Celebridade (telenovela)

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Celebridade
Logotipo da Telenovela
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero Suspense
Romance
Drama
Duração 75 minutos
Criador(es) Gilberto Braga
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Dennis Carvalho
Marcos Schechtman
Amora Mautner
Vinícius Coimbra
Elenco Malu Mader
Cláudia Abreu
Marcos Palmeira
Fábio Assunção
Deborah Evelyn
Márcio Garcia
Deborah Secco
Juliana Paes
Marcelo Faria
Bruno Gagliasso
Hugo Carvana
Ana Beatriz Nogueira
Henri Castelli
(ver mais)
Tema de abertura "Love's Theme", The Love Unlimited Orchestra
Exibição
Emissora de televisão original Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 13 de outubro de 2003 - 25 de junho de 2004
N.º de episódios 221

Celebridade é uma telenovela brasileira produzida e exibida no horário das 20 horas pela Rede Globo, entre 13 de outubro de 2003 e 25 de junho de 2004, em 221 capítulos,[1] substituindo Mulheres Apaixonadas e substituída por Senhora do Destino. Foi a 64ª "novela das oito" exibida pela emissora. Escrita por Gilberto Braga, com co-autoria de Leonor Bassères, Sérgio Marques, Márcia Prates, Maria Helena Nascimento, Denise Bandeira e Ângela Chaves, e com a colaboração de Marília Garcia. Com o falecimento de Leonor Bassères, Ricardo Linhares passou a integrar a equipe de roteiristas da novela. Teve direção de Amora Mautner e Vinícius Coimbra, direção geral de Dennis Carvalho e Marcos Schechtman e direção de núcleo de Dennis Carvalho.

Contou com Malu Mader, Marcos Palmeira, Fábio Assunção, Deborah Secco, Juliana Paes, Marcelo Faria, Henri Castelli, Bruno Gagliasso, Hugo Carvana, Deborah Evelyn, Márcio Garcia e Cláudia Abreu nos papéis principais da história.

Produção[editar | editar código-fonte]

Inicialmente a novela estava prevista pra estrear em junho de 2002, substituindo O Clone. Porém ela foi adiada, pelo fato da trama conter personagens que conseguiram fama instantânea em reality shows. Depois, Gilberto Braga foi obrigado a mudar a profissão da protagonista; inicialmente ela seria uma estrela do telejornalismo. Isso incomodou os jornalistas da emissora, que temiam confusão entre a ficção e a realidade. Para realizar todas as mudanças necessárias, o autor precisou de mais tempo, tendo a estreia adiada mais uma vez[2].

Devido ao grande teor de palavrões e expressões de baixo calão que vinham sendo ditos na novela, o diretor da Central Globo de Controle de Qualidade Mario Lucio Vaz ordenou que todos os palavrões fossem cortados das cenas, ou substituídos por outras palavras não ofensivas. Segundo eles, os avanços que os programas insistiam em fazer estavam poluindo a televisão. As cenas de sexo também passaram por avaliação antes de ir ao ar. A iniciativa para tal ato também veio da pressão dos telespectadores e autoridades, que andavam descontentes com tais cenas[3].

A partir do capítulo 110, que foi ao ar em 17 de fevereiro de 2004, a trama tem uma reviravolta. Neste capítulo o personagem Lineu (Hugo Carvana), é assassinado misteriosamente. Daí por diante, o mistério da sua morte é um dos fios condutores da trama. O uso do Quem matou é um dos recusos utilizados pelo autor em quase todas as suas novelas[4]. O autor Gilberto Braga escreveu três finais diferentes. Os atores receberam o texto minutos antes de gravarem as cenas[5].

A novela foi destaque na edição de março de 2004 da revista norte-americana Variety, que publicou uma entrevista com Gilberto Braga.[6]

Um dos momentos de maior sucesso na trama é quando Maria Clara (Malu Mader) dá uma surra em Laura (Cláudia Abreu) dentro de um banheiro. Foi considerada uma das maiores surras da dramaturgia, em um total de 24 tapas. A cena foi exibida no capítulo 169, que foi ao ar em 26 de abril de 2004.[7]

As gravações da trama começaram em agosto de 2003 e foram realizadas em Paris e Londres[8].

Participações[editar | editar código-fonte]

O cantor Roberto Carlos fez sua primeira aparição em novelas, fazendo uma participação no capítulo de 1 de dezembro de 2003. Ele contracenou com Malu Mader e Brunno Abrahão. As imagens foram gravadas em um show do cantor no Olympia, em São Paulo[9].

Ao longo da novela, outras celebridades do mundo da música, fizeram participações especiais como Gal Costa, Lulu Santos, Rita Lee, Gilberto Gil, Zeca Pagodinho, Dudu Nobre, Alcione, Simone, Ed Motta, entre outros. Os internacionais Simply Red, Julio Iglesias e Alanis Morissette chegaram a realizar shows na novela. Celebridades não ligadas à música também apareceram, como o escritor Zuenir Ventura, o carnavalesco Joãosinho Trinta, a socialite Narcisa Tamborindeguy, o português Tony Correia, famoso na novela Locomotivas de 1977 com o personagem Machadinho, participou de Celebridade como um dos convidados do Espaço Fama, e o autor de novelas Sílvio de Abreu, grande amigo do autor Gilberto Braga.

Ana Paula Arósio fez uma participação na reta final da trama, interpretando uma motoqueira que se apaixona por Hugo (Henri Castelli).[10]

Exibição[editar | editar código-fonte]

Foi apresentada em um breve resumo no quadro Novelão do Vídeo Show entre 9 e 13 de julho de 2012 num compacto de 10 capítulos. Em outubro de 2017, foi confirmada para ser reapresentada no Vale a Pena Ver de Novo a partir de novembro, substituindo a sua substituta original, Senhora do Destino[11].

Exibição internacional[editar | editar código-fonte]

Celebridade estreou em Portugal no mês seguinte à estreia no Brasil, substituindo Mulheres Apaixonadas, que estava sendo exibida pela SIC. Lançada em 2004 no exterior, a novela foi comercializada para muitos países, entre eles Paraguai, Peru, El Salvador, Chile, Equador, Bolívia, Israel, Croácia, Rússia, Honduras, Cabo Verde, Portugal, Uruguai, Moçambique, EUA, Nicarágua, Argentina, Angola, Albânia e Venezuela.[12]

Classificação indicativa[editar | editar código-fonte]

Inicialmente a trama era exibida com a classificação 12 anos, porém no primeiro mês foi cogitada sua reclassificação, por causa das cenas de violência explicita, uso de drogas, uso de excesso de palavrões, insinuações sexuais e nudez, como o topless das atrizes Deborah Secco e Juliana Paes na primeira semana da novela[13]. Em janeiro de 2004, a trama foi reclassificada como não recomendada para menores de 14 anos.[14]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

A trama tem como eixo central a rivalidade entre duas mulheres: a bem-sucedida empresária e ex-modelo Maria Clara Diniz, dona da produtora Mello Diniz, e a dissimulada e ardilosa Laura Prudente da Costa, que se aproxima de Maria Clara dizendo ser sua maior admiradora e consegue um emprego em sua empresa, tramando na verdade tomar posse de tudo que é seu.

Para realizar o plano de destruir a rival, Laura conta com a ajuda de Marcos, seu namorado e cúmplice. Eles começam a trabalhar, respectivamente, como assistente e motorista de Maria Clara, e aos poucos vão se infiltrando na vida da celebridade. A dupla de vilões – a Cachorra e o Michê, como Laura e Marcos se chamavam mutuamente – planeja cada passo cuidadosamente para que Maria Clara seja derrubada e caluniada.

Apenas em um certo ponto da trama é explicado que a razão do ódio é, na verdade, vingança. A canção Musa de Verão – uma espécie de Garota de Ipanema –, que tornara Maria Clara famosa e rica, é uma fraude e não foi escrita por Wagner, falecido noivo da empresária, nem teve Maria Clara como inspiração. A canção foi composta pelo padrasto de Laura, Ubaldo, em homenagem à sua mãe Marília, porém foi roubada por Wagner, que a registrou e lançou como obra sua e colocou Maria Clara como sua musa inspiradora. O roubo da canção contou com a ajuda de Ernesto, irmão de Wagner, e do empresário Lineu, que tirou proveito da tramoia. Enquanto isso Laura viu sua família ruir e amargar uma vida miserável na pobreza. Ubaldo matou Wagner para vingar-se e passou 15 anos na prisão, enquanto a mãe de Laura morreu após uma depressão desenvolvida pelo acontecimento, deixando a garota criando-se sozinha, vivendo de caridade e planejando vingar-se daqueles que destruíram sua família.

Maria Clara, porém, é inocente e sempre acreditou que a música era de seu ex-noivo Wagner em sua homenagem, sem conhecer a verdade. Laura alia-se ao padrasto no plano de vingança, uma vez que ambos acreditam que a empresária também sabia de toda a história e enriqueceu às suas custas. Lineu tornou-se presidente do Grupo Vasconcelos, que controla diversas publicações, incluindo a revista de celebridades Fama, e banca os eventos musicais produzidos por Maria Clara no Espaço Fama. Ao saber da verdade sobre a autoria da música que lhe rendeu tanto dinheiro, Maria Clara abre mão de todos os seus bens, passando-os para o nome de Ubaldo. Com isso, Laura, como filha reconhecida de Ubaldo, assume a produtora e todos os negócios da Mello Diniz e passa a morar na mansão de sua rival, junto com Marcos, a avó Hercília e o padrasto.

Nesse ponto, há uma reviravolta na trama: Maria Clara descobre todas as armações de Laura - como envolver-se em tráfico para incriminar a rival, e ter comandado um curto rapto contra ela no primeiro capítulo da trama. A partir daí, além de lutar para reconquistar seu espaço no mercado da produção de eventos musicais, Maria Clara passa a ter como objetivo desmascarar a vilã. Maria Clara abre, então, com a ajuda dos amigos, uma casa de samba no Andaraí, o Sobradinho, que logo se transforma em um grande sucesso. Em seus percalços, Maria Clara tem ainda de enfrentar Beatriz, filha de Lineu, moça mimada e egoísta, casada com o cineasta Fernando Amorim, e que não mede muito as consequências quando está em jogo o risco de perder o marido. De volta ao Brasil após anos morando na Europa, a relação do casal mostra sinais de desgaste. A fragilidade da relação aumenta quando os dois precisam lidar com o trauma da perda do filho Fábio, que morre após sofrer um acidente numa corredeira. Maria Clara conhece Fernando por acaso, apaixona-se por ele e é correspondida. Os dois vivem um romance cheio de idas e vindas, devido às armações de Beatriz, que conta com Laura como aliada.

Maria Clara chega a terminar o relacionamento com Hugo, seu namorado, para ficar com Fernando, mas as vilãs Laura e Beatriz colocam o rapaz nu e desacordado na cama da ex, Fernando flagra-o assim e decide abandoná-la. É aí que Maria Clara descobre que está grávida de Fernando, mas decide mentir dizendo que a criança é de Hugo. Ela fica amiga de Hugo em sua gravidez e os dois acabam envolvendo-se novamente, chegando a fazerem uma viagem romântica a Búzios, linda cidade litorânea do estado do Rio de Janeiro. Numa tempestade, Maria Clara começa a sentir as contrações do parto. Hugo leva-a para uma cabana abandonada no meio da estrada e, cortando o cordão umbilical com um canivete, faz o parto de Maria Clara, que fica feliz em ver que a filha nasceu bem, apesar das condições precárias do parto. Depois de alguns meses, Maria Clara volta com Fernando e desmente o que falara, deixando Hugo arrasado, pois mesmo sabendo que a criança não era sua, ele iria registrá-la e cuidar dela como se fosse sua filha.

Outro grande vilão da história é o ambicioso e inescrupuloso Renato Mendes, editor da revista Fama e sobrinho de Lineu, que sonha um dia assumir a presidência do Grupo Vasconcelos. Renato envolve-se com Laura, que vê nele um aliado a mais para destruir Maria Clara. Quando se dá conta de que está sendo usado por Laura, Renato arma uma vingança: com imagens comprometedoras nas mãos, ele chantageia-a, os dois casam-se contra a vontade da vilã, e o editor transforma a vida desta em um inferno. Renato chega a colocar seguranças 24 horas por dia vigiando a mulher, obriga-a a fazer o que ele quer e manda-a dormir em um colchonete no chão do quarto. Tempos depois, Laura também obtém provas comprometedoras contra Renato, vira o jogo e aí é Renato quem vai para o colchonete. Após Laura roubar uma ideia de Maria Clara e ganhar um importante troféu que deveria ser da inimiga, a mocinha tranca-se com a vilã no banheiro de uma boate e dá-lhe uma inesquecível surra, enumerando cada uma de suas maldades enquanto lhe bate.

A certa altura da trama, Lineu é assassinado e diversos personagens passam a ser suspeitos do crime. O mistério "quem matou Lineu Vasconcelos?" só é desvendado no último capítulo, após a morte de outro personagem, o jornalista Queiroz. Laura confessa ter matado Lineu porque ele lhe roubara as provas que confirmariam a autoria de Ubaldo na música Musa de Verão. Antes, porém, ela tenta dar sua última cartada, sequestrando a filha de Maria Clara e Fernando. Encurralados pela polícia, Laura e Marcos acabam mortos por Renato Mendes, que também tem suas falcatruas reveladas e é preso. Sua prisão estampa as capas das revistas e jornais.

Tramas paralelas[editar | editar código-fonte]

O núcleo de personagens ambientado no bairro do Andaraí, na Zona Norte do Rio, é responsável pelos momentos cômicos da história. Nele, destacam-se Darlene Sampaio e Jacqueline Joy, manicures do salão de cabeleireiro de Salvador, que vivem em busca da fama. As duas utilizam qualquer artifício para conseguir uma notinha nas revistas e colunas sociais. Apesar de serem amigas, Darlene e Jaqueline disputam o amor do bombeiro Vladimir que, ao contrário delas, detesta ser o centro das atenções. Ele passa a novela tentando recuperar seu cargo, já que tinha sido expulso da corporação após ter algumas fotos, em que aparece somente de sunga, publicadas em uma revista gay. Vladimir fez as fotos ignorando sua utilização.

As trapalhadas de Darlene para ficar famosa movimentam vários núcleos da novela. Uma delas envolve o famoso nadador Caio, irmão de Renato Mendes. Ele morre durante um treinamento e a manicure tem então uma ideia que considera brilhante: inventar que está grávida do rapaz. Para viabilizar seu mirabolante plano, Darlene consegue fazer com que seu amigo Tadeu a ajude a roubar da clínica de reprodução humana onde ele trabalha o sêmen congelado que Caio doara lá. Darlene engravida, certa de que alcançará a tão desejada fama como mãe do filho do nadador, mas para sua surpresa, dá à luz gêmeos mulatos, sendo que Caio era branco. Tadeu, que é negro, revela então que era secretamente apaixonado por Darlene, queria ter um filho dela e trocou as ampolas, fornecendo o próprio sêmen. Apesar da decepção com o fracasso do seu plano e o vexame público, Darlene revela-se uma boa mãe e assume integralmente a maternidade dos gêmeos Marlin e Darlin - seus "bombonzinhos", como passa a chamá-los –, mas sem abandonar o sonho de ser famosa, até o dia em que, tendo que optar entre uma grande chance e as necessidades de seus filhos, opta por estes.

Inácio é filho mais velho de Beatriz e Fernando e sofre com a rejeição e as humilhações que recebe da mãe, principalmente depois da morte do irmão Fábio, pela qual se sente culpado. Os motivos dessa rejeição só são revelados nos últimos capítulos, quando se descobre que ele, na verdade, é fruto de uma relação que Beatriz tivera com o primo Renato antes de se casar com Fernando, somente para engravidar e assegurar o casamento com o futuro marido. Inácio vive um triângulo amoroso com a centrada Sandrinha e o irresponsável Paulo César. Inácio encontra a saída de sua tristeza em Sandra, amiga que tenta ajudá-lo e pela qual ele se apaixona. Ela, no entanto, é apaixonada por Paulo César, com quem vive um romance, gerando um triângulo amoroso entre eles. Já Paulo César também tem problemas ao tentar passar no vestibular de Medicina pela terceira vez por insistência da mãe Noêmia, que ignora o sonho do filho de ser surfista e ter um restaurante, mas também o mima ao permitir que ele não trabalhe ou corra atrás das próprias coisas sem esforço.

Cristiano foi um jornalista de sucesso que perdeu o emprego, os amigos e o prestígio depois que sua esposa morreu em um desastre de carro dois anos antes e ele se entregou ao alcoolismo para tentar estancar a dor. Ao perceber que seu vizinho Cristiano está arruinando a própria vida e causando mal ao filho pequeno, Zeca, Noêmia decide ajudá-lo e os dois acabam apaixonando-se. Em recuperação, Cristiano enfrenta na justiça o mau-caráter Renato, irmão de sua falecida mulher, que disputa com ele a guarda de Zeca porque, na verdade, quer administrar a fortuna que o garoto herdou da mãe. O embate entre Cristiano e Renato também levanta outra discussão, a que contrapõe a ética à falta de escrúpulos no jornalismo.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator/Atriz Personagem
Malu Mader Maria Clara Melo Diniz[15][16]
Cláudia Abreu Laura Prudente da Costa
Marcos Palmeira Fernando Amorim
Fábio Assunção Renato Mendes
Márcio Garcia Marcos Rangel[17]
Deborah Evelyn Beatriz Vasconcellos Amorim
Hugo Carvana Lineu Vasconcellos
Deborah Secco Darlene Sampaio[18]
Juliana Paes Jaqueline da Silva Leitão (Jacky Joy)
Marcelo Faria Vladimir Coimbra
Henri Castelli Hugo Magno Soares
Ana Beatriz Nogueira Ana Paula Mello Diniz Moutinho
Bruno Gagliasso Inácio Vasconcelos Amorim
Nívea Maria Corina Mello Diniz
Taumaturgo Ferreira Nelito Moutinho
Isabela Garcia Eliete Coimbra
Alexandre Borges Cristiano Reis
Julia Lemmertz Noêmia Assunção
Nathália Timberg Yolanda Mendes
Juliana Knust Sandra Mello Diniz Moutinho (Sandrinha)
Paulo Vilhena Paulo César Assunção
Théo Becker Caio Mendes
Lavínia Vlasak Tânia Nascimento
Gracindo Júnior Ubaldo Quintela
Daniel Dantas Ademar Sampaio
Kadu Moliterno Daniel Freire
Roberto Bomfim Salvador Amorim
Sérgio Menezes Bruno Carvalho
Roberto Pirillo Ernesto Lopes
André Barros Joel Cavalcanti
Norma Blum Hercília Prudente da Costa
Nelson Dantas Dr. Alcir Medeiros
Brunno Abrahão José Carlos Mendes Beato Reis (Zeca)
Adriana Alves Palmira Pinto Feijó
Marcelo Laham Ivan
Oswaldo Loureiro Dr. Roberto Peixoto
Carlos Evelyn Oscar
Jairo Mattos Delegado Lourival
Alexandre Moreno Tadeu Santana
Carla Faour Kátia
Nildo Parente Wanderley Mourão
Débora Lamm Vitória Souto
Marcelo Valle Guilherme Ribeiro Couto
Cristina Amadeo Olga
Sheron Menezes Iara
Luiza Valdetaro Gabriela (Gabi)
Janaína Lince Zaíra
Joana Limaverde Fabiana Modesto
Antônio Pitanga Comandante Roberto
Fábio Araújo Kléber Duarte
Paula Pereira Vanda Guimarães

Música[editar | editar código-fonte]

Seguindo o formato implantado com sucesso na trilha sonora de Mulheres Apaixonadas, a Som Livre juntou novamente o repertório nacional e internacional da novela e lançou em um disco duplo contendo 35 canções, com a atriz Malu Mader na capa.

Nacional[editar | editar código-fonte]

Celebridade Nacional e Internacional
Trilha sonora de Vários intérpretes
Lançamento 2003
Gênero(s) Vários
Formato(s) CD
Gravadora(s) Som Livre
Produção Mariozinho Rocha
Cronologia de Vários intérpretes
Celebridade Samba

Capa: Malu Mader

  1. "Nossa Canção" - Vanessa da Mata[19]
  2. "Amor e Sexo" - Rita Lee
  3. "Tempo de Dondon" - Dudu Nobre
  4. "O Que Tinha De Ser" - Maria Bethânia
  5. "Encostar na Tua" - Ana Carolina
  6. "Always" - Caetano Veloso
  7. "Brisa do Mar" - Chico Buarque
  8. "Nossos Momentos" - Gal Costa
  9. "Com Que Roupa" - Gilberto Gil
  10. "Fama" - Beth Lamas
  11. "Enquanto Houver Sol" - Titãs
  12. "Rio de Janeiro (Isto é o Meu Brasil)" - João Bosco
  13. "Doce Castigo" - Nana Caymmi
  14. "A Vizinha do Lado" - Roberta Sá
  15. "Olha Não Me Olha" - Lulu Joppert
  16. "Só Bamba" - Pérola Black

Internacional[editar | editar código-fonte]

Capa: Malu Mader

  1. "Just The Way You Are" - Diana Krall
  2. "You'll Never Find Another Love Like Mine" - Michael Bublé
  3. "I Heard It Through The Grapevine" - Michael McDonald
  4. "Bigger Than My Body" - John Mayer
  5. "You Make Me Feel Brand New" - Simply Red
  6. "Offer" - Alanis Morissette
  7. "Sympathy For The Devil" - Rolling Stones
  8. "The Closer I Get To You" - Luther Vandross & Beyoncé Knowles
  9. "Superwoman" - Happening & Fábio Almeida
  10. "Ruby" - Ray Charles
  11. "Como Han Pasado Los Años" - Julio Iglesias
  12. "Bring It On" - T.J.
  13. "Regálame La Silla Donde Te Espere" - Alejandro Sanz
  14. "Non Mi Innamoro Piú (I'll Never Fall In Love Again)" - Ornella Vanoni
  15. "All I Really Want Is Love" - Henri Salvador e Lisa Ekdahl
  16. "Absolute Lee" - Ithamara Koorax
  17. "Born to Try" - Delta Goodrem
  18. "Love's Theme" - The Love Unlimited Orchestra
  19. "Diavolo In Me" - Tedd Rusticini

Trilha sonora complementar: Celebridade Samba[editar | editar código-fonte]

Celebridade Samba
Trilha sonora de Vários intérpretes
Lançamento 2004
Gênero(s) Vários
Formato(s) CD
Gravadora(s) Som Livre
Produção Mariozinho Rocha
Cronologia de Vários intérpretes
Celebridade Nacional e Internacional

Capa: Juliana Paes

  1. "Pecadora" - Grupo Revelação
  2. "Ex-Amor" - Simone e Martinho da Vila
  3. "Caviar" - Zeca Pagodinho
  4. "A Ordem é Samba" - Ney Matogrosso, Pedro Luís e a Parede
  5. "Essa Noite Fiquei Só" - Grupo Pur'Amizade
  6. "Cigana" - Raça Negra
  7. "Paixão Brasileira" - Razão Brasileira
  8. "Quantas Lágrimas" - Teresa Cristina e Grupo Semente
  9. "Falso Amor Sincero" - Picolé
  10. "Tudo Menos Amor" - Só Pra Contrariar
  11. "Goiabada Cascão" - Dudu Nobre
  12. "Vendi Meu peixe" - Jorge Aragão
  13. "Um Raro Prazer" - Leci Brandão
  14. "Lucidez" - Fundo de Quintal
  15. "Encaixe Perfeito" - Swing & Simpatia
  16. "Dona Carola" - Vavá
  17. "Alvorada" - Nalanda

Recepção[editar | editar código-fonte]

Audiência[editar | editar código-fonte]

A telenovela estreou com 50 pontos de média, embalada com o sucesso de Mulheres Apaixonadas, sua antecessora no horário nobre[20].

Sua menor audiência é 30 pontos, alcançada no dia 31 de dezembro de 2003. Bateu recorde de audiência no dia 26 de abril de 2004, quando registrou 58 pontos e 81% de participação. Nesse dia foram exibidas a cena em que Maria Clara (Malu Mader) dá uma surra em Laura (Cláudia Abreu)[21].

Em seu último capítulo, Celebridade registrou a maior média de audiência de um capítulo final de novela desde Renascer, em 1993: 64 pontos, com picos de 68 pontos e 82% de share. Na ocasião foi revelado que o assassino de Lineu (Hugo Carvana) é a vilã Laura (Cláudia Abreu), além do assassinato do vilão Marcos (Márcio Garcia) por Renato (Fábio Assunção), que termina a trama preso[22].

A novela teve média geral de 46 pontos, em São Paulo.[23]

Merchandising[editar | editar código-fonte]

Celebridade bateu o recorde de merchandisings em novelas da Rede Globo, alcançado por sua antecessora, Mulheres Apaixonadas. Entre as marcas que firmaram parcerias com a trama e que apareceram muitas vezes na boca e nas mãos dos personagem estão: Itaú, Intelig, Samsung, Gatorade, Wella, Natura, entre tantos outros.

Denúncias[editar | editar código-fonte]

Em 2003, a telenovela entrou na lista da campanha "Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania", que é formada por denúncias de telespectadores e pelo Comitê de Acompanhamento da Programação (CAP), onde estão como representantes mais de 60 entidades que assessoram a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados para criar a lista com o "Ranking da Baixaria na TV".[24] As denúncias indicavam que a telenovela continha apelo sexual, incitação à violência e era exibida em horário impróprio.[25]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

A trama de Gilberto Braga foi indicada a receber vários prêmios. A novela foi vitoriosa nos prêmios:

Referências

  1. Memória Globo. «Celebridade - Ficha Técnica». Consultado em 25 de junho de 2004 
  2. «Autor de "Dancin Days" e "Vale Tudo" volta ao horário nobre da Globo em outubro, com trama sobre celebridades». Folha de São Paulo. 17 de agosto de 2003. Consultado em 16 de outubro de 2017 
  3. «Globo corta palavrões de "Celebridade"». Folha de São Paulo. 9 de novembro de 2003. Consultado em 16 de outubro de 2017 
  4. «Assassinato de Lineu deve movimentar Celebridade». Diário do Grande ABC. 10 de fevereiro de 2004. Consultado em 8 de agosto de 2014 
  5. «Afinal, quem matou Lineu?». Gazeta Digital. 13 de junho de 2004. Consultado em 16 de outubro de 2017 
  6. Cajueiro, Marcelo (28 de março de 2004). «Brazil: 'Celebrity'». Variety. Consultado em 26 de agosto de 2017 
  7. UOL (22 de abril de 2004). «Maria Clara dá surra em Laura na noite do Troféu Celebridade». Consultado em 12 de agosto de 2014 
  8. «"Celebridade", nova novela da Globo, é gravada em Paris». Folha Ilustrada. 8 de agosto de 2003. Consultado em 16 de outubro de 2017 
  9. «"Rei" Roberto Carlos aparecerá em "Celebridade"». Terra. 13 de novembro de 2003. Consultado em 16 de outubro de 2017 
  10. Gazeta Digital (20 de junho de 2004). «Fim de Celebridade está guardado a sete chaves». Consultado em 8 de agosto de 2014 
  11. «Novela 'Celebridade' volta à Globo em novembro; relembre personagens». F5. 16 de outubro de 2017. Consultado em 17 de outubro de 2017 
  12. http://memoriaglobo.globo.com/programas/entretenimento/novelas/celebridade/curiosidades.htm
  13. «Novela deve ser reclassificada». Folha de São Paulo. 9 de novembro de 2003. Consultado em 16 de outubro de 2017 
  14. «Celebridade é vetada para menores de 14 anos». Estadão. 22 de janeiro de 2004. Consultado em 16 de outubro de 2017 
  15. Paula, Júnior de (12 de dezembro de 2003). «Máquina de fazer manias». Folha de S.Paulo. Folha Online. Consultado em 17 de outubro de 2017 
  16. «Malu Mader alucina povo da moda no SPFW». Estadão. 29 de janeiro de 2004. Consultado em 17 de outubro de 2017 
  17. «Celebridade marca a estréia de Márcio Garcia como antagonista». Perfil News. 15 de outubro de 2003. Consultado em 17 de outubro de 2017 
  18. José Simão (16 de outubro de 2003). «Celebridade! A Deborah Secco tá molhadinha!». Folha de São Paulo. Consultado em 17 de outubro de 2017 
  19. Franca, Luciana (10 de maio de 2004). «A voz que veio da mata». Isto É Gente Online. Consultado em 17 de outubro de 2017 
  20. «Celebridade estréia com 50 pontos de audiência em São Paulo». Área Vip. 15 de outubro de 2003. Consultado em 16 de outubro de 2017 
  21. «Surra de Maria Clara em Laura rende recorde de audiência para "Celebridade"». Folha de S.Paulo. UOL. 27 de abril de 2004. Consultado em 12 de agosto de 2014 
  22. «Final de "Celebridade" alcança 63 pontos no Ibope; Laura é a assassina». Folha Ilustrada. 25 de junho de 2004. Consultado em 17 de outubro de 2017 
  23. Feltrin, Ricardo (18 de setembro de 2008). «Ibope de novelas desaba na Globo». Uol Notícias. Consultado em 17 de outubro de 2017 
  24. Patricia Roede (9 de outubro de 2007). «Big Brother lidera 13º ranking da baixaria na TV». observatoriodaimprensa.com.br. Consultado em 3 de novembro de 2016 
  25. «"Kubanacan" lidera ranking da baixaria na TV». Estadão. 17 de novembro de 2003. Consultado em 3 de novembro de 2016 
  26. Redação Terra (5 de maio de 2004). «Revista premia melhores da dramaturgia em 2003». Portal Terra. Gente & Tv. Consultado em 17 de outubro de 2017 
  27. Redação APCA (2010). «Os Melhores da APCA: Premiados de 2004». Associação Paulista de Críticos de Artes. Consultado em 17 de outubro de 2017 
  28. Redação Babado (16 de setembro de 2004). «Prêmio Austregésilo de Athayde reúne famosos no Rio». IG. Consultado em 17 de outubro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]