Louise Cardoso

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Louise Cardoso
Cardoso em 2018.
Nome completo Louise Ferreira Cardoso
Nascimento 17 de abril de 1955 (65 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade brasileira
Cônjuge Guel Arraes (1987–90)
Fernando Philbert (1997–2006)
Ocupação
Período de atividade 1970–presente
Prêmios ver lista completa
Troféu APCA Melhor Atriz Coadjuvante - (1987)
O Primo Basílio

Louise Ferreira Cardoso (Rio de Janeiro, 17 de abril de 1955) é uma atriz, produtora e professora de interpretação brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Louise em cena da novela Cambalacho (1986) como a vilã Daniela.

Francisco de Assis Stolze Cardoso, pai de Louise Cardoso assistiu a um filme com Maurice Chevalier. Encantado com uma música da trama, chamada Louise, prometeu a si mesmo que se tivesse uma filha lhe daria o nome da música.[1]

Louise tem um único irmão, dois anos mais novo, de nome Wagner, o compositor que Francisco Cardoso mais apreciava. A paixão da atriz por música vem do pai dela. O que ela mais gosta de fazer em teatro é musical.[2] Toda sua família por parte de mãe fazia teatro em Santana de Sapucaí, atual Silvianópolis no Sul de Minas.[3]

O gosto pela leitura a levou ao curso de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Porém desistiu da faculdade seis meses antes de concluir o curso. O pai lhe deu um conselho que fundamentou sua decisão: "Você é atriz. Por que vai querer um diploma de Letras?"[4]

Louise fez parte de um conjunto musical quando era adolescente. Com quatro amigas formava a banda The Snakes, seguindo os passos do irmão. Tocavam mal, mas o fato de serem bonitinhas facilitava na hora de conseguir apresentações. Era o auge dos Beatles e a atriz era beatlemaníaca de carteirinha. John Lennon era seu beatle preferido. Assistiu ao filme Os Reis do Iê, Iê, Iê (1964) trinta e seis vezes.[5]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Formada pelo Teatro Tablado sob a direção de Maria Clara Machado, lá participou como atriz de vários espetáculos, dentre eles, o sucesso Pluft, o Fantasminha, com texto e direção de Machado. Recebeu o prêmio de revelação como atriz em 1975 por O Dragão, ainda no Tablado. Deu aula por doze anos no Tablado. No teatro fez ainda inúmeros espetáculos, dentre eles, A Mente Capta, de Mauro Rasi, com direção de Wolf Maia, Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, com direção de Maurice Vaneau, Fulaninha e Dona Coisa, de Noemi Marinho, com direção de Marco Nanini, e Velha é a Mãe, com direção de João Fonseca e texto de Fábio Porchat.

Na televisão tem grande destaque pela sua atuação nas telenovelas: Mico Preto, Cambalacho, Força de um Desejo, Como uma Onda, Páginas da Vida, Sangue Bom e Além do Tempo. Mas seu sucesso maior foi na série TV Pirata, onde mostrou dom para o humor com vários personagens hilariantes.

Teatro[editar | editar código-fonte]

Depois de uma estripulia na escola a diretora a colocou como responsável pelo teatro do local. A missão era encenação algo toda sexta-feira. Suas adaptações para o teatro começaram a dar certo e ela passou a se dedicar completamente àquela atividade. Em 1970 entrou para o teatro Tablado, onde tinha aulas com Maria Clara Machado.[6]

Maria Clara Machado fundou a Escola de Teatro Tablado, onde Louise Cardoso estudou.

Em 1975 na peça O Dragão, dirigida por Maria Clara, Louise fez o papel de um gato. Arrumou um gato de verdade que batizou de Tati e ficava o dia inteiro com ele imitando os movimentos. A intenção era que o gato a enxergasse como um felino também. Com os treinos o gato passou a atacar Louise. A peça foi traduzida por Maria Julieta, filha de Carlos Drummond de Andrade. Com o Dragão ganhou o prêmio de atriz revelação.[7]

Certo ano, Maria Clara ficou doente e nomeou Louise Cardoso a nova professora. Com quatro anos de Tablado lecionava para alunos praticamente da idade dela. Deu aulas para alunos como Miguel Falabella,  Patrícia Travassos, Drica Moraes, Malu Mader, Luís Carlos Tourinho, Maria Padilha, Lúcia Veríssimo, Patrícia Pillar, Luíza Tomé, Felipe Camargo.[8]

Em 1976 saiu do Tablado para participar de Asdrúbal Trouxe o Trombone e trabalhar com Ziembinski.[9]

Ziembinski revolucionou o Teatro brasileiro com sua montagem de O Vestido de Noiva nos anos 1940

Estreou no Teatro profissional, em 1976, com a peça O Quarteto. Louise interpretava uma garota do subúrbio que se envolvia com um homem muito mais velho, papel de Ziembinski. O Quarteto chegou a ser censurada, pois havia cenas picantes entre a garota e o homem mais velho.[10]

Também em 1976 fez A Gata Borralheira, de Maria Clara Machado e dirigida por Wolf Maia. A personagem-título era interpretada por Lucélia Santos.[11]

Plínio Marcos assistiu no Teatro Opinião a atuação de Louise Cardoso na peça, A Feira Livre, de autoria dele.

Em 1979 participou de A Feira Livre, peça de Plínio Marcos direção de Emiliano Queiroz, que era narrado em vinte e nove músicas que os atores cantavam e dançavam: as coreografias era da uruguaia Graciela Figueroa. Plínio assistiu ao espetáculo no Teatro Opinião.[12]

Foi convidada por Marco Nanini para fazer parte da peça Fulaninha e Dona Coisa e acabou sendo uma das produtoras do espetáculo. Foi a primeira peça que produziu, e ficou em cartaz por três anos. Depois foi Neuza Sueli na peça Navalha na Carne de Plínio Marcos.[13]

Os trinta anos de carreira completados em 2007 foram comemorados com a peça Mãe Coragem e seus Filhos, de Bertold Brecht. Houve montagem do espetáculo no Rio e em Brasília e também no Festival de Curitiba.[14]

Em 2018 aconteceu a estreia da peça O Que é Que Ele Tem com texto baseado o livro do livro homônimo. Louise leu o livro por sugestão de Flávio Marinho que lhe disse que ela iria querer fazer um monólogo. Ela duvidou disso, mas depois de ler o livro ficou apaixonada pela história dele e resolveu que a contaria no Teatro.[15][16]

O livro, lançado em 2016, conta a história da cantora Olívia Byington e o filho dela, João, que nasceu com a síndrome de Apert. Na época do nascimento de João não havia muito conhecimento sobre a síndrome. A peça teve estreia em 2018, tem músicas de Olívia Byington, texto de Renata Miszhari e direção de Fernando Philbert. O Que é Que Ele Tem foi o primeiro monólogo da atriz.[17]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Os atores de teatro dos anos 1970 tinham preconceito com a televisão, Louise não era diferente. Considerava o veículo uma coisa menor.

Os primeiros convites para trabalhar na rede Globo surgiram quando encenou a peça O Dragão, em 1975.[18]

O conceito que Louise tinha sobre a televisão mudou quando trabalhou com Ziembinski lhe falou que com a experiência que tinha no teatro nunca seria uma atriz pior. Foi Ziembinski que levou Louise Cardoso para a Globo.[19]

Estreou na emissora como a protagonista do caso especial Ciranda, Cirandinha (1977), de Paulo Mendes Campos e direção de Paulo José.[20] Depois fez a novela Gina.[21] Em seguida fez Marrom Glacê, de Cássio Gabus Mendes.[22] Ainda atuando nessa novela recusou o papel da heroína da novela das oito, Coração Alado, que Janete Clair escrevia especialmente para ela.[23]

O caso especial Ciranda, Cirandinha teve texto de Paulo Mendes Campos (foto). O sucesso do especial originou uma série homônima.[24]

Pouco tempo depois dessa recusa foi chamada para o humorístico Viva o Gordo onde atuou por um ano e meio.[25]

Em 1983 fez Champanhe, de Cássio Gabus Mendes, sua primeira novela das oito.[26] 

Em 1984 participou na TV Manchete da minissérie Viver a Vida que foi escrita por Manoel Carlos inspirada no filme Um Lugar ao Sol. Foi a protagonista junto com Cláudia Magno e Paulo Castelli.[27] Em 1985 foi a vez de O Tempo e o Vento, série dirigida por Paulo José, em que fez a personagem Bibiana na juventude.[28] Depois fez Tenda dos Milagres com filmagens em Salvador, na Bahia.[29]

Em Cambalacho, de 1986, fez a vilã Daniele, que passou a fazer parte da trama no capítulo oitenta.[30]

Na novela Mico Preto, de 1990, foi a mocinha ingênua Cláudia.[31]

Em 1992 fez a Gilda na Deus nos Acuda, escrita por Sílvio de Abreu e dirigida por Jorge Fernando.[32] Também em 1992 fez uma participação de vinte capítulos em 1992 na novela Felicidade, de Manoel Carlos.[33]

Cecil Thiré interpretou o patrão e amante de Mercedes (Louise Cardoso) na novela Zazá.

Em 1995 fez a professora Laurinha de Cara e Coroa, novela de Antônio Calmon, dirigida por Wolf Maya.[34] Na novela Zazá, de 1997 deu vida à secretária argentina Mercedes Hidalgo que jurava ser carioca de Madureira e tinha um caso com seu patrão, personagem de Cecil Thiré. O bordão da personagem em portunhol fez sucesso: "Sou cariôca".[35]

Em 1999 viveu a cortesã Guiomar em Força de um Desejo, novela de Gilberto Braga.[36]

Foi convidada para Porto dos Milagres, de Aguinaldo Silva e dirigida por Sílvio de Abreu.[37]

Em 2004 foi chamada para trabalhar emComo uma Onda, novela de Sílvio de Abreu.[38]

A Mulher do Barbosa[editar | editar código-fonte]

Em 1988 estreou o humorístico TV Pirata, dirigido por Guel Arraes. Faziam parte do elenco dez atores que faziam diversos personagens. Uma das suas personagens preferidas era Clotilde, esposa do Barbosa, personagem de Ney Latorraca. Clotilde e Barbosa faziam parte da novela Fogo no Rabo, paródia da novela Roda de Fogo. Louise passou a ser reconhecida nas ruas como a mulher do Barbosa.[39][40]

Cada um dos atores da TV Pirata homenageava um ator. A Clotilde de Louise era inspirada nas atrizes Renata Sorrah e Natália do Vale. A enfermeira Wanda era uma das personagens preferidas. A atriz se inspirou em Marilyn Monroe, principalmente na parte do biquinho. Símbolo sexual do programa o slogan da personagem era: Pastilhas Wanda, chupe Wanda. Outra personagem de Louise era a grã-fina Isabelle Duffon de Montpellier, do quadro As Presidiárias, que tinha um caso com o Tonhão, personagem de Cláudia Raia.[41][42]

A atriz saiu do programa em 1990 - Cláudia Raia também - para dar uma refrescada, fazer uma novela. Maria Zilda Bethlem e Denise Fraga se juntaram ao elenco depois da saída das duas atrizes.[43] Louise Combinou com Guel Arraes de voltar no ano seguinte. Porém o programa saiu do ar inexplicavelmente.[44]

A TV Pirata acabou retornando em abril de 1992, com episódios mensais sobre temas específicos. O último episódio foi exibido em 8 de dezembro de 1992.[45]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Louise Cardoso já trabalhou ao lado dos comediantes Renato Aragão e Dedé Santana (foto) em dois filmes no início da década de 1980.

Estreou nas telonas em 1976 no papel de Margarida em O Seminarista, baseado no livro homônimo de Bernardo Guimarães; e viveu um estudante em Marcados para Viver.[46][47] No ano seguinte, deu vida as personagens Laurinha em Se Segura, Malandro! e Cecília em Gente Fina É Outra Coisa.[48][49] Em 1978, participou do curta-metragem Alô, Teteia, concluindo a década no elenco de O Coronel e o Lobisomem, que teve direção de Alcino Diniz, a atriz interpretou "todas as alucinações eróticas da personagem do Maurício do Valle".[50][51][52]. Além disso, também fez uma participação especial como a mãe de Lucinha em Parceiros de Aventura.[53]

Na década de 1980, esteve na equipe de Cabaret Mineiro, além de participar das obras Teu Tua como Celinha e Gaijin – Os Caminhos da Liberdade, esta última, na pele de Angelina.[54][55][56] Em 1981, esteve no elenco de O Sonho não Acabou como intérprete da música "Meu Pai", além de atuar como Carol.[57] No ano seguinte, trabalhou ao lado dos comediantes Renato Aragão, Dedé Santana, Mussum e Zacarias em Os Vagabundos Trapalhões e Os Trapalhões na Serra Pelada, na pele de Loló e Lilian, respectivamente.[58][59] Em 1983, foi integrante na equipe do Bar Esperança como Nina Saraiva, assim como, viveu a companheira do jornalista em A Próxima Vítima, de João Batista de Andrade, cuja personagem era colega de redação e namorada do jornalista vivido por Antônio Fagundes.[60][61]

Em Baixo Gávea Louise é Ana, atriz gay que interpreta o poeta Mário de Sá Carneiro.[62]

Sua consagração no cinema só viria em 1986 no filme Baixo Gávea ao interpretar Ana, uma atriz gay que fazia o papel do poeta português Mário de Sá carneiro, que coincidentemente é um dos seus poetas preferidos. Pelo filme foi eleita 'Melhor Atriz' pelo Festival de Brasília.[63][64] No ano seguinte, foi destaque novamente, desta vez na pele da protagonista Leila Diniz, nome homônimo da obra, garantindo a premiação pelo segundo ano consecutivo.[65][66] Além disso, também fez atuações em Urubus e Papagaios como Inês e Sonhos de Menina-Moça, dirigido por Teresa Trautman, esta última atuando como Beatriz, eleita 'Melhor Atriz Coadjuvante em filme' no Prêmio APCA.[67][68][69] Concluiu o decênio na curta-metragem Por Dúvida das Vias.[70]

A década de 1990 teve uma passagem mais rápida, pois somente interpretou Renata em Matou a Família e Foi ao Cinema, fez uma participação especial de Miramar como a mãe e esteve no elenco de For All - O Trampolim da Vitória.[71][72][73] Em 2001, atuou como Salma (jovem) em Copacabana e, dois anos mais tarde, em Gaijin - Ama-me como Sou como Sofia Damazo, além da curta-metragem O Ovo.[74][75][76] Em 2006, esteve no romance 1972 e, três anos mais tarde, encerrou os trabalhos nesta década como Clarissa em Tempos de Paz e Rosa em Do Começo ao Fim.[77][78][79]

Na década de 2010, viveu a mãe de Aninha em Muita Calma Nessa Hora, assim como, foi a mãe da protagonista em O Diário de Tati.[80][81] Em 2014, deu vida a Sônia na curta-metragem Tempos Idos, concluindo este decênio quatro anos depois na pele de Marlize em Uma Quase Dupla.[82]

Leila[editar | editar código-fonte]

Leila Diniz - 1971

Louise interpretou Leila Diniz no filme homônimo de 1987. Recebeu o convite do diretor do filme Luis Carlos Lacerda. Mesmo com agenda apertada, estava fazendo filme, novela e teatro, aceitou o convite, pois sentia que a própria Leila Diniz a tinha escolhido para o papel. Afinal, a atriz que viveria Leila Diniz, Tássia Camargo, ficou grávida e não pôde fazer o filme. A mãe de Leila lhe deu os diários da filha e Louise conversou com os amigos íntimos e irmãs da atriz.[83] A irmã de Leila, Lígia, estudava na mesma escola de Louise. À época Leila estava no elenco da novela Eu Compro Essa Mulher em que interpretava a personagem Úrsula.[84] A atriz ia ao colégio buscar a irmã e Louise ficava olhando para ela.[85] A preparação de Louise para o filme durou seis meses e as gravações duraram dois meses.[86]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Nas filmagens do filme Leila se apaixonou perdidamente pelo ator Carlos Alberto Riccelli. Porém não aconteceu nada porque na época ambos eram casados. Riccelli aparecia nos sonhos de Louise toda noite.[87]

Louise nunca se casou de papel passado. Quando bem jovem ouviu do pai que atriz não casava, juntava. Ela diz não ser contra o casamento, mas não aconteceu. Namorou o diretor Guel Arraes, o empresário paulista Ricardo Aranovich, morou junto com o fotógrafo belga Jean Louis e a relação terminou quando ele voltou para a Bélgica. Depois namorou o português Filipe Tenreiro que a dirigiu na peça A Rosa Tatuada. Na época da peça eles na haviam terminado. Também namorou o diretor  Fernando Philbert que conheceu quando participou da novela Zazá.[88]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Título Personagem Notas
1978 Ciranda, Cirandinha Tetê Episódio: "Toma que o Filho é Teu"
Gina Helena
1979 Marron Glacê Vânia
1981 Viva o Gordo Humorístico/ participação
1983 Champagne Anita
1984 Viver a Vida Marly Episódios: "09 de outubro – 20 de novembro"
1985 O Tempo e o Vento Bibiana Terra Cambará (jovem)
Tenda dos Milagres Augusta
1986 Cambalacho Daniela Fernandes (Daniela Furtado)
1988 O Primo Basílio Joana
TV Pirata Vários Personagens Humorístico
1990 Mico Preto Cláudia
1991 Felicidade Madalena Participação especial
1992 Deus nos Acuda Gilda
Despedida de Solteiro Sugarette Episódio: "01 de julho"
1993 Você Decide Luelen Episódio: "Anjos Marginais"
1995 Engraçadinha Florista
A Comédia da Vida Privada Alaíde Episódio: "Pais e Filhos"
Carmen Episódio: "O Pesadelo da Casa Própria"
1995 Cara e Coroa Laura Del Rey Villar (Laurinha)
1997 Zazá Mercedes Hildalgo
1998 Mulher Judite Episódio: "Repulsa"
1999 O Belo e as Feras Sônia Episódio: "Azar no Jogo, Pior no Amor"
1999 Força de um Desejo Guiomar
2001 A Grande Família Beatriz Episódio: "Cada Caso é um Caso"
Porto dos Milagres Maria Leontina Proença
2002 Papo Irado Isadora Duarte (Isa) Quadro do Fantástico
2004 A Diarista Vera Palheta Episódio: "Será Que Ela É?"
Sob Nova Direção Dra. Tânia Episódio: "Fale com Ele"
2004 Como uma Onda Idalina
2005 Alma Gêmea Doralice (participação especial)
A Grande Família Vilma Episódio: "Eu, Eu Mesma e Lineu"
2006 JK Luisinha Negrão Episódios: "1-15"
2006 Páginas da Vida Diana Salles Martins de Andrade
2008 Faça sua História Verônica Episódio: "O Último Casal Feliz"
2009 Malhação Filomena Fontes (Tia Filó)[89] Temporada 16
2011 Insensato Coração Sueli Brito Amboim [90]
A Mulher Invisível Ema Fachetti Episódio: "22 de novembro"
2012 A Grande Família Marlene Episódio: "A Rosa Púrpura do Bairro"
Doce de Mãe Elaine de Souza
2013 Sangue Bom Salma Macedo Rabello
2014 Doce de Mãe Elaine de Souza [91]
2015 Além do Tempo Gema de Luca
Gema Queiroz [92]
2016–17 Malhação Irene Soares de Oliveira[93] Temporada 24

Cinema[editar | editar código-fonte]

Ano Título Personagem Notas
1976 O Seminarista Margarida[94]
Marcados para Viver estudante
1977 Se Segura, Malandro! Laurinha [95]
Gente Fina É Outra Coisa Cecília
1978 Alô, Tetéia Curta-metragem
1979 O Coronel e o Lobisomem Dona Bebel de Melo[96]
Parceiros da Aventura
1980 Cabaret Mineiro Jovem na piscina
Teu Tua Segmento: "O Corno Imaginário"
Gaijin – Os Caminhos da Liberdade Angelina
1981 O Sonho não Acabou Carol
1982 Os Vagabundos Trapalhões Loló
Os Trapalhões na Serra Pelada Lilian
1983 Bar Esperança Nina
A Próxima Vítima Tereza
1986 Baixo Gávea Ana / Mário de Sá Carneiro
1987 Urubus e Papagaios
Sonhos de Menina-Moça Beatriz[97]
Leila Diniz Leila Diniz
1988 Por Dúvida das Vias Curta-metragem
1989 O Escurinho do Cinema Vera Lúcia
1991 Matou a Família e Foi ao Cinema Renata
1996 Quem Matou Pixote?
1997 Miramar mãe
1997 For All - O Trampolim da Vitória
2000 O Barato É Ser Careta Curta-metragem
2001 Copacabana Salma (jovem)
2002 Gaijin – Ama-me como Sou Sofia Damazo Bravo Salinas
2003 Apolônio Brasil, o Campeão da Alegria Milu
O Ovo Curta-metragem[98]
2006 1972 Dona Iracy
Irma Vap - O Retorno Mara
2007 Corpo
O Tablado e a Maria Clara Machado Ela mesma Documentário
2009 Tempos de Paz Clarissa
Do Começo ao Fim Rosa
2010 Muita Calma Nessa Hora Dirce Matos
2012 O Diário de Tati Isadora Duarte (Isa)
2014 Tempos Idos Sônia Curta-metragem
2015 A Saga da Alma de um Poeta
2018 Uma Quase Dupla Marlize[99]
2020 Tudo Bem No Natal Que Vem Teodora

Teatro[editar | editar código-fonte]

  • 2018 - O Que é Que Ele Tem?[100]
  • 2016 - A Reunificação das duas Coreias[101]
  • 2011 - Velha é a Mãe![102]
  • 2007 - Mãe Coragem e Seus Filhos - Anna Fierling, Mãe Coragem [103]
  • 2003 - Pluft, o Fantasminha[104]
  • 2003 - O Acidente[105]
  • 2002 - Sylvia - Sylvia (a cachorrinha)[106]
  • 2000 - A Rosa Tatuada[107]
  • 1997 - A Capital Federal[108]
  • 1997 - Salve Amizade[109]
  • 1994 - Navalha na Carne[110]
  • 1993 - Fulaninha e Dona Coisa[111]
  • 1986 - A Divina Chanchada[112]
  • 1985 - Um Bonde Chamado Desejo[113]
  • 1983 - Cloud Nine (Numa Nice)[114]
  • 1983 - Besame Mucho[115]
  • 1982 - A Mente Capta[116]
  • 1981 - O Beijo da Louca[117]
  • 1981 - Village[118]
  • 1979 - Feira Livre[119]
  • 1978 - As Cigarras e as Formigas[120]
  • 1977 - Beco de Brecht[121]

Prêmios e Indicações[editar | editar código-fonte]

Ano Prêmio Categoria Nomeação Resultado Ref
1983 Prêmio Mambembe Melhor Atriz
Besame Mucho
Indicada
1986 Troféu Candango do Festival Internacional de Cinema de Brasília Melhor Atriz
Baixo Gávea
Venceu [122][63]
1987 Troféu Candango do Festival Internacional de Cinema de Brasília Melhor Atriz
Leila Diniz
Venceu [66]
1989 Troféu Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) Melhor Atriz Coadjuvante em TV
O Primo Basílio
Venceu [122]
1990 Troféu Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) Melhor Atriz Coadjuvante em Filme
Sonhos de Menina-Moça
Venceu [69]
2003 Prêmio Maria Clara Machado de Teatro Infantil Melhor Atriz Coadjuvante
Pluft, o Fantasminha
Indicada
2018 Troféu Nelson Rodrigues Teatro
O Que É Que Ela Tem?
Venceu

Referências

  1. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 17 
  2. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 21 
  3. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 25 
  4. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 33-34 
  5. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 37 
  6. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 39 - 41 
  7. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] pp. 55 – 56 
  8. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 45 
  9. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 65 
  10. Cultural, Instituto Itaú. «Louise Cardoso». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  11. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 71 
  12. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 77 
  13. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] pp. 186 – 200 
  14. Paraná, Jornal Bem. «Louise Cardoso comemora 30 anos de carreira com o papel-título do clássico de Brecht - Bem Paraná». www.bemparana.com.br. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  15. «Louise Cardoso estreia no monólogo 'O Que é Que Ele Tem?' | Teatro». TV Cultura. Consultado em 10 de setembro de 2020 
  16. «Louise Cardoso estreia o seu primeiro monólogo 'O que é que ele tem?'». G1. Consultado em 10 de setembro de 2020 
  17. aqui!, Rio no Teatro-o espetáculo começa. «Em Cartaz - Rio no Teatro». Em Cartaz - Rio no Teatro. Consultado em 10 de setembro de 2020 
  18. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 83 
  19. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] pp. 83 – 84 
  20. «Curiosidades – Ciranda Cirandinha – Memória». Consultado em 3 de setembro de 2020 
  21. «Gina – Memória». Consultado em 3 de setembro de 2020 
  22. Xavier, Nilson. «Marron-Glacé». Teledramaturgia. Consultado em 3 de setembro de 2020 
  23. «"Eu me sinto o maior broto", diz Louise Cardoso | Na Plateia». VEJA SÃO PAULO. Consultado em 3 de setembro de 2020 
  24. Sobrinho, Jose Bonifacio O. (1 de novembro de 2011). O livro do Boni. [S.l.]: Leya 
  25. «"Eu me sinto o maior broto", diz Louise Cardoso | Na Plateia». VEJA SÃO PAULO. Consultado em 3 de setembro de 2020 
  26. Xavier, Nilson. «Champagne». Teledramaturgia. Consultado em 3 de setembro de 2020 
  27. NewsPrime. «Há 33 anos, Manchete encerrava Viver a Vida, minissérie de Manoel Carlos». Consultado em 3 de setembro de 2020 
  28. Xavier, Nilson. «O Tempo e o Vento (1985)». Teledramaturgia. Consultado em 3 de setembro de 2020 
  29. Xavier, Nilson. «Tenda dos Milagres». Teledramaturgia. Consultado em 3 de setembro de 2020 
  30. Xavier, Nilson. «Cambalacho». Teledramaturgia. Consultado em 3 de setembro de 2020 
  31. «Personagens – Mico Preto – Memória». Consultado em 3 de setembro de 2020 
  32. Xavier, Nilson. «Deus nos Acuda». Teledramaturgia. Consultado em 3 de setembro de 2020 
  33. Xavier, Nilson. «Felicidade». Teledramaturgia. Consultado em 3 de setembro de 2020 
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  39. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 155 
  40. Boa, Só Notícia (7 de abril de 2018). «'TV Pirata' volta após 30 anos. Está na Globoplay». Só Notícia Boa. Consultado em 5 de setembro de 2020 
  41. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 168 
  42. «Cláudia Raia em TV Pirata | Blog Próximo Capítulo». Próximo Capítulo. 28 de outubro de 2018. Consultado em 5 de setembro de 2020 
  43. «'TV Pirata' estreava há 30 anos; relembre o programa e veja como estão seus atores - Emais». Estadão. Consultado em 5 de setembro de 2020 
  44. A Mulher do Barbosa. [S.l.: s.n.] p. 173 
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