Mico Preto

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Mico Preto
logotipo da novela.
Informação geral
Formato Telenovela
Duração 55 minutos
Criador(es) Marcílio Moraes
Leonor Bassères
Euclydes Marinho
País de origem Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Denis Carvalho
Elenco Luiz Gustavo
Glória Pires
Louise Cardoso
José Wilker
Miguel Falabella
Mauro Mendonça
Eva Wilma
Tato Gabus Mendes
Bia Seidl
Tema de abertura "Mico Preto", Gilberto Gil
Exibição
Transmissão original 7 de maio de 1990 - 30 de novembro de 1990
N.º de episódios 179 capítulos

Mico Preto é uma telenovela brasileira produzida e exibida no horário das 19 horas pela Rede Globo entre 7 de maio e 30 de novembro de 1990, em 179 capítulos, substituindo Top Model e sendo substituída por Lua Cheia de Amor. Foi a 43ª "novela das sete" exibida pela emissora.

Foi escrita por Euclydes Marinho, Leonor Bassères e Marcílio Moraes com a colaboração de Dulce Bressane. Teve direção de produção de Carlos Henrique de Cerqueira Leite, supervisão de Daniel Filho, direção executiva de Paulo Ubiratan e direção de Denis Carvalho e Denise Saraceni e direção geral de Denis Carvalho.

A trama apresenta Luis Gustavo, Louise Cardoso, Miguel Falabella, Tato Gabus Mendes, Mauro Mendonça, Eva Wilma, Yara Cortes,Bia Seidl José Wilker e Glória Pires nos papéis centrais.

Enredo[editar | editar código-fonte]

A milionária Áurea Menezes Garcia (Márcia Real) anuncia aos três filhos, Zé Luís (Miguel Falabella), Adolfo (Tato Gabus Mendes) e Frederico (José Wilker), o seu casamento com o jovem Astor (Marcos Frota). Logo a empresária desaparece, deixando como seu procurador geral o funcionário público Firmino do Espírito Santo (Luis Gustavo), desconhecido de todos.

Firmino é um homem honesto e sem ambições. Tem bom caráter, mas, em sua vida, tudo dá errado. De uma hora para outra, ele passa a ter enorme poder nas mãos, assume a direção das empresas de Áurea e tem que lidar com seus três ambiciosos filhos.

A partir daí, a trama une os mundos distintos de Áurea e Firmino, cuja noiva, Sarita (Glória Pires), uma trapaceira que segue os passos da mãe, a sensual Erotildes (Geórgia Gomide), e do padrasto, Caroço (Elias Gleizer), é contratada para se casar com o deputado José Maria (Marcelo Picchi), solteirão e candidato a governador, que mantinha um discreto namoro com Zé Luís. Firmino, por sua vez, irá se envolver amorosamente com Cláudia (Louise Cardoso), a simpática noiva de Frederico, sem falar que ainda ressurge o malandro Arnaldo (Miguel Falabella), o irmão gêmeo de de Zé Luís.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Glória Pires como Sarita.
José Wilker como Fred.
Marcos Frota como Astor.
Tato Gabus Mendes como Adolfo.
Bia Seidl como Beatriz.
Ator[1] [2] Personagem[1] [2]
Luiz Gustavo Firmino do Espírito Santo
Louise Cardoso Cláudia
José Wilker Frederico Menezes Garcia (Fred)
Glória Pires Sarita
Márcia Real Áurea Menezes Garcia
Marcos Frota Astor
Miguel Falabella José Luís Menezes Garcia (Zé Luís) / Arnaldo Menezes Garcia
Deborah Evelyn Marisa
Marcelo Picchi José Maria
Eva Wilma Neném
Mauro Mendonça Honório
Tato Gabus Mendes Adolfo Menezes Garcia
Maria Padilha Amanda Menezes Garcia
Bia Seidl Beatriz
Otávio Augusto Lourival
Geórgia Gomide Erotildes
Sérgio Viotti Plínio
Stepan Nercessian Detetive Palhares
Yara Côrtes Dona Cristina
Elias Gleizer Caroço
Marcelo Serrado Robin
Daniela Camargo Katherine Menezes Garcia (Kathy)
Charles Möeller João Otávio Menezes Garcia (Jota)
Renata Castro Barbosa Irene
Luiz Magnelli Contrafilé
Mário Borges Skiro
Analu Prestes Líria
Oswaldo Loureiro Coronel Belarmino
Renata Fronzi Amélia (Amelinha)
João Carlos Barroso Waldisney
Marcélia Cartaxo Divina
Marcos Oliveira Alfredo
Carmem Verônica Jurema
Abrahão Farc João Carlos (seu Juca)
Desireé Vignolli Lucilene
Marília Barbosa Minervina
Cláudio Savietto Dionel
Deborah Secco Denise Menezes Garcia
Fabrício Bittar Denis Menezes Garcia

Produção, curiosidades e críticas[editar | editar código-fonte]

Título provisório: Quem tirou a vovó do armário.

A novela foi a primeira de Euclydes Marinho para a TV Globo, junto com os demais autores Marcílio Moraes e Leonor Bassères revezavam na redação. O autor Walther Negrão foi chamado por Daniel Filho para coordenar os textos e recriar novos desdobramentos e o desenvolvimento para a trama.[3]

A polêmica do mico-leão-dourado que aparecia na abertura causou mais alarde que a própria novela – a Sociedade Protetora dos Animais considerou as imagens abusivas.[4]

A atriz Maitê Proença foi sondada para viver a protagonista Sarita. Mas, devido à problemas pessoais na época, foi substituída por Glória Pires. Sarita teve seu perfil modificado por conta disso.

O ex-ator Guilherme de Pádua responsável por ter assassinado Daniella Perez, sua parceira de trabalho em De Corpo e Alma (1992), fez uma pequena participação na novela interpretando Narciso, um amigo de Jota.

A atriz Louise Cardoso revelou numa entrevista: "Em Mico Preto, eu interpretava uma heroína tão boa que era insuportável. O Marcílio que me perdoe. A Claudinha era uma personagem linear. Então tive que fazer o arroz com feijão. Quando chegou no capítulo 113 estava desesperada. As crianças ficavam me chamando na rua e tinha de dar tchauzinho. Tinha uma menina que era fanha onde eu morava e ficava dizendo 'Clãdinha, Clãdinha…'. Tinha raiva disso. (…) Que o Marcílio me perdoe. Não estou criticando ele, mas a personagem. Esta novela foi difícil. No capítulo 160 queria sumir e faltavam mais 20. Esta coisa interminável da novela é terrível!".[4]

Foi a primeira novela da atriz Deborah Secco, ainda menina, na época, então com apenas 10 anos de idade.

Participação especiais aconteceram quando as personagens Katherine (Daniela Camargo) e Francisca (Flávia Alessandra) participaram do concurso Caras & Pernas, apresentado por Guilherme Karan. O júri do concurso foi formado pela atriz Cláudia Magno, o apresentador Sérgio Mallandro, Marilene Gondim, o futebolista Renato Portaluppi, a top model Solange Cousseau, a escritora Helena Jobim, Lela Badaró, a cantora Sandra de Sá e o ator Rodolfo Bottino.

Programação relacionada[editar | editar código-fonte]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Trilha sonora nacional[editar | editar código-fonte]

Capa: Marcos Frota

  1. Mico Preto - Gilberto Gil
  2. Toda Pra Você (Here we Are) - Gloria Estefan
  3. Solução - Ed Motta
  4. Ego - Placa Luminosa
  5. Dias Melhores Virão - Rita Lee e Roberto de Carvalho
  6. Malandro também Chora - Neguinho da Beija-flor
  7. Dúvidas - Julinho Teixeira
  8. Vida Louca - Wando
  9. A Noite - Fernanda Abreu
  10. Quem é Você (Love Will Lead you Back) - Sandra de Sá
  11. Dona Invocada - Marçal
  12. Cruzando Raios - Orlando Morais - Tema de Katherine Menezes Garcia ( Daniela Camargo )
  13. Jeito Manhoso - Eliane
  14. Tema de Fred - Nova Era

Trilha sonora internacional[editar | editar código-fonte]

Excelente trilha sonora internacional, com grandes sucessos do ano de 1990, como Sending All My Love, com Linear, My My My, com Johnny Gill, Move This, com Technotronic, Still Got The Blues, com Gary Moore, U Can't Touch This, com MC Hammer, Oh Girl, com Paul Young, The Power, com Snap!, Star, com Erasure, dentre outros.

Capa: Louise Cardoso

  1. Sending All My Love - Linear
  2. My My My - Johnny Gill
  3. Move This - Technotronic
  4. Still Got the Blues - Gary Moore
  5. U Can't Touch This - MC Hammer
  6. The Emperor's New Clothes - Sinead O'Connor
  7. Sure of it! - Jam Session
  8. Oh Girl - Paul Young - Tema de Katherine Menezes Garcia ( Daniela Camargo )
  9. The Power - Snap!
  10. Star - Erasure
  11. Fria como el Viento - Luis Miguel
  12. Walk on By - Sybil Linch
  13. My Bed is Big Enough - Talita Johnson
  14. I'll Always Be With You - Martin Axel

Referências

  1. a b «Mico Preto - Ficha Técnica». Memória Globo. Consultado em 25 de fevereiro de 2016. 
  2. a b «Mico Preto - Elenco». Teledramaturgia. Consultado em 25 de fevereiro de 2016. 
  3. «Curiosidades». Consultado em 5 de Agosto de 2013. 
  4. a b «Mico Preto». Consultado em 9 de Novembro de 2009. 
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