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Maragogi

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Não confundir com Maragogipe.
Maragogi
Município do Brasil
Hino
Gentílico maragogiense
Localização
Localização de Maragogi em Alagoas
Localização de Maragogi em Alagoas
Localização de Maragogi em Alagoas
Maragogi está localizado em: Brasil
Maragogi
Localização de Maragogi no Brasil
Mapa
Mapa de Maragogi
Coordenadas 9° 00′ 31″ S, 35° 13′ 20″ O
País Brasil
Unidade federativa Alagoas
Municípios limítrofes Japaratinga, Porto Calvo e Jacuípe, em Alagoas; Barreiros e São José da Coroa Grande, em Pernambuco.
Distância até a capital 125 km
História
Fundação 24 de abril de 1875 (150 anos)
Emancipação 1892
Administração
Prefeito(a) Daniel Mendes (Dani) De Vasconcelos Ferreira[1][2] (PP, 2025–2028)
Características geográficas
Área total [3] 335 km²
População total (Censo IBGE/2022[4]) 32 174 hab.
 • Estimativa (est. 2025) 33 269 hab.
Densidade 96 hab./km²
Clima tropical úmido (As)
Altitude 5 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010[5]) 0,574 baixo
PIB (IBGE/2008[6]) R$ 101 126,375 mil
PIB per capita (IBGE/2008[6]) R$ 3 813,21
Sítio https://maragogi.al.gov.br/ (Prefeitura)
https://www.maragogi.al.leg.br/ (Câmara)

Maragogi[nota 1] é um município da Microrregião do Litoral Norte Alagoano, na Mesorregião do Leste Alagoano, no estado de Alagoas, Brasil, situando-se a cerca de 130 quilômetros (pelas rodovias) da capital do estado, Maceió.[7][8][9]

Sua população segundo o Censo 2022 era de 32.174 pessoas, com uma estimativa em 2025 de 33.269.[10].

O município é um dos oito municípios alagoanos que fazem parte da Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais (APACC).[11]

Etimologia

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"Maragogi" é oriundo do tupi antigo maragûaóîy, que significa "rio dos gatos-do-mato" (maragûaó, "gato-do-mato" + îy, "rio").[12]

História

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Por volta do ano 1000, a maior parte do atual litoral brasileiro, incluindo o atual município de Maragogi, foi invadida por povos tupis procedentes da Amazônia. Eles expulsaram os antigos habitantes, os chamados tapuias, para o interior do continente. No século XVI, quando os primeiros exploradores europeus chegaram à região, ela era ocupada pela tribo tupi dos caetés.[13]

O início da colonização das terras que hoje correspondem a Maragogi coincide com o início da introdução da cana-de-açúcar no litoral nordestino, por iniciativa da capitania de Pernambuco. O terceiro donatário, chamado Jorge de Albuquerque Coelho, concedeu uma sesmaria para o alemão Christopher Linz entre os anos de 1575 e 1585 que se estendia desde a foz do rio Manguaba até o cabo de Santo Agostinho.[14]

Linz recebeu o terreno como reconhecimento de seus serviços à Coroa portuguesa no processo de colonização, auxiliando na morte de indígenas.[14]

Guerra dos Cabanos

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Maragogi também foi palco da Guerra dos Cabanos, que começou como um movimento restaurador armado, que tinha por objetivo trazer de volta ao trono do Brasil o Imperador D. Pedro I, que renunciara e voltara para Portugal. A guerra inicia-se entre maio e junho de 1832, com os levantes de Antônio Timóteo de Andrade, em Panelas de Miranda, no agreste pernambucano, e João Batista de Araújo, na praia de Barra Grande, hoje povoado do município de Maragogi. Em 26 de outubro de 1832, tropas provinciais matam em combate, no reduto do Feijão, o líder Antônio Timóteo de Andrade e o Almirante Tamandaré prende o líder João Batista de Araújo em sua casa, na praia de Barra Grande. Entre novembro de 1832 e janeiro de 1834, a chefia da guerra passa para as forças populares, sendo o comandante geral da insurreição Vicente de Paula. São erguidos os primeiros arraiais guerrilheiros nas matas de Imbiras, Barras de Piabas e Piabas.

Os Cabanos, numa manobra guerrilheira tentam tomar o povoado de Barra Grande, mas são postos em fuga pelas tropas provinciais acantonadas ali. Recuam sob forte tiroteio até o povoado de Gamela (hoje cidade de Maragogi), e de lá chegam à praia de São Bento, onde os Cabanos feridos à bala se curavam e pescavam. Ocorre então a matança de São Bento, tendo as tropas provinciais morto à bala e à faca todos os Cabanos encontrados.

Os negros papa-méis (assim chamados os negros que fugiam da escravidão dos engenhos e se escondiam nas matas) aderem à insurreição e mudam os rumos da guerra: lutam os Cabanos agora pela libertação dos escravos, atacando inclusive os engenhos de açúcar e ocupam terras onde constroem seus arraiais guerrilheiros. A guerra termina com a prisão de Vicente de Paula, em 1850, que foi levado para a ilha-presídio de Fernando de Noronha.

De Gamela à Maragogi

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Nos últimos anos do século XIX, a região hoje pertencente ao município de Maragogi era lugar de um povoado chamado Gamela, pertencente ao município de Porto Calvo. Em 1875, Gamela foi elevado à posição de vila, trocando de nome para Isabel. Em 1892, emancipou-se de Porto Calvo, recebendo seu nome atual.[14]

Desativação de minas terrestres

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Em 10 de maio de 2010, foi encontrada uma mina marítima durante uma obra de saneamento na cidade. A mina havia sido feita pela marinha brasileira durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) para proteger o litoral do Brasil. Com o fim da guerra, não tendo sido detonada, os militares brasileiros a enterraram perto da praia.[15] O que esperava-se ser uma botija holandesa com moedas de prata, por conta da rica história de conflitos entre portugueses e neerlandeses, chegou a ser perfurado mas, por sorte, não explodiu.[16]

A partir de então, oficiais da marinha e até especialistas do Batalhão de Operações Especiais iniciaram a prospecção de pelo menos mais sete minas, terrestres e aquáticas.[17] O consenso é de que todas foram plantadas após o ataque de submarinos alemães a um navio mercante brasileiro próximo de Porto de Pedras, que é município vizinho, durante a Segunda Guerra.[17][18][19]

Geografia

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Hidrografia

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Maragogi pertence a décima quinta região hidrográfica do estado, formada pelas bacias dos rios Tatuamunha, Manguaba, Salgado, Maragogi, dos Paus, Tabaiana e Persinunga. Desses, apenas quatro (Salgado, Maragogi, dos Paus e Tabaiana) banham o município.[20]

O rio Salgado, com maior bacia em área (245,3 km²) dentre os rios da região hidrográfica mencionada, é notável por formar a divisa de Maragogi com o município vizinho de Japaratinga. De fato, o rio se situa próximo às sedes municipais de ambos os municípios e do povoado de São Bento, pertencente à Maragogi.[20]

Vegetação

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Segundo a classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Maragogi se encontra numa área de Mata Atlântica. O município também faz parte da Reserva da biosfera da Mata Atlântica no estado com duas áreas de conservação, as reservas Bosque e Cachoeira.[21][22]

Na classificação climática de Köppen-Geiger, Maragogi se situa numa área de clima tropical úmido, de sigla "As".[20]

Além disso, dados do Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) mostram que a localidade apresenta uma média pluviométrica anual de 1397,0 mm[23] e temperatura média anual de 25,5 °C.[24]

Dados climatológicos para Maragogi
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 32,6 32,4 32,4 31,5 29,8 28,7 28,1 28,4 29,3 30,8 32,0 32,5 30,7
Temperatura média (°C) 26,7 26,7 26,8 26,2 25,1 24,2 23,5 23,6 24,3 25,5 26,1 26,7 25,5
Temperatura mínima média (°C) 21,4 21,4 21,6 21,2 20,7 19,9 19,0 18,6 19,3 20,2 20,7 21,1 20,4
Precipitação (mm) 70,0 102,9 146,2 193,2 192,0 186,8 209,9 103,9 62,2 42,6 40,5 44,1 1 397,0
Fonte: Departamento de Ciências Atmosféricas da UFCG.[23][24][25][26]

Início e ascensão

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O início das atividades turísticas em Maragogi se deram por volta da década de 1980, com a aquisição de segundas residências por veranistas vindos de municípios próximos como Palmares, Caruaru, Recife e Maceió. Posteriormente, entre o fim da década de 1980 e o começo dos anos 1990, a atividade turística na região se intensificou com a abertura do hotel Salinas de Maragogi, em 1989.[11]

Hoje, o município é um reconhecido polo turístico, alcançando o posto de principal destino turístico no litoral Norte de Alagoas em 2022.[27]

A cidade dispõe de uma ótima infraestrutura hoteleira. Entre dois casos notáveis, temos o Salinas de Maragogi, do Grupo Amarante, reconhecido pelo Traveler's Choice 2016 como o melhor hotel all-inclusive da América do Sul[28], e o Grand Oca Maragogi Beach & Leisure Resort.

Praias e piscinas naturais

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Uma característica procurada da praia de Barra Grande é seu acesso, em maré baixa, às piscinas naturais, chamadas "Galés".

As praias de Maragogi possuem como características notáveis as águas claras, de aspecto cristalino, e poucas ondas. Se destacam as praias de São Bento, com suas formações coralinas ("C'roas de São Bento"), Camacho, Burgalhau, Barra Grande, Xaréu (ou "da Bruna") e a Central, situada próxima ao centro da cidade.[29]

Peixe-papagaio fotografado nas piscinas naturais de Maragogi, 2014.

Uma característica da região costeira de Maragogi, que inclusive a colocou no mapa do turismo internacional, é a presença de piscinas naturais, chamadas "Galés de Maragogi". Essas piscinas se formam em períodos de maré baixa a uma distância de aproximadamente seis quilômetros da costa e possuem visita rigidamente controlada para preservação do ecossistema.[30]

Trilha do Visgueiro

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Visgueiro na Trilha do Visgueiro, 2018.

Um ponto notável do turismo ecológico da cidade é a chamada Trilha do Visgueiro, de seis quilômetros de extensão e situada entre uma reserva de mata atlântica e o assentamento agrário Água Fria.[31][32]

A trilha tem sua denominação originada dos inúmeros visgueiros que cercam o trajeto e, notavelmente, do chamado Gran Visgueiro, que possui cerca de 500 anos de idade, 22 metros de altura e raízes que se estendem num raio de 50 metros.[32]

Festival de Velas em Maragogi

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Na área esportiva, a cidade sedia o Festival de Velas em Maragogi desde 2021, contando com diversas modalidades esportivas como Slalon, jangadas e windsurfe, no Pontal do Maragogi. O Festival é organizado pela Associação de Windsurf de Alagoas (AWA) e foi idealizado pelo velejador e ex-vice-campeão mundial de windsurfe Marcelo Lacerda.[33][34]

Festivais

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Entre os eventos locais, destacam-se o Festival da Mariscada[35], a festa da Emancipação[36], a de São Benedito (Peroba)[37], a de Nossa Senhora da Guia (Barra Grande)[38] e a de São Bento[39].

Anualmente também ocorria o chamado Festival da Lagosta, que teve sua última edição em 2020 e parece ter entrado em hiato desde então.[40]

Notas

Referências

  1. «Eleições 2024: Dani, do PP, é eleito prefeito de Maragogi no 1º turno». G1. Consultado em 1 de janeiro de 2025 
  2. «Dani 11 para prefeito de Maragogi em 2024: Biografia e Propostas». O Tempo. Consultado em 1 de janeiro de 2025 
  3. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  4. https://cidades.ibge.gov.br/brasil/al/maragogi/panorama
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 4 de setembro de 2013 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  7. «Microrregiões do Estado de Alagoas - [PNG] Mapa de Microrregiões (2° Edição) - Alagoas em Dados e Informações». dados.al.gov.br. Consultado em 3 de dezembro de 2025 
  8. Alagoas, Secretary of Planning and Economic Development of (7 de junho de 2023), English: Official map of all the administrative microrregions of Alagoas state, Brazil., consultado em 3 de dezembro de 2025 
  9. Carvalho, Rafael (9 de setembro de 2022). «Como ir para Maragogi saindo de Maceió ou Recife; veja dicas». Esse Mundo É Nosso. Consultado em 3 de dezembro de 2025 
  10. «Maragogi (AL) | Cidades e Estados | IBGE». www.ibge.gov.br. Consultado em 3 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 3 de maio de 2025 
  11. a b de Oliveira, Renata Firmino; Turismo e Meio Ambiente no Destino Maragogi, Alagoas (Maceió, 2023); Trabalho de Conclusão de Curso, Universidade Federal de Alagoas. Disponível em https://www.repositorio.ufal.br/bitstream/123456789/12588/1/Turismo%20e%20meio%20ambiente%20no%20destino%20Maragogi%2C%20Alagoas.pdf
  12. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 586.
  13. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição revisada. São Paulo. Ática. 2003. p. 19.
  14. a b c Kaspary, Manuela Grace de Almeida Rocha; "Desenvolvimento turístico e desenvolvimento local no município de Maragogi, Alagoas" (2012); Dissertação de Mestrado; UFAL. Disponível em: https://www.repositorio.ufal.br/bitstream/riufal/736/1/Dissertacao_ManuelaGraceDeAlmeidaRochaKaspary_2012.pdf
  15. http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=alagoas&cod=14005
  16. Força Aérea chega a Maceió para retirada das minas achadas em Maragogi - Jornal O Globo
  17. a b Bom Dia Brasil - Força-tarefa não encontra minas da 2ª Guerra em Maragogi (AL)
  18. http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=213472
  19. http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=alagoas&cod=13872
  20. a b c «Wayback Machine» (PDF). transparencia.maragogi.al.gov.br. Consultado em 3 de dezembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 3 de dezembro de 2025 
  21. Azevedo, Ana Laura Moura dos Santos. «IBGE - Educa | Jovens». IBGE Educa Jovens. Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  22. «Wayback Machine» (PDF). www.rbma.org.br. Consultado em 4 de dezembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 11 de julho de 2025 
  23. a b Departamento de Ciências Atmosféricas (1911–1990). «Chuva Mensal e Anual de Alagoas». ufcg.edu.br. Consultado em 4 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2019 
  24. a b Departamento de Ciências Atmosféricas. «Temperatura Média Mensal e Anual de Alagoas». ufcg.edu.br. Consultado em 4 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2019 
  25. Departamento de Ciências Atmosféricas (1911–1990). «Temperatura Máxima Mensal e Anual de Alagoas». ufcg.edu.br. Consultado em 4 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2019 
  26. Departamento de Ciências Atmosféricas. «Temperatura Mínima Mensal e Anual de Alagoas». ufcg.edu.br. Consultado em 4 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2019 
  27. Nealdo, Carlos (18 de março de 2025). «Turismo em Alagoas bate novo recorde e impulsiona economia do estado». Portal oficial do Governo do Estado de Alagoas. Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  28. Redação (9 de novembro de 2016). «Salinas do Maragogi (AL) é eleito melhor hotel All Inclusive da América do Sul». Revista Hotéis. Consultado em 3 de dezembro de 2025 
  29. Claudio, Bulgarelli. «Conheça um pouco das praias de Maragogi». Tribuna Hoje. Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  30. Bruno, Vitor (3 de dezembro de 2025). «O Caribe brasileiro existe e tem praias tão bonitas quanto as fotos prometem». Oeste Geral. Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  31. «FOTOS: Veja imagens da Trilha do Visgueiro, em Maragogi». g1. Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  32. a b «Árvore gigante atrai turistas à Trilha do Visgueiro em Maragogi, Alagoas». Alagoas. 19 de fevereiro de 2014. Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  33. «O Festival – adventure». festivaldevelasmaragogi.com.br. Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  34. Santos, Larissa. «Secretaria de Turismo de Alagoas promove IV Festival de Velas em Maragogi». Portal oficial do Governo do Estado de Alagoas. Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  35. «Festival da Mariscada 2025 já faz história no primeiro dia de festa em Maragogi – Prefeitura de Maragogi». Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  36. «Maragogi dá início às comemorações pelos 150 anos com inaugurações na zona rural e show especial de Eliana Ribeiro – Prefeitura de Maragogi». Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  37. «Festa de São Benedito em Peroba, Maragogi». Visão De Alagoas. 11 de outubro de 2022. Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  38. Redação (26 de janeiro de 2022). «Festa de Nossa Senhora da Guia: cultura, história, amor e devoção». Maragogi News. Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  39. «Festa de São Bento é iniciada em Maragogi». G1. Consultado em 4 de dezembro de 2025 
  40. Bulgarelli, Claudio. «Festival da Lagosta de Maragogi abre inscrições para chefs e restaurantes». Tribuna Hoje. Consultado em 4 de dezembro de 2025 

Ligações externas

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