Sexy Hot

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Sexy Hot
Fundação 10 de dezembro de 1996 (24 anos)
Pertence a Playboy do Brasil Entretenimento
Proprietário Grupo Globo e Playboy do Brasil Entretenimento
Slogan Prazer Explícito
Formato de vídeo 480i (SDTV)
Nome(s) anterior(es) SmarTV Hot (1996-1997)
Página oficial http://www.sexyhot.com.br/
Disponibilidade por satélite
Vivo TV
Canal 169
Claro TV
Canal 285
Sky
Canal 270
Oi TV
Canal 150
Canal 371 (satélite SES-6)
Disponibilidade por cabo
Claro TV
Canal 285
Vivo TV
Canal 193
TV Alphaville
Canal 128
Ver TV
Canal 133

Sexy Hot é um canal de televisão adulto brasileiro, comercializado como assinatura ou pay-per-view em operadoras de TV por assinatura. É o primeiro canal com conteúdo adulto (erótico e explícito) da televisão brasileira. A programação é direcionada para público hardcore e heterossexual. Exibe filmes pornográficos nacionais e estrangeiros, além de programas de produção própria.

Criado em 1996, é o único canal do grupo Playboy do Brasil Entretenimento feito no país, já que os outros (Playboy TV, Sextreme e Venus) são sediados na Argentina. Sua sede é no prédio do Grupo Globo no Rio de Janeiro.

O canal tem muita popularidade com o público feminino. Ainda em 2010, as mulheres já eram a maioria dos assinantes.[1] Atualmente, elas são 54% dos assinantes do canal.[2] A maior parte da equipe de produção também é de mulheres.[1] [1]

Programação[editar | editar código-fonte]

Além de exibir filmes nacionais e internacionais, com destaque para a produção brasileira e americana, o canal também exibe:

  • Inter Sexy: Uma faixa especial onde são sugeridas duas seleções com 4 filmes cada um (sempre com algum tema em comum), seja um ator, atriz ou fetiche. E o assinante poderá votar (no site) o tema que mais lhe agradar e que deverá ser exibido.
  • Sessão Dupla: Faixa de filmes inéditos do canal, exibido nos sábados e domingos a partir das 22:00. Sempre com um filme seguido do outro.

Conteúdo Online[editar | editar código-fonte]

A programação do canal também pode ser acessada via internet, no site do Sexy Hot, por meio de pagamento de assinatura mensal ou login e senha da operadora do assinante.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Marina Caruso e Andréa Dip (6 de janeiro de 2010). «Pornografia para mulheres». Revista Quem. Editora Globo. Consultado em 17 de janeiro de 2017 
  2. Alquas, Gisele (5 de janeiro de 2017). «Canal Sexy Hot encerra incrições para filmes pornô em menos de 24 horas». UOL. Consultado em 17 de janeiro de 2017 
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