Ciranda de Pedra (2008)

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Ciranda de Pedra
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero
Duração 50 minutos
Criador(es) Alcides Nogueira
Baseado em Ciranda de Pedra de Lygia Fagundes Telles
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Denise Saraceni
Carlos Araújo
Elenco
Tema de abertura "Redescobrir", Elis Regina
Tema de encerramento "Redescobrir", Elis Regina
Exibição
Emissora de televisão original Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 5 de maio3 de outubro de 2008
N.º de episódios 131[1]

Ciranda de Pedra foi uma telenovela brasileira produzida e exibida no horário das 18 horas, pela Rede Globo, de 5 de maio à 3 de outubro de 2008, em 131 capítulos,[2] substituindo Desejo Proibido e sendo substituída por Negócio da China. Foi a 71ª "novela das seis" exibida pela emissora. Escrita por Alcides Nogueira, livremente inspirada no romance homônimo de Lygia Fagundes Telles, é escrita com a colaboração de Mário Teixeira, Rodrigo Amaral e Lucio Manfredi, tendo direção de Maria de Médicis, Natalia Grimberg, André Luiz Câmara e Allan Fiterman, direção geral de Carlos Araújo e direção de núcleo de Denise Saraceni [3]. Esta é a segunda adaptação do livro produzida pela emissora, que já havia realizado uma outra adaptação exibida na mesma faixa em 1981.

Contou com Ana Paula Arósio, Marcello Antony, Tammy Di Calafiori, Max Fercondini, Caio Blat, Anna Sophia Folch, Ana Beatriz Nogueira e Daniel Dantas nos papéis principais.

Produção[editar | editar código-fonte]

A telenovela é baseada no romance homônimo, lançado por de Lygia Fagundes Telles em 1984, o qual já havia gerado a primeira versão da telenovela em 1981, também pela Rede Globo. Apesar disso, o autor Alcides Nogueira fez algumas alterações em relação ao livro, a principal delas sendo a ambientação da trama, que se passava originalmente na década de 40, enquanto na telenovela de 2008 foi alterada para 1958 – ano considerado por ele como marcado por grandes transformações. Outra alteração foi a adição de um núcleo de humor à história.[4] Em relação à telenovela de 1981, o único elemento aproveitado da primeira versão pelo autor foi o personagem Eduardo, interpretado por Bruno Gagliasso, um recém-chegado engenheiro que se apaixona por Margarida (Cléo Pires) e, mais tarde, por Virgínia (Tammy Di Calafiori). Alcides Nogueira disse ter recebido carta branca[4] da autora do romance para que fizesse todas as alterações necessárias. Em matéria publicada na revista Veja São Paulo, Lygia disse que considera a adaptação de Alcides muito melhor que a versão de 1981. Lygia declarou: "O roteiro é muito delicado e cuidadoso". A autora trocou telefonemas com Alcides nos quais contou suas impressões sobre a trama.[5]

A nova adaptação de Ciranda de Pedra trouxe uma inovação, o recurso de ambientação virtual da novela. Esse recurso, usado em caráter experimental em O Profeta nas passagens de cena, dessa vez foi aprimorado. Para tal, a produção utilizou um enorme painel de 12 metros de altura por 28 metros de largura para a inserção de imagens em chroma key. Nele são sobrepostas cenas gravadas e produzidas em um cruzamento em São Paulo. Os prédios da trama, construídos na cidade cenográfica, no Rio, foram inspirados nos estilos art déco e modernista e tinham o pé-direito duplo. Todos esses recursos tinham o objetivo de imprimir às cenas a grandiosidade e a agitação que a cidade de São Paulo já exibia naquela época.[6] O tema de abertura de uma novela da Globo coincidiu com um tema musical já usado pelo SBT: "Redescobrir", de Elis Regina, já havia sido tema de abertura da novela Razão de Viver, exibida pelo SBT em 1996.

Escolha do elenco[editar | editar código-fonte]

José Rubens Chachá substituiu Paulo Betti no papel de seu Memé. Paulo, que havia feito até a prova do seu figurino para a novela, simplesmente declinou do papel. Por causa do personagem, Chachá teve de pintar semanalmente seus cabelos, já que Memé era um barbeiro que fazia em si próprio experiências com tinturas de cabelo.[2][4][7] As atrizes que viveriam as três filhas de Laura seriam Paola Oliveira, Patrícia Werneck e Larissa Queiroz, mas a diretora Denise Saraceni acabou mudando de opinião e colocou três atrizes até então desconhecidas para evitar comparações com a versão anterior. Foram as escolhidas Ariela Massoti, como Otávia, Anna Sophia Folch, como Bruna, e Tammy Di Calafiori, como Virgínia. Marco Ricca seria o intérprete do vilão Natércio, mas, por causa de compromissos com o cinema, não pôde viver o personagem, que acabou ficando com Daniel Dantas.[1] O autor havia escrito uma personagem especialmente para Vivianne Pasmanter, a médica Lígia, porém a atriz recusou o convite por estar passando por um período conturbado pelo fim de seu casamento, sendo que a personagem foi retirada da história, sem ser passada para outra artista.[8]

Regina Casé fez uma participação na trama, interpretando Eunice Jardim, uma apresentadora de televisão que vai conhecer dona Jovelina e saber mais sobre o dom dela de ler as unhas. As primeiras cenas dela foram ao ar em 2 de setembro de 2008[9] Mônica Torres esteve no elenco das duas versões. Na primeira ocasião ela foi Letícia, personagem amiga de Virgínia; em 2008 ela foi Julieta (mãe de Letícia), vivida anteriormente por Ana Lúcia Torre. Assim como José Augusto Branco, que nessa versão vive Silvério, na adaptação de 1981 foi o personagem Moreno. Marcello Antony, para compor o caráter idealista e humanitário de seu personagem, o neurologista Daniel, disse ter buscado referências em médicos como o dr. Dráuzio Varella, ao qual definiu como "um cara que acredita na medicina, na ligação entre médico e pacientes"[10].

Mudanças no enredo[editar | editar código-fonte]

Laura estava prevista para permanecer apenas até o capítulo 80, no qual morreria e passaria o protagonismo para a filha, Virgínia, como na trama original. Porém a emissora observou que Ana Paula Arósio era o principal fator pelo qual os espectadores assistiam a novela, devido a popularidade da atriz, e desistiu-se de matar sua personagem, mantendo seu protagonismo até o final da telenovela, enquanto Tammy Di Calafiori foi mantida como coadjuvante, temendo que os índices da novela diminuíssem.[11] Além da rejeição à morte de Laura, pesquisas apontaram uma mudança de perfil dos telespectadores da emissora no horário das 18 horas, agora composto de jovens que nesse horário trocam a televisão pela Internet.[12] O ator Samuel Assis, que interpretava Emiliano, o químico industrial da Cassini & Prado Metalúrgica, foi dispensado da novela depois de uma avaliação interna realizada pela emissora, que constatou que seu personagem não havia funcionado.[13]

Temas como eutanásia, homossexualidade, suicídio e impotência, abordados no romance original, não aparecem nessa adaptação por uma opção de Nogueira, que não pretendia criar polêmicas e por causa da classificação etária dos programas, chamada pelo autor de "censura disfarçada", que não permitiria que a novela fosse exibida às 18 horas.[2][14] A homossexualidade da personagem Letícia, entretanto, foi aprovada pela emissora apenas para ir ao ar na última cena da personagem no último capítulo, quando ela inicia um relacionamento com sua treinadora de tênis.

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Ana Paula Arósio viveu um papel completamente diferente dos anteriores ao interpretar Laura, uma mãe de três jovens interpretadas por atrizes entre 19 e 23 anos, muito embora a própria Ana tivesse somente 32 anos na época, nove anos a mais que a mais velha delas, o que gerou diversas controvérsias sobre sua escalação para um papel tido como "velho demais" para ela.[15] A imprensa classificou a escalação como equivocada, uma vez que, mesmo que as personagens tivessem idades para mais e para menos anos, Ana ainda aparentava ser muito jovem e visualmente parecia irmã das atrizes que interpretavam suas filhas.[15] Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo Ana Paula revelou que estava feliz pelo trabalho por admirar a obra original, mas lamentou ser alçada ao posto de "mãe de adolescente" tão cedo e o rápido envelhecimento de seus personagens: "As coisas na Globo são muito rápidas: na primeira novela você é filha da mocinha; na segunda, é a mocinha; na terceira, é a mãe da mocinha".[16]

As críticas se intensificaram quando outros autores da própria emissora deram declarações dizendo que a escolha da atriz para o papel era equivocada e apagava o brilho de protagonista jovem dela. Manoel Carlos declarou que a atriz era "muito nova, sem idade para ser mãe de adolescentes. Mas ela saberá fazer tudo isso muitíssimo bem, porque é uma excelente atriz"; Glória Perez disse que jamais pensaria em colocar a atriz em um papel tão velho; já Benedito Ruy Barbosa foi enfático ao dizer que "Eu a acho muito moça e muito bonita para fazer o papel de mãe tão já. Nas minhas novelas, ela continua como mocinha de 20 e poucos anos".[17]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Em 1958, Laura (Ana Paula Arósio) e Natércio Silva Prado (Daniel Dantas) formam um dos mais bonitos e invejados casais da elite de São Paulo. Ele é um advogado conceituado e ávido para seguir uma vitoriosa carreira jurídica, e Laura é uma mulher elegante e culta. O casal tem três filhas: a ardilosa Otávia (Ariela Massotti), a religiosa Bruna (Anna Sophia Folch) e a romântica Virgínia. A família mora em um casarão do Jardim Europa, e Virgínia (Tammy di Calafiori), desde o nascimento, sempre foi muito apegada à mãe, e esta à filha caçula, o que despertou o ciúme das outras duas filhas.

Virgínia é apaixonada por Conrado (Max Fercondini), filho do industrial Cícero Cassini (Osmar Prado), um homem rico, filho de imigrantes italianos e sócio de Natércio em uma metalúrgica. Cícero é verdadeiramente apaixonado pela esposa, Julieta (Mônica Torres), e adora pegar no pé da filha Letícia (Paolla Oliveira), jogadora de tênis. Laura sofre de distúrbios emocionais que a fazem ter crises constantes. Ora é tranquila, simpática; ora é intragável e nervosa. Doente, ela se trata com o atencioso médico Daniel Freitas (Marcello Antony) - com quem já teve um caso no passado -, que é o oposto de Natércio, sempre ocupado demais para dar atenção à esposa. Para fugir da falta de compreensão, Laura sempre busca o apoio de seu médico, que, apesar de não o manifestar, ainda é apaixonado por ela e se esforça para sublimar seus sentimentos. Não suportando mais conviver com a arrogância do marido, Laura decide acabar seu casamento. Natércio manda internar a esposa como louca.

Daniel, contudo, resgata a amada do sanatório e leva-a para morar em sua casa, um sobradinho no bairro da Vila Mariana. Fazendo visitas à mãe, Vírginia faz amizade com uma doce e tímida professora, Margarida (Cleo Pires), que é apaixonada por Eduardo (Bruno Gagliasso), um engenheiro jovem, bonito e honesto, que acaba de chegar à cidade e logo se torna um grande amigo de Daniel. Ela faz parte de uma família muito animada: sua irmã mais velha, Elzinha (Leandra Leal), só pensa em casar com um homem rico. E ainda esconde um segredo: sua irmã Lindalva (Ana Karolina Lannes), na verdade é a sua filha com Patrício (Júlio Andrade), filho de Urânia (Mila Moreira), dona do Grêmio da cidade. O pai de Margarida e Elzinha, Memé (José Rubens Chachá), vive às turras com a sogra, dona Ramira (Walderez de Barros). Natércio, entretanto, fará de tudo para ter sua mulher de volta, contando com o apoio de Frau Herta (Ana Beatriz Nogueira), sua fiel governanta, uma mulher austera e temida pelos demais empregados da mansão, que, na realidade, odeia Laura com todas as forças e é completamente apaixonada pelo ricaço. Lá também há Letícia (Paolla Oliveira), que quer a fama de qualquer maneira, dedicada a se tornar uma tenista de sucesso. Envolve-se amorosamente com o misterioso Arthur Xis (Guilherme Weber), mas, ao final da trama, acaba ficando com sua treinadora, Joyce (Ana Furtado), com quem viaja para o exterior. Essa foi uma forma de o autor da novela fazer uma referência à Letícia do livro, que era originalmente lésbica.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Exibição[editar | editar código-fonte]

Adiantada em cinco semanas, Ciranda de Pedra estreou às 18 horas, faixa de horário que sofria com as baixas audiências registradas pelas novelas, desde o término de O Profeta (2006).[18] A Globo quis evitar que a novela sucessora de Ciranda estreasse durante o horário de verão que, segundo a emissora, prejudica a audiência das tramas, como aconteceu com Desejo Proibido, que amargou baixos índices de audiência. Por conta da antecipação, a equipe de Ciranda de Pedra chegou a trabalhar com a mesma equipe da minissérie Queridos Amigos, também núcleo de Denise Saraceni. No dia 5 de abril, um mês antes da estreia da novela, a Rede Globo começou a exibir os teasers de Ciranda de Pedra com o slogan: "O amor faz a vida girar. Vem aí Ciranda de Pedra. A nova novela das 6". Nesses teasers, os atores aparecem brincando de roda e, no fim, formam uma ciranda deitados no chão.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Ana Paula Arósio Laura Toledo Silva Prado
Marcello Antony Dr. Daniel Freitas
Daniel Dantas Natércio Toledo Silva Prado
Ana Beatriz Nogueira Frau Herta Adler
Tammy Di Calafiori Virgínia Toledo Silva Prado
Max Fercondini Conrado Garcia Cassini
Caio Blat Afonso Müller
Anna Sophia Folch Bruna Toledo Silva Prado
Ariela Massotti Otávia Toledo Silva Prado
Leandra Leal Elza Lemos Carmelo (Elzinha)
Cléo Pires Margarida Lemos Carmelo
Bruno Gagliasso Eduardo Ribeiro
Osmar Prado Cícero Cassini
Mônica Torres Julieta Garcia Cassini
Paolla Oliveira Letícia Garcia Cassini
Guilherme Weber Arthur Casimiro de Paiva (Xis)
Ana Furtado Joyce Amado
André Frateschi Frederico Augusto (Peixe)
José Rubens Chachá Palamedes Carmelo (Memé)
Clarice Niskier Alzira Lemos Carmelo
Walderez de Barros Ramira Lemos
Daniele Suzuki Alice
Júlio Andrade Patrício Tomaz
Mila Moreira Urânia Tomaz
Edney Giovenazzi Dr. Madeira
José Augusto Branco Silvério
Maria Pompeu Joaquina Tomaz
Tuna Dwek Iracema
Cláudio Fontana Rogério Paes de Almeida
Hermila Guedes Divina
Laura Cardoso Prosópia
Paulo José Quincas (Joaquim)
Karen Coelho Idalina
Berta Loran Dona Genilda
Lucy Ramos Luciana
André Rebustini Pedro
Glauce Graieb Madame Lenah
Olívia Araújo Jovelina Onofre
Rosa Marya Colin Dona Aurora
Maria Laura Nogueira Rosa
Pedro Garcia Netto Amadeu Bandeira
Ellen Rocche Teodora
Luiza Valdetaro Ritinha (Rita)
Tamara Taxman Maria Emília
Diego Francisco Faísca
Gabrielly Nunes Gracinha (Maria da Graça)
Alice Borges Maria Rita Carvalho (Marilu)
Claudia Netto Isadora Lessa (Dorinha)
Ana Karolina Lannes Lindalva Lemos Carmelo
Nêmora Cavalheiro Naná Tomaz
Marcella Valente Hortênsia
Amanda Richter Marisa
Roberto Frota Dr. Paes de Almeida
André Luiz Frambach Francisco José Carmelo Cassini (Franzé)
Murilo Grossi Tobias Cândido do Amaral
Ricardo Pavão General Andrade
Thiago Luciano Janjão

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Regina Casé Eunice
Alessa Rezende Marilu
Alexandre Barbalho Representante do Banco Metrópole
Amanda Ricther Marisa
André Corrêa Bandeira
Cláudio Caparica Vendedor de móveis de lojas hospitalares
Domingos Meira Alberto
Daniela Oliverti Olga
Farneto Jurado do Miss Suéter
Francisco Gaspar Juraci
Gabriel Wainer Adonir
Gilberto Marmorosch Pe. Américo
Isabel Wilker Márcia
Juliano Righetto Nicolau
Lucas Domso Frequentador do Tênis Clube
Luka Ribeiro Quintela
Orlando Drummond Jurado do Miss Suéter
Paulo Vasconcellos Ferdinando
Paulo Viana Jack Simpson
Pietra Pan Ritinha
Priscila Sztejnman Nely Andrade
Renata Briani Genilda
Rodrigo Andradde Inácio
Ronan Horta Frequentador do Tênis Clube
Samir Murad Antônio
Samuel de Assis Emiliano
Tutuca Jurado do Miss Suéter

Audiência[editar | editar código-fonte]

Sua estreia marcou média de 25 pontos, no limite do que é exigido, que são 30 pontos.[19] A média dos três primeiros capítulos de Ciranda foi de 23 pontos, menos do que sua antecessora, Desejo Proibido, que marcou 27 no mesmo período.[20]

No início de sua última semana a novela se recuperou. No dia 29 de setembro, a trama cravou 25 pontos de média com 31 de pico. Ciranda de Pedra marcou, em seu antepenúltimo capítulo, média de 27 pontos e picos de 33, seu recorde até então. Mas, segundo dados prévios, o recorde se deu em seu último capítulo, que marcou 28 pontos, com pico de 32, baixo para o horário, que geralmente marca 30 pontos em últimos capítulos.[21] Vale lembrar que sua antecessora, Desejo Proibido, marcou, em seu último capítulo, 33 pontos,[22] 5 pontos a mais que Ciranda.

Ciranda de Pedra foi um estouro de audiência em quatro praças brasileiras. No Recife conseguiu incríveis 35 pontos, média satisfatória até para novela das sete, em Porto Alegre a novela fez muito sucesso, sua última semana conseguiu média de 29,61, arredondando para 30, que é a média do horário, no Distrito Federal, marcou 33, e em Florianópolis, 32 pontos. A novela teve uma média razoável de audiência em outras praças: em Belo Horizonte fechou quase na meta, com 29 pontos, em Curitiba, fechou com média razoável, 28 pontos, e no Rio de Janeiro também fez relativo sucesso, com 27 pontos. Foi fracasso em Salvador com apenas 24 pontos, São Paulo com 22 pontos e Fortaleza com 21 pontos.[23]

A média de Ciranda de Pedra foi de 22 pontos e 46% de participação no horário.[24]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Ciranda de Pedra
Trilha sonora
Lançamento 2008
Gênero(s) Vários
Gravadora(s) Som Livre

Capa: Marcello Antony

  1. "Redescobrir" - Elis Regina
  2. "Três" - Adriana Calcanhoto
  3. "Quando Esse Nego Chega" - Zélia Duncan
  4. "Chega de Saudade" - Tom Jobim
  5. "Amor Blue" - Roberta Sá
  6. "Com Essa Cor" - Monique Kessous
  7. "E Daí? (Proibição Inútil e Ilegal)" - Gal Costa
  8. "Tiro Ao Álvaro" - Diogo Nogueira
  9. "Manhã de Carnaval" - Paula Morelenbaum
  10. "Chiclete Com Banana" - Gilberto Gil e Marjorie Estiano
  11. "Rapaz de Bem" - Daniel Gonzaga
  12. "Trevo de Quatro Folhas" - Fernanda Takai
  13. "Chovendo na Roseira" - BR6
  14. "Brigas Nunca Mais" - Milton Nascimento e Jobim Trio
  15. "Queda" - Márcia Castro e Celso Fonseca
  16. "Chegou a Bonitona" - Luiz Melodia
  17. "Por Toda Vida" - Cláudio Lins
  18. "Uma História Para Ficar (Put Your Head On My Shoulder)" - The Originals
E ainda

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Prêmio Extra de Televisão

Melhor Figurino[25]

Prêmio Qualidade Brasil

Melhor Ator Coadjuvante - Osmar Prado[26]

Referências

  1. a b «"Já sou uma senhora", diz Ana Paula Arósio em festa da Globo - 28/04/2008». Folha Online - Ilustrada. 28 de abril de 2008. Consultado em 13 de agosto de 2017. 
  2. a b c «O Globo Online - Alcides Nogueira fala sobre 'Ciranda de pedra', a nova novela da TV Globo» 
  3. Memória Globo. «Ciranda de Pedra - 2ª versão - Trama Principal». Consultado em 16 de janeiro de 2014. 
  4. a b c «Estrelando». estrelando.uol.com.br. Consultado em 12 de abril de 2012. 
  5. «Veja São Paulo - A ciranda de Lygia» 
  6. «'Ciranda de Pedra' tenta reerguer horário das 18h». Terra. 3 de maio de 2008. Consultado em 13 de agosto de 2017. 
  7. «Folha Online - Ilustrada - Por papel em novela da Globo, ator tinge cabelos semanalmente - 11/04/2008». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 12 de abril de 2012. 
  8. «Viviane Pasmanter não fará parte do elenco de "Ciranda de Pedra"». O Planeta TV. 17 de abril de 2008. Consultado em 13 de agosto de 2017. 
  9. «Regina Casé participa de Ciranda de Pedra». Área Vip. 1 de setembro de 2008. Consultado em 13 de agosto de 2017. 
  10. «Marcello Antony faz personagem inspirado em Dráuzio Varella». Terra. 20 de abril de 2008. Consultado em 13 de agosto de 2017. 
  11. «Estrelando - Ciranda de Pedra: Arósio ficará por mais tempo na trama» 
  12. «Novelistas lavam roupa suja na imprensa». Folha de São Paulo. 17 de junho de 2008. Consultado em 13 de agosto de 2017. 
  13. «Ator deixa 'Ciranda de Pedra' após avaliação interna da Globo». Terra. 13 de junho de 2008. Consultado em 13 de agosto de 2017. 
  14. «NaTelinha entrevista com exclusividade o autor Alcides Nogueira» 
  15. a b «O Globo On Line - Ana Paula Arósio, Marcello Anthony e Cléo Pires gravam 'Ciranda de Pedra' no Ibirapuera» 
  16. «Ana Paula Arósio diz que não coloca botox de jeito nenhum». O Globo. Consultado em 23 de abril de 2018. 
  17. «Ana Paula Arósio tem filhas jovens em novela global». Folha Ilustrada. 4 de maio de 2008. Consultado em 13 de agosto de 2017. 
  18. «Estrelando - Torcida: - Audiência é algo imponderável, diz Alcides». web.archive.org. Consultado em 12 de abril de 2012.. Cópia arquivada em 1º de abril de 2008 
  19. «Novela "Ciranda de Pedra" teve pior estréia da década». Folha Ilustrada. 7 de maio de 2008. Consultado em 23 de junho de 2015. 
  20. «Péssimo desempenho de "Ciranda de Pedra" preocupa Globo». Folha Ilustrada. 9 de maio de 2008 
  21. «Último capítulo de "Ciranda de Pedra" registra 28 pontos de audiência». oplanetatv.clickgratis.com.br. Consultado em 12 de abril de 2012. 
  22. «Exclusivo: Ùltimo Capítulo de "Desejo Proibido" marca 33 pontos». oplanetatv.clickgratis.com.br. Consultado em 12 de abril de 2012. 
  23. «Negócio da China - Comercial Local - Direção Geral de Comercialização». comercial.redeglobo.com.br. Consultado em 12 de abril de 2012. 
  24. «Ciranda de Pedra - Últimos Capítulos - Direção Geral de Comercialização». comercial.redeglobo.com.br. Consultado em 12 de abril de 2012. 
  25. «Premio Extra de TV 2008 - Roberta Ferraz: Extra Online». web.archive.org. Consultado em 12 de abril de 2012.. [web.archive.org/web/20090214082217/http://extra.globo.com/lazer/premioTV2008/ Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2009] Verifique valor |arquivourl= (ajuda) 
  26. «.. :: Prêmio - Arte Qualidade Brasil :: ..». www.premioartequalidade.org.br. Consultado em 12 de abril de 2012. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]