Cotegipe

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Município de Cotegipe
Bandeira de Cotegipe
Brasão desconhecido
Bandeira Brasão desconhecido
Hino
Fundação 30 de junho de 1820 (196 anos)
Gentílico cotegipano
Prefeito(a) José Marcelo Silveira Mariani
(2013–2016)
Localização
Localização de Cotegipe
Localização de Cotegipe na Bahia
Cotegipe está localizado em: Brasil
Cotegipe
Localização de Cotegipe no Brasil
12° 01' 40" S 44° 15' 28" O12° 01' 40" S 44° 15' 28" O
Unidade federativa Bahia Bahia
Mesorregião Extremo Oeste Baiano IBGE/2008[1]
Microrregião Cotegipe IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Santa Rita de Cássia
Distância até a capital 819 km km
Características geográficas
Área 4 018,594 km² [2]
População 13 638 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 3,39 hab./km²
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,59 baixo PNUD/2010[4]
Gini 0,56 PNUD/2010[5]
PIB R$ 47 592,895 mil IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 3 368,93 IBGE/2008[6]
Página oficial

Cotegipe[nota 1](antiga Campo Largo) é um município do estado da Bahia, no Brasil.

Está a 472m de altitude, sua população estimada em 2004 era de 13 833 habitantes.

A cidade fica a 108 km de Barreiras, BA, a capital do oeste, cidade conhecida pelo seu carnaval e seus rios, mais conhecido como: rio de ondas e rio grande, ha cerca de 160 km fica uma das mais belas cachoeiras da Bahia, a cachoeira do acaba vidas, também em Barreiras-Bahia.

História[editar | editar código-fonte]

Antes da chegada dos europeus ao continente americano, a porção central do Brasil era ocupada por indígenas do tronco linguístico macro-jê, como os acroás, os xacriabás, os xavantes, os caiapós, os javaés etc.[7]

Dom João de Lencastre, 32º governador-geral do Brasil (1694-1702), construiu um arraial do qual surgiu a atual cidade de Barra, bem como as de Pilão Arcado e Campo Largo, sendo este o ponto originário do atual município de Cotegipe. A colonização obedeceu à orientação do Conde da Ponte, através de portugueses, italianos e nacionais vindos da capitania de Pernambuco. O município de Cotegipe surgiu em meados do século XIX.

Antes de receber o atual topônimo, foi o arraial denominado de Avaí do Brejo Grande, Avaí de Santa Cruz e Barão de Cotegipe. Sua igreja foi erigida em 1885 e consagrada à veneranda Santa Cruz, ficando pertencente à paróquia de Campo Largo. A criação do município data de 1820. Em 1925, a sede do município teve o nome mudado para Barão de Cotegipe e, mais tarde, simplificado para Cotegipe.

Em 1890, foi emancipado as terras que se denominaram Brejo do Angical, em virtude da existência de extensas matas de angico, circundadas de brejos ou alagadiços, pertencentes a Cotegipe, onde conquistou sua emancipação política em 5 de julho de 1890. (em 06/04/1891 menos de um ano após sua emancipação do município de Cotegipe, Angical emancipa o município de Barreiras.) Em 1962, Arraial Riachão das Neves, elevado a vila em 1934 pertencentes a Cotegipe e em conquistou sua emancipação política em 1962.

Em 1985, foi emancipado o distrito de Canabrava Cotegipe e conquistou sua emancipação política em 25 de fevereiro do referido ano e passou a ser Wanderley.

Baseados nos históricos do IBGE e do estado da Bahia, Cotegipe (Campo Largo) é o município mais antigo do extremo oeste baiano, ou seja, a terra mãe do oeste da Bahia.

Economia[editar | editar código-fonte]

Terras produtivas e férteis, Cotegipe é muito famoso e apreciado por turistas da pescaria de fim de semana que constantemente vem atraindo pessoas de vários municípios baianos e estados do Brasil. É conhecida por muitos deste Brasil como a terra do gado bom onde atraiu grandes investidores a exemplo da fazenda Nova Terra que investe pesado em grandes leilões de bovinos atraindo grandes criadores de bovinos do Brasil. Sua principal atividade econômica é a pecuária, onde possui um dos maiores rebanho bovinos da Bahia aliada à agricultura onde se destaca na agricultura familiar com o plantio do arroz, milho, feijão, cana de açúcar, mandioca, etc., e o comércio e serviços forte e promissor. [carece de fontes?]

Atrativos e Comemorações[editar | editar código-fonte]

Atrativos dos fins de semana e feriados são as belas margens do rio grande que corta o município de ponta a ponta, onde turistas da região e turistas de outros estados se encontram para apreciar as belezas do Rio Grande e transformando-o em praias artificiais do povoado Bem-Fica, distrito de Taguá, Barra Grande, distrito de Jupaguá e povoado de Macambira.[carece de fontes?]

Entre os eventos festivos da Cidade destaca-se a Festa do aniversário que se realiza no dia 30 de junho, com várias atrações musicais do axé music, duplas sertanejas, bandas de forró, atrações locais, barracas, comidas típicas e muito mais.[carece de fontes?]

Outros eventos importante que se realiza no município são os festejos religiosos de Taguá, Jupaguá e Macambira, e etc.[carece de fontes?]

Notas

  1. Nota ortográfica: Segundo as normas ortográficas vigentes da língua portuguesa, este topônimo deveria ser grafado como Cotejipe. Prescreve-se o uso da letra "j" para palavras de origem tupi-guarani. O nome vem do tupi Akuti'ype, que significa "No Rio das Cutias"[8]. Ao longo dos anos, a grafia foi alterada para Cotegipe.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 25 de agosto de 2013. 
  5. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2010). «Perfil do município de Cotegipe - BA». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Consultado em 26 de abril de 2014. 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  7. CHAIM, M.M. Aldeamentos Indígenas (Goiás 1749–1811). Segunda edição. São Paulo: Nobel, 1983. p. 48
  8. [1]
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