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Canal Futura

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Canal Futura
Fundação Educativa de Radiodifusão Futura
Canal Futura
Tipo Canal de televisão educativo
País Brasil
Fundação 22 de setembro de 1997 (26 anos)
por Roberto Marinho
Pertence a Globo[1]
Presidente José Roberto Marinho
Cidade de origem Rio de Janeiro, RJ
Sede Rio de Janeiro, RJ
Estúdios Rio de Janeiro, RJ
Slogan Educação: alimento para a vida
Formato de vídeo
Canais irmãos TV Globo
Página oficial futura.org.br
Disponibilidade aberta e gratuita
Disponibilidade por satélite
  • Canal 34
  • Canal 434 (HD)
Canal 35
  • Canal 34
  • Canal 534 (HD)
3947 MHz @ 17500 ksps, Vertical (Digital HDTV)[2]
Canal 60[nota 1]
Canal 03[nota 2][3]
Disponibilidade por cabo
  • Canal 34
  • Canal 534 (HD)
Canal 524 (HD)
Canal 86
Disponibilidade digital
Simulcast
Simulcast

Futura é um canal de televisão brasileiro. Pertence à Fundação Roberto Marinho, instituição educativa privada do conglomerado de mídia Grupo Globo.[4] Foi inaugurado pelo jornalista Roberto Marinho em 22 de setembro de 1997 na cidade do Rio de Janeiro, capital do estado homônimo. Seu sinal, programado pelo Canais Globo, pode ser captado em todo o Brasil através de canais de operadoras de TV por assinatura e de antenas parabólicas digitais, além de ter como parceiras TVs abertas que retransmitem sua programação em algumas localidades do país.[5]

História[editar | editar código-fonte]

Foi criado em 1997, como um projeto da Fundação Roberto Marinho.[6] Desde então, o canal tem se tornado referência como um projeto de educação e experiência relevante de investimento social privado. O Futura foi criado para levar a toda a população brasileira, em especial às camadas populares, conhecimento que possa ser aplicado ao cotidiano, propondo e gerando transformações para uma melhor inserção no mercado de trabalho, na vida familiar, escolar e social.[7]

O Canal Futura é responsável pela concepção e supervisão dos programas que exibe. O modelo de produção adotado pelo Canal é de terceirização, contratando produtoras que contribuam criativamente para a realização dos programas.

O Futura é mantido financeiramente pelos seguintes parceiros mantenedores: FIESP, SESI, Fundação Bradesco, Fundação Itaú Social, Globo e Grupo Votorantim.

Em 21 de julho de 2006, o Futura começou a ser retransmitido em canal aberto em partes da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, através do canal 18 UHF de São Gonçalo.[8]

Em 8 de dezembro de 2008, a emissora inicia a exibição do Sítio do Picapau Amarelo, da Globo.[9]

Público-alvo[editar | editar código-fonte]

O Futura é voltado, preferencialmente, para as classes C e D, e tem como público alvo os jovens, trabalhadores, donas de casa e educadores. Sua meta é que todas as produções exibidas possam ser vistas e utilizadas pelo mais amplo leque de pessoas, da cidade e do campo.[6]

Até 2015, o canal também era fortemente focado no público infantil, transmitindo desenhos animados de forma semelhante à TV Cultura, porém, os mesmos foram removidos. De acordo com os representantes, a razão foi porque o canal passou a se focar em jovens acima de 12 anos e educadores, embora um dos principais motivos também deva-se à Globosat ter passado a migrar seu conteúdo infantil para os canais Gloob e Gloobinho neste período. As últimas grandes estreias haviam sido Jimmy Neutron e Go Diego Go. No entanto, entre 2017 e 2018 o canal transmitiu a animação francesa Gaston.[10] Em 2020, o canal estreou a animação brasileira WeeBoom.[11] Em 2021, o Canal Futura voltou com sua programação infantil.[12]

Emissoras[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

O sinal do Futura é programado pelo Grupo Globo e distribuído gratuitamente pelas operadoras Claro TV e Sky para instituições interessadas.[13] O canal também é retransmitido através de antenas parabólicas digitais.

Desde janeiro de 2024, passou a ser transmitida pela TV Asa Branca de Maceió, de forma provisória, enquanto a Globo tenta encerrar uma parceria de 50 anos com a TV Gazeta de Alagoas, emissora de Fernando Collor.

Notas e referências

Notas

  1. Disponível somente em receptores do sistema SAT HD Regional
  2. Disponível somente em receptores do sistema Nova Parabólica

Referências

  1. «Todas as marcas». Somos Globo. Consultado em 10 de março de 2023. Todas as marcas: TV Globo, Globoplay, Globo.com, G1, GE, Gshow, Cartola, Receitas, Giga Gloob, Globo Filmes, GNT, Multishow, SporTV, Globonews, Premiere, Futura, Combate, Viva, Canal Off, Gloob, BIS, Modo Viagem, Gloobinho, Telecine, Canal Brasil, Universal TV, Syfy, Megapix, Studio Universal, Sexy Hot, For Man, Playboy, Venus, Sextreme. 
  2. Hugo Rosas (19 de fevereiro de 2021). «Canal Futura em nova frequência na parabólica». Canal Futura. Consultado em 29 de maio de 2024 
  3. «Quais canais dá pra assistir com o novo equipamento?». Nova Parabólica. Consultado em 29 de maio de 2024 
  4. «Mantenedores Canal Futura». Canal Futura 
  5. «Identidade Brasil». Academia Brasileira de Letras. 12 de março de 2018. Consultado em 16 de janeiro de 2019 
  6. a b «Identidade Brasil». Academia Brasileira de Letras. 12 de março de 2018. Consultado em 16 de janeiro de 2019 
  7. RIO, por HDTV. «Futura deixa TV Aberta e se torna canal pago». infoTV.RJ | Notícias da TV Digital e Rádio no Rio de Janeiro. Consultado em 29 de janeiro de 2019 
  8. Lilian Fernandes (21 de julho de 2006). «Canal Futura é aberto em Niterói e Zona Norte do Rio». O Globo. Consultado em 13 de setembro de 2020 
  9. «Séries Clássicas – O Sítio do Picapau Amarelo | Nova Temporada». VEJA.com. Consultado em 16 de janeiro de 2019 
  10. http://www.infoanimation.com.br/2017/09/animacao-francesa-gaston-estreia-no.html
  11. http://www.infoanimation.com.br/2020/02/serie-brasileira-weeboom-estreia-no.html
  12. «Canal Futura volta com sua programação infantil» 
  13. «TV Futura». Consultado em 29 de janeiro de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]