Eva Wilma

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Eva Wilma
Nome completo Eva Wilma Riefle Buckup Zarattini
Nascimento 14 de dezembro de 1933 (84 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidade brasileira
Ocupação atriz
bailarina
Atividade 1952–presente
Cônjuge John Herbert (1955 - 1976)
Carlos Zara (1979 - 2002)
Outros prêmios
Página oficial

Eva Wilma Riefle Buckup Zarattini (São Paulo, 14 de dezembro de 1933) é uma atriz, cantora e bailarina brasileira.[1] Considerada uma das maiores atrizes brasileiras de todos os tempos.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Eva Wilma é descendente de alemães, ucranianos judeus[2] e argentinos. Seu pai se chamava Otto Riefle Jr e era um metalúrgico alemão da região da Floresta Negra, em Pforzheim, perto de Stuttgart, no sul da Alemanha. Ele veio para o Brasil, mais precisamente para a cidade do Rio de Janeiro, em 1929, aos 19 anos, para trabalhar numa firma de metalurgia.[1]

A mãe de Eva Wilma, Luísa Carp, nasceu em Buenos Aires. Era filha de judeus ucranianos da cidade de Kiev que imigraram para a Argentina. Os pais de Eva se conheceram na cidade de São Paulo, quando o pai de Eva foi transferido para a capital paulista, e a mãe, após ter morado em Buenos Aires, veio ao Brasil.[1]

Lembra-se da difícil infância: Por pouco seu pai não foi preso depois da Segunda Guerra Mundial. Ao voltar ao Brasil, foi diagnosticado com o Mal de Parkinson. A mãe de Eva cuidou do marido até 1980, quando faleceu. Debilitado com a doença, o pai de Eva morreu 5 anos depois, em 1985.[1]

Estudou nos tradicionais colégios da capital paulista: Colégio Elvira Brandão, Colégio Ofélia Fonseca e Colégio Rio Branco. Conta que sua turma era só de meninas e achou estranho ter que se habituar a aulas mistas.[1]

Sempre gostou muito do mundo artístico e manteve aulas particulares de canto, piano e violão com a mestra musical Inezita Barroso.[1]

Foi casada com o ator John Herbert de 1955 até 1976, com quem teve dois filhos: Vivien Riefle Buckup, nascida em 1956 e John Herbert Riefle Buckup, nascido em 1958. Seu segundo casamento com o também ator Carlos Zara durou 23 anos. Não teve filhos do segundo casamento e ficou viúva por duas vezes.[1]

Tem cinco netos, Miguel e Mateus Buckup filhos de Vivien: Gabriela, Francisco e Vitorio Buckup filhos de John Herbert Junior.

Vida profissional[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreia como bailarina clássica aos 14 anos. Passou a dar aulas de balé com uma amiga nessa idade e ganhou aulas de patinação no gelo e foi contratada pela empresa para participar do Holliday On Ice, um dos maiores festivais de patinação no gelo do mundo, mas foi proibida por seus pais.

Sendo bailarina, logo passou a fazer parte do São Paulo Ballet, de Maria Oleneva. Em 1953 apresentou-se no Teatro Municipal de São Paulo, apesar de a primeira vez que se apresentou nesse teatro tinha 9 anos. Em 1953 sua apresentação foi juntamente com o corpo de balé do IV Centenário de São Paulo. No 3º mês de apresentação com o corpo de balé começou a aparecer chances para atuar como atriz. O produtor e diretor do TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), José Renato, chamou-a para formar a primeira turma de teatro de arena, onde atuou com grandes astros e estrelas na época nos espetáculos, Judas em Sábado de Aleluia, Uma Mulher e Três Palhaços, depois, teve grande repercussão ao fazer trabalhos como Boeing-Boeing, O Santo Inquérito, A Megera Domada e Black-Out, peça produzida e dirigida por John Herbert. Fez Um Bonde Chamado Desejo, Pulzt, Esperando Godot, dirigiu Os Rapazes da Banda, depois participou de Quando o Coração Floresce, Queridinha Mamãe, pela qual recebeu o Molière de Melhor Atriz e O Manifesto.

Em 1952, o diretor italiano Luciano Salce convidou-a para fazer um participação como figurante no filme Uma Pulga na Balança na Companhia Cinematográfica Vera Cruz, simultaneamente, participou do documentário do IV Centenário de São Paulo Se a Cidade Cantasse do diretor Tito Banini. Protagonizou dois filmes ao lado de Procópio Ferreira: O Homem dos Papagaios e A Sogra, ambos do diretor Armando Couto, e o drama de José Carlos Burle, O Craque. Foi a estrela da cinebiografia do cantor Francisco Alves:Chico Viola Não Morreu, de Roman Vanoly Barreto, em co-produção com a Atlântida e Sonefilme da Argentina. Volta a trabalhar com José Carlos Burle em uma comédia, O Cantor e o Milionário. Atuou no policial Cidade Ameaçada de Roberto Faria, na aventura A Ilha de Walter Hugo Khouri e no suspense O Quinto Poder de Alberto Pieralisi. Começa a trabalhar em coproduções estrangeiras,A Moça do Quarto 13 do americano Richard Cunha, simultaneamente, trabalha em filmes sob os olhos do alemão Horst Hachler como Noites Quentes em Copacabana e Convite ao Pecado. Premiada no Brasil e exterior, Eva Wilma, participa do filme São Paulo S/A do diretor Luiz Sérgio Person, onde interpreta Luciana, a jovem esposa ambiciosa de um alto funcionário da indústria paulista em busca de ascensão social. Depois, ela participa de comédias como A Arte de Viver Bem, episódio 1: A Inconveniência de Ser esposa, baseada na peça homônima de Silveira Sampaio, sob direção de Fernando de Barros, da co-produção Brasil-México,Juegos Peligrosos, episódio 2: Divertimento do diretor mexicano Luiz Algoriza e Cada Um Dá O Que Tem, episódio 2: Cartão de Crédito, sob direção de John Herbert. De Ricardo Bandeira faz uma pequena participação no filme religioso O Menino Arco-Íris (A Vida de Jesus Cristo). Representa a abnegada mãe de um jogador de futebol em Asa Branca, um sonho brasileiro do diretor Djalma Limongi Batista, e o Feliz Ano Velho de Roberto Gervitz.

Na televisão Eva Wilma estreou em 1953, quando Cassiano Gabus Mendes convidou-a para atuar no seriado Namorados de São Paulo, ao lado de Mário Sérgio. Posteriormente, Gabus Mendes mudou o título da série para Alô, Doçura, e esta foi protagonizada por Eva Wilma e John Herbert durante dez anos. O seriado entrou para o Guiness Book como o mais longo do país e, Eva Wilma, recebeu o Troféu Imprensa 1964 como Destaque do ano.

Eva Wilma, Jardel Filho e John Herbert na peça teatral “Boeing-Boing”, 1963. Arquivo Nacional.

John Herbert e Eva Wilma formaram o principal casal da televisão brasileira dos anos 50 e 60; depois do sucesso em Alô Doçura eles trabalharam na Record, protagonizando duas novelas: Comédia Carioca e Prisioneiro de um Sonho, de Roberto Faria. O casal retornou à TV Tupi e fez trabalhos importantes como A de Amor e Confissões de Penélope; Eva Wilma comoveu os telespectadores como a meiga Ana Maria de Ana Maria Meu Amor, fez Fatalidade e a vilã Jane de Angústia de Amar, novela baseada no filme O Que Aconteceu a Baby Jane?. Recebeu reconhecimento internacional ao trabalhar em O Amor Tem Cara de Mulher, de Cassiano Gabus Mentes, e recebeu o Troféu Imprensa de atriz revelação em 1966. Também atuou em Nenhum Homem é Deus, de Lauro César Muniz.

Nos década de 1970 tornou-se ao lado de Carlos Zara um dos principais pares românticos da televisão brasileira; juntos trabalharam em novelas de grande sucesso, teleteatros e especiais. Zara foi o diretor de teledramaturgia da TV Tupi até 1977. Atuou em novelas importantes como Meu Pé de Laranja Lima, na qual interpretou uma mulher amarga, Jandira, e a sonhadora Gabriela em Nossa Filha Gabriela, ambas de Ivani Ribeiro. Em A Revolta dos Anjos, da psicóloga Carmem Silva, interpretou a prudente Silvia.

Em 1973, Eva Wilma interpretou as gêmeas Ruth e Raquel, de Mulheres de Areia, novela de Ivani Ribeiro e sucesso nacional e internacional. Trabalhou em duas novelas de sucesso da Ivani Ribeiro, A Barba Azul e A Viagem e, depois, participou de duas novelas de Sérgio Jockymann, O Julgamento e Roda de Fogo. Fez o remake de O Direito de Nascer e chegou a participar das gravações da novela Maria Nazaré, que por problemas internos da emissora paulista nunca chegou a ser levada ao ar.[3]

Com o fim da TV Tupi em 1980, Eva Wilma foi contratada definitivamente pela Rede Globo, onde exerceu seu lado humorístico nas novelas Plumas e Paetês e Elas por Elas, fez a esquizofrênica Laura de Ciranda de Pedra, a autoritária Francisca Moura Imperial de Transas e Caretas; depois vieram a engraçada Angelina de De Quina pra Lua, a ex-militante política Maura, que sofreu os horrores da ditadura militar, em Roda de Fogo, o sucesso Sassaricando e muitas outras novelas marcantes, como Pedra sobre Pedra, Pátria Minha e A Indomada, na qual interpretou a cômica e perversa vilã Maria Altiva Pedreira Mendonça de Albuquerque que repetia sempre o bordão “Oxente, my God!”. Atuou em História de Amor, em que o autor Manoel Carlos criou um personagem só para ela, e fez também grandes produções como O Rei do Gado, Esperança, Começar de Novo e Desejo Proibido. Também participou de séries de televisão como Mulher, O Quinto dos Infernos, Os Maias, Um Só Coração, JK, Norma e Na Forma da Lei.

Em 2011 volta às novelas para interpretar a cômica trambiquira Tia Íris em Fina Estampa.[4] Em 2014 fez uma participação em A Grande Família, no papel da Dra. Laura, a psicanalista da Dona Nenê.[5][6] Já em 2015, interpreta a bon vivant e alcoólatra Fábia em Verdades Secretas. Atualmente está em cartaz com a peça “O que terá acontecido a Baby Jane?”, interpretando Baby Jane ao lado da outra grande dama do teatro Nicette Bruno.recentemente participou da segunda temporada da série Os Experiente.e vem se dedicando ao show Casos e Cancões,onde canta varias musicas que vai de Vinicius de Moraes,Inezita Barroso entre outros com seu filho John Herbert Junior e Willian Paiva.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Titulo Personagem
1953 Namorados de São Paulo Várias personagens
1953–63 Alô, Doçura!
1964 O Vigilante Rodoviário
1965 Prisioneiro de um Sonho Laura / Sandra / Sílvia
Comédia Carioca Linda
1966 O Amor Tem Cara de Mulher Marcela / Roseli
Angústia de Amar Patrícia
Ana Maria, Meu Amor Ana Maria
1968 Nenhum Homem é Deus Diana
1968–69 As Confissões de Penélope Penélope
1970 O Meu Pé de Laranja Lima Jandira
1971 Nossa Filha Gabriela Gabriela
1972 A Revolta dos Anjos Sílvia Brandão
1973 Mulheres de Areia Ruth Araújo / Raquel Araújo Assunção
1974 A Barba-Azul Jô Penteado
1975 Nem Eva, nem Wilma, simplesmente Vivinha Ela mesma
A Viagem Dinah Toledo Cardoso
1976 O Julgamento Sônia Leão
1978 Roda de Fogo Giovanna (Gil)
O Direito de Nascer Maria Helena Zamora de Juncal
1979 O Leopardo Estela
1980 Plumas e Paetês Rebeca Andrade
1981 Inocentes Helena
Ciranda de Pedra Laura Prado
Malu Mulher Vera (Eps: "O Príncipe Encantado")
1982 Elas por Elas Márcia Lopes Pereira
1983 Guerra dos Sexos Bárbara Guerra
Alice, Alice Selma Alice
1984 Transas e Caretas Francisca Moura Imperial
1985 De Quina pra Lua Angelina Jesus Batista
1986 Negro Leo
1986 Roda de Fogo Maura Garcez
1987 Sassaricando Penélope Bacelar
1989 Que Rei Sou Eu? Marquesa D'Anjou
1990 Delegacia de Mulheres Dona Inês (episódio: "Elas não Usam Black-tie")
Mico Preto Nenê
1992 Pedra sobre Pedra Hilda Pontes
Anos Rebeldes Joana
1993 A Madona de Cedro Maria
O Mapa da Mina Tatiana Torres de Almeida
1994 Pátria Minha Teresa Pellegrini
1995 História de Amor Zuleika Viana Sampaio
1996 O Rei do Gado Marietta Berdinazzi
1997 A Indomada Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque
1998 Mulher Marta Correia Lopes (Drª. Marta)
2001 Os Normais Maria da Cunha
2002 O Quinto dos Infernos D. Maria I
Esperança Rosa
2004 Começar de Novo Lucrécia Borges
2006 Clara e o Chuveiro do Tempo Vó Bila
JK Luisinha Negrão (2ª fase)
Páginas da Vida Relatora Vera de Alencar
2007 Desejo Proibido Cândida Novais de Toledo
2009 Norma Dona Helou
2010 Araguaia Beatriz Cardoso (Pierina)
2011 Fina Estampa Maria Íris de Siqueira Maciel (Tia Íris)
2014 A Grande Família Drª. Laura (Episódio: Uma Estranha no Ninho)[7]
2015 Verdades Secretas Fábia Mariano
2018 O Tempo não Para Petra Vaisánen (Drª. Petra)[8][9][10]
2019 Os Experientes Dona Betinha
Fotonovela
Grande Teatro Tupi

Cinema[editar | editar código-fonte]

Ano Título Papel
1953 Uma Pulga na Balança
O Homem dos Papagaios Emília
Ângela
1954 O Craque Heloísa
Chico Viola Não Morreu Maria das Trançinhas
A Sogra
1955 O Homem de Outra Face
1957 Se a Cidade Contasse Bailarina
1958 O Cantor e o Milionário Laura
1960 Cidade Ameaçada Terezinha
Assassinato em Copacabana Jaqueline
1961 A Moça do Apartamento 13
1963 Mord in Rio Leila
A Ilha Helena
1964 O 5º Poder Laura Leal
Tödlicher Karneval
1965 São Paulo S/A Luciana
1967 Juegos Peligrosos Lúcia
1968 A Marcha
1969 Topázio Rosita Gomez
1970 A Arte de Amar Bem Inês
1975 Cada um Dá o que Tem Malu
1980 Asa Branca - Um Sonho Brasileiro Mãe de Asa [11]
1981 O Menino Arco-Íris Maria
1987 Feliz Ano Velho Lúcia
2006 Veias e Vinhos Mãe de Mateus e Pedro[12]
Person Ela Mesma
2007 O Signo da Cidade Adélia
Paulo Gracindo - O Bem-Amado Ela Mesma
2010 A Guerra dos Vizinhos Adélia Coleratti
2017 Minha Mãe, Minha Filha

Teatro[editar | editar código-fonte]

Homenagens especiais[editar | editar código-fonte]

Pelo conjunto da obra
  • 1970 - Troféu Tupi de Novela.
  • 1973 - Troféu Tupi de Novela.
  • 1974 - Troféu Tupi de Novela.
  • 1975 - Troféu Tupi de Novela.
  • 1976 - Menção Honrosa Revista Amiga.
  • 1978 - Troféu Tupi de Novela.
  • 1998/1999 - Medalha Tiradentes.
  • 2000 - Prêmio Cláudia.
  • 2000 - Medalha machado de Assis
  • 2000 - Troféu Magnifico,pelo conjunto da Obra.
  • 2000 - Menção Honrosa Revista Contigo
  • 2000 - Qualidade Profissional,Contribuição Artística.
  • 2003 - Jornal O Globo.
  • 2004 - Jornal O Globo.
  • 2004 - Menção Honrosa pelos 50 anos de carreira.
  • 2004/2005 - Prêmio Pró-TV.
  • 2007 - Prêmio Qualidade do Ano de Melhor Atriz de Teatro O Manifesto.
  • 2008 - Prêmio Personalidade de Melhor Atriz de Teatro O Manifesto.
  • 2009 - Prêmio Troféu Marlin Azul,pelo Conjunto da Obra em Cinema Nacional.
  • 2010 - Medalha Comendadora da Ordem de Ipiranga,oferecida pelo Governo do Estado de São Paulo.
  • 2013 - Convite para palestra no Giffoni Film Festival (it), realizado em São Paulo[13]
  • 2013 - Prêmio Especial APCA Contribuição Artística.
  • 2013 - Prêmio Shell Especial Contribuição Artística.
  • 2014 - Prêmio Especial VII Festival de Teatro Ibero-Americano Festibero Contribuição Artística[14]
  • 2015 - Prêmio Quem de Televisão, Na categoria Melhor Atriz por Verdades Secretas - (Indicado)
  • 2016 - Prêmio Qualidade Arte Brasil,Na categoria Melhor Atriz de Teatro por O Que Terá Acontecido a Baby Jane.
  • 2016 - Prêmio Aplauso Brasil,Melhor Atriz de Teatro por O Que Terá Acontecido a Baby Jane.
  • 2016 - Prêmio Quem de Teatro, Na categoria Melhor Atriz por O Que Terá Acontecido a Baby Jane - (Vencedora).
  • 2017 - Troféu Tropeiro do Festival de Cinema do Parana,pelo conjunto da obra.
  • 2018 - Prêmio Aplauso Brasil,pelo conjunto da obra.

Cinema[editar | editar código-fonte]


Referências

  1. a b c d e f g «Eva Wilma - Memória Globo». Rede Globo. 10 de junho de 2008. Consultado em 11 de fevereiro de 2017. 
  2. «Religiões: conheça os famosos adeptos do judaísmo». iG. Consultado em 14 de julho de 2013. 
  3. Nilson Xavier. «Maria Nazaré - Teledramaturgia». Teledramaturgia. Consultado em 26 de abril de 2014. 
  4. Redação Terra (23 de abril de 2011). «Eva Wilma será vilã de 'Fina Estampa', diz jornal». Diversão Terra. Terra Networks Brasil. Consultado em 6 de novembro de 2011. 
  5. Carla Bittencourt (26 de abril de 2014). «Longe da TV desde o fim de 'Fina estampa', Eva Wilma participa de 'A grande família'». Extra. Consultado em 26 de abril de 2014. 
  6. Redação UOL (24 de abril de 2014). «Eva Wilma viverá uma psicanalista em episódio de "A Grande Família"». UOL Televisão. Consultado em 26 de abril de 2014. 
  7. «Eva Wilma viverá uma psicanalista em episódio de "A Grande Família"». UOL - TV e Famosos 
  8. Redação (7 de abril de 2018). «Alexandra Richter, Bia Montez e Eva Wilma farão a novela "O Tempo Não Para"». Notícias de TV. Consultado em 8 de abril de 2018. 
  9. Redação (5 de junho de 2018). «Eva Wilma volta às novelas em O Tempo Não Para». OplanetaTV. Consultado em 5 de junho de 2018. 
  10. Redação (6 de junho de 2018). «Eva Wilma interpreta Petra na novela "O Tempo Não Para"». Notícias de TV. Consultado em 6 de junho de 2018. 
  11. «Asa Branca: Um Sonho brasileiro». bases.cinemateca.gov.br. Consultado em 11 de fevereiro de 2017. 
  12. «Veias e Vinhos - Uma História Brasileira». Adoro Cinema. Consultado em 25 de fevereiro de 2017. 
  13. Eva Wilma conversa com jovens sobre cinema em São Paulo
  14. «Eva Wilma é homenageada na abertura do Festibero – Memorial da América Latina». www.memorial.org.br. Consultado em 11 de fevereiro de 2017. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]