Silvio Santos

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Silvio Santos
Silvio Santos em 2010
Nome completo Senor Abravanel
Pseudônimo(s) Silvio Santos
Conhecido(a) por Fundar o SBT, Jequiti e Tele Sena
Nascimento 12 de dezembro de 1930 (86 anos)[1]
Rio de Janeiro, DF,
 Brasil
Nacionalidade Brasileira
Etnia Sefardita
greco-brasileiro
turco-brasileiro
Fortuna R$ 4,2 bilhões[2] (2016)
Progenitores Mãe: Rebeca Caro (1907-1989)
Pai: Alberto Abravanel (1897-1976)
Cônjuge Maria Aparecida Vieira (1938-1977)
Íris Passaro (n. 1948)
Filho(s) Cíntia Abravanel (n. 1963)
Silvia Abravanel (n. 1971)
Daniela Beyruti (n. 1976)
Patrícia Abravanel (n. 1977)
Rebeca Abravanel (n. 1980)
Renata Abravanel (n. 1985)
Ocupação Apresentador de televisão e empresário
Principais trabalhos SBT, Tele Sena, Jequiti, Banco Panamericano, Sofitel Jequitimar
Prêmios Ganhou no total mais de 74 prêmios, entre eles: Melhor animador, Revelação, Líder empresarial e Comunicatividade.
Religião Judaísmo[3]
Página oficial
www.sbt.com.br/silviosantos
Assinatura
Sílvio Santos Abravanel Assinatura

Silvio Santos, nome artístico de Senor Abravanel[4] (Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1930), é um icônico apresentador de televisão e empresário brasileiro.

Proprietário do Grupo Silvio Santos, que inclui empresas como a Liderança Capitalização (administradora da loteria Tele Sena), a Jequiti Cosméticos e o Sistema Brasileiro de Televisão (mais conhecido como SBT), Silvio Santos possui um patrimônio avaliado em aproximadamente quatro bilhões de reais.[5]

Biografia

Silvio Santos, nome artístico de Senor Abravanel, nasceu 12 de dezembro de 1930 na Travessa Bemtevi, no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro,[4] região central da então capital federal.[6]

Filho primogênito do casal de imigrantes vindo em 1924 para o Brasil: Albert Abravanel (Tessalônica, 1897 - Rio de Janeiro 1976), um imigrante grego sefardita de Tessalônica, no Império Otomano, atual Grécia que veio para o Brasil para fugir do alistamento militar obrigatório turco[4] e Rebeca Caro (nome de solteira) (Esmirna, 1907 - Rio de Janeiro, 1989) judia de Esmirna, na atual Turquia,[7] Silvio possui outros cinco irmãos: Beatriz (a mais velha), Perla, Sara (Sarita), Leon (Leo) e Henrique (o mais novo).[8] Ambos seus pais estão sepultados no Cemitério Comunal Israelita do Cajú, Rio de Janeiro.[4]

Silvio e o irmão Léo frequentaram, juntos, a Escola Primária Celestino da Silva, na rua do Lavradio, perto de onde moravam (nessa época haviam mudado para a rua Gomes Freire). Terminado o primário, estudaram na Escola Técnica de Comércio Amaro Cavalcanti, no largo do Machado, onde Silvio Santos se formou em Contabilidade.[8][9]

O primeiro tipo de produto que começou a comercializar foi capa para título de eleitor (o Brasil entrava numa fase de redemocratização após a ditadura do Estado Novo).[6]

Em 1948, serviu o Exército Brasileiro na Escola de Paraquedistas, no bairro Deodoro, na zona oeste do Rio de Janeiro, onde se destacou com saltos considerados bons.[4][10]

Silvio foi casado com Maria Aparecida Vieira, falecida em virtude de câncer em 1977, com quem teve a sua primeira filha, Cíntia, além de adotar Silvia.[11] Em 1978 casou-se com Íris Pássaro, com quem teve quatro filhas: Daniela, Patrícia, Rebeca e Renata. Silvio é descendente direto, na linhagem paterna, de Isaac Abravanel, um estadista judeu português, filósofo, comentador da Bíblia e financista.[12] O nome Senor vem de seu avô Señor Abram Abravanel, falecido em 1933.[13]

Carreira

Silvio Santos no Palácio do Planalto em 2010.

A mãe de Senor é quem o chamava de "Silvio", o sobrenome artístico surgiu quando Senor foi participar do programa de calouros comandado pelo apresentador Jorge Cury e o produtor Mário Ramos.[14][4]

Logo passou à televisão, adaptando o formato dos shows, espetáculos e sorteios que fazia no circo. Seu primeiro programa, Vamos Brincar de Forca, estreou em 1962 e era transmitido pela TV Paulista, à noite, tendo obtido um imenso sucesso com o mesmo. Em 1964, passou a comandar seu programa aos domingos, das 12 às 14 horas. No decorrer dos anos, o formato seria expandido e aprimorado no Programa Silvio Santos.

Paralelamente, Silvio partiu para novos empreendimentos: adquiriu de seu amigo Manuel de Nóbrega e de um alemão o Baú da Felicidade, empresa que vendia baús de presentes de Natal para crianças mediante pagamento em prestações. Depois de reformas no plano de negócios, a empresa ficou conhecida pela venda de carnês e sorteios.

Quando a TV Paulista foi incorporada à Rede Globo, Silvio seguiu pagando aluguel pelo seu horário dominical, revendendo o tempo dos anúncios a outras empresas. Na medida em que aumentava o sucesso do Programa Silvio Santos, Silvio tinha ótimos resultados financeiros. Realizava sorteios de carros, móveis e eletrodomésticos, o que motivou a expansão dos negócios através da loja de móveis Tamakavy e a concessionária de veículos Vimave.

Porém, no início dos anos 1970, Boni e Walter Clark, diretores da Rede Globo, promoveram reformas no padrão de qualidade da emissora, investindo em filmes, esporte, jornalismo e novelas, e acabando com os programas independentes. Para os executivos, o programa de Silvio Santos destoava da grade de programação.

O apresentador quase saiu da emissora em 1972, mas o próprio Roberto Marinho o convenceu a ficar, renovando o contrato por mais quatro anos. Por esse contrato, Silvio não poderia ser acionista ou dono de nenhuma outra emissora de televisão, o que motivou sua saída da Globo.

Dessa forma, a partir de 1976, Silvio começou a fazer programas na Rede Tupi (vale salientar que, ao contrário do que muitos pudessem pensar, a Tupi nunca vendeu horários), assegurando a transmissão nacional de seu programa, ao mesmo passo em que lutava politicamente para obter seus próprios canais de televisão.

Criação da TVS e formação do SBT

Ver artigo principal: SBT

No dia 22 de outubro de 1975, o presidente Ernesto Geisel assinou o decreto 76.488, outorgando a Silvio Santos o canal 11 do Rio de Janeiro. Silvio passou a transmitir seus programas simultaneamente na Tupi e na TVS (TV Studios).

Depois da falência da Rede Tupi, em 1980, o Programa Silvio Santos, em São Paulo, foi transferido pra Rede Record. Durante a década de 1980, Silvio chegou a ser dono de 50% da emissora do empresário Paulo Machado de Carvalho. Todavia, Silvio planejava ter uma rede nacional de televisão, produzir uma programação completa e usar o canal para seus sorteios e promoções.

Em 1981, através de um lobby com a primeira-dama Dulce Figueiredo, com quem tinha longas conversas por telefone, Silvio Santos obteve a licença para operar o canal 4 de São Paulo, que se tornou a TVS da capital paulista. A partir das emissoras do Rio e de São Paulo, surgiu o embrião do SBT. A rede se expandiu rapidamente através de afiliações, mas o Programa Silvio Santos continuava sendo transmitido simultaneamente pela Record, especialmente para alcançar o interior de São Paulo. A marca SBT passou a ser usada em toda a rede no final da década de 1980.

Doença nas cordas vocais

Em 1987, Silvio teve problemas com a voz, ficando praticamente afônico por alguns dias. Teve suspeita de câncer na garganta, não divulgada ou confirmada. Silvio chegou a interromper um de seus programas para transmitir depoimentos emocionados e lembranças da sua carreira, incluindo particularidades sobre suas relações com o pessoal do Exército (na juventude, Silvio servira como paraquedista). Silvio teve que fazer um tratamento no exterior e ficou algumas semanas sem gravar os seus programas dominicais, causando preocupação de seus fãs quanto ao seu real estado de saúde. Mais tarde, Orestes Quércia, governador de São Paulo, gravou longo depoimento congratulando Silvio Santos pelo retorno, salientando a ausência sentida por todos os telespectadores.

Silvio não voltaria a ter problemas sérios com a voz, mas temeu por seu próprio futuro como apresentador. Em 1988, Silvio assegurou a permanência de Gugu Liberato no SBT, cobrindo uma proposta da Globo. Gugu passou a apresentar alguns quadros do Programa Silvio Santos e sua participação cresceu expressivamente nos anos 1990, com o sucesso do Domingo Legal. Outros quadros passaram a ser comandados por Celso Portiolli e por outros apresentadores.

Candidaturas políticas

Também em 1988, Silvio Santos propôs sua candidatura a prefeito de São Paulo. Considerando seus recentes problemas de saúde, Silvio anunciou sua intenção como forma de retribuir à sociedade todas as suas conquistas como apresentador e homem de negócios. O anúncio foi feito durante um dos quadros do Programa Silvio Santos. O caso foi amplamente divulgado pela imprensa. A candidatura, contudo, não se concretizou.

Em 1989, Silvio decidiu concorrer à Presidência da República, mas sem sucesso. Tentou encontrar um partido para se filiar e lançar sua candidatura e ficou com o nanico PMB (Partido Municipalista Brasileiro). Era o primeiro nas pesquisas, estava com folga na liderança. Mas no dia 9 de novembro de 1989, sua candidatura foi cassada. Eduardo Cunha, na época filiado ao PRN, entrou com o pedido no TSE para extinguir o partido e anular a candidatura de Silvio. Cunha alegava que o PMB havia realizado apenas quatro convenções, contrariando o valor estipulado pela lei na época, de nove convenções. [16][17]

Homenagem no carnaval

Silvio Santos foi homenageado em fevereiro de 2001 pela escola de samba carioca Tradição, com o enredo "Hoje É Domingo, É Alegria. Vamos Sorrir e Cantar!", de Lourenço e Adalto Magalha. Silvio Santos desfilou como destaque num carro alegórico, num traje todo prateado. Outros artistas do SBT participaram do desfile, como o locutor Lombardi.[18]

Sequestro

Em 21 de agosto de 2001, a filha de Silvio Santos, Patrícia Abravanel, foi sequestrada na porta da própria casa, no Jardim Morumbi, em São Paulo. Depois de alguns dias de negociação, o resgate foi pago e Patrícia foi libertada. O sequestrador Fernando Dutra Pinto acabou sendo perseguido pela polícia e matou a tiros dois policiais. Sem ter para onde ir, acabou invadindo a casa de Silvio Santos no dia 30 de agosto, sendo que o apresentador estava na sala de ginástica fazendo exercícios no momento, facilitando o trabalho do sequestrador de manter Silvio e toda sua família como reféns. Silvio convenceu o sequestrador a libertar rapidamente as outras pessoas da família e seguiu em cativeiro em sua própria casa durante sete horas. Fernando só se entregou com a chegada do governador Geraldo Alckmin, que garantiu a integridade do criminoso. Alguns meses depois de preso, no dia 2 de janeiro, Fernando morreu em consequência de uma infecção generalizada causada por um corte profundo nas costas. Há indícios de que a morte do detento tenha sido causada por maus tratos e negligência médica.[19]

Entrevista polêmica à Contigo!

Silvio Santos em 2005

Em julho de 2003, enquanto estava em férias na cidade de Orlando, Flórida, Silvio Santos concedeu uma entrevista à revista Contigo!, revelando que tinha uma doença terminal e que restavam-lhe apenas seis anos de vida.[20] Por isso, Silvio havia vendido o SBT para um consórcio formado por Boni e pela rede mexicana Televisa.[20]

Alguns dias mais tarde, Silvio desmentiu suas declarações nos programas Boa Noite, Brasil, apresentado por Gilberto Barros na Rede Bandeirantes, e no Domingo Legal.[20] Disse que respondeu à entrevista em tom de brincadeira diante da insistência do repórter, e que acreditava que a revista notaria sua intenção. No entanto, Contigo! decidiu publicar a matéria transcrevendo ipsis litteris as declarações de Silvio Santos, ao mesmo tempo que punha em dúvida as declarações do entrevistado.[20] Silvio dizia, por exemplo, que estava se locomovendo em cadeira de rodas. A revista mostrou fotos do período que mostram o empresário andando normalmente.[20]

Suposta venda de horário para igreja evangélica

Em 2011, houve boatos de que a Igreja Mundial do Poder de Deus iria comprar a programação da madrugada do canal de Silvio Santos por R$ 300 milhões por ano.[21] Em 2013, após algumas entrevistas à Folha de S. Paulo, ele se manifestou sobre o ocorrido dizendo que nenhuma religião entrará na emissora, por seus princípios religiosos, e que o SBT é uma emissora judaica.[22]

Programas de auditório

Ver artigo principal: Programa Silvio Santos

O Programa Silvio Santos, ao longo dos anos, tornou-se um agrupamento de vários programas de auditório e quadros, somando quase cem atrações diferentes.

Os programas sempre tiveram a participação do auditório, cujas participantes são chamadas de "colegas de trabalho". O auditório é considerado por Silvio "o mais feminino do Brasil", pois nos primeiros anos do programa a entrada de homens na plateia não era permitida. Silvio acreditava que os cônjuges das "colegas de trabalho" poderiam ficar com ciúmes de cantores e artistas masculinos. Com o tempo, esse costume foi sendo ligeiramente relaxado, principalmente nos programas envolvendo sorteios e perguntas e respostas.

Além de transformar Silvio Santos em um dos grandes ícones da TV, o Programa Silvio Santos deu destaque ao locutor Lombardi, cujo rosto nunca era visto, ao produtor Roque, e a outros membros da equipe, como o animador Liminha.

No dia 30 de novembro de 2011, foi anunciado que Silvio perdeu em última instância o direito de reproduzir "Silvio Santos Vem Aí",[23] jingle que marcou sua carreira na televisão, que só poderia ser reproduzido caso Silvio comprasse os direitos do mesmo, sendo que desde 2001, Silvio já travava dum processo contra Archimedes Messina, disputando os direitos autorais. Silvio teve de pagar 5 milhões de reais a Messina como indenização. Como já estava na última instância, não houve possibilidade de recurso.

Atividades paralelas

Durante muitos anos, Silvio Santos gravou marchinhas carnavalescas. Fez sucesso destacável com Coração Corintiano, cuja letra fazia referência à cirurgia de transplante de coração, técnica introduzida no Brasil pelo pioneiro Dr. Zerbini. Outra marchinha que fez sucesso foi "A Pipa do Vovô", alardeando a impotência sexual masculina. Tais marchinhas passaram a ser reprisadas ao longo dos anos, no SBT, durante o Carnaval.

Silvio Santos foi radialista da sua mocidade até a década de 1980, abandonando paulatinamente esta carreira em função da profissão de apresentador.

Na década de 1970, atuou também como locutor. Gravou várias coletâneas de discos de histórias infantis. Posteriormente, os discos foram relançados em CD, obtendo notável sucesso.

Ações sociais

Ao longo dos anos, o Programa Silvio Santos e a programação da TVS e do SBT acumularam uma reputação de popularescos e alienantes, situação agravada pelo fato de Silvio ter conquistado suas concessões de televisão durante a ditadura militar e transmitir desde o governo Figueiredo o oficialista A Semana do Presidente. A partir de 1988, Silvio Santos revelou preocupação com os rumos do Brasil e pôs em prática várias ações para incluir conteúdo socialmente edificante na programação do SBT. A manobra surpreendeu alguns críticos e intelectuais.

No início dos anos 1990, Silvio tentou convencer as outras emissoras a transmitir telejornais de no mínimo trinta minutos no horário noturno, todos no mesmo horário, para incentivar o brasileiro a assistir a notícias, refletir e se informar melhor, mesmo que fosse por um período curto. Tal iniciativa não encontrou apoio da maioria das emissoras e Silvio Santos logo abandonou a proposta.

Desde os anos 1990, Silvio tem estimulado o Teleton, programa de televisão de 24 horas, transmitido uma vez por ano, para arrecadar fundos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). O SBT cede gratuitamente seus artistas, empregados e recursos materiais para o projeto. Silvio também produziu um Show do Milhão especial com políticos, no qual os prêmios seriam destinados a instituições de caridade.

Grupo Silvio Santos

Silvio Santos no Palácio do Planalto em 2010.

O Grupo Silvio Santos, formado por 34 empresas, completou, em 2008, 50 anos de atuação, acumulando cerca de onze mil funcionários, incluindo - entre as mais conhecidas -, a Liderança Capitalização (que opera a Tele Sena), o Hotel Jequitimar, a Jequiti Cosméticos, e empreendimentos agropecuários e imobiliários como a Sisan.

Apesar de ser visto como um comprador nato, Silvio se desfez de algumas empresas nos anos 1980: o CLAM (Clube de Assistência Médica), o plano de aposentadoria privada Aposentec e as lojas de móveis Tamakavy. Sobre o CLAM, Silvio reiterou ser muito difícil administrar uma empresa de saúde, e que se sentiria indiretamente responsável por falhas que provocassem morte ou graves danos.

Crise

Em 8 de novembro de 2010, o Grupo Silvio Santos entrou em crise financeira por conta dum rombo ocorrido no Banco PanAmericano, também pertencente ao grupo. O prejuízo dado pelo banco somou uma quantia próxima a R$ 2,5 bilhões, o que provocou a necessidade de empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Crédito para recuperar o banco.

Em razão desse empréstimo, o Grupo Silvio Santos colocou como garantia para pagamento do empréstimo algumas empresas do grupo, incluindo o SBT, a Jequiti Cosméticos e o Baú da Felicidade, agravando a crise em que a emissora entrou a partir de 2007, quando perdeu a vice-liderança para a Rede Record. O prazo para pagamento desse empréstimo seria de 10 anos.

Em 1 de fevereiro de 2011, Silvio Santos anunciou a venda do Banco PanAmericano ao BTG Pactual, por R$ 450 milhões.

Em 13 de junho do mesmo ano, o Grupo Silvio Santos anunciou a venda da rede "Baú da Felicidade" à Magazine Luiza. A rede desembolsou R$ 83 milhões pelo Baú, em uma operação envolvendo 121 lojas em São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Além disso, a Magazine Luiza adiciona 3 milhões de clientes à sua base de cartões.[24]

Prêmios

Programas

Ver também

Referências

  1. Trajetória de Silvio Santos
  2. «Silvio Santos». Revista Forbes. Consultado em 16 de outubro de 2016 
  3. Folha: O judeu Silvio Santos e o câncer
  4. a b c d e f On Line Editora. Silvio Santos - Grandes Ídolos. On Line Editora. p. 6.
  5. Folha de SP - Gilberto Dimenstein. «O judeu Silvio Santos e o câncer». Consultado em 28 de dezembro de 2010 
  6. a b «Conheça a carreira do empresário Senor Abravanel, o Sílvio Santos». Folha Online. 30 de agosto de 2001. Consultado em 30 de agosto de 2012 
  7. Rachel Mizrahi Bromberg (2003). Imigrantes judeus do Oriente Médio: São Paulo e Rio de Janeiro. Atelie Editorial. p. 33. ISBN 978-85-7480-162-9.
  8. a b Arlindo Silva (2002). A fantástica história de Silvio Santos. Editora do Brasil. p. 12. ISBN 978-85-10-03063-2.
  9. «O judeu Silvio Santos e o câncer». Folha de SP 
  10. «"Nossa missão é formar!"» (PDF). MINISTÉRIO DA DEFESA. Consultado em 30 de agosto de 2012 
  11. Istoé Gente
  12. A fantástica história de Silvio Santos, Arlindo Silva
  13. Helladio Holanda (2012). Silvio Santos "O Mestre". Clube de Autores. p. 9.
  14. Marcel Souto Maior (2006). Almanaque da TV Globo. Editora Globo. p. 25. ISBN 978-85-250-4280-4.
  15. Acervo digital da Revista Veja - todas as edições desde 1968
  16. «Eduardo Cunha impediu que Silvio Santos fosse presidente do Brasil». Caixa Zero. 28 de abril de 2016 
  17. «Há 25 anos, Silvio Santos tentou presidência; você votaria?». Terra 
  18. «No Carnaval, Silvio Santos foi homenageado pela Tradição». UOL. Folha Online. 30 de agosto de 2001. Consultado em 12 de dezembro de 2012 
  19. Folha Online: Relatório aponta que Dutra Pinto morreu em consequência de tortura
  20. a b c d e «Declarações de Silvio à Contigo geram polêmica». Contigo. Terra. 10 de julho de 2003. Consultado em 30 de agosto de 2012 
  21. Feltrin, Ricardo (26 de julho de 2011). «SBT aceita vender horário a igreja por R$ 300 milhões». F5. Folha de S. Paulo. Consultado em 23 de junho de 2013 
  22. Tavares, Joelmir (23 de junho de 2013). «UM BAÚ DE BUGIGANGAS». Mônica Bergamo. Folha de S. Paulo. Consultado em 23 de junho de 2013 
  23. «Silvio Santos perde o direito de tocar "Silvio Santos Vem Aí", o jingle que marcou sua carreira». Visto Livre. 30 de novembro de 2011. Consultado em 3 de dezembro de 2011 
  24. Silvio Santos vende lojas do Baú da Felicidade para Magazine Luiza

Notas

Bibliografia

  • Silva, Arlindo (2000). A fantástica história de Silvio Santos. 1 1 ed. São Paulo: EDITORA DO BRASIL SP. 278 páginas. ISBN 8510028389 

Ligações externas

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