Gilberto Martinho

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Gilberto Martinho
Nome completo Gilberto Martinho
Nascimento 14 de janeiro de 1927[1]
Araranguá, SC[1]
Morte 19 de agosto de 2001 (74 anos)[2][3]
Rio de Janeiro, RJ[2][3]
IMDb: (inglês)

Gilberto Martinho (Araranguá, 14 de janeiro de 1927 - Rio de Janeiro, 19 de agosto de 2001) foi um famoso ator brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascido em Araranguá, interior de Santa Catarina, Gilberto Martinho, ainda jovem, se muda para o Rio de Janeiro a fim de apostar no seu talento[4] e lá inicia os estudos de arte dramática no Teatro do Estudante[1][2].

Em 1950 participou da inauguração da televisão no Brasil ao estrear na TV Tupi fazendo pequenos teleteatros. À convite de Henriette Morineau, integra o grupo Os Artistas Unidos. Em 1951 tem sua primeira oportunidade no cinema com o filme Maria da Praia, sendo apontado como a revelação do ano, ganhando o prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABCC). Também ganhou os prêmios "Saci" e "O Índio", criados em 1952[1][2]. Por isso, passa a ser bastante requisitado para outros trabalhos no cinema, chegando a fazer muitos filmes como Rua Sem Sol (1954), O Rei do Movimento (1954), Mãos Sangrentas (1955), O Diamante (1956), Fuzileiro do Amor (1956), dentre outros, de relativo sucesso.

Na televisão, se destacou pela primeira vez ao interpretar Falcão Negro na série infantil homônima que ficou sete anos no ar na TV Tupi do Rio de Janeiro, super-herói brasileiro de muito sucesso na década de 1950. Ainda na Tupi, fez sua primeira telenovela: Alma Cigana em 1964.

Sua estreia na Rede Globo se deu com a novela Anastácia, a Mulher sem Destino, em 1967. Em 1970, ganha notoriedade nacional ao interpretar o Coronel Pedro Barros na novela Irmãos Coragem de Janete Clair[1][5]. Durante cerca de dez anos, fez quase todas as novelas da emissora, dentre elas algumas de grande sucesso como Selva de Pedra (1972), Gabriela (1975), Pecado Capital (1975), Escrava Isaura (1976) e Locomotivas (1977). Foi o mais autêntico “coronelaço” nos papéis centrais das novelas e dos palcos brasileiros[4].

Sobre sua carreira no teatro, atuou em várias produções, inclusive nas companhias de Bibi Ferreira, Marlene/Luís Delfino e de Graça Mello.

Sua última novela foi Roda de Fogo, em 1986, na TV Globo. Posteriormente participou ainda de alguns episódios do programa Voce Decide.

Gilberto Martinho era casado, tinha três filhos e faleceu de um câncer pulmonar em 19 de agosto de 2001[1][2]. O ator estava internado no hospital Copa D'Or desde 31 de julho daquele ano e, por duas semanas, vinha sofrendo com as complicações causadas pelo enfisema[3]. O corpo foi enterrado em Barra de São João, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro[3].

Televisão[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h «Gilberto Martinho - In Memorian». Dramaturgia. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  2. a b c d e f «Morre de Câncer o ator Gilberto Martinho». Cineclick.com. 19 de agosto de 2001. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  3. a b c d «Ator Gilberto Martinho morre aos 74 no Rio». Folha de S.Paulo. 19 de agosto de 2001. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  4. a b Agilmar Machado (27 de fevereiro de 2010). «Valores Catarinenses: Gilberto Martinho». Caros Ouvintes. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  5. a b «Irmãos Coragem - 1ª Versão: Galeria de Personagens». Memória Globo. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  6. «A Grande Mentira - Elenco». Teledramaturgia. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  7. «Uma Rosa com Amor -Ficha técnica». Memória Globo. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  8. «Carinhoso - Elenco». Teledramaturgia. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  9. «Pecado Capital - 1ª Versão: Galeria de Personagens». Memória Globo. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  10. «Escrava Isaura (1976) - Elenco». Teledramaturgia. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  11. «Locomotivas - Elenco». Teledramaturgia. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  12. «Chega Mais - Elenco». Teledramaturgia. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 
  13. «Colégio de Brotos». Meu Cinema Brasileiro. Consultado em 4 de fevereiro de 2015 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]