Companhia Jornalística Caldas Júnior

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A Companhia Jornalística Caldas Júnior foi criada por Caldas Júnior e seu sucessor Breno Caldas. Seu primeiro órgão de comunicação foi o jornal Correio do Povo, também chamado "o róseo", pela cor de suas páginas. A companhia fez expansão de sua atividades em 30 de março de 1957 entra no ar a Rádio Guaíba sendo a única emissora do Rio Grande do Sul a cobrir a Copa do Mundo de 1958. Em 10 de março de 1978 o grupo cria a TV Guaíba[1]. Criou a Guaíba FM em 22 de fevereiro de 1980. Publicou o jornal Folha da Tarde de 1936 até 1983.

Foi uma das entidades que saiu em defesa da ideia de criação do Festival de Cinema de Gramado[2].

Mudanças de controle acionário[editar | editar código-fonte]

Em 1984, a Companhia Caldas Júnior faliu por dificuldades financeiras. Dois anos depois, as empresas integrantes do conglomerado foram adquiridas pelo empresário e economista Renato Bastos Ribeiro, que instaurou o Sistema Guaíba-Correio do Povo.

Em 21 de fevereiro de 2007, o diretor-administrativo do Sistema Guaíba-Correio do Povo, Carlos Bastos Ribeiro, anunciou que os veículos de comunicação do grupo foram vendidos para Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, por R$ 100 milhões. Tanto Carlos Bastos Ribeiro, como a assessoria da presidência da Rede Record (emissora também controlada por Edir Macedo), não se manifestaram a respeito do negócio[3][4].

Diretores da empresa[editar | editar código-fonte]

  • Breno Caldas (primeiro proprietário)
  • Renato Bastos Ribeiro (segundo proprietário)
  • Carlos Bastos Ribeiro (diretor-administrativo do grupo e da Rádio Guaíba)
  • Helena Bastos Ribeiro (diretora da TV Guaíba)
  • Aloizio Ribeiro (diretor comercial da TV Guaíba, Rádio Guaíba e Correio do Povo)

Referências

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