Esperança (telenovela)

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Esperança
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero
Duração 60 minutos
Criador(es) Benedito Ruy Barbosa
Desenvolvedor(es) Walcyr Carrasco
País de origem  Brasil
Idioma original (Português)
Produção
Diretor(es) Luiz Fernando Carvalho
Câmera Multicâmera
Roteirista(s) Edmara Barbosa
Edilene Barbosa
Thelma Guedes
Elenco
Tema de abertura "Speranza", Laura Pausini
Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 17 de junho de 2002[2]14 de fevereiro de 2003[3]
N.º de episódios 209[1]
Cronologia
Programas relacionados Terra Nostra

Esperança é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo, no horário das 20 horas, entre 17 de junho de 2002 e 14 de fevereiro de 2003, em 209 capítulos, substituindo O Clone e sendo substituída por Mulheres Apaixonadas.[2][3] Foi a 62ª "novela das oito" exibida pela emissora. Foi criada e escrita por Benedito Ruy Barbosa atpe o capítulo 149, quando o autor precisou se ausentar por problemas de saúde e a autoria passou para Walcyr Carrasco, que levou a trama até o fim. Contou com a colaboração de Edmara Barbosa, Edilene Barbosa e Thelma Guedes, direção de Emílio di Biasi e Marcelo Travesso, direção geral de Luiz Fernando Carvalho e Carlos Araújo, e núcleo de Luiz Fernando Carvalho.

Contou com Priscila Fantin, Reynaldo Gianecchini, Maria Fernanda Cândido, Nuno Lopes, Oscar Magrini, Laura Cardoso, Raul Cortez e Ana Paula Arósio nos papéis centrais.[1]

Produção[editar | editar código-fonte]

A novela traça um painel social do estado de São Paulo, onde os imigrantes tiveram participação ativa no processo de industrialização e na formação do movimento operário. Dados do Memorial do Imigrante davam conta, na época de produção da novela, que cerca de 2,5 milhões de imigrantes, de aproximadamente 70 nacionalidades diferentes, entraram em São Paulo desde a segunda metade do século XIX até 1949. Como fez em outras novelas de sua autoria, Benedito Ruy Barbosa volta a retratar em Esperança a vida desses imigrantes.[4] * A novela foi pensada para ser uma continuação de Terra Nostra (1999), e seria batizada de Terra Nostra 2. Segundo Benedito Ruy Barbosa, porém, ele percebeu que não conseguiria dar continuidade às tramas desenvolvidas na novela anterior e propôs uma nova história, embora versando sobre o mesmo tema da imigração.[5]

As gravações da novela começaram em abril de 2002 e tiveram como cenário a pequena cidade italiana Civita di Bagnoregio, localizada a 105km de Roma, no norte da Itália.[6] Esperança sofreu atrasos na entrega de capítulos, levando à gravação de cenas na véspera ou até mesmo no dia de sua exibição. Devido a problemas pessoais, Benedito Ruy Barbosa se afastou da trama em dezembro de 2002, e Walcyr Carrasco assumiu a autoria, a partir do capítulo 149, passando a contar com a colaboração de Thelma Guedes. A trama ganhou novos desdobramentos e personagens.[7] Assim como seu personagem, o cantor Gilbert é judeu egípcio na vida real. Além de fazer o pai de Camille (Ana Paula Arósio), ele gravou para a novela a canção Jerusalém de Ouro, em hebraico e português.

Gianfrancesco Guarnieri fez uma breve participação na história como Pellegrini, amigo do escultor Agostino (Cláudio Corrêa e Castro), que aceita se passar por padre para realizar o falso casamento de Toni e Camilli. Ansioso por ver o pupilo italiano casado com a judia, Agostino inventa um casamento de mentira em seu ateliê, à revelia dos namorados. As informações sobre a trama, o momento histórico e a produção da novela foram utilizados para a edição de um livro, lançado pela Editora Globo, com o nome "A década de 1930 através da novela Esperança".[8] O ator Luís de Lima, intérprete de Antonio, pai de José Manoel (Nuno Lopes), morreu durante a novela. Para dar continuidade dramática ao romance de José Manoel com Nina (Maria Fernanda Cândido), que não era aceita pela família do rapaz, Beatriz Segall entrou na trama. Ela foi escalada para viver Antonia, a mãe do português.[9]

Ana Paula Arósio e Reynaldo Gianecchini conferiram tanto realismo a uma cena de discussão do casal Camilli e Toni que ambos se feriram durante a gravação. Ana Paula torceu o tornozelo direito, e o ator teve dentes quebrados quando Camilli, em um acesso de fúria, destrói a estátua feita por Toni ao ouvir o marido se declarar à obra, chamando-a de Maria. Gianecchini teve de se submeter a uma restauração dentária e só voltou às gravações três dias após o acidente.[10] Em 21 de janeiro de 2003, Ana Paula Arósio deixou a novela devido a problemas de saúde. Voltou a tempo de concluir suas cenas.[11] A trama foi parodiada pelo Casseta & Planeta, Urgente! como faz com todas as novelas do horário nobre da emissora como Semelhança. O título seria Terra Nostra 2, mas a pedido do autor Benedito Ruy Barbosa, o título acabou não indo ao ar. A sátira Semelhança também não agradou ao autor.[12]

Esperança fez sucesso no exterior, sendo exibida em países como Uzbequistão, Rússia, entre outros. Vendida para emissoras hispânicas, a novela foi rebatizada, passando a chamar Terra Speranza, em alusão a Terra Nostra, outra trama de Benedito Ruy Barbosa e um dos maiores sucessos da TV Globo no mercado internacional. Rebatizada de Terra Nostra 2, Esperança foi exibida na Itália no canal Rette 4. A novela fez sucesso em Israel, no horário nobre, indo ao ar no canal HOT 3 da TV a cabo, com o título de Terra Esperança traduzido para o hebraico – a exibição do casamento judaico de Camilli e Toni fez o canal obter uma audiência jamais alcançada antes. A trama foi a primeira do horário a ser ameaçada de ser classificada para 16 anos, pois houve, no primeiro capítulo, uma cena onde Priscila Fantin deixou os seios de fora. O Ministério da Justiça recebeu diversas denúncias de telespectadores.

Escolha do elenco[editar | editar código-fonte]

Rodrigo Santoro e Marcelo Antony fizeram testes para interpretar Samuel, porém o papel acabou ficando para o cantor Paulo Ricardo, uma vez que a direção buscava um nome completamente inédito, entrando na trama em novembro de 2002.[13] Esperança foi a última telenovela da atriz Zilka Salaberry e do ator José Lewgoy. Zilka Salaberry faleceu no dia 10 de março de 2005 e José Lewgoy no dia 10 de fevereiro de 2003, na última semana de exibição de Esperança. Foi a última trama de Benedito Ruy Barbosa no horário nobre até então, em 2016 ele retornou ao horário escrevendo a telenovela Velho Chico.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

A história começa em 1930 em Civita, interior da Itália. Toni (Reynaldo Gianecchini) é um moço trabalhador, filho de Genaro (Raul Cortez) e Rosa (Eva Wilma), que é proibido pelo viúvo Giuliano (Antônio Fagundes) de viver um romance com sua filha, Maria (Priscila Fantin), por ele ser de família pobre. O casal planeja ir para o Brasil, aproveitando a onda de imigração sob a promessa de trabalho fértil, mas é impedido por Giuliano, fazendo com que Toni embarque sozinho e prometa voltar busca-la em breve. Ao descobrir que está gravida, porém, Maria é obrigada a se casar com um homem mais velho, Martino (José Mayer), para não afetar sua reputação. Em São Paulo, Toni consegue trabalho com os judeus Ezequiel (Gilbert Stein) e Tzipora (Eliana Guttman), que o acolhem em sua casa e ajudam ele a se estabelecer, fazendo com que o rapaz acabe se envolvendo com a filha deles, a sedutora Camille (Ana Paula Arósio). Enquanto isso Martino e Maria tem que fugir para o Brasil após ele se envolver em conflitos políticos, que acabam culminando em sua morte assim que ele chega no país, deixando a moça viuva e livre para procurar seu verdadeiro amor. No entanto, Camille se mostra maquiavélica, fazendo de tudo para manter seu relacionamento com Toni e deixar Maria o mais longe possível custe o que custar.

Paralelamente há outras tramas, como de Nina (Maria Fernanda Cândido), operária da fábrica de Humberto (Oscar Magrini) e vítima constante do assédio dele, o que atrai a inveja de Eulália (Gisele Itié), amante do empresário que não aceita a obsessão dele por outra. Apaixonada pelo português Murruga (Nuno Lopes), ela se torna líder da greve dos operários por melhores condições de trabalho. Filhos dos humildes sitiantes Vincenzo (Othon Bastos) e Constancia (Araci Esteves), os irmãos Caterina (Simone Spoladore) e Marcello (Emílio Orciollo Netto) seguem a rivalidade dos pais com a poderosa fazendeira Francisca (Lúcia Veríssimo), uma viúva amarga que quer comprar suas terras para expandir seus negócios. Os dois acabam se apaixonando pelos filhos de Francisca, Mauricio (Ranieri Gonzalez) e Beatriz (Miriam Freeland), respectivamente, que estavam em busca de alfabetizar os moradores da região, causando um mau-estar nas famílias. As coisas se complicam ainda mais quando a fazendeira se casa com Farina (Paulo Goulart), um mau-caráter de olho em sua fortuna. Há ainda a cafetina Justine (Gabriela Duarte), que renega sua paixão pelos estudante de direito Marcos (Chico Carvalho) com medo de estragar sua reputação.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Exibição[editar | editar código-fonte]

Esperança não atingiu os índices de audiência desejados pela emissora,[14] mas fez sucesso no exterior, sendo exibida em países como Uzbequistão e Rússia, entre outros. A novela foi renomeada para Terra Speranza em uma tentativa de alavancar a venda para emissoras hispânicas. O nome é uma alusão a Terra Nostra, de Benedito Ruy Barbosa, um dos maiores sucessos da TV Globo no mercado internacional. Rebatizada de Terra Nostra 2, Esperança foi exibida na Itália no canal Rete 4. A novela fez sucesso em Israel, no horário nobre, indo ao ar no canal HOT 3 da TV a cabo, com o título de Terra esperança traduzido para o hebraico – a exibição do casamento judaico de Camille e Toni fez uma das maiores audiências já registradas no país.[15]

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Priscila Fantin Maria D'Angelo
Reynaldo Gianecchini Antonio Bellini (Toni)
Ana Paula Arósio Camille Schneider
Maria Fernanda Cândido Nina Salvattore Bellini
Nuno Lopes José Manoel Antunes (Murruga)[16]
Oscar Magrini Humberto Martins[17]
Laura Cardoso Madalena Salvattore
Raul Cortez Genaro Bellini
Simone Spoladore Caterina Tranquili
Ranieri Gonzalez Mauricio Moreira Alves
Emílio Orciollo Netto Marcello Tranquili
Miriam Freeland Beatriz Moreira Alves
Lúcia Veríssimo Francisca Moreira Alves
Paulo Goulart Farina
Gabriela Duarte Justine
Chico Carvalho Marcos Valentim
Gisele Itié Eulália Ramirez
José Victor Castiel Gaetano Mattias
Paulo Ricardo Samuel Stein (Samuelzinho)
Gilbert Stein Ezequiel Schneider
Eliana Guttman Tzipora Schneider
Araci Esteves Constância Tranquili
Othon Bastos Vincenzo Tranquili
Denise Del Vecchio Soledad Ramirez
Otávio Augusto Manolo Ramirez
Lígia Cortez Sílvia Martins
Regina Maria Dourado Mariusa Tomazini
Antônio Petrin Adolfo Mattias
John Herbert Jonathan Stein
Jussara Freire Amália
Osmar Prado Jacobino
Luciana Braga Adelaide
Gianfrancesco Guarnieri Pelegrini
Gracindo Júnior Miguel
Tadeu di Pietro Delegado Homero
Chica Xavier Nhá Rita
Cosme dos Santos Chiquinho Forró
Sheron Menezes Júlia
Mareliz Rodriguez Isabela Tomazini
Cláudio Galvan Bruno
Daniel Lobo Felipe
Mariz Rafael
Cláudio Mendes Mário
Tatiana Monteiro Ruiva
Renata Soffredini Julieta

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Marcos Palmeira Zequinha
Fernanda Montenegro Luiza D'Angelo
Antônio Fagundes Giuliano D'Angelo
José Mayer Martino Rizzo
Eva Wilma Rosa Bellini
Walmor Chagas Giuseppe Bellini
José Augusto Branco Marcílio Moreira Alves
Jackson Antunes Zangão
Beatriz Segall Antônia Antunes
Luís de Lima Antônio Antunes
Milton Gonçalves Matias dos Santos
Kenya Costta Noêmia dos Santos
Cláudio Correa e Castro Agostino
Dan Stulbach André
Elias Gleizer João Alfaiate
Massimo Ciavarro Luigi
Zilka Salaberry Vizinha italiana
José Lewgoy Padre Romão

Audiência[editar | editar código-fonte]

O primeiro capítulo teve uma média de 47 pontos, mesmo índice da sua antecessora O Clone.[18] O último capítulo marcou 50 pontos, inferior a sua antecessora, O Clone, que teve 62 pontos. Por um bom tempo a trama ficou com a menor audiência de um último capítulo do horário, até ser superada pela novela Duas Caras, que obteve 47 pontos no capítulo final.[19] Sua média geral foi de 38 pontos. Segunda menor audiência do horário da década de 2000, sendo superada apenas por Viver a Vida, que atingiu 36 de média geral.[14][20]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Músicas[editar | editar código-fonte]

Trilha sonora nacional[editar | editar código-fonte]

Esperança Nacional
Trilha sonora de Vários artistas
Lançamento 2002
Idioma(s) Português
Formato(s) CD

Capa: Priscila Fantin

  1. "Esperança" – Gilbert, Laura Pausini, Alejandro Sanz, Daniel, e Fama Coral (tema de abertura)
  2. "Eu e o Sabiá" – Chitãozinho e Xororó (tema de Beatriz e Marcello)
  3. "Vem Sonhar (Parlami D'Amore, Mariù)" – Leonardo (tema de Maria e Toni)
  4. "Onde Está o Meu Amor?" – RPM (tema de Nina e João Manuel)
  5. "Milagreiro" – Djavan (part. esp.: Cássia Eller) (tema de Toni)
  6. "Muito Amor" – Fagner (tema de Justine e Marcos)
  7. "Viola Quebrada" – Pena Branca e Xavantinho (tema geral)
  8. "Novamente" – Clara Becker (tema geral)
  9. "Notícias" – Marina Lima (tema de Francisca e Farina)
  10. "Templo" – Chico César (tema de Júlia)
  11. "Onde Ir" – Vanessa da Mata (tema de Caterina)
  12. O Cio da terraChico Buarque e Milton Nascimento (tema geral)
  13. "Bicho do Mato" – Arleno Farias (tema geral)
  14. "O Que Foi Feito Deverá" – Elis Regina (tema de Nina)
  15. "Esperança" – Fama Coral (tema de abertura)
  16. "Cuitelinho" – Nara Leão (tema de Caterina)

Trilha sonora internacional[editar | editar código-fonte]

Esperança Internacional
Trilha sonora de Vários artistas
Lançamento 2002
Idioma(s) Italiano, espanhol, francês, português
Formato(s) CD

Capa: Nuno Lopes

  1. "J'Attendais" – Celine Dion (tema de Justine)
  2. "Ti Amo" – Sergio Endrigo (tema de Toni)
  3. "Tu" – Sarah Brightman (tema de Maria)
  4. "Yolanda" – Chico Buarque e Pablo Milanés (tema de Francisca e Martino)
  5. "Cuando Nadie Me Ve" – Alejandro Sanz (tema de Justine e Marcos)
  6. "L'Abitudine" – Andrea Bocelli e Helena (tema de Silvia)
  7. "Adeus… E Nem Voltei" – Madredeus (tema de José Manuel)
  8. "Core 'Ngratto" – Roberto Murolo ( tema de Genaro)
  9. "Seamisai" – Laura Pausini (tema de Isabela)
  10. "Parlame D'Amore Mariù" – Leonardo (tema de Maria e Toni)
  11. "La Música È Finita" – Ornella Vanoni (tema de locação em São Paulo)
  12. "Amore Perduto" – José Carreras (tema de Maurício)
  13. "Il Mondo" – Jimmy Fontana (tema de Toni)
  14. "Passa e Va" – Mafalda Minnozzi (tema de Beatriz e Marcello)
  15. "Marechiare" – Família Lima (tema de locação em São Paulo)
  16. "Chimera" – Gianni Morandi (tema da pensão de dona Mariusa)
  17. "Yerushalaim Shel Zahav" – Gilbert (tema de Camilli)
  18. "Speranza" – Laura Pausini (tema de abertura)

Referências

  1. a b c Redação Memória Globo (2003). «Memória Globo - Ficha técnica novela Esperança». Rede Globo. Consultado em 26 de julho de 2017 
  2. a b Redação Paraná Online (15 de junho de 2002). «Parece continuação, mas não é». Paraná Online. Notícias. Consultado em 25 de julho de 2017 
  3. a b Vaz, Aniella (11 de fevereiro de 2003). «Com trama confusa, Esperança chega ao fim com destaque ao elenco». Terra. Gente & Tv. Consultado em 25 de julho de 2017 
  4. «"Esperança", a volta dos italianos ao horário nobre». Estadão. 17 de junho de 2002. Consultado em 25 de julho de 2017 
  5. Daniel Castro (8 de novembro de 2001). «Autor da Globo desiste de fazer "Terra Nostra 2"». Folha de São Paulo. Consultado em 25 de julho de 2017 
  6. «Globo começa a gravar novela na Itália». Estadão. 17 de abril de 2002. Consultado em 25 de julho de 2017 
  7. «Carrasco, a última esperança». Estadão. 3 de dezembro de 2002. Consultado em 26 de julho de 2017 
  8. Vaz, Aniella (13 de dezembro de 2002). «Globais se reúnem para lançar livro baseado em Esperança». Terra. Consultado em 26 de julho de 2017 
  9. «Morre Luís de Lima, ator de "Esperança "». Estadão. 28 de agosto de 2002. Consultado em 26 de julho de 2017 
  10. «Ana Paula machuca Gianecchini durante gravação». Estadão. 5 de agosto de 2002. Consultado em 25 de julho de 2017 
  11. «Ana Paula Arósio é internada no Rio». Estadão. 22 de janeiro de 2003. Consultado em 26 de julho de 2017 
  12. «Casseta & Planeta e suas novelas recauchutadas». Estadão. 23 de setembro de 2003. Consultado em 26 de julho de 2017 
  13. «Paulo Ricardo será novo amor de Ana Paula Arósio em "Esperança"». Folha de S.Paulo. Consultado em 19 de novembro de 2018 
  14. a b Feltrin, Ricardo (18 de setembro de 2008). «Ibope de novelas desaba na Globo». Uol Notícias. Consultado em 26 de julho de 2017 
  15. Redação O Documento (20 de outubro de 2004). «Novela "Esperança" faz sucesso em horário nobre em Israel». O Documento. Consultado em 26 de julho de 2017 
  16. Valladares, Ricardo (4 de setembro de 2002). «O rei do cortiço: O "Murruga" se deu bem: Nuno Lopes, de Portugal, faz sucesso na novela Esperança». Revista Veja Online. Artes e Espetáculos. Consultado em 26 de julho de 2017 
  17. Bentemüller, Alexsandra (21 de novembro de 2002). «Oscar Magrini e Ranieri Gonzalez, de Esperança, sofrem acidente». Terra. Gente & Tv. Consultado em 26 de julho de 2017 
  18. «Primeiro capítulo de Esperança tem média de 47 pontos». Paraná Online. 18 de junho de 2002. Consultado em 23 de junho de 2015 
  19. Brasil, Jorge (2 de junho de 2008). «Último capítulo de Duas Caras teve a pior audiência da história». M de Mulher. Consultado em 26 de julho de 2017 
  20. Mattos, Laura (9 de maio de 2010). «"Viver a Vida" tem pior audiência da década e recorde de merchandising». Folha Online. Consultado em 26 de julho de 2017 
  21. a b Internet Movie Database. «Esperança - Awards». imdb.com (em inglês). Consultado em 26 de julho de 2017 
  22. TV - Premiações Artísticas. «Prêmio Austregésilo de Athayde». tv-premiacoes-artisticas.webnode.com. Consultado em 26 de julho de 2017 
  23. Redação Memória Globo (2010). «2002 - Troféu Imprensa». Rede Globo. Consultado em 26 de julho de 2017 
  24. Redação Babado (26 de março de 2003). «Vencedores do prêmio Internet 2002 receberão troféu das mãos de Jackeline Petkovic». IG. Babado. Consultado em 26 de julho de 2017 
  25. Redação Contigo! Online (2003). «5º Prêmio Contigo! - Vencedores». Revista Contigo!. Consultado em 26 de julho de 2017 
  26. TV - Premiações Artísticas. «Prêmio Master - Jornal dos Clubes». tv-premiacoes-artisticas.webnode.com. Consultado em 26 de julho de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]