Bia Lessa

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Bia Lessa
Biografia
Nome completo Beatriz Ferreira Lessa
Outros nomes Bia Lessa
Nascimento 10 de junho de 1958 (59 anos)
São Paulo, SP
Ocupação Atriz
Cônjuge Dany Roland
Página oficial
IMDb: (inglês)

Beatriz Ferreira Lessa, conhecida como Bia Lessa (São Paulo, 10 de junho de 1958), é uma atriz e diretora brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Estudou no Tablado.[1] Estreou como atriz em Maroquinhas Fru-Fru, de Maria Clara Machado, com direção de Wolf Maya.[1] Com Gilda Guilhon e Daniel Dantas, montou o Carranca, núcleo de teatro de rua político, que apresentou na Rocinha Zona do Agrião, adaptação de Senhor Puntilla e Seu Criado Matti, de Bertolt Brecht.[1]

Em 1981, atuou na peça de Nelson Rodrigues, O Eterno Retorno, e Macunaíma de Antunes Filho, com quem trabalhou por dois anos.[1] Já no Rio de Janeiro, fez sua primeira direção em A Terra dos Meninos Pelados, 1983, adaptação para obra de Graciliano Ramos, que se torna um acontecimento do teatro infantil daquele ano Em 1983 Fez Ordélia no sucesso Sítio do picapau

Adaptou para o teatro a obra Orlando - Uma Biografia de Virginia Woolf, tendo como protagonista a atriz Fernanda Torres. Também adaptou As Três Irmãs de Tchekov [1] Em 1997, dirigiu junto com Dany Roland o filme Crede-mi, baseado em uma obra de Thomas Mann.[2]

Em 1999 realiza a exposição Brasileiro que nem eu. Que nem quem? na FAAP em São Paulo, estabelecendo a participação do espectador como fator determinante da Museologia. Em seguida é a artista convidada para criar o Pavilhão do Brasil na EXPO 2000 em Hanover (Exposição Universal), que se torna o terceiro pavilhão mais visitado de toda a expo.

Paralelamente a esse trabalho realiza em São Paulo no prédio da Bienal o Módulo Barroco da Mostra do Redescobrimento do Brasil, onde cria um enorme jardim de flores de papel crepon onde a arte barroca brasileira é exposta. Dando sequência as exposições realiza a Exposição Claro e Explícito no Itaú Cultural, tendo como tema a violência. Em seguida realiza a Exposição Grande Sertão Veredas, a partir do livro de Guimarães Rosa para a inauguração do Museu da Língua Portuguesa. Paralelo aos trabalhos de curadoria e museologia dirige os espetáculos Medea com Renata Sorrah, Formas Breves com profissionais de diferentes áreas, dirige também os espetáculos de musica Brasileirinho, Tempo, tempo, tempo, Dentro do Mar tem Rio e Festa, Amor e Devoção de Maria Bethânia, e também shows de Gal Costa, Ana Carolina, Margareth Menezes, Vanessa da Mata e importantes eventos como a criação do Back to Black, Premio do Cinema Brasileiro, Movimento Afro-Pop na Bahia, Prêmio da Ordem do Mérito Cultural

Dirige seu primeiro longa-metragem CREDE-MI juntamente com Dany Roland a partir da obra O Eleito de Thomas Mann e participa da Mostra paralela do Festival de Berlin e a partir daí o filme viaja por importantes festivais de cinema no mundo.

Realiza em Parati o primeiro museu oral brasileiro, obra que lhe rendeu o convite para a realização de 3 outros Museus: O Paço do Frevo, que foi inaugurado, no Recife (Pernambuco), em 09 de fevereiro de 2014; O Museu das Revoluções e o Museu do Homem Brasileiro, estes em fase de desenvolvimento.

Em 2010 reinaugura o Theatro Municipal do Rio de Janeiro com a ópera de Verdi, O trovador. No mesmo ano foi contratada pelo Ministério da Cultura para a direção e produção da cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Cultural.[3]

Em 2013 Lessa e Gringo Cardia foram convidados para serem os carnavalescos da São Clemente,[4] mas Cardia acabou abandonando o projeto devido a divergências criativas com a diretoria da escola.

Participação no Teatro[editar | editar código-fonte]

Como diretora
Cenários e figurinos

Carta de Amor - Turnê de Maria Bethânia

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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