Explode Coração

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Explode Coração
logotipo da novela.
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero Drama
Romance
Duração 60 minutos Aproximado
Criador(es) Glória Perez
País de origem  Brasil
Idioma original (Português)
Produção
Diretor(es) Dennis Carvalho
Elenco Tereza Seiblitz
Edson Celulari
Ricardo Macchi
Maria Luísa Mendonça
Rodrigo Santoro
Renée de Vielmond
Reginaldo Faria
Françoise Forton
Cássio Gabus Mendes
Deborah Evelyn
Herson Capri
Helena Ranaldi
Eliane Giardini
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Tema de abertura "Ibiza Dance", Roupa Nova
Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Globo
Transmissão original 6 de novembro de 1995 - 3 de maio de 1996
N.º de episódios 155[1]

Explode Coração é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 6 de novembro de 1995 a 3 de maio de 1996, substituindo A Próxima Vítima e sendo substituída por O Fim do Mundo, totalizando 155 capítulos.[2] Foi a 51ª "novela das oito" exibida pela emissora.

Escrita por Glória Perez,[3] com direção de Ary Coslov, Gracindo Júnior e Carlos Araújo, com direção geral e de núcleo de Dennis Carvalho.

Contou com Tereza Seiblitz, Edson Celulari, Leandra Leal, Ricardo Macchi, Rodrigo Santoro, Renée de Vielmond, Eliane Giardini, Paulo José, Françoise Forton, Cássio Gabus Mendes, Deborah Evelyn e Maria Luísa Mendonça interpretam os papéis principais.

Enredo[editar | editar código-fonte]

As famílias ciganas de Dara e de Igor fizeram um contrato de casamento para seus filhos Dara e Igor, quando os dois ainda eram crianças e moravam na cidade espanhola de Sevilha.[4] Depois de 20 anos, Igor volta para cumprir o acordo das duas famílias. Todos aguardam ansiosos pelo rapaz, menos Dara, que não quer saber do compromisso assumido. A cigana quer mais do que estudar apenas o suficiente para aprender a ler, escrever e fazer contas, destino reservado às mulheres ciganas.

Diferentemente da irmã, Ianca, Dara sonha em trabalhar e ser independente, e faz cursinho pré-vestibular às escondidas. Tudo contra a vontade do pai, Jairo que é extremamente conservador e comprometido com as tradições ciganas. Seus futuros sogros, Pepe e Luzia, nem imaginam os anseios da jovem cigana. A espanhola vive sob a tensão de ter sua origem descoberta pelos amigos, de seu namorado Serginho e ser apanhada em flagrante. Na esteira desses conflitos entre futuro e passado, inovação e tradição, Dara inicia uma relação pela internet com o empresário Júlio. Virtualmente, os dois se envolvem cada dia mais. Ele vive um casamento de fachada com Vera Avelar, uma mulher rica e mimada. Depois que se conhecem pessoalmente e se apaixonam, Dara e Júlio encontram obstáculos ainda mais difíceis como a cultura do povo cigano. Juntos, eles lutam contra todos, inclusive a interferência incessante de Igor e Vera.

A aventura de Dara só é possível graças a Odaísa, a empregada da família, que sente pena da moça e não consegue fazer o papel de vigia e babá que lhe é conferido por Jairo e Lola. Por outro lado, Dara tem como entrave a irmã Ianca, que sonha casar-se logo. Desesperada porque na tradição cigana a mais nova só se casa depois da mais velha, a menina faz de tudo para que Dara concretize sua união com Igor o mais rápido possível.

Antes de conhecer Júlio, Dara foge de Igor e acaba se envolvendo com Serginho, um colega do cursinho pré-vestibular apaixonado por ela. Na família de Serginho, Dara conhece Augusto, por quem passa a cultivar um grande afeto e a quem começa a tratar como avô. Augusto se sente muito mal na casa do filho, o padrasto de Serginho, e recupera a alegria de viver no convívio com a jovem cigana, acostumada a reverenciar os mais velhos. Através dessas relações, a jovem mostra a todos que é muito ligada aos valores ciganos, apesar de estar em conflito com a família. Dara não deseja negar sua origem: ela quer casar-se virgem, adora as músicas e as danças de seu povo, orgulha-se de suas raízes e emociona-se com as profecias de seu avô Mio Sbano: só não concorda com a falta de liberdade que lhe impõem.

Após enfrentar muitos problemas, entre eles a solidão, Dara cede aos apelos da família e se casa com Igor, embora grávida de Júlio. Na cultura cigana, no dia do casamento a noiva deve dar uma prova de sua virgindade. Ciente da situação de Dara, Igor promete que, apesar de casados, não a tocará. E, para ajudá-la a forjar a falsa prova diante de sua comunidade, faz um corte no próprio braço e suja a saia da amada de sangue. Dara permanece casada com Igor até o último capítulo da novela, quando dá à luz ao filho. O parto, realizado numa praia, é acompanhado por Igor, que leva Dara e a criança ao encontro de Júlio, e parte para sempre.

Tramas paralelas[editar | editar código-fonte]

A história contou com o jovem Serginho que se apaixona por Beth, a ex-mulher de seu padrasto e vinte anos mais velho que ele. O casal sofre preconceito, mas nem por isso desistem do romance.

A novela teve um núcleo com humor, formado por Salgadinho, Lucilene e a travesti Sárita.

Produção[editar | editar código-fonte]

Sevilha, a cidade espanhola, um dos principais cenários da trama.

As gravações começaram em setembro de 1995. Uma parte do elenco foi para Tóquio, no Japão e outra em Granada, na Espanha.[5]

Foi a primeira telenovela da Rede Globo a ser gravada no Projac. Graças ao tamanho dos estúdios, poupou-se tempo na montagem e desmontagem de cenários, e reduziu-se o custo da produção.[6]

Também foi a primeira novela de Glória Perez a apresentar ao público brasileiro uma cultura exótica.[7]

Inicialmente prevista para ter entre 180 e 200 capítulos, esse número foi reduzido em quase 50. O motivo foi a variação do Ibope, que caia. Além disso, a emissora alegava que a novela não tinha força para permanecer no ar por muito tempo.[8]

Para aprender os hábitos e costumes da cultura cigana, os atores do núcleo cigano fizeram laboratório. Auxiliados pela jornalista Lúcia Abreu, eles visitaram famílias ciganas reais que viviam no Brasil.[9]

Tereza Seiblitz, a protagonista da trama, ficou mais de um mês dedicada ao laboratório para compor Dara, a sua personagem cigana: conversou com grupos de ciganos, leu a respeito da cultura cigana, participou das festas e chegou a ter aulas diárias de dança cigana. Sua personagem foi inspirando em uma cigana de Copacabana.

No Brasil, a internet ainda era pouco difundida e causou surpresa aos telespectadores. A possibilidade de contato entre duas pessoas através da rede mundial de computadores era uma grande novidade na época em que a novela foi exibida. Glória Perez contou que chegou a ser ridicularizada quando propôs abordar o tema na novela e foi chamada de "louca e fantasiosa".[10]

Adriano Garib e Eduardo Moscovis chegaram a fazer o teste para viverem o personagem Igor na novela, porém o personagem ficou com o ator Ricardo Macchi.[11]

A partir da segunda semana da novela, a direção da emissora exigiu que os figurino dos personagens ciganos fossem modificados, pois eram considerados exagerados e estereotipados. Como não se tratava de ciganos nômades, mas ricos, moradores de bairros de classe alta que se dedicavam à indústria e ao comércio, os personagens passaram a se vestir como pessoas comuns, sendo os trajes típicos usados apenas em cenas de festas e rituais. Várias cenas com os novos figurinos foram regravadas.[12]

Em dezembro de 1995, a advogada e cigana Mirian Stanescon conseguiu uma liminar que proibia a Rede Globo de exibir as cenas onde Dara (Tereza Seiblitz) perdia a virgindade com Julio (Edson Celulari). Segundo ela, os ciganos só praticavam sexo depois do casamento e que a perda da virgindade da personagem seria uma ofensa moral.[13] Poucos dias depois, a liminar foi derrubada pela Justiça e a Globo pôde exibir a cena normalmente.[14]

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Tereza Seiblitz Dara Sbano
Edson Celulari Júlio Cezar Falcão
Maria Luíza Mendonça Vera Avelar Falcão
Ricardo Macchi Igor Nicolich
Françoise Forton Eugênia Avelar
Paulo José Jairo Sbano
Eliane Giardini Lola Sbano
Deborah Evelyn Yone Sampaio
Renée de Vielmond Beth (Elizabeth)
Rodrigo Santoro Serginho
Cássio Gabus Mendes Edu/Vitor Salgado
Herson Capri Ivan Méndez
Helena Ranaldi Larissa
Reginaldo Faria César Lemos
Nívea Maria Alícia Lemos
Elias Gleizer Augusto Lemos
Stênio Garcia Pepe Nicolich
Laura Cardoso Soraya Nicolich
Leandra Leal Yanka Sbano
Isadora Ribeiro Odaísa
Gracindo Júnior Geraldo
Débora Duarte Marisa Carvalho Diaz
Daniel Dantas Tadeu
Ester Góes Luzia Nicolich
Odilon Wagner Leandro Avelar
Guilherme Karan Bebeto a Jato
Ivan de Albuquerque Mio Sbano
Zezé Polessa Mila Tolentino
Rogério Cardoso Salgadinho (Romualdo Salgado)
Regina Dourado Lucineide Salgado
Paula Lavigne Sônia Salgado/Soninha Contratempo
Lady Francisco Carmem
Eri Johnson Adilson Gaivota
Floriano Peixoto Sarita Vitti
Paula Burlamaqui Rose
Cássia Linhares Natasha
Cláudio Cavalcanti Tolentino (José Rubens Tolentino)
Roberta Índio do Brasil Catty (Maria Catarina Lemos)
Karina Perez Laura
Felipe Folgosi Vladimir
Stella Freitas Pattia
Sônia de Paula Hebinha
André Luiz Marcos Avelar Falcão
Carla Tausz Mirtes
Luís Cláudio Júnior Gustavo (Gugu)
Marianne Vicentini Valéria
Patrick Alencar Rique (Ricardo Antônio Lemos)

Audiência[editar | editar código-fonte]

Obteve média geral de 47 pontos.[15]

Reprise[editar | editar código-fonte]

Foi apresentada em um breve resumo no quadro Novelão do Vídeo Show de 15 de outubro a 26 de outubro de 2012 num compacto de 10 capítulos, substituindo Dancin' Days e antecedendo Laços de Família.

Será reapresentada pelo Canal Viva a partir de 29 de janeiro de 2018 substituindo a minissérie O Fim do Mundo.[16]

Repercussão[editar | editar código-fonte]

Ciganos de Campinas fizeram críticas ao modo como a cultura cigana era retratada na novela. Segundo eles, a novela não retratava com fidelidade a cultura do povo. Teceram críticas quanto ao modo de vida, às roupas, aos acessórios, ao casamento e tudo o que era mostrado na novela, alegando que muitas coisas não eram verídicas. Mas criticaram principalmente o fato da personagem Dara ter perdido a virgindade antes do casamento.[17]

Em contrapartida, cerca de 40 ciganos se reuniram em frente ao Fórum do Rio para manifestar apoio à autora Glória Perez, torcendo para que a cena romântica entre Dara e Julio fosse exibida.[18]

A personagem Sarita (Floriano Peixoto) causou polêmica entre o meio LGBT. Segundo eles, o personagem possuía uma identidade indefinida, ou seja, não se sabia se era um travesti ou uma 'drag queen', devido ao comportamento diário dele na novela.[19] Em resposta às críticas, o ator afirmou que "a ideia era viver o limite entre o homem e a mulher". Ele concluiu dizendo que "a melhor definição para Sarita é sua alma feminina".[20]

A partir de março de 1996, a trama começou a abordar sobre as crianças desaparecidas. As mães apareciam na novela e mostravam a foto do seu filho desaparecido. Por meio dessa abordagem, o número de ligações ao Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente cresceu, fazendo com que as crianças desaparecidas pudessem ser encontradas.[21] Ao final da novela, verificou-se que cerca de 70 crianças desaparecidas foram encontradas, graças à campanha feita na novela.[22]

O quadro da novela que mostrava as mães mostrando seus filhos desaparecidos causou pânico nas crianças. Devido ao desaparecimento dos semelhantes, as crianças temiam que com elas pudessem acontecer o mesmo.[23]

Exibições internacionais[editar | editar código-fonte]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Ano Prêmio Categoria Indicado Resultado Fonte
1997 Prêmio Contigo Melhor Ator TV Rogério Cardoso Indicado [25]
1997 Prêmio Contigo Destaque do Ano Glória Perez Venceu [26]
1996 Troféu Imprensa Revelação do Ano Floriano Peixoto Indicado [27]

Trilha Sonora[editar | editar código-fonte]

Nacional[editar | editar código-fonte]

Explode Coração Nacional
Trilha sonora de Vários Intérpretes
Lançamento 1995
Gênero(s) Vários
Formato(s) LP, CD, K7
Gravadora(s) Som Livre
Produção Alberto Rosenblit

Capa: Cássio Gabus Mendes

  1. "Preciso Dizer Que Te Amo" - Leo Jaime
  2. "Admito Que Perdi" - Marina Lima
  3. "Let Me Be Your Diva (Babalu Mix)" - Edson Cordeiro
  4. "Esse Meu Cabelo Rock" - João Penca & Seus Miquinhos Amestrados
  5. "Eu Sei Que Vou Te Amar" - Milton Nascimento
  6. "Pensamentos" - Simone
  7. "Ibiza Dance" - Roupa Nova
  8. "De Mais Ninguém" - Marisa Monte
  9. "Explode Coração" - Maria Bethânia
  10. "Céu Cor-de-rosa (Indian Summer)" - Sidney Magal
  11. "Noturna" - Elba Ramalho
  12. "Eu Nunca Estive Tão Apaixonado" - Fábio Jr.
  13. "A Montanha e a Chuva" - Orlando Morais
  14. "Fiesta" - Wagner Tiso

Internacional[editar | editar código-fonte]

Explode Coração Internacional
Trilha sonora de Vários Intérpretes
Lançamento 1996
Gênero(s) Vários
Formato(s) LP, CD, K7
Gravadora(s) Som Livre
Produção Alberto Rosenblit

Capa: Teresa Seiblitz

  1. "Back For Good" - Take That
  2. "Get Together" - Big Mountain
  3. "Estoy Enamorado" - Donato & Estéfano
  4. "Don't Let Me Be Misunderstood" - Santa Esmeralda
  5. "December" - Collective Soul
  6. "That's Why (You Go Away)" - Michael Learns to Rock
  7. "La Rumba de Nicolas" - Gipsy Kings
  8. "Sin Excusas Ni Rodeos" - Julio Iglesias
  9. "Father And Son" - Boyzone
  10. "Se Fue" - Venus
  11. "Macarena" - Los Del Rio
  12. "Por Tu Amor" - Carlos Oliva & Los Sobrinos
  13. "Gipsy Woman" - Cannibals
  14. Ogni Volta - Antonello Venditti

Complementar: Coração Cigano[editar | editar código-fonte]

Coração Cigano
Trilha sonora complementar de Vários Intérpretes
Lançamento 1996
Gênero(s) Vários
Formato(s) LP, CD, K7
Gravadora(s) Som Livre

Capa: Ana Furtado

  1. "Hino Cigano" - Grupo Rorarni
  2. "Chei Chovorriho" - Grupo Encanto Cigano
  3. "Krallisa" - Grupo Rorarni
  4. "Rorarni" - Grupo Rorarni
  5. "Lamento Cigano" - Grupo Rorarni
  6. "Tu Mai Lê" - Grupo Encanto Cigano
  7. "Amor Gitano (Volimôs Romanô)" - Grupo Rorarni
  8. "Betchári" - Grupo Encanto Cigano
  9. "Gary Gary" - Grupo Rorarni
  10. "Jau Dale Adjes" - Grupo Encanto Cigano
  11. "Ibiza Dance" - Roupa Nova
  12. "Fiesta" - Wagner Tiso

Referências

  1. «Explode Coração». Teledramaturgia. teledramaturgia.com.br. Consultado em 9 de outubro de 2016 
  2. «Estréia hoje na Globo "novela interativa"». Folha de São Paulo. 6 de novembro de 1995. Consultado em 19 de julho de 2017 
  3. «Álbum de fotos - Primeiras Novelas de Glória Perez - "Barriga de Aluguel", "De Corpo e Alma", "Explode Coração"». Abril. Consultado em 3 de abril de 2015 
  4. «Todos os países de Glória Perez». Além do Oscar. Pop. 25 de setembro de 2012. Consultado em 3 de abril de 2015 
  5. «Nova novela cria triângulo amoroso via Internet». Folha de São Paulo. 27 de agosto de 1995. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  6. «Nova novela das oito inaugura Projac». Folha de São Paulo. 1 de outubro de 1995. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  7. «As novelas da época de "História de Amor"». Viva. Nilson Xavier. 30 de julho de 2014. Consultado em 27 de junho de 2015 
  8. «'O Fim do Mundo' foi caso de emergência». Folha de São Paulo. 7 de maio de 1996. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  9. «Pesquisa inclui ciganos». Folha de São Paulo. 5 de novembro de 1995. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  10. «Internet invade o Brasil pela janela da televisão». Folha de São Paulo. 5 de novembro de 1995. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  11. «Modelo troca passarelas italianas por papel cigano em "Explode Coração"». Folha de São Paulo. 26 de novembro de 1995. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  12. «Globo muda figurinos de 'Explode Coração'». Folha de São Paulo. 17 de novembro de 1995. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  13. «Advogada não inspirou cigana, diz Glória Perez». Folha de São Paulo. 2 de janeiro de 1996. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  14. «Justiça libera cenas de sexo entre Dara e Júlio em 'Explode Coração'». Folha de São Paulo. 3 de janeiro de 1996. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  15. «Ibope, Ibope e mais Ibope!». Jeferson Cardoso. 4 de janeiro de 2012. Consultado em 24 de agosto de 2015 
  16. «VIVA estreia duas minisséries em dezembro». vivaparaimprensa.com.br. Consultado em 2 de dezembro de 2017 
  17. «Caracterização de novela não é considerada fiel». Folha de São Paulo. 7 de janeiro de 1996. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  18. «Ciganos fazem manifestação de apoio à novelista Glória Perez». Folha de São Paulo. 3 de janeiro de 1996. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  19. «Personagem cria polêmica entre gays». Folha de São Paulo. 26 de novembro de 1995. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  20. «'Idéia era viver limite entre homem e mulher'». Folha de São Paulo. 26 de novembro de 1995. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  21. «Novela ajuda a achar desaparecidos». Folha de São Paulo. 20 de março de 1996. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  22. «Desaparecidos de 'Explode Coração' fugiam da violência doméstica». Folha de São Paulo. 26 de maio de 1996. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  23. «"Explode Coração" cria pânico em crianças». Folha de São Paulo. 27 de abril de 1996. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  24. «Cronologia 1995-1999» (PDF) 
  25. «Rogério Cardoso tinha prêmio de melhor comediante». Terra. diversao.terra.com.br. 24 de julho de 2003. Consultado em 14 de abril de 2015 
  26. «Prêmio Contigo, Brazil - Awards for 1997». IMDb. imdb.com. Consultado em 22 de junho de 2016 
  27. «Troféu Imprensa 1995». UOL. uol.com.br. Consultado em 14 de abril de 2015 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]