Satuba

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Município de Satuba
Bandeira de Satuba
Brasão de Satuba
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 17 de Agosto
Fundação 1960
Gentílico satubense
CEP 57120000
Prefeito(a) Paulo Acioly (PSD)
(2013–2016)
Localização
Localização de Satuba
Localização de Satuba em Alagoas
Satuba está localizado em: Brasil
Satuba
Localização de Satuba no Brasil
09° 33' 46" S 35° 49' 26" O09° 33' 46" S 35° 49' 26" O
Unidade federativa  Alagoas
Mesorregião Leste Alagoano IBGE/2008[1]
Microrregião Maceió IBGE/2008[1]
Região metropolitana Maceió
Municípios limítrofes Maceió, Rio Largo, Santa Luzia do Norte, Marechal Deodoro, Pilar
Distância até a capital 15 km
Características geográficas
Área 42,559 km² [2]
População 14 604 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 343,15 hab./km²
Altitude 6 m
Clima Tropical As
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,66 médio PNUD/2010[4]
PIB R$ 54 644,302 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 3 746,87 IBGE/2008[5]
Página oficial

Satuba é um município brasileiro do estado de Alagoas, localizado na Região Metropolitana de Maceió.

História[editar | editar código-fonte]

Antes conhecida como um povoado denominado Carrapato, Satuba basicamente era formada por algumas casas de taipas, cujos pioneiros foram familiares de Manoel Joaquim de Barros e de sua esposa Úrsula de Melo Barros. Suas terras pertenciam à vila de Santa Luzia do Norte, e depois a Rio Largo, de onde foram desmembradas.

Em 1893 foi construida uma capela, que mais tarde, foi reformada para ser a Matriz de Nossa Senhora da Guia. Dois sítios e dois engenhos garantiam o desenvolvimento do povoado, um dos quais se localizava no terreno onde funciona hoje a Escola Agrotécnica Federal de Satuba (Instituto Federal de Educação Tecnológica de Satuba). A navegação lagunar, com pequenas embarcações, fazia a comunicação com Santa Luzia, Coqueiro Seco e Maceió.

Seu crescimento populacional só começou mesmo com a chegada da linha férrea, fato que foi reforçado mais adiante com o surto de estradas de rodagem que ligavam a capital ao interior, principalmente no sentido do Agreste e do Sertão, onde proporcionou a implantação da primeira escola pública do povoado, que até 1950 pertencia a Rio Largo.

O primeiro comerciante a se estabelecer na localidade foi José Ferreira de Barros, e a agência dos Correios o primeiro serviço público ali instalado.

Após o censo os moradores começou a lutar pela emancipação. Assim em 1960, a lei nº 2.265 estabeleceu a sua autonomia política e administrativa. A proposta da comunidade foi abraçada pelos políticos Aristeu Lopes de Oliveira e Walter Figueiredo, este então deputado estadual por Rio Largo.

Carrapato, então, teve alterado seu nome para Satuba, que segundo a professora Carmem Lúcia Dantas, “o povoado passou a ser chamado de Satuba, que se acredita ser uma corruptela de saúva, ou saúba, devido a uma espécie de formiga que muito incomodava os operários que construíam a trilha férrea da Great Western”. [6]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Sua população estimada em 2004 era de 14.283 habitantes. Sua Área é de 42,56 km² representando 0.1533% do Estado, 0.0027% da Região e 0.0005% de todo o território brasileiro.

Seu IDH é de 0.735 segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2000).

Educação[editar | editar código-fonte]

estebelecimentos de ensino[editar | editar código-fonte]

O indice de analfabetimo em pessoas acima de 15 anos apurado em 2003 foi de 22,99%.[7]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Esgotamento sanitário[editar | editar código-fonte]

Em dados do ano 2000, 60,54% dos domicílios eram ligados a rede geral de esgotos ou pluvial, enquanto 9,57% das moradias nao tinham banheiro nem sanitário. 27,13% das casas eram servidas por fossas rudimentares, 6,06% por fossas septicas enquanto 11,21% lancavam seus degetos diretamente nos rios.

Abastecimento de água[editar | editar código-fonte]

74,94% dos domicilios são ligados à rede geral de abastecimento. 21,71% são abastecidos por poços ou nascentes.

Destino do lixo[editar | editar código-fonte]

88,32% dos domicílios sao atendidos por coleta regular de lixo, enquanto para 5,16% é jogado em terreno baldio ou logradouro e 5,51% Queimado.

Domicílios particulares permanentes e moradores[editar | editar código-fonte]

Dos 2.896 domicilios, 1.938 são próprios, entre quitados ou em aquisição. 24,12% dos moradores vivem em domicilios alugados e 1.144 deles em casas cedidas [8]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Visitado em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Visitado em 04 de setembro de 2013.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2010.
  6. [http://www.satuba.al.gov.br/portal1/municipio/historia.asp?iIdMun=100127094 Histórico, acesso em 25/01/2011
  7. Fonte: INEP/MEC
  8. Fonte:IBGE/SIDRA Informações Metodológicas 2000
Ícone de esboço Este artigo sobre municípios do estado de Alagoas é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.