Organização Arnon de Mello

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde março de 2015). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Organização Arnon de Mello é um dos maiores conglomerado de mídia do Norte-Nordeste do Brasil. É proprietária do jornal Gazeta de Alagoas, o mais lido e influente do Estado; de emissoras de rádio em Maceió (Gazeta FM e AM), Arapiraca (Gazeta FM) e Pão de Açúcar (Gazeta AM); da TV Gazeta, uma das primeiras emissoras nordestinas afiliadas da Rede Globo (na qual se mantém até hoje); do portal Gazetaweb (que engloba os sites dos veículos de comunicação do grupo); do instituto de pesquisa Gape (Gazeta Pesquisa) e do Instituto Arnon de Mello, na área de responsabilidade social (ver tabela).

O grupo foi fundado pelo ex-governador alagoano e ex-senador udenista Arnon de Mello, aquando da aquisição do jornal Gazeta de Alagoas[1] em 1952.[2] Seguiram-se a inauguração da Rádio Gazeta, a 2 de Outubro de 1960,[3] da TV Gazeta a 27 de Setembro de 1975[4] (outorga através do Decreto-Lei 74.077)[5] Atualmente, a organização é controlada pelos herdeiros de Arnon, entre eles o ex-presidente da república e atualmente senador Fernando Collor de Mello.

Televisão TV Gazeta
Jornal Gazeta de Alagoas
Rádios Rádio Gazeta
Rádio Gazeta FM Arapiraca
Gazeta FM Maceió
Gazeta AM Pão de Açúcar
Internet GazetaWeb.com
G1-AL
GE-AL
Outros GAPE (Gazeta Pesquisa)
Instituto Arnon de Mello
Ícone de esboço Este artigo sobre uma empresa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

Referências

  1. Klöckner, L., & Prata, N. (2009). História da mídia sonora: experiências, memórias e afetos de norte a sul do Brasil. EDIPUCRS.
  2. Zaidan, T. E. (2010). A organização Arnon de Mello e o seu patrono: trajetória e interesses políticos. Verso e Reverso, 24(55), 37-46.
  3. Melo, J. M. (2014). A maldição da escada. CC-JMM/Intercom.
  4. Rosa, C. H. (1993). Mil dias de solidão: Collor bateu e levou. Geração Editorial.
  5. Presidência da República (16 Maio 1974). Decreto N.º 74.077.