A Padroeira

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A Padroeira
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero
Duração 50 minutos
Criador(es) Walcyr Carrasco
Baseado em As Minas de Prata, de José de Alencar
País de origem  Brasil
Idioma original (Português)
Produção
Diretor(es) Roberto Talma
Walter Avancini
Câmera Multicâmera
Roteirista(s) Duca Rachid
Mário Teixeira
Elenco
Tema de abertura "A Padroeira", Joanna [nota 1]
Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 18 de junho de 200122 de fevereiro de 2002
N.º de episódios 215

A Padroeira é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo no horário das 18 horas, entre 18 de junho de 2001 e 22 de fevereiro de 2002, em 215 capítulos,[1] substituindo Estrela-Guia e sendo substituída por Coração de Estudante. Foi a 59ª "novela das seis" exibida pela emissora. Escrita por Walcyr Carrasco, com colaboração de Mário Teixeira e Duca Rachid, contou com a direção de Walter Avancini, Mário Márcio Bandarra, Ivan Zettel, Vicente Barcellos, Luiz Henrique Rios, Leandro Neri e Roberto Talma, além da direção geral e núcleo de Roberto Talma e Walter Avancini.[2][3] É uma adaptação do romance As Minas de Prata de José de Alencar.

Contou com Deborah Secco, Luigi Baricelli, Maurício Mattar, Mariana Ximenes, Murilo Rosa, Rodrigo Faro, Patrícia França e Elizabeth Savalla nos papéis principais.

Produção[editar | editar código-fonte]

As cenas iniciais da novela foram gravadas em Paciência, no Rio de Janeiro.

A novela foi baseada no romance As Minas de Prata, de José de Alencar, e também na telenovela homônima, escrita de Ivani Ribeiro baseada no livro e exibida pela extinta TV Excelsior em 1967.[4] Outras referências utilizadas pelo autor na parte romântica da novela foram Romeu e Julieta, escrita por William Shakespeare em 1591, e A Dama de Monsoreau, escrito por Alexandre Dumas em 1846.[5] As gravações da começaram em 18 abril, utilizando uma fazenda em Paciência, bairro do Rio de Janeiro como cenário inicial para o comitiva que recebia Cecília, além o local para compor o vilarejo onde a santa é encontrada.[6] Segundo o autor, a intenção era unir amor, fé e aventura em uma só história.[7] Devoto de Nossa Senhora Aparecida, Walcyr declarou que começou a escrever a novela após ter uma "vivência" relacionada a santa.[8]

O diretor Walter Avancini teve que deixar a novela logo no primeiro mês por um problema de saúde – ele viria a falecer em 26 de setembro daquele ano – sendo substituído por Roberto Talma.[9] No dia da morte de Walter ia ao ar o capítulo 87 da novela, que prestou uma homenagem após a exibição com uma frase em honra ao diretor.[10] Apesar de muito abaixo da expectativa de audiência, A Padroeira teve de ser esticada em mais 45 capítulos, uma vez que a trama seguinte, A Dança da Vida, escrita por de Maria Adelaide Amaral, havia sido cancelada e o autor Emanoel Jacobina foi convocado às pressas para adiantar os trabalhos em Coração de Estudante e a equipe precisava de tempo para erguer os cenários e convocar elenco.[11] "Santuário do Coração", da London Promenade Orchestra, foi utilizada como tema de abertura no primeiro mês de exibição, sendo trocada posteriormente por "Shosholoza '99", do grupo Ladysmith Black Mambazo, que ficou apenas duas semanas e foi, finalmente, substituída por "A Padroeira", da cantora Joanna, música fixada como tema de abertura até o final.[12]

Escolha do elenco[editar | editar código-fonte]

Maurício Mattar foi o primeiro ator escalado para a novela em fevereiro de 2001, quando ainda gravava a participação na primeira fase de Porto dos Milagres.[13] Luigi Baricelli foi escalado como protagonista após seu bom desempenho em Laços de Família.[14] Com a entrada de Roberto Talma na direção diversos atores foram cortados do elenco e outros incorporados, incluindo Susana Vieira como a dançarina Doroteia, Rodrigo Faro como o artista de rua Faustino e Daniel de Oliveira como o bondoso padre Gregório.[15] Em 13 de outubro Giulia Gam entrou na novela como Antonieta, ex-mulher de Fernão, para balançarseu romance com Cecília.[16]

Cenografia e figurinos[editar | editar código-fonte]

Guaratinguetá, em São Paulo, onde originalmente encontrou-se a imagem de Nossa Senhora Aparecida, foi utilizada como referência para a construção da cidade cenográfica nos Estúdios Globo, que percorriam 12 mil m2 e tinham 13 cenários diferentes, incluindo a vila dos pescadores, uma igreja, a casa dos principais personagens, o recinto que serviu de primeira casa para a santa, o largo principal e o posto frequentado pelos tropeiros.[17] Além disso também foi construido um rio fictício de 30 metros de extensão, que percorria toda a vila dos pescadores, beirando três cabanas principais e um galpão.[17] Um ateliê com dez costureiras foi montado para que os figurinistas da novela pudessem fazer toda criação dos figurinos dos personagens inspirados na moda do Século XVIII, utilizando como referência as pinturas de Pieter Bruegel.[18]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

No conturbado século XVIII, Valentim e Cecília são dois jovens que se apaixonam mas que pertencem a mundos muitos diferentes e vão ter de lutar pela felicidade.

Tudo começa em 1717, com a chegada ao Brasil do Conde de Assumar e da sua pequena comitiva, à qual pertencia a jovem Cecília de Sá. O grupo é atacado por um bando de salteadores, liderados por Molina, que sequestra a jovem encantado pela sua beleza. Mas Valentim surge para a salvar, fazendo nascer um amor que muda para sempre a vida dos dois. O futuro do romance fica comprometido logo que Cecília chega em casa e descobre que seu pai, Dom Lourenço de Sá, já tem um pretendente à sua mão, o rico e poderoso fidalgo Dom Fernão de Avelar.

O passado de Valentim também é um empecilho para a união dos dois: por ter-se recusado a entregar o mapa de umas minas de ouro à Coroa, o pai de Valentim foi considerado um traidor, preso e morto numa cela em Lisboa. Valentim foi criado pelo tio advogado, o poeta Manuel Cintra. Apesar da criação nobre e de sua fidalguia, é discriminado pelos poderosos da vila.

Motivado pelo amor que sente por Cecília, Valentim não vai medir esforços para provar a inocência de seu pai. Para isso, lutará para descobrir o mapa das minas de ouro. Cecília tampouco cede facilmente à vontade de seu pai: não se encanta com Dom Fernão, que é rude, grosseiro e prepotente. Humilhado pela recusa, Dom Fernão jura vingança e promete que Cecília será sua a qualquer preço.

As minas de ouro também são de interesse do Conde de Assumar que carregava consigo documentos que levariam a elas, mas que foram roubados pelo bando de Molina. Este articula um plano com Blanca de Sevilla, uma espanhola de origem cigana que veio ao Brasil fugida da inquisição. Para se infiltrar na sociedade de Guaratinguetá e descobrir com quem está o mapa, Molina mata um jesuíta, rouba seu hábito e parte para a vila, onde é recebido na igreja pelo Padre José e pela beata Imaculada Vilela, que não desconfiam do impostor. Enquanto isso, Blanca se envolve com Valentim, aproveitando-se de seu conturbado romance com Cecília.

Também os pescadores da cidade de Guaratinguetá têm uma luta constante: o reconhecimento do culto à Nossa Senhora Aparecida, que realizou milagres após sua imagem ter sido encontrada por eles no rio Paraíba do Sul. E alguns poderosos querem levar a ambição até às últimas consequências. Mas o bem conta com uma poderosa arma, porque quando a fé chega ao coração, os milagres acontecem.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Exibição[editar | editar código-fonte]

A Padroeira foi exibida entre 18 de junho de 2001 e 22 de fevereiro de 2002, com 215 capítulos. De acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União em 8 de maio de 2001, sua classificação indicativa era "livre para todos os públicos".[19] Em outubro de 2016 a novela foi cedida gratuitamente para ser exibia na TV Aparecida em comemoração aos 300 anos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.[20] A Padroeira estreou no canal a partir de 17 de abril de 2017 em dois horários: 19h e 22h30.[21] Seu último capítulo foi exibido em 22 de dezembro de 2017, com reprise no dia 23, véspera de natal, sendo substituída por O Direito de Nascer.[22]

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator/Atriz Personagem
Deborah Secco Cecília de Sá
Luigi Baricelli Valentim Coimbra
Maurício Mattar Dom Fernão de Avelar
Patrícia França Blanca de Sevilla
Mariana Ximenes Izabel de Avelar
Murilo Rosa Diogo Soares Cabral
Rodrigo Faro Faustino Pereira
Elizabeth Savalla Imaculada de Avelar
Luís Melo Santiago Aragão / Falso Padre Molina
Susana Vieira Dorothéia Esperandina Lopes (Dodô)
Otávio Augusto Manuel Cintra (Sr. Poeta)
Giulia Gam Antonieta de Miranda
Lu Grimaldi Joaquina Soares Mendonça Cabral
Laura Cardoso Silvana Alves da Rocha Martins Correia
Daniel de Oliveira Padre Gregório
Felipe Camargo Frei Tomé
Bianca Byington Gertudes de Sá
Paulo Goulart Dom Lourenço de Sá
Taumaturgo Ferreira Juiz Honorato Vilela
Cecil Thiré Capitão Antunes
Isabel Fillardis Clarice dos Anjos
Cláudio Gabriel João Alves da Rocha Martins Correia
Karina Barum Tiburcina Peixoto
Lidi Lisboa Brásia
Fábio Villa Verde Braz de Sá
Gustavo Haddad Luís Antunes
Roberto Bomtempo Jairo Aguilar
Andréa Avancini Delfina
Jandir Ferrari Inocêncio (Capitão do Mato)
Cecília Dassi Zoé Vilela
Renata Nascimento Marcelina de Sá
Samuel Mello Cosme
Luiz Antônio do Nascimento Damião
Iléa Ferraz Pureza
Mariah da Penha Eusébia
Dani Ornellas Benta
Fernando Almeida Gil
Cida Moreno Maria do Rosário

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

Ator/Atriz Personagem
António Marques Conde de Assumar
Stênio Garcia Dom Antônio Soares Cabral
Yoná Magalhães Úrsula Paz
Carlos Gregório Domingos Martins Correia
Jackson Antunes Atanásio Pedroso
Maria Ribeiro Rosa Maria Vilaça
Roney Villela João Fogaça
Denise Milfont Mariquinhas Fogaça
Raquel Nunes Celeste Fogaça
Rafael Rodrigo Miguel Fogaça
Alexandre Drummond Tiago Fogaça
Ida Gomes Zuleica
Cláudio Corrêa e Castro Dom Agostinho de Miranda
Tássia Camargo Generosa
Chica Xavier Feiticeira da floresta
Stepan Nercessian João da Cruz
Natália Lage Ana
Leandro Hassum Vendedor de Espinhos
Ana Paula Tabalipa Agnes
Othon Bastos Padre José
Norton Nascimento Zacarias
Isaac Bardavid Filipe Pedroso
Luciano Vianna Tabaco
Pablo Sobral Cirilo
Flávio Ozório Jacinto
Emanuelle Soncini Tonha
Renata Peret Bartira

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

A Padroeira
Trilha sonora de Vários artistas
Lançamento 30 agosto de 2001
Duração 47:12
Formato(s) CD
Gravadora(s) Som Livre

A trilha sonora da telenovela foi lançada em 30 agosto de 2001 pela Som Livre, sendo a única desde a década de 1980 não conter uma compilação internacional. Deborah Secco e Luigi Baricelli ilustraram a capa do álbum.[23]

Lista de faixas
N.º Título Música Personagem tema Duração
1. "Pra Sempre (Adágio)"   Verônica Sabino Cecília e Valentim 3:43
2. "Santuário do Coração"   London Promenade Orchestra Geral 3:25
3. "Sevilla"   Gerardo Nünêz Blanca 3:31
4. "A Padroeira"   Joanna Abertura 3:16
5. "Adágio da Sinfonia N° 3"   Sérgio Saraceni Geral 3:42
6. "Shosholoza '99"   Ladysmith Black Mambazo Clarice 3:20
7. "Resistência"   Orlando Morais Izabel e Diogo 3:47
8. "Fado da Delfina"   Henrique Cazes Delfina 3:45
9. "Imbube"   Ladysmith Black Mambazo Escravos 3:45
10. "Eu Sei"   Sara Tavares Izabel 3:20
11. "Feriado Bancário"   London Promenade Orchestra Imaculada 3:24
12. "Sinos Através dos Campos"   London Promenade Orchestra João e Tiburcina 3:15
13. "Michel"   Eversong's Project Dodô 3:31
14. "Guardian Angel"   Due Angeli Padre Gregório 3:38
Outras canções não incluídas na trilha sonora

Audiência[editar | editar código-fonte]

O primeiro capítulo marcou 31 pontos.[24] Ao longo do tempo, a audiência foi caindo e se tornou a telenovela menos assistida da emissora, ficando até mesmo atrás de Malhação, chegando a apenas 19 pontos.[25] A preocupação da direção da emissora mudou de foco em 2002 quando, ironicamente, a nova "novela das sete", Desejos de Mulher, chegou a marcar 19 pontos e ficar atrás de A Padroeira, que mantinha-se em torno dos 24 pontos.[26] O último capítulo surpreendeu ao marcar 39 pontos de média com picos de 43.[27] Sua média geral foi de 26 pontos, considerada muito baixa para a época, que tinha a meta de 30 pontos, representando uma queda de quatro pontos em relação à média da telenovela anterior, Estrela-Guia.[28]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Dispensa de parte do elenco[editar | editar código-fonte]

O diretor Walter Avancini afastou-se após o primeiro mês da novela por problemas de saúde, passando o comando para Roberto Talma, que promoveu grandes mudanças na telenovela e passou a aconselhar Walcyr Carrasco no andamento.[29] Toda a família Fogaça – formada por Roney Villela, Denise Milfont, Raquel Nunes, Rafael Rodrigo e Alexandre Drummond – foi extinta da trama sem prévio aviso, o que gerou um comprometimento na história do personagem de Gustavo Haddad, que se envolvia com a de Raquel, tornando-o um elemento sem real função na história e fazendo com que o ator fosse para a imprensa revelar seu descontentamento: "Minha história se esvaziou. Estou na expectativa dos próximos capítulos. Não estou inseguro: estou completamente em pânico".[29] Stênio Garcia também teve o personagem cortado e Yoná Magalhães continuou por apenas mais alguns capítulos, tendo ainda a dispensa de Jackson Antunes, Maria Ribeiro, Isaac Bardavid e Ida Gomes e até mesmo Carlos Gregório, par com Laura Cardoso na trama, que a partir de então passou a ser viúva.[29] Segundo entrevista de Raquel Nunes, o novo diretor não avisou nenhum dos atores sobre a dispensa, divulgando para a imprensa apenas: "Uma repórter ligou para a Maria Ribeiro e perguntou o que ela achava de deixar da novela. A Maria foi saber o que estava acontecendo e descobriu que nós todos íamos sair. O pior foi a atitude do Talma. Ele podia perder cinco minutos do seu precioso tempo e falar conosco, nos tratar com dignidade e respeito".[29]

Críticas a pregação e preconceito[editar | editar código-fonte]

A Padroeira também recebeu diversas críticas pela temática religiosa, taxada como "pregação católica" e que estava "catequizando" o público como outrora os jesuítas fizeram com os índios durante a chegada dos portugueses do Brasil.[30] Além disso, as cenas onde Luís, personagem de Gustavo Haddad, era taxado como homossexual por não ter se casado ainda e chegava a ser ameaçado a ser condenado pela igreja receberam críticas pelo incentivo a homofobia.[31] Outra cena bastante criticada foi na reta final, quando o personagem de Felipe Camargo fazia um exercismo na personagem de Chica Xavier, uma suposta feiticeira cujo vestuário se assimilada ao candomblé.[32] Ironicamente não só outros grupos religiosos criticaram a novela, mas também católicos, tendo padres que chegavam a pedir para que as pessoas não assistissem a trama por utilizar a religião de forma comercial.[32] Além disso, um portal intitulado Catolicanet foi criado para combater a novela, no qual uma pesquisa apontou que 66,91% dos católicos acreditam que não era certo acompanha-la.[32] As diversas críticas de vários lados contribuíram para a baixa audiência da novela.[32]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Prêmio Qualidade Brasil RJ (2001)
  • Melhor Telenovela
  • Melhor Ator Coadjuvante - Otávio Augusto
Melhores do Ano (2001)
  • Música de Abertura - "A Padroeira", Joanna
Prêmio Contigo! (2001)
  • Música de Abertura - "A Padroeira", Joanna
Festival Latino Americano de Cine, Vídeo e TV de Campo Grande (2001)
  • Melhor Ator Negro de Novela - Norton Nascimento

Notas

  1. Originalmente a música "Santuário do Coração", da London Promenade Orchestra, foi utilizada como tema de abertura no primeiro mês de exibição, sendo trocada posteriormente por "Shosholoza '99", do grupo Ladysmith Black Mambazo, que ficou apenas duas semanas. No segundo mês de novela "A Padroeira", da cantora Joanna, foi fixada como tema de abertura até o final da trama.

Referências

  1. Memória Globo. «A Padroeira - Ficha Técnica». Consultado em 21 de dezembro de 2008 
  2. Memória Globo. «A Padroeira - Trama Principal». Consultado em 25 de janeiro de 2014 
  3. XAVIER, Nilson. «A Padroeira - Teledramaturgia». Consultado em 25 de janeiro de 2014 
  4. «As inspirações de Walcyr Carrasco: um dossiê». Coisas de TV. Consultado em 23 de março de 2018 
  5. «A Carrasco enfrenta novo desafio». Folha de S.Paulo. Consultado em 27 de março de 2018 
  6. «Globo começa a gravar "A Padroeira", próxima novela das seis». Folha Ilustrada. 19 de abril de 2001. Consultado em 2 de dezembro de 2017 
  7. «"A Padroeira" estréia dia 18 com história de amor, fé e aventura». Folha de S.Paulo. Consultado em 23 de março de 2018 
  8. «Maria está no meio de nós». Isto É. Consultado em 23 de março de 2018 
  9. «Globo tenta salvar "Padroeira"». Folha de São Paulo. 15 de julho de 2001. Consultado em 2 de dezembro de 2017 
  10. «Morre o diretor de TV Walter Avancini». Folha Ilustrada. 26 de setembro de 2001. Consultado em 2 de dezembro de 2017 
  11. «Globo adia novela com corrupto». Folha Ilustrada. 25 de outubro de 2001. Consultado em 2 de dezembro de 2017 
  12. «TRILHA SONORA». Globo. Consultado em 23 de março de 2018 
  13. «Escalado». Terra. Consultado em 27 de março de 2018 
  14. «Jovem galã, de novo pai». Terra. Consultado em 27 de março de 2018 
  15. «Saída de atores gera mal-estar em "A Padroeira"». Folha de São Paulo. 22 de julho de 2001. Consultado em 2 de dezembro de 2017 
  16. «Giulia Gam entra na nau sem rumo de "A Padroeira"». Folha de São Paulo. 30 de setembro de 2001. Consultado em 2 de dezembro de 2017 
  17. a b «CENOGRAFIA E ARTE». Globo. Consultado em 23 de março de 2018 
  18. «FIGURINO E CARACTERIZAÇÃO». Globo. Consultado em 23 de março de 2018 
  19. «Classificação Indicativa - A PADROEIRA». Ministério da Justiça. Consultado em 26 de outubro de 2016 
  20. Ricardo Feltrin (25 de outubro de 2016). «TV Aparecida fecha contrato com Globo e vai exibir "A Padroeira"». UOL. Consultado em 26 de outubro de 2016 
  21. TV Aparecida (26 de outubro de 2016). «TV Aparecida exibe novela 'A Padroeira' em 2017». A12. Consultado em 26 de outubro de 2016 
  22. Flávio Ricco (2 de dezembro de 2017). «TV Aparecida vai exibir novela "O Direito de Nascer" em 2018». UOL. Consultado em 2 de dezembro de 2017 
  23. «A Padroeira». Teledramaturgia. Consultado em 18 de março de 2018 
  24. «'A Padroeira' estréia com boa audiência». Diário do Grande ABC. 19 de junho de 2001. Consultado em 26 de julho de 2015 
  25. Daniel Castro (20 de agosto de 2001). «"A Padroeira" tem menos Ibope do que "Malhação"». Folha Ilustrada. Consultado em 26 de julho de 2015 
  26. «Reprise ameaça alcançar "Desejos" no Ibope». Folha de S.Paulo. Consultado em 27 de março de 2018 
  27. «Último capítulo de A Padroeira rende 43 pontos de pico». Babado Ig. 22 de fevereiro de 2002. Consultado em 26 de julho de 2015 
  28. Ricardo Feltrin (18 de setembro de 2008). «Ibope de novelas desaba na Globo; veja a queda». UOL. Consultado em 17 de novembro de 2012 
  29. a b c d «Esquenta o clima nos bastidores de "A Padroeira"». Estadão. Consultado em 27 de março de 2018 
  30. «Catolicismo e Telenovela - Universidade Metodista». Universidade Metodista. Consultado em 27 de março de 2018 
  31. «A Padroeira - Capítulos de 06 a 11 de novembro de 2017». A12. Consultado em 27 de março de 2018 
  32. a b c d «Religiosos atacam novelas da Globo». Estadão. Consultado em 27 de março de 2018 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]