Esperança (telenovela)

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Esperança
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero Drama
Romance
Duração 60 minutos (aprox.)
Criador(es) Benedito Ruy Barbosa
Walcyr Carrasco
País de origem  Brasil
Idioma original (Português)
Produção
Diretor(es) Luiz Fernando Carvalho
Elenco Priscila Fantin
Reynaldo Gianecchini
Ana Paula Arósio
Fernanda Montenegro
Antônio Fagundes
Raul Cortez
Maria Fernanda Cândido
José Mayer
Eva Wilma
Walmor Chagas
Gabriela Duarte
Milton Gonçalves
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Tema de abertura "Esperança", Gilbert, Laura Pausini, Alejandro Sanz e Fama Coral
Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Globo
Transmissão original 17 de junho de 2002[1]14 de fevereiro de 2003[2]
N.º de episódios 209 [3]
Cronologia
Programas relacionados Terra Nostra

Esperança é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo, no horário das 20 horas, entre 17 de junho de 2002 e 14 de fevereiro de 2003, em 209 capítulos, substituindo O Clone e sendo substituída por Mulheres Apaixonadas.[1][2] Foi a 62ª "novela das oito" exibida pela emissora.

Escrita por Benedito Ruy Barbosa e Walcyr Carrasco (a telenovela foi escrita primeiramente por Benedito Ruy Barbosa do capítulo 1 até o 149, a partir do capítulo 150, passou a ser escrita por Walcyr Carrasco), contou com a colaboração de Edmara Barbosa, Edilene Barbosa, e Thelma Guedes. Contou com a direção de Emílio di Biasi e Marcelo Travesso, direção geral de Luiz Fernando Carvalho e Carlos Araújo, e núcleo de Luiz Fernando Carvalho.

Contou com Priscila Fantin, Reynaldo Gianecchini, Ana Paula Arósio, Maria Fernanda Cândido, Raul Cortez, Simone Spoladore, Gabriela Duarte, José Mayer, Laura Cardoso, Giselle Itié, Eva Wilma, Antônio Fagundes e Fernanda Montenegro nos papéis centrais.[3]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Trama principal[editar | editar código-fonte]

Década de 1930: Toni vive com os pais, Rosa e Genaro, em Civita, uma pequena cidade do interior da Itália. Ele é apaixonado por Maria, com quem sonha construir uma família; e ela também corresponde o amor que ele sente por ela. Porém esse amor não é aprovado por Giuliano, pai de Maria, que não aceita o relacionamento da filha com um rapaz de classe social inferior à dela. O tio de Toni, o comunista Giuseppe, começar a contar a ele histórias sobre a vida no Brasil. Então Toni se entusiasma com o que ouve sobre o Brasil e toma uma decisão: Viajar com Maria para São Paulo, para que juntos possam construir a vida que eles tanto sonharam. Porém Giuliano não permite que Maria viaje com Toni para o exterior e este chega a enfrentá-lo. Giuliano consegue impedir que Maria embarque. Toni então embarca sozinho, mas promete voltar para buscar Maria assim que conseguir se estabilizar no Brasil. Após sua partida, Maria descobre que está grávida e é obrigada a se casar com o fascista Martino. Toni viaja sem ter ideia da gravidez de Maria.

Assim que chega a São Paulo, Toni consegue trabalho em um armarinho, propriedade de Ezequiel, um judeu que o ajudou muito e o acolheu na casa de sua família. Sem notícias de Maria, Toni se deixa envolver pela filha do seu patrão, a maquiavélica Camille e os dois vivem um belo mas conflituado romance. Martino, marido de Maria, se envolve em conflitos políticos, e se sente obrigado a deixar a Itália. O destino que ele toma é o Brasil, e junto com ele traz Maria e o filho deles, Martininho. Porém Martino é assassinado, e Maria fica viúva. Quando Toni e Maria se encontram no Brasil, ele fica dividido entre o amor dela e o de Camille. A partir, ambos enfrentarão situações para que consigam se acertar.

Tramas paralelas[editar | editar código-fonte]

Debates e discussões políticas aconteciam na famosa pensão da Mariusa. E os envolvidos nelas eram os universitários José Manoel, Felipe, Marcos e Rafael , que debatiam temas recorrentes da época em que viviam. José Manoel, um estudante português e apelidado de "Murruga", apaixona-se por Nina, uma enfermeira e operária com fortes ideais de luta, força e justiça. Ela se tornara uma voluntária no hospital de campanha para apoiar os combatentes paulistas. Em uma das batalhas José Manoel é ferido , e é salvo pelos cuidados da enfermeira, gerando assim um belo e comovente romance. Nina é a prima de Toni e trabalha em uma fábrica de tecelagem. Além de enfrentar dificuldades na sua jornada de trabalho, ainda é obrigada a resistir ao assédio do patrão Humberto , marido da dona da fábrica, Silvia. Ela incita as operárias a lutarem por aumento de salário e chega a ser presa por liderar uma greve geral.

A questão da luta por terras é mostrada na trama, através de Vincenzo, Adolfo e Farina. Eles compram as terras de decadentes barões de café falidos depois da quebra da bolsa de Nova York, em 1929 e vivem uma acirrada disputa com a viúva Francisca pela posse de uma fazenda em São Paulo. A baronesa não aceita que estrangeiros se tornem donos de terras no Brasil. Administra os seus negócios com muito rigor, e por isso é chamada por todos de "Francisca Mão de Ferro".

No decorrer da história, Francisca descobre que o falecido marido teve uma filha com uma escrava. Mas a maior surpresa é quando ela descobre que esta filha é Júlia, uma das serviçais da casa. Em determinado momento, a fazendeira se envolve com o italiano Farina, um tremendo mau-caráter que só está interessado em sua fortuna. Após ser responsável pela internação de Maurício em um hospício e por manter Beatriz em um cativeiro, Farina é morto pelos moradores da fazenda, em uma armadilha que foi planejada por todos eles.

Um quadrado amoroso é formado na trama, e dele fazem parte Maurício e Beatriz, filhos de Francisca, e Caterina e Marcello, filhos de Vincenzo e Constancia. O encontro deles se dá quando Maurício e Beatriz tomam a iniciativa de alfabetizar todos os filhos dos colonos da região em que viviam, e entre os filhos de colonos estavam Caterina e Marcello. No princípio esses romances eram reprovados por Francisca. Com o tempo, Maurício consegue conquistar Catarina e casar-se com ela, e os dois acabam tendo um filho. Já Marcello demora um pouco mais para conquistar o amor de Beatriz.

Final da trama[editar | editar código-fonte]

No final da novela, Genaro é assassinado por integralistas que planejavam matar Toni. Ele morre nos braços do filho. Toni e Maria terminam juntos ao lado de Martininho, na Itália, e reencontram a nonna Luiza, que havia desaparecido. E Camille assume a direção da fábrica de tecelagem, dessa vez, trabalhando e agindo como boa administradora. Nas cenas finais do último capítulo, percebe-se um salto da história para os anos 2000 e mostra Toni, Maria e Camille idosos.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator[3] Personagem
Priscila Fantin Maria
Reynaldo Gianecchini Tony
Ana Paula Arósio Camille
Raul Cortez Gennaro
Fernanda Montenegro Luiza
Antônio Fagundes Giuliano
Eva Wilma Rosa
Maria Fernanda Cândido Nina
José Mayer Martino
Laura Cardoso Madalena
Gisele Itié Eulália
Simone Spoladore Caterina Maria Tranquili
Gabriela Duarte Justine
Paulo Goulart Farina
Paulo Ricardo Samuel
Otávio Augusto Manolo
Othon Bastos Vincenzo Tranquili
Emílio Orciollo Netto Marcello Tranquili
Gianfrancesco Guarnieri Pellegrini
Regina Maria Dourado Mariúsa
Araci Esteves Costância
Jussara Freire Amália
Milton Gonçalves Matias
José Augusto Branco Barão Marcílio de Albuquerque
Zé Victor Castiel Gaetano
Oscar Magrini Umberto[4]
Luciana Braga Adelaide
Miriam Freeland Beatriz Francine de Albuquerque
Ranieri Gonzalez Maurício[4]
Eliana Guttman Tzipora
Gilbert Stein Ezequiel
Denise Del Vecchio Soledad
Cláudio Galvan Bruno
Kenya Costta Noêmia
Beatriz Segall Antônia
Antônio Petrin Adolfo
Dan Stulbach André
Tatiana Monteiro Malu
Sheron Menezes Julia de Silve
Mareliz Rodriguez Isabela
Tadeu di Pietro Delegado Homero
Francisco Carvalho Marcos
Daniel Lobo Felipe
Mariz Rafael
Nuno Lopes José Manuel[5]
Lúcia Veríssimo Francisca Helena
Chica Xavier Nhá Rita
Elias Gleizer João Alfaiate
Cláudio Correa e Castro Agostino
Walmor Chagas Gioseppe
Osmar Prado Jacobino
Jackson Antunes Zangão
Massimo Ciavarro Luígi
Marcos Palmeira Zequinha
John Herbert Jonathan
Cosme dos Santos Chiquinho Forró (Alcides dos Santos)
Gracindo Júnior Miguel
Lígia Cortez Sílvia
Cláudio Mendes Mário
Oscar Magrini Humberto
Zilka Salaberry vizinha italiana
José Lewgoy Padre Romão

Produção[editar | editar código-fonte]

  • A novela traça um painel social do estado de São Paulo, onde os imigrantes tiveram participação ativa no processo de industrialização e na formação do movimento operário. Dados do Memorial do Imigrante davam conta, na época de produção da novela, que cerca de 2,5 milhões de imigrantes, de aproximadamente 70 nacionalidades diferentes, entraram em São Paulo desde a segunda metade do século XIX até 1949. Como fez em outras novelas de sua autoria, Benedito Ruy Barbosa volta a retratar em Esperança a vida desses imigrantes[6].
  • A novela foi pensada para ser uma continuação de Terra Nostra(1999), e seria batizada de Terra Nostra 2. Segundo Benedito Ruy Barbosa, porém, ele percebeu que não conseguiria dar continuidade às tramas desenvolvidas na novela anterior e propôs uma nova história, embora versando sobre o mesmo tema da imigração[7].
  • As gravações da novela começaram em abril de 2002 e tiveram como cenário a pequena cidade italiana Civita di Bagnoregio, localizada a 105km de Roma, no norte da Itália[8].
  • Esperança sofreu atrasos na entrega de capítulos, levando à gravação de cenas na véspera ou até mesmo no dia de sua exibição. Devido a problemas pessoais, Benedito Ruy Barbosa se afastou da trama em dezembro de 2002, e Walcyr Carrasco assumiu a autoria, a partir do capítulo 149, passando a contar com a colaboração de Thelma Guedes. A trama ganhou novos desdobramentos e personagens[9].
  • Assim como seu personagem, o cantor Gilbert é judeu egípcio na vida real. Além de fazer o pai de Camille (Ana Paula Arósio), ele gravou para a novela a canção Jerusalém de Ouro, em hebraico e português.
  • Gianfrancesco Guarnieri fez uma breve participação na história como Pellegrini, amigo do escultor Agostino (Cláudio Corrêa e Castro), que aceita se passar por padre para realizar o falso casamento de Toni e Camilli. Ansioso por ver o pupilo italiano casado com a judia, Agostino inventa um casamento de mentira em seu ateliê, à revelia dos namorados.
  • As informações sobre a trama, o momento histórico e a produção da novela foram utilizados para a edição de um livro, lançado pela Editora Globo, com o nome "A década de 1930 através da novela Esperança[10]
  • O ator Luís de Lima, intérprete de Antonio, pai de José Manoel (Nuno Lopes), morreu durante a novela. Para dar continuidade dramática ao romance de José Manoel com Nina (Maria Fernanda Cândido), que não era aceita pela família do rapaz, Beatriz Segall entrou na trama. Ela foi escalada para viver Antonia, a mãe do português[11].
  • Ana Paula Arósio e Reynaldo Gianecchini conferiram tanto realismo a uma cena de discussão do casal Camilli e Toni que ambos se feriram durante a gravação. Ana Paula torceu o tornozelo direito, e o ator teve dentes quebrados quando Camilli, em um acesso de fúria, destrói a estátua feita por Toni ao ouvir o marido se declarar à obra, chamando-a de Maria. Gianecchini teve de se submeter a uma restauração dentária e só voltou às gravações três dias após o acidente[12].
  • Em 21 de janeiro de 2003, Ana Paula Arósio deixou a novela devido a problemas de saúde. Voltou a tempo de concluir suas cenas[13].
  • A trama foi parodiada pelo Casseta & Planeta, Urgente! como faz com todas as novelas do horário nobre da emissora como Semelhança. O título seria Terra Nostra 2, mas a pedido do autor Benedito Ruy Barbosa, o título acabou não indo ao ar. A sátira Semelhança também não agradou ao autor[14].
  • Esperança fez sucesso no exterior, sendo exibida em países como Uzbequistão, Rússia, entre outros. Vendida para emissoras hispânicas, a novela foi rebatizada, passando a chamar Terra Speranza, em alusão a Terra Nostra, outra trama de Benedito Ruy Barbosa e um dos maiores sucessos da TV Globo no mercado internacional. Rebatizada de Terra Nostra 2, Esperança foi exibida na Itália no canal Rette 4. A novela fez sucesso em Israel, no horário nobre, indo ao ar no canal HOT 3 da TV a cabo, com o título de Terra Esperança traduzido para o hebraico – a exibição do casamento judaico de Camilli e Toni fez o canal obter uma audiência jamais alcançada antes.
  • Foi a última trama de Benedito Ruy Barbosa no horário nobre até então, em 2016 ele retornou ao horário escrevendo a telenovela Velho Chico.

Audiência[editar | editar código-fonte]

O primeiro capítulo teve uma média de 47 pontos, mesmo índice da sua antecessora O clone.[15]

No último capítulo marcou 50 pontos.[16]

A trama teve média geral de 38 pontos.[17] [18]

Exibição Internacional[editar | editar código-fonte]

Esperança não atingiu os índices de audiência desejados pela emissora,[17] mas fez sucesso no exterior, sendo exibida em países como Uzbequistão e Rússia, entre outros. A novela foi renomeada para Terra speranza em uma tentativa de alavancar a venda para emissoras hispânicas. O nome é uma alusão a Terra nostra, de Benedito Ruy Barbosa, um dos maiores sucessos da TV Globo no mercado internacional. Rebatizada de Terra Nostra 2, Esperança foi exibida na Itália no canal Rete 4. A novela fez sucesso em Israel, no horário nobre, indo ao ar no canal HOT 3 da TV a cabo, com o título de Terra esperança traduzido para o hebraico – a exibição do casamento judaico de Camille e Toni fez uma das maiores audiências já registradas no país.[19]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Músicas[editar | editar código-fonte]

Trilha sonora nacional[editar | editar código-fonte]

Esperança Nacional
Trilha sonora de Vários artistas
Lançamento 2002
Idioma(s) Português
Formato(s) CD

Capa: Priscila Fantin

  1. "Esperança" – Gilbert, Laura Pausini, Alejandro Sanz, Daniel, e Fama Coral (tema de abertura)
  2. "Eu e o Sabiá" – Chitãozinho e Xororó (tema de Beatriz e marcello)
  3. "Vem Sonhar (Parlami D'Amore, Mariù)" – Leonardo (tema de Maria e Toni)
  4. "Onde Está o Meu Amor?" – RPM (tema de Nina e João Manuel)
  5. "Milagreiro" – Djavan (tema de Toni)
  6. "Muito Amor" – Fagner (tema de Justine e Marcos)
  7. "Viola Quebrada" – Pena Branca e Xavantinho (tema geral)
  8. "Novamente" – Clara Becker (tema geral)
  9. "Notícias" – Marina Lima (tema de Francisca e Farina)
  10. "Templo" – Chico César (tema de Júlia)
  11. "Onde Ir" – Vanessa da Mata (tema de Caterina)
  12. O cio da terraChico Buarque e Milton Nascimento (tema geral)
  13. "Bicho do Mato" – Arleno Farias (tema geral)
  14. "O Que Foi Feito Deverá" – Elis Regina (tema de Nina)
  15. "Esperança" – Fama Coral (tema de abertura)
  16. "Cuitelinho" – Nara Leão (tema de Caterina)

Trilha sonora internacional[editar | editar código-fonte]

Esperança Internacional
Trilha sonora de Vários artistas
Lançamento 2002
Idioma(s) Italiano, espanhol, inglês
Formato(s) CD

Capa: Nuno Lopes

  1. "J'Attendais" – Celine Dion (tema de Justine)
  2. "Ti Amo" – Sergio Endrigo (tema de Toni)
  3. "Tu" – Sarah Brightman (tema de Maria)
  4. "Yolanda" – Chico Buarque e Pablo Milanés (tema de Francisca e Martino)
  5. "Cuando Nadie Me Ve" – Alejandro Sanz (tema de Justine e Marcos)
  6. "L'Abitudine" – Andrea Bocelli e Helena (tema de Silvia)
  7. "Adeus… E Nem Voltei" – Madredeus (tema de José Manuel)
  8. "Core 'Ngratto" – Roberto Murolo ( tema de Genaro)
  9. "Seamisai" – Laura Pausini (tema de Isabela)
  10. "Parlame D'Amore Mariù" – Leonardo (tema de Maria e Toni)
  11. "La Música È Finita" – Ornella Vanoni (tema locução em São Paulo)
  12. "Amore Perduto" – José Carreras (tema de Maurício)
  13. "Il Mondo" – Jimmy Fontana (tema de Toni)
  14. "Passa e Va" – Mafalda Minnozzi (tema de Beatriz e Marcello)
  15. "Marechiare" – Família Lima (tema locução em São Paulo)
  16. "Chimera" – Gianni Morandi (tema da pensão de dona Mariusa)
  17. "Yerushalaim Shel Zahav" – Gilbert (tema de Camilli)
  18. "Speranza" – Laura Pausini (tema de abertura)

Referências

  1. a b Redação Paraná Online (15 de junho de 2002). «Parece continuação, mas não é». Paraná Online. Notícias. Consultado em 25 de julho de 2017 
  2. a b Vaz, Aniella (11 de fevereiro de 2003). «Com trama confusa, Esperança chega ao fim com destaque ao elenco». Terra. Gente & Tv. Consultado em 25 de julho de 2017 
  3. a b c Redação Memória Globo (2003). «Memória Globo - Ficha técnica novela Esperança». Rede Globo. Consultado em 26 de julho de 2017 
  4. a b Bentemüller, Alexsandra (21 de novembro de 2002). «Oscar Magrini e Ranieri Gonzalez, de Esperança, sofrem acidente». Terra. Gente & Tv. Consultado em 26 de julho de 2017 
  5. Valladares, Ricardo (4 de setembro de 2002). «O rei do cortiço: O "murruga" se deu bem: Nuno Lopes, de Portugal, faz sucesso na novela Esperança». Revista Veja Online. Artes e Espetáculos. Consultado em 26 de julho de 2017 
  6. «"Esperança", a volta dos italianos ao horário nobre». Estadão. 17 de junho de 2002. Consultado em 25 de julho de 2017 
  7. Daniel Castro (8 de novembro de 2001). «Autor da Globo desiste de fazer "Terra Nostra 2"». Folha de São Paulo. Consultado em 25 de julho de 2017 
  8. «Globo começa a gravar novela na Itália». Estadão. 17 de abril de 2002. Consultado em 25 de julho de 2017 
  9. «Carrasco, a última esperança». Estadão. 3 de dezembro de 2002. Consultado em 26 de julho de 2017 
  10. Vaz, Aniella (13 de dezembro de 2002). «Globais se reúnem para lançar livro baseado em Esperança». Terra. Consultado em 26 de julho de 2017 
  11. «Morre Luís de Lima, ator de "Esperança "». Estadão. 28 de agosto de 2002. Consultado em 26 de julho de 2017 
  12. «Ana Paula machuca Gianecchini durante gravação». Estadão. 5 de agosto de 2002. Consultado em 25 de julho de 2017 
  13. «Ana Paula Arósio é internada no Rio». Estadão. 22 de janeiro de 2003. Consultado em 26 de julho de 2017 
  14. «Casseta & Planeta e suas novelas recauchutadas». Estadão. 23 de setembro de 2003. Consultado em 26 de julho de 2017 
  15. «Primeiro capítulo de Esperança tem média de 47 pontos». Paraná Online. 18 de junho de 2002. Consultado em 23 de junho de 2015 
  16. Brasil, Jorge (2 de junho de 2008). «Último capítulo de Duas Caras teve a pior audiência da história». M de Mulher. Consultado em 26 de julho de 2017 
  17. a b Feltrin, Ricardo (18 de setembro de 2008). «Ibope de novelas desaba na Globo». Uol Notícias. Consultado em 26 de julho de 2017 
  18. Mattos, Laura (9 de maio de 2010). «"Viver a Vida" tem pior audiência da década e recorde de merchandising». Folha Online. Consultado em 26 de julho de 2017 
  19. Redação O Documento (20 de outubro de 2004). «Novela "Esperança" faz sucesso em horário nobre em Israel». O Documento. Consultado em 26 de julho de 2017 
  20. a b Internet Movie Database. «Esperança - Awards». imdb.com (em inglês). Consultado em 26 de julho de 2017 
  21. TV - Premiações Artísticas. «Prêmio Austregésilo de Athayde». tv-premiacoes-artisticas.webnode.com. Consultado em 26 de julho de 2017 
  22. Redação Memória Globo (2010). «2002 - Troféu Imprensa». Rede Globo. Consultado em 26 de julho de 2017 
  23. Redação Babado (26 de março de 2003). «Vencedores do prêmio Internet 2002 receberão troféu das mãos de Jackeline Petkovic». IG. Babado. Consultado em 26 de julho de 2017 
  24. Redação Contigo! Online (2003). «5º Prêmio Contigo! - Vencedores». Revista Contigo!. Consultado em 26 de julho de 2017 
  25. TV - Premiações Artísticas. «Prêmio Master - Jornal dos Clubes». tv-premiacoes-artisticas.webnode.com. Consultado em 26 de julho de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]