Diário de S. Paulo

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Disambig grey.svg Nota: Se procura o também extinto jornal "Diário de São Paulo" lançado em 1929, veja Diários Associados.
Diário de S. Paulo
Capa da edição publicada em 23 de janeiro de 2018 (última edição pelo grupo Cereja Comunicação Digital)
Periodicidade Diária
Formato Tabloide
Sede São Paulo, SP
País Brasil
Fundação 8 de novembro de 1884
Fundador(es) José Maria Lisboa
Américo de Campos
Idioma Português

Diário de S. Paulo é um jornal brasileiro publicado na cidade de São Paulo. Até 2001 chamou-se Diário Popular.

História

Sua primeira edição saiu em 8 de novembro de 1884, com o nome de Diário Popular, editada por José Maria Lisboa e Américo de Campos. Caracterizava-se por ser um jornal de pequenos anúncios para pequenos negócios. Tinha, por isso, uma tiragem razoável e, consequentemente, uma situação financeira sólida. O vespertino vinculado ao Diário Popular, chamado Popular da Tarde e especializado em esportes, circulou entre dezembro de 1968 e novembro de 1988.

Em 1988, Rodrigo Lisboa Soares, bisneto de José Maria Lisboa, o fundador, vendeu o jornal ao grupo empresarial do político Orestes Quércia. Em 2001, foi adquirido pela Infoglobo, empresa das Organizações Globo, proprietária também dos jornais O Globo e Extra. O grupo queria um jornal na região de São Paulo e mudou o título do veículo para Diário de S. Paulo,[1] mesmo nome de jornais lançados, em 1865[2] e em 1929, este por Assis Chateaubriand e que pertencia aos Diários Associados. A Infoglobo apresentou uma nova linha editorial para o jornal, menos popular e policial.

Em 15 de outubro de 2009, o empresário J. Hawilla, proprietário da rede de jornais Bom Dia, da empresa de marketing esportivo Traffic e da TV TEM, adquiriu o jornal, assim como o parque gráfico, localizado em Osasco. Em 2 de setembro de 2013, a Traffic vendeu o controle acionário do jornal para o grupo Cereja Comunicação Digital.[3]

Após atravessar problemas financeiros e administrativos com a nova gestão, o jornal teve sua falência decretada pela 2.ª Vara de Falências de São Paulo, em 23 de janeiro de 2018,[4] saindo de circulação a versão impressa e o portal online.

Em outubro de 2019, o empresário Kléber Moreira anunciou a compra do título da Editora Cereja (detentora dos direitos) por trinta mil reais,[5] e reativou o periódico, nas versões online e impressa.[6][7]

Referências

  1. Conforme http://www.diariosassociados.com.br/linhadotempo/decada20.html, acessado em 08/12/2010
  2. http://www.estadao.com.br/historico/print/resumo.htm, acessado em 8/12/2010
  3. Traffic vende o controle do Diário de S. Paulo e da Rede Bom Dia de Comunicação
  4. Estadão Conteúdo (25 de janeiro de 2018). «Justiça decreta a falência do 'Diário de SP'». Istoé. Consultado em 25 de janeiro de 2018 
  5. Ivan Martínez-Vargas (8 de outubro de 2019). «Ex-candidato endividado compra Diário de S.Paulo por R$ 30 mil em parcelas». Folha. Consultado em 27 de novembro de 2019 
  6. Jornal Diário de S. Paulo anuncia retorno de sua versão impressa Portal Poder 360 - acessado em 2 de dezembro de 2019
  7. Diário de S. Paulo retoma atividades com plágios Portal Comunique-se - acessado em 2 de dezembro de 2019

Ligações externas

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