contava com várias atrações divididas em três conceitos: Temático, Interativo e Educativo. As seguintes atrações faziam parte do parque em seus últimos anos:

  • Ambulância da Turma da Mônica: imitação imóvel desse tipo de veículo, com volante, bancos, luzes e sirene para as crianças brincarem de dirigir.[16]
  • Bate Pneu: versão diferente do tradicional "bate-bate", este era do tipo Spin Zone[17] . Consiste de carrinhos com um único assento e um grande pneu em volta para diminuir o impacto da batida. Utiliza-se duas alavancas para controlar o veículo ao invés de um volante.[16]
  • Brincando com os Computadores: área que possuía dispositivos do tipo terminal com telas sensíveis ao toque, era possível brincar em diferentes jogos, como jogo dos 7 erros.[16]
  • Brinquedão: Um conjunto de três circuitos com cordas, escorregadores, pontes, piscinas de bolas, pula-pulas e labirintos. Adultos também podiam entrar.[16]
  • Brinquedinho: conjunto com dois circuitos com escorregador, piscina de bolinhas e pula-pula. Esta versão era indicada para crianças de 3 a 6 anos.[16]
  • Carrossel do Horácio: carrossel temático, com os personagens da turma do Horácio no lugar dos tradicionais cavalos.[16]
  • Casa da Mônica: atração onde era possível andar pela casa dessa personagem e diferentes cômodos incluindo o quarto dela.[16]
  • Casa do Louco: outra atração na qual era possível passear por uma casa. Havia vários itens fora do normal: na entrada uma pizza na vitrola, na sala um quadro de um barco no mar vazando água, no quarto uma cama no teto. Outros itens incluíam: fotos excêntricas da infância do personagem e uma abertura no teto do quarto por onde saia uma escada que ia para a lua. Ao final era possível sair da atração de dois modos :uma porta tradicional ou um sofá-escorregador.[16]
  • Castelo da Turma: circuito com ponte, escorregador de rolinhos e piscina de bolinhas com decoração temática de castelo de contos de fada.[16]
  • Ce-Bolinhas: Brinquedo no estilo paint-ball com armas que atiravam bolinhas de espuma com a força do ar. Ficava dentro de um ambiente fechado com mezanino. O alvo era um enorme cesto no centro que, quando fica cheio, jogava todas as bolas para o alto, em cima das pessoas. O material da bola permitia brincar de atirar nos outros visitantes sem machucar ninguém. Os olhos eram protegidos por óculos de segurança de plástico obrigatórios, mesmo quem usava óculos de grau podia vestir. No mezanino, logo ao lado da escada, ficava uma bancada com alguns furos e estruturas metálicas em forma de espiral, esfera e escorregador. Cada vez que uma bolinha era colocada sobre um dos furos, um jato de ar a fazia flutuar dentro das espirais. Os visitantes entravam em grupo; por isso, era um dos brinquedos com mais filas.[16]
  • Cidade dos Carrinhos: carrinhos elétricos com acelerador, freio, buzina e farol percorriam em baixa velocidade as ruas de uma cidade cenográfica respeitando os sinais de trânsito: um semáforo e algumas placas. Os carrinhos eram uma versão infantil do New Beetle, da montadora de automóveis Volkswagen, patrocinadora do brinquedo.[16]
  • Circuito dos Amazônicos: pequeno circuito em clima tropical, onde as crianças mais novas andavam em carrinhos em forma de boto cor-de-rosa. Com pedais nas mãos, os botos percorriam um trilho no chão passando por entre uma onça, um tamanduá e um casal de crianças indígenas.[16]
  • Encontros com a Turma da Mônica: os personagens da Turma da Mônica faziam aparições regulares em diferentes locais do parque para cumprimentar os visitantes e posar para fotos.[16]  
  • Engenheiros do Parque: área que imitava um canteiro de obras de dois andares com tijolos e telhas de espuma. Usando capacete de segurança e materiais de construção, crianças e adultos podiam brincar de construir paredes (e depois derrubá-las). O brinquedo tinha duas áreas, para crianças maiores (três andares) e menores (apenas um andar).[16]
  • Escorregador de Rolinhos: logo na entrada ficava uma das atrações mais famosas do parque: um grande tobogã feito com rolos coloridos que lembram canudos que saia do piso mais alto do parque e ia até o mais baixo.[16]  
  • Espaço Editora Panini: lugar para colorir desenhos e ler gibis da Turma.[16]
  • Fórmula Zuum: os visitantes dirigiam carrinhos de rolimã com pedais movidos pelas mãos em uma pista de corrida com pequenas rampas.[16]
  • Labirinto Vertical: um conjunto de plataformas intercaladas que lembrava uma espécie de trepa-trepa. As crianças precisavam descobrir como subir de um piso para o outro para, no final, descer por um escorregador. O brinquedo, que tinha 3 metros de altura, era decorado com inspiração no fundo do mar (todo azul, com bonecos em forma de peixes) e os pisos eram forrados com carpete.[16]
  • Laboratório do Franjinha: numa sala decorada como laboratório, um ator vestido de Franjinha (cientista da Turma) mostrava experiências interessantes e fáceis de fazer para os visitantes, como um submarino feito de tampa de caneta e massinha de modelar. Efeitos de som e luz e uma assistente sorridente ajudavam a animar a apresentação. A sala tinha uma pequena arquibancada para o público, onde ficavam alguns caleidoscópios em forma de luneta e máquinas com botões que acionavam luzes e sons. Os visitantes entravam em grupo e as apresentações tinham hora marcada.[16]
  • Mundo Submarino
  • Palco de Eventos: espaço para apresentações especiais. Diferentemente do Teatro, que tinha capacidade limitada de lugares, o Palco ficava na área aberta do parque, de forma que os shows podiam ser assistidos por todos os visitantes.[16]
  • Pequenos Engenheiros
  • Postinho do Bidu: espaço que imitava um posto de gasolina, com bombas de combustível para as crianças brincarem de abastecer seus carrinhos, movimentados a pedaladas.[16]
  • Pulo do Astronauta: pula-pula em forma de foguete. Comportava até três crianças por vez.[16]
  • Sala Cibernética: local com TV, revistas e internet.[16]
  • Teatrinho de Fantoches: teatro de fantoches com os personagens da Turma da Mônica.[16]
  • Teatro: o parque tinha um teatro com capacidade para 300 pessoas onde era apresentado shows educativos cheio de música, dança e efeitos de luz. Os shows tinham aproximadamente 20 minutos de duração.[16]
  • Toca da Totoka: espaço com triciclos coloridos com pedais, exclusivo para menores de 3 anos.[16]
  • Tumba do Penadinho: tratava-se de um percurso no escuro em que câmaras com os personagens eram iluminadas uma de cada vez, revelando situações engraçadas: um vampiro que chupa dedo dentro caixão, uma múmia sentada no vaso sanitário e um esqueleto tomando banho de touca.[16]
  • Videokê da Turma [16]

Atrações anteriores[editar | editar código-fonte]

As atrações abaixo fizeram parte do parque em algum momento, mas foram removidas anos antes de seu fechamento:

  • Cinema 3D: sala de cinema 3D onde os visitantes podiam sentar ou sentar no carpete para assistir o filme, haviam bancos apenas próximo às paredes. Nos primeiros anos do parque utilizava-se óculos de duas cores para visualizar o efeito 3D. Inicialmente, os filmes exibidos não eram com os personagens da turma, até que em 2000 o filme "Um Plano Sangrento" foi adaptado para a terceira dimensão e se tornou o primeiro vídeo da Turma da Mônica desse tipo.[18] Esse filme também marcou a troca de tecnologia utilizada no cinema do parque para criar os efeitos de terceira dimensão.[18] Essa atração abriu na mesma época que o parque.[19]
  • Estúdio de TV: atração na qual era gravado um breve vídeo utilizando a técnica Chroma Key. Os funcionários encarregados pela atração escolhiam algumas crianças da plateia para filmar o vídeo e pediam que ela realizassem algumas ações, como por exemplo, segurar uma fatia melancia de mentira. Depois o filme era assistido e os participantes podiam ver suas interações com os personagens da Turma da Mônica, no caso do exemplo citado, a criança estaria oferecendo a melancia para a Magali. Essa atração abriu na mesma época que o parque.[19]
  • Cestinha: sala cheia de almofadas para crianças de até 02 anos.[19]
  • Ciclo propulsores [19]
  • Parede de escalada: atração com 4 metros de altura para crianças de 3 a 11 anos.[20]
  • Pula-Pula do Bugu [19]
  • Teatro Interativo: a partir de uma história contada pelo animador, as crianças deveriam representar os personagens da Turma da Mônica.[21]

Lanchonetes e Lojas[editar | editar código-fonte]

Para a alimentação dos visitantes o parque contava com a Praça da Magali, praça de alimentação com três lanchonetes, que servia cachorro-quente, hambúrgueres, frango empanado, batata frita e sorvetes. O Rancho do Chico Bento, um café que oferecia pão de queijo, guloseimas, sanduíches naturais e salgados de forno. O Espaço da Gostosura que vendia alimentos como pipoca, sorvetes, churros e bebidas. Havia também uma sorveteria.[22] [23]

As duas lojas do parque continham mais de 2000 souvenirs e produtos da Turma da Mônica. Uma delas era acessível apenas aos visitantes e estava localizada na saída do parque, no piso mais baixo. Nela era possível encontrar todo tipo de produtos licenciados da Turma da Mônica, como DVDs, material escolar, bonecos, etc., além de pilhas, canetas e outros objetos que os vistantes poderiam precisar. A outra loja ficava no lado externo do parque, próximo à entrada.[24] [25]

Saída do Shopping Eldorado[editar | editar código-fonte]

No dia 16 de fevereiro de 2010 o parque abriu pela última vez no Shopping Eldorado.[2] Alguns meses antes, fora anunciado que o Parque da Mônica não teria mais seu espaço no shopping. Em nota, foi dito que o parque não atendia mais a expectativas do shopping e que este buscava alternativas para atrair consumidores mais atualizados. Durante uma entrevista para o jornal Folha de São Paulo, em 2013, Maurício de Sousa revelou que outro fator que o levou a fechar o parque foi a dívida gerada para montá-lo.[1] No ano de seu fechamento ela chegava a 40 milhões de reais, por causa de juros e impostos. Ainda que o parque se pagasse e operasse no azul, apenas em 2007 a receita fora de 15 milhões de reais,[15] o lucro não era o bastante para pagar essa dívida. Entretanto, após renovar sua equipe e com um programa de recuperação fiscal do governo brasileiro, Maurício de Sousa conseguiu regularizar a situação de sua empresa.[1]

Posteriormente, a administração do shopping cedeu a área para a rede internacional de parques temáticos Kidzania.[26]

Atrações Itinerantes[editar | editar código-fonte]

Desde o fechamento do Parque, alguns brinquedos estão disponíveis em alguns Shoppings por tempo determinado, em um revezamento.[27]

A localização de cada brinquedo está disponível e pode ser conferido na agenda do site oficial.

Outras localidades[editar | editar código-fonte]

Parque da Mônica em Curitiba (1998 - 2000)[editar | editar código-fonte]

Inaugurado em 18 de julho de 1998, no Shopping Estação (que naquela época se chamava Estação Plaza Show), a primeira filial do parque tinha uma área total de 6 mil metros quadrados e 20 atrações.[28] [29] O parque era dividido em três áreas temáticas: Mundo Divertido, Mundo Curioso e o Mundo dos Quadrinhos. Algumas das atrações incluíam: trem do penadinho, teatro, o Brinquedão, Laboratório do Franjinha, Bate-Pneu, Karaokê, o Informágica (jogos de video-game) e ainda as casas da Mônica, do Cascão, do Cebolinha, da Magali e do Do Contra.[29] [30] Os ingressos custavam 15 reais para pessoas de até 12 anos, 12 reais entre 13 e 20 anos e 5 reais para aqueles com mais de 20 anos.[28] O parque fechou em 2000.

Parque da Mônica no Rio de Janeiro (2000 - 2005)[editar | editar código-fonte]

No dia 10 de novembro de 2000, foi aberta uma filial do Parque da Mônica no Rio de Janeiro, no Shopping Città América, na Barra da Tijuca.[31] O empreendimento foi uma sociedade entre a Maurício de Sousa Produções, a Rede Globo e o Grupo Agenco/Opportunity, com um investimento inicial de 10 milhões de reais.[32] Assim como sua versão de São Paulo, o parque carioca era todo coberto e climatizado, dispunha de 10 mil m² de área de lazer, além de lojas, lanchonetes, fraldário e ambulatório. Com um foco na faixa etária de 1 a 12 anos, entre as 30 atrações disponíveis estavam a Casa da Magali, do Cascão, do Franjinha, do Cebolinha, cinema 3D, Estúdio de TV, Postinho do Bidu, Brinquedão Aquático, Vila da Mônica, Cidade dos Carrinhos e Games do Astronauta.[33] Na época da abertura do parque o valor dos ingressos era de 20 reais para crianças e 14 reais para adultos.[31] Em 2001 aconteceu um acidente no parque: o Aerotrem, um pequeno trem suspenso que era uma das principais atrações, caiu sobre o Bate-bate e feriu 17 crianças, duas delas de forma grave. O parque abriu novamente alguns dias após a retirada da atração defeituosa. Apesar do parque operar no vermelho desde a inauguração, ele continuou funcionando por mais quatro anos até que os sócios (que não eram os mesmos da unidade de São Paulo) resolveram retirar seus investimentos. Em 19 de janeiro de 2005, o Parque da Mônica fechou as portas no Rio.[9] [34]

Estação Turma da Mônica em Campinas (2004 - ?)[editar | editar código-fonte]

Este era um miniparque indoor que iniciou suas operações em 9 de julho de 2004 no Shopping Campinas em Campinas, São Paulo. Foi feito um investimento de 1,5 milhão de reais no empreendimento.[5] O parque foi instalado em uma réplica de uma estação de trem que foi construída na parte externa do centro comercial, com uma área total de 1,2 mil metros.[35] Haviam mais de 15 atrações voltadas ao público infantil, alguns exemplos eram o Labirinto do Louco, a Minicidade dos Carrinhos, o Postinho do Cebolinha, o Brinquedão do Horácio e o Engenheiros.[36] A estação Turma da Mônica encontra-se fechada atualmente.

Pracinha da Turma da Mônica em Luanda, Angola (2010 - ?)[editar | editar código-fonte]

Em 2010, a Maurício de Sousa Produções inaugurou a primeira filial internacional do Parque da Mônica na cidade de Luanda capital da Angola. O empreendimento foi licenciado para investidores locais, com custo de implantação estimado em 8 milhões de reais.[37] [38] Instalada no Shopping Belas, essa filial do parque tinha cerca de 600 metros quadrados[39] , algumas das atrações eram o Spacebus, o Barcossauro, uma espécie de barco viking, e jogos eletrônico da Turma da Mônica. Havia ainda uma versão reduzida do Brinquedão e do Engenheiros.[37] Aparentemente essa filial também fechou alguns anos depois de sua abertura, já que seu site oficial foi desativado e no momento não existem informações sobre a Pracinha da Turma da Mônica no site do Shopping Belas.

Referências

  1. a b c d Morris Kachani (28/07/2013). Mauricio de Sousa conta como deu a volta por cima após Dividas com Parque da Mônica. Visitado em 10/03/2015.
  2. a b Parque da Mônica, sucesso dos anos 90, encerra atividades Guia da Folha Online (16/02/2010). Visitado em 16/02/2010.
  3. Criançada feliz, Parque da Mônica vai voltar Estadão (06/03/2015). Visitado em 07/03/2015.
  4. Parque da Mônica será reaberto em shopping da Zona Sul de SP G1 (06/03/2015). Visitado em 07/03/2015.
  5. a b Parque da Mônica será aberto no dia 9 de julho (02/07/2004). Visitado em 14/03/2015.
  6. "Leve meu parque para sua casa (Divulgação, pg18)". O Globo (22/01/1993).
  7. Turma da Mônica Aventura no Parque da Mônica - ed. 40. Visitado em 14/03/2015.
  8. Meriane Morselli (05/03/2015). Parque da Mônica vai reabrir no Shopping SP Market. Visitado em 10/03/2015.
  9. a b c Cíntia Costa. História do Parque da Mônica. Visitado em 10/03/2015.
  10. Cyntrão, Rita. . "Crianças: sozinhas e muito felizes". O Globo (28/01/1993).
  11. Parque da Mônica. Nossa história. (Wayback Machine). Visitado em 11/03/2015.
  12. "Parque da Mônica". Folha de São Paulo (07/01/1993).
  13. "Turma da Mônica". Folha de São Paulo (28/11/1992).
  14. Elaine Cotta (11/02/10). Mauricio de Sousa fecha Parque da Mônica sem definir novo local. Visitado em 14/03/2015.
  15. a b c Cíntia Costa. Parque da Mônica em números.. Visitado em 14/03/2015.
  16. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z aa ab Cíntia Costa. Atrações do Parque da Mônica. Visitado em 10/03/2015.
  17. Amusement Products. Spin Zone Bumper Cars. Visitado em 10/03/2015.
  18. a b Maurício de Sousa (04/08/2000). A volta do encantamento das três dimensões. Visitado em 14/03/2015.
  19. a b c d e Atrações Parque da Mônica Shopping Eldorado (Wayback Machine) (2001). Visitado em 10/03/2015.
  20. Atrações do Parque da Mônica shopping Eldorado (WayBack Machine) (2005). Visitado em 10/03/2015.
  21. Teatro Interativo. Atrações do Parque da Mônica Shopping Eldorado (Wayback Machine) (2004). Visitado em 11/03/2015.
  22. Alimentação Parque da Mônica Shopping Eldorado (Wayback Machine). Visitado em 14/03/2015.
  23. Cíntia Costa. Alimentação no Parque da Mônica. Visitado em 14/03/2015.
  24. Cíntia Costa. Parque da Mônica - Serviços e preços. Visitado em 14/03/2015.
  25. Serviços Parque da Mônica Shopping Eldorado (Wayback Machine). Visitado em 14/03/2015.
  26. Espaço do antigo Parque da Mônica dá lugar a parque infantil educativo (19/12/2014). Visitado em 11/03/2015.
  27. Parque da Turma da Mônica chega ao Monte Carmo. Visitado em 10/03/2015.
  28. a b A viagem. Visitado em 10/03/2015.
  29. a b "Pais também podem brincar.". Folha de São Paulo. Folhinha. (25/07/1998).
  30. Parque da Mônica Curitiba (Wayback Machine). Visitado em 10/03/2015.
  31. a b Berta, Ruben. . "Com as portas abertas para a garotada". O Globo (09/11/2000).
  32. Moragas, André. . "Rio vai ganhar parque temático da Turma da Mônica no mês de Maio". O Globo (13/01/2000).
  33. "Parque da Mônica - RJ". Turismo em Números. Visitado em 10/03/2015.
  34. "Cebolinha, adeus". O Globo (20/01/2005).
  35. Entrevista com Maurício de souza. Visitado em 14/03/2015.
  36. Gustavo Brigatti. Parque temático no Campinas Shopping pretende animar as férias da garotada. Visitado em 14/03/2015.
  37. a b Maurício de Sousa leva a Mônica a Angola. (29/10/2010). Visitado em 11/03/2015.
  38. Maurício de Sousa ao vivo (22/10/2010). Visitado em 11/03/2015.
  39. 'Parque da Mônica' ganhará versão na capital angolana (15/02/2008). Visitado em 11/03/2015.

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]

Página oficial do Parque da Mônica no Shopping Eldorado (Wayback Machine, 2010)

Página oficial do Parque da Mônica em Curitiba (Wayback Machine, 2000)

Página oficial do Parque da Mônica no Rio de Janeiro (Wayback Machine, 2005)

Site com Foto da Entrada do Parque em Curitiba (última foto na galeria)

Página da Augusto Higa Arquitetura com fotos dos parques do Rio, Campinas e Luanda

Foto da Pracinha da Turma da Mônica em Luanda no Twitter de Maurício de Sousa

Foto da Entrada do Parque do Rio de Janeiro

Texto de Maurício de Sousa sobre a construção do parque no Rio

Ícone de esboço Este artigo sobre parque de diversões é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.