Nathalia Timberg

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Nathalia Timberg
Nome completo Nathalia Timberg
Nascimento 5 de agosto de 1929 (88 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade brasileira
belga
Ocupação Atriz
Atividade 1960 - presente
Outros prêmios
IMDb: (inglês)

Nathalia Timberg[1][2] (Rio de Janeiro, 5 de agosto de 1929)[3] é uma atriz brasileira, filha de pai polaco e de mãe belga.[4][5][6]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nathalia é considerada uma das grandes atrizes brasileiras. Participou de muitos programas do ciclo Grande Teatro Tupi, da extinta TV Tupi São Paulo, dirigida por Fernando Torres, Sérgio Britto e Flávio Rangel. Na televisão, integrou o elenco de diversos teleteatros e telenovelas, com personagens de destaque, assim como participou de um dos primeiros telejornais da Rede Globo, o Tele Globo.

Alguns de seus trabalhos são considerados clássicos da teledramaturgia , como a primeira versão brasileira de O Direito de Nascer, a versão do romance A Muralha escrita por Ivani Ribeiro para a extinta TV Excelsior, A Sucessora, Elas por Elas, Ti Ti Ti, Vale Tudo, Pantanal, O Dono do Mundo, entre outros.

No fim da década de 1940, formou-se pela Escola de Belas Artes da antiga Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Reconhecida por sua vasta carreira no teatro e na televisão, foi no cinema que teve sua primeira experiência artística. Aos seis anos, fez uma participação especial no filme O Grito da Mocidade, de 1937. Só voltaria a trabalhar numa produção cinematográfica mais de 20 anos depois, quando emprestou sua voz ao filme Ravina, de 1958. Também participou da versão cinematográfica de Society em Baby-Doll, em 1965.

Antes disso, em 1948, começou a atuar no Teatro Universitário, movimento estudantil carioca nascido na Escola Nacional de Música, que contou com a participação de atores como Sérgio Britto, Fernando Torres e Paulo Fortes. Com o grupo, participou das peças O Pai, Quebranto e A Dama da Madrugada. Por sua atuação em A Dama da Madrugada, ganhou como prêmio do governo francês uma bolsa de estudos em Paris.

Em 2016, o diretor Wolf Maya inaugura o Teatro Nathalia Timberg, em homenagem à atriz.[7]

Década de 50[editar | editar código-fonte]

Sérgio Britto e Nathalia Timberg na peça teatral Meu querido mentiroso, Teatro Carioca (1965).

Entre 1951 e 1954, fez o curso de formação de atores na Education Par Les Jeux Dramatiques, com Jean-Louis Barrault, Etienne Decroux, Jacqueline Levant e Tania Balachova. Aos 25 anos, retornou ao Brasil e trabalhou na Companhia Dramática Nacional. Estreou profissionalmente na peça Senhora dos Afogados.

Dois anos depois, passou a integrar o Teatro Brasileiro de Comédia, em São Paulo. Permaneceu na companhia até 1962, atuando em peças como O Pagador de Promessas.

Também em 1956, iniciou sua carreira na televisão, participando do programa O Grande Teatro, da TV Tupi São Paulo. O teleteatro, passou a ser exibido pela TV Rio em 1963 e, dois anos depois, pela recém-criada TV Globo, e apresentava semanalmente encenações de clássicos da dramaturgia.

Década de 60[editar | editar código-fonte]

Em 1964, ganhou seu primeiro Prêmio Molière, por sua atuação como a artista Beatrice Stella Campbell em Meu Querido Mentiroso. Voltaria a ganhar o mesmo prêmio em 1988, pela atuação na mesma peça. Além do Moliére, também ganhou prêmios como o da Associação Paulista de Críticos Teatrais, o Governador do Estado de São Paulo, o Saci e o Mambembe, além de outros relacionados a sua atuação na TV.

Também naquele ano, viveu seu primeiro grande sucesso em telenovelas, na famosa O Direito de Nascer, exibida pela TV Tupi, onde interpretou a protagonista Maria Helena de Juncal.

Na televisão, trabalhou em praticamente todas as grandes emissoras, mesmo sem assinar contrato com nenhuma delas. Começou na TV Globo em 1965, apresentando um quadro de crônicas no Tele Globo, primeiro telejornal da emissora. No final daquele ano, fez sua estreia em telenovelas da casa, protagonizando Um Rosto de Mulher. Depois, em 1966, pela TV Tupi, protagonizou a novela A Ré Misteriosa.

Dois anos depois, voltou a protagonizar uma novela na emissora, A Rainha Louca, onde interpretou dois papéis: o da imperatriz Charlote, a mocinha, e o de uma criada perversa, a vilã. Ainda em 1967, ao lado de Sylvan Paezzo, criou em São Paulo o Circo do Povo, teatro popular construído numa lona de circo onde teve a experiência de encenar textos baseados na literatura de cordel. Em seguida, no ano de 1968, despontou em O Terceiro Pecado, como O Anjo da Morte, que ordena a morte da protagonista vivida por Regina Duarte, e por último, em 1969, protagonizou a novela Vidas em Conflito, ambas pela TV Excelsior.

Década de 70[editar | editar código-fonte]

Na década de 1970, um dos raros períodos em que se dedicou mais à televisão do que ao teatro, podem ser destacadas as seguintes produções em que atuou: pela TV Tupi, esteve em As Bruxas, de 1970, onde viveu a vilã Dagmar, Rosa dos Ventos (telenovela), de 1973, na pele da antagonista principal Eleonora, e Divinas & Maravilhosas, também de 1973, em que viveu uma das três protagonistas, Haydée; pela Rede Record, protagonizou as novelas O Tempo Não Apaga e Quero Viver, ambas de 1972; e pela Rede Globo, em 1978, encarnou a vilã Juliana de A Sucessora.

Década de 80[editar | editar código-fonte]

Nos anos 1980, trabalhou no Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro. Em 1987, por sua atuação em A Cerimônia do Adeus, recebeu o prêmio Mambembe de Melhor Atriz Coadjuvante. Na mesma época, associou-se a Wolf Maya na Virgo Produções Artísticas.

Ainda na década de 1980, integrou o elenco de várias produções dramatúrgicas, entre as quais, a novela Maria Stuart, exibida pela TV Cultura, em que deu vida a protagonista Rainha Elizabeth e Elas por Elas, ambas de 1982, como a enfermeira Eva.

Depois, em 1984, atuou na minissérie Meu Destino É Pecar e, logo em seguida, transferiu-se para a Rede Manchete, onde protagonizou a minissérie Santa Marta Fabril S.A..

Na Globo, em 1985, participou de Ti Ti Ti, onde interpretou Cecília, uma mulher com problemas mentais que cria elegantes figurinos para suas bonecas.

Em 1986, de volta à Manchete, atuou na novela Novo Amor.

Em 1988, na novela Vale Tudo, viveu Celina Junqueira, irmã da vilã Odete Roitman, interpretada por Beatriz Segall.

Década de 90[editar | editar código-fonte]

Em 1990, participou da minissérie Desejo e ainda integrou o elenco de um dos maiores sucessos da antiga TV Manchete, a novela Pantanal. Na trama, interpretou Mariana, sogra de José Leôncio e avó materna de Joventino, protagonistas da trama. De volta à TV Globo, atuou em tramas como O Dono do Mundo (1991), De Corpo e Alma (1992), e Mulheres de Areia (1993).

Em 1994, transferiu-se para o SBT, onde trabalhou no remake de Éramos Seis. Depois, fez uma rápida passagem pela Rede Bandeirantes, onde atuou na novela O Campeão. Em 1997, na Globo, participou de Zazá.

Em 1999, viveu mais um grande momento em sua carreira ao encarnar a maquiavélica Idalina, da novela Força de Um Desejo.

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

Em 2000, retornou a Rede Record, depois de 23 anos, para atuar na novela Marcas da Paixão. Em seguida, na Globo, esteve presente no grande sucesso de Porto dos Milagres, como Ondina.

Em 2002, marcou presença na minissérie O Quinto dos Infernos como Xuxu.

Em 2003, interpretou Yolanda Mendes, na novela Celebridade, tia do inescrupuloso Renato Mendes, mulher ambiciosa, de caráter fraco e duvidoso.

Em 2006 foi destaque na minissérie JK, e na novela Páginas da Vida, do mesmo ano.

Em 2008, trabalhou em mais uma minissérie, Queridos Amigos. Nesse mesmo ano, esteve em Negócio da China, no papel de Augusta, mãe das personagens Júlia e Denise.

Década de 2010[editar | editar código-fonte]

Em 2011, retornou à televisão na novela Insensato Coração na pele da rica matriarca Vitória Drummond.

Em 2013 ganha destaque interpretando a ética Bernarda, de Amor à Vida, uma senhora solitária que vive um inusitado romance de meia idade com um médico.[8]

Em 2015 é escalada para Babilônia, na qual interpretou Estela, que fez um casal homossexual com Fernanda Montenegro, no papel de Teresa. As duas atrizes protagonizaram dois beijos, que não foram muito bem vistos por parcelas mais conservadoras, o que gerou um dos motivos para os baixos índices de audiência da trama.[9][10][11][12]

Em 2017 foi escalada para fazer uma pequena participação em O Outro Lado do Paraíso, interpretando Beatriz uma senhora abandonada em um sanatório e acaba morrendo envenenada, em 2018 volta para gravar cenas como Beatriz.[13]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Título Personagem
1964 O Desconhecido Norma
O Direito de Nascer Maria Helena de Juncal
1966 Um Rosto de Mulher Elisa
A Ré Misteriosa Elisa
1967 A Rainha Louca Imperatriz Charlotte
1968 A Muralha Basília Olinto Góis
O Terceiro Pecado Diana (Anjo da Morte)
1969 Sangue do Meu Sangue Sarah Bernhardt
Vidas em Conflito Cláudia
Dez Vidas Bárbara Heliodora
1970 As Bruxas Dagmar / Olívia
1971 Editora Mayo, Bom Dia Maria do Carmo
Quarenta Anos Depois Cândida
1972 O Tempo não Apaga Paula
Quero Viver Júlia
1973 Rosa dos Ventos Eleonora
As Divinas... e Maravilhosas Haydée
1975 Escalada Fernanda Soares
1977 O Espantalho Corina
1978 Caso Especial (Episódio: "O Copo de Cristal")
A Sucessora Juliana
1979 Aplauso (Episódio: "Ao Meu Lado")
Aplauso (Episódio: "As Pequenas Raposas")
Cara a Cara Renée
1980 Plantão de Polícia (Episódio: "Camisa de Força")
1981 (Episódio: "O Herdeiro")
Obrigado Doutor (Episódio: "Nascer ou Morrer")
1982 Caso Verdade (Episódio: "Irmã Dulce")
Maria Stuart Elizabeth
O Pátio das Donzelas
Elas por Elas Eva
1983 Caso Especial (Episódio: "A Pata do Macaco")
1984 Meu Destino É Pecar Consuelo Avelar
Santa Marta Fabril S.A. Marta Lopes Aguiar (Dona Marta)
1985 Ti Ti Ti Cecília Spina
1986 Novo Amor Lígia
1987 Corpo Santo Maria
1988 Vale Tudo Celina Junqueira
1990 Pantanal Mariana Braga Novaes
Desejo Túlia
1991 O Dono do Mundo Constância Eugênia Barreto
1992 De Corpo e Alma Nágila Pastore
1993 Mulheres de Areia Juíza Valentina
1994 Éramos Seis Tia Emília
1995 Cara & Coroa Suzy
1996 O Campeão Mãezinha
1997 Zazá Teresa Vasconcelos
1998 Você Decide (Episódio: "A Pílula")
1999 Você Decide (Episódio: "O Tesouro da Juventude")
Força de um Desejo Idalina Menezes de Albuquerque Silveira
2000 Marcas da Paixão Marrita Mello Pontes
2001 Porto dos Milagres Ondina
2002 O Quinto dos Infernos Madame Xuxu
2003 Celebridade Yolanda Mendes
2006 JK Baronesa do Tibagi
Páginas da Vida Hortência Miranda de Almeida Vilela Arruda
2008 Queridos Amigos Esther Rosemberg (Dona Esther)
Negócio da China Augusta Dumas
2010 A Princesa e o Vagabundo Betine
A Vida Alheia Duquesa (Episódio: "Noblese Oblige")
2011 Insensato Coração Vitória Drummond
2013 Amor à Vida Bernarda Campos Rodriguez[14]
2015 Babilônia Estela Marcondes Amaral [15]
2017 O Outro Lado do Paraíso Beatriz de Sá Junqueira

Cinema[editar | editar código-fonte]

Ano Título Personagem
1958 Ravina
1961 America Di Notte
1964 Viagem aos Seios de Duília Adélia
1965 Society em Baby-Doll[16]
1968 O Homem Que Comprou o Mundo Rainha Louca
1976 Fruto Proibido Ângela
1988 Dedé Mamata Avó
1998 Contos de Lygia
2000 Condenado à Liberdade Irene
2011 Flávio Rangel - O Teatro na Palma da Mão[17] Ela Mesma
2013 Vendo ou Alugo Maria Eudóxia
2015 Em Três Atos Intelectual

No teatro[editar | editar código-fonte]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Ano Prêmios Categoria Trabalho Resultado Ref
1966 Troféu Imprensa Melhor Atriz O Direito de Nascer Indicado [18]
1966 Prêmio Molière Melhor Atriz Meu Querido Mentiroso Venceu
1967 Troféu Imprensa Melhor Atriz A Rainha Louca Indicado
1969 Troféu Imprensa Melhor Atriz O Terceiro Pecado Indicado
1970 Troféu Imprensa Melhor atriz Dez Vidas Indicado
1985 Troféu APCA Melhor Atriz Santa Marta Fabril S.A. Venceu
1987 Prêmio Mambembe Melhor Atriz Coadjuvante Cerimônia do Adeus Venceu
1988 Prêmio Molière Melhor Atriz Meu Querido Mentiroso Venceu
2002 Prêmio Contigo! de TV Melhor Atriz Coadjuvante Porto dos Milagres Indicado
2007 Prêmio Qualidade Brasil Melhor Atriz Teatral Comédia A Graça da Vida Indicado
2010 Prêmio Shell Prêmio Especial Conjunto da Obra Venceu
2013 Festival de Cinema de Recife Melhor Atriz Coadjuvante Vendo ou Alugo Venceu
2013 Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro Melhor Atriz Coadjuvante Indicado [19]
2013 Prêmio Quem de Televisão Melhor Atriz Coadjuvante Amor à Vida Indicado
2014 Troféu APCA Melhor Atriz Tríptico Samuel Beckett Indicado [20]
2014 Prêmio Contigo! de Tv Prêmio Especial Conjunto da Obra Venceu
2015 Prêmio Faz Diferença Segundo Caderno/Teatro Venceu [21]
2016 Prêmio Aplauso Brasil de Teatro Prêmio Especial Venceu [22]
2016 Prêmio Cesgranrio de Teatro Venceu [23]
2016 Prêmio Quem de Teatro Melhor Atriz 33 Variações. Indicado [24]

Referências

  1. «Perfil de Nathalia Timberg na EGO.com». EGO.com 
  2. «Perfil de Nathalia Timberg na purepeople.com.». purepeople.com. 
  3. «PHOTOS - Em entrevista à revista 'Quem', Nathalia Timberg disse não acreditar em Deus». www.purepeople.com.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2016. 
  4. [1] - Nathalia Timberg - Bigráfia;purepeople.com.br
  5. «A veterana atriz, de 86 anos, é homenageada com uma sala de espetáculos idealizada pelo diretor Wolf Maya». epoca.globo.com 
  6. «Nathalia Timberg é homenageada na série 'Nomes da TV'». gshow.globo.com/ 
  7. «A casa da atriz: Wolf Maya inaugura Teatro Nathalia Timberg» 
  8. Carla Felícia (08 de agosto de 2013). «'Amor à vida': aos 84 anos, Nathalia Timberg diz que não se vê aposentada e que só para de trabalhar quando morrer». Extra. Consultado em 01 de setembro de 2014.  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
  9. Marcela Ribeiro (28 de agosto de 2014). «"Temos é que acabar com esse enfoque de casal gay", diz Nathalia Timberg». UOL Televisão. Consultado em 01 de setembro de 2014.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  10. Gabriel Perline (30 de março de 2014). «Globo escala Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg para formar casal lésbico em novela». Estadão. Consultado em 01 de setembro de 2014.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  11. «Nathalia Timberg sobre papel gay em 'Babilônia': 'É como esperar um grande amor'». Pure People. 24 de agosto de 2014. Consultado em 01 de setembro de 2014.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  12. Maria Fortuna (24 de agosto de 2014). «Caneta Montblanc some em noite de autógrafos: saiba quem pegou». O Globo. Consultado em 01 de setembro de 2014.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  13. Rodrigues, Guilherme. «Nathalia Timberg volta a gravar cenas como Beatriz de O Outro Lado do Paraíso». Observatório da Televisão. Consultado em 19 de março de 2018. 
  14. [2]
  15. Chay Suede será filho de lésbicas e sofrerá preconceito na trama
  16. Cinemateca Brasileira Society em Baby-Doll [em linha]
  17. «Flávio Rangel - O Teatro na Palma da Mão». Filmow. Consultado em 25 de janeiro de 2017. 
  18. «Nathália Timberg». IMDb. Consultado em 11 de novembro de 2016. 
  19. Cinema, Papo de. «19° Prêmio Guarani :: Premiados de 2013 - Papo de Cinema». Papo de Cinema 
  20. «'Conselho de Classe' e 'Assim é (se lhe Parece)' lideram lista da APCA». redeglobo.globo.com 
  21. «Nathalia Timberg, de 'Babilônia', e Tony Ramos são homenageados em prêmio no Rio» 
  22. «Nathalia Timberg é homenageada em prêmio de teatro - Cultura - Estadão». Estadão 
  23. «Nathalia Timberg vai às lágrimas com homenagem em prêmio de teatro». Ego 
  24. «ENCERRADO! Vote na melhor atriz de teatro de 2016». revistaquem.globo.com 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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