TV Gazeta de Alagoas
| TV Gazeta de Alagoas Ltda. | |
| Tipo | Comercial |
|---|---|
| Canais | Digital: 21 UHF Virtual: 7 PSIP |
| Outros canais | 17 / 517 HD (Claro TV+)[1] |
| Sede | Maceió, AL |
| Slogan | Feita pra você! |
| Rede(s) anterior(es) | TV Globo (1975–2025) |
| Fundador(es) | Arnon de Mello[2][3] |
| Pertence a | Organização Arnon de Mello |
| Proprietário(s) | Caroline Serejo[4] |
| Antigo(s) proprietário(s) | Arnon de Mello Ana Luiza Collor de Mello Fernando Collor de Mello Leda de Mello Coimbra Leopoldo Collor de Mello Pedro Collor de Mello[5] |
| Administração | Fernando James[4] |
| Fundação | 27 de setembro de 1975 |
| Prefixo | ZYA 221[6] |
| Emissora(s) irmã(s) |
|
| Cobertura | |
| Coord. do transmissor | [6] |
| Potência | 5 kW[6] |
| Agência reguladora | ANATEL |
| Informação de licença | CDB |
| Página oficial | www |
TV Gazeta de Alagoas, também chamada apenas de TV Gazeta, é uma emissora de televisão brasileira sediada em Maceió, capital do estado de Alagoas. Opera no canal 7 (21 UHF digital) e pertence à Organização Arnon de Mello (OAM), grupo de comunicação ligado ao ex-presidente da República Fernando Collor de Mello, que também controla na cidade o canal por assinatura Gazeta News, o jornal Gazeta de Alagoas e as rádios Gazeta FM e Mix FM Maceió.
História
[editar | editar código]Primeiros anos
[editar | editar código]O canal 7 VHF de Maceió, que viria a ser da TV Gazeta de Alagoas, foi outorgado pelo Ministério das Comunicações em 17 de maio de 1974.[7][8] Os testes de sinal foram iniciados em agosto de 1975, com a transmissão da programação nacional da TV Globo em cores e da local em preto e branco.[8][9] Em 3 de setembro, foi lançada a pedra fundamental do edifício-sede da emissora, no bairro Farol, com a presença de seu diretor-presidente Pedro Collor de Mello e do governador de Alagoas Afrânio Salgado Lages.[8][9]
A inauguração, inicialmente programada para 1.º de outubro, ocorreu na tarde de 27 de setembro,[10] em ato onde foi fixada uma placa com o seguinte texto escrito por Arnon de Mello: "Estamos desatando o nó que prendia Alagoas à humilhante condição de único Estado sem uma emissora de televisão. O Canal 7, que hoje inauguramos, é uma prova da nossa disposição de servir. Aí está para servi-lo, Povo Alagoano, a TV Gazeta de Alagoas".[9] Antes do lançamento da TV Gazeta, o estado recebia a retransmissão da TV Rádio Clube e da TV Jornal do Commercio, ambas de Pernambuco.[8][9]
A TV Gazeta foi a primeira emissora do Nordeste brasileiro a repetir a TV Globo diretamente do sinal nacional — as afiliadas então instaladas na região tinham recepção da TV Globo Nordeste, do Recife.[8][9] Devido aos custos para a exibição simultânea da programação de rede, a emissora obtinha da filial pernambucana fitas Quadruplex com os programas da TV Globo, que chegavam em até um mês depois de veiculados, restringindo a transmissão ao vivo ao Jornal Nacional e ao Fantástico.[8][9] A emissora já teve entre seus pequenos acionistas João Tenório, também proprietário da TV Pajuçara, Carlos Lira Neto e Ricardo Brennand.[11]
Em dezembro de 2014, a TV Gazeta fechou acordo com a Federação Alagoana de Futebol para transmitir com exclusividade o Campeonato Alagoano a partir da edição de 2015.[12] O torneio foi exibido na emissora até 2019, pois os direitos foram repassados no ano seguinte para a sua coirmã, TV Mar (atual Gazeta News), que cobriu apenas aquela temporada.[13]
Crises com a justiça e fim da afiliação à TV Globo
[editar | editar código]Em 25 de junho de 2019, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Alagoas moveu uma greve nas emissoras do estado, inclusive a TV Gazeta, contra uma proposta de redução de 40% do piso salarial da categoria, de autoria da Organização Arnon de Mello e aderida pela TV Pajuçara e pela TV Ponta Verde.[14] O movimento foi encerrado em 3 de julho, após o Tribunal Regional do Trabalho da 19.ª Região decidir pela manutenção do salário com reajuste de 3% no valor.[15] No dia seguinte, jornalistas da TV Gazeta que aderiram à greve foram demitidos,[16] e no dia 9, o Ministério Público do Trabalho de Alagoas ordenou a reintegração dos profissionais sob pena de multa diária de cinquenta mil reais.[17][18]
Em 10 de julho de 2019, o Ministério Público Federal e a Justiça Federal decidiram pela cassação e não renovação das concessões da TV Gazeta e de suas coirmãs, a 98 FM e a Gazeta FM, devido às emissoras terem em seu quadro societário o então senador Fernando Collor, o que não era permitido pela legislação. As emissoras, porém, seguiram no ar.[19]
Em 31 de maio de 2023, com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que condenou Collor a oito anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro,[20] vieram à tona irregularidades praticadas por ele utilizando a TV Gazeta. As contas da emissora eram utilizadas para receber propina, paga em contrapartidas a contratos celebrados pela UTC Engenharia com a BR Distribuidora. A condenação ainda revelou que a recuperação judicial da TV Gazeta e da OAM foi causada por simulações de empréstimos a Collor, feitas com o objetivo de justificar os valores recebidos.[21]
Em 4 de outubro de 2023, a TV Globo comunicou à direção da TV Gazeta a decisão de não renovar a afiliação, tendo como alegação a decisão do STF que havia condenado a emissora pela emissora alagoana ser usada em esquemas de corrupção.[22] No dia 26, o site F5, vinculado ao jornal Folha de S. Paulo, noticiou que a TV Globo decidiu encerrar a afiliação da TV Gazeta após 48 anos, sendo substituída no primeiro semestre de 2024 por uma nova emissora, de propriedade do Grupo Nordeste de Comunicação (que controla a também afiliada TV Asa Branca em Caruaru, Pernambuco).[23] A decisão acabou acarretando numa longa disputa judicial entre as emissora alagoana e a rede durante os anos de 2023 e 2024, com a TV Gazeta tendo decisões favoráveis na justiça alagoana até março de 2025, quando a TV Globo venceu o processo no Superior Tribunal de Justiça.[24] Ficou estabelecido também um prazo de sessenta dias para que a emissora fechasse uma nova afiliação para substituir a rede.[25]
Por fim, em 19 de agosto de 2025, o STJ decidiu pela renovação do contrato com a rede no prazo de três anos, sem qualquer tipo de recurso, encerrando a disputa iniciada em 2023.[26] A TV Globo, porém, levou o caso ao STF no dia 24, reabrindo a batalha judicial, que envolveu também a Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério das Comunicações e da Procuradoria Geral da República (PGR), que começaram a questionar a constitucionalidade das decisões favoráveis à TV Gazeta e sobre o seu funcionamento.[27][28] Em 26 de setembro, o ministro do STF Luís Roberto Barroso acatou o manifesto da TV Globo e da PGR e anulou todas as sentenças favoráveis à TV Gazeta pelo STJ e no Tribunal de Justiça do Alagoas, autorizando a rede a se afiliar à TV Asa Branca.[29]
À 0h de 27 de setembro, a TV Gazeta deixaria definitivamente de ser afiliada à TV Globo, porém ignorou a decisão do STF e seguiu transmitindo a programação normal da emissora carioca, enquanto que por volta de 0h09, a TV Asa Branca Alagoas entrou oficialmente no ar.[30] Com isso, as duas passaram a retransmitir a TV Globo ao mesmo tempo.[31] A TV Gazeta alegou que não foi notificada da decisão inicial de Barroso, o que só aconteceu no dia 28. Por considerar a transmissão da programação pela antiga afiliada como "pirata", a TV Globo estudou mover uma ação judicial com pagamento de indenização pela desobediência.[32]
Emissora independente (setembro–novembro de 2025)
[editar | editar código]À tarde, após o encerramento da reapresentação da novela Terra Nostra, a TV Gazeta deixou definitivamente de transmitir a programação da rede, preenchendo seu espaço com institucionais em loop e reprises do programa Isso É Alagoas e de seus telejornais, além de transmissões ao vivo e reapresentação de alguns shows organizados, mas sem comunicar diretamente ao público a saída da Globo. Antes de transicionar para a programação independente, a TV Gazeta ainda havia exibido alguns episódios da Escolinha do Professor Raimundo em geração local.[33] No mesmo dia, o ALTV 2ª Edição passou a contar com uma hora de duração.
Com a saída das operadoras de TV por assinatura, que transmitiam a programação da estação devido à afiliação com a Globo, a TV Gazeta substituiu o canal Gazeta News nos canais 25 e 525 da Claro TV+ e mesclou na programação as atrações que eram exibidas em TV aberta com as do canal a cabo, voltando para o 17 e 517 no dia 1.° de outubro.
Em 28 de setembro de 2025, no horário em que era anteriormente exibido o Fantástico, a TV Gazeta estreou a Sessão de Cinema, anteriormente exibida na Gazeta News, com a exibição pirata do filme Bird Box, uma produção que é exclusiva do serviço de streaming Netflix em território nacional.[34] Com a exibição pirata, a plataforma anunciou uma abertura de processo contra o canal.[35] Em 29 de setembro, a emissora seguiu utilizando o grafismo e a trilha sonora padrões da TV Globo para os telejornais locais, infringindo os direitos autorais da rede carioca.[36] No mesmo dia, o Bom Dia Alagoas foi estendido até as 9h e ganhou uma segunda edição às 10h, seguida pelo ALTV 1ª Edição, que passou a ser iniciado às 11h. O Globo Esporte Alagoas foi substituído pela reestreia do Gazeta Esporte, com 1 hora de duração.[37] Na edição do ALTV 2ª Edição do mesmo dia, a vinheta e parte do grafismo padronizado com a Globo foram substituídos pelo logo comemorativo de 50 anos da TV Gazeta.[38]
A emissora também virou alvo de um processo aberto desde o dia 4 de setembro de 2025 pelo Ministério das Comunicações, pedindo a saída de Fernando Collor e Luís Pereira Amorim do quadro de sócios, sendo exigido um prazo de noventa dias para a execução da ação, contados a partir da data de abertura do caso. Caso houvesse descumprimento, o canal teria as suas concessões cassadas. O Ministério Público de Alagoas deu parecer favorável pelo afastamento de Collor no dia 28.[39][40]
Em 1.° de outubro de 2025, a Justiça de Alagoas concedeu liminar favorável à retirada de Fernando Collor do quadro acionário das empresas da Organização Arnon de Mello, acatando pedido feito pelo próprio ex-presidente para evitar a perda da concessão do canal 21 UHF de Maceió pela TV Gazeta de Alagoas e também das outorgas das emissoras de rádio do grupo.[41] Com isso, as quotas de 23,97% foram doadas a Caroline Serejo Collor de Mello, sua esposa, e a empresa passou a ser administrada por Fernando James Collor de Mello, seu filho.[42]
Caroline passou a deter a terceira maior quota da empresa, já que as irmãs de Collor, Ana Luiza (morta em 2013, que passou todos os seus bens, inclusive as ações na estação, para Collor) e Leda (morta em 2025), detém 30,59% e 30,60%, respectivamente. Outro irmão do político, Leopoldo (morto em 2013), detém 7,42%.[42] Leda e Leopoldo venderam suas quotas para o ex-presidente ainda em vida, e os herdeiros de Pedro Collor de Mello abriram mão das partes que lhes caberiam logo após a morte dele, em 1994. A emissora, no entanto, não atualizou a situação societária na Junta Comercial em nenhum dos casos, o que levou os inventariantes a deterem as quotas a eles correspondentes.[43]
Afiliação à Band (2025)
[editar | editar código]Em 30 de setembro de 2025, o Jornal Extra de Alagoas noticiou que haviam rumores de que a estação estaria negociando às pressas um acordo com a Band, uma vez que esta só tem presença em Alagoas através de uma repetidora da Band RN, mas, até aquele momento, não havia confirmação entre as duas partes.[44] Em 6 de outubro, o portal F5 confirmou a informação de que haviam negociações com a rede paulista, diante da improbabilidade de reversão da decisão de Barroso no STF.[45]
Já no dia 10 de outubro, alguns veículos de Alagoas anunciaram que a Gazeta já havia se acertado com a Band para transmitir a rede, mas que tudo dependeria da decisão do STF após a emissora alagoana ter aberto um último recurso para voltar à Globo.[46] A informação acabaria se confirmando no dia seguinte (11) e a mudança havia sido marcada para ocorrer já no dia 1.° de novembro, quando o canal tinha decidido desistir de abrir mais recursos para recuperar a afiliação com a emissora carioca.[47] Enquanto a transição não acontecia, a emissora foi ampliando a sua programação independente introduzindo novas atrações da GazetaNews. A afiliação representa o retorno de uma emissora parceira da Band no estado, que já havia retransmitido sua programação por meio da TV Alagoas (atual TV Ponta Verde) entre 1999 e 2007.
Porém, a afiliação à Band não aconteceu na data esperada e a emissora passou a aguardar o julgamento de um recurso no STF que pede o retorno de sua condição de afiliada da TV Globo, alegando possibilidade de falência.[48][49]
Sinal digital
[editar | editar código]| Canal virtual | Canal digital | Resolução de tela | Programação |
|---|---|---|---|
| 7.1 | 21 UHF | 1080i | Programação da TV Gazeta de Alagoas |
A TV Gazeta de Alagoas iniciou os testes do seu sinal digital em junho de 2010, durante a Copa do Mundo FIFA de 2010, através do canal 21 UHF, e em 29 de novembro lançou oficialmente suas transmissões digitais.[50] Em 26 de março de 2012 seus programas passaram a ser produzidos em alta definição.[8][9]
Transição para o sinal digital
[editar | editar código]Em 20 de maio de 2018, com base no decreto federal de transição das emissoras de TV brasileiras do sinal analógico para o digital, a TV Gazeta, bem como as outras emissoras de Maceió, cessou suas transmissões pelo canal 7 VHF, seguindo o cronograma oficial da Anatel.[51]
Programas
[editar | editar código]Diversos outros programas fizeram parte da grade da emissora, e foram descontinuados:[8][9]
- AL Esporte
- ALTV 1.ª Edição
- ALTV 2.ª Edição
- Boa Tarde Alagoas
- Esporte no 7
- G1 em 1 Minuto Alagoas
- Globo Esporte Alagoas
- Jornal Hoje - Edição local
- Jornal Nacional - Edição local
- Jornalismo Eletrônico
- O Mundo Maravilhoso da Criança
- Sábado Maior
- Terra e Mar
Referências
- ↑ «Como assistir à TV Gazeta de Alagoas ao vivo pela internet, na TV aberta e na TV por assinatura». Gazetaweb. 28 de setembro de 2025
- ↑ «Onde Alagoas se vê: TV Gazeta, um patrimônio de todos os alagoanos». Gazetaweb. 27 de setembro de 2025.
Em um sábado como este, 27 de setembro de 1975, o fundador Arnon de Mello colocava um ponto final na humilhante condição de Alagoas ser o único estado do Brasil a não ter uma emissora de televisão própria.
- ↑ «TV Gazeta de Alagoas comemora 39 de credibilidade e sucesso». g1. 26 de setembro de 2014.
No ano de 1975 surgiu a TV Gazeta pela mãos do jornalista e político Arnon de Mello. Visionário, ele trouxe para Alagoas a primeira emissora do estado com equipamentos modernos e grande estrutura.
- ↑ a b Siqueira, Vanessa (6 de outubro de 2025). «Esposa e filho de Collor assumem TV Gazeta após decisão do STF». Movimento Econômico
- ↑ «Justiça permite saída de Collor de ex-afiliada da Globo; filho vira diretor». UOL. 1 de outubro de 2025.
O juiz Erick Costa de Oliveira Filho, da 10ª Vara Cível de Maceió, autorizou a TV Gazeta, ex-afiliada da Globo em Alagoas, a retirar o ex-presidente Fernando Collor de Mello de seu quadro societário. Também foi autorizado afastar Luís Amorim da administração da empresa. No seu lugar, assumiu o filho de Collor, Fernando James. [...] Leda e Leopoldo venderam suas partes da TV para o ex-presidente ainda em vida. [...] Ana Luiza deixou um testamento passando todos os seus bens —inclusive a parte dela na empresa— para Collor. No caso de Pedro, os herdeiros alegam que, em comum acordo, abriram mão da parte que lhes caberiam das empresas do grupo logo após a morte dele.
- ↑ a b c Relatório do Canal (Relatório). Anatel
- ↑ Brasil, DECRETO No 74
.077, DE 16 DE MAIO DE 1974. - ↑ a b c d e f g h Ticianeli (8 de abril de 2019). «História da televisão em Alagoas». História de Alagoas
- ↑ a b c d e f g h Guilherme Lins dos Santos; Naftali de Oliveira Silva; Magnolia Rejane Andrade dos Santos (2016). A Televisão em Alagoas: da implantação à produção de conteúdo local (PDF) (Relatório). Maceió: Universidade Federal de Alagoas – via Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
- ↑ «Historia». Gazetaweb.com. Arquivado do original em 6 de maio de 2004
- ↑ «Siacco»
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- ↑ «Hoje a notícia é a greve dos jornalistas». Tribuna Hoje. 25 de junho de 2019. Consultado em 3 de maio de 2022
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