A Pequena Órfã

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A Pequena Órfã
Informação geral
Formato Telenovela
Idioma original (em português)
Produção
Diretor(es) Dionísio Azevedo
Elenco Patrícia Ayres
Dionísio Azevedo
Riva Nimitz
Exibição
Emissora de televisão original Brasil TV Excelsior
Transmissão original 26 de agosto de 1968 - 19 de fevereiro de 1969

A Pequena Órfã é uma telenovela brasileira produzida pela extinta TV Excelsior, exibida de 26 de agosto de 1968 a 19 de fevereiro de 1969.

Escrita por Teixeira Filho e dirigida por Dionísio Azevedo.

Foi reprisada pela Globo entre 19 de janeiro a 23 de agosto de 1971.[1]

Em 1973, foi lançado um filme homônimo[2] que adaptou a história para o cinema.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Abandonada pelos pais, a pequena Maria Clara, ou Toquinho, como é chamada, sofre nas mãos da malvada Elza no orfanato onde vive. Mas a menina às vezes foge, e numa de suas fugas conhece o bondoso Velho Gui (um homem nos primórdios de Gepeto de Pinóquio, que concertava brinquedos) que a ela se apega.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Patrícia Aires Maria Clara (Toquinho)
Marize Ney Maria Clara (Toquinho)

(substituindo Patrícia Aires)

Dionísio Azevedo Velho Gui
Riva Nimitz Elza
João José Pompeo Nicolau
Lurdinha Félix Madalena
Roberto Maya Jerônimo
Eduardo Abbas Padilha
Edmundo Lopes Miguel
Rachel Martins Amazília
Tony Vieira Pereira
Nádia Lippi amiga de Toquinho
J. França Mercadora
Ana Maria Blota
Míriam Maio Vânia
Ruthinéa de Moraes
Nestor de Montemar
Antônio Ghigonetto
Arnaldo Weiss
Yara Amaral
Hemílcio Fróes
Márcio A. Toledo
Lutero Luiz Juiz

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

  • Patrícia Aires, filha do ator Percy Aires, a grande estrela da novela, não foi até o fim da trama. Com apenas cinco anos na época, a menina trabalhava cinco, às vezes seis dias por semana, quando o combinado inicial com seus pais era de dois dias semanais. Patrícia acabou desenvolvendo estafa e anemia e perdeu peso. Devido a isso, seus pais a tiraram da novela. [3]
  • Para substituir Patrícia Aires na novela, foi chamada a garota goiana Marize Ney (prima da atriz Lurdinha Félix, que já estava no elenco), parecida com a intérprete mirim, só que três anos mais velha que ela. O autor resolveu o problema com uma passagem de tempo.
  • Enquanto concluía a novela O Direito dos Filhos, às 20 horas na Excelsior, o autor Teixeira Filho preparava a substituta no horário, Os Diabólicos e orientava sua mulher, Carmem Lídia, que o auxiliava em A Pequena Órfã, apresentada no horário das 18h30.
  • A história da Pequena Órfã inspirou duas novelas posteriores. Em 1993, a trama da menina carente foi adicionada à espinha dorsal da novela Sonho Meu, de Marcílio Moraes, produzida pela Globo, com Carolina Pavanelli (a menina), Elias Gleizer (o velhinho) e Nívea Maria (a malvada).
  • Em 2005, foi a vez da Record adaptá-la, dentro da novela Prova de Amor, de Tiago Santiago: Júlia Magessi (a menina), Rogério Fróes (o velhinho) e Vanessa Gerbelli (a malvada). [3]
  • A Globo reprisou A Pequena Órfã em 1971, após a extinção da TV Excelsior. Na nova abertura feita para esta reapresentação, podia-se ver a então menina Glória Pires (com 8 anos) em uma de suas primeiras aparições na televisão. A estreia como atriz veio em seguida, no Caso Especial Sombra Suspeita (1971) e na novela Selva de Pedra (1972)

Referências

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