Ir para o conteúdo

Meu Tio Matou um Cara

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Meu Tio Matou um Cara
Meu Tio Matou um Cara
Pôster oficial do filme
 Brasil
2004 •  cor •  87 min 
Gênero mistério, policial, romance
Direção Jorge Furtado
Produção Guel Arraes
Paula Lavigne
Roteiro Guel Arraes
Jorge Furtado
História Jorge Furtado
Elenco
Música Caetano Veloso
André Moraes
Companhias produtoras Casa de Cinema de Porto Alegre
Globo Filmes
Natasha Filmes
Distribuição 20th Century Fox
Lançamento 31 de dezembro de 2004 (2004-12-31)[1]
Idioma português

Meu Tio Matou um Cara é um filme de mistério e romance policial adolescente brasileiro, lançado em 31 de dezembro de 2004, dirigido e coescrito por Jorge Furtado. Acompanha as aventuras de Duca (Darlan Cunha), de 15 anos, e seus dois amigos depois que seu tio, Éder (Lázaro Ramos), confessa à família ter atirado em um homem. No entanto, Duca suspeita que a história de seu tio sobre matar o ex-marido de sua amante em legítima defesa não seja totalmente verdadeira e, então, decide investigar o mistério.[2]

O filme é ambientado na cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Foi produzido pela Globo Filmes, em parceria com a Casa de Cinema de Porto Alegre. A trilha sonora foi produzida por Caetano Veloso e André Moraes

Éder (Lázaro Ramos) é preso ao confessar ter matado um homem. Duca (Darlan Cunha), um menino de 15 anos que é sobrinho de Éder, quer provar a inocência do tio. Ele tem certeza que o tio está assumindo o crime para livrar a namorada, Soraya (Deborah Secco), ex-mulher do morto. Duca também quer conquistar o coração de Isa (Sophia Reis), uma colega de escola que parece estar mais interessada em seu melhor amigo, Kid (Renan Gioelli). Para conseguir provar sua teoria, Duca recebe a ajuda de Isa e Kid nas investigações e contrata um detetive para tirar fotos do apartamento de Soraya.

Prêmios e indicações

[editar | editar código]
  • Recebeu quatro indicações no Grande Prêmio Cinema Brasil, nas categorias de melhor roteiro, melhor trilha sonora, melhor edição e melhor ator (Lázaro Ramos), mas não ganhou em nenhuma categoria.

Referências

  1. «ESTRÉIA-"Meu Tio Matou um Cara" mistura sutileza com ironia». Uol Cinema. 30 de dezembro de 2004. Consultado em 23 de setembro de 2016 
  2. «Furtado funde investigação policial e despertar erótico». Folha de S.Paulo. 31 de dezembro de 2004. Consultado em 20 de outubro de 2016 

Ligações externas

[editar | editar código]