O Feijão e o Sonho (telenovela)

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O Feijão e o Sonho
O Feijão e o Sonho (BR)
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero Drama
Romance
Duração 40 minutos
Criador(es) Benedito Ruy Barbosa
Baseado em O Feijão e o Sonho de Orígenes Lessa
Desenvolvedor(es) Rede Globo
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Herval Rossano e Walter Campos
Produtor(es) Almeida Santos
Elenco Nívea Maria
Cláudio Cavalcanti
Mário Cardoso
Lúcia Alves
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Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Globo
Transmissão original 28 de junho de 19769 de outubro de 1976
N.º de episódios 89
Cronologia
Vejo a Lua no Céu
Escrava Isaura

O Feijão e o Sonho é uma telenovela brasileira que foi produzida e exibida no horário das 18 horas pela Rede Globo entre 28 de junho e 9 de outubro de 1976, em 89 capítulos, substituindo Vejo a Lua no Céu e sendo substituída por Escrava Isaura.[1] Foi a "novela das seis" exibida pela emissora.

Adaptada do romance homônimo, de Orígenes Lessa, por Benedito Ruy Barbosa, e dirigida por Herval Rossano.

Foi reapresentada no horário das 13h30, entre 29 de abril e 26 de agosto de 1977.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Enredo[editar | editar código-fonte]

A vida do casal Campos Lara, entre o sonho e a dura realidade. Juca é um poeta que vive a embalar o sonho da criação literária, alheio aos aspectos práticos da luta pela sobrevivência. Casado com Maria Rosa, uma abnegada dona de casa, a relação é um desajuste só. Juca sonhando, escrevendo, poetando; Maria Rosa batalhando, preocupando-se e, principalmente, azucrinando a vida do irresponsável marido. Os rendimentos conseguidos pelo poeta, dando aulas ou escrevendo para os jornais, são extremamente escassos e insuficientes para fazer frente às despesas da família. Pula de emprego em emprego, vê seus alunos escaparem e os que

permanecem são os que não podem pagar. Enquanto isso, Maria Rosa luta desesperadamente contra a miséria e o infortúnio.

A história acompanha as diversas fases da vida do casal. O encontro romântico na mocidade, o duro da convivência classe-média, os problemas com os filhos. A incompreensão entre o casal toma ainda maiores proporções quando a irmã de Maria Rosa, Creuza, e seu cunhado Gomes, um homem sem cultura mas de grande tino comercial, enriquecem. Comparando o nível intelectual do marido com o do cunhado e sentindo na pele o peso de sua pobreza em relação à fortuna da irmã, Maria Rosa revolta-se ainda mais compelindo Juca a trabalhar em funções que simplesmente o violentam.

Depois de uma guerra de vida inteira, Maria Rosa se defronta com o único filho homem que, apesar de tudo que ela tentara lhe ensinar, sofre do mesmo mal do pai: quer ser poeta, para orgulho de Juca.

Trilha sonora[2][editar | editar código-fonte]

Sonoplastia: Guerra Peixe Filho Produção, Músicas e Arranjos: Waltel Branco

  1. "Meu Poeta, Minha Vida"
  2. "Barcarola"
  3. "Solteiro é Melhor"
  4. "Canção de Ninar"
  5. "Xote Pop"
  6. "Abertura"

Referências

  1. «O feijão e o Sonho». Teledramaturgia. Consultado em 15 de dezembro de 2015. 
  2. «O feijão e o Sonho - Trilha Sonora». Teledramaturgia. Consultado em 15 de dezembro de 2015. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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