Tropicaliente

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Tropicaliente
Logotipo da telenovela
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero Drama
Romance
Duração 45 minutos
Criador(es) Walther Negrão
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Gonzaga Blota
Marcelo Travesso
Rogério Gomes
Elenco Herson Capri
Sílvia Pfeifer
Regina Maria Dourado
Carolina Dieckmann
Carla Marins
Selton Mello
Paloma Duarte
Victor Fasano
Francisco Cuoco
Cássio Gabus Mendes
Márcio Garcia
Stênio Garcia
Ana Rosa
Leila Lopes
Gabriela Alves
Cinira Camargo
Lúcia Alves
ver mais
Tema de abertura "Coração da Gente" Elba Ramalho
Tema de encerramento "Coração da Gente" Elba Ramalho, entre outras canções da trilha sonora nacional e internacional
Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 16 de maio - 31 de dezembro de 1994
N.º de episódios 194 (original)
79 (Vale a Pena Ver de Novo)
194 (Canal Viva)

Tropicaliente é uma telenovela brasileira que foi produzida e exibida no horário das 18 horas pela Rede Globo, entre 16 de maio e 31 de dezembro de 1994, substituindo Sonho Meu e sendo substituída por Irmãos Coragem,[1] totalizando 194 capítulos.[2] Foi a 46ª "novela das seis" exibida pela emissora.

Escrita por Walther Negrão, com a colaboração de Elizabeth Jhin, Ângela Carneiro e Vinícius Vianna e dirigida por Gonzaga Blota, Marcelo Travesso e Rogério Gomes. A direção geral foi de Gonzaga Blota.[3]

Contou com Sílvia Pfeifer, Herson Capri, Victor Fasano, Carla Marins, Cássio Gabus Mendes, Paloma Duarte, Márcio Garcia, Francisco Cuoco, Selton Mello, Carolina Dieckmann e Regina Maria Dourado nos papéis principais da trama.

Enredo[editar | editar código-fonte]

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Ramiro é o líder de uma aldeia de pescadores em Fortaleza, no Ceará. Casado com Serena, a companheira de todas as horas, é pai de dois filhos, Cassiano e Açucena. O rapaz é o namorado de Dalila, filha do grande amigo de Ramiro, Samuel, também pescador, marido de Ester, que tem mais um filho, Davi, um jovem que formou-se doutor mas se envergonha de sua origem humilde.

Letícia é filha do milionário Gaspar Velásquez, um homem que deixou as empresas nas mãos da filha para curtir a vida. Em casa, Letícia enfrenta problemas de relacionamento com os filhos, Vítor e Amanda. Viúva e charmosa, ela procura um novo rumo para sua vida afetiva. Pretendentes não faltam, como o galante François, de olho em sua beleza e fortuna. Para conquistá-la, ele tem o auxílio de Franchico, um tremendo picareta.

Mas Letícia fica balançada com o reencontro com Ramiro, a grande paixão de sua vida, o que vai desencadear uma série de conflitos, como o namoro de Vítor, o filho de Letícia, um rapaz com sérios problemas psicológicos, com a doce Açucena, a filha de Ramiro.

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Produção[editar | editar código-fonte]

A Praia de Porto das Dunas serviu de cenário para as cenas de Tropicaliente.
A Praia de Morro Branco foi outro cenário para as cenas de Tropicaliente.

Walther Negrão se inspirou nas paisagens do Caribe para escrever Tropicaliente,[3] e homenageava seu amigo Cassiano Gabus Mendes, falecido no ano anterior, ao batizar o personagem de Márcio Garcia com seu nome, Cassiano. O filho do autor, Cássio Gabus Mendes, também participa da trama.

Para fazer sua paisagem "caribenha", a Rede Globo fez as imagens de Tropicaliente em Fortaleza.[1] A produção teve ajuda do governo do Ceará, que mobilizou o setor hoteleiro e deu apoio em algumas despesas, alugando um helicóptero para as gravações em alto-mar, além de ônibus, automóveis, jangadas e bugres.[1] Na época, o governo do Ceará calculou que o investimento na telenovela, até outubro de 1994, seria de US$ 500 mil na infra-estrutura de Tropicaliente,[4] este investimento subiria depois para US$ 700 mil.[5][6] Paulo Ubiratan, o diretor do núcleo artístico da Rede Globo, dirigiu os primeiros capítulos de Tropicaliente em Fortaleza.[1][7] As gravações na capital cearense foram atrasadas em razão das fortes chuvas nos dois dias de gravação, já que as cenas tinham que ser feitas com tempo ensolarado na praia. Sílvia Pfeifer chegou a dizer "Se a gente gravasse a novela em Londres, não teria que esperar o sol".[7] Então foram feitos quatro roteiros: um para se chovesse, outro para sol, outro para chuva fina e outro para chuva só em um período do dia. Francisco Cuoco, Edney Giovenazzi, Selton Mello e Delano Avelar gravaram cenas em um frigorífico, na periferia da cidade, a uma temperatura de 15 graus, "Que frio é esse?", perguntou Cuoco, enquanto se encolhia de frio dentro do frigorífico. No dia seguinte, o sol voltou e as cenas de praia puderam começar a serem gravadas.[7] A Praia de Morro Branco, em Beberibe, também teve cenas gravadas, e recebeu em 22 de setembro de 1994 a visita da antropóloga Ruth Cardoso.[8] Ainda no Ceará, foi também construída uma cidade cenográfica de 3.000 m² na Praia de Porto das Dunas, no município de Aquiraz. A vila de pescadores tinha casas com detalhes coloridos que davam uma atmosfera do Caribe ao cenário, cumprindo o desejo do autor Walter Negrão de dar cores "caribenhas" à telenovela.[9] Os interiores das casas foram montados no Projac, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Os atores deixavam o Rio de Janeiro alguns dias a cada mês para gravar cenas em Fortaleza.[10]

A equipe de figurino precisou de pesquisa para caracterizar os pescadores, especialmente um figurino que remetesse a um pescador tradicional, aqueles que ainda não utilizavam havaianas e roupas de tecido sintético. A figurinista Helena Brício buscou materiais no Ceará, visitando feiras populares e comprou renda, tela e algodão rústico. As roupas foram tingidas com casca de angico, de árvores nativas da América tropical, incluindo o Brasil, e foram usadas sandálias de couro.[11]

Stênio Garcia aprendeu a jogar tarrafa a partir do seu convívio com os pescadores.[3]

Tropicaliente marcou a estreia na Rede Globo dos atores Márcio Garcia, Giovanna Antonelli e Daniela Escobar.[3]

Manjubinha, o simplório pescador vivido pelo ator Paco Sanches em Tropicaliente, retornaria em outra telenovela de Walther Negrão: Como uma Onda (2004-2005), que voltaria a usar cenários praianos, no caso de Como uma Onda que foi gravada em Florianópolis e Flor do Caribe (2013) que teve locações no estado do Rio Grande do Norte.[1]

Tropicaliente foi a última novela da Rede Globo do horário da seis a fechar com média geral acima dos 40 pontos.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Sílvia Pfeifer Letícia Velasquez
Herson Capri Ramiro Soares
Regina Dourado Serena Soares
Victor Fasano François Vieira da Silva
Selton Mello Vitor Velasquez
Carolina Dieckmann Açucena Soares
Cássio Gabus Mendes Franchico
Carla Marins Dalila
Márcio Garcia Cassiano Soares
Paloma Duarte Amanda Velasquez
Stênio Garcia Samuel
Ana Rosa Ester
Francisco Cuoco Gaspar Velasquez
Nívea Maria Soledad
Edney Giovenazzi Bonfim
Lúcia Alves Isabel
Leila Lopes Olívia
Delano Avelar Davi
Guga Coelho Luiz Roberto / Pessoa
Natália Lage Ana Carolina (Adrenalina)
Branca de Camargo Estela
Nelson Dantas Velho Bujarrona
Cleyde Blota Ivanilda / Hilda
João Carlos Barroso Plínio
Cinira Camargo Manoela
Karina Perez Lilian
Lu Martan Fred Assunção
Gabriela Alves Pitanga
Antonio Grassi Conrado
Ilva Niño Neide
Ricardo Pavão Delegado Damasceno
Daniela Escobar Berenice
Giovanna Antonelli Benvinda
Mônica Fraga Janaína
Paco Sanches Manjubinha
Adriana Broux Suzana

Elenco de apoio

Recepção[editar | editar código-fonte]

"A novela "Tropicaliente" estreou segunda na Globo com a promessa de muitos corpos ardendo sob o sol nordestino de Fortaleza. Fez praia com sol. Teve gente com corpo molhado. Mas o paraíso tropical, kitsch, emoldurado num cartão-postal em efeito de edição, surgiu na tela como propaganda de automóvel –dirigido por Francisco Cuoco. Pior que novela mexicana é o Brasil "caribenho" das 18h. O Nordeste estilizado de Walter Negrão tem jangadas, cabanas de palha, carrões e filhos de pescadores que parecem surfistas. Dá para entender porque os ricos da novela querem viver como os pobres dessa Fortaleza paradisíaca".

—Marcel Plasse da Folha.[12]

Com gravações em Fortaleza, no Ceará, a exibição de Tropicaliente ajudou a aumentar o turismo no estado. Nos meses de baixa temporada em que Tropicaliente foi ao ar, os hotéis ficaram lotados e o crescimento do turismo foi 30% superior ao dos anos anteriores.[10]

A empresa fabricante de calçados Azaléia lançou, na época, a sandália Tropicaliente.[1]

O ator Stênio Garcia e o diretor artístico Paulo Ubiratan, receberam o título de cidadãos do município de Beberibe, no Ceará, por conta de Tropicaliente.[3]

Tropicaliente foi exibida na Bolívia, Chile, Chipre, Guatemala, Indonésia, Nicarágua, Noruega, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Turquia, Uruguai e Venezuela. Na Rússia, Tropicaliente foi exibida duas vezes pelo canal ORT, o sucesso talvez aconteceu pelas ambientações parecerem exóticas demais para o povo russo. Neste país, Tropicaliente teve seu nome trocado para Tropikanka - "mulher tropical" em russo.[1] O então diretor de vendas internacionais da Rede Globo, Geraldo Casé, comentou que "A novela foi um sucesso tão grande lá, que, quando compraram Mulheres de Areia, resolveram batizar de Sekret Tropikanki, que significa "O segredo de uma mulher tropical" - ou Tropikanka 2. O problema é que uma novela não tem nada a ver com outra. A única semelhança era que Mulheres de Areia também se passava numa cidadezinha litorânea".[1]

Embora Tropicaliente tenha sido elogiada pelas belas paisagens do Ceará, ao mesmo tempo foi criticada por esconder a miséria social do estado.[5][12] O fato da telenovela ter sido em parte financiada pelo governo cearense resultou em críticas semelhantes da oposição política.[8] Cida de Sousa, doutora em comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro lembrou que os atores cearenses da novela "falavam de uma forma que ninguém fala no Ceará".[13] No entanto, uma telespectadora da novela, moradora do bairro Pirambu disse para a Folha que achava bom que se mostre somente as belezas da terra, pois "Se mostrar o que tem de ruim ninguém vem para cá".[14] Na opinião de Marcel Plasse, colunista da Folha, "`Tropicaliente' apela para saudade da era hippie em Brasil `caribenho'".

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

  • Walther Negrão inspirou-se nas paisagens caribenhas para escrever a trama das 18h.
  • O capixaba Stênio Garcia (Samuel) se orgulha de ele e o diretor artístico Paulo Ubiratan, um paulista, terem recebido o título de cidadãos do município de Beberibe, no Ceará, por conta da novela.
  • Stênio Garcia aprendeu a jogar tarrafa a partir do seu convívio com os pescadores.
  • O título provisório da trama era Summertime.
  • Tropicaliente marcou a estreia dos atores Márcio GarciaGiovanna Antonelli e Daniela Escobar em novelas da Rede Globo.
  • A novela foi reapresentada entre 20 de março e 7 de julho de 2000, em Vale a Pena Ver de Novo.
  • Tropicaliente foi exibida na Argentina, Bolívia, Chile, Chipre, Guatemala, Indonésia, Nicarágua, Noruega, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Rússia, Turquia, Uruguai e Venezuela. Na Rússia, teve um grande sucesso, sendo exibida duas vezes. Lá recebeu o título de Tropikanka e registrou bons índices de audiência na emissora ORT.
  • Teve média geral de 40 pontos em sua exibição original, sendo considerada um grande sucesso e estando entre as novelas das seis mais assistidas da Globo.
  • Em sua reprise no Vale a Pena Ver de Novo teve média geral de apenas 14 pontos, considerada um fracasso para o horário que exigia meta de 20 pontos. Apesar do sucesso no horário original, o fiasco na reprise vespertina se explica em grande parte pela concorrência com o SBT, que exibia no horário à época o programa de auditório Passa ou Repassa, e posteriormente, a primeira das inúmeras reprises da novela mexicana A Usurpadora, na extinta sessão Tarde de Amor, e ambas as atrações eram de relativo sucesso e roubavam a audiência de Tropicaliente. A sessão de novelas do SBT, inclusive, fez a audiência do Vale a Pena Ver de Novo penar por algum tempo, situação que só seria revertida com a segunda reprise de A Gata Comeu.
  • Foi a primeira novela a acabar no fim de ano 31 de dezembro

Exibição[editar | editar código-fonte]

A telenovela estreou em maio de 1994, bem próximo ao inícios dos jogos da Copa do Mundo. Tropicaliente não teve capítulos exibidos nos dias 20 de junho (segunda-feira), 24 de junho (sexta-feira) e 5 de julho de 1994 (terça-feira), pois nesses dias os jogos foram exibidos no horário da novela. A novela, com previsão de 197 capítulos, fechou com 194.[1] A novela ainda teve seu último capítulo reapresentado no último dia do ano.

Reexibições[editar | editar código-fonte]

Foi reexibida pelo Vale a Pena Ver de Novo de 20 de março a 7 de julho de 2000, substituindo A Indomada e sendo substituída por A Próxima Vítima, em 79 capítulos[15].

Foi reexibida na íntegra pelo Canal Viva de 10 de novembro de 2014 a 23 de junho de 2015, substituindo História de Amor e sendo substituída por Despedida de Solteiro, às 15h30.[16] Tropicaliente foi escolhida pelo público com 37% dos votos no site do Viva, enfrentando Despedida de Solteiro que obteve 33% e Lua Cheia de Amor com 30%.

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Nacional[editar | editar código-fonte]

Tropicaliente Nacional
Trilha sonora de Vários Intérpretes
Lançamento 1994
Gênero(s) Vários
Formato(s) LP, CD, K7
Gravadora(s) Som Livre
Produção Renato Ladeira
Cronologia de Vários Intérpretes
-
Tropicaliente Internacional

Capa: Paloma Duarte

  1. "Meu Amor, Não Vá Embora" - Beto Barbosa
  2. "Pensamento" - Cidade Negra
  3. "Menina" - Netinho
  4. "A Praieira" - Chico Science e Nação Zumbi
  5. "Sim Ou Não" - Djavan
  6. "Não Dá Para Mim" - Megabeat
  7. "Coração da Gente" - Elba Ramalho
  8. "Tanta Solidão" - Roberto Carlos
  9. "Menino Lindo" - Flor de Cheiro
  10. "Muito Romântico" - Maurício Mattar
  11. "Princesa" - Jorge Ben Jor
  12. "O Bem do Mar" - Dorival Caymmi
  13. "Praia Nua" - Jorge Vercilo
  14. "Swing da Aldeia" - A Caverna

Internacional[editar | editar código-fonte]

Tropicaliente Internacional
Trilha sonora de Vários Intérpretes
Lançamento 1994
Gênero(s) Vários
Formato(s) LP, CD, K7
Gravadora(s) Som Livre
Produção Renato Ladeira
Cronologia de Vários Intérpretes
Tropicaliente Nacional
-

Capa: Herson Capri

  1. "Porque Te Vas" - Jose Luis Perales
  2. "Conga" - Gloria Estefan
  3. "Ansiedad de Besarte" - Nat King Cole
  4. "Piel Canela" - Linda Ronstadt
  5. "Quien Me Tienda La Mano Al Pasar" - Pablo Milanés
  6. "La Magia Del Ritmo (The Rhythm Is Magic)" - Marie Claire D'Ubaldo
  7. "Años" - Mercedes Sosa & Pablo Milanés
  8. "Viviré" - Juan Luis Guerra
  9. "La Gota Fria" - Carlos Vives
  10. "El Dia En Que Me Quieras" - Luis Miguel
  11. "Cuando Calienta El Sol" - Trini Lopez
  12. "Nosotros" - Eydie Gormé & Trio Los Panchos
  13. "Oye Como Va" - Santana
  14. "El Reloj" - Francisco Xavier
  15. "De Que Callada Manera" - Ana Belén & Pablo Milanés
  16. "Canción Por La Unidad Latinoamericana" - Pablo Milanés

Referências

  1. a b c d e f g h i Nilson Xavier. «Tropicaliente - Bastidores». Teledramaturgia. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  2. Memória Globo. «Tropicaliente». Memória Globo. Consultado em 19 de dezembro de 2014 
  3. a b c d e «Tropicalinte - Curiosidades». Memória Globo. Globo.com. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  4. Paulo Mota (16 de maio de 1994). «Ceará investe US$ 500 mil em novela». Folha de S.Paulo. UOL. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  5. a b Xico Sá (26 de junho de 1994). «Estado enfrenta as 'sete pragas do Egito'». Folha de S.Paulo. UOL. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  6. Xico Sá (26 de junho de 1994). «Novela custa US$ 700 mil a CE». Folha de S.Paulo. UOL. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  7. a b c Marcelo de Souza (8 de maio de 1994). «Chuva atrasa cenas de 'Tropicaliente'». Folha de S.Paulo. UOL. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  8. a b «Ruth Cardoso visita cenário de telenovela». Folha de S.Paulo. UOL. 23 de setembro de 1994. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  9. Marcelo de Souza (15 de maio de 1994). «Vila cenográfica tem cores caribenhas». Folha de S.Paulo. UOL. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  10. a b «Tropicalinte - Produção». Memória Globo. Globo.com. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  11. «Tropicalinte - Figurino e Caracterizalção». Memória Globo. Globo.com. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  12. a b Paulo Mota. «Percorra o cenário da novela». Agência Folha da Folha de S.Paulo. UOL. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  13. Isabelle Moreira Lima (20 de fevereiro de 2005). «"Excluídos" invadem o horário nobre». Folha de S.Paulo. UOL. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  14. Xico Sá (26 de junho de 1994). «'É bom mostrar as coisas boas'». Folha de S.Paulo. UOL. Consultado em 17 de setembro de 2014 
  15. «Reprise». Folha de S.Paulo. 14 de fevereiro de 2000. Consultado em 3 de dezembro de 2016 
  16. «Resultado da enquete: Tropicaliente será a substituta de História de Amor». Canal Viva. Globo.com. 17 de setembro de 2014. Consultado em 17 de setembro de 2014 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]