Débora Bloch

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Débora Bloch
Débora Bloch durante o 25º Prêmio da Música Brasileira no Theatro Municipal, em maio de 2014.
Nome completo Débora Bloch[1]
Nascimento 29 de maio de 1963 (59 anos)
Belo Horizonte, MG[2]
Residência Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade brasileira
Etnia israelita
ucraino-brasileira
Progenitores Pai: Jonas Bloch
Cônjuge Edgar Moura (c. 1987–89)
Olivier Anquier (c. 1991–2006)
João Nuno Martins (c. 2018)
Filho(a)(s) 2
Ocupação
Período de atividade 1980–presente
Prêmios

2019: Melhor Atriz – Segunda Chamada (Ver mais)

Página oficial
deborabloch.com

Débora Bloch (Belo Horizonte, 29 de maio de 1963), é uma atriz e diretora brasileira prolífica no teatro, televisão e cinema desde o início da década de 1980. É particularmente conhecida por sua versatilidade em seus papéis que variam entre a comédia e o drama. Ela é ganhadora de vários prêmios, incluindo quatro Prêmios APCA, um Troféu Imprensa, um Prêmio Shell, e dois Prêmios Qualidade Brasil, além de ter recebido uma indicação ao Grande Otelo e três indicações ao Prêmio Guarani.[2]

Após estudar atuação no Teatro Ipanema, Débora iniciou sua carreira com personagens no teatro e na televisão. Logo no início de seus trabalhos na televisão, alcançou um grande papel em uma novela do horário nobre, Sol de Verão, em 1982, ganhando o Prêmio APCA e sendo indicada ao Troféu Imprensa de revelação do ano por sua performance. Ela conquistou sua primeira aclamação da crítica no cinema em 1984, com suas atuações nos filmes Bete Balanço e Noites do Sertão, o qual lhe rendeu prêmios nos principais festivais de cinema do país, incluindo o Festival de Gramado e o Festival de Brasília.[3]

Bloch foi consagrada no humor com seus personagens variados no programa TV Pirata, que foi líder de audiência entre 1988 e 1992.[1] Voltou às novelas em 1996 como a vilã Teodora em Salsa e Merengue, sendo novamente aclamada por sua atuação, a qual lhe rendeu o Troféu Imprensa de Melhor Atriz. Em 2010, foi indicada pela Academia Brasileira de Cinema ao Grande Otelo de Melhor Atriz por sua atuação em À Deriva.[4] Ela também alcançou sucesso com suas personagens na televisão em Caminho das Índias (2009), Cordel Encantado (2011), Avenida Brasil (2012), Sete Vidas (2015) e mais recentemente em Segunda Chamada (2019–2021), que lhe rendeu seu quarto Prêmio APCA.[5]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Descendente de judeus imigrantes da Ucrânia por parte de mãe, e de de pai, é filha do também ator Jonas Bloch,[2] sobrinho-neto do fundador da Rede Manchete, Adolpho Bloch. Seu bisavô (o avô paterno de Jonas), era irmão de Joseph Bloch, pai de Adolpho, conforme citado no livro Os Irmãos Karamabloch, escrito por Arnaldo Bloch, sobrinho-neto de Adolpho. Sua família paterna é oriunda da cidade de Jitomir.

Seu contato com as artes cênicas começou cedo, quando, ainda pequena, ela e a irmã acompanhavam o pai, a ensaios e montagens de peças teatrais. Aos sete anos, viu o pai lutar esgrima com Walmor Chagas no quintal de sua casa, durante um ensaio de Hamlet. Cresceu fascinada com a profissão. Aos 17 anos, após fazer o curso de Ivan Albuquerque, Rubens Corrêa e Amir Haddad no teatro Ipanema; embora tenha passado para duas opções no vestibular - História e Comunicação; escolheu seguir carreira nos palcos.[2]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

De 1987 a 1989 manteve uma união conjugal com o diretor e fotógrafo Edgar Moura, e de 1991 a 2006 foi casada com o chef e empresário francês Olivier Anquier. Juntos, o casal teve dois filhos, nascidos de parto normal, no Rio de Janeiro: Júlia Bloch Anquier, nascida em 1993, e Hugo Bloch Anquier, nascido em 1997. Desde o começo de 2018 a atriz vive com o marido, o produtor português João Nuno Martins no seu apartamento, na zona sul carioca.

Em entrevistas a atriz declarou ser feminista e a favor da legalização do aborto, para que mulheres pobres tenham o direito de escolher o que fazer com seu corpo e sua vida em condições mínimas de higiene e segurança. Também revelou ter feito um aborto aos vinte anos de idade, quando engravidou do primeiro namorado e estava iniciando sua carreira artística. Revelou que jamais se arrependeu desse ato, e que o procedimento foi seguro, realizado em uma consultório particular de seu próprio ginecologista, e que foi feito com o dinheiro e o consentimento de seu namorado na época.[6]

Carreira[editar | editar código-fonte]

1980-1999[editar | editar código-fonte]

Sua estreia profissional foi, em 1980, na peça Rasga Coração, substituindo Lucélia Santos. Nesse mesmo ano fez uma participação especial em Água Viva. Passou a integrar o grupo teatral Manhas e Manias, que apresentava espetáculos cheios de humor, circo e música, sendo contemporânea dos atores Andréa Beltrão, Chico Diaz e Pedro Cardoso, com quem encenou peças como Brincando com Fogo, em 1982, e Recordações do Futuro, em 1983, criações coletivas do grupo, que ganhou 13 prêmios por seus espetáculos infantis. Ao todo, atuou em dez peças, entre elas Fica Comigo Esta Noite, de 1990, com a qual foi premiada com o Shell de melhor atriz; Cinco Vezes Comédia, de 1996; Duas Mulheres e Um Cadáver, de 2000, em que dividiu o palco com Fernanda Torres; e Tio Vanya, de 2003, em que além de atuar e contracenar com o ator Diogo Vilela, foi responsável também pela produção da peça, tendo recebido o prêmio Qualidade Brasil de melhor atriz teatral na categoria Drama.[7]

A estreia na TV Globo aconteceu em 1981, quando foi escalada para fazer a personagem Lívia na novela Jogo da vida, com o qual ganhou o prêmio de atriz revelação da Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 1982, emendou com a personagem Clara de Sol de Verão, em que contracenou com Tony Ramos, Jardel Filho e Irene Ravache.[2]

Débora e Gilberto Gil, no Teatro Net, 2014

Fazendo cinema e teatro ao mesmo tempo em que dava os primeiros passos na TV, ficou reclusa das novelas por quatro anos, limitando-se a participações especiais em seriados da emissora. Em 1984, participou da trilha musical de Bete Balanço, sua estreia nos cinemas, com o qual ganhou o prêmio Air France de melhor atriz. Depois, atuou no longa Noites do Sertão, que lhe valeu os prêmios de melhor atriz no 17º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, no 17º Festival Brasileiro de Cinema de Gramado,[6] e no 24º Festival de Cinema de Cartagena.[6] Foi o início de uma carreira cinematográfica que inclui dez atuações em filmes. Em 1986, adotou uma postura masculinizada para viver a mecânica Ana Machadão da novela Cambalacho.[7]

Com a estreia do humorístico TV Pirata, em 1988, mostrou versatilidade e talento para o humor ao interpretar diferentes personagens em uma série de esquetes e quadros fixos. Adelaide Catarina, a repórter de TV cheia de tiques, foi uma das que entraram para a galeria de tipos inesquecíveis do programa.[2] Em 1990, o TV Pirata saiu do ar, para voltar a ser exibido dois anos depois. Nesse intervalo, foi escalada para a minissérie A, E, I, O... Urca e, em 1991, atuou no humorístico Doris para Maiores, primeiro programa regular a contar com as atuações do grupo Casseta & Planeta. Com o fim do TV Pirata em 1992 voltou a fazer novelas, tendo participado de Deus nos Acuda.[7]

Em 1993 participou do embrião da série A Comédia da Vida Privada que foi exibido dentro de um Brasil Especial, e depois, em 1995, participaria de mais três episódios da série em si. Em 1994 aceitou o convite para viver a protagonista do remake de As Pupilas do Senhor Reitor, transferindo-se para o SBT.[2] E ainda esteve presente no elenco do filme Veja Esta Canção tendo recebido o prêmio de melhor atriz no Festival Latino - Americano de Rhode Island[6] (EUA) e Associação Paulista de Críticos de Arte. Morou por dois anos em São Paulo com o marido, o francês Olivier Anquier, e a filha Júlia até voltar para a TV Globo, em 1996, no papel da sofisticada e irônica Teodora de Salsa e Merengue.[2] Também em 1996 atuou em vários episódios da série A Vida Como Ela É..., exibida dentro do dominical Fantástico. Em 1998, fez parte do elenco fixo do humorístico Vida ao Vivo Show, sitcom exibida dentro do dominical Fantástico[2] e, em 1999, co-protagonizou Andando nas Nuvens, na pele da jornalista Júlia Montana.

2000-presente[editar | editar código-fonte]

A partir daí seriam mais seis anos sem fazer novelas tendo participado de outras produções da emissora, entre elas, a minissérie A Invenção do Brasil de 2000, produzida em comemoração aos 500 anos da descoberta do Brasil, trabalho esse que também ganhou uma versão para o cinema. Na minissérie, interpretou Isabelle, francesa que disputa o amor de Caramuru (Selton Mello) com a índia Paraguaçú (Camila Pitanga). Em 2004, protagonizou ao lado de Andréa Beltrão e Diogo Vilela, o quadro do Fantástico, As 50 Leis do Amor.[7]

Débora entrevistada no II Festival Paulínia de Cinema, em 2009

Em 2005 retornou as novelas atuando em A Lua me Disse, como a politicamente incorreta Madô, dondoca consumista e inescrupulosa, que caiu nas graças do público.[2] Na programação da Rede Globo desse dado ano, atuou no piloto do humorístico Toma Lá Dá Cá, como Rita, personagem que na série original seria feita pela atriz Marisa Orth. Daí em diante inicia uma série de participações em minisséries. Em 2006, após a desistência da atriz Maria Fernanda Cândido de integrar o elenco da minissérie JK, devido a sua gestação, Débora a substituiu dando vida à corista Dora Amar. No ano seguinte, encarnou personagem de grande destaque na minissérie Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, onde deu vida a Beatriz, amante do protagonista Galvez, de José Wilker. Por último, em 2008, despontou como a artista plástica Lena da minissérie Queridos Amigos.[7]

Em 2009 co-protagonizou a novela Caminho das Índias, como Sílvia, mulher que inicia a trama casada com um empresário rico, porém vive um casamento infeliz.[2] Sua personagem então busca refúgio na amizade da amiga dos tempos de escola Yvone, sem saber que essa almeja dar um golpe em seu marido. Foi protagonista da série Separação?!, com a protagonista Karin. De 2004 a 2011 a atriz foi a locutora oficial da rede de rádios Oi FM. A atriz esteve no ar em Cordel Encantado na pele da vilã Duquesa Úrsula, sendo muito elogiada pela sua atuação. Em 2012, interpretou a consumista e fútil Verônica em Avenida Brasil, uma das esposas do executivo mulherengo Cadinho (Alexandre Borges).[2][8] Em 2013 é escalada para a refilmagem de Saramandaia, no qual interpretou Risoleta, originalmente vivida por Dina Sfat na primeira versão.[9][10][11] Em 2015, interpreta a jornalista Lígia em Sete Vidas, repetindo par romântico novamente com Domingos Montagner.[12][13][14][15][16][17] Em 2019 protagoniza o seriado Segunda Chamada como uma professora com a missão de ajudar adultos de 18 a 70 anos a se formarem no Ensino Médio.[18][19]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Título Personagem Nota
1981 Jogo da Vida Lívia Ramos Cruz
1982 Sol de Verão Clara Porto Machado
1983 Caso Especial Jéssica Episódio: "Demônios do Posto Cinco"
Marcinha Episódio: "A Idade Sem Razão"
1985 Armação Ilimitada Sandrinha Episódio: "Perdidos na Selva"
Kate Machoney Episódio: "A Dama de Couro"
1986 Cambalacho Ana Machado (Machadão)
1987 Wandergleyson Show Várias personagens
1988–92 TV Pirata Várias personagens
1990 A, E, I, O... Urca Sílvia Donazzi
1991 Doris para Maiores Várias personagens
1993 Deus Nos Acuda Roberta Episódio: "27 de março"
1994 Confissões de Adolescente Drª. Raquel Goldenstein Episódio: "Despertar da Primavera"
Episódio: "Uma Mulher Moderna"
As Pupilas do Senhor Reitor Margarida da Silva (Guida)
1995 A Comédia da Vida Privada Várias personagens
1996 A Vida Como Ela é... Várias personagens
Salsa e Merengue Teodora Bentes da Gama
1998–99 Vida ao Vivo Show Várias personagens
1999 Andando nas Nuvens Júlia Montana
2000 A Invenção do Brasil Isabelle de Avezac, Marquesa de Sevigny
2001 A Grande Família Maria de Fátima / Fernanda Episódio: "Papai Está com a Cachorra"
Os Normais Vivian Episódio: "Um Dia Normal"
2002 Diana Episódio: "Uma Amizade Normal"
Suely Episódio: "Gente Normal e Civilizada"
2004 As 50 Leis do Amor Bia
2005 A Lua Me Disse Maria Dorotéia Sá Marques Dantas (Madô)
Damas e Cavalheiros Várias personagens
Toma Lá, Dá Cá Rita de Almeida Moreira Especial de fim de ano
2006 JK Dora Amar
2007 Amazônia, de Galvez a Chico Mendes Beatriz
Minha Nada Mole Vida Ellen Episódio: "Noite de Queijos e Vinhos"
2008 Queridos Amigos Helena Fernandes Moretti (Lena)
2009 Caminho das Índias Sílvia Cadore
2010 Separação?! Karin Vianna
2011 Cordel Encantado Duquesa Úrsula de Bragança
2012 Avenida Brasil Verônica Magalhães Queirós
2013 Saramandaia Risoleta Camargo
2015 Sete Vidas Lígia Fiúza Macedo
2016 Tá no Ar: a TV na TV Ela mesma[20] Episódio: "8 de março"
Justiça Elisa de Almeida
2018 Treze Dias Longe do Sol Gilda P. Ribeiro[21]
Onde Nascem os Fortes Rosinete Gouveia
2019–21 Segunda Chamada Profª. Lúcia Marques Rocha
2020 Diário de Um Confinado Adelaide[22]
2022 Mar do Sertão Deodora Aguiar[23]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Ano Título Personagem
1984 Bete Balanço Bete
Noites do Sertão Maria da Glória
Patriamada Carolina
1986 Sonho Sem Fim Clara
1988 O Grande Mentecapto Marialva
1994 Veja Esta Canção Sandra
1995 Felicidade É... Maria
1997 A Ostra e o Vento Mãe de Marcela
2000 Bossa Nova Tânia
2001 Caramuru - A Invenção do Brasil Isabelle Vielmond, Marquesa de Sevilha
2009 À Deriva Clarice
2022 O Debate Paula [24]

Teatro[editar | editar código-fonte]

Ano Título Personagem
1980 Rasga Coração
1981 Denise Stoklos
1982 Brincando com Fogo
1983 Recordações do Futuro
1987 Ataliba - A Gata Safira
1990–95 Fica Comigo Esta Noite Laura
1995 Kean Ana Damby
1996–98 5X Comédia
2000–02 Duas Mulheres e Um Cadáver Beatriz
2003 Tio Vânia Helena
2007–08 Brincando em Cima Daquilo
2016–18 Os Realistas Pônei
2019 Antes que a definitiva noite se espalhe em Latino América

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Ano Premiação Categoria Trabalho Resultado
1982 Troféu Mambembe Melhor Atriz[25]
Brincando com Fogo
Indicada
Prêmio APCA de Televisão Melhor Revelação do Ano Venceu
1983 Troféu Imprensa Melhor Atriz Revelação Indicada
1984 Prêmio Air France de Cinema[26] Melhor Atriz Venceu
Festival de Cinema de Gramado Melhor Atriz Venceu
Festival de Cinema de Brasília Melhor Atriz Venceu
Festival Internacional de Cinema de Cartagena Melhor Atriz Venceu
1985 Troféu APCA Melhor Atriz em Cinema Venceu
1990 Prêmio Shell[26] Melhor Atriz Venceu
1991 Prêmio Moinho Santista[26] Melhor Atriz Venceu
1994 Festival Latino-Americano de Rhode Island[26] Melhor Atriz Venceu
Troféu APCA Melhor Atriz em Cinema Venceu
1995 Prêmio APETESP de Teatro[27] Melhor Atriz
Kean
Indicada
1996 Prêmio Contigo! de TV Melhor Atriz Cômica Venceu
Prêmio Melhores do Ano da Revista da TV Melhor Atriz Venceu
1997 Troféu Imprensa Melhor Atriz Venceu
2001 Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro Melhor Atriz Coadjuvante Indicada
2002 Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro Melhor Atriz Coadjuvante Indicada
2004 Prêmio Arte Qualidade Brasil[26] Melhor Atriz em Peça Dramática
Tio Vânia
Venceu
2005 Prêmio Arte Qualidade Brasil Melhor Atriz Coadjuvante Indicada
2007 Prêmio Arte Qualidade Brasil[28] Melhor Atriz em Seriado ou Projeto Especial Indicada
2008 Prêmio Qualidade Brasil Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Indicada
2010 Grande Prêmio do Cinema Brasileiro Melhor Atriz Indicada
Prêmio Contigo! de Cinema Nacional[29] Melhor Atriz Indicada
Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro Melhor Atriz Indicada
Prêmio Arte Qualidade Brasil Melhor Atriz Seriado ou Projeto Especial Venceu
2011 Prêmio Contigo! de TV[30] Melhor Atriz de Série ou Minissérie Indicada
Prêmio Arte Qualidade Brasil[31] Melhor Atriz Coadjuvante Indicada
2012 Prêmio Quem de Televisão[32] Melhor Atriz Coadjuvante Indicada
2013 Prêmio Quem de Televisão[33] Melhor Atriz Indicada
2015 Prêmio Quem de Televisão[34] Melhor Atriz Indicada
2016 Prêmio Extra de Televisão[35] Melhor Atriz Indicada
Melhores do Ano[36] Melhor Atriz de Série, Minissérie ou Seriado Indicada
Prêmio Quem de Televisão[37] Melhor Atriz Indicada
Prêmio APCA de Televisão[38] Melhor Atriz Indicada
Prêmio Cesgranrio de Teatro[39] Melhor Atriz
Os Realistas
Venceu
Prêmio Cariocas do Ano[26] Teatro Venceu
Prêmio Aplauso Brasil[40] Melhor Elenco Indicada
Prêmio APTR de Teatro[41] Melhor Atriz Indicada
Prêmio Shell Melhor Atriz Indicada
2018 Prêmio Extra de Televisão Melhor Atriz Coadjuvante Indicada
2019 Prêmio APCA de Televisão[42] Melhor Atriz de Televisão Venceu
Prêmio F5[43] Melhor Atriz de Série Dramática Indicada
Troféu UOL TV e Famosos[44] Melhor Atriz Indicada
Prêmio Contigo! de TV Melhor Atriz de Série ou Minissérie Indicada
Prêmio Faz Diferença[45] Segundo Caderno/TV Venceu
2021 Prêmio F5[46] Melhor Atriz de Série Indicada
Prêmio APCA de Televisão[47] Melhor Atriz Indicada

Referências

  1. a b «DEBORA BLOCH na PurePeople». http://ego.globo.com. Consultado em 1 de dezembro de 2017 
  2. a b c d e f g h i j k l Lombardi, Renato (18 de outubro de 2012). O jornal SuperTV acompanha o jornal Super Notícia.. Mineira talentosa que brilha na telinha. Belo Horizonte: Sempre Editora. SuperTV. 110 (23). 23 páginas 
  3. «Mulheres do Cinema Brasileiro - Mulheres». www.mulheresdocinemabrasileiro.com.br. Consultado em 30 de março de 2022 
  4. «Grande Prêmio do Cinema Brasileiro anuncia indicados». Terra. Consultado em 30 de março de 2022 
  5. «Débora Bloch leva troféu de Melhor Atriz pelo APCA: "Uma honra!"». observatoriodatv.uol.com.br. Consultado em 30 de março de 2022 
  6. a b c d «Vida - Débora Bloch». Contigo!. Consultado em 24 de outubro de 2012 
  7. a b c d e «Debora Bloch - Memória Globo». Memória Globo. Consultado em 29 de outubro de 2018 
  8. «Alexandre Borges e Debora Bloch gravam cenas de "Avenida Brasil"». UOL. Virgula. 24 de fevereiro de 2012. Consultado em 1 de março de 2012 
  9. Gshow (14 de setembro de 2013). «Paixão animal! Débora Bloch comenta sobre o fetiche que Risoleta tem pelo lobisomem». Por Trás das Câmeras - Saramandaia. Consultado em 18 de agosto de 2014 
  10. UOL SP (30 de abril de 2014). «Débora Bloch aparece caracterizada como Risoleta para "Saramandaia"». UOL Televisão. Consultado em 18 de agosto de 2014 
  11. Sara Paixão (9 de julho de 2013). «'Saramandaia': Debora Bloch diz que Risoleta tem tesão em Aristóbulo porque ele é lobisomem». Extra. Telinha. Consultado em 1 de novembro de 2014 
  12. Patrícia Kogut (18 de agosto de 2014). «Débora Bloch está cotada para ser par de Domingos Montagner em novela». O Globo. Consultado em 18 de agosto de 2014 
  13. Fernando Oliveira (1 de setembro de 2014). «Débora Bloch será uma das protagonistas de 'Sete Vidas', próxima trama das seis». R7. Mundo da TV. Consultado em 1 de setembro de 2014 
  14. «Em 'Sete vidas', Lígia continua a achar que Miguel está vivo: 'A história entre eles não terminou', afirma Debora Bloch». Extra. 18 de março de 2015. Consultado em 1 de maio de 2015 
  15. «"É muito novela", diz Débora Bloch sobre trama de "Sete Vidas"». UOL Televisão. 9 de março de 2015. Consultado em 1 de maio de 2015 
  16. Patrícia Villalba (10 de fevereiro de 2015). «Paternidade volta a ser tema das 6 em 'Sete Vidas'». VEJA.com. Quanto Drama!. Consultado em 1 de maio de 2015 
  17. Cristina Padiglione (5 de abril de 2015). «Débora Bloch abraça o papel de se dividir entre o trabalho e a maternidade». Estadão. Consultado em 1 de maio de 2015 
  18. Patrícia Kogut (26 de outubro de 2018). «Debora Bloch viverá professora na série da Globo 'Segunda chamada'». O Globo. Consultado em 26 de outubro de 2018 
  19. Redação (7 de novembro de 2018). «Série estrelada por Debora Bloch tem estreia marcada para outubro de 2019 na Globo». O Globo. Consultado em 7 de novembro de 2018 
  20. «Débora Bloch participa do "Tá no Ar" e aparece em cima do Cristo Redentor» 
  21. «Debora Bloch e Enrique Diaz farão '13 dias longe do sol'». Kogut. Consultado em 28 de março de 2017 
  22. Patrícia Kogut (18 de maio de 2020). «Globo prepara primeira série de dramaturgia na pandemia. Bruno Mazzeo estrelará». O Globo. Consultado em 18 de maio de 2020 
  23. Débora Lima (13 de maio de 2022). «Débora Bloch e Enrique Díaz entram para elenco de 'Mar do Sertão'». Notícias da TV. Consultado em 17 de junho de 2022 
  24. «O Debate». adorocinema.com. Consultado em 22 de agosto de 2022 
  25. «Troféu Mambembe - CBTIJ». Centro Brasileiro Teatro para a Infância e Juventude. 29 de outubro de 2018 
  26. a b c d e f «Debora Bloch - Prêmio». Site oficial da atriz Debora Bloch. Consultado em 29 de outubro de 2018 
  27. «Apetesp divulga indicados a prêmio de 1995». Folha Uol. Consultado em 29 de outubro de 2018 
  28. «São Paulo – 2007 – Prêmio Arte Qualidade Brasil». Prêmio Qualidade Brasil. Consultado em 16 de setembro de 2017 
  29. «Atores levam a família para festa dedicada ao cinema nacional». Uol. Consultado em 5 de agosto de 2017 
  30. «Premiados». Contigo! Online. Consultado em 25 de setembro de 2011. Arquivado do original em 25 de março de 2013 
  31. "Categoria Televisão – 2011 – Prêmio Arte Qualidade Brasil". Prêmio Arte Qualidade Brasil. 2011. Consultado em 14 de Janeiro de 2018.
  32. «Veja a lista completa dos ganhadores do Prêmio QUEM 2012». 19 de março de 2013 
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  36. "'Melhores do Ano': conheça os indicados ao prêmio em 2016". Gshow. 13/11/2016. Consultado em 11 de Janeiro de 2017.
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  39. «CONFIRA A LISTA DE VENCEDORES DO PRÊMIO CESGRANRIO DE TEATRO». Fuxico. Consultado em 1 de fevereiro de 2017 
  40. «Festa de premiação da V Edição do Prêmio Aplauso Brasil no Teatro». Aplauso Brasil. Consultado em 14 de outubro de 2017 
  41. «Prêmio APTR anuncia sua lista de indicados: confira!». Teatro em Cena. Consultado em 29 de outubro de 2018 
  42. APCA elege os melhores da Televisão em 2019
  43. «Prêmio F5: Veja indicados e vote nos principais destaques do entretenimento em 2019». Folha de S.Paulo. Consultado em 21 de novembro de 2019 
  44. «Quem é a melhor atriz de 2019?». UOL TV. 18 de dezembro de 2018. Consultado em 18 de dezembro de 2019 
  45. Contigoǃ (21 de dezembro de 2019). «Prêmio Faz Diferença: Segundo Caderno/TV». ogloboǃ. Consultado em 21 de dezembro de 2019 
  46. «Prêmio F5: Veja indicados e vote nos destaques do entretenimento em 2021». Folha de São Paulo. 16 de novembro de 2021. Consultado em 16 de novembro de 2021 
  47. «Prêmio APCA: Os Melhores da TV em 2021». Jornal 140. 8 de janeiro de 2022. Consultado em 9 de janeiro de 2022 

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