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Marcas da Paixão

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Marcas da Paixão
Marks of Passion (Título Internacional)[1]
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero
Duração 60 minutos
Criador(es) Solange Castro Neves
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Atílio Riccó
Henrique Martins
Fernando Leal
Elenco Vanessa Lóes
Carla Regina
Carlos Casagrande
Irene Ravache
Cláudio Cavalcanti
Nathália Thimberg
Oscar Magrini
Rodrigo Veronese
Eriberto Leão
Jussara Freire
Tânia Alves
Lady Francisco
Mara Carvalho
(ver mais)
Tema de abertura "Marcas da paixão", Gian & Giovani
Tema de encerramento "Marcas da paixão", Gian & Giovani
Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Record
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 8 de maio18 de novembro de 2000
N.º de episódios 120

Marcas da Paixão é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Record, cuja exibição ocorreu entre 8 de maio e 18 de novembro de 2000, totalizando 120 capítulos, como originalmente previsto. Escrita por Solange Castro Neves com colaboração de Maria Duboc, Marcelo César Fagundes, Enéas Carlos e dirigida por Atílio Riccó, Henrique Martins e Fernando Leal, é uma obra representativa na história da teledramaturgia da emissora, sendo esta a primeira telenovela completamente desenvolvida pela rede desde Canoa do Bagre em 1997 e também a primeira a ser assinada por Neves. A classificação indicativa da novela é de imprópria para menores de 12 anos.

Vanessa Lóes e Carla Regina deram vida às personagens principais Cíntia e Guida, duas irmãs que são filhas de um rico fazendeiro e após a morte dele, terão que morar um ano juntas na fazenda deixada por ele para receber suas partes na herança. Carlos Casagrande viveu Diogo Villaverde, integrante do triângulo amoroso entre as protagonistas. Walmor Chagas, Irene Ravache, Cláudio Cavalcanti, Antônio Petrin, Nathália Thimberg, Oscar Magrini, Rodrigo Veronese, Eriberto Leão, Jussara Freire, Tânia Alves e Lady Francisco interpretaram os demais papéis principais da história.

A dupla sertaneja Gian & Giovani era a voz o tema de abertura, "Marcas da paixão", disponível na única trilha sonora da novela que foi lançada logo após a estreia da trama. O título Marcas da Paixão foi decidido após o começo da produção, pois de início Laços de Família era o nome escolhido pela empresa televisiva. O nome foi mais tarde trocado pois a história homônima de Manoel Carlos exibida pela Rede Globo já estava registrada.[2] O folhetim de Neves obteve uma recepção mista pelos críticos de televisão e oscilou 8 pontos de média na Grande São Paulo, segundo o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE); na Grande Rio marcou 2 na coleta.[3]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

O núcleo de teledramaturgia da Rede Record entrou em concepção em 1964, com a trama João Pão, de Roberto Freire.[4] Foi encerrado com a novela O Espantalho em 1977, que foi produzida em associação com a TV Tupi e TVS.[5] Voltou anos depois com o desenvolvimento de Direito de Vencer e Canoa do Bagre em 1997,[6][7] mas parou suas produções e terceirizou as minisséries Uma Janela para o Céu (1997),[8] Velas de Sangue (1997),[9] A Sétima Bala (1997),[10] Do Fundo do Coração (1998)[11] e a novela Estrela de Fogo (1998) pela produtora VTM.[12] Louca Paixão (1999) e Tiro e Queda (1999) foram produzidas pela JPO.[13][14]

Produção[editar | editar código-fonte]

Nos anos 2000, a Rede Record decidiu voltar a produzir suas novelas. A autora Solange Castro Neves, que trabalhou por doze anos na Rede Globo colaborando em texto de autores titulares, foi contratada para assinar a trama.[15] Em janeiro de 2000, a produção foi iniciada e o título provisório Laços de Família divulgado. A novela substituta de Terra Nostra, da Rede Globo e que seria assinada por Manoel Carlos, teria o mesmo nome da divulgada por Neves, que declarou: "Foi a maior coincidência de toda a minha vida. Alguns jornais divulgaram que o título havia sido trocado para "Laços de ternura", mas não é verdade. Ainda não tive tempo para pensar num outro nome".[15] A produção de Laços de Família da Globo começou e em fevereiro a trama da Record continuava com o seu título, a autora dizia: "O nome da minha novela está registrado. Por que eu é que tenho de mudar?".[2] Em abril as notas sobre a trama já eram divulgadas sobre o título oficial, Marcas da Paixão.[16] As locações foram divididas em três núcleos: nos estúdios da emissora e em uma fazenda em Embu, São Paulo; e Irecê, interior da Bahia.[15][17] As gravações foram iniciadas em 15 de março de 2000 na Bahia e cada capítulo com orçamento de aproximadamente R$ 50 mil.[16][18]

Escolha de elenco e cenário[editar | editar código-fonte]

A escolha do elenco ficou encarregada pelo diretor Atílio Riccó e a autora Solange Castro Neves. No início da produção já tinha acertado com os atores Irene Ravache, Cláudio Cavalcanti e Juca de Oliveira; as atrizes Luana Piovani e Vivianne Pasmanter estavam nos planos dos encarregados para integrar o time.[15] Vanessa Lóes e Carla Regina foram contratadas para viverem as protagonistas. Carlos Casagrande foi contratado para viver Diego, que de início seria vivido por Eriberto Leão, que trocou para o papel de Ivan. O resto do elenco foi integrado por Tânia Alves, Nathália Thimberg, Mara Carvalho, Emílio Orciollo Neto, Oscar Magrini, Antônio Petrin, Liza Vieira, Lady Francisco, Jussara Freire, Eduardo Conde e Rodrigo Veronese.[18]

Em fevereiro de 2000, Riccó e Neves começaram a checar lugares para dar início as gravações de Marcas da Paixão.[17] Cidades do interior da Bahia, como Irecê e uma fazenda em Embu das Artes na Grande São Paulo foram escolhidas.[15][19] Neves, afirmou: "A novela vai mostrar várias situações geográficas. Teremos cenas nas terras secas da pequena Barro Alto, na Bahia. Os campos férteis do país terão como cenário a Fazenda Fantasia e a agitação das grandes cidades, o dia-a-dia da Construtora Mello Pontes, em São Paulo".[20]

Enredo[editar | editar código-fonte]

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"Mergulhada num universo de paixão e fantasia, nossa novela traz a trajetória de brasileiros, ricos ou pobres, que não desistiram de sonhar e buscam nesses sonhos a matéria-prima para urdirem o mato de esperança com que enfrentam o dia-a-dia".

—Solange Castro Neves, para o jornal Folha de S.Paulo.[21]

Durante uma viagem de trabalho à Bahia, o rico fazendeiro Jorge Maia e o engenheiro agrônomo Ivan são alvo de uma emboscada após o primeiro ter quebrado a banca num casino. Tentando fugir de um grupo de bandidos que os pretendiam assaltar, Jorge consegue embarcar em um avião mas Ivan é apanhado e obrigado a revelar o paradeiro do dinheiro. Já no ar, a aeronave explode e o fazendeiro morre. Por sua vez, o engenheiro é espancado e deixado junto a um riacho.[22]

Enquanto Ivan é socorrido por Adrião e Lazinha, um mateiro nordestino e a sua filha surda, em São Paulo, o juiz Djalma Barreto enceta uma busca pelo filho que acredita estar ainda vivo. Por outro lado, Djalma tem ao seu cargo a execução do testamento de Jorge. O fazendeiro deixa todos os seus bens a duas filhas, Cíntia e Guida, nascidas de relacionamentos fugazes com mulheres de diferentes posições sociais e estilos de vida diversos: a humilde nordestina Wilma e a empresária paulista Olga.[22]

Criadas longe do pai e desconhecendo-se mutuamente, Cíntia e Guida são duas jovens de personalidade oposta. Enquanto a primeira é uma sofisticada arquiteta, a segunda é uma simples professora de uma pequena cidade no interior da Bahia. Ao decidirem tomar as rédeas dos negócios do pai, as duas irmãs iniciam um longo e tumultuado processo de convivência. No centro do conflito encontra-se o jovem veterinário Diogo, criado por Jorge como filho com o auxílio de Dete, governanta da fazenda com quem mantinha um relacionamento íntimo. Além disso, Dete não aceita o fato de Jorge ter deixado toda a sua fortuna para as filhas, procurando hostilizá-las.[22]

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Exibição[editar | editar código-fonte]

A novela foi inicialmente anunciada para abril de 2000;[15] logo após foi divulgada pela cadeia televisiva uma data fixa: 15 de maio.[16] O primeiro capítulo de Marcas da Paixão acabou indo ao ar oficialmente no dia 8 de maio de 2000, na faixa das 20h15 pela Record.[23] Exibida de segunda a sábado,[24] recebeu a classificação indicativa como imprópria para menores de 12 anos, e em sua reprise em 2004, foi livre para todos os públicos.[25] Sua abertura era transmitida ao som de "Marcas da paixão", interpretada pela dupla Gian & Giovani. Seu desfecho foi mostrado em 18 de novembro de 2000, totalizando 120 capítulos, sendo substituída por Vidas Cruzadas.[26] Marcas da Paixão foi vendida e exibida em Portugal em setembro de 2000 no horário nobre do canal RTP.[27]

Elenco[editar | editar código-fonte]

Vanessa Lóes interpreta Cíntia e Carla Regina da vida a Guida, duas irmãs que são filhas do rico fazendeiro Jorge Maia (Walmor Chagas) que ganhou uma fortuna em um cassino da Bahia junto com o agrônomo Ivan (Eriberto Leão). Eles são perseguidos por uma quadrilha local, com Jorge embarcando em um avião e ele explodindo logo em seguida e Ivan sendo torturado pelos marginais, que querem saber onde está o dinheiro ganho pela dupla. Diogo (Carlos Casagrande), que foi criado por Jorge e pela malvada Dete (Irene Ravache) na fazenda, não sabe que toda a fortuna está na sua conta bancária.[28]

Para receberem a herança do pai, Cíntia e Guida terão que morar um ano juntas na fazenda deixada por ele, onde ambas se apaixonam por Diogo.[28] Ivan, após ser torturado pela quadrilha, é recolhido pelo mateiro nordestino Adrião (Antônio Petrin) e sua filha surda Lazinha (Natália Nobeschi) e levado para o rancho onde mora, e ao mesmo tempo, ele é procurado pelo pai advogado Djalma (Cláudio Cavalcanti), que acredita que o filho está vivo.[29]

Música[editar | editar código-fonte]

Marcas da Paixão
Trilha sonora de vários artistas
Lançamento 2000
Gênero(s) Romântico
Idioma(s) Português

O tema de abertura da telenovela, "Marcas da paixão", é interpretado pela dupla Gian & Giovani. A trilha sonora conta ainda com cantores como Chitãozinho & Xororó, por "Falando ás paredes", As Meninas por "Xibom bombom" e Fafá de Belém por "Eu daria minha vida". Tais canções foram incluídas em um CD.[30]

N.º Título Música Duração
1. "Marcas da Paixão"   Gian & Giovani  
2. "Falando ás Paredes"   Chitãozinho & Xororó  
3. "Eterno Amor"   Gerson Cardozo  
4. "Xibom Bombom"   As Meninas  
5. "Eta Vida Boa"   Tânia Alves  
6. "Morango do Nordeste"   Lairton & Seus Teclados  
7. "Casa, Comida & Paixão"   Elba Ramalho  
8. "Vozes da Seca"   Dominguinhos & Elba Ramalho  
9. "Eu Daria Minha Vida"   Fafá de Belém  
10. "Doce Paixão"   Carla Bueno  
11. "Viagem de Amor"   Sandra de Sá  
12. "Nada Me Faz Esqueçer"   Pepê e Neném  
13. "Depois da Tempestade"   Zé Ricardo  
14. "Nada Demais"   Banda Calypso  

Repercussão[editar | editar código-fonte]

Audiência[editar | editar código-fonte]

No dia da estreia de Marcas da Paixão, estrearam mais duas novelas na mesma faixa, Uga-uga da Rede Globo e A Mentira no SBT. O folhetim da Globo marcou 42 pontos, a mexicana do SBT fechou com 17 e Marcas da Paixão teve uma média de 10 pontos de audiência, medida pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) na Grande São Paulo, oscilando a terceira posição no horário.[31][nota 1] A telenovela encerrou com uma média de 8 pontos em São Paulo, e no Rio de Janeiro fechou com 2 pontos.[3]

Avaliação em retrospecto[editar | editar código-fonte]

Walmor Chagas "carregou o [primeiro] capítulo nas costas", segundo O Globo.

Elena Corrêa de O Globo afirmou que Marcas da Paixão segue a fórmula "arroz-com-feijão", o que impede da trama cometer grandes erros. Ela priorizou as atuações de Walmor Chagas e Cláudio Cavalcanti, opinando que Chagas "levou o capítulo nas costas". Comparou o papel de Jussara Freire com a personagem Filó de Pantanal e o de Carla Regina com o seu em Mandacaru, ambas da Rede Manchete. Corrêa criticou a cena da explosão de um avião que ocorre no capítulo de estreia de Marcas da Paixão, torcendo que este fosse "o último toque de aventura da trama".[33] A Folha de S.Paulo, sobre a revisão feita por Francisco Martins da Costa, elogiou e notou a evolução da trama em relação as produções próprias feitas anteriormente e também as produções terceirizadas pela produtora JPO. Exibiu "cenas bucólicas e bem feitas no Nordeste e no interior de São Paulo", mas afirma que a trama se tornou trash após a cena da explosão do avião, lembrando, segundo Costa, uma cena da explosão de um shopping center da telenovela Torre de Babel, da Rede Globo.[34] Patrícia d'Abreu e Ulisses Mattos do Jornal do Brasil ao comparar Marcas da Paixão com as tramas da Globo, "não pareceu tão eficiente". Criticaram a sonorização, pois "a todo instante, uma música de suspense forçava um tom que não havia em algumas cenas" e acabou elogiando os atores e o texto da autora.[35] Paula Alzugaray da IstoÉ Gente percebeu boas tramas que podem prender o telespectador junto a novela, elogiando Carla Regina, dizendo que "além de beleza, tem equilíbrio na interpretação. Na rolação de lágrimas dos primeiros capítulos, foi ela quem se saiu melhor, dando um banho em Casagrande e em Eriberto Leão". Alzugaray percebeu o teor dramático da novela, não distanciando-a da trama mexicana que estreou no mesmo dia da estreia de Marcas da Paixão, A Mentira no SBT.[24]

Notas

  1. Cada ponto de audiência medido pelo Ibope em 2000 correspondia a 80 mil domicílios na Grande São Paulo.[32]

Referências

  1. «Marks of Passion». Record TV Network. Consultado em 6 de julho de 2014 
  2. a b c Gemignani, Gabriela, Apolinario, Sônia (5 de março de 2000). «Autora escreve próxima novela da Record». Folha de S.Paulo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  3. a b Calixto, Leandro (13 de agosto de 2000). «Vanessa Lóes vira estrela na Record». A Notícia. Consultado em 7 de março de 2014 
  4. «João Pão». Teledramaturgia. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  5. «O Espantalho». Teledramaturgia. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  6. «Direito de Vencer». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  7. «Canoa do Bagre». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  8. «Janela para o Céu». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  9. «Velas de Sangue». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  10. «A Sétima Bala». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  11. «Do Fundo do Coração». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  12. «Estrela de Fogo». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  13. «Louca Paixão». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  14. «Tiro e Queda». Teledramaturgia. Consultado em 20 de agosto de 2011 
  15. a b c d e f g «A seguir, um dramalhão repleto de estrelas». O Globo. 30 de janeiro de 2000. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  16. a b c Caldeira, Flávia Lopes (23 de abril de 2000). «Caras conhecidas numa nova fábrica de folhetins». O Globo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  17. a b Apolinário, Sônia (13 de fevereiro de 2000). «Record vai ao sertão para escolher cenários de novela». O Estado de S. Paulo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  18. a b Gemignani, Gabriela, Apolinario, Sônia (5 de março de 2000). «Record vira refúgio de gllobais». O Estado de S. Paulo. Consultado em 27 de janeiro de 2014 
  19. Tognoni, Rení (12 de março de 2000). «O lado seco do nordeste». O Globo. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  20. Caldeira, Flávia Lopes (7 de maio de 2000). «As diferentes faces do Brasil representadas num só folhetim». O Globo. Consultado em 28 de janeiro de 2014 
  21. «Record investe em artistas renomados e tenta dar "cara" ao Brasil». Folha de S.Paulo. 8 de maio de 2000. Consultado em 25 de abril de 2014 
  22. a b c «Marcas da Paixão - Teledramaturgia». Teledramaturgia. Consultado em 24 de abril de 2014 
  23. Velloso, Beatriz (8 de maio de 2000). «A hora e a vez do drama». Época. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  24. a b c Alzugaray, Paula. «Marcas da Paixão». Terra. IstoÉ Gente. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  25. «MARCAS DA PAIXÃO». Classificação indicativa. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  26. «Marcas da Paixão». Teledramaturgia. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  27. Goulart, Gabriela (31 de agosto de 2000). «Mercado internacional». Jornal do Brasil. Consultado em 30 de janeiro de 2014 
  28. a b Gemignani, Gabriela (7 de maio de 2000). «Record lança novela 'Anti-Copacabana'». O Estado de S. Paulo. Consultado em 3 de fevereiro de 2014 
  29. «Marcas da Paixão». Teledramaturgia. Consultado em 4 de fevereiro de 2014 
  30. «Marcas da Paixão - Trilha Sonora». Teledramaturgia. Consultado em 7 de fevereiro de 2014 
  31. «"Uga Uga" estréia com boa audiência, mas Record naufraga». Folha Online. 9 de maio de 2000. Consultado em 24 de abril de 2014 
  32. Castro, Daniel (28 de setembro de 2000). «Horário eleitoral na TV teve fuga de 1,8 milhão». Folha de S.Paulo. Consultado em 24 de abril de 2014 
  33. Corrêa, Elena (10 de maio de 2000). «Um folhetim que segue a receita trivial do gênero». O Globo. Consultado em 7 de fevereiro de 2014 
  34. Martins da Costa, Francisco (10 de maio de 2000). «Novelas estréiam com cenas de nudez e cenas "trash"». Folha de S.Paulo. Consultado em 7 de fevereiro de 2014 
  35. d'Abreu, Patrícia, Mattos, Ulisses (10 de maio de 2000). «A novela das estréias». Jornal do Brasil. Consultado em 7 de fevereiro de 2014