Guel Arraes

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Guel Arraes
Nome completo Miguel Arraes de Alencar Filho
Nascimento 12 de dezembro de 1953 (67 anos)
Recife (PE), Brasil
Nacionalidade brasileiro
Ocupação Cineasta
Diretor
Cônjuge Andréa Beltrão (1984-1987)
Louise Cardoso (1987-1990)
Virginia Cavendish (1991-2001)
Carolina Jabor (2003-presente)

Miguel Arraes de Alencar Filho (Recife, 12 de dezembro de 1953), conhecido como Guel Arraes, é um cineasta e diretor de televisão brasileiro.

Até 2018, atuou como diretor de dramaturgia semanal da Rede Globo, sendo portanto o responsável por todos os seriados e minisséries exibidas pela emissora. Desde então, continua contribuindo, escrevendo e dirigindo projetos para a casa.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho do ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes, viveu exilado na Argélia com sua família no período da ditadura militar. Em 1972, matriculou-se na Universidade de Paris, no curso de antropologia, e ingressou no Comitê do Filme Etnográfico, dirigido por Jean Rouch, mestre do cinema verdade. Lá, trabalhou como projecionista, arquivista e montador. Guel entrou para a Rede Globo em 1981 como codiretor da novela Jogo da Vida, de Silvio de Abreu. Dirigiu as novelas Guerra dos Sexos (1983) e Vereda Tropical (1984) e, no ano seguinte, dirigiu a série Armação Ilimitada, grande sucesso da TV brasileira.[2]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Em 1993 nasceu sua filha Luisa Arraes, de seu casamento com a conterrânea Virginia Cavendish, atriz e diretora de cinema.[3] Em 2001, Guel e a esposa se separaram, após terem sido casados por dez anos. A separação não impediu que Guel fosse convidado por ela para dirigi-la em Lisbela e o Prisioneiro, filme em que ela estava produzindo e no qual atuaria. É casado desde 2003 com Carolina Jabor.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Como diretor[editar | editar código-fonte]

Como produtor[editar | editar código-fonte]

Premiações[editar | editar código-fonte]

  • Prêmios de Melhor Diretor e Melhor Roteiro, no Grande Prêmio Cinema Brasil, por O Auto da Compadecida (2000);
  • Prêmio do Público, no Festival de Cinema Brasileiro de Miami, por O Auto da Compadecida (2000);
Wikiquote
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Referências

  1. «Perfil completo – Guel Arraes – Memória». Consultado em 13 de dezembro de 2020 
  2. «Entrevista exclusiva: Guel Arraes fala de Caramuru». Cineclick - tudo sobre cinema. Consultado em 13 de dezembro de 2020 
  3. Milly Lacombe. Entrevista com Guel Arraes. [S.l.]: Revista TPM, Vol. 2, nº 24. pp. 96 páginas 
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