Magazine Luiza

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Magazine Luiza
Razão social Magazine Luiza S/A
Empresa de capital aberto
Slogan Vem ser feliz!
Cotação B3MGLU3
Fundador(es)
  • Pelegrino José Donato
  • Luiza Trajano Donato
Sede Franca, SP, Brasil
Área(s) servida(s) Brasil
Presidente Fred Trajano
Pessoas-chave
Produtos
Subsidiárias
  • Consórcio Luiza
  • Luizacred
  • Luizaseg
Valor de mercado Aumento R$ 30,828 bilhões (Out/2018)[1]
Lucro Aumento R$ 389,0 milhões (2017)[2]
LAJIR Aumento R$ 3,606 bilhões (2017)[2]
Faturamento Aumento R$ 14,321 bilhões (2017)[2]
Website oficial www.magazineluiza.com.br

Magazine Luiza S/A (B3MGLU3) é uma rede varejista de eletrônicos e móveis, fundada em 1957 na cidade de Franca, interior de São Paulo, por Luiza Trajano Donato e Pelegrino José Donato.[3][4][5][6]

O Magazine Luiza possui mais de 800 lojas, está presente em 16 estados do país e seu modelo de negócio hoje caracteriza-se como uma plataforma digital com pontos físicos.[7][8]

Sua operação de e-commerce ganhou 12 vezes o troféu Diamante no Prêmio Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico – B2C.[9]

Desde janeiro de 2016, seu presidente é Frederico Trajano, de 41 anos, filho de Luiza Helena Trajano, sobrinha da fundadora da empresa, Luiza Trajano Donato. Sua gestão foi a responsável pela transformação digital da companhia.[10][11]

No mesmo ano, a companhia teve seu melhor resultado da história, com lucro líquido de R$ 389 milhões, um aumento de 300% comparado ao ano anterior. Nesse ano, suas vendas totalizaram R$ 14,4 bilhões.[12]

História[editar | editar código-fonte]

O Magazine Luiza foi fundado em 1957 em Franca, interior de São Paulo, quando o casal Sr. Pelegrino José Donato, um caixeiro-viajante, e Dona Luiza Trajano Donato, uma balconista, adquiriram uma pequena loja de presentes. À época, ela se chamava A Cristaleira, e foi rebatizada de Magazine Luiza com o envolvimento da população da cidade, que participou de um concurso que Dona Luiza lançou para escolha de um novo nome na rádio local.[7][13]

Em Franca, a loja se notabilizou pelo atendimento gerido pelos próprios donos, especialmente dona Luiza, que também supervisionava a expedição e fazia pesquisa de mercado.[14]

Durante as décadas seguintes, a companhia viveu uma grande expansão de seus negócios para outras cidades do interior de São Paulo, como Barretos e Igarapava, além de novas unidades em Franca. Esse período foi marcado também pelo ingresso de outros familiares no negócio, tornando possível esse crescimento.[15][16] Em 1974, inaugurou sua primeira loja de departamentos, com mais de 5000 metros quadrados. 20 anos após sua fundação, o Magazine Luiza já possuía 30 lojas.[15][16]

Aos 12 anos, Luiza Helena Trajano, sobrinha da fundadora Luiza Trajano, já havia tido a experiência de trabalhar na companhia durante suas férias escolares. Mas foi aos 18 anos que ela ingressou efetivamente na empresa, passando por todos os departamentos até assumir a superintendência da companhia, em 1991.[17][18]

Em 1993, Luiza Helena Trajano criou a primeira Liquidação Fantástica, uma das estratégias de marketing e vendas mais copiadas do varejo brasileiro. No início de janeiro a rede vende produtos de mostruário e vende seus estoques de ano novo em um único dia, com descontos reais de até 70%. A campanha mobilizou grande número de consumidores e houve formação de extensas filas em frente às lojas.[19][20][21]

Em 2005, o Magazine Luiza promoveu o primeiro "Dia de Ouro" com objetivo de reconhecer e recompensar os clientes mais fiéis da companhia. O evento oferece benefícios exclusivos, condições especiais de pagamento e sorteios de prêmios.[22]

Em 2008, ano em que completou 50 anos de fundação, a companhia entrou no mercado de São Paulo inaugurando 44 lojas simultaneamente. A princípio, o plano era inaugurar 50 lojas ao mesmo tempo, mas devido a problemas burocráticos de obra, as demais 6 lojas foram inauguradas em diferentes datas.[23][24][25][15]

Em abril de 2009, Luiza Helena Trajano sentiu a necessidade de profissionalizar a gestão e convidou o executivo Marcelo Silva a ajudá-la na administração da companhia. Silva, que permaneceu no cargo por oito anos, tinha um longo currículo em empresas familiares, e preparou a empresa para que Frederico Trajano, filho de Luiza Trajano e executivo da companhia, assumisse a presidência em janeiro de 2016. Luiza Helena Trajano foi então alçada à presidência do conselho de administração da empresa e Marcelo Silva à vice-presidência.[26][27]

A política de gestão de pessoas com benefícios aos funcionários e, em alguns casos, extensivos aos familiares, é um dos pilares do Magazine Luiza. Em 2018, a empresa foi reconhecida pela 20ª vez no ranking das melhores empresas para se trabalhar pelo Great Place to Work.[28][29][30]

A empresa também investe em ações focadas em mulheres como por exemplo o Canal da Mulher, criado em 2017, através do qual os colaboradores podem denunciar casos de violência contra a mulher, de forma anônima.[31][32][33]

No ano seguinte, a companhia lançou no Dia Internacional da Mulher, uma campanha em suas lojas de incentivo às denúncias a casos de violência doméstica e violência contra a mulher. Parte do valor arrecadado com a ação foi direcionado à instituições de combate a este tipo de violência.[34][35]

Como resultado, em 2018 a empresa foi reconhecida pelo Great Place to Work Women como uma das melhores empresas para a mulher trabalhar.[26][36]

Listada, desde maio de 2011, na Bolsa de Valores de São Paulo,[37] suas ações tiveram o melhor desempenho da bolsa brasileira nos anos 2016 e 2017.[26][38]

Em 2018, o Magazine Luiza possuía 858 lojas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Alagoas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Ceará, Piauí, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. Os dez centros de distribuição da companhia estão localizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraíba e Bahia. Além do escritório de negócios, na capital paulista, há um escritório em Franca, cidade-natal da empresa, e em João Pessoa, na Paraíba. [39][40][41][42]

No dia 7 de Fevereiro de 2014, a Prefeitura de Joinville, fechou quatro lojas da rede por falta de alvará de funcionamento. A companhia vinha sendo notificada desde 2008 e uma decisão de segundo grau favoreceu a Prefeitura de Joinville na ocasião. Dois dias depois, através de um comunicado oficial, a companhia informou que os documentos estavam sendo regularizados.[43][44][45]

Plataforma Digital[editar | editar código-fonte]

Em 1992, ainda quando a internet dava seus primeiros passos no Brasil, Luiza Helena Trajano implementou no Magazine Luiza o conceito de lojas virtuais. As lojas não tinham produtos físicos e as vendas eram realizadas através de terminais eletrônicos que exibiam os produtos com detalhes. Os vendedores exerciam papel fundamental em humanizar o atendimento e dar todo o suporte ao cliente. As entregas ocorriam 48 horas após a compra. Tal modelo de venda, possibilitou ao Magazine Luiza a chegar em lugares que até então não tinha atuação.[17]

Mais de duas décadas depois, o modelo de lojas virtuais continua sendo uma aposta da companhia. Localizadas em cidades menores ou em bairros de cidades médias do país, continuam operando sem estoques físicos ou mostruários - à exceção de celulares. Os produtos são exibidos aos consumidores com o uso de smartphones e de recursos de multimídia, substituindo os terminais eletrônicos da década de 90. Em 2016, de 800 pontos de venda, mais de 100 eram virtuais.[46][47]

Em 2001, Frederico Trajano, filho de Luiza Helena Trajano, entrou na companhia com o objetivo de tornar a operação digital do Magazine mais relevante, como gerente de comércio eletrônico.[48] Para isso, propôs a integração total das operações físicas e digitais, ou seja, os centros de distribuições abastecem tanto o e-commerce quanto os pontos de venda físicos.[13]

Três anos após seu ingresso na companhia, Fred - como é conhecido - tornou-se diretor de vendas de lojas físicas, internet e marketing.[48]

Em 2003, a companhia lançou a Lu, assistente eletrônica de vendas, simbolizada por um avatar. A vendedora virtual foi criada para dar dicas e ensinar os usuários a como melhor usar os produtos conectados, contribuindo para a inclusão digital.[49]

Ainda com foco na inclusão digital, em 2016 a companhia lançou em parceria com a Rede Globo, o quadro Missão Digital no programa É de Casa. Nele, famílias foram beneficiadas com soluções tecnológicas a partir de um diagnóstico feito por um especialista com ajuda da Lu. O quadro foi ao ar nos anos de 2016 e 2017.[50][51]

Em 2017, o avatar ajudou a aumentar as vendas online em 56%, no primeiro semestre. Até maio de 2018, o seu canal no YouTube- Canal da Lu- tinha mais de 1 milhão de inscritos.[52][53]

Em 2006, o Magazine Luiza era a única operação de varejo omni-channel do Brasil, ou seja, com vendas através de diversos canais, utilizando para todos a mesma infraestrutura.[48]

Em 2011, Fred Trajano foi o responsável por toda logística e tecnologia do Magazine Luiza.[48]

Em 2015, com o objetivo de integrar ainda mais os canais de venda, a companhia iniciou um movimento chamado "virada mobile", a partir do qual todos os vendedores passaram a estar munidos de smartphones para que os atendimentos e a apresentação dos produtos fossem mais interativos.[54][55]

Seguindo o movimento de digitalização das operações e das relações com os seus cliente, o Magazine Luiza lançou em 2015, o seu aplicativo de compras para smartphones e tablets. O app é compatível tanto com IOs quanto com os aparelhos Android e foi construído com o objetivo de facilitar a compra e oferecer máxima personalização.[56][57][54]

No mesmo ano, como parte da estratégia digital da companhia, foi criado o programa Maga Local que estimula todas as lojas a terem suas próprias fanpages no Facebook e autonomia para produzirem conteúdo, gerando proximidade com a comunidade.[58][59]

Em 2016, Frederico Trajano tornou-se CEO do Magazine Luiza, até então um varejista tradicional, e adotou a estratégia de torná-la uma plataforma digital, com pontos físicos e calor humano, usando tecnologia em todas as áreas da companhia.[48][60]

Em meados de 2016, a companhia lançou sua operação de marketplace, passando a vender no site e no aplicativo, produtos de cerca de 200 outras empresas. Com isso, o número de itens ofertados nesses dois canais online superaram 500 000.[14]

Em ação promovida no Dia dos Namorados em 2017, foi criada uma conta no Tinder — aplicativo de relacionamento — para a Lu, avatar da companhia. Em menos de 12 horas, o perfil havia registrado mais de 150 'matches (termo designado para quando dois perfis se aceitam). A ação dava descontos especiais para os perfis que dessem match com a Lu.[53] [61]

Em 2017, as vendas do e-commerce cresceram 47% em relação ao ano anterior e representavam 30% do faturamento da companhia.[62][63]

Durante a Black Friday de 2017, o aplicativo do Magazine Luiza foi o aplicativo mais baixado do Brasil, ficando à frente de apps de entretenimento[64]

O LuizaLabs[editar | editar código-fonte]

Com o objetivo de desenvolver produtos e serviços, o Magazine Luiza criou em 2012, o laboratório de Tecnologia e Inovação. O Luiza Labs é formado por uma equipe de engenheiros e desenvolvedores e tem como foco projetos de inovação para todos os canais de venda da companhia.[64][65][66][67]

Um dos principais projetos desenvolvidos pelo LuizaLabs foi o Bob, uma aplicação de Big Data capaz de personalizar e melhorar a experiência de compra através do cruzamento de dados.[67][65][66][64]

Outro projeto criado pelo laboratório é o Magazine Você. Criado em 2012, o site permite a qualquer pessoa criar uma loja virtual, vender diversos produtos e receber uma comissão por cada venda concretizada.[68]

A iniciativa foi considerada por economistas como prática com tendência a se ampliar.[69] Ao lançar a iniciativa de "social commerce", Magazine Você tornou-se reconhecida internacionalmente no painel de inovação da NRF (National Retail Federation), feira do varejo que acontece anualmente em Nova Iorque. Teve também um artigo publicado na revista Information Technology: New Generations (ITNG) de 2012, conferência internacional sobre Tecnologia da Informação e Novas Gerações.[70]

O Quero de Casamento é mais um produto criado pelo LuizaLabs e funciona como uma lista de presentes online permitindo que os noivos troquem todos os seus presentes por créditos, que podem ser usados na compra de produtos em qualquer loja rede, através do seu canal de e-commerce ou pelas compras no canal de televendas.[71]

Serviços[editar | editar código-fonte]

  • LuizaSeg

Em 2005, foi criada a LuizaSeg, fruto da parceria entre o Magazine Luiza e a Cardif do Brasil, empresa do grupo francês BNP Paribas, com o objetivo de oferecer uma linha de seguros para seus clientes. O Magazine Luiza é a única empresa do varejo a possuir uma empresa própria de seguros.[72][73] A Luizaseg é a primeira joint-venture brasileira firmada entre um varejista e uma seguradora a obter junto aos órgãos competentes a sua licença de operação.[74]

  • LuizaCred

Em 2001, através de uma associação entre o Unibanco- atual banco Itaú - e o Magazine Luiza foi criada o LuizaCred, que dá ao cliente a oportunidade de ter serviços financeiros (Cartão Luiza, CDC, Empréstimo Consignado, Grana Extra e Seguros) mesmo não tendo nenhum tipo acesso a bancos.[75][76]

Em 2015, o acordo entre as empresas foi renovado por mais 10 anos.[77][78]

  • Consórcio Luiza

Desde 1992 o Magazine Luiza tem a sua empresa coligada Consórcio Luiza. Através dela, os clientes podem adquirir um consórcio de eletro, móveis, carros, caminhões, moto, imóveis e serviços.[79][80][81]

Aquisições[editar | editar código-fonte]

Durante a gestão de Luiza Helena Trajano, o Magazine Luiza passou por uma grande expansão de sua rede. Uma das principais estratégias adotadas pela companhia foi a de aquisições de lojas de pequeno e médio porte.

Em 1996, quando possuía apenas 56 lojas, o Magazine Luiza adquiriu a rede paranaense Casas Felipe, com 22 lojas. Na época, o valor estimado da transação foi de R$ 22 milhões. Após a incorporação, a companhia passou a totalizar 78 lojas.[82][83]

No final do segundo semestre de 2003, a companhia já tinha 188 lojas espalhadas entre São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul, após a compra da rede paulista Basimac e da rede Líder, de Campinas.[84]

Com o objetivo de avançar pelo sul do Brasil, em 2004, o Magazine Luiza adquiriu os 51 pontos da gaúcha Lojas Arno, saltando de 186 para 237 pontos de venda.[85][86][87]

No ano seguinte, comprou três redes catarinenses: Lojas Base Móveis e Eletro, composta por 66 lojas,[88] além da lojas Kilar e das Lojas Madol. A compra da Kilar representou uma entrada mais consistente no estado, uma vez que as Lojas Base e Madol tinham menos força.[89][90]

Representando a entrada do Magazine Luiza no nordeste do Brasil , em 2010, a companhia comprou a cadeia nordestina "Lojas Maia", uma rede de lojas de eletrodomésticos, móveis e artigos para presentes em geral com sede em João Pessoa, com cerca de 150 unidades espalhadas pelo Nordeste.[91][92][93][94][95]

No ano seguinte, a rede anunciou a compra de 121 lojas do Baú da Felicidade, do Grupo Silvio Santos, por R$ 83 milhões, se consolidando como 2ª maior grupo varejista de eletrônicos e eletrodomésticos do país.[96][97][98][99]

Dois anos depois, foi concluída a aquisição do capital social da Campos Floridos, detentora do e-commerce Época Cosméticos, site especializado em artigos importados de perfumaria e beleza. A aquisição fez parte da estratégia de expansão e consolidação do Magazine Luiza em um segmento em ampla expansão no e-commerce brasileiro.[100][101][102][103]

No primeiro semestre de 2017, sem revelar valores, a companhia adquiriu a startup mineira de tecnologia Integra Commerce, especializada em relacionamento entre lojistas e plataformas digitais abertas, ou marketplaces. Com essa aquisição, passou a não mais existirem intermediários entre os lojistas e o marketplace.[104][105][106]

Prêmios e Reconhecimentos[editar | editar código-fonte]

  • Great Place to Work- Desde 1997, Listada há 20 anos consecutivos como uma das melhores empresas para se trabalhar[107][108][36]
  • Great Place to Work W Mulher- listada entre as melhores empresas para mulheres trabalharem - 2018[109]
  • Melhores Empresas para Trabalhar- Você S/A-desde 1997[110][111]
  • Google- Categoria Apps Feitos no Brasil- 2016[112]
  • E-awards Brasil 2016 E-commerce APP- melhor aplicativo em dispositivos móveis[113]
  • Sustentabilidade Melhor Relatório Anual e de Sustentabilidade segundo a IR Magazine- 2015[114]
  • Prêmio E-bit Melhores Lojas do E-commerce- a Magazine Luiza é a empresa mais premiada com 16 troféus, nas categorias: TOP 5 Melhores Lojas Diamante, Loja Diamante, Categoria Eletrodomésticos e Loja Destaque em Inovação[115]
  • Great Place to Work LATAM- 2016/ 2015[116][117]
  • 25 Marcas mais valiosas no ranking da Interbrand- 2014[118]
  • Best Retail Brands- Interbrand- 2013[119]
  • Melhor Reputação do Varejo- ranking Merco- 2013[120]
  • Empresas Que Mais Crescem- Revista Exame, edição Melhores e Maiores 2013[121]
  • Guia Exame- Melhor Empresa para se Trabalhar no Brasil- 2003[122]
  • Operação de E-commerce- Diamante no Prêmio Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico – B2C por 12 vezes[9]

Referências

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