Grupo Abril

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Grupo Abril
Razão social Abril Mídia S.A.
Empresa de capital fechado
Slogan Faz parte da sua vida
Atividade Mídia
Fundação 1950
Fundador(es) Victor Civita
Proprietário(s) Cavalry Investimentos
Presidente Fábio Carvalho
Pessoas-chave
  • Victor Civita Neto (Conselho editorial)
  • Giancarlo Civita (Conselho editorial)
Empregados 3.000
Produtos
Empresa-mãe Ativic S.A.
Divisões
  • Abril Mídia
  • Abril Gráfica
  • Total Express
Lucro Aumento R$ 189,4 milhões (2013)
Faturamento Baixa R$1 bilhão (2017)[1]
Renda líquida Baixa R$1 bilhão (2017)[1]
Website oficial grupoabril.com.br

O Grupo Abril é um conglomerado de mídia brasileiro sediado em São Paulo, que atua principalmente no mercado de editoração, publicando títulos como Veja e Exame, além de possuir negócios nas áreas de logística, através da Total Express, e distribuição, com a Dinap. Suas atividades foram iniciadas em 1950 com a fundação da Editora Abril pelo empresário e jornalista ítalo-brasileiro Victor Civita.

História[editar | editar código-fonte]

Primeiras décadas: 1950-1990[editar | editar código-fonte]

Edifício Birmann 21, em São Paulo, prédio que abrigou a sede do Grupo Abril até 2018.

Fundado em 1950 por Victor Civita como Editora Abril, o Grupo Abril é hoje um dos maiores e mais influentes grupos de comunicação da América Latina. Ao longo de sua história, expandiu e diversificou suas operações, e hoje fornece conteúdo em multiplataformas.

Em maio de 1950 Victor fundou a Editora Primavera. Seu primeiro título é a revista Raio Vermelho, uma revista em quadrinhos com títulos de origem italiana, que não faz muito sucesso. Em julho, rebatiza sua corporação como Editora Abril,[2] na Europa nesse mês se inicia a primavera, o nome havia sido usado por seu irmão, Cesar em uma editora na Argentina.[3] Seu ícone é a árvore, pois representa a fertilidade, a própria imagem da vida. A cor verde foi escolhida por simbolizar a esperança e o otimismo.

A Editora Abril começou com a publicação O Pato Donald num pequeno escritório no centro de São Paulo, com apenas seis funcionários. Com investimentos em treinamento e tecnologia, a empresa se tornou já no fim da década uma das referências jornalísticas do país em texto, fotografia, edição e produção.

Em 1960, Victor Civita promoveu uma inovação no mercado editorial e iniciou a publicação de obras de referência em fascículos. A chegada às bancas do conhecimento antes restrito às bibliotecas e livrarias foi um enorme sucesso. No ano seguinte, o crescimento da família Disney e o lançamento de Zé Carioca estimularam a produção de quadrinhos nacionais. Recreio, lançada em 1969, levou mais adiante a proposta de educar divertindo, com suas histórias e atividades.

A Abril acompanhou ao longo dos anos as mudanças da sociedade brasileira. O crescimento do turismo e da indústria automobilística, por exemplo, fez nascer Quatro Rodas, Guias Quatro Rodas e Viagem e Turismo. Futebol e sexo ganharam revistas sobre o assunto com Placar, Playboy, Vip e Men's Health. E VEJA que é hoje a maior revista do país e a terceira maior revista semanal de informação do mundo.[4]

As revistas femininas também tiveram espaço na Abril desde os anos 50. A precursora, em 1952, foi a Capricho, inicialmente com fotonovelas e, em 1981, reformulada para falar com as adolescentes. Pouco depois vieram a (Manequim, a primeira revista de moda da Abril e Claudia, que nasceu em 1961 e hoje é a maior revista feminina do país. Nas décadas seguintes, surgiriam inúmeros títulos, entre eles Nova e Elle, Estilo de Vida, Gloss) e, recentemente, Women's Health.

O Grupo Abril foi pioneiro ao lançar, em 1990, a primeira TV segmentada aberta do Brasil, a MTV Brasil.

Década de ouro: 1990-1999[editar | editar código-fonte]

Em 1990, o Grupo Abril juntamente com a Viacom criou a MTV Brasil, a maior emissora de música e TV segmentada do Brasil. Na mesma década criou a TVA, uma da pioneira na televisão por assinatura, que atualmente comercializa banda-larga á internet através do Ajato e também foi criada a TVA Digisat, que foi substituída pela DirecTV. Criou o BOL que foi fundido com o UOL após adquirir parte do provedor. Em 1995 entrou em sociedade com a Time Warner, a Sony Pictures para formar com a Disney Channel (e com a OLE Partners, Sony Entertainment Television, Warner Channel). Além da HBO Brasil, a Abril detinha a ESPN Brasil (50% com a Disney), Bravo Brasil (uma parceria com a Bravo Network) , Eurochannel, CMT Brasil (50% com a Gaylord Company). Ainda havia um plano para criar o CNA, um canal de notícias, mas o que estava por vir arruinou tudo.

A TVA teve problemas para administrar a DirecTV, o que fez com que a Abril tivesse prejuízos e com isso vendesse sua parte na ESPN Brasil, depois o Eurochannel, e uma a uma de suas mídias televisivas (inclusive DirecTV), a MTV foi a única que escapou. A crise se agravou e obrigou a Abril a vender também o UOL e desistir de suas fitas cassete, no final restou a Editora, a TVA e a MTV.

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

Hoje, o Grupo Abril é um conglomerado de comunicação. Além das revistas, seu conteúdo também chega aos leitores por outras plataformas, como sites, PCs e smartphones.

Possui ainda uma grande operação de distribuição e logística que atende a todo o território nacional com as empresas Dinap, Treelog, FC Comercial, Total Express e Entrega Fácil.

Com 52.500 m² de área ocupada e produção de 568 milhões de exemplares impressos, a Abril Gráfica é considerada a maior da América Latina.[5] Conquistou as certificações Forest Stewardship Council (FSC) e Programme for the Endorsement of Forest Certification Schemes (PEFC), que garantem manejo responsável de florestas.

A partir de 2004, a empresa passou a dedicar boa parte de seus investimentos na área da educação. Hoje a Abril Educação é formada pelas Editoras Ática e Scipione, pelos Sistemas de Ensino SER e Anglo, SIGA (curso preparatório para concursos públicos) o Colégio e Curso pH, do Rio de Janeiro, Escola Maximus e o Grupo ETB (Escolas Técnicas do Brasil). No início de 2010 a empresa passou a atuar separadamente do Grupo Abril, por meio de uma reorganização societária.

No mês de maio de 2006 o Grupo Abril anunciou a sociedade com o Naspers, grupo de mídia sul-africano, que passou a deter 30% do capital da empresa, incluindo a compra dos 13,8% que pertenciam aos fundos de investimento administrados pela Capital International, desde julho de 2004.[6]

Em 2008, o Grupo Abril aderiu, como membro fundador e primeira empresa brasileira de comunicação, ao Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol), metodologia internacional mais usada por empresas para quantificar e gerenciar suas emissões de gases de efeito estufa.[7]

Década de 2010[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2010, o Grupo Abril anunciou uma nova estrutura da empresa, passando a se organizar em quatro grandes pilares – Mídia, Distribuição e Logística, Gráfica e Educação.

  • Mídia: compreende a Editora Abril, MTV Brasil (inclui MTV e portal), Mídias Digitais e Elemídia.
  • Distribuição: é representada pela DGB, holding de Distribuição e Logística que reúne as empresas Total Express, Entrega Fácil, Dinap, Treelog e FC Comercial, sob comando de Douglas Duran a partir de 2013
  • Gráfica Abril: a maior da América do Sul.
  • Educação: que inclui as editoras Áticas, Scipione, o sistema de ensino SER e Grupo Anglo, SIGA (curso preparatório para concursos públicos), o Colégio e Curso pH, do Rio de Janeiro, e o Grupo ETB (escolas Técnicas do Brasil), de São Paulo. Por meio de uma reorganização societária, a Abril Educação foi separada do Grupo Abril no início de 2010.

Em novembro de 2011, o Grupo Abril adquiriu a empresa de logística Total Express, uma das maiores distribuidoras de encomendas por meio de entregas expressas.

Em 3 de julho de 2012, a empresa comprou toda totalidade das ações da empresa de Mídia digital out of home Rede Elemídia.[8]

Em 23 de julho de 2012, a Abril Educação anunciou a compra de 51% da escola de idiomas Red Balloon.[9]

Os anos de 2012 e 2013 foram momentos com muitas especulações sobre a entrega da marca da MTV Brasil para sua detentora internacional Viacom. Com a morte de Roberto Civita presidente da empresa, o Grupo Abril noticiou uma nova reestruturação da empresa. Cerca de 70 funcionários do grupo foram dispensados, e que deveriam ser extintas no país as revistas Playboy, Capricho e Contigo.[10] Também foram noticiados por sites que a empresa não deveria seguir com a marca da MTV no país.[11] Já em 2013, o Grupo Abril confirmou que iria devolver, ainda em outubro de 2013, a marca da MTV para a Viacom, sendo assim, a MTV Brasil deixa de fazer parte do grupo,[12][13] O grupo pretendia vender o canal para um "melhor negócio", já que não pretendia lançar o novo canal e nem seguir no ramo televisivo.[14]

Em agosto de 2013, o grupo anunciou o fim das revistas, Gloss, Bravo!, Alfa e Lola, e alterações na revista Contigo. Em resposta, a empesa disse que as revistas finalizadas tem 2% de receita de publicidade e cerca de 150 funcionários foram dispensados.[15]

Em 18 de dezembro de 2013 num comunicado oficial, Fábio Colletti Barbosa, presidente do Grupo Abril, anunciou a venda da concessão da TV aberta ao Brasil para Grupo Spring de Comunicação que edita a revista Rolling Stones no país entre outras revistas.[16][17] Este grupo pertence ao ex-vice-presidente do SBT e Band, José Roberto Maluf. Ao ser aprovado pelo Ministério das Comunicações e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a MTV Brasi foi vendida ao Grupo Spring.[18][19]

Em 11 de fevereiro de 2014, O Grupo Abril informou que analisava propostas de investidores interessados na Abril Educação, o que "poderá inclusive envolver a alteração na composição do controle" da companhia. Criada em 2007 como um braço do Grupo Abril, a Abril Educação passou a atuar separadamente da Abril S.A. no início de 2010, por meio de uma reorganização societária. Fazem parte da empresa as editoras Ática e Scipione, os sistemas de ensino Anglo, Ser, Maxi e GEO, o Siga (focado na preparação para concursos públicos), o Curso e Colégio pH, o Grupo ETB (Escolas Técnicas do Brasil), a Escola Satélite, a rede de escolas de inglês Red Balloon e a Livemocha, ensino de idiomas.[20]

Em julho de 2014, a Editora Abril comunicou a transferência da Máxima e de mais nove de seus títulos de revistas para a Editora Caras.[21] Tais transferências se referiam às revista “Aventuras na História”, “Bons Fluidos”, “Manequim”, “Minha Casa”, “Minha Novela”, “Recreio”, “Sou+Eu”, “Vida Simples” e “Viva Mais”.[21] De acordo com o comunicado, a Editora Caras passa a ser responsável pela produção de conteúdo, circulação e venda de publicidade da Máxima e dessas revistas.[22] Contudo, os serviços de assinaturas, distribuição e gráfica continuariam a ser prestados pelo Grupo Abril, visto que as duas editoras são parceiras.

Em junho de 2015, algumas revistas pararam de circular na versão impressa e passaram a sua versão digital, entre elas a “Capricho”, título do segmento jovem, a “Guia 4 Rodas” que, apesar das mudanças, continuou sob o comando da Editora. Também em 2015 se concretizou a descontinuação das versões brasileiras das revistas “Men’s Health”, “Women’s Health” e "Playboy".[23]

O Grupo Abril comunicou em agosto de 2016 que “apresentou ao mercado(..) sua nova visão estratégica” e “com o slogan ‘bem-vindo à indústria do conhecimento’, a empresa aposta na mudança da perspectiva sobre seus negócios e reapresentou seu portfólio completo de serviços: Mídia, Assinaturas, Print, Total Express, Licensing, Casa Cor, Abril Branded Content (ABC) e Abril Big Data (ABD).”[24][25]

  • Na área de Mídia: tem 90 publicações, 14 sites e 26 eventos, e a empresa apresenta sua expansão, com serviço de gestão de fidelidade e venda recorrente para produtos e serviços de multiassistência.
  • No pilar Casa Cor, mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo nas Américas, acontece anualmente em várias cidades.
  • A Total Express, empresa de logística e cadeia de suprimentos.
  • A Abril Print produz milhões de exemplares anualmente, em diversos formatos e tecnologias.
  • O Abril Branded Content (ABC), um estúdio que produz conteúdo customizados, como peças publicitárias para seus clientes.
  • O Abril Big Data (ABD), empresa que reforça a migração do banco de dados para o banco de fatos e que cria jornadas com os consumidores, gerando resultados para os anunciantes. Emprego de peças divulgadas na mídia e nas publicações e sites da casa.[26]

Recuperação judicial[editar | editar código-fonte]

Em 19 de julho de 2018, a família Civita deixou o comando do Grupo Abril, que foi assumido pelo empresário Marcos Haaland, sócio da empresa de consultoria Alvarez & Marsal.[27][28] No mês seguinte, a empresa anunciou seu pedido de recuperação judicial, após acumular dívidas no valor de R$ 1,6 bilhão.[29]

Em 20 de dezembro de 2018, o Grupo Abril anunciou que os seus negócios foram vendidos pela família Civita para o empresário carioca Fábio Carvalho, sócio das varejistas Leader e Casa & Video, pelo valor simbólico de R$ 100 mil.[30] Com a venda, Carvalho — que é especializado em adquirir empresas em situação financeira deficitária — assumiu a dívida de R$ 1,6 bilhão da Abril, que segue com a recuperação judicial em curso, e está injetando o valor R$ 70 milhões no grupo para dar fôlego ao negócio. A Abril seguiu no comando da Alvarez & Marsal até que a transação recebesse aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).[31] O Cade aprovou a venda, sem ressalvas, no dia 8 de janeiro de 2019.[32] O processo de venda foi concluído em 17 de abril de 2019 e Carvalho assumiu como novo presidente executivo do grupo.[33][34][35]

Ativos[editar | editar código-fonte]

Editora Abril[editar | editar código-fonte]

Revistas[editar | editar código-fonte]

Femininas[editar | editar código-fonte]
Cultura[editar | editar código-fonte]
Educação[editar | editar código-fonte]
Informação[editar | editar código-fonte]
Decoração/Arquitetura[editar | editar código-fonte]
Bem Estar/Saúde[editar | editar código-fonte]
  • Saúde!
  • Saúde! É Vital
Economia/Tecnologia[editar | editar código-fonte]
História/Curiosidades[editar | editar código-fonte]
Esportes[editar | editar código-fonte]
Turismo[editar | editar código-fonte]

Abril Digital[editar | editar código-fonte]

  • Abril.com:foi um portal de notícias e entretenimento pertencente ao Grupo Abril. O portal tinha mais de 80 sites e com mais de 156 milhões de pages views, com cerca de 26 milhões de visitantes únicos e 48 milhões de visitas em 2009.[36][37]
  • MdeMulher

Distribuição e Logística[editar | editar código-fonte]

  • Dinap
  • Treelog
  • Total Express
  • Entrega Fácil
  • FC Comercial
  • Magazine Express
  • Xeriph Distribuidora de Ebooks

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  1. a b Sutto, Giovanna (15 de agosto de 2018). «Grupo Abril pede recuperação judicial». InfoMoney. Internet Group. Consultado em 29 de dezembro de 2018 
  2. Gonçalo Júnior. Editora Companhia das Letras, ed. A Guerra dos Gibis - a formação do mercado editorial brasileiro e a censura aos quadrinhos, 1933-1964. 2004. [S.l.: s.n.] 
  3. La Nación: Murió César Civita, el gran creador de la editorial Abril (em castelhano)
  4. «Cópia arquivada». Consultado em 23 de Janeiro de 2013. Arquivado do original em 28 de Abril de 2012 
  5. «Abril Print». grafica.abril.com.br 
  6. Revista Veja, 5 de setembro de 2006, "O Grupo Abril, que edita VEJA, tem desde a sexta-feira passada um novo sócio, o grupo sul-africano Naspers, em Observatório da Imprensa, 10 de setembro de 2006[ligação inativa]
  7. «Brazil - Greenhouse Gas Protocol». www.ghgprotocol.org 
  8. «Abril compra totalidade da Elemídia». UOL. AdNews. 3 de julho de 2012. Consultado em 3 de julho de 2012 
  9. «Abril Educação adquire Red Balloon». UOL. AdNews. 23 de julho de 2012. Consultado em 23 de julho de 2012 
  10. Rezende, Sidney (10 de junho de 2013). «Playboy, Capricho e Contigo devem fechar as portas na reestruturação da Abril». O Estado de S. Paulo. Porto Gente. Consultado em 11 de junho de 2013 [ligação inativa]
  11. «Abril deixará de usar marca MTV em 2014; Viacom tenta viabilizar nova MTV no país». Tela Viva. Converge Comunicações. 11 de junho de 2013. Consultado em 11 de junho de 2013. Arquivado do original em 30 de setembro de 2013 
  12. «Detonator come morcego no palco do AET». Agora É Tarde. Band.com.br. 9 de julho de 2013. Consultado em 11 de julho de 2013. Arquivado do original em 5 de Novembro de 2013 
  13. Camila Juliotti (30 de julho de 2013). «MTV se despede da TV aberta com especial». Diário de S. Paulo. Consultado em 30 de julho de 2013. Arquivado do original em 5 de Novembro de 2013 
  14. Glasberg, Rubens (1 de agosto de 2013). «Sem MTV, Abril quer sair do negócio de televisão». Tela Viva. Converge Comunicações. Consultado em 2 de agosto de 2013. Arquivado do original em 3 de agosto de 2013 
  15. «Abril confirma fechamento de 4 revistas e demissão de 150 funcionários». AdNews. 1 de agosto de 2013. Consultado em 4 de agosto de 2013 
  16. Ribeiro, Igor (18 de dezembro de 2013). «Abril vende espólio da MTV a Spring». Meio & Mensagem. Consultado em 19 de dezembro de 2013 
  17. Possebon, Samuel (18 de dezembro de 2013). «Abril vende outorgas de TV para ex-VP da Band e do SBT». Tela Viva. Converge Comunicações. Consultado em 19 de dezembro de 2013. Arquivado do original em 6 de janeiro de 2015 
  18. Castro, Daniel; Pacheco, Paulo (18 de dezembro de 2013). «Abril vende canal da MTV para editora da revista Rolling Stone». Notícias da TV. Universo Online. Consultado em 19 de dezembro de 2013 
  19. Lima, Deivison (13 de junho de 2014). «Confirmada a venda da antiga MTV Brasil para o grupo Spring». TV Foco. Consultado em 3 de maio de 2019 
  20. «Grupo Abril analisa venda de segmento de educação». G1. 11 de fevereiro de 2014 
  21. a b Da redação (11 de julho de 2015). «Editora Abril transfere dez títulos para a Editora Caras». Valor Econômico. Consultado em 4 de outubro de 2015 
  22. Da redação (11 de junho de 2014). «Abril transfere dez revistas para a Editora Caras». G1 Economia. Consultado em 4 de outubro de 2015 
  23. «Abril vai reassumir revistas transferidas para Editora Caras». O Globo. 11 de outubro de 2016. Consultado em 3 de maio de 2019 
  24. «Com novo slogan Grupo Abril se reposiciona no mercado». EXAME. 11 de agosto de 2016. Consultado em 3 de maio de 2019 
  25. «Grupo Abril oficializa novo posicionamento – Meio & Mensagem». Consultado em 3 de maio de 2019 
  26. «Abril simplifica sua estrutura para ganhar agilidade». EXAME. 31 de março de 2016. Consultado em 3 de maio de 2019 
  27. «Família Civita deixa o comando do Grupo Abril». Estadão. IstoÉ Dinheiro. 19 de julho de 2018. Consultado em 29 de dezembro de 2018 
  28. Estadão. Família Civita deixa o comando do Grupo Abril. Publicado em 19 de Julho de 2018.
  29. G1. Grupo Abril decide pedir recuperação judicial. Publicado em 15 de agosto de 2018.
  30. Jardim, Lauro. «A Abril é vendida a Fabio Carvalho». O Globo. Consultado em 20 de dezembro de 2018. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2019. (pede subscrição (ajuda)) 
  31. «Fabio Carvalho paga R$ 100 mil pela Abril, que tem dívida de R$ 1,6 bilhão». O Estado de Minas. 21 de dezembro de 2018. Consultado em 5 de janeiro de 2019 
  32. Thiago Resende; Julio Wiziack (8 de janeiro de 2019). «Cade aprova venda da Abril ao empresário Fábio Carvalho». Folha de S.Paulo. Consultado em 8 de janeiro de 2019 
  33. «Fábio Carvalho conclui aquisição do Grupo Abril». Veja. 17 de abril de 2019. Consultado em 17 de abril de 2019 
  34. Fernando Scheller; Luciana Dyniewicz (17 de abril de 2019). «Fábio Carvalho conclui compra da Abril e assume como presidente». O Estado de S. Paulo. Consultado em 17 de abril de 2019. (pede subscrição (ajuda)) 
  35. «Grupo Abril conclui venda para a Calvary Investimentos, de Fábio Carvalho». Folha de S.Paulo. 17 de abril de 2019. Consultado em 17 de abril de 2019. (pede subscrição (ajuda)) 
  36. «Quem Somos». Grupo Abril. Consultado em 3 de Março de 2018. Arquivado do original em 9 de Maio de 2012 
  37. «Brazil: Abril.com invests in tourism Web site.». HighBeam (em inglês). 8 de setembro de 2000. Arquivado do original em 4 de Março de 2018