Velho Chico (telenovela)

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Velho Chico
Informação geral
Formato Telenovela
Duração 27-60 minutos[1]
Criador(es) Benedito Ruy Barbosa
Edmara Barbosa
Desenvolvedor(es) Benedito Ruy Barbosa
Edmara Barbosa
Bruno Luperi
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Carlos Araújo
Gustavo Fernandez
Antônio Karnewale
Philipe Barcinski
Diretor(es) de criação Luiz Fernando Carvalho
Elenco
Tema de abertura "Tropicália", Caetano Veloso & Orquestra Sinfônica de Heliópolis
Exibição
Emissora de televisão original Rede Globo
Formato de exibição 1080i (HDTV)
Transmissão original 14 de março30 de setembro de 2016
N.º de episódios 173

Velho Chico é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida entre 14 de março e 30 de setembro de 2016, com 173 capítulos,[2][3] substituindo A Regra do Jogo e sendo substituída por A Lei do Amor.[4] É a 10ª "novela das nove" exibida pela emissora. Criada por Benedito Ruy Barbosa e Edmara Barbosa, é escrita por Ruy Barbosa e Bruno Luperi, com a colaboração de Luis Alberto de Abreu; direção de Carlos Araújo, Gustavo Fernandez, Antônio Karnewale, Philipe Barcinski e Luiz Fernando Carvalho, também diretor artístico.[5][6][7][8][9]

Na primeira fase, contou com as participações de Rodrigo Santoro, Tarcísio Meira, Rodrigo Lombardi, Fabiula Nascimento, Chico Díaz, Cyria Coentro, Carol Castro e Umberto Magnani.[2]

Na segunda fase contou com as participações de Domingos Montagner, Camila Pitanga, Antônio Fagundes, Christiane Torloni, Marcelo Serrado, Lucy Alves, Irandhir Santos e Dira Paes.[2]

Produção[editar | editar código-fonte]

Em 2009, Benedito Ruy Barbosa entregou à direção da Rede Globo a sinopse de uma trama sobre o Rio São Francisco; porém em 2012, após avaliação da emissora, a história foi engavetada por ser considerada política demais. Benedito esperava levar a história no ano seguinte na faixa das 21 horas, e Eriberto Leão estava cotado para o papel de protagonista.[10] Primeira opção de Benedito para o papel de protagonista, mas atuando na telenovela das 18 horas, Eriberto acabou sendo substituído por Rodrigo Santoro na 1ª fase.[11][12][13]

Em 2015, o projeto é aprovado para às 18 horas, substituindo Êta Mundo Bom!. Rogério Gomes foi anunciado para dirigir a trama, mas a pedido do autor e devido ao êxito da reprise de O Rei do Gado, Luiz Fernando Carvalho foi convidado para a direção; embora fosse orientado a não ousar tanto esteticamente do mesmo modo que em Hoje É Dia de Maria.[14][15][16][17][18] Posteriormente, a história foi deslocada para ser exibida às 21 horas, substituindo A Regra do Jogo, na vaga que era de Maria Adelaide Amaral, devido aos temas pesados abordados pelas telenovelas até então já aprovadas e/ou exibidas, além da impossibilidade da trama já aprovada abordar a temática política, pelo fato de ser ano eleitoral.[19][20][21][22]

Dividida em duas fases,[23] teve direção de fotografia de Alexandre Fructuoso e figurino de Thanara Schönardie.[24]

O processo criativo da equipe e dos atores durou apenas três meses e foi todo realizado no TVliê, o espaço colaborativo de criação de Luiz Fernando Carvalho, que funcionou entre 2013 e 2017, no Projac, conhecido como Galpão.[25][26]

Cenografia e figurinos[editar | editar código-fonte]

Embora ambientada na Bahia, teve parte das cenas iniciais gravada em outras locações do Nordeste brasileiro, como Baraúna no Rio Grande do Norte e São José da Tapera e Olho d'Água do Casado em Alagoas. As tomadas aéreas que representam a cidade fictícia da trama são de outro município alagoano: Piranhas. No estado onde se passa a novela, um casarão da Ilha de Cajaíba, em São Francisco do Conde, o município de Cachoeira e o Raso da Catarina foram usados como locações.[4][27] No total, cerca de 562 cenas foram gravadas nas locações nordestinas, em que cerca de 60 a 70% do elenco é formado por atores da região.[28][29][30]

A cenografia foi feita com peças reaproveitadas, provindas de objetos reciclados, como lâmpadas incandescentes utilizadas em refletores antigos reconstruídos.[31] O figurino da primeira fase foi composto por roupas reais de moradores das locações, através da troca de roupas usadas em troca de novas aos moradores.[32] Passando por descoloração de tecidos, tingimento e envelhecimento natural, o figurino dos personagens sertanejos são feitos em tons pastéis, enquanto os de Salvador são inspirados na Tropicália.[33]

Escolha do elenco[editar | editar código-fonte]

O elenco foi selecionado a partir de uma pesquisa extensa de atores nordestinos e marcou a estreia em novelas de Lucy Alves, Renato Góes, Marina Nery, Barbara Reis, Diyo Coelho, Xangai, Veronica Cavalcanti, Lee Taylor, Zezita de Matos, Mariene de Castro, Yara Charry, Raiza Alcântara, Lucas Veloso, Sueli Bispo e do comediante Ivann Gomes.[34][35][36]

A primeira fase registrou a volta do ator Rodrigo Santoro à dramaturgia da Rede Globo[37]. Tarcísio Meira, em apenas dois capítulos, teve uma atuação marcante assim como a atriz Selma Egrei, que participou das duas fases da novela.

Luiz Fernando Carvalho desejava uma atriz espanhola para o papel de Iolanda, mas devido a grande importância da personagem para a história, Carol Castro e Christiane Torloni foram convidadas para interpretar a personagem.[38][39][40][41] Antes de Castro, Ana Paula Arósio foi convidada para o papel, mas as negociações com a emissora não avançaram.[42][43] Com o não de Arósio, Maria Fernanda Cândido foi convidada para interpretar a personagem, que também recusou o papel.[44] Letícia Sabatella havia acertado de interpretar Maria Tereza, mas devido a compromissos com o teatro e cinema, Camila Pitanga assumiu o papel.[45][46]

Morte de Umberto Magnani[editar | editar código-fonte]

O ator Umberto Magnani, que interpretava o padre Romão, sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) enquanto se preparava para gravar a trama na tarde de 25 de abril, no Projac.[47] Ele foi internado no Hospital Vitória, perto do complexo da emissora na Barra da Tijuca, em coma profundo. Ana Júlia, filha de Magnani, informou que o ator passou por uma cirurgia de seis horas e teve uma parada cardíaca. Como o personagem era considerado importante para a história, diversas cenas tiveram que ser reescritas.[48] A época, sem condições de retornar à trama, Magnani foi substituído por Carlos Vereza, que passou a interpretar o padre Benício.[49] Magnani acabou falecendo dois dias depois.[50]

Morte de Domingos Montagner[editar | editar código-fonte]

Mais informações: Morte de Domingos Montagner

Faltando apenas duas semanas para o capítulo final, em 15 de setembro, o ator Domingos Montagner, que interpretava o protagonista Santo, morreu após se afogar no rio São Francisco, localizado na Região de Canindé de São Francisco, em Sergipe.[51] O acontecimento se deu após uma gravação para a novela, em que estavam presentes Gabriel Leone e Camila Pitanga.[52] Montagner foi nadar no São Francisco com Pitanga e acabou sendo arrastado por uma forte correnteza. Marcelo Serrado, que havia finalizado uma cena na região de Alagoas, ajudou nas buscas.[53] O ator foi encontrado quatro horas depois, sem vida.[54][55][56][57] Enquanto Montagner estava desaparecido, a direção da Globo solicitou que as gravações de Velho Chico—que iriam até o dia 18 de setembro—fossem paralisadas. Com a confirmação da morte do ator, a equipe técnica e o elenco que estavam gravando no Nordeste foram chamados para retornar ao Rio de Janeiro.[58] O canal também solicitou que a produção da trama não comentasse sobre o assunto com a imprensa.[59]

Benedito Ruy Barbosa lamentou a morte de Montagner e afirmou, em entrevista ao UOL, sobre a indefinição a respeito do desfecho do personagem do ator na trama: "É muito difícil ter que trocar um ator como ele por qualquer outro, não deve ser a solução. Ao mesmo tempo, tenho que fazer justiça a ele e ao trabalho maravilhoso que ele vinha fazendo".[60] Consultado pelo blog de Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Benedito afirmou não saber o que iria fazer, mas que sua pretensão era de homenagear Montagner.[61]

Com a suspensão das gravações da trama, haviam somente cinco capítulos prontos para serem exibidos e no mesmo dia, havia uma indefinição se a trama permaneceria no ar ou se o final seria adiantado.[62] No entanto, o capítulo 167 foi levado ao ar, sem exibir cenas com o personagem "Santo"—que já estava definido antes da morte do ator[63]—e encerramento em silêncio.[64] No dia seguinte, foi definido que o reinício dos trabalhos seria no dia 18 de setembro e que a trama irá encerrar na data prevista, 30 de setembro.[65] O UOL revelou que também foi definido que a história do personagem de Montagner iria ser levada até o fim, sem substituição, morte ou viagem[66]; a solução encontrada foi filmar as cenas a partir da perspectiva em primeira pessoa de Santo, sem falas do personagem. O elenco voltaria a Sergipe no sábado, 17.[53] Outra parte do elenco permaneceu em Alagoas, que manteve o cronograma de gravações definido por Luís Fernando Carvalho.[66][67][68] O ritmo acelerado seria consequência dos atrasos de gravação provocados pelo diretor artístico da trama.[69][nota 1]

Exibição[editar | editar código-fonte]

Velho Chico estreou em 14 de março de 2016, uma segunda-feira, substituindo A Regra do Jogo no horário das 21h. De acordo com o Sistema de Classificação Indicativa Brasileiro, a trama é exibida como "Não recomendada para menores de 12 anos".[70] Em 5 de agosto, não houve exibição do capítulo por conta da transmissão da Cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016.[71] Isso, no entanto, não alterou o número de capítulos da trama, que terminou com os 173 capítulos previstos.[3]

Exibição internacional[editar | editar código-fonte]

No dia 14 de janeiro de 2017 a trama passou a ser exibida pela Globo Portugal no horário das 20h[72], chegando a liderar a audiência da TV paga em seu último mês de exibição.[73] O último capítulo foi exibido em 26 de maio de 2017, sendo substituída por Sol Nascente.

Apesar da exibição em Portugal, Velho Chico ficou de fora do catálogo internacional apresentado ao MIPCOM, ocorrido em Cannes em outubro de 2017. A emissora argumentou que "outros critérios estratégicos [...] são levados em conta na hora de montar o catálogo de licenciamento internacional, como o timing, o mix de conteúdos e as necessidades do mercado naquele momento", além de destacar sua qualidade e a indicação ao Emmy Internacional, sem descartar uma futura adição ao catálogo.[74] Esses itens foram mencionados em crítica da jornalista Cristina Padiglone, afirmando que "é quase uma contradição imaginar que o enredo não tenha apelo internacional e que, inscrito no Emmy Internacional, na categoria de novelas, esteja entre os cinco finalistas desse segmento", opinando que a emissora deveria comercializar a trama internacionalmente.[75]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Definida pelo diretor como uma saga familiar shakespeariana, contando uma história de amor emoldurada por crítica social, a trama se inicia no final dos anos 1960, quando Afrânio, filho do poderoso Coronel Jacinto é obrigado a retornar de Salvador para a fictícia Grotas de São Francisco, para assumir o lugar do pai, que comandava a política e a economia locais. Apaixonado por Iolanda uma atraente cantora de origem espanhola,[76], mas obrigado pela amargurada mãe Encarnação, que ainda sofre pela perda de seu filho mais velho, morto nas águas do São Francisco, Afrânio parte numa viagem pela região para reafirmar alianças que seu pai mantinha. Em sua viagem, conhece Leonor, que acaba por lhe atiçar o desejo, e se envolvendo cada vez mais, o pai da moça obriga a se casarem. Leonor é recebida com desprezo por Encarnação, pelo fato de vir de uma classe baixa, ou seja, incapaz para ser esposa de seu filho, o jovem Coronel Saruê. Quando Maria Tereza nasce, Encarnação espalha que nem para dar um filho homem, Leonor serve.

Rival da família Sá Ribeiro, já que o Coronel Jacinto ambicionava suas terras, o Capitão Ernesto Rosa, homem justo casado com Eulália, mas sem filhos, adota Luzia, bebê abandonada no meio da plantação de algodão. Na mesma época, acolhem o casal de retirantes, Belmiro e Piedade, pais de Bento e Santo. Com o passar do tempo e crescendo juntos, Luzia passa a nutrir uma paixão por Santo, que nem desconfia dos sentimentos da irmã de criação.

É numa procissão de São Francisco de Assis, sob as águas do Velho Chico, que os caminhos de Santo e Maria Tereza se cruzam. Mas o amor do filho do retirante com a filha do Coronel é descoberto, e Maria Tereza é mandada para um internato em Salvador. Apesar de enviar cartas para o amado, em que revela estar grávida, estas são interceptadas por Luzia, ainda apaixonada por Santo. Ao mesmo tempo que Miguel nasce, fruto de um amor proibido, Belmiro é morto por Cícero, empregado do Coronel Afrânio. Logo após o nascimento do filho, Maria Tereza volta para a fazenda de seu pai, onde acaba se casando com o jovem Deputado Carlos Eduardo, embora espere um dia reencontrar seu grande amor para viverem felizes.[77][78][79][80]

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Música[editar | editar código-fonte]

Velho Chico conta com três discos, sendo duas trilhas sonoras e um disco com canções orquestrais originais produzidas por Tim Rescala. A seleção das músicas ficou a cargo do diretor artístico da trama, Luiz Fernando Carvalho.[131]

Volume 1[editar | editar código-fonte]

Velho Chico, Vol. 1
Trilha sonora de Vários artistas
Lançamento 27 de maio de 2016 (2016-05-27)
Duração 58:02
Formato(s)
Gravadora(s) Som Livre
Cronologia de Velho Chico
Velho Chico (Música Original de Tim Rescala)
(2016)

A primeira trilha sonora da telenovela foi lançada em 27 de maio de 2016. A capa apresenta os personagens principais da primeira fase da trama.[132]

N.º TítuloMúsicaPersonagem Duração
1. "Tropicália" (part. Orquestra Sinfônica de Heliópolis)Caetano VelosoAbertura 3:28
2. "Gemedeira"  Amelinha  3:35
3. "Me Leva"  Renata RosaTema de Locação: Fazenda de Saruê 3:18
4. "Flor de Tangerina"  Alceu ValençaLuzia e Santo 3:01
5. "Enquanto Engoma a Calça"  EdnardoCapitão Rosa 3:31
6. "Veja (Margarida)"  Marcelo JeneciMiguel 4:24
7. "Como 2 e 2"  Gal CostaIolanda e Afrânio 2:47
8. "L'Étranger (Forasteiro)" (part. Tiê)Thiago PethitMartim 4:38
9. "I-Margem"  Paulo AraújoTema de Locação: Rio São Francisco 3:36
10. "Incelença pro Amor Retirante" (part. Elomar)Xangai  3:42
11. "Serenata"  Chico CésarBeatriz e Bento 3:07
12. "Barcarola do São Francisco"  Geraldo AzevedoTema de Locação: Rio São Francisco 3:25
13. "Triste Bahia"  Caetano VelosoGrotas de São Francisco 9:44
14. "Senhor Cidadão"  Tom ZéAfrânio 3:46
Duração total:
58:02

Volume 2[editar | editar código-fonte]

Velho Chico, Vol. 2
Trilha sonora de Vários artistas
Lançamento 5 de agosto de 2016 (2016-08-05)
Gênero(s) MPB
Duração 1:11:45
Formato(s)
Gravadora(s) Som Livre
Cronologia de Velho Chico
Velho Chico (Música Original de Tim Rescala)
(2016)

A segunda trilha sonora da telenovela foi lançada em 5 de agosto de 2016. A capa apresenta os personagens principais da segunda fase da trama.[133]

N.º TítuloMúsicaPersonagem Duração
1. "Mortal Loucura"  Maria BethâniaMaria Tereza e Santo 3:37
2. "Da Aurora Até o Luar" (participação de Marisa Monte)DadiMaria Tereza 3:13
3. "Não Há Cabeça"  PélicoMiguel 4:00
4. "Olhos Nus"  Ná Ozzetti & Zé Miguel WisnikMaria Tereza 4:09
5. "O Ciúme"  Caetano Veloso  5:46
6. "Encarnação"  Elba RamalhoEncarnação 3:10
7. "Ondas do Mar de Vigo"  FortunaIolanda 8:54
8. "Perfume do Invisível"  CéuOlívia 5:08
9. "Réquiem para Matraga"  Geraldo VandréBelmiro 2:17
10. "Moça Bonita"  Alceu ValençaLuzia 3:41
11. "La Belle de Jour"  Alceu ValençaTema Geral 4:28
12. "Um Oh! E um Ah!"  Tom ZéEncarnação 0:59
13. "Le Vent Nous Portera"  Sophie HungerSophie 3:47
14. "Vitta, Ian, Cassales"  Apanhador SóLucas 4:42
15. "Coração"  Bárbara EugêniaMiguel e Olívia 4:09
16. "Metamorfose Ambulante"  Raul SeixasBento 3:49
17. "Monte Castelo"  Legião UrbanaMartim 3:50
18. "Meu Primeiro Amor"  Maria BethâniaIolanda e Afrânio 3:10
Duração total:
1:11:45

Orquestrais[editar | editar código-fonte]

Velho Chico (Música Original de Tim Rescala)
Trilha sonora de Tim Rescala
Lançamento 10 de junho de 2016 (2016-06-10)
Duração 1:14:05
Formato(s)
Gravadora(s) Som Livre
Cronologia de Velho Chico
Velho Chico, Vol. 1
(2016)
Velho Chico, Vol. 2
(2016)

Velho Chico (Música Original de Tim Rescala) foi disponibilizado em 10 de junho de 2016 e contém trilhas instrumentais produzidas por Tim Rescala para a trama.[134][135]

N.º Título Duração
1. "Despertar do Velho Chico"   1:54
2. "Águas Cristalinas"   2:40
3. "Alegria no Vilarejo"   1:53
4. "Retirantes"   2:39
5. "Nordeste Medieval"   2:30
6. "Batalha 1"   2:33
7. "O Poder"   3:31
8. "Encantamento"   2:44
9. "Felicidade e Fartura"   2:38
10. "Santo e Maria Teresa"   3:56
11. "O Amor de Luzia"   3:09
12. "Segundo Encantamento"   2:14
13. "Abenção"   2:47
14. "Desafio Agalopado"   2:26
15. "Desolação"   3:31
16. "Esperança e Luta"   3:49
17. "O Velho Chico Com Águas Claras"   3:04
18. "Solidão e Remorso"   2:59
19. "Batalha 2"   2:19
20. "Sombras do Passado"   2:09
21. "O Velho Chico Com Águas Turvas"   3:16
22. "Subterrâneos 2"   3:13
23. "No Bar do Chico Criatura"   2:08
24. "Bento e Beatriz"   2:42
25. "Passarinhos"   1:46
26. "Oração"   3:06
27. "Oração de São Francisco" (faixa bônus) 2:29
Duração total:
1:14:05

Outras canções[editar | editar código-fonte]

Velho Chico também conta com as seguintes canções:[136]

Repercussão[editar | editar código-fonte]

Audiência[editar | editar código-fonte]

"Velho Chico reinaugura um desejo de utopia (...) Que novela extraordinária é Velho Chico. Que bela fotografia em tons de sépia e marrom. Uma novela cor de barro e pó, terra e argila. Nenhum ator é loiro — nem os coronéis. Ninguém tem olhos azuis. O Brasil de Benedito Ruy Barbosa e Luiz Fernando Carvalho é agreste. É pobre, remediado, devastado e esperançoso".

Maria Rita Kehl, psicanalista[5], jornal O Globo

O primeiro capítulo de Velho Chico, de acordo com dados consolidados da Grande São Paulo, registrou 35.4 pontos com máxima de 37, conseguindo a maior audiência de uma estreia da faixa das nove desde Amor à Vida (2013).[137] No Rio de Janeiro, a estreia registrou 38 pontos de média e 55% de share.[138] O segundo capítulo registrou 33.9 pontos em São Paulo[139] e 37 pontos no Rio de Janeiro, representando queda de um ponto em ambas as regiões.[140] Ao longo dos dias seguintes, a audiência de Velho Chico passou a cair e dificilmente ultrapassava 30 pontos de audiência. Os índices são inferiores aos registrados pela telenovela Totalmente Demais, exibida no horário das sete que estava em sua fase final.[141] A novela vinha derrubando os índices de audiência do horário e diariamente registrava menos que a "novela das seis" Êta Mundo Bom!.

Até setembro, registrava médias de 28 a 31 pontos de audiência. Com a morte de Domingos Montagner, no dia 15 de setembro, Velho Chico registrou sua segunda maior audiência desde a estreia pela primeira vez, com 35,2 pontos na Grande São Paulo.[142] A novela foi impulsionada pelos índices marcados pelo programa anterior, que registrou 33,4 pontos ao cobrir a morte do ator.[143]

No último capítulo a novela marcou 35,2 pontos na Grande São Paulo. Em média geral de 29,0 pontos,[144] índice maior do que a novela que a antecedeu, A Regra do Jogo, que teve 28,4 pontos, Babilônia, a menor média do horário com 25,4 pontos, e também da novela que a sucedeu, A Lei do Amor, que terminou com média de 27,1 pontos.[145][146][147]

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

"Eu já tentava ver tudo o que Luiz Fernando Carvalho fazia, e não apenas por solidariedade de xará. O que ele está fazendo no Velho Chico ultrapassa tudo o que já fez na TV - com a possível exceção de Os Maias. Ele é incapaz de um enquadramento que não seja perfeito, e teve também o talento de escolher um elenco perfeito.".

Luis Fernando Verissimo, escritor,[148] jornal O Globo

Segundo o crítico Maurício Stycer, Velho Chico é um marco na história recente da TV brasileira, pela ambição estética e relevância cultural.[149] Na opinião de Raquel Carneiro, foi difícil escolher a cena mais bonita do primeiro episódio, onde a "câmera do diretor abusou de ângulos criativos, que valorizaram os cenários, figurinos e também a belíssima fotografia da produção."[150] Na opinião de Patricia Kogut, a novela "trouxe a fábula de volta ao horário nobre" e é um "folhetim clássico, mas com muita renovação".[151][152] Para Nilson Xavier, a novela teve "incontestável qualidade técnica e artística, da direção à fotografia, trilha sonora e interpretação dos atores".[153]

Em sua crítica, a jornalista Carla Bittencourt diz que Velho Chico foi uma novela de atuações e cenas memoráveis, "pintada com tintas mais fortes do que o telespectador está acostumado a ver nesse horário, e essas características garantiram à trama seu lugar na história da teledramaturgia". [154] Entre os motivos que fizeram da novela um marco da teledramaturgia, segundo Vanessa Scalei do jornal "Zero Hora", está o grupo de atores escolhidos, que "mesclou grandes nomes da TV como Antônio Fagundes, Camila Pitanga e Christiane Torloni com gente do teatro (Domingos Montagner, Lee Taylor e Zezita Matos), do cinema (Irandhir Santos, Dira Paes e Selma Egrey) e novas caras (Gabriel Leone, Lucy Alves e Giullia Buscacio). A atuação deles foi coesa e todos tiveram espaço para aparecer. Além disso, ainda teve a participação especialíssima de Rodrigo Santoro em um de seus melhores papéis na TV brasileira."[155][156][157]

A câmera única subjetiva, recurso de linguagem criado pelo diretor Luiz Fernando Carvalho para que o personagem Santo continuasse na trama mesmo após a morte do ator Domingos Montagner, foi considerada "sublime" e "uma homenagem perfeita ao ator", de acordo com Marcia Carolina Maia para a "Veja". [158][159]

Foi finalista do prêmio Emmy Internacional 2017 de melhor telenovela.[160][161] [162] [163] [164] [165][166]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Ano Prêmio Categoria Indicação Resultado Ref.
2016
Prêmio Extra de Televisão
Indicado [167]
Indicado [167]
Melhor Ator
Venceu (póstumo) [167]
Indicado [167]
Venceu [167]
Venceu [167]
Melhor Revelação Feminina
Indicado [167]
Venceu [167]
Indicado [167]
Melhor Revelação Masculina
Venceu [167]
Indicado [167]
Melhor Tema Musical
"Mortal Loucura" - Maria Bethânia
Indicado [167]
Troféu APCA
Melhor Novela
Venceu [168]
Melhor Diretor
Indicado [168]
Melhor Ator
Indicado [168]
Indicado [168]
Melhor Atriz
Indicado [168]
Indicado [168]
Selma Egrei[169]
Venceu [168]
Grande Prêmio da Crítica
Venceu (póstumo) [168]
Melhores do Ano
Venceu [170]
Indicado
Venceu
Melhor Atriz Revelação
Indicado
Venceu
Indicado
Personagem do Ano
Indicado
Encarnação (Selma Egrei)
Indicado
Prêmio Quem de Televisão
Melhor Ator
Indicado [171]
Venceu (póstumo) [171]
Indicado [171]
Indicado [171]
Melhor Ator Coadjuvante
Indicado [171]
Indicado [171]
Revelação
Indicado [171]
Venceu [171]
Indicado [171]
Prêmio Brasileiro do Ano
Brasileiro do Ano na Cultura
Venceu [172]
2017
Prêmio Bravo! de Cultura
Artista do ano
Venceu [173]
Emmy Internacional
Indicado [174]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Comentários homofóbicos[editar | editar código-fonte]

Durante a coletiva de apresentação da trama, Benedito Ruy Barbosa causou controvérsia ao dizer que "odeia história de bicha" em alusão as últimas tramas das 21 horas, que deram destaque a personagens homossexuais.[175][176] A fala rendeu comentários negativos, como do diretor Luiz Fernando Carvalho, que classificou a fala como um "momento infeliz".[177] O Deputado Federal Jean Wyllys publicou em seu perfil no Facebook um longo texto, classificando as palavras do autor como "deselegantes, reacionárias e homofóbicas".[178] Aguinaldo Silva por meio de sua conta no Twitter, questionou se a fala teria relação com uma "traumática história de sofá", enquanto alguns usuários da mesma rede social sugeriram boicote ao folhetim.[179][180] Como resposta, a emissora cogitou inicialmente um comunicado à imprensa onde dizia que "as declarações de Ruy Barbosa não refletiam a política da empresa"[181], mas optou-se por não se pronunciar em relação ao que foi dito.[182] Posteriormente, o canal acordou com o autor e sua família para não conceder entrevistas, a fim de evitar temas polêmicos que possam atrapalhar a divulgação da trama.[181]

Problemas de produção[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2016, o jornalista Ricardo Feltrin publicou em sua coluna no UOL que Benedito Ruy Barbosa estaria tendo atritos com o diretor Luiz Fernando Carvalho por estar editando a novela conforme seu gosto, desagradando o novelista. O jornalista também relatou que Velho Chico estaria com atrasos nas gravações e com poucos capítulos prontos. A Central Globo de Comunicação (CGCom) negou as afirmações, escrevendo que: "Toda novela com duas fases tem suas complexidades de produção."[183] No mesmo mês, Edmara Barbosa deixou de escrever a trama por divergências com o pai. Após escrever e entregar 50 capítulos, Ruy Barbosa e Bruno Luperi assumiram a obra.[184] Segundo Daniel Castro, do Notícias da TV, a Globo estaria negociando com Luiz Fernando Carvalho mudanças nas caracterizações de quase todos os personagens devido a rejeição do público quanto ao figurino e outros aspectos de produção.[185] No entanto, Carvalho se recusa a acatar as sugestões da direção de dramaturgia.[186][187]

Em entrevista ao jornalista Mauricio Stycer, do UOL, Benedito afirmou que solicitou como condição ao diretor-geral da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, para escrever Velho Chico que Silvio de Abreu, diretor de dramaturgia do canal, não interferisse ou desse sugestões na trama, afirmando que lamenta e não tem nada contra, "mas eu não quero que ele [Silvio de Abreu] leia sinopse minha. E não quero que ele palpite na minha novela. Não quero que ele leia e que ele ponha a mão na novela". Benedito afirma que a indiferença com Abreu começou quando o mesmo rejeitou uma sinopse de uma novela para o horário das 18h intitulada E Se Ele Voltar, devido a uma "temática nazista" que estaria presente em parte da história.[188]

Sotaque[editar | editar código-fonte]

A trama se passa numa cidade fictícia do interior da Bahia, porém o sotaque dos seus personagens é predominantemente pernambucano[189], com a utilização de termos típicos daquele estado como o "visse" (corruptela de viste).[190][191][192]

Veto de Milton Neves[editar | editar código-fonte]

O jornalista esportivo Milton Neves, que trabalha na Rede Bandeirantes, teria sido vetado de uma cena que foi ao ar no capítulo 104 da trama, onde o personagem Chico Criatura (Gésio Amadeu) iria cita-lo num telefonema em que fala de um amigo distante, o "coronel Milton Neves". O jornalista e Benedito Ruy Barbosa tem uma proximidade devido ao apoio do primeiro em conseguir locações em fazendas de café para cenas de O Rei do Gado (1996). Desde então, o autor homenageia-o colocando em seus roteiros referindo-se como um coronel. Em Velho Chico, a cena foi gravada com a citação, mas não foi levada ao ar. Neves reclama que ocorreu o mesmo durante a reapresentação de O Rei do Gado, em 2015. Em resposta, a Globo negou as afirmações e disse que ocorreu somente um procedimento normal de edição "por conta das variações da minutagem que são apresentadas dia a dia", onde "é comum que sejam feitos cortes em algumas cenas no momento".[193]

Notas

  1. Ver a seção "Problemas de produção"

Referências

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