Eva Wilma

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Eva Wilma
OMC
Wilma durante uma entrevista concedida ao Canal Viva para a série As Vilãs que Amamos em 2019
Nome completo Eva Wilma Riefle Buckup Zarattini
Nascimento 14 de dezembro de 1933 (86 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidade brasileira
Ocupação atriz
bailarina
Atividade 1952–presente
Cônjuge John Herbert (1955–1976)
Carlos Zara (1979–2002)
Outros prêmios

Prêmio APCA:

  • 1973 - Melhor Atriz por Ruth / Raquel na Novela Mulheres de Areia;
  • 1975 - Melhor Atriz por Dinah Veloso na Novela A Viagem;
  • 1997 - Melhor Atriz por Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque na Novela A Indomada
Página oficial

Eva Wilma Riefle Buckup Zarattini OMC (São Paulo, 14 de dezembro de 1933) é uma premiada atriz e bailarina brasileira.[1] Protagonizou diversas novelas e programas da TV Tupi, até que na década de 80 transferiu-se para a Rede Globo, tornando-se uma das principais artistas da emissora.

Dentre seus principais papéis estão as gêmeas Ruth e Raquel na primeira versão de Mulheres de Areia e Dinah na primeira versão de A Viagem, além de ter protagonizado o seriado Alô, Doçura! (inspirado no sitcom americano I Love Lucy), ao lado de seu primeiro marido, o ator John Herbert. Na Globo, interpretou personagens que oscilavam entre mocinhas e vilãs, sendo as mais marcantes, Márcia em Elas por Elas; a perversa Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque na novela A Indomada; a Dra. Martha no seriado Mulher; a Lucrécia em Começar de Novo; e a alcoólatra Fábia em Verdades Secretas

Biografia[editar | editar código-fonte]

Eva Wilma é descendente de alemães, ucranianos judeus[2] e argentinos. Seu pai se chamava Otto Riefle Jr e era um metalúrgico alemão da região da Floresta Negra, em Pforzheim, perto de Stuttgart, no sul da Alemanha. Ele veio para o Brasil, mais precisamente para a cidade do Rio de Janeiro, em 1929, aos 19 anos, para trabalhar numa firma de metalurgia.[1]

A mãe de Eva Wilma, Luísa Carp, nasceu em Buenos Aires. Era filha de judeus ucranianos da cidade de Kiev que imigraram para a Argentina. Os pais de Eva se conheceram na cidade de São Paulo, quando o pai de Eva foi transferido para a capital paulista, e a mãe, após ter morado em Buenos Aires, veio ao Brasil.[1]

Lembra-se da difícil infância: Por pouco seu pai não foi preso depois da Segunda Guerra Mundial. Ao voltar ao Brasil, foi diagnosticado com o Mal de Parkinson. A mãe de Eva cuidou do marido até 1980, quando faleceu. Debilitado com a doença, o pai de Eva morreu 5 anos depois, em 1985.[1]

Estudou nos tradicionais colégios da capital paulista: Colégio Elvira Brandão, Colégio Ofélia Fonseca e Colégio Rio Branco. Conta que sua turma era só de meninas e achou estranho ter que se habituar a aulas mistas.[1]

Sempre gostou muito do mundo artístico e manteve aulas particulares de canto, piano e violão com a mestra musical Inezita Barroso.[1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Vida profissional[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreia como bailarina clássica aos 14 anos. Passou a dar aulas de balé com uma amiga nessa idade e ganhou aulas de patinação no gelo e foi contratada pela empresa para participar do Holliday On Ice, um dos maiores festivais de patinação no gelo do mundo, mas foi proibida por seus pais.

Eva Wilma, sem data.

Sendo bailarina, logo passou a fazer parte do São Paulo Ballet, de Maria Oleneva. Em 1953 apresentou-se no Teatro Municipal de São Paulo, apesar de a primeira vez que se apresentou nesse teatro tinha 9 anos. Em 1953 sua apresentação foi juntamente com o corpo de balé do IV Centenário de São Paulo. No 3º mês de apresentação com o corpo de balé começou a aparecer chances para atuar como atriz. O produtor e diretor do TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), José Renato, chamou-a para formar a primeira turma de teatro de arena, onde atuou com grandes astros e estrelas na época nos espetáculos, Judas em Sábado de Aleluia, Uma Mulher e Três Palhaços, depois, teve grande repercussão ao fazer trabalhos como Boeing-Boeing, O Santo Inquérito, A Megera Domada e Black-Out, peça produzida e dirigida por John Herbert. Fez Um Bonde Chamado Desejo, Pulzt, Esperando Godot, dirigiu Os Rapazes da Banda, depois participou de Quando o Coração Floresce, Queridinha Mamãe, pela qual recebeu o Molière de Melhor Atriz e O Manifesto.

Em 1952, o diretor italiano Luciano Salce convidou-a para fazer um participação como figurante no filme Uma Pulga na Balança na Companhia Cinematográfica Vera Cruz, simultaneamente, participou do documentário do IV Centenário de São Paulo Se a Cidade Cantasse do diretor Tito Banini. Protagonizou dois filmes ao lado de Procópio Ferreira: O Homem dos Papagaios e A Sogra, ambos do diretor Armando Couto, e o drama de José Carlos Burle, O Craque. Foi a estrela da cinebiografia do cantor Francisco Alves: Chico Viola Não Morreu, de Roman Vanoly Barreto, em co-produção com a Atlântida e Sonefilme da Argentina. Volta a trabalhar com José Carlos Burle em uma comédia, O Cantor e o Milionário. Atuou no policial Cidade Ameaçada de Roberto Faria, na aventura A Ilha de Walter Hugo Khouri e no suspense O Quinto Poder de Alberto Pieralisi. Começa a trabalhar em coproduções estrangeiras,A Moça do Quarto 13 do americano Richard Cunha, simultaneamente, trabalha em filmes sob os olhos do alemão Horst Hachler como Noites Quentes em Copacabana e Convite ao Pecado. Premiada no Brasil e exterior, Eva Wilma, participa do filme São Paulo S/A do diretor Luiz Sérgio Person, onde interpreta Luciana, a jovem esposa ambiciosa de um alto funcionário da indústria paulista em busca de ascensão social. Depois, ela participa de comédias como A Arte de Viver Bem, episódio 1: A Inconveniência de Ser esposa, baseada na peça homônima de Silveira Sampaio, sob direção de Fernando de Barros, da co-produção Brasil-México,Juegos Peligrosos, episódio 2: Divertimento do diretor mexicano Luiz Algoriza e Cada Um Dá O Que Tem, episódio 2: Cartão de Crédito, sob direção de John Herbert. De Ricardo Bandeira faz uma pequena participação no filme religioso O Menino Arco-Íris (A Vida de Jesus Cristo). Representa a abnegada mãe de um jogador de futebol em Asa Branca, um sonho brasileiro do diretor Djalma Limongi Batista, e o Feliz Ano Velho de Roberto Gervitz.

Eva Wilma, Jardel Filho e John Herbert na peça teatral “Boeing-Boing”, 1963. Arquivo Nacional.

]]Na televisão Eva Wilma estreou em 1953, quando Cassiano Gabus Mendes convidou-a para atuar no seriado Namorados de São Paulo, ao lado de Mário Sérgio. Posteriormente, Gabus Mendes mudou o título da série para Alô, Doçura, e esta foi protagonizada por Eva Wilma e John Herbert durante dez anos. O seriado entrou para o Guiness Book como o mais longo do país e, Eva Wilma, recebeu o Troféu Imprensa 1964 como Destaque do ano. John Herbert e Eva Wilma formaram o principal casal da televisão brasileira dos anos 50 e 60; depois do sucesso em Alô Doçura eles trabalharam na Record, protagonizando duas novelas: Comédia Carioca e Prisioneiro de um Sonho, de Roberto Faria. O casal retornou à TV Tupi e fez trabalhos importantes como A de Amor e Confissões de Penélope; Eva Wilma comoveu os telespectadores como a meiga Ana Maria de Ana Maria Meu Amor, fez Fatalidade e a vilã Jane de Angústia de Amar, novela baseada no filme O Que Aconteceu a Baby Jane?. Recebeu reconhecimento internacional ao trabalhar em O Amor Tem Cara de Mulher, de Cassiano Gabus Mentes, e recebeu o Troféu Imprensa de atriz revelação em 1966. Também atuou em Nenhum Homem é Deus, de Lauro César Muniz.

Nos década de 1970 tornou-se ao lado de Carlos Zara um dos principais pares românticos da televisão brasileira; juntos trabalharam em novelas de grande sucesso, teleteatros e especiais. Zara foi o diretor de teledramaturgia da TV Tupi até 1977. Atuou em novelas importantes como Meu Pé de Laranja Lima, na qual interpretou uma mulher amarga, Jandira, e a sonhadora Gabriela em Nossa Filha Gabriela, ambas de Ivani Ribeiro. Em A Revolta dos Anjos, da psicóloga Carmem Silva, interpretou a prudente Silvia.

Tônia Carreiro, Eva Wilma, Odete Lara, Norma Bengell e Cacilda Becker em protesto contra a Ditadura Militar, 1968.

Em 1973, Eva Wilma interpretou as gêmeas Ruth e Raquel, de Mulheres de Areia, novela de Ivani Ribeiro e sucesso nacional e internacional. Trabalhou em duas novelas de sucesso da Ivani Ribeiro, A Barba Azul e A Viagem e, depois, participou de duas novelas de Sérgio Jockymann, O Julgamento e Roda de Fogo. Fez o remake de O Direito de Nascer e chegou a participar das gravações da novela Maria Nazaré, que por problemas internos da emissora paulista nunca chegou a ser levada ao ar.[3]

Com o fim da TV Tupi em 1980, Eva Wilma foi contratada definitivamente pela Rede Globo, onde exerceu seu lado humorístico nas novelas Plumas e Paetês e Elas por Elas, fez a esquizofrênica Laura de Ciranda de Pedra, a autoritária Francisca Moura Imperial de Transas e Caretas; depois vieram a engraçada Angelina de De Quina pra Lua, a ex-militante política Maura, que sofreu os horrores da ditadura militar, em Roda de Fogo, o sucesso Sassaricando e muitas outras novelas marcantes, como Pedra sobre Pedra, Pátria Minha e A Indomada, na qual interpretou a cômica e perversa vilã Maria Altiva Pedreira Mendonça de Albuquerque que repetia sempre o bordão “Oxente, my God!”. Atuou em História de Amor, em que o autor Manoel Carlos criou um personagem só para ela, e fez também grandes produções como O Rei do Gado, Esperança, Começar de Novo e Desejo Proibido. Também participou de séries de televisão como Mulher, O Quinto dos Infernos, Os Maias, Um Só Coração, JK, Norma e Na Forma da Lei.

Em 2011 volta às novelas para interpretar a cômica trambiquira Tia Íris em Fina Estampa.[4] Em 2014 fez uma participação em A Grande Família, no papel da Dra. Laura, a psicanalista da Dona Nenê.[5][6] Já em 2015, interpreta a bon vivant e alcoólatra Fábia em Verdades Secretas. Atualmente está em cartaz com a peça “O que terá acontecido a Baby Jane?”, interpretando Baby Jane ao lado da outra grande dama do teatro Nicette Bruno.recentemente participou da segunda temporada da série Os Experiente.e vem se dedicando ao show Casos e Cancões,onde canta varias musicas que vai de Vinicius de Moraes,Inezita Barroso entre outros com seu filho John Herbert Junior e Willian Paiva.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Foi casada com o ator John Herbert de 1955 até 1976, com quem teve dois filhos: Vivien Riefle Buckup, nascida em 1956 e John Herbert Riefle Buckup, nascido em 1958. Seu segundo casamento com o também ator Carlos Zara durou 23 anos. Não teve filhos do segundo casamento.[1]

Tem cinco netos, Miguel e Mateus Buckup filhos de Vivien: Gabriela, Francisco e Vitorio Buckup filhos de John Herbert Junior.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Título Papel Nota
1953 Namorados de São Paulo Várias personagens
1953–63 Alô, Doçura!
1964 O Vigilante Rodoviário
1965 Prisioneiro de um Sonho Laura / Sandra / Sílvia
Comédia Carioca Linda
1966 O Amor Tem Cara de Mulher Marcela / Roseli
Angústia de Amar Patrícia
Ana Maria, Meu Amor Ana Maria
1968 Nenhum Homem É Deus Diana
1968–69 As Confissões de Penélope Penélope
1970 O Meu Pé de Laranja Lima Jandira
1971 Nossa Filha Gabriela Gabriela
1972 A Revolta dos Anjos Sílvia Brandão
1973 Mulheres de Areia Ruth Araújo Assunção
Raquel Araújo Assunção
1974 A Barba-Azul Joana Penteado ()
1975 Nem Eva, nem Wilma, simplesmente Vivinha Ela mesma
A Viagem Dinah Toledo Cardoso
1976 O Julgamento Sônia Leão
1978 Roda de Fogo Giovanna (Gil)
O Direito de Nascer Maria Helena Zamora de Juncal
1979 O Leopardo Estela
1980 Plumas e Paetês Rebeca Andrade
1981 Inocentes Helena
Ciranda de Pedra Laura Prado
Malu Mulher Vera Episódio: "O Príncipe Encantado"
1982 Elas por Elas Márcia Lopes Pereira
1983 Guerra dos Sexos Bárbara Guerra
Alice, Alice Selma Alice
1984 Transas e Caretas Francisca Moura Imperial
1985 De Quina pra Lua Angelina Jesus Batista
1986 Negro Leo
1986 Roda de Fogo Maura Garcez
1987 Sassaricando Penélope Bacelar
1989 Que Rei Sou Eu? Marquesa D'Anjou
1990 Delegacia de Mulheres Dona Inês Episódio: "Elas não Usam Black-tie"
Mico Preto Nenê
1992 Pedra sobre Pedra Hilda Pontes
Anos Rebeldes Joana
Você Decide Episódio: "A louca"
1993 A Madona de Cedro Maria
O Mapa da Mina Tatiana Torres de Almeida
1994 Pátria Minha Teresa Pellegrini
1995 História de Amor Zuleika Viana Sampaio
1996 O Rei do Gado Marietta Berdinazzi
1997 A Indomada Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque
1998 Mulher Marta Correia Lopes (Drª. Marta)
2001 Os Normais Maria da Cunha
2002 O Quinto dos Infernos D. Maria I
Esperança Rosa
2004 Começar de Novo Lucrécia Borges
2006 Clara e o Chuveiro do Tempo Vó Bila Especial de fim de ano
JK Luisinha Negrão (2ª fase)
Páginas da Vida Relatora Vera de Alencar Episódios: 202 e 203
2007 Desejo Proibido Cândida Novais de Toledo
2009 Norma Dona Helou
2010 Araguaia Beatriz Cardoso (Pierina)
2011 Fina Estampa Maria Íris de Siqueira Maciel (Tia Íris)
2014 A Grande Família Drª. Laura[7] Episódio: "Uma Estranha no Ninho"
2015 Verdades Secretas Fábia Mariano
2018 O Tempo Não Para Petra Vaisánen (Drª. Petra)[8] [9] Episódios: 1 a 47
2019 Episódios: 140 a 156
Os Experientes Dona Betinha
Fotonovela
Ano Título Papel
1956 A Escalada Tereza
1956 Santa Rita Rita de Cássia
1959 Uma Esperança no Ar Lili
1965 Ninguém Crê em Mim Rebeca
1971 Meu Pé de Laranja Lima Jandira
1973 Mulheres de Areia Ruth/Raquel (caderno Contigo/Ilusão Especial)
1974 Mulheres de Areia Ruth/Raquel (Revista Amiga em Edições Especiais)
1992 Pedra sobre Pedra Hilda Pontes
Grande Teatro Tupi
Ano Título
1955 Hamlet
1955 Fome
1956 Edipo Rei
1957 A Canção Para Bernadette
1958 Torfuno
1959 Casa de Bonecas
1974 Blanche de Bois
1975 Cyrano de Bergeree
1976 Antígona

Cinema[editar | editar código-fonte]

Ano Título Papel
1953 Uma Pulga na Balança
O Homem dos Papagaios Emília
Ângela
1954 O Craque Heloísa
Chico Viola Não Morreu Maria das Trancinhas
A Sogra
1955 O Homem de Outra Face
1957 Se a Cidade Contasse Bailarina
1958 O Cantor e o Milionário Laura
1960 Cidade Ameaçada Terezinha
Assassinato em Copacabana Jaqueline
1961 A Moça do Apartamento 13
1963 Mord in Rio Leila
A Ilha Helena
1964 O 5º Poder Laura Leal
Tödlicher Karneval
1965 São Paulo S/A Luciana
1967 Juegos Peligrosos Lúcia
1968 A Marcha
1970 A Arte de Amar Bem Inês
1975 Cada um Dá o que Tem Malu
1980 Asa Branca - Um Sonho Brasileiro Mãe de Asa [10]
1981 O Menino Arco-Íris Maria
1987 Feliz Ano Velho Lúcia
2006 Veias e Vinhos Mãe de Mateus e Pedro[11]
Person Ela Mesma
2007 O Signo da Cidade Adélia
Paulo Gracindo - O Bem-Amado Ela Mesma
2010 A Guerra dos Vizinhos Adélia Coleratti
2018 Minha Mãe, Minha Filha Dora [12]

Teatro[editar | editar código-fonte]

Ano Título
1952/55 Uma Mulher e Três Palhaços
1952/55 O Demorado Adeus
1952/55 Judas em Sábado de Aleluia
1952/55 Esta Noite é Nossa
1952/55 Escrever Sobre Mulheres
1952/55 A Rosa dos Ventos
1952/55 Ballet IV - Centenário de São Paulo
1956/60 Sem Entrada e Sem Mais Nada
1956/60 Lição de Botânica
1963/64 Boeing-Boeing
1963/64 A História do Soldado
1965/66 O Santo Inquérito
1965/66 As feiticeiras de Salem
1965/66 A Megera Domada
1966 A... de Amor
1967 Oh! Que Delícia de Guerra
1967/68 Black-Out
1969 Ato sem Perdão
1968 Confissões de Penélope
1970 Os rapazes da banda
1971/72 Putz
1971/72 Pequenos Assassinos
1973 Infidelidades
1974 Um Bonde Chamado Desejo
1975 Blanche de Bois
1976 Dois Mil Anos de Teatro
1976 O Gravador
1976 Cyrano de Bergeree
1976 Antígona
1977 Esperando Godot
1978 O Rei David
1979 A Dança e o Gravador
1979 O Leopardo
1980 Pato com Laranja
1981 A Mulher de Pedra
1982/83 Desencontros Clandestinos
1983 O Menino do Arco íris
1983 Viagem Sem Volta
1983 Alice
1983/84 Uma Cama Para Três
1984/87 Quando o Coração Floresce
1986 O Nego Léo
1989 O Preço
1991 As Pessoas da Sala de Jantar
1991/93 Love Letters - Cartas de Amor
1992 A Louca
1994/96 Querida Mamãe
1995 A Adoção
1998 A Casa Em Que Traçámos Nossos Os Sonhos
1999 Madame
1999/00 Um Dia das Mães
2003 Vivinha
2004/05 Primeira Pessoa
2006 Um Brinde ao Teatro
2007/08 O Manifesto
2009 O Poeta
2009 Vivinha
2013 Azul Resplendor
2016 '#O Que Terá Acontecido A Baby Jane?
2018 Show Casos e Canções,ao lado do seu filho John Herbert Junior
2018 Quarta-Feira,Sem Falta,Lá Em Casa

Prêmios e Indicações[editar | editar código-fonte]

Ano Prêmio Categoria Nomeação Resultado Ref.
1955 Prêmio Governador do Estado Melhor atriz de Teatro
Uma Mulher e Três Palhaços
Venceu
Melhor atriz de cinema
O craque
Venceu
1956 Prêmio Saci Melhor atriz
Chico Viola Não Morreu
Venceu
1958 Troféu Roquette Pinto Melhor Atriz
Alô, Doçura
Venceu
1959 Prêmio Governador do Estado Melhor atriz de cinema
O Cantor e o Milionário
Venceu
1960 Prêmio Saci Melhor atriz
Cidade Ameaçada
Venceu
Prêmio Cabeza de Palanque no Festival de Cinema de Acapulco Melhor atriz Venceu
Troféu Cinelândia Melhor atriz Venceu
Prêmio Assis Chateaubriand Melhor atriz
Alô, Doçura
Venceu
1964 Troféu Imprensa Destaque Feminino Venceu
Troféu Roquette Pinto Melhor Atriz
Prisioneiro de um Sonho
Venceu
1966 Troféu Imprensa Revelação feminina
O Amor Tem Cara de Mulher
Venceu
Troféu Roquette Pinto Melhor Atriz Venceu
Prêmio Assis Chateaubriand Melhor atriz Venceu
Prêmio Governador do Estado Melhor atriz
Black-Out
Venceu
1970 Troféu Imprensa Melhor atriz
As Confissões de Penélope
Indicada
Prêmio Pop de TV Melhor atriz Venceu
1971 Prêmio Assis Chateaubriand Melhor atriz
Meu Pé de Laranja Lima
Venceu
1974 Troféu APCA Melhor atriz
Mulheres de Areia
Venceu
Troféu O Repórter Melhor atriz Venceu
Troféu Plá Carlos Imperial Melhor atriz Venceu
Troféu Plá Egas Muniz Melhor atriz Venceu
Prêmios AP-show Melhor atriz Venceu
Prêmio Pop de TV Melhor atriz Venceu
Prêmio Assis Chateaubriand Melhor atriz Venceu
Troféu APDL Melhor atriz Venceu
Troféu Imprensa Melhor atriz Venceu
Troféu Roquette Pinto Melhor atriz Venceu
Prêmio Troféu IN Melhor atriz Venceu
Prêmio APCL Internacional Melhor atriz Venceu
Prêmio Helena Silveira Melhor atriz Venceu
1975 Troféu Imprensa Melhor atriz
A Barba-Azul
Venceu
Prêmios AP-show Melhor atriz Venceu
Prêmio Assis Chateaubriand Melhor atriz Venceu
Prêmio Troféu IN Melhor atriz
A Viagem
Venceu
Prêmios AP-show Melhor atriz Venceu
Prêmio Pop de TV Melhor atriz Venceu
Troféu ADPL Melhor atriz Venceu
Troféu Roquette Pinto Melhor atriz Venceu
Troféu Plá Carlos Imperial Melhor atriz Venceu
Prêmio Revista de Melhores do Ano Melhor atriz Venceu
Prêmio Assis Chateaubriand Melhor atriz Venceu
1976 Troféu APCA Melhor atriz Venceu
Troféu Imprensa Melhor atriz Venceu
Troféu O Repórter Melhor atriz
O Julgamento
Venceu
Prêmios AP-show Melhor atriz Venceu
1977 Troféu Imprensa Melhor atriz Indicada
Prêmio Adolpho Bloch Melhor atriz Venceu
Troféu Paulo Barbosa Melhor atriz Venceu
1979 Prêmios AP-show Melhor atriz
O Direito de Nascer
Venceu
Prêmio Assis Chateaubriand Melhor atriz Venceu
1982 Prêmio Globo de TV Melhor atriz
Ciranda de Pedra
Venceu
1983 Troféu Imprensa Melhor atriz
Elas por Elas
Indicada
1984 Troféu APIPE Melhor atriz
Transas e Caretas
Venceu
1987 Prêmio Globo de TV Melhor atriz
Roda de Fogo
Venceu
1988 Prêmio Governador do Estado Melhor atriz de Teatro
Quando o Coração Floresce
Venceu
Festival de Cinema de Natal Melhor atriz coadjuvante
Feliz Ano Velho
Venceu [13]
1994 Troféu Super Cap de Ouro Melhor atriz de televisão
Pátria Minha
Venceu
Prêmio Shell Melhor atriz
Queridinha Mamãe
Venceu
Prêmio Molière Melhor atriz Venceu
Prêmio Sharp Melhor atriz Venceu
1995 Prêmio Shell Melhor atriz Venceu
1996 Prêmio Contigo! de TV Melhor atriz coadjuvante
História de Amor
Venceu
1996 Prêmio Melhores do Ano Melhor Atriz O Rei do Gado Venceu
1996 Prêmio Contigo! de TV Melhor Participação Feminina O Rei do Gado Venceu
1998 Troféu APCA Melhor atriz
A Indomada
Venceu
Prêmio Contigo! de TV Melhor atriz Venceu
Melhor vilã Venceu
Troféu Imprensa Melhor atriz Venceu
Prêmio Globo de TV Melhor atriz Venceu
Prêmio Arte Qualidade Brasil Melhor atriz Venceu
Prêmio Arte Qualidade Brasil Melhor atriz de série
Mulher
Venceu
2002 Prêmio Revista Claudia Homenagem Especial Conjunto da Obra Venceu
2001 Festival de Cinema de Vitória

Prêmio Magnifico

Prêmio Arte Qualidade Brasil

Prêmio Especial
Homenagem
Venceu
2004 Prêmio Faz Diferença de Teatro Melhor atriz
Primeira Pessoa
Venceu
2004 Prêmio Pró-TV Homenagem Conjunto da obra Venceu
2005 Prêmio Contigo! de TV Melhor atriz coadjuvante
Começar de Novo
Indicada
Troféu Super Cap de Ouro Melhor atriz de televisão Venceu
2006 Prêmio Lilian Lemmertz no 6º Curta Santos Homenagem Especial Conjunto da Obra Venceu
2006 Festival de Cinema de Maringá Homenagem especial
Conjunto da Obra
Venceu [14]
2007




2009

Prêmio Qualidade do Ano Melhor atriz
O Manifesto
Venceu
Festival de Cinema de Recife


Medalha Ordem do Ipiranga

Menção honrosa
O Signo da Cidade
Venceu
2012 Festival de Gramado Prêmio Especial Troféu Cidade de Gramado
Contribuição Artística
Venceu
2013 Prêmio Shell Contribuição Artística (60 anos de carreira)
Homenagem
Venceu
Troféu APCA Especial Contribuição Artística Venceu
2014 Festival de Teatro Ibero-Americano (Festibero) Contribuição artística Venceu [15]
2015 Prêmio Quem de Televisão Melhor atriz de televisão
Verdades Secretas
Indicada
2016 Prêmio Arte Qualidade Brasil Melhor atriz de Teatro

O Que Terá Acontecido a Baby Jane


Venceu
Prêmio Aplauso Brasil Melhor atriz de Teatro Venceu
Prêmio Quem de Teatro Melhor Atriz Venceu
2017 Troféu Tropeiro,no Festival de Cinema da Lapa Homenagem Especial Conjunto da Obra Venceu
2018 Prêmio Aplauso Brasil Homenagem especial
Conjunto da Obra
Venceu
Troféu Mário Lago Contribuição extraordinária ao entretenimento Venceu
Festival de curta-metragem de Caicó Melhor Atriz
Minha Mãe, Minha Filha
Venceu
Take Único Festival de curta-metragem em Ubá Melhor atriz Venceu
Ordem do Mérito Cultural Classe Comendador Venceu [16]
2019 Prêmio CineEuphoria Carreira honorária
Homenagem
Venceu
2020 Prêmio Cesgranrio de Teatro Carreira Honorária Homenagem Venceu

Homenagens[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. A ganhadora foi Regina Duarte pelo seu trabalho em Carinhoso. Ao receber o prêmio das mãos de Silvio Santos, no programa ao vivo que ainda era na TV Globo, todavia, Regina Duarte não o aceitou como seu e disse que passaria para a verdadeira merecedora, Eva Wilma

Referências

  1. a b c d e f g «Eva Wilma - Memória Globo». Rede Globo. 10 de junho de 2008. Consultado em 11 de fevereiro de 2017 
  2. «Religiões: conheça os famosos adeptos do judaísmo». iG. Consultado em 14 de julho de 2013 
  3. Nilson Xavier. «Maria Nazaré - Teledramaturgia». Teledramaturgia. Consultado em 26 de abril de 2014 
  4. Redação Terra (23 de abril de 2011). «Eva Wilma será vilã de 'Fina Estampa', diz jornal». Diversão Terra. Terra Networks Brasil. Consultado em 6 de novembro de 2011 
  5. Carla Bittencourt (26 de abril de 2014). «Longe da TV desde o fim de 'Fina estampa', Eva Wilma participa de 'A grande família'». Extra. Consultado em 26 de abril de 2014 
  6. Redação UOL (24 de abril de 2014). «Eva Wilma viverá uma psicanalista em episódio de "A Grande Família"». UOL Televisão. Consultado em 26 de abril de 2014 
  7. «Eva Wilma viverá uma psicanalista em episódio de "A Grande Família"». UOL - TV e Famosos 
  8. Redação (7 de abril de 2018). «Alexandra Richter, Bia Montez e Eva Wilma farão a novela "O Tempo Não Para"». Notícias de TV. Consultado em 8 de abril de 2018 
  9. Redação (6 de junho de 2018). «Eva Wilma interpreta Petra na novela "O Tempo Não Para"». Notícias de TV. Consultado em 6 de junho de 2018 
  10. «Asa Branca: Um Sonho brasileiro». bases.cinemateca.gov.br. Consultado em 11 de fevereiro de 2017 
  11. «Veias e Vinhos - Uma História Brasileira». Adoro Cinema. Consultado em 25 de fevereiro de 2017 
  12. «Minha Mãe, Minha Filha». Festival de Gramado. Consultado em 4 de junho de 2019 
  13. «Feliz Ano Velho». Cinemateca Brasileira. Consultado em 30 de julho de 2019 
  14. Fest Cine Maringá 2006
  15. «Eva Wilma é homenageada na abertura do Festibero – Memorial da América Latina». www.memorial.org.br. Consultado em 11 de fevereiro de 2017 
  16. Ordem do Mérito Cultural 2018 homenageia 35 personalidades e instituições
  17. Eva Wilma conversa com jovens sobre cinema em São Paulo

Ligações externas[editar | editar código-fonte]