A Próxima Vítima (telenovela)

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A Próxima Vítima
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero suspense
drama
romance policial
Duração 50 minutos (aproximadamente)
Criador(es) Sílvio de Abreu
País de origem Brasil
Idioma original português
Produção
Diretor(es) Jorge Fernando
Elenco
Tema de abertura "Vítima", Rita Lee & Roberto de Carvalho
Tema de encerramento "Vítima", Rita Lee & Roberto de Carvalho
Exibição
Emissora original TV Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 13 de março – 3 de novembro de 1995
Episódios 203

A Próxima Vítima é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo no horário das oito de 13 de março a 3 de novembro de 1995, em 203 capítulos.[1] Substituiu Pátria Minha e foi substituída por Explode Coração, sendo a 50.ª "novela das oito" exibida pela emissora.

Escrita por Sílvio de Abreu, com colaboração de Alcides Nogueira e Maria Adelaide Amaral, com direção de Jorge Fernando, Rogério Gomes, Marcelo Travesso e Alexandre Boury, contou com a direção geral e núcleo de Jorge Fernando[2].

Contou com as participações de Tony Ramos, Susana Vieira, José Wilker, Aracy Balabanian, Cláudia Ohana, Natália do Vale, Paulo Betti e Tereza Rachel.[1]

Em 2012, foi eleita pelo Portal Terra uma das cinquenta melhores novelas de todos os tempos.[3]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Marcelo é um homem aproveitador e mau-caráter, casado por interesse com uma mulher bem mais velha, a rica Francesca Ferreto. Porém vive um tórrido romance com a jovem, inescrupulosa e fogosa Isabela Ferreto, sobrinha de Francesca e noiva do rico e apaixonado Diego, que desconhece seu verdadeiro caráter. Marcelo também é amante de Ana há vinte anos, com quem tem três filhos. Ela é uma mulher forte, batalhadora e dona de uma cantina italiana.

Na mansão dos Ferreto também moram o casal Eliseo e Filomena, irmã de Francesca, que controla os negócios da família com mão de ferro. Dominadora, manipula a vida de muitos personagens, principalmente a do marido, um homem humilhado e submisso. Carmela, a irmã mais nova de Francesca e Filomena, também vive na mansão. Ambiciosa e ressentida por ter sido abandonada pelo marido, ela vê na filha Isabela sua grande esperança para conseguir um lugar de destaque no mundo. Há também uma quarta irmã, Romana, que sustenta o gigolô Bruno, a quem adotou como filho. Elegante e rica, adora dinheiro e sabe desfrutar muito bem dos prazeres que ele proporciona. Vive há muitos anos na cidade de Florença. Tem um temperamento forte como o de Filomena, a quem não suporta, sendo a única mulher da trama com personalidade e força para enfrentá-la.

Com o passar do tempo, Francesca descobre o romance entre Marcelo e Ana e fica inconformada com o fato de ele ter três filhos com a amante. Convencidos por Filomena, eles partem para uma viagem para Itália em lua de mel. Cesca, ao descobrir, resolve viajar para surpreender seu marido com a amante e surge a notícia de que ela foi morta por envenenamento na própria sala do aeroporto.

Uma série de assassinatos, aparentemente sem motivo e conexão entre si, ocorre no desenrolar da trama. Instigada com a sequência de mortes inexplicáveis, a jovem estudante de direito Irene tenta descobrir não só o assassino, mas quem será a próxima vítima. Ela inicia uma minuciosa investigação dos fatos, depois de ter o pai Hélio e a tia Júlia também assassinados, e descobre uma lista com códigos. É a famosa lista do horóscopo chinês, com a data de nascimento de todas as sete vítimas. Enquanto Irene trabalha como detetive, novas mortes vão acontecendo. A lista do horóscopo chinês, recebida pelas vítimas antes do crime, é só o que há de comum entre todas as mortes.

Mortes[editar | editar código-fonte]

Número Personagem Como morreu Signo do horóscopo chines Capítulo Data da exibição
1 Giggio de Angelis Morte que ocasionou as demais. Ele foi assassinado a tiros em 1968. Em 1995, foi por queima de arquivo. Em 2000, foi por vingança. . Capítulo 203 3 de novembro de 1995
2 Leontina Mestieri A sela do cavalo no qual andava foi afrouxada de propósito. Ela caiu e bateu a cabeça em uma pedra. Javali Capítulo 203 3 de novembro de 1995
3 Paulo Soares (Arnaldo Roncalho) Foi atropelado pelo Opala preto. Foi a primeira morte mostrada ao público. Cavalo Capítulo 1 13 de março de 1995
4 Hélio Ribeiro Foi envenenado por um uísque na sala VIP do aeroporto Tigre Capítulo 6 18 de março de 1995
5 Josias da Silva Foi empurrado na linha do trem Cão Capítulo 35 21 de abril de 1995
6 Júlia Braga Seu Uno foi fechado pelo Opala preto. O assassino saiu do Opala, e apontou uma arma para ela, atirando em seu peito sem lhe dar a menor chance de defesa. Morreu horas mais tarde no hospital. Serpente Capítulo 60 20 de maio de 1995
7 Ivette Bezerra Já havia sofrido um atentado e passou a fingir uma total invalidez. Ao ser descoberta pelo assassino, não escapou do segundo atentado e foi morta com uma coronhada em casa. Cabra Capítulo 91 26 de junho de 1995
8 Kléber Noronha Foi empurrado no poço do elevador do prédio onde morava Dragão Capítulo 136 17 de agosto de 1995
9 Ulisses Morto numa explosão no depósito de gás da pizzaria . Capítulo 178 5 de outubro de 1995
10 Eliseo Giardini Última vítima do assassino, foi asfixiado por monóxido de carbono após levar uma coronhada na garagem da mansão dos Ferreto . Capítulo 199 30 de outubro de 1995

Paralelo aos assassinatos misteriosos em série, outros dois assassinatos ocorreram na trama.

Número Personagem Como morreu Data da exibição
1 Andréia Barcelos Secretária do Frigorífico Ferreto, assassinada com um tiro por Isabela Ferreto e teve seu carro jogado numa represa Capítulo 117 26 de julho de 1995
2 Romana Ferreto Foi afogada por Bruno na piscina da mansão dos Ferreto enquanto estava dopada. Bruno executava um plano de Isabela. Capítulo 190 19 de outubro de 1995

Produção[editar | editar código-fonte]

Os bairros da Mooca e do Bixiga serviram de cenário para as gravações externas.

Conhecido por usar comédia escrachada em suas novelas, Silvio de Abreu teve que mudar de lado ao escrever uma trama totalmente oposta às que ele escreveu anteriormente[4].

Idealizada como uma produção neo-realista, o drama policial foi colocado como fio condutor da história. O objetivo era mostrar tudo de maneira natural, sem uso de efeitos especiais ou relacionados, juntando a isso o clima de suspense com romance policial[5].

A cidade de São Paulo voltava a ser locação em uma "novela das oito", depois de quase cinco anos. A ultima havia sido Meu Bem, Meu Mal em 1990. Os bairros da Mooca e do Bixiga foram os mais salientados, devido à grande concentração de descendentes de italianos. Além de servirem de cenário para muitas gravações, também foram inspiração para as cidades cenográficas da novela.[6]

As gravações na Itália, mais precisamente nas regiões de Nápoles, Sorrento, Costa Amalfitana e ilha de Ischia começaram em dezembro de 1994. Participaram dessas primeiras rodagens, os atores Suzana Vieira, José Wilker e Glória Menezes[4].

O autor Silvio de Abreu retratou os negros da novela como pessoas de classe média alta, indo em contrapartida a trabalhos exibidos anteriores. A intenção do autor era não criar polêmicas, e mostrar uma segunda face da moeda que não era tão explorada na televisão.[7]

Devido à grande repercussão sobre o final da novela, o diretor Jorge Fernando cogitou exibir as principais cenas (como a revelação do verdadeiro assassino) ao vivo dentro dos estúdios. Porém ele desistiu da ideia, pois alguns atores tinham compromissos artísticos a cumprir. A solução encontrada foi gravar o final duas horas antes de ir ao ar, para evitar vazamentos[8].

Foram gravados dois finais principais sobre a identidade do assassino: no primeiro (exibido originalmente), o assassino Adalberto (Cecil Thiré) matava as testemunhas de um assassinato cometido por ele mesmo em 1968; já no segundo (exibido na reprise de 2000 e internacionalmente), Ulisses (Otávio Augusto) matava as testemunhas que tinham deixado seu pai ser preso por um crime que não havia cometido[9]. Para a versão internacional, foram gravados mais 3 finais diferentes, além do final original[10]

O ator Paulo Betti se inspirou no detetive Peter Falk, do filme "Asas do desejo" para compor seu personagem[11].

A telenovela foi acusada de plágio pelo escritor e advogado Péricles Crispim. Segundo ele, a novela foi baseada em Por um Raio de Luz, sinopse que ele enviou à Globo em 1991. Ele entrou na Justiça pedindo a suspensão da novela, porém teve seu pedido indeferido[12].

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator/Atriz[1][13] Personagem[1][13]
Tony Ramos José Carlos Mestieri (Juca)
Susana Vieira Ana Carvalho
José Wilker Marcelo Rossi
Aracy Balabanian Filomena Ferreto Giardini (Filó)
Cláudia Ohana Isabela Ferreto Vasconcellos
Natália do Vale Helena Braga Ribeiro
Tereza Rachel Francesca Ferreto Rossi
Yoná Magalhães Carmela Ferreto Vasconcellos (Cacá)
Rosamaria Murtinho Romana Ferreto
Gianfrancesco Guarnieri Eliseo Giardini
Lima Duarte José Mestieri (Zé Bolacha)
Paulo Betti Detetive Olavo Rodrigues de Melo
Vivianne Pasmanter Irene Braga Ribeiro
Marcos Frota Diego Bueno
Cecil Thiré Adalberto Vasconcellos
Vera Holtz Quitéria Bezerra (Quitéria Quarta-Feira)
Otávio Augusto Ulisses Carvalho
Alexandre Borges Bruno Biondi
Flávio Migliaccio Vitório Giovanni (Vitinho)
Nicette Bruno Nina Giovanni
Antônio Pitanga Kléber Noronha
Zezé Motta Maria de Fátima Noronha (Fátima)
Selton Mello Antônio Mestieri (Tonico)
Deborah Secco Carina Carvalho Rossi
André Gonçalves Sandro Carvalho Rossi (Sandrinho)
Lui Mendes Jefferson Noronha
Norton Nascimento Sidney Noronha
Camila Pitanga Patrícia Noronha
Roberto Bataglin Cláudio Ramos
Pedro Vasconcelos Lucas Braga Ribeiro
Georgiana Góes Iara Mestieri
Eduardo Felipe Giulio Carvalho Rossi
Lugui Palhares Adriano do Amaral
Isabel Fillardis Rosângela Moraes
Mila Moreira Carla
Patrícya Travassos Solange Lopes
Vítor Branco Alfredo Duarte
Lídia Mattos Diva da Silva
Liana Duval Ivete Bezerra
Edgard Amorim Miroldo (Miro)
Andréa Avancini Teca
Nizo Neto Marco
Marcelo Barros Cuca
Washington Gonzales Eduardo da Silva (Duda Maluco)
Catarina Abdalla Marizete
Lucy Mafra Alcina
Hilda Rebello Zulmira
Patrick de Oliveira Arizinho

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

Ator/Atriz Personagem
Carlos Eduardo Dolabella Giggio de Angelis
Francisco Cuoco Hélio Ribeiro
Maria Helena Dias Leontina Giovanni Mestieri
Reginaldo Faria Paulo Soares / Arnaldo Roncalho
Vera Gimenez Andréa Barcellos
José Augusto Branco Josias da Silva
Renata Schumann Sabrina Rodrigues de Melo
Emiliano Queiroz Antônio Quintela
Castro Gonzaga Pedro Roncalho
Dalmo Cordeiro Gilberto (Giba)
Dandara Guerra Isabela (criança)
Danielle Winits Ana (jovem)
Élcio Romar Detetive Eurípedes Lopes
Gilberto Sálvio pai de Ana e Ulisses
Glória Menezes Júlia Braga
Jaime Leibovitch Terapeuta de Helena
Jonas Bloch Delegado Régis
Jorge Lucas um dos policiais que prendem Tonico
Mauro Mendonça Otávio Bueno
Tânia Scher Márcia Bueno
Marco Miranda Dr. Edson
Marcus Alvisi Dr. Milton
Ricardo Warnick Pedro Paulo
Denise Del Cueto dona Clarisse
Samir Murat Roberval Correa
Lafayette Galvão Dr. Osnir
José Steinberg Sérgio
Norma Geraldy Úrsula Ferreto
Vanda Lacerda Anunciata Ferreto
Lícia Magna Magda Ferreto
Susana Werner Liane
Renata Vasconcellos Modelo
Antônio Fagundes Dr. Astrogildo
Cláudia Raia Mulher misteriosa assasinada no último capítulo
Cláudio Macdowell José Celso

Reprises[editar | editar código-fonte]

Foi reprisada no Vale a Pena Ver de Novo entre 10 de julho e 8 de dezembro de 2000, substituindo Tropicaliente e antecedendo Roque Santeiro.[14]

Foi reexibida na íntegra pelo Canal Viva de 9 de setembro de 2013 a 18 de junho de 2014, substituindo Renascer e sendo substituída por A Viagem, às 16h15.[15]

A partir de 17 de fevereiro de 2014, a Rede Globo inverteu os horários do Vale a Pena Ver de Novo e Sessão da Tarde, fazendo com que o Viva apresentasse A Próxima Vítima mais cedo, às 14h30, para que o público acompanhe as novelas nas duas emissoras das Grupo Globo.[16]

Repercussão[editar | editar código-fonte]

A trama abordou a história de uma família de negros de classe média alta, com um detalhe muito chamativo: uma demonstração rara de consciência racial perante os costumes da sociedade brasileira daquela época. Sidney e o pai não gostavam do namoro de sua irmã e filha mais nova Patrícia com um jovem branco e louro, em contraponto ao mito fundador da cultura comportamental brasileira que prega que a mistura racial anula o racismo. Uma pesquisa comprovou que os telespectadores apontavam como real as situações vividas por essa família. Eles também consideravam como positiva a maneira como a classe negra estava sendo abordada na novela[17].

O ator André Gonçalves, que interpretava o homossexual Sandrinho afirmou que, por conta do seu personagem, sofria constantes ameaças e xingamentos, chegando até a ser agredido nas ruas.[18]

Uma das cenas mais marcantes da novela aconteceu no capítulo 50, exibido em 9 de maio de 1995, quando Isabela é empurrada da escada da mansão por Diego no dia do seu casamento, logo depois de descobrir que Isabela o traía com Marcelo. Outra sequência de cenas chocantes foi no capítulo 171, exibido em 27 de setembro de 1995: depois de descobrir que Isabela o traia, Marcelo começa a cortá-la com uma faca, deixando-a toda machucada e desfigurada. Esta última cena foi considerada altamente misógina, e foi o estopim para que um grupo de feministas se manifestasse contra a novela acerca do excesso de agressões que a personagem Isabela sofria. O argumento principal foi de que a novela banalizava a violência contra a mulher.[19] Respondendo às críticas, o autor Sílvio de Abreu afirmou que a personagem estava sofrendo os castigos por ser uma vilã, e que segundo ele, "o mal não tem sexo".[20]

O assunto sobre quem era o assassino da trama gerou polêmicas nos capítulos finais, inclusive entre as classes política e sindical. Alguns senadores e líderes sindicais chegaram a palpitar sobre a identidade do verdadeiro assassino.[21][22]

Audiência[editar | editar código-fonte]

Horário # Eps. Estreia Final Posição Temporada Classificação geral
Data Primeiro
capítulo
Data Último
capítulo
Segunda—Sabádo
20:40
203
13 de março de 1995
52
3 de novembro de 1995
64 #1 1995 51

O primeiro capítulo da trama obteve 52 pontos de média.[23]

A menor audiência da trama é de 40 pontos, alcançada no dia 13 de maio de 1995.

A audiência da trama sempre manteve-se na casa dos 50 pontos, algumas vezes um pouco abaixo disso. A partir de 19 de junho de 1995, todas as médias semanais da novela ficaram acima dos 50 pontos.

No dia 16 de outubro de 1995 alcançou recorde de 60 pontos.

Nos dias 31 de outubro e 1 de novembro de 1995, a trama alcançou sua segunda maior audiência. Foram registrados 63 pontos em ambos os dias.

Seu último capítulo teve média de 64 pontos, e picos de 68, ainda que uma alta audiência frustou a Rede Globo que esperava 70 pontos. Mesmo assim, terminou com a maior audiência de um último capítulo de novela das oito em 3 anos, desde De Corpo e Alma[24][25]

A trama teve média de 51 pontos, tornando-se um fenômeno de audiência.[26]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Nacional[editar | editar código-fonte]

A Próxima Vítima
Trilha sonora de Vários intérpretes
Lançamento 1995
Gênero(s) MPB
Duração 52:37
Formato(s) LP, K7, CD
Gravadora(s) Som Livre
Cronologia de Vários intérpretes
A Próxima Vítima Internacional

Capa : Camila Pitanga

N.º TítuloMúsicaPersonagem Duração
1. "Quem é Você"  SimoneTema de Carmela 3:10
2. "Sereia"  Lulu SantosTema de Carina 4:34
3. "Pacato Cidadão"  SkankTema de Tonico 4:03
4. "Trilhas (Traces)"  Guilherme ArantesTema de Helena 3:27
5. "Happy Hour"  Eduardo DusekTema de Patrícia 4:05
6. "Aliás"  DjavanTema de Marcelo 3:21
7. "Vítima"  Rita Lee & Roberto de CarvalhoTema de abertura 4:17
8. "Pareço Um Menino"  Fábio Jr.Tema de Zé Bolacha 4:28
9. "Aleluie-me, Baby"  Bad Girls[2]Tema de Isabela 4:05
10. "Catedral (Cathedral Song)"  Zélia DuncanTema de Irene 2:50
11. "Alguém Que Olhe Por Mim (Someone To Watch Over Me)"  Cauby Peixoto (part. esp. Gal Costa)Tema de Sidney 3:45
12. "Io Che Amo Solo a Te"  Sergio Endrigo[2]Tema de Ana 3:47
13. "Estação São Paulo"  Adriana Ribeiro (part. esp. Demônios da Garoa)Tema de Locação - São Paulo 3:16
14. "E Lucevan Le Stelle"  Fernando Portari[2]Tema de Juca 3:14

Internacional[editar | editar código-fonte]

A Próxima Vítima - Internacional
Trilha sonora de Vários intérpretes
Lançamento 1995
Gênero(s) Reggae, Hard Rock, Eurodance, Música pop
Duração 01:00:30
Formato(s) LP, K7, CD
Gravadora(s) Som Livre
Cronologia de Vários intérpretes
A Próxima Vítima Nacional

Capa Selton Mello

N.º TítuloMúsicaPersonagem Duração
1. "Black Roses"  Inner CircleTema de Irene 4:27
2. "I Live My Life for You"  FirehouseTema de Ana 4:18
3. "Be My Lover (Radio Edit)"  La Bouche  4:00
4. "I Got a Name"  Jim CroceTema de Zé Bolacha 3:08
5. "More Than a Woman"  Flava To Da BoneTema de Isabela 4:02
6. "Bizarre Love Triangle"  Frente!Tema de Carmela 1:58
7. "No More I Love You's"  Annie LennoxTema de Helena 4:50
8. "Let's Stay Together"  Bobby Ross AvilaTema de Patrícia 4:40
9. "Holding On To You"  Terence Trent D'Arby[2]Tema de Bruno 6:00
10. "Around The World"  East 17Tema de Tonico e Carina 4:30
11. "That's The Way"  Double You  3:20
12. "Independent Love Song"  Scarlet[2]Tema de Sidney e Carla 3:48
13. "Tough Girl"  Martine  4:30
14. "Fotonovela"  Alexis San NicolasTema de locução: Boate de Quitéria 4:17

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

APCA (1995)
  • Melhor novela[27]
  • Melhor atriz - Aracy Balabanian (Empatada com Laura Cardoso por Irmãos Coragem)[27]
  • Melhor ator coadjuvante - Flávio Migliaccio[27][28]
Prêmio Contigo! (1996)
  • Melhor novela[29]
  • Participação especial feminina - Rosamaria Murtinho[29]
  • Participação especial masculina - Alexandre Borges[29]
  • Melhor vilã - Cláudia Ohana[29]
  • Melhor figurino - Helena Brício[29]
  • Melhor autor - Sílvio de Abreu[29]
  • Melhor diretor - Jorge Fernando[29]
  • Melhor maquiagem - Lindalva Veronez[29]
  • Melhor cenário -[29]
  • Melhor abertura - Hans Donner[29]
Troféu Imprensa (1995)
  • Melhor novela
  • Melhor atriz - Aracy Balabanian

Referências

  1. a b c d e Teledramaturgia. «A Próxima Vítima - Elenco». Consultado em 11 de outubro de 2013 
  2. a b c d e f Memória Globo. «A Próxima Vítima». Consultado em 10 de novembro de 2009 
  3. «Las 50 mejores telenovelas de todos los tiempos» (em espanhol). Portal Terra. Consultado em 13 de março de 2012 
  4. a b c «Abreu troca comédia por trama policial». Folha de S.Paulo. 20 de novembro de 1994. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  5. a b «Assassinatos em série conduzem nova novela de Sílvio de Abreu». Folha de S.Paulo. 15 de janeiro de 1995. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  6. «São Paulo vira cenário em "A Próxima Vítima"». Folha de S.Paulo. 19 de fevereiro de 1995. Consultado em 12 de novembro de 2017 
  7. «Autor afirma que não quer polêmica». Folha de S.Paulo. 16 de julho de 1995. Consultado em 12 de novembro de 2017 
  8. «Olavo revela assassino em cena gravada 2 horas antes de ir ao ar». Folha de S.Paulo. 29 de outubro de 1995. Consultado em 12 de novembro de 2017 
  9. «Sucesso em 1995, 'A Próxima Vítima' reprisa a trama policial no Viva». Terra. 9 de setembro de 2013. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  10. «Elenco de 'A Próxima Vítima' grava três finais». Folha de São Paulo. 16 de dezembro de 1995. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  11. «Filme serve de inspiração». Folha de S.Paulo. 29 de outubro de 1995. Consultado em 12 de novembro de 2017 
  12. «Advogado pede suspensão de novela da Rede Globo». Folha de S.Paulo. 9 de setembro de 1995. Consultado em 15 de dezembro de 2017 
  13. a b Memória Globo. «Ficha Técnica». Consultado em 10 de novembro de 2009 
  14. «Globo reprisa "A Próxima Vítima", mas promete exibir final diferente». Folha Ilustrada. 7 de julho de 2000. Consultado em 27 de julho de 2015 
  15. João da Paz (6 de setembro de 2013). «A Próxima Vítima, de Silvio de Abreu, volta ao ar no canal Viva». Notícias da TV. Consultado em 27 de julho de 2015 
  16. «Viva muda horário de novela para evitar concorrência com a Globo». Notícias da TV. UOL. 4 de fevereiro de 2014. Consultado em 7 de fevereiro de 2014 
  17. «Novela disfarça preconceito racial e agrada telespectadores». Folha de S.Paulo. 16 de julho de 1995. Consultado em 12 de novembro de 2017 
  18. «Ator da Globo sofre agressão». Folha de S.Paulo. 9 de janeiro de 1997. Consultado em 12 de novembro de 2017 
  19. «Feministas condenam agressão a Isabela». Folha de S.Paulo. 22 de outubro de 1995. Consultado em 12 de novembro de 2017 
  20. «"O mal não tem sexo", rebate Silvio de Abreu». Folha de S.Paulo. 22 de outubro de 1995. Consultado em 12 de novembro de 2017 
  21. «Palpite de ACM estava certo». Folha de S.Paulo. 4 de novembro de 1995. Consultado em 12 de novembro de 2017 
  22. «Vicentinho queria Zé Bolacha». Folha de S.Paulo. 4 de novembro de 1995. Consultado em 12 de novembro de 2017 
  23. «Patria Minha tem pior audiência em três anos». Folha de S.Paulo. 15 de março de 1995. Consultado em 26 de março de 2015 
  24. «Ibope divulga dados sobre último capítulo de A Próxima Vítima». Folha de S.Paulo. 7 de novembro de 1995. Consultado em 26 de março de 2015 
  25. «Rede Globo esperava audiência maior». Folha de S.Paulo. 4 de novembro de 1995. Consultado em 6 de maio de 2019 
  26. «20 anos de A Próxima Vítima». 13 de março de 2015. Consultado em 26 de março de 2015. Arquivado do original em 2 de abril de 2015 
  27. a b c Associação Paulista de Críticos de Arte. «Os Melhores da APCA». Consultado em 10 de novembro de 2009 [ligação inativa]
  28. Memória Globo. «Biografia Flávio Migliaccio». Consultado em 10 de novembro de 2009 
  29. a b c d e f g h i j Contigo!. «1º Prêmio Contigo! (1996) - Vencedores». Consultado em 10 de novembro de 2009. Arquivado do original em 7 de julho de 2012 

[1]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  1. «Folha de S.Paulo - Rede Globo esperava audiência maior - 4/11/1995». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 11 de agosto de 2019