Girau do Ponciano

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Girau do Ponciano
  Município do Brasil  
Símbolos
Bandeira de Girau do Ponciano
Bandeira
Brasão de armas de Girau do Ponciano
Brasão de armas
Hino
Lema "Cidade Progresso"
Gentílico girauense / ponciense
Localização
Localização de Girau do Ponciano em Alagoas
Localização de Girau do Ponciano em Alagoas
Mapa de Girau do Ponciano
Coordenadas 9° 53' 02" S 36° 49' 44" O
País Brasil
Unidade federativa Alagoas
Região metropolitana
do Agreste
Municípios limítrofes Campo Grande, Craíbas, Feira Grande, Jaramataia, Lagoa da Canoa e Traipu
Distância até a capital 159 km
História
Fundação 01 de Janeiro de 1959 (61 anos)
Administração
Prefeito(a) David Barros (PTB, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [1] 502,150 km²
População total (IBGE/2015[2]) 40 519 hab.
Densidade 80,7 hab./km²
Clima Não disponível
Altitude 244 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
CEP 57360-000
Indicadores
IDH (PNUD/2000[3]) 0,536 baixo
PIB (IBGE/2008[4]) R$ 105 952,798 mil
PIB per capita (IBGE/2008[4]) R$ 2 922,84
Outras informações
Padroeiro(a) Nossa Senhora da Imaculada Conceição
Sítio http://www.giraudoponciano.al.gov.br/ (Prefeitura)
Sede do município de Girau do Ponciano-AL

Girau do Ponciano[nota 1] é um município brasileiro localizado no estado de Alagoas. Pertencente à Mesorregião do Agreste Alagoano e à Microrregião de Arapiraca, localiza-se a oeste da capital do estado, distando desta cerca de 159 quilômetros. O IBGE estimou em 40.588 habitantes para o ano de 2018,[5] sendo assim o 15º mais populoso do estado de Alagoas e o terceiro de sua microrregião. Está a 1 367 quilômetros de Brasília, a capital federal e a cidade é próxima da cidade de Arapiraca a segunda maior cidade de Alagoas. Sua área é de 504,3 km², sendo que 1,2970 km² estão em perímetro urbano.[6] Girau do Ponciano encontra-se a 28,1 km da cidade de Traipu, que fica às margens do rio São Francisco. O clima é o subúmido seco. O índice pluviométrico é de 686 mm por ano.[7]

História[editar | editar código-fonte]

Girau do Ponciano, antigamente denominado Belo Horizonte e depois como vila Ponciano, figurou como distrito no município de Traipu até a lei estadual nº 2101 de 15 de julho de 1958 elevou o distrito à categoria de município que foi instalado em 1 de janeiro de 1959.[8]

O início[editar | editar código-fonte]

No lugar onde atualmente está edificada a cidade de Girau do Ponciano, chegaram, em data não conhecida, as três pessoas que são consideradas as responsáveis pela fundação do núcleo populacional original. Eram dois homens e uma mulher, de procedência ignorada. Os registros guardaram o nome de apenas um deles: Ponciano.

Os pioneiros fundaram uma propriedade no local para exploração da agricultura. Porém, algum tempo depois, somente Ponciano permaneceu no lugar: um dos homens fixou-se em Tapagem de Traipu e a mulher transferiu-se para Jequiá da Praia. Ponciano, exímio caçador, permaneceu no local e continuou sua atividade de caça, que era abundante naquelas paragens.

Depois de alguns anos, uma senhora chamada Cidade Rodrigues e seus filhos Manoel e Antônio ali implantaram uma nova propriedade, levando maior movimentação ao núcleo populacional. O rápido progresso da localidade deveu-se à fertilidade de suas terras, bem como à chegada de novos proprietários.

A primitiva denominação do povoado era Belo Horizonte, mas, por volta de 1912, sua toponímia foi mudada para Vila Ponciano, pois já apresentava o aspecto de uma próspera comunidade. Contudo, oficialmente a mudança de nome de Belo Horizonte para Ponciano deu-se por meio do Decreto-Lei estadual nº 2909, de 30 de dezembro de 1943[9], que também modificou a toponímia de diversas povoações em Alagoas, após os trabalhos de uma comissão criada com o objetivo de estudar as denominações de vilas e cidades no Estado e propor mudanças toponímicas de modo a evitar repetição de nomes (o estudo e as futuras mudanças foram realizados para atender o Decreto-Lei federal nº 5.901, de 21 de outubro de 1943).[1]

Em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro 1936 e 31 de dezembro de 1937, Belo Horizonte figura no município de Traipu. Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1955, Ponciano ainda estava contida no mapa de Traipu.

A emancipação[editar | editar código-fonte]

O desenvolvimento cada vez maior fez com que alguns líderes locais iniciassem um movimento em prol da emancipação política da vila, o que veio a ocorrer em 1959. Dentre os líderes da independência, destacaram-se Filadelfo Firmino de Oliveira, Manoel Firmino de Oliveira, Amaro José Bezerra, Júlio Bispo dos Santos, Pedro Lima de Oliveira, Manoel João Neto, Vicente Ramos da Silva, Luiz de Albuquerque Lima e Luiz Bispo dos Santos. Mesmo os moradores de Traipu não gostando da ideia emancipacionista, pois iriam perder um distrito que lhes trazia bons rendimentos, a vila acabou sendo elevada à categoria de Município autônomo com o nome de Girau do Ponciano, por meio da lei estadual nº 2.101, de 15 de julho de 1958. Desmembrado de Traipu, Girau foi instalado oficialmente em 1º de janeiro de 1959. Depois da emancipação, assumiram o governo municipal, em caráter provisório, dois prefeitos nomeados: José Pinheiro (1958-1959) e Manoel João Neto (1959-1962).[10]

Na primeira eleição para prefeito, o povo escolheu Vicente Ramos da Silva, que governou de 1962 a 1966.

A passagem de Lampião pelo Município[editar | editar código-fonte]

Certo dia, por volta das 10:00 horas da manhã, no ano de 1938, Lampião chegou a Vila Ponciano, atual cidade de Girau do Ponciano. Na sua chegada, Lampião passou pela casa do senhor Manoel João Neto, o qual ele apelidou de Santinho, por ele ter pedido a Lampião para não incendiar duas lojas de tecidos,mas sim dar os produtos ao povo, pois Lampião veio à procura de dois comerciantes da localidade, os quais eram os donos dessas lojas (que conseguiram fugir às pressas). Após distribuir os tecidos ao povo, Lampião e seus cangaceiros estavam se preparando para partir, foi então que houve a chegada da Volante (que já vinha no encalço), assim houve um pequeno tiroteio seguido da partida de Lampião e seus cangaceiros para destino ignorado. Segundo relatos dos moradores da época, um dos tiros efetuado pelos cangaceiros veio a atingir a cruz em frente à igreja matriz.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localizado na Mesorregião do Agreste Alagoano e na Microrregião Geográfica de Arapiraca, o município de Girau do Ponciano limita-se ao norte com Jaramataia e Craíbas, ao sul com Campo Grande e Traipu, a leste com Craíbas e Lagoa da Canoa e a oeste com Traipu.

Natureza[11][editar | editar código-fonte]

Girau possui rico patrimônio natural. São exemplos os seguintes acidentes geográficos: Riacho Salgado, Lagoa Girau, Açude Salobro Grande e Serra das Cabaças. Também fazem parte desse patrimônio alguns minerais, dentre eles, a pedra calcária. Quanto à sua fauna original, o município apresenta tamanduás, veados, tatus e diversas espécies de aves.

População[editar | editar código-fonte]

Em 2010, a população era de 36.600 pessoas. Já em 2018, segundo projeção do IBGE, a população seria de 40.588[12] habitantes, crescimento de aproximadamente 10,6% em relação aos números do último censo.

EVOLUÇÃO POPULACIONAL (IBGE)
ANO POPULAÇÃO
2000 29.574
2010 36.600
2018 40.588


Educação[editar | editar código-fonte]

A exemplo do que ocorre no estado de Alagoas, Girau do Ponciano tem alto índice de analfabetismo. Em 2000, mais de 50% de sua população não tinha nenhum grau de escolaridade. Apesar disso, Girau é uma das poucas cidades alagoanas, se não a única, a ter escola de ensino médio na zona rural, a Escola José Enoque de Barros, nome do prefeito da cidade que construiu a unidade escolar. A escola foi, desde sua criação em 1986 até o ano de 2000, gerida pelo Município, até que passou para o controle do Estado de Alagoas. A Escola José Enoque de Barros tem servido já há muitos anos a estudantes de outros municípios, como Traipu, Lagoa da Canoa e Craíbas.

Saúde[editar | editar código-fonte]

Girau conta um Hospital Municipal, que leva o nome do ex-prefeito José Enoque de Barros, que construiu a unidade da década de 80. Possui quase 20 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e em breve ganhará um Laboratório Municipal para realização de exames. A cidade ainda conta com equipes do NASF e do programa Melhor em Casa do Governo Federal. No ano 2020 Girau se destacou como uma das cidades mais rápidas no combate a COVID-19 durante a pandemia que afetou o mundo, com a criação de um Hospital de Campanha, sendo a primeira cidade do interior de Alagoas a iniciar os trabalhos de prevenções ao vírus.

Saneamento básico[editar | editar código-fonte]

Segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), Girau do Ponciano, em 2006, possuía uma rede de abastecimento de água com extensão de 56,1 km. O município possuía uma das maiores redes entre os municípios do interior de Alagoas. Contudo, de janeiro de 2006 até dezembro de 2012, isto é, durante 7 anos, a rede manteve-se estagnada. Em verdade, nesse período, a expansão da rede de abastecimento tinha sido de apenas 30 metros. Ainda segundo o SNIS, de 2013 a 2016, ocorreu aumento de somente 2,26 km, e de 2017 a 2018, a rede cresceu na ordem de 2,88 km somente. [13]

EXPANSÃO DA REDE DE ÁGUA - 2006 A 2018 (FONTE: SNIS) GESTÃO MUNICIPAL
Anterior a 2006 Não há informação disponível -
2006 a 2008 0,03 km David Barros
2009 a 2012 0,00 km David Barros
2013 a 2016 2,26 km Fábio Aurélio
2017 a 2018 2,88 km David Barros

A água que abastece a cidade vem do rio São Francisco por meio da Adutora do Agreste, localizada no Morro do Gaia, na cidade de São Brás. O serviço de abastecimento de água é prestado pela Companhia de Saneamento de Alagoas (CASAL), que firmou contrato de prestação do serviço com o Município, em 2012. Grande parte das áreas rurais ainda não recebem água tratada e a expansão da rede de abastecimento tem sido muito lenta. Em 12 anos (2006-2018), o aumento na rede foi de apenas 5,17 km, conforme dados do SNIS. Se comparado com outros municípios da região, esse número é muito baixo. O município de Craíbas, por exemplo, no mesmo período teve um aumentos de 118 km em sua rede. Outro exemplo é o município de Jaramataia, que mesmo tendo um território e uma população muito menores que os de Girau do Ponciano, expandiu sua rede de água em 47,3 km, no mesmo período.

Apesar de alguns povoados da área rural possuírem rede de tubulação de água, parte desses povoados não têm recebido o fornecimento de água há anos, como é o caso do povoado Lagoa do Mel, por exemplo. Os povoados Desidério e Lagoa Grande dos Paulinos, apesar de terem a rede desde o início dos anos 2000, tiveram o fornecimento interrompido por cerca de uma década e somente no início de 2020 voltaram receber água da CASAL. Por causa dessa falta de fornecimento de água ou de fornecimento precário, muitos moradores precisam recorrer aos caminhões-pipa, ora pagando pela água ora recebendo água fornecida pelo governo. No rol dos povoados que mais sofrem com a falta de água, estão Assentamento Dom Élder Câmara (conhecido como 7 Casas), Balanças, Lagoa do Mel, Pitubas, Lagoa de Dentro, Salobro. Essa situação se torna de difícil solução, caso não haja ação governamental, porque na maior parte do município as tentativas de extração de água do subsolo não tem prosperado, devido sobretudo à salinidade da água subterrânea. Outro fator que dificulta a coleta de água é a pouca disponibilidade de recursos de que dispõe a população para investir em sistemas de captação, isso porque, conforme dados do IBGE (2016),[14] Girau do Ponciano é um dos municípios alagoanos com as piores rendas, sendo o 3º, entre as 102 cidades, com pessoas com renda de, no máximo, meio salário mínimo.

Essa situação de desabastecimento ou irregularidade no fornecimento de água também ocorre nas áreas urbanas e vem se estendendo por anos.

Quanto aos recursos públicos municipais destinados a ampliação ou melhoria da rede de abastecimento de água, percebe-se que foram muito poucos nos últimos anos. Para se ter uma ideia, em 2017, havia previsão orçamentária de investimento de R$ 231.084,61 apenas, e para piorar a situação o governo acabou anulando o crédito, resultando em investimento nulo (R$ 0,00)[15]. Em 2018, a história não foi melhor já que a previsão de investimento foi ainda menor que o ano anterior, sendo de R$ 42.422,13 somente. E nesse ano também ocorreu a anulação do crédito e o investimento também foi nulo (R$ 0,00)[16]. Já os dados de 2019, até a data de 15/06/2020, não haviam sido disponibilizados, uma vez que o governo atrasou a entrega da prestação de contas ao Tribunal de Contas estadual.[17]

Reforma agrária[editar | editar código-fonte]

Girau foi beneficiado, nas últimas décadas, pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que instalou 525 famílias nos assentamentos Paraná, São Luís, Santa Isabel e Rendeira.[18]

Economia[editar | editar código-fonte]

A economia gira em torno da agricultura, da pecuária e do comércio. Predominam na agricultura as pequenas propriedades de lavouras de subsistência. São cultivados, sobretudo, o fumo, a mandioca, o feijão e o milho. Por outro lado, na pecuária, poucos proprietários de vastas extensões de terra dominam o ramo da criação de bovinos.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Patrimônio cultural[editar | editar código-fonte]

Artesanato[editar | editar código-fonte]

Girau do Ponciano apresenta alguns dos mais belos trançados de palha de Alagoas, e os principais objetos feitos com essa matéria-prima são chapéus, bolsas, esteiras, vassouras e abanos.

Folclore[editar | editar código-fonte]

As principais manifestações folclóricas são o Guerreiro e quadrilhas juninas. Uma dança folclórica extinguida foi a Chegança de Mouros.

Comediantes[editar | editar código-fonte]

É a cidade onde nasceram os comediantes Gustavo e Gleison, donos do canal no YouTube Gustavo Paródias. Atualmente o canal de comédia possui mais de 6 milhões de inscritos.

Religiosidade[editar | editar código-fonte]

Girau do Ponciano tem como sua padroeira Nossa Senhora da Conceição, cuja festa é celebrada de 29 de novembro a 8 de dezembro.

A primeira capela foi criada em 1930, sendo remodelada em 1973. Em 1986 tornou-se Paróquia, tendo como primeiro pároco Monsenhor Afrânio Pinheiro Bezerra, natural da cidade. Atualmente pertence ao vicariato de Traipu-AL e está sob jurisdição da Sé de Penedo, sem Bispo em 2020, e sobre o pastoreio do Pároco Pe. Ronaldo Vitalino, desde 2011.

Além da celebração da padroeira, a comunidade católica Poncianense festeja São Sebastião (20 de janeiro), Santo Antônio (13 de junho), São João (24 de junho), São Pedro (29 de junho) e Nossa Senhora de Fátima (durante o mês de maio).

Atualidade[editar | editar código-fonte]

Desde 2009, o Município possui uma secretaria voltada para a indústria e o comércio e busca montar um polo industrial, o que traria mais impostos para os cofres municipais e mais empregos para a população. Em agosto de 2009, o site de notícias Alagoas24Horas[19] afirmava que uma fábrica de motos da marca chinesa Bravia Motos iria se instalar em Girau do Ponciano. No dia 21 de julho de 2010, sites de notícias estaduais afirmaram que uma empresa de componentes eletrônicos estudava abrir fábrica em Girau. Porém, nunca houve a implantação dessa indústria. Apesar da atuação da Secretaria de Indústria e Comércio, não houve aumento de empregos formais no município. Em verdade, na última década houve perda de postos de trabalho, conforme o CAGED.[20] Em 2019 foi inaugurada a sede da subestação de Energia elétrica, um item especial para atrair pequenas empresas para cidades emergentes na economia. A cidade está em boa localização e é cortada por 4 rodovias estaduais.

Hino[editar | editar código-fonte]

Girauense

Cante a felicidade

Salve o dia de sua liberdade

Neste dia você se elevou

E em cidade, Girau se transformou. 

Obrigado aos homens que lutaram

Até que um dia você se emancipou

Parabéns, grandes homens de ação

Para todos fica a nossa gratidão. 

Louvemos a nossa padroeira

Nossa mãe...

A virgem da Conceição

Pela paz, pela força, pelo amor

O progresso presente de norte a sul

Neste dia seus filhos se ufanam

Libertamos nossos laços de Traipu

Girau, nós lutamos por você

Para mostrar o seu valor

Cantemos felizes a sua glória

Demonstrando como é grande o nosso amor. 

Salve primeiro de janeiro

Dia lindo e libertador

Aqui o meu grito é bem mais forte

Em minha terra o progresso habitou.

Letra: Esmeralda Farias e Vanutério Almeida

Música: Antônio Basílio

Data: 30 de novembro de 1983

Notas

Referências

  1. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  2. «Girau do Ponciano». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 5 de março de 2016 
  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  4. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  5. «Girau do Ponciano (panorama)». Consultado em 5 de maio de 2019 
  6. Embrapa Monitoramento por Satélite. «Minas Gerais». Consultado em 30 de março de 2010 
  7. «Clima Girau do Ponciano: Temperatura, Tempo e Dados climatológicos Girau do Ponciano - Climate-Data.org». pt.climate-data.org. Consultado em 6 de maio de 2019 
  8. «Girau do Ponciano - Histórico (IBGE)» (PDF). biblioteca.ibge.gov.br. 2008. Consultado em 20 de agosto de 2012 
  9. Ticianeli (18 de setembro de 2017). «As alterações dos nomes de cidades e vilas de Alagoas em 1943». História de Alagoas. Consultado em 1 de julho de 2020 
  10. Mendonça, Carlos (2012). «Enciclopédia dos Municípios de Alagoas». Enciclopédia dos Municípios de Alagoas 
  11. «Enciclopédia dos Municípios de Alagoas». Gazeta de Alagoas. Consultado em 5 de maio de 2019 
  12. «Girau do Ponciano». IBGE Cidades. Consultado em 4 de maio de 2019 
  13. «SNIS - Série Histórica». app4.cidades.gov.br. 4 de maio de 2019. Consultado em 4 de maio de 2019 
  14. cidades.ibge.gov.br https://cidades.ibge.gov.br/brasil/al/girau-do-ponciano/panorama. Consultado em 5 de maio de 2019  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  15. «Prestação de contas do Município de Girau do Ponciano referente ao ano de 2017» (PDF). TCE/AL. Consultado em 15 de junho de 2020  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  16. «Prestação de contas do Município de Girau do Ponciano» (PDF). TCE/AL. Consultado em 15 de junho de 2020  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  17. «Consulta Pública Prestação de Contas | TCE-AL». acompanhamento.tce.al.gov.br. Consultado em 15 de junho de 2020 
  18. Mendonça, Carlos (2012). «Enciclopédia dos Municípios de Alagoas». Enciclopédia dos Municípios de Alagoas 
  19. Assessoria (31 de agosto de 2009). «Três novas empresas terão incentivos». Alagoas 24 Horas: Líder em Notícias On-line de Alagoas. Consultado em 5 de maio de 2019 
  20. «Perfil do município». Consultado em 5 de maio de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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