Renato Russo

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Renato Russo
Informação geral
Nome completo Renato Manfredini Júnior
Também conhecido(a) como O Trovador Solitário
Nascimento 27 de março de 1960
Rio de Janeiro, RJ
Morte 11 de outubro de 1996 (36 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Gênero(s) Pós-punk, punk rock, rock alternativo, folk rock
Instrumento(s) Vocal, baixo, teclado, violão, guitarra
Período em atividade 1978–1996
Outras ocupações Compositor
Gravadora(s) EMI
Descobertas/Coqueiro Verde
Afiliação(ões) Legião Urbana, Aborto Elétrico
Influência(s) Sex Pistols, Jim Morrison, Joy Division, Robert Smith, Morrissey, The Cure, John Lennon, The Rolling Stones, The Beatles
Página oficial renatorusso.com.br

Renato Russo, nome artístico de Renato Manfredini Júnior (Rio de Janeiro, 27 de março de 1960 — Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1996), foi um cantor e compositor brasileiro, célebre por ter sido o vocalista e fundador da banda de rock Legião Urbana.[1][2] Antes de fundar o grupo, Renato integrou o grupo musical Aborto Elétrico, do qual saiu devido às constantes brigas que havia entre ele e o baterista Fê Lemos.[3] Adotou o sobrenome artístico Russo em homenagem ao inglês Bertrand Russell , ao suíço Jean-Jacques Rousseau e ao francês Henri Rousseau.[4][5]

Renato morreu devido as complicações causadas pelo HIV em 11 de outubro de 1996, na época com 36 anos, faltando apenas 1 dia para o aniversário da banda.[6] Amigos do cantor afirmam que ele contraiu a doença após se envolver com um rapaz que conheceu em Nova Iorque, portador da doença, em 1989.[6] Como integrante da Legião Urbana, Renato lançou oito álbuns de estúdio, cinco álbuns ao vivo, alguns lançados postumamente e diversos contos. Gravou ainda três discos solo e cantou ao lado de Herbert Vianna, Adriana Calcanhoto, Cássia Eller, Paulo Ricardo, Erasmo Carlos, Leila Pinheiro, Biquini Cavadão, 14 Bis e Plebe Rude.

Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, em que Renato Russo ocupa o 25°. lugar.[7]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Ascendência[editar | editar código-fonte]

Renato Manfredini Júnior era filho de Renato Manfredini (economista) e de Maria do Carmo Manfredini (professora de inglês), primos de segundo grau, neto paterno de Alberto e Castorina Denebedito Manfredini, neto materno de José Mariano e Leontine Manfredini de Oliveira. Descendente de italianos provenientes da comuna de Sesto ed Uniti, Cremona; e nordestinos.[8][9]

Infância[editar | editar código-fonte]

Até os seis anos de idade, Renato viveu no Rio de Janeiro junto com sua família. Começou a estudar cedo no Colégio Olavo Bilac, na Ilha do Governador, zona norte da cidade. Nessa época teria escrito uma bela redação chamada "Casa velha, em ruínas…", que inclusive está disponível na íntegra. Em 1967, mudou-se com sua família para Nova Iorque, pois seu pai, funcionário do Banco do Brasil, fora transferido para agência do banco em Nova Iorque, mais especificamente para Forest Hills, no distrito do Queens. Foi quando Renato foi introduzido à língua e a cultura norte-americana. Em 1969, a família volta para o Brasil, indo Renato morar na casa de seu tio Sávio na Ilha do Governador, Rio de Janeiro.

Adolescência[editar | editar código-fonte]

Em 1973, a família trocou o Rio de Janeiro por Brasília, passando a morar na Asa Sul. Em 1975, aos quinze anos, Renato começou a atravessar uma das fases mais difíceis e curiosas de sua vida quando fora diagnosticado como portador da epifisiólise, uma doença óssea. Ao saber do resultado, os médicos submeteram-no a uma cirurgia para implantação de três pinos de platina na bacia. Renato sofreu duramente a enfermidade, tendo que ficar seis meses na cama, quase sem movimentos, e permanecendo ao todo cerca de um ano e meio em recuperação. Durante o período de tratamento, Renato teria se dedicado quase que integralmente a ouvir música, iniciando sua extensa coleção de discos dos mais variados estilos.[10] Simultaneamente à cura da epifisiólise, passou no vestibular para jornalismo no Centro de Ensino Universitário de Brasília (Ceub), após fracassar no vestibular da Universidade de Brasília (UnB).

Em 13 de março de 1978 Renato foi escolhido entre os professores da Cultura Inglesa para saudar o príncipe Charles, quando este participou da inauguração da nova sede da escola, ao visitar o Brasil naquele ano. Renato tinha apenas 17 anos, mas seu inglês impecável lhe favoreceu no momento da escolha.[11]

Aos 18 anos, Renato revelou a sua mãe ser bissexual. [12]

O único filho que Renato deixou, dizia ser fruto do relacionamento que o cantor teve com uma fã (Raphaela Bueno), porém depois da morte de Renato Russo especulou-se que a criança teria sido adotada por Renato e criado pela avó materna Maria do Carmo, mas essa história nunca foi confirmada. Em 2004 houve um processo judicial movido por sua mãe, mas a família de Renato conseguiu manter a guarda do garoto até sua maioridade civil.[13][14]

Professor de inglês e jornalista[editar | editar código-fonte]

Entre os anos de 1978 e 1981, Renato Russo foi professor de língua e literatura inglesa na Cultura Inglesa. Era um professor muito procurado pelos pais de alunos, que pediam que seus filhos fossem matriculados para as suas aulas, porém foi demitido após alguns atritos entre ele e a direção, Na mesma época trabalhou como repórter em um programa de rádio que defendia os direitos dos consumidores, o Jornal da Feira, produzido pelo Ministério da Agricultura.[15] Renato ainda trabalhou na apresentação de um programa de rádio sobre os Beatles, numa FM de Brasília em 1983.[16]

Aborto Elétrico[editar | editar código-fonte]

Renato conheceu Fê Lemos numa festa em 1978 e tinham em comum gosto pelo punk rock inglês e americano. Como eram raros punks em Brasília, ficaram amigos e começaram uma banda, com André Pretorius, filho de um embaixador da África do Sul, na guitarra, Renato Russo no baixo e Fê na bateria, assim formou-se o Aborto Elétrico. Depois de realizarem seu primeiro show instrumental e começarem um movimento punk em Brasília através da Turma da Colina (apelido dados aos jovens filhos de professores e funcionários da UnB, que residiam na Colina, conjunto de quatro edifícios projetados pelo arquiteto João Filgueiras Lima, destinados exclusivamente a esses funcionários[17]), onde punks se reuniam em points pra tomar vinho barato, tocar música e cheirar benzina, (substância proveniente do petróleo). Petrorius completa 18 anos no final de 1979 e tem que voltar para servir o exército na África do Sul. Renato passou para a guitarra e começou a cantar e ensinou baixo para o irmão de Fê, Flávio Lemos, que assumiu o cargo de baixista na banda. Petrorius voltou a tocar com a banda no final do ano de 1980, quando estava de férias, e Renato assumiu só os vocais. Quando voltou para a África, Petrorius foi substituído por Ico Ouro-Preto, irmão de Dinho Ouro-Preto. A partir dessa fase, em 1981, a banda melhorou, começando a fazer shows mais profissionais. Além disso, músicas como "Tédio (Com um T bem grande pra você)", "Que país é esse?" ou "Veraneio Vascaína" evoluíram para temas como "Fátima", "Musica Urbana" ou "Ficção Científica". Porém, logo quando estavam ganhando certa fama no circuito punk de Brasília, Fê e Renato brigaram, e a banda se separou.

Do Trovador Solitário à Legião Urbana[editar | editar código-fonte]

Renato continuou como O Trovador Solitário, o qual cantava e tocava um violão de 12 cordas sozinho, mas depois formou uma banda com Marcelo Bonfá na bateria, que mais tarde, com Dado Villa-Lobos e Renato Rocha, formaram a banda Legião Urbana.[18]

Suas principais influências eram as bandas de pós punk que surgiram na época, especificamente Renato Russo, que se espelhava no trabalho de Robert Smith, vocalista do The Cure, e Morrissey, ex-vocalista da banda The Smiths. Após os primeiros shows, Eduardo Paraná e Paulo Paulista saem da Legião.[18] A vaga de guitarrista é assumida por Ico-Ouro Preto, que fica até o início de 1983. Seu lugar é assumido definitivamente por Dado Villa-Lobos (que criou a banda Dado e o Reino Animal, com Marcelo Bonfá, Dinho Ouro Preto, Loro Jones e o tecladista Pedro Thompson). A entrada de Dado consagrou a formação clássica da banda. À frente da Legião, que contou com o baixista Renato Rocha, entre 1984 e 1989, Renato Russo atingiu o auge de sua carreira como músico, criando uma relação com os fãs que chegava a ser messiânica (alguns adoravam o cantor como se fosse um deus).[18] Os mesmos fãs chegavam a fazer um trocadilho com o nome da banda: "Religião Urbana". Renato desconsiderava este trocadilho e sempre negou ser messiânico.

Morte[editar | editar código-fonte]

Renato Russo faleceu no dia 11 de outubro de 1996, às 01h15 da madrugada, de doença pulmonar obstrutiva crônica, septicemia e infecção urinária - consequências da AIDS (Renato era HIV positivo desde 1989, mas nunca assumiu publicamente a doença).[6][18] Deixou um filho, o produtor cultural Giuliano Manfredini, na época com apenas 7 anos de idade. O corpo de Russo foi cremado e suas cinzas foram lançadas no Parque Burle Marx - coincidentemente, o ex-baixista da Legião Urbana, Renato Rocha passeava com a namorada no momento do lançamento das cinzas e o pneu da sua moto furou em frente ao local.[19] No dia 22 de outubro de 1996, onze dias após a morte do cantor, Dado Villa Lobos e Marcelo Bonfá, ao lado do empresário Rafael Borges, anunciaram o fim das atividades do grupo. Estima-se que a banda tenha vendido cerca de 20 milhões de discos no país durante a vida de Renato.[20] Mais de uma década após sua morte, a banda ainda apresenta vendas expressivas de seus discos pelo mundo.[20]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Em 1999, o produtor Luiz Fernando Borges apresentou o projeto de um documentário para a família Manfredini, pedindo a autorização e também a participação e todos concordaram.[21] Em 2005, foi relatado que o projeto de um documentário, já tinha sido descartado e que um filme por título Religião Urbana estava entrando em produção.[21] Logo depois a família recomendou que Renato não iria gostar do nome Religião, então o nome do filme foi alterado para Somos tão Jovens.[22] Somos Tão Jovens, de Antônio Carlos da Fontoura, com roteiro de Marcos Bernstein e trilha sonora original de Carlos Trilha, retrata a adolescência de Renato Russo (interpretado pelo ator Thiago Mendonça)[23] e o início de seu interesse pela música, abordando a criação e extinção do Aborto Elétrico e também sua fase d' O Trovador Solitário e os dois primeiros anos da Legião Urbana.[24][25] Distribuído pelas empresas Imagem Filmes e Fox Film Brasil, estreou nos cinemas no dia 3 de maio de 2013.[26]

Um pouco depois, em 30 de maio,[27] foi lançado Faroeste Caboclo, adaptação da canção homônima de Renato, dirigida por René Sampaio e com roteiro de Victor Atherino e Marcos Bernstein a partir da letra original, e com distribuição da Europa Filmes. No elenco, atuaram Fabrício Boliveira (João de Santo-Cristo), Ísis Valverde (Maria Lúcia), Felipe Abib (Jeremias) e César Troncoso (Pablo).[28][29][30]

Em julho de 2018, começaram as gravações para a adaptação cinematográfica de "Eduardo e Mônica". Já foram divulgados Gabriel Leone como Eduardo e Alice Braga como Mônica.[31]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Com a Legião Urbana[editar | editar código-fonte]

Ano Álbum Tipo
1980 Ao Vivo na Funarte Ao Vivo
1985 Legião Urbana Estúdio
1986 Dois Estúdio
1987 Que País É Este Estúdio
1989 As Quatro Estações Estúdio
1991 V Estúdio
1992 Música para Acampamentos Coletânea, com canções inéditas
1993 O Descobrimento do Brasil Estúdio
1996 A Tempestade ou O Livro dos Dias Estúdio
1997 Uma Outra Estação Estúdio
1998 Mais do Mesmo Coletânea
1999 Acústico MTV Legião Urbana Ao Vivo
2001 Como É que Se Diz Eu Te Amo Ao Vivo
2004 As Quatro Estações ao Vivo Ao Vivo
2006 Uma Celebração Ao Vivo, gravado por outros artistas
2009 Legião Urbana e Paralamas Juntos Ao Vivo
2011 Perfil Coletânea

Álbuns solo de estúdio[editar | editar código-fonte]

Coletâneas[editar | editar código-fonte]

Participações[editar | editar código-fonte]

Músicas em telenovelas[editar | editar código-fonte]

Videografia[editar | editar código-fonte]

  • Acústico MTV (1999) - Gravado ao vivo em 1992 (Lançamento póstumo)
  • Renato Russo: Entrevistas (2006) - DVD lançado pela MTV com entrevistas guardadas durante 10 anos (lançamento póstumo)
  • Acústico MTV Série Bis DVD + CD (2007) - Gravado ao vivo em 1992 (lançamento póstumo)
  • Rock Solidário - o Filme (2009) - 42º Festival de Cinema Brasileiro em Brasília (curta-metragem)
  • Eduardo e Mônica - Filme Publicidade (2011) - Um clipe com quase 5 minutos feito pela Vivo
  • Somos Tão Jovens (2013) - Filme biográfico (2013)
  • Faroeste Caboclo (2013) - Filme baseado na música de mesmo nome, composta por Renato Russo.
  • Eu te amo Renato (2013) - Releitura das canções de Renato Russo e homenagem ao cantor e a seus fãs

Livros[editar | editar código-fonte]

Durante sua carreira teve quatro livros publicados e, após sua morte, outros quatro livros foram lançados[32] Em junho de 2009, é lançada a biografia "Renato Russo: O filho da Revolução", do jornalista Carlos Marcelo Carvalho. A obra é contextualizada desde o período de infância de Renato, passando pela sua juventude — com acontecimentos políticos históricos da época forte de opressão da Ditadura Militar como pano de fundo — e culminando com o seu amadurecimento como homem, poeta, artista e músico.

Em 2001, foi publicada pela editora DPL a obra mediúnica "Sempre Há uma Luz" escrita por Sérgio Luís e supostamente psicografada pelo cantor, onde relataria sua passagem para o plano espiritual após a sua morte.[33] No livro, o cantor assina como Ruggeri Rubens, pelo conteúdo do livro leva-se à acreditar que é o espírito é Renato Russo.[33]

Em 2015, foi lançado o livro "Só Por Hoje e Para Sempre - Diário do Recomeço", de autoria de Renato Russo, pela Companhia das Letras.[34] Entre abril e maio de 1993, Renato Russo passou vinte e nove dias internado numa clínica de reabilitação para dependentes químicos no Rio de Janeiro. Durante esse período, o músico seguiu com total dedicação os Doze Passos, programa criado pelos fundadores dos Alcoólicos Anônimos, que incluía um diário e outros exercícios de escrita.[35]

Recentemente em 2016, foi lançado um romance chamado "The 42nd St. Band – Romance de uma banda imaginária",[36] também de autoria do Renato Russo, novamente pela Companhia das Letras.[37] A obra, escrita originalmente em inglês, narra a trajetória de uma banda fictícia, que convivia com grande músicos internacionais em uma Londres setentista. Há algumas semelhanças entre passagens da banda imaginária, 42nd St. Band e a real, que conquistou o Brasil.[38]

Em setembro de 2017, foi lançado o "Livro das Listas", que contém seleções de músicas, discos, atores, etc. O material consiste em seleções pessoais do cantor.[39]

Homenagens[editar | editar código-fonte]

Em 2006, artistas de variados estilos fizeram uma homenagem ao ícone no CD Renato Russo - Uma Celebração. Já em 2013, trechos de suas composições mais famosas foram usadas durante os protestos que mobilizaram o país entre junho e julho, uma prova de que os conceitos que ajudou a criar se tornaram referência e pretendem ser seguidos pelas novas gerações.[40]

Em 2016, o filho Giuliano Manfredini organizou um novo tributo, intitulado Viva Renato Russo. O álbum conta com versões de músicas da Legião Urbana, interpretadas por novas bandas do rock nacional, como Vespas Mandarinas, Selvagens à Procura de Lei, Far From Alaska, entre outros.[41]

Renato Russo foi homenageado pelo conjunto de sua obra e pela influência no cinema brasileiro na oitava edição do "LABRFF - Los Angeles Brazilian Film Festival", importante festival do cinema brasileiro fora do Brasil.[42]

Referências

  1. «Renato Russo - UOL Entretenimento». Universo OnlineEntretenimento. Consultado em 28 de junho de 2012. 
  2. «Biografia no Cravo Albin». dicionariompb.com.br. Consultado em 27 de março de 2014. 
  3. «Renato Russo». www.cafemusic.com.br. Consultado em 9 de agosto de 2010. 
  4. Dapieve, Arthur. Renato Russo: o trovador solitário. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2000. p. 25.
  5. Conversações com Renato Russo. Revisores: Julio Vasco & Renato Guima. Niterói: Letra Livre, 1996, p. 37.
  6. a b c «Renato Russo do Inferno ao Céu». IstoÉ. Terra Networks. Consultado em 28 de junho de 2012. 
  7. Os 100 Maiores Artistas da Música Brasileira - Rolling Stone.
  8. Marcelo, Carlos. Renato Russo : o filho da revolução. Rio de Janeiro : Agir, 2009.
  9. Dapieve, p. 16.
  10. Conversações... p. 162.
  11. Dapieve, P. 19.
  12. http://www.terra.com.br/istoegente/34/reportagens/rep_renato.htm
  13. http://www.terra.com.br/istoegente/34/reportagens/rep_renato2.htm
  14. http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,filho-de-renato-russo-assume-legado-da-ja-lendaria-banda-legiao-urbana,933977
  15. Marcelo, P. 148.
  16. Conversações... p. 106.
  17. Marcelo, p. 30.
  18. a b c d «Biografia de Aborto Elétrico». Letras. Consultado em 16 de novembro de 2018. 
  19. Pimentel, Luiz Cesar (2002). «ex-baixista da Legião Urbana, brutalmente honesto». Você Tem que Ler Isso!. R7. Consultado em 13 de Setembro de 2014. 
  20. a b «O cultuado Renato Russo, da banda Legião Urbana, completaria 55 anos». Estadão. 27 de março de 2015. Consultado em 16 de novembro de 2018. 
  21. a b Tarso Araújo (12 de abril de 2005). «Religião Urbana: filme contará história de Renato Russo». WhiPlash. Consultado em 4 de março de 2013. 
  22. Francisco Russo. «Curiosidades, bastidores, novidades, e até segredos escondidos de "Somos Tão Jovens" e das filmagens!». AdoroCinema. Consultado em 2 de abril de 2013. 
  23. «Somos tão Jovens - elenco». Filme de Cinema. Consultado em 16 de novembro de 2018. 
  24. «Somos tão jovens - um filme para ser cantado». Site oficial. Consultado em 16 de novembro de 2018. 
  25. «Somos tão Jovens - Filme sobre a vida de Renato Russo». Link Atual. 7 de maio de 2013. Consultado em 16 de novembro de 2018. 
  26. «Estréia Somos Tão Jovens». Site oficial. 4 de março de 2013. Consultado em 16 de novembro de 2018. 
  27. «Filme 'Faroeste Caboclo' vai estrear em 30 de maio». D2am. 2 de janeiro de 2013. Consultado em 16 de novembro de 2018. 
  28. «Faroeste Caboclo tem elenco revelado». Rolling Stone. 8 de fevereiro de 2011. Consultado em 16 de novembro de 2018. 
  29. «Conheça os atores confirmados para Faroeste Caboclo». Virgula. 8 de fevereiro de 2011. Consultado em 16 de novembro de 2018. 
  30. Francisco Russo (8 de fevereiro de 2011). «Faroeste Caboclo define elenco principal». AdoroCinema. Consultado em 16 de novembro de 2018. 
  31. «Diretor cria contexto do romance entre Eduardo e Mônica para levar canção ao cinema». Folha de S.Paulo. 23 de julho de 2018 
  32. sobre ele, sendo um deles "Conversações com Renato Russo", que contém trechos de entrevistas mostrando o seu ponto de vista sobre o rock, a bissexualidade (incluindo a sua própria), o mundo, as drogas e a política. Do ponto de vista da análise técnica, isto é, da crítica literária (acadêmica), foi lançado o livro: "Depois do Fim — vida, amor e morte nas canções da Legião Urbana", de Angélica Castilho e Erica Schlude (ambas da UERJ). Vale ser citado como bibliografia referencial os livros "O Trovador Solitário" e "BRock — O rock brasileiro nos anos oitenta", ambos de Arthur Dapieve
  33. a b «Sempre Há Uma Luz - A Viagem de Um Roqueiro ao Além». Saraiva. Consultado em 13 de novembro de 2018. 
  34. http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13959
  35. http://g1.globo.com/musica/noticia/2015/07/renato-russo-leia-trecho-do-diario-do-rehab-so-por-hoje-e-para-sempre.html
  36. http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2016/09/42nd-st-band-leia-trecho-do-livro-de-renato-russo-da-legiao-urbana.html
  37. http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13964
  38. http://finissimo.com.br/2016/09/30/the-42nd-st-band-romance-de-uma-banda-imaginaria-livro-escrito-por-renato-russo-nos-anos-70-e-lancado-nesta-sexta-feira/
  39. «O livro das listas de Renato Russo reúne cadernos do cantor da Legião Urbana». G1. Consultado em 13 de novembro de 2018. 
  40. «Renato Russo: 54 anos do Trovador Solitário». Afronte. Consultado em 13 de novembro de 2018. 
  41. «Viva Renato Russo: tributo tem Far From Alaska, Plutão Já Foi Planeta, Facção Caipira e mais». Tenho Mais Discos Que Amigos!. 7 de outubro de 2016. Consultado em 12 de outubro de 2016. 
  42. «Renato Russo é homenageado em festival de Los Angeles». Correio Braziliense. Consultado em 29 de setembro de 2015. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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