Locomotivas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Disambig grey.svg Nota: se procura o veículo ferroviário, veja Locomotiva.
Locomotivas
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero comédia romântica
Duração 45 minutos
Criador(es) Cassiano Gabus Mendes
País de origem Brasil
Idioma original português brasileiro
Produção
Diretor(es) Régis Cardoso
Elenco
Tema de abertura "Maria Fumaça", Banda Black Rio
Tema de encerramento "Maria Fumaça", Banda Black Rio
Empresa(s) produtora(s) Central Globo de Produção
Exibição
Emissora original Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 1º de março – 12 de setembro de 1977
Episódios 168
Cronologia
Programas relacionados Bellas y audaces

Locomotivas é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo de 1º de março a 12 de setembro de 1977, em 168 capítulos,[1] substituindo Estúpido Cupido e sendo substituída por Sem Lenço, sem Documento.[2] Foi a 19ª "novela das sete" exibida pela emissora. Escrita por Cassiano Gabus Mendes, sob direção de Régis Cardoso, Locomotivas foi a primeira telenovela do horário das 19 horas a ser gravada totalmente em cores.[1][2][3][4][5][6][7]

Conta com Eva Todor, Aracy Balabanian, Walmor Chagas, Lucélia Santos, Dennis Carvalho, Elizângela, Ilka Soares e Rogério Fróes nos papéis principais.[2]

Produção[editar | editar código-fonte]

O primeiro título pensado para a telenovela foi As Raposas e fazia alusão ao belo elenco feminino da trama, sendo trocado posteriormente para Locomotivas, embora tanto "raposa" quanto "locomotiva", assim como "pantera", eram gírias comuns da época para se referir à mulher bela, sensual e poderosa.[2] Cassiano Gabus Mendes inspirou-se em vedetes consagradas do teatro de revista como Virgínia Lane, Nélia Paula e Mara Rúbia para desenvolver a história da personagem principal Kiki Blanche (Eva Todor),[3][4][5][8][9] uma ex-vedete famosa no passado que agora se dedica à família e ao seu instituto de beleza.[1][2]

Escolha do elenco[editar | editar código-fonte]

Após seu sucesso como a protagonista de Escrava Isaura, Lucélia Santos foi convidada para atuar em Locomotivas pelo diretor Régis Cardoso, que havia separado para ela a protagonista Patrícia. Porém, ao ler a sinopse, Lucélia pediu ao diretor para interpretar a antagonista Fernanda,[2] por querer contracenar com Walmor Chagas e Aracy Balabanian.[3] Assim, pouco mais de um mês após o término de Escrava Isaura, a atriz surpreendeu o público e a crítica especializada com a transição de uma personagem submissa para uma personagem rebelde. O papel de Patrícia ficou com Elizângela.[2] Ney Latorraca estava escalado para viver Netinho, personagem que acabou ficando a cargo de Dennis Carvalho.[10] A novela também foi a estreia na Rede Globo de Hélio Souto, Teresinha Sodré e Eva Todor — uma vez que Roque Santeiro, de 1975, seu trabalho anterior, foi censurada e proibida de ir ao ar — e primeira novela das atrizes Thaís de Andrade e Joséphine Hélene.[2]

Gravações[editar | editar código-fonte]

As gravações de Locomotivas tiveram início em janeiro de 1977 e foi a primeira "novela das sete" a ser gravada totalmente em cores,[1][4][5][6] uma vez que a sua antecessora, Estúpido Cupido, que era produzida em preto e branco, teve apenas seus dois últimos capítulos gravados em cores.[2][7] O fato demandou maior cuidado da produção no visual dos atores, cenários, figurinos e locações.[3][4] O cenógrafo Raul Travassos foi responsável pela montagem e criação artística de 24 cenários fixos para a trama, sendo cinco externos e 19 em estúdio, montados no Teatro Fênix.[2][3][11] A novela teve cenas gravadas em Portugal, com a participação de alguns atores locais como Henrique Canto e Castro e a fadista portuguesa Márcia Condessa.[2][3]

No último mês da novela, Dennis Carvalho, que se destacou no papel de Netinho, pediu a Régis Cardoso para dirigir algumas cenas. Foi a primeira experiência do ator como diretor. Dennis se saiu bem na nova função, e a partir de então, o diretor Daniel Filho passou a chamá-lo para dirigir outras novelas.[3] Na produção seguinte do horário, Sem Lenço, sem Documento, Dennis foi creditado como codiretor, sob a direção geral de Régis Cardoso.[2]

Incidente[editar | editar código-fonte]

Guiando um carro numa gravação de atropelamento do capítulo 36, a atriz Célia Biar atropelou acidentalmente de verdade sua colega Ilka Soares. Era a terceira tentativa e a cena ficou perfeita, indo ao ar em 9 de abril de 1977. O acidente, sem gravidade, apressou a contratação de dublês para cenas perigosas.[2][12]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Kiki Blanche (Eva Todor) é uma ex-vedete dedicada à família e ao seu salão de beleza, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Além de Milena (Aracy Balabanian), sua filha legítima, Kiki cria Fernanda (Lucélia Santos), Paulo (João Carlos Barroso), Renata (Thaís de Andrade) e Regina (Gisela Rocha). O grande conflito da trama é a paixão de Fernanda por Fábio (Walmor Chagas), homem amado também por Milena.

Milena e Fábio se conhecem na porta do colégio onde Regina e Lia (Miriam Ficher), filha do advogado, estudam. Os dois começam a sair, mas o romance é atrapalhado por Fernanda que, apaixonada também por ele, passa a disputá-lo com a irmã. No desenrolar da trama, revela-se que Milena é, na verdade, mãe de Fernanda. E, por isso, está disposta a abrir mão de Fábio em nome da felicidade da filha. Sem contar para ninguém seus motivos, ela recusa o pedido de casamento de Fábio. O advogado não compreende a abnegação de Milena pela irmã e não desiste de conquistá-la, enquanto tenta evitar Fernanda de todas as formas. Aos poucos, no entanto, acaba cedendo às investidas da jovem.

A certa altura da trama, Fernanda decide correr atrás da identidade de sua mãe. E pede ajuda a Fábio. Mesmo com os apelos de Kiki para que não leve adiante as investigações, o advogado está empenhado em descobrir a verdade. No final, é ele quem revela a Fernanda que Milena é sua mãe. As duas se reconciliam. E Fernanda, percebendo o amor que a mãe ainda sente por Fábio, convence Milena a procurá-lo.

Outra história importante envolve Netinho (Dennis Carvalho), que vive pressionado pela mãe possessiva, Margarida (Míriam Pires). No início, Netinho namora Renata, mas também está envolvido com Patrícia (Elizângela). Os três jovens vivem um conturbado triângulo amoroso ao longo de toda a trama. Margarida, que não admite dividir o amor do filho com ninguém, trata mal Renata e Patrícia. E, com suas intrigas e perseguições, consegue fazer com que ele não fique com nenhuma das duas.

Celeste (Ilka Soares), vizinha e amiga de Margarida, é quem ajuda Netinho. Com ela, ele desabafa sobre seus namoros e sua relação com a mãe. Em meio a seus problemas, Netinho sequer percebe que Celeste, uma mulher mais velha, está apaixonada por ele. No final, após muito tempo sofrendo em silêncio, ela declara seu amor. E, apesar da oposição de Margarida, os dois começam a namorar.

Exibição[editar | editar código-fonte]

Locomotivas estreou em 1º de março de 1977, na faixa de "novela das sete" da emissora, substituindo Estúpido Cupido.[7] Assim como ocorreu com sua antecessora, a novela não apresentou tradicionalmente sua estreia em uma segunda-feira e seu término em uma sexta-feira, tendo seu primeiro capítulo transmitido numa terça-feira e seu último capítulo numa segunda-feira,[13][14] exibido em 12 de setembro de 1977, totalizando 168 capítulos.[1][2]

Vinheta de abertura e logotipo[editar | editar código-fonte]

A abertura, feita de maneira simples e sem o auxílio de efeitos especiais, trazia a modelo Maria Mônica Saboya sendo maquiada e penteada ao som de "Maria Fumaça", da Banda Black Rio. Ao final, ela levantava da cadeira e, com uma luva de boxe vermelha, dava um soco na câmera.[2][15] Maria Mônica Saboya chegou a fazer uma participação na trama, aparecendo no penúltimo capítulo. O logotipo da novela, criado pelo designer Hans Donner e sua então esposa Sylvia Trenker, consistia no título Locomotivas escrito num quadril feminino, com a letra V da palavra na parte de baixo de um biquíni.[2][7]

Reprises[editar | editar código-fonte]

Foi reprisada pela primeira vez entre 17 de janeiro e 19 de setembro de 1978, em 170 capítulos, às 13h30, substituindo Escrava Isaura e sendo substituída por Carinhoso.[2][3]

Foi reapresentada num compacto de uma hora e meia no Festival 15 Anos em 25 de março de 1980, com apresentação de Eva Todor, em comemoração aos 15 anos da Rede Globo.[2][3]

Foi novamente reprisada entre 17 de novembro de 1986 e 14 de fevereiro de 1987, em 78 capítulos, às 18 horas, substituindo a novela inédita Sinhá Moça e sendo substituída pela também inédita Direito de Amar. A reprise deu-se pelo fato da emissora suspender temporariamente as produções do horário, devido a um conflito com o Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Rio de Janeiro (SATED-RJ), que reivindicava jornada de trabalho de seis horas para seus associados.[2][3][16][17]

Foi reapresentada também, num resumo de 5 capítulos, no quadro Novelão, do Vídeo Show, de 18 a 22 de março de 2013, substituindo As Filhas da Mãe e sendo substituída por A Favorita.[18]

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator/Atriz[2][19] Personagem[2][19][20]
Eva Todor Maria Josefina Cabral (Kiki Blanche)
Aracy Balabanian Milena Cabral
Walmor Chagas Fábio Almeida
Lucélia Santos Fernanda Cabral
Dennis Carvalho Netinho
Elizângela Patrícia Mello
Ilka Soares Celeste
Rogério Fróes Sérgio Mello
Miriam Pires Margarida
João Carlos Barroso Paulo Cabral
Thaís de Andrade Renata Cabral
Tony Correia Alberto César Machado (Machadinho)
Maria Cristina Nunes Graça (Gracinha)
Terezinha Sodré Lourdes (Lurdinha)
Roberto Pirillo Cássio
Lady Francisco Carla Lambrini
Hélio Souto José Sebastião (Zé Tião)
Suzy Arruda Mirtes Mello
Isaac Bardavid Víctor
Eloísa Mafalda Joana
Célia Biar Sílvia Almeida
Gilberto Martinho Gervásio Lambrini
Carmem Silva Adelaide Cabral
Oswaldo Louzada Francisco (Chico Rico)
Joséphine Hélene Zulmira
Edson Silva Marco Aurélio
Miriam Fischer Lia Almeida
Gisela Rocha Regina Cabral

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

Ator/Atriz[2][19] Personagem[2][19][20]
Ana Maria Sagres Leila
Carlos Adier Olavo
Danton Jardim Pedro
Helena Adelsohn Shirley
Henrique Canto e Castro Tio Dimas Machado
Leila Cravo Laís
Lídia Iório Marcelina
Maria Mônica Saboya Ela mesma
Natália do Valle Sandra
Nena Ainhoren Nair
Reinaldo Gonzaga Tadeu Lambrini
Pedrinho Aguinaga Marco Aurélio

Música[editar | editar código-fonte]

Nacional[editar | editar código-fonte]

Locomotivas: Trilha Sonora Original da Novela
Trilha sonora
Lançamento 1977
Formato(s)
Gravadora(s) Som Livre
Produção Guto Graça Mello

A trilha sonora nacional de Locomotivas foi remasterizada e lançada em CD pela Som Livre em 2006, como parte da coleção "Masters Trilhas", na qual 26 trilhas de novelas e séries da década de 1970 foram relançadas neste formato.[2]

Lista de faixas[21][22]
TítuloMúsicaPersonagem tema Duração
1. "Eu Preciso Te Esquecer"  Claudia TellesFábio e Milena 4:05
2. "Desencontro de Primavera"  Hermes AquinoMachadinho 3:43
3. "Filho Único"  Erasmo CarlosNetinho 3:37
4. "Enrosca"  Guilherme LamounierPatrícia 2:24
5. "Amar é Nunca Precisar Pedir Perdão"  Mauro SérgioCeleste 4:18
6. "Locomotivas"  Rita LeeGeral 1:40
7. "Maria Fumaça"  Banda Black RioAbertura 2:24
8. "Coleção"  CassianoFernanda 3:10
9. "Vôo Sobre o Horizonte"  AzymuthLocação: Salão de beleza 3:40
10. "Consummatum Est"  César Costa FilhoLocação: Bar de Víctor 2:41
11. "Espere Por Mim, Morena"  GonzaguinhaMachadinho e Gracinha 3:21
12. "Considerando"  Edu LoboFábio 3:34
13. "Baby"  Quinteto TernuraLurdinha 2:55
14. "Alô, Alô Brasil"  Marília PêraKiki Blanche 2:10

Internacional[editar | editar código-fonte]

Locomotivas: Trilha Sonora Internacional
Trilha sonora
Lançamento 1977
Formato(s)
Gravadora(s) Som Livre
Produção Guto Graça Mello
Lista de faixas[21][23]
TítuloMúsicaPersonagem Duração
1. "Conversation"  Morris AlbertRenata 3:37
2. "Young Hearts Run Free"  Candi StatonGeral 4:09
3. "Sorrow"  Michael SullivanFábio e Milena 3:03
4. "That's The Trouble"  Grace JonesCássio 3:36
5. "Più"  Ornella VanoniFernanda 3:23
6. "Love In C Minor"  CerroneCarla e Zé Tião 9:46
7. "Sweet Sounds, Oh! Beautiful Music"  Steve MacLeanMachadinho e Gracinha 4:17
8. "Rainy Day"  Richard YoungNetinho e Celeste 3:38
9. "N.Y. You Got Me Dancin'"  Andrea TrueGeral 5:59
10. "Sad Songs"  Alessi BrothersPatrícia 3:41
11. "Dance And Shake Your Tambourine"  Universal Robot BandLocação: Rio de Janeiro 4:36
12. "Movin' On"  Cook & Benjamin Franklin GroupSílvia e Gervásio 3:34
13. "Nobody's Child"  Silver ConventionLia; Regina 3:43
14. "L'Esperance"  ArticMachadinho 5:02

Repercussão[editar | editar código-fonte]

Em 14 de agosto de 1977, a Rede Tupi, então principal concorrente da Rede Globo, reconhecendo os imbatíveis índices de audiência da novela, publicou nos jornais:

Curiosamente, 17 anos após, o SBT fez o mesmo durante a exibição da quarta versão de Éramos Seis, convidando os seus telespectadores a assistir primeiro A Viagem, da Rede Globo.[2][7]

A atriz Eva Todor conta que sua personagem em Locomotivas, Kiki Blanche, proprietária de um salão de beleza, fez tanto sucesso que, na época, surgiram inúmeros salões de beleza com o nome Kiki Blanche. Em 2010, a convite da autora Maria Adelaide Amaral, Eva Todor reviveu Kiki mais de 30 anos depois numa participação especial na novela Ti Ti Ti. A bolsa tiracolo usada pela personagem de Lucélia Santos, as batas e outras roupas usadas pelas atrizes do elenco, além de acessórios, penteados, maquiagem e batons em cores fortes e brilhantes, viraram moda no Brasil durante os meses em que a novela permaneceu no ar.[2][3]

Locomotivas foi lançada posteriormente em versões romanceadas, em duas ocasiões: em 1985, pela Rio Gráfica Editora, na coleção "As Grandes Telenovelas", que incluía 12 livretos adaptados de novelas de sucesso, e em 1987 pela Editora Globo na coleção "Campeões de Audiência: Telenovelas", que também incluía 12 adaptações de novelas.[2]

Versão chilena[editar | editar código-fonte]

Em 1988, um remake da novela foi produzido e exibido pela emissora chilena TVN, com o título de Bellas y audaces.[2]

Referências

  1. a b c d e «Locomotivas — Início». Globo.com. Memória Globo. Consultado em 26 de março de 2020 
  2. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z aa ab Xavier, Nilson. «Locomotivas». Teledramaturgia. Consultado em 25 de março de 2020 
  3. a b c d e f g h i j k «Locomotivas — Bastidores». Globo.com. Memória Globo. Consultado em 26 de março de 2020 
  4. a b c d Redação Diário do Nordeste (6 de maio de 2008). «Vedetes em locomotivas». Portal Verdes Mares. Diário do Nordeste. Consultado em 26 de março de 2020 
  5. a b c Bonventti, Rodolfo (10 de novembro de 2016). «Cassiano e suas charmosas Locomotivas dominam o horário das sete na TV Globo». R7. Cartão de Visita News. Consultado em 26 de março de 2020 
  6. a b Costa, Fábio (4 de março de 2020). «Curiosidades da TV: Locomotivas, O Bem-amado e as primeiras novelas coloridas da TV brasileira». Universo Online. Observatório da Televisão. Consultado em 26 de março de 2020 
  7. a b c d e Xavier, Nilson (1 de março de 2017). «Há 40 anos, concorrente da Globo reconheceu publicamente o sucesso da novela Locomotivas». Universo Online. Blog do Nilson Xavier. Consultado em 26 de março de 2020 
  8. Redação iG Gente (19 de agosto de 2014). «Década de 1970 marca novelas. Veja cinco tramas que se passam naquele período». Internet Group. Gente. Consultado em 26 de março de 2020 
  9. Redação Muzeez (15 de setembro de 2016). «Locomotivas». Muzeez. Consultado em 26 de março de 2020 
  10. Teixeira, Sérgio (18 de setembro de 2011). «LOCOMOTIVAS (VAMOS RECORDAR)». Blogger. Mundo Novelas. Consultado em 26 de março de 2020 
  11. Jornalista Externo (20 de julho de 2002). «O dono do olho da Rede Globo». Tribuna do Paraná. Consultado em 26 de março de 2020 
  12. Ricardo Moreira, Paulo (15 de julho de 2007). «As curiosidades do 'Almanaque da TV', livro que registra a história da televisão no Brasil». Globo.com. O Globo. Consultado em 26 de março de 2020 
  13. Xavier, Nilson (1 de junho de 2016). «O ano em que quase todas as novelas da Globo estrearam numa terça-feira». Globo.com. Canal Viva. Consultado em 26 de março de 2020. Arquivado do original em 2 de junho de 2016 
  14. Redação Veja (30 de maio de 2016). «'Totalmente Demais': Globo não encerrava novela às segundas desde 1977». Editora Abril. Veja. Consultado em 27 de março de 2020 
  15. Xavier, Nilson (16 de março de 2018). «Como Ana Furtado, 16 famosos que apareceram antes em aberturas de novelas». Universo Online. Blog do Nilson Xavier. Consultado em 27 de março de 2020 
  16. Redação Extra (17 de março de 2020). «Novelas inéditas já deixaram de ser exibidas na TV Globo em outras ocasiões». Globo.com. Extra. Consultado em 27 de março de 2020 
  17. Pagno, Marina (22 de março de 2020). «Antes do coronavírus, censuras, greve e morte de ator também levaram a Globo a reprisar novelas; relembre». ClicRBS. GaúchaZH. Consultado em 27 de março de 2020 
  18. Redação OFuxico (9 de maio de 2013). «Vídeo Show ressuscita Carminha e sua turma em compactos de Avenida Brasil». Terra Networks. OFuxico. Consultado em 27 de março de 2020 
  19. a b c d «Locomotivas — Ficha técnica». Globo.com. Memória Globo. Consultado em 27 de março de 2020 
  20. a b «Locomotivas — Personagens». Globo.com. Memória Globo. Consultado em 27 de março de 2020 
  21. a b «Locomotivas — Trilha sonora». Globo.com. Memória Globo. Consultado em 27 de março de 2020 
  22. Xavier, Nilson. «Locomotivas trilha nacional». Teledramaturgia. Consultado em 27 de março de 2020 
  23. Xavier, Nilson. «Locomotivas trilha internacional». Teledramaturgia. Consultado em 27 de março de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]