Meu Bem Querer

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Meu Bem Querer
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero
Duração 50 minutos
Criador(es) Ricardo Linhares
País de origem Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Luís Henrique Rios
João Camargo
Alexandre Avancini
Roberto Naar
Marcos Paulo
Elenco Alessandra Negrini
Marília Pêra
José Mayer
Murilo Benício
Leonardo Brício
Flávia Alessandra
Ângela Vieira
Lília Cabral
Ricardo Petraglia
(ver mais)
Tema de abertura "Meu Bem Querer", Djavan[2]
Exibição
Emissora de televisão original Rede Globo
Transmissão original 24 de agosto de 199819 de março de 1999
N.º de episódios 179

Meu Bem Querer[nota 1] é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 24 de agosto de 1998 e 19 de março de 1999, em 179 capítulos, substituindo Corpo Dourado e sendo substituída por Andando nas Nuvens.[3] Foi a 57ª "novela das sete" exibida pela emissora. Escrita por Ricardo Linhares, com a colaboração de Leonor Bassères, Nelson Nadotti, Maria Elisa Berredo e Glória Barreto e supervisão de texto de Aguinaldo Silva, direção de Luís Henrique Rios, João Camargo e Alexandre Avancini, direção-geral de Roberto Naar e núcleo de Marcos Paulo, é a 57ª "novela das sete" exibida pela emissora.

Contou com Alessandra Negrini, Murilo Benício, Flávia Alessandra, Leonardo Brício, Arlete Salles, Cláudio Correia e Castro, Mauro Mendonça, Lília Cabral, Nuno Leal Maia, Osmar Prado, Camila Farias, Helder Agostini, José Mayer, Ângela Vieira e Marília Pêra interpretaram os personagens principais da trama.[4]

Produção[editar | editar código-fonte]

Ricardo Linhares foi alçado a autor-solo com este folhetim, que era basicamente uma releitura das tramas rurais de sucesso de Aguinaldo Silva, ambientadas no cenário nordestino, como Tieta, Pedra sobre Pedra, Fera Ferida e A Indomada, onde foi co-autor de Silva nas mesmas. Silva supervisionou os primeiros 24 capítulos da trama.[5] A novela teve os títulos provisórios de Terra do Sol[6] e Miragem.[7]

Unindo o universo fictício de Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares, o cenógrafo Mário Monteiro criou ruas e alamedas com nomes extraídas de outras obras dos autores, como Rua Greenvile, Beco da Cinira, Praça Altiva Mendonça e Albuquerque, etc. No primeiro capítulo, havia uma referência às novelas A Indomada e Fera Ferida, logo na primeira cena, em que se mostrava a placa com as distâncias das cidades vizinhas a São Tomás de Trás, Greenville e Tubiacanga.[5] Parte da trama foi filmada no estado onde é ambientada, o Ceará, com gravações nas praias de Canoa Quebrada, Morro Branco e Jericoacoara, além de gravações na capital Fortaleza. Segundo o que a emissora revelou na época, cada capítulo de Meu Bem Querer custou cerca de 90 mil reais, o mesmo valor das demais novelas que estavam no ar (Pecado Capital e Torre de Babel) e uma roupagem no estilo das "novelas das oito".[8][9]

Marília Pêra, insatisfeita com os rumos de sua personagem, pediu para sair[4]. Em entrevista a Mauro Ventura, do jornal O Globo, Marília explicou sobre a sua saída:

O autor optou por matar a personagem, provocando um "Quem matou?" no final da trama. Por sua interpretação, Marília recebeu o troféu Master de melhor atriz daquele ano.

Exibição[editar | editar código-fonte]

Meu Bem Querer entrou no ar no dia 24 de agosto de 1998, ocupando a faixa das 19h do canal. Duas semanas depois, estreou na SIC, em Portugal.[11]

Vinheta de abertura[editar | editar código-fonte]

A abertura da novela usou arte em areia, que é típica do Ceará,[4][12][13] e teve como destaque na trilha sonora, a canção homônima, cantada por Djavan, em uma regravação. A gravação original de 1980, foi tema de Coração Alado, novela de Janete Clair, exibida em 1980, e no ano anterior, em 1997, foi tema do romance dos personagens Felipe (Mateus Rocha) e Carolaine (Nívea Stelmann), na novela A Indomada.[2] A música ganhou o prêmio como melhor tema de novela. A abertura vinha de ordem desordenada: Primeiro a Antagonista Marília Pêra, aparecia primeiro e José Mayer em segundo, e depois os protagonistas e os antagonistas.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

A história se passa na fictícia cidade de São Tomás de Trás, no litoral cearense, e gira entorno de quatro jovens que se conhecem desde criança: Antônio Mourão (Murilo Benício), Rebeca (Alessandra Negrini), Lívia (Flávia Alessandra) e Juliano (Leonardo Brício).[14]

Antônio é órfão e foi criado pelo Padre Ovídio (Cláudio Corrêa e Castro) — que esconde sua origem — e tem dois sonhos na vida: formar-se em Medicina – acabou de ser aprovado no vestibular da melhor faculdade de Fortaleza – e se casar com a doce e serena Rebeca, uma das filhas do seu padrinho, o pastor protestante Bilac (Mauro Mendonça). O romance entre os dois sofre interferências da rivalidade entre Bilac e Ovídio, ex-amigos que disputam fieis da cidade.[14][1]

Antônio e Rebeca são separados por uma armação de Lívia, filha mais nova do Pastor Bilac que é rejeitada porque sua mãe morreu no dia de seu parto. A rendeira sonha em abandonar a vida na cidadezinha para viver na cidade grande e vê em Antônio uma chance de conseguir realizar seu desejo, mesmo sabendo do romance entre o rapaz e sua irmã e do desejo de ambos de viajar juntos. No dia marcado, Rebeca se divide entre o pai e o amado e acaba ficando na cidade, enquanto que Lívia embarca junto com Antônio. Lívia acaba por armar uma situação para seduzi-lo e consegue engravidar dele, forçando Antônio a se casar e morar na capital. Ao saber da notícia, Bilac se aproveita da decepção de Rebeca e prepara seu casamento com Juliano, um pupilo que prepara desde criança para dar continuidade ao seu trabalho na igreja e à sua família. Juliano é apaixonado por Lívia, que, embora o rejeite, gosta de provocá-lo. Seu caráter dissimulado e invejoso será revelado ao longo da trama.[14][1]

Seis anos depois e já separados, o casal Antônio (agora médico do posto de saúde da cidade) e Lívia (estilista de sucesso, dona de uma confecção) retornam a São Tomás de Trás com um filho, Júnior (Helder Agostini).[15] Nesse meio-tempo, Juliano e Rebeca tiveram uma menina, Ester (Camila Farias). As duas crianças se conhecem e se tornam grandes amigas. Aos poucos os casais vão se reaproximando, e o amor de Antônio e Rebeca ressurge, apesar de aparecer novos obstáculos. Possessivo, Juliano vê em Antônio a fonte de todas as suas frustrações e faz de tudo para afastar de Rebeca e Lívia. Depois que Rebeca pede a separação e a guarda da filha, Juliano se torna o pastor da cidade, no lugar de Bilac, usando desta posição para prejudicar Antônio.[14][1]

Tramas paralelas[editar | editar código-fonte]

Custódia (Marília Pêra), mulher misteriosa que aguça a curiosidade de todos do lugar por não sair de casa há mais de 30 anos, o que não a impede de controlar a vida dos habitantes de lá.[16] Mas vai ter de enfrentar a força de Tonha da Pamonha (Arlete Salles), que se rebela contra a vilã. Custódia obriga seu irmão Inácio a se candidatar a prefeito. Inácio, junto com seu melhor amigo, Martinho (José Mayer), acabam tornando-se prefeito e vice-prefeito.

Inácio é marido da perua Verena (Lília Cabral) — que passa mais tempo em Miami que na cidade — e tem um romance nada secreto com a cobiçada Ava Maria Gardner (Ângela Vieira). Inácio e Ava carregam a dor de terem perdido dois filhos gêmeos em um incêndio que destruiu o berçário onde eles estavam, pouco depois do nascimento. Martinho nutre uma paixão secreta por Ava, mas só depois da morte inesperada de Inácio eles se aproximam, quando também vira prefeito da cidade, apesar de sua estranha alergia à qualquer comentário sobre política. Verena também retorna à cidade e tenta tomar posse da herança de Inácio, causando disputas com Custódia.[17] A força política de Custódia também irá afetar o trabalho de Martinho, que se revela apaixonada por ele.

Custódia também tem várias plantações de caju, onde obriga crianças a trabalhar. E não só as crianças são humilhadas como também sua empregada, Jorgete (Rosi Campos).

Fim da trama[editar | editar código-fonte]

Após mais um atrito entre os dois, Antônio e Juliano descobrem que são irmãos, os gêmeos de Inácio e Ava. Custódia, tia dos rapazes, que não podia ter filhos e sabendo que podia perder parte da herança para os sobrinhos recém-nascidos, mandou atear fogo ao berçário. No entanto, as crianças foram salvas e entregues ao Padre Ovídio e ao Pastor Bilac. Com os riscos que corriam e se sentindo incapazes de protegê-las de Custódia, decidiram manter segredo e criá-los separadamente.[14]

A revelação faz com que o caráter de Juliano fique ainda mais insano, fazendo acreditar que é um enviado de Deus. Acompanhado de um grupo de seguidores fanáticos, resolve morar dentro da mata que cerca São Tomás de Trás e planeja levar a filha Ester com ele, mas Rebeca foge com a menina e se esconde em um galpão abandonado. Juliano descobre o esconderijo e, demonstrando ter de fato algum poder paranormal, emana das próprias mãos um calor tão forte que incendeia o local. Rebeca e a filha conseguem escapar com a ajuda de Antônio e Juliano é internado em um sanatório.[14]

Custódia tem um final trágico, ao ser assassinada misteriosamente.[18] No último capítulo, a identidade do assassino foi revelada: Jorgete, a governanta de Custódia, revela-se a verdadeira assassina por acreditar que a patroa pretendia compensar todos os anos de serviços prestados incluindo-a em seu testamento como única herdeira, matando-a com uma facada. Até aquele momento, Jorgete já imitava os trejeitos de Custódia, sendo desmascarada pelo delegado e presa.

Lívia morre depois de dar à luz o filho gerado no estupro que sofreu de Juliano, sem antes revelar que o filho não era de Antônio. Antônio e Rebeca decidem cuidar da criança e se casam no último capítulo. Na cena final, o elenco é banhado por uma chuva de estrelas cadentes.[14]

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Alessandra Negrini Rebeca Maciel
Murilo Benício Antônio Mourão Ferreira de Souza[19]
Flávia Alessandra Lívia Maciel
Leonardo Bricio Juliano Mourão Ferreira de Souza
Marília Pêra Custódia Alves Serrão
Arlete Salles Tonha da Pamonha
José Mayer Martinho Amoedo
Ângela Vieira Ava Maria Gardner Ferreira de Souza[20]
Nuno Leal Maia Inácio Alves Serrão
Lília Cabral Verena Alves Serrão
Mauro Mendonça Bilac Maciel
Cláudio Corrêa e Castro Ovídio
Ricardo Petraglia Gregory Ferreira de Souza
Ary Fontoura Neris Ferreira de Souza
Rosi Campos Jorgete
Bia Nunnes Jacira Ferreira de Souza
Roberto Bomtempo Frederico Feijó (Cajão)
Laura Cardoso Yeda Ferreira de Souza
Osmar Prado Barnabé de Barros
Samara Felippo Baby Amoedo[21]
Taís Araújo Edivânia
Luka Ribeiro Edvaldo (Zulu)
Renata Dutra Odaísa
Suzana Ribeiro Selma
Eloísa Mafalda Delfina
Cosme dos Santos Zé da Rapadura
Mário Frias Patricio Amoedo
Sérgio Hondjakoff Daniel Amoedo ()
Amélia Bittencourt Ruth
Júlio Braga Ananias
Bia Montez Nazaré
Lulu Pavarin Das Dores
Marcos Otávio Joel
Carolina Abranches Lara[22]
Carolina Pavanelli Bisteca
Letícia Medella Joana Amoebo (Joca)
Camila Farias Ester Maciel Mourão
Helder Agostini Antônio Maciel Mourão Jr.
Yan Whately Tico
Samuel Costa Yuri (Pingo)

Elenco de apoio[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Tássia Camargo Marta
Mara Carvalho Paula
Ricardo Macchi namorado de Edivânia
Ana Lúcia Torre Macumbeira
Cristina Mullins Jade
Carlos Eduardo Dolabella Fazendeiro de Goiás
José Augusto Branco Juiz
Kristie Miyamoto tradutora japonesa[23]
Elias Gleizer Juiz de Paz
Rui Rezende Elias
Tadeu Mello Araripe
Thierry Figueira Yuri (adulto)
Carlos Gregório Eriberto
Nilson Nunes Camelô

Música[editar | editar código-fonte]

Nacional[editar | editar código-fonte]

  1. "Leve-me Daqui" - Vanessa Rangel
  2. "Perfume de Luar" - Chiclete com Banana
  3. "Meu Bem Querer" - Djavan
  4. "Aroma do Teu Corpo" - Elba Ramalho
  5. "Azul da Cor do Mar" - Sandra de Sá
  6. "Por Debaixo Dos Panos / Homem Com H" - Antônio Barros e Cecéu
  7. "Você é Minha" - Caetano Veloso
  8. "Mi Buenos Aires Querido" - Carlos Gardel e Maria Graña
  9. "O Amor Não Sabe Esperar" - Os Paralamas do Sucesso e Marisa Monte
  10. "Teu Sonho Não Acabou" - Yara
  11. "Contradição" - Cris Braun
  12. "Ticket To Ride" - The Petropolis Girl's Choir
  13. "Dias de Chuva (Rainy Days And Mondays)" - Beto Guedes
  14. "O Senhor é Meu Pastor" - Vera Negri

Internacional[editar | editar código-fonte]

  1. "Keep On Movin' " - Alexia
  2. "Silly Man" - The Tony Rich Project
  3. "From This Moment On" - Shania Twain
  4. "Baby Come Back" - No Mercy
  5. "Don't Play With My Heart" - Modern Talking
  6. "You Send Me Flying" - Billie Myers
  7. "Ob-La-Di, Ob-La-Da" - Inner Circle
  8. "All For Love" - Jimmy Cliff
  9. "Please" - Sweet Tide
  10. "Fire" - Des'Ree
  11. "No Creo" - Shakira
  12. "No Matter What" - Boyzone
  13. "Muñequita (Nikita)" - Trini Lopez
  14. "When The Lights Go Out" - Five
  15. "Esperanza" - Enrique Iglesias
  16. "I'll Be There For You" - D-Soul

Audiência[editar | editar código-fonte]

O primeiro capítulo teve média de 39 pontos.[24] No terceiro capítulo, já registrava 33 pontos.[25] Sua menor audiência é de 20 pontos, alcançada em 19 de dezembro de 1998. O último capítulo também marcou 39 pontos. Teve média geral de 33 pontos.[26]

Notas

  1. [carece de fontes?]

Referências

  1. a b c d Anna Lee; Alexandre Maron (23 de agosto de 1998). «Dunas calientes». Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  2. a b «Trilha de novela - "Meu Bem Querer"». Famosidades. MSN. 27 de setembro de 2011. Consultado em 5 de janeiro de 2012. 
  3. «"Meu Bem Querer", que estréia amanhã, traz como novidade a divisão da trama em fases». AN Tevê. 23 de agosto de 1998. Consultado em 7 de agosto de 2015. 
  4. a b c «Meu Bem Querer - Curiosidades». Globo.com. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  5. a b Alexandre Maron (23 de agosto de 1998). «Autor é "esperança" para o horário das oito». Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  6. Leonardo Ferreira (26 de janeiro de 2010). «De 'Vale tudo' a 'Cama de gato': quando as novelas tiveram outro nome». Extra. Consultado em fevereiro de 2012.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  7. Luiz Eduardo Lima. «Sem noção: veja a lista dos títulos provisórios dados às telenovelas». Portal Verdes Mares. Consultado em fevereiro de 2012.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  8. Rui Dantas; Anna Lee (30 de setembro de 1998). «Final feliz é "merchandising", diz Marluce». Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  9. Alexandre Maron (20 de agosto de 1998). «Globo faz novela "das oito' para a faixa das 19h». Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  10. Mauro Ventura (27 de janeiro de 2008). «A grande dama». Diário do Nordeste. Consultado em fevereiro de 2012.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  11. Ivan Finotti. «Novelas derrubam humor de Portugal». Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  12. Diário do Nordeste (23 de agosto de 2000). «Natureza exuberante». Consultado em fevereiro de 2012.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  13. «Morro Branco e Praia das Fontes seduzem turistas». Diário do Nordeste. 15 de janeiro de 1999. Consultado em fevereiro de 2012.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  14. a b c d e f g «Meu Bem Querer - Trama principal». Globo.com. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  15. «Próximos capítulos - Meu Bem Querer». Folha de S.Paulo. 30 de agosto de 1998. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  16. Anna Lee (23 de agosto de 1998). «Custódia de Marília Pêra promete roubar a cena». Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  17. «Próximos capítulos - Meu Bem Querer». Folha de S.Paulo. 20 de setembro de 1998. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  18. «O fim da megera». Diário do Nordeste. 1 de março de 1999. Consultado em fevereiro de 2012.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  19. «Os personagens de Murilo Benício». M de Mulher. 6 de julho de 2010. Consultado em fevereiro de 2012.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  20. «Sonho do enchimento». ISTOÉ Gente. Consultado em fevereiro de 2012.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  21. Ricardo Linhares (2005). «Samara Felippo - atriz». ISTOÉ Gente. Consultado em fevereiro de 2012.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  22. Viviane Rosalem. «O salto de Carolina Abranches». ISTOÉ Gente. Consultado em fevereiro de 2012.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  23. «De bem com a carreira». Folha de Londrina. 11 de dezembro de 1998. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  24. Francisco Martins da Costa (26 de agosto de 1998). «Nova novela das 19h é remake de A Indomada». Folha de S.Paulo. Consultado em 7 de agosto de 2015. 
  25. Cristina Padiglone (28 de agosto de 1998). «Ressaca». Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de outubro de 2018. 
  26. Jeferson Cardoso (5 de janeiro de 2012). «IBOPE, IBOPE E MAIS IBOPE!». O Planeta TV. Consultado em 7 de agosto de 2015. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]