Alanis Morissette

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Alanis Morissette
Alanis Morissette durante apresentação em 19 de maio de 2014.
Informação geral
Nome completo Alanis Nadine Morissette
Nascimento 1 de junho de 1974 (42 anos)
Origem Ottawa, Ontário
País  Canadá
Gênero(s) Rock alternativo, pop rock, post-grunge, rock experimental, rock eletrônico
Instrumento(s) Vocais, piano, guitarra, flauta, harmônica
Extensão vocal Meio-soprano
Período em atividade 1987-presente
Outras ocupações Atriz, compositora, produtora musical
Gravadora(s) MCA, Maverick, Warner Bros. Records, Collective Sounds, Sony Music
Influência(s) The Runaways, David Bowie, Janis Joplin, Led Zeppelin, Tori Amos, Garbage, The Cranberries.
Influenciado(s) Katy Perry, Taylor Swift, Beyoncé, Taylor Momsen, Avril Lavigne, Hayley Williams, Britney Spears, Amy Lee, Fiona Apple, Lilly Allen, Shakira.
Página oficial www.alanis.com

Alanis Nadine Morissette (Ottawa, 1 de junho de 1974) é uma cantora, compositora, produtora, atriz e escritora canadense[1] Desde 1991, foi vencedora de 14 Junos e 7 Grammies, vendeu mais de 75 milhões de cópias no mundo[2] e é considerada uma das mulheres mais influentes no mundo da música.[3]

Iniciou sua carreira no Canadá gravando dois discos no estilo dance-pop, Alanis e Now Is the Time pela gravadora MCA Records Canadá[4]. Seu primeiro álbum internacional, Jagged Little Pill, 1995, foi o álbum de estreia mais vendido por uma mulher ao redor do mundo, com mais de 33 milhões de exemplares vendidos internacionalmente, tornando-a uma referência no mundo da música.[5][6] Seus trabalhos seguintes foram: Supposed Former Infatuation Junkie, 1998; Under Rug Swept, 2002; Feast on Scraps, 2002; So-Called Chaos, 2004; Jagged Little Pill Acoustic, 2005 - todos com o selo da Maverick Records -; Flavors of Entanglement, 2008; e Havoc and Bright Lights, 2012 - com a Sony Music Entertainment.[7]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Alanis Morissette nasceu em Ottawa, Canadá.[8] É filha de Georgia Mary Ann Feuerstein, uma professora húngara, e Alan Richard Morissette, um diretor de escola franco-canadense.[9][10][11][12] Alanis tem um irmão gêmeo, Wade Morissette, que nasceu 12 minutos depois dela[13] e um irmão mais velho, Chad Morissette. Durante o ensino médio, ela estudou nos colégios Immaculata High School e Glebe Collegiate Institute em Ottawa.[14]

Alanis vive em Los Angeles, California, nos Estados Unidos, desde 1993, e tirou dupla cidadania (canadense-estadunidense) em 2003.[15]

Morissette namorou o ator e comediante Dave Coulier por um curto tempo, no início de 1990.[16] Em uma entrevista dada em 2008 para o jornal canadense Calgary Herald, Coulier afirmou ser o ex-namorado que inspirou a canção "You Oughta Know".[17] Morissette, no entanto, sempre manteve silêncio sobre o assunto.[18] Entre 1998 e 2001 namorou o ator Dash Mihok.[19] Morissette namorou o ator Ryan Reynolds entre 2002 e 2007 e anunciaram noivado em junho de 2004.[20][21] Em fevereiro de 2007, anunciaram o fim do noivado.[22] Morissette afirmou que o álbum Flavors of Entanglement (2008) foi criado depois da separação.[23] Entre 2007 e 2009 namorou Tom Ballanco, advogado ambientalista.[24] Em 22 de Maio de 2010, casou-se com o rapper americano Mario Treadway, conhecido por MC Souleye.[25][26] Em 2010 nasceu o primeiro filho do casal[27][28] e em 2016 tiveram uma segunda filha.[29]

Carreira musical[editar | editar código-fonte]

1985-1987: Início[editar | editar código-fonte]

A família de Alanis Morissette era amiga de Lindsay Thomas Morgan, da dupla canadense "Lindsay and Jacqui", que recebeu uma fita cassete gravada por Alanis fazendo um cover de "Living in a Material World", de Madonna e uma uma gravação de "Fate Stay With Me", sua primeira música autoral, composta quando tinha 9 anos de idade.[30] Alanis escrevia diários e deles criava letras para suas músicas.[30] Em 1985, Morissette gravou seu primeiro demo, em Toronto, projetado por Rich Dodson da banda de rock clássico canadense, The Stampeders.[30]

Alanis ficou conhecida no Canadá por volta de 1986, quando participou como atriz de um programa infantil de TV na Nickelodeon, You Can't Do That on Television.[31] Em 1987 Alanis competiu pela primeira vez no Rising Star Talent Competition, uma competição de talentos canadense. Alanis fez parte do Star Search, outra competição de talentos nos Estados Unidos.[32] Em 1988, no Canadá, Alanis assinou um contrato com a MCA Records que a ajudou a pagar seu contrato com uma gravadora independente.[33] O contrato com a MCA foi de dois discos, os quais lançou em 1991, Alanis e, em 1992, Now Is The Time.[34]

1988-1992: Alanis (1991) e Now Is the Time (1992)[editar | editar código-fonte]

Seu primeiro álbum, Alanis, lançado no Canadá pela MCA Records, tem estilo dance-pop e ganhou um disco de platina no Canadá e três indicações ao Juno Awards.[35] Leslie Howe e Stephan Klovan, seus primeiros produtores, escreveram as músicas junto com Alanis.[36][37] Durante o mesmo período, ela fazia a abertura de os shows do rapper Vanilla Ice.[38]

Em 1992, foi lançado seu segundo álbum, Now Is the Time (1992)[39] O álbum teve menos vendas que o primeiro e foi considerado um fracasso comercial pela gravadora.[39] Alanis passou a viajar para Los Angeles, e eventualmente se mudou para lá, para encontrar pessoas com quem pudesse colaborar e entrar na indústria da música.[40]

1993-1997: Mudança para Los Angeles e Jagged Little Pill (1995)[editar | editar código-fonte]

Em Los Angeles por volta de 1993, Alanis conheceu Glen Ballard, e ambos compuseram uma música chamada "The Bottom Line", gravada na época, porém apenas divulgada em 2015, a qual os fizeram perceber que poderiam compor boa música juntos.[41] Guy Oseary, que trabalhava na Maverick Records, soube de Alanis através de uma fita demo e mandou chamá-la aos estúdios para apresentar algumas músicas e muitos ficaram surpresos as letras e voz.[41]

Jagged Little Pill, seu primeiro álbum internacional, foi lançado internacionalmente no dia 13 de Junho de 1995.

Capa de Jagged Little Pill.

Praticamente todas as faixas do álbum viraram hits. O disco, com 12 músicas, teve 6 singles.[42] Alanis recebeu seis indicações para o Grammy e na noite da premiação Alanis desbancou Mariah Carey, até então a grande favorita.[42] Alanis ganhou dezenas de prêmios e indicações nesta época, chegando à impressionante marca de mais de 33 milhões de cópias vendidas.[42] Jagged Little Pill foi o primeiro álbum de estreia de uma cantora com apenas 21 anos de idade a atingir esta quantidade de vendas,[43] sendo este um dos 15 álbuns mais vendidos na história da música de todos os tempos.[44]

Em 2005, Alanis lançou uma versão acústica do álbum, o Jagged Little Pill Acoustic, em comemoração aos 10 anos do álbum. Em 2015, 20 anos depois do lançamento, Alanis lançou uma terceira versão do mesmo álbum, com músicas então gravadas que não haviam sido lançadas em 1995.[45]

1998-2000: Supposed Former Infatuation Junkie (1998) e Alanis MTV Unplugged (1999)[editar | editar código-fonte]

Após Jagged Little Pill, Alanis ficou assusta com a fama, falta de privacidade, com o sucesso que suas músicas fizeram, com a responsabilidade e com a pressão constante para que lançasse um próximo álbum.[41] Em crise existencial e em dúvida se seguiria com a carreira de artista, no ano de 1997 Alanis viajou para a Índia com um propósito em mente; "estar em um lugar onde não pudesse ser reconhecida".[41] Alanis voltou aos Estados Unidos ainda em dúvida sobre se seguiria com um novo álbum e com a carreira.

Em 1998 Alanis gravou a música "Uninvited" como trilha sonora original para o filme Cidade dos Anjos, o que fez com que Alanis compusesse fora da pressão que seria lançar um novo álbum após o sucesso de Jagged Little Pill.[41] Apesar de tudo, Alanis lançou Supposed Former Infatuation Junkie, que possui 17 faixas e foi lançado internacionalmente no dia 3 de novembro de 1998, conseguindo vender 1 milhão de cópias no mundo no seu 1º dia de estreia.[46] Com arranjos distintivamente diferentes dos de Jagged Little Pill, letras em forma de prosa e músicas com melodias mais simples, Alanis varia seu estilo musical optando por uma sonoridades mais suave, e mais maduras do que em Jagged Little Pill. Duas músicas deste álbum foram indicadas ao Grammy, "Thank U" e "So Pure". So Pure, que foi a 1º canção ao vivo a ser indicada ao Grammy de melhor performance vocal feminina no Festival de Woodstock em 1999.[47][48]

Em 1999, gravou Alanis MTV Unplugged, um especial da MTV no consagrado formato acústico. Com esse lançamento, a cantora entrou novamente na lista dos mais vendidos em todo mundo. Nesse álbum, Alanis opta por arranjos mais complexos e mais limpos. Sucessos seus, antes ácidos, ganharam andamentos leves na versão acústica, andamentos mais delicados e vocal bem amadurecido.[49]

2001-2003: Under Rug Swept e Feast on Scraps (2002)[editar | editar código-fonte]

Under Rug Swept foi lançado no dia 26 de Fevereiro de 2002 com 11 músicas e foi o primeiro no qual Alanis participou da produção com suas próprias mãos.[50] Optando por guitarras distorcidas, batidas grunges, as vendas deste álbum não chegaram perto do que foram seus álbuns antecessores, mas tanto técnica quanto artística e profissionalmente Alanis ficava mais madura em seu trabalho e em suas performances.[51] O disco lançou hits como "Hands Clean" e "Precious Illusions", e ainda a música "Utopia", lançada gratuitamente pela internet após os ataques de 11 de Setembro em 2001.[52][53]

Alanis Morissette durante apresentação no Brasília Music Festival, em 2003.

As músicas compostas para o álbum Under Rug Swept que não entraram para o álbum foram lançadas juntamente com um DVD ao vivo de um show em Rotterdam, na Holanda, Feast on Scraps, que foi lançado no dia 10 de Dezembro de 2002 contendo nove músicas. Este é um álbum peculiar dentro do padrão musical da cantora, em que são utilizadas muitas guitarras distorcidas, sobreposições vocais, andamentos mais rápidos e instrumentos "orientais". Há rumores de que Under Rug Swept e Feast On Scraps seriam um álbum só. O pack também veio com um vídeo curta-metragem produzido por Alanis e alguns companheiros de trabalho,[54] que faz uma sátira sobre coisas que supostamente acontecem nos bastidores de seus shows.[55]

2004–2005: So-Called Chaos, Jagged Little Pill Acoustic e The Collection[editar | editar código-fonte]

Em Maio de 2004, Alanis lança o álbum So-Called Chaos, produzido juntamente a Tim Thorney e John Shanks. A maior parte das gravações foi realizada em Santa Mônica, na Califórnia. O álbum tem dez faixas e o estilo transita entre pop rock e post grunge, remontando alguns efeitos eletrônicos. As composições são mais claras e suaves se comparadas com seus álbuns antecessores, os refrões são mais pesados e o vocal mais contido do que em seus álbuns antecessores. É um álbum que se destaca na discografia da cantora pelas letras serem mais irônicas e ácidas, com a métrica das letras bem encaixada junto à melodia; além do fato que Alanis cortou curto seu cabelo, marca de sua imagem, durante a turnê para o álbum.

No dia 13 de junho de 2005 seu CD de maior sucesso, Jagged Little Pill, completou 10 anos de lançamento, e Alanis aproveitou a data comemorativa para gravar Jagged Little Pill Acoustic, disco que reúne 12 versões acústicas e reflexivas do álbum mais famoso da trajetória musical da cantora. Optando por instrumentos orgânicos, arranjos mais elegantes e complexos do que na versão original e andamentos mais lentos, Jagged Little Pill Acoustic explora a evolução das músicas de Jagged Little Pill ao longo de dez anos de existência. Glen Ballard voltou a colaborar com Alanis neste álbum. O disco não fez muito sucesso,[56] mas Alanis confessa que deve respeito e honra pelas músicas do álbum. Na mesma época, Alanis gravou um documentário de comemoração dos dez anos de Jagged Little Pill. O documentário se chama "Diamond Wink Tour: Honoring Ten Years of Jagged Little Pill". No documentário, Alanis fala sobre sua trajetória artística desde os momentos que precederam o lançamento de Jagged Little Pill até o ano de 2005, quando decidiu regravar as músicas que criara dez anos atrás.

No dia 15 de novembro de 2005 Alanis fez um compilação dos grandes sucessos de sua carreira com a coletânea Alanis Morissette: The Collection, que inclui desde canções gravadas anteriormente a cover de "Crazy", do cantor Seal e "Let's Do It (Let's Fall In Love)" gravada originalmente para a trilha do filme De-Lovely. O disco também chegou às lojas em uma edição especial contendo um DVD com um documentário sobre a cantora.

Ainda em 2005, Alanis compôs a canção "Wunderkind" para a trilha sonora original do filme The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe, que lhe rendeu uma indicação para o Globo de Ouro como melhor composição original para um filme.[57]

2006-2010: Flavors of Entanglement (2008) e saída da Maverick Records[editar | editar código-fonte]

Flavors of Entanglement foi lançado em datas distintas em diferentes países a partir do dia 30 de maio de 2008. O disco tem 11 faixas e foi produzido juntamente com Guy Sigsworth, conhecido por suas composições e produções eletrônicas com artistas como Bjork e Imogen Heap. Optando por arranjos e composições largamente diferentes de seu estilo até então, Alanis mergulha em mixagens eletrônicas na maior parte das músicas deste disco. Alanis descreveu o álbum como uma "combinação de tudo" o que ela gosta musicalmente, construindo uma fusão de batidas do hip-hop e instrumentos orgânicos, uma fusão de elementos acústicos, world-music, pop-rock e pop experimental.[58] Neste álbum Alanis explora seu registro vocal mais grave, em comparação aos seus trabalhos antecessores. O álbum ganhou o Juno Awards de "Melhor Álbum Pop" do Ano de 2009 no Canadá.

Alanis afirmou que, durante as gravações, Sigsworth, produtor do álbum, a perguntava: "Qual cavalo do apocalipse você trouxe hoje, Alanis?", devido ao conteúdo pesado das letras. Em entrevistas, Alanis afirmou que houve um momento em que "não queria ver minha tripas, sangue, suor e lágrimas espalhadas por todo o estúdio" e teve vontade fazer uma música simples, sem compromisso, dizendo que "uma música como My Humps seria perfeita". A brincadeira rendeu um cover melancólico da música da banda Black Eyed Peas e um clipe paródico gravado na casa de Alanis que chamou a atenção pela quantidade de acessos que teve no YouTube.[59] Em agradecimento, Fergie enviou um bolo em formato de bunda para Alanis e um bilhete, aprovando o cover e a paródia.[60]

Alanis voltou à cena fazendo shows junto com a banda Matchbox Twenty e com a banda Mute Math, para então, depois de dois meses abrir sua própria turnê, Flavors of Entanglement Tour, que se iniciou na Europa na primeira metade de 2008, foi para a América do Norte no mês de Setembro de 2008 e, no início de 2009, chegou a 11 cidades brasileiras e alguns países da América Latina.

Terminada a promoção do álbum e da turnê, Alanis rompeu contrato com a gravadora Maverick Records, junto à qual vinha lançando seus CDs desde 1995. Depois de lançado Flavors of Entanglement, a gravadora acreditava que Alanis renovaria seu sucesso se ela tivesse escolhido as músicas certas como singles. "Underneath" fez sucesso moderado;[61] depois foi lançado "Not as We", mas sem o sucesso esperado pelos empresários.[62] O rompimento do contrato teve como motivos principais exigências contratuais que Alanis e sua banda não poderiam atender, à divisão injusta dos lucros com a gravadora e aos problemas de marketing e negociação de seus álbuns e carreira.[63] Cerca de dois anos depois, Alanis assinou contrato com a Collective Sounds, associada à Sony Music.

Terminada sua turnê e rompido o contrato com a Maverick Records, Alanis atuou na quinta temporada da série de TV Weeds [64][65], e em algumas peças de teatro. Ainda, Alanis correu duas maratonas no fim de 2009.[66][67] Entre 2010 e 2012, Alanis Morissette participou de alguns dos principais programas de talentos norte-americanos, como American Idol, X Factor e The Voice [68][69][70][71][72][73][74].

Em abril de 2010, Alanis lançou a música "I Remain" como trilha sonora original para o filme Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo.[75]

2011-presente: Havoc and Bright Lights (2012) e os 20 anos de Jagged Little Pill (2015)[editar | editar código-fonte]

Alanis em Zurique, na Suíça. 2012.

No início de 2011, Alanis lançou a música "Professional Torturer", originalmente produzida e composta para o espetáculo de teatro e cinema Radio Free Albemuth , dos quais participou.[76][77] Em maio de 2011, Alanis postou na plataforma online SoundCloud uma música chamada "Into a King" e foi divulgada através do Facebook e do Twitter da artista e foi feita em homenagem a seu aniversário de casamento com Mario Treadway.[78] Também lançou a música "Magical Child", inspirada em seu filho, na coletânea "Every Mother Counts 2012", álbum beneficente organizado pela modelo norte-americana Christy Turlington e levantou fundos para a atenção á saúde materno-infantil,[79]

Havoc and Bright Lights, seu oitavo álbum de estúdio, foi lançado internacionalmente em datas independentes em cada país a partir do dia 28 de Agosto de 2012. Oficialmente composto por 12 faixas e com mais algumas faixas extras na versão especial, o álbum foi produzido por Guy Sigsworth e Joe Chicarelli e foi gravado na própria residência de Alanis, em Los Angeles. O álbum dá continuidade ao teor eletrônico de seu álbum anterior, mas de maneira mais madura e meticulosa. Com harmônicos e sobreposições vocais na maioria dos refrões, marca registrada do estilo da cantora, as letras se referem a uma variedade de assuntos que giram entre maternidade, relacionamentos, fama e misoginia.[80]

Nas apresentações ao vivo, Alanis passou a utilizar playback, incomum na trajetória da cantora. Durante a turnê "The Guardian Angel Tour", que aconteceu ao longo de 2012 e início de 2013 na Europa,[81] no Brasil[82] e na América do Norte[83], Alanis apareceu cantando por cima das gravações originais durante os refrões e alguns trechos das músicas do novo álbum, criando uma espécie de composição que tentou manter a sonoridade produzida em estúdio. No final de 2012 Alanis também lançou dois DVDs ao vivo: Alanis Morissette: Live at Montreux 2012 e Havoc and Bright Lights DVD: Live in Berlin 2012.

No dia 21 de agosto de 2012, Alanis Morissette foi introduzida na Calçada do Rock do Centro Histórico da Guitarra, em Hollywood, Estados Unidos.[84]

Alanis Morissette, 2014.

Terminada a turnê do seu último disco, Alanis reapareceu depois de um ano do fim da turnê para Havoc and Bright Lights, no início de 2014, quando Alanis compôs a música "Today" para a campanha eleitoral de Marianne Williamson.[85][86] Na mesma época, Alanis também co-compôs a música "The Morning" e gravou o clipe da música com o músico costa-riquenho Carlos Tapado Vargas como trilha sonora original do documentário "A Small Section of the World", que retrata a inciativa de mulheres e famílias produtoras de café na Costa Rica.[87]

Alanis Morissette se declara ativista em nome de várias causas[88], dentre elas destacam-se as dos artistas, mulheres[89], meio ambiente[90], bem-estar físico e mental[91] e direitos humanos[89], tendo participado de eventos, debates e conferências em torno destes temas e publicado textos e artigos próprios sobre diversos assuntos em seu site oficial e em jornais eletrônicos. Desde 2009 Alanis está trabalhando na publicação de um livro.

Na segunda metade de 2014, Alanis fez uma turnê exclusivamente acústica, a Intimate and AcousticTour, na América do Norte e Europa.[92]

No dia 15 de março de 2015, na 44ª cerimônia de entrega do Juno Awards, Alanis foi introduzida no Hall da Fama da Música Canadense.[93] No evento, Alanis fez um medley com alguns de seus sucessos mais conhecidos.[94]

No dia 30 de outubro de 2015 foi lançado o álbum Jagged Little Pill: 20th Anniversary Collector's Edition. O lançamento vem em comemoração aos 20 anos de lançamento do álbum original Jagged Little Pill, lançado em 1995. É um combo de 4 CDs, sendo o primeiro com as músicas originais em versões remasterizadas; outro com as músicas do álbum Jagged Little Pill Acoustic, lançado em 2005; o terceiro CD com dez versões demo de músicas inéditas gravadas em torno de 1995; e um quarto CD ao vivo com as músicas de um dos primeiros shows que Alanis fez para a turnê do álbum.[95] Apesar de rompido contrato com a Maverick Records em 2009, o lançamento saiu com o selo da mesma gravadora.

Desde meados de 2014, Alanis passou a escrever artigos sobre assuntos variados e a publicar audios com diversas conversas com outros escritores em seu site oficial. Em 2016, Alanis Morissette se tornou colunista do jornal The Guardian.[96]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Em 2001, durante a produção de Under Rug Swept, Alanis ameaçou romper o contrato com a Maverick Records alegando insuficiente divulgação do seu trabalho, prazos curtos demais para a produção dos álbuns e divisão desigual dos lucros junto à gravadora.[97] Alanis apelou judicialmente e alegou, em auditorias ao governo norte-americano, críticas às bases contratuais da gravadora, que mantinham "práticas contratuais incompatíveis com a arte".[97] Alanis se viu tendo que interromper e abandonar a produção, rompendo o contrato. No conflito, Madonna, umas das sócias da gravadora, se encontrou pessoalmente com Alanis, pedindo-a para permanecer.[97] Alanis permaneceu com a Maverick Records até 2005.[97] A ameaça de romper o contrato com a gravadora rendeu dois álbuns de estúdio em 2002: Under Rug Swept e Feast On Scraps.

Em 2016, Alanis passou a administração de suas finanças para um outro empresário, que notou algo estranho nas transações entre 2010 e 2014.[98] Em 2017, Alanis entrou com um processo contra seu então empresário, Todd Schwartz, que alegou primeiramente ter investido o dinheiro em um negócio ilegal de plantação de maconha a pedido da própria Alanis, o que foi desmentido.[98] Schwartz foi acusado de ter desviado cerca de 5 milhões de dólares do lucro da cantora, sendo condenado a pagar indenização e cumprir cerca de seis anos pelo crime de roubo e desvio de finanças.[99]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de Alanis Morissette

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

Outros álbums[editar | editar código-fonte]

Videografia[editar | editar código-fonte]

  • Alanis: Too Hot Documentary (1991)
  • Jagged Lillte Pill, Live (1997)
  • Alanis Morissette MTV Unplugged DVD (1999)
  • Alanis Morissette: VH1 Storytellers (1999)
  • Alanis Morissette: Live in the Navajo Nation (2002)
  • Feast On Scraps DVD (2002)
  • Alanis Morissette: Live at Soundstage (2003)
  • We're With the Band (2004)
  • Alanis Morissette: The Collection (2005)
  • Diamond Wink Documentary: Honoring 10 Years of Jagged Little Pill (2005)
  • Alanis Morissette: Live at Carling Academy (2008)
  • Alanis Morissette: Live in Montreux 2012 (2013)
  • Havoc and Bright Lights DVD: Live in Berlin (2012)

Turnês[editar | editar código-fonte]

  • 1991: Vanilla Ice Tour (abertura dos shows)
  • 1995: Jagged Little Pill Tour/ Intellectual Intercourse Tour
  • 1996: Can't Not Tour
  • 1998: Club Tour
  • 1999: Junkie Tour
  • 1999: 5 ½ Weeks Tour (com Tori Amos)
  • 2000: One Tour
  • 2001: Under Rug Swept Tour
  • 2002: Toward Our Union Mended Tour
  • 2003: All I Really Want Tour/ Feast on Scraps Tour
  • 2004: So-Called Chaos Tour /Au Naturale Tour
  • 2005: Diamond Wink Tour
  • 2008: Exile in America Tour (com Matchbox Twenty e Mute Math)
  • 2008: Flavors of Entanglement Tour
  • 2009: Flavors of Entanglement South American Tour
  • 2012: The Guardian Angel Tour
  • 2014: Intimate and Acoustic Tour

Membros da banda[editar | editar código-fonte]

1995-1997 1998-2001 2002-2004 2005-2010 2011-2015
Baixo Chris Chaney Eric Avery Cedric LeMoyne
Bateria Taylor Hawkins Gary Novak Blair Sinta Victor Indrizzo
Guitarra Jesse Tobias Joel Shearer David Levitta Julian Coryell
Guitarra Nick Lashley Jason Orme
Teclado - Deron Johnson Zac Rae Vincent Jones

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Estrela de Alanis Morissette na Calçada da fama do Canadá.[100]

Em 1996, quando Alanis recebeu o prêmio de Melhor Artista Revelação pela MTV, em seu discurso ela disse: "De alguma forma, eu espero que premiações como estas sejam cada vez menos sobre competição e cada vez mais sobre o reconhecimento, a aceitação e a celebração de nossas diferenças artísticas. Espero que algum dia seja assim".

No documentário de comemoração dos dez anos de Jagged Little Pill, Diamond Wink Documentary, Alanis diz que para ela "dizer que um artista é melhor que outro, seria a mesma coisa que dizer que vermelho é melhor que azul, ou que verde é melhor amarelo". Diz que teve "dificuldades com os eventos de premiação porque eles exigem o aspecto da competitividade para participar" e afirma ter guardado seus prêmios num depósito em sua casa desde o momento em que os ganhou e que abriu as caixas com as estatuetas apenas em 2005.[41]

  • Juno Awards - 22 indicações, vencedora de 13. Em 2015 Alanis Morissette entrou para o Hall da Fama da Música Canadense.
    • 1992 - Cantora Mais Promissora
    • 1992 - Indicada para Single do Ano (Too Hot)
    • 1992 - Indicada para Melhor Gravação Dance (Too Hot - Hott Shot Remix)
    • 1996 - Melhor Álbum de Rock (Jagged Little Pill)
    • 1996 - Artista Feminina do Ano
    • 1996 - Compositora do Ano
    • 1996 - Álbum do Ano (Jagged Little Pill)
    • 1996 - Single do Ano (You Oughta Know)
    • 1997 - Single do Ano (Ironic)
    • 1997 - Compositora do Ano
    • 1997 - Maior Alcance Internacional
    • 2000 - Melhor Álbum (Supposed Former Infatuation Junkie)
    • 2000 - Melhor Vídeo (So Pure)
    • 2000 - Indicada para Melhor Álbum Pop Adulto do Ano (Supposed Former Infatuation Junkie)
    • 2000 - Indicada para Compositora do Ano
    • 2000 - Indicada para Melhor Cantora do Ano
    • 2003 - Produtora do Ano (Under Rug Swept)
    • 2003 - Indicada para Álbum Pop do Ano (Under Rug Swept)
    • 2003 - Indicada para Artista do Ano
    • 2004 - Indicada para DVD Musical do Ano (Feast on Scraps)
    • 2009 - Melhor Álbum Pop do Ano (Flavors of Entanglement)
    • 2009 - Indicada para Compositora do Ano
    • 2015 - Introduzida no Hall da Fama da Música Canadense.
  • Grammy Awards - 14 indicações, vencedora de 7.
    • 1995 - Álbum do Ano (Jagged Little Pill)
    • 1995 - Melhor Performance Vocal de Rock Feminina (You Oughta Know)
    • 1995 - Melhor Álbum de Rock (Jagged Little Pill)
    • 1995 - Melhor Vídeo Feminino (You Oughta Know)
    • 1995 - Indicada para Melhor Artista Feminina
    • 1995 - Indicada para Música do Ano (You Oughta Know)
    • 1997 - Melhor Vídeo Musical - categoria longa metragem (Jagged Little Pill, Live)
    • 1997 - Indicada para Gravação do Ano (Ironic)
    • 1997 - Indicada para Melhor Vídeo Musical - categoria curta metragem (Ironic)
    • 1998 - Melhor Performance Vocal de Rock Feminina (Uninvited)
    • 1998 - Melhor Canção de Rock (Uninvited)
    • 1999 - Indicada para Melhor Música para Filme, Televisão ou Mídia Visual (Uninvited)
    • 2000 - Indicada para Melhor Performance Vocal de Pop Feminina (Thank U)
    • 2001 - Indicada para Melhor Performance Vocal de Rock Feminina (So Pure)
  • Globo de Ouro - 2 indicações.
    • 1998 - Indicada para melhor trilha sonora original (Uninvited)
    • 2005 - Indicada para melhor trilha sonora original (Wunderkind)
  • MTV Video Music Awards - 7 indicações, vencedora de 3.
    • 1996 - Melhor Artista Emergente
    • 1996 - Melhor Vídeo Feminino (Ironic)
    • 1996 - Melhor Edição (Ironic)
    • 1996 - Indicada para Vídeo do Ano (Ironic)
    • 1996 - Indicada para Escolha do Telespectador (Ironic)
    • 1996 - Indicada para Melhor Direção em Videoclipe (Ironic)
    • 2000 - Indicada para Melhor Coreografia em Videoclipe (So Pure)
  • MTV Europe Music Awards - 3 indicações, vencedora de 1.
    • 1995 - Indicada para Melhor Artista Revelação
    • 1996 - Melhor Artista Feminina
    • 1996 - Indicada para Melhor Canção (Ironic)
  • American Music Awards - 4 indicações, vencedora de 2.
    • 1996 - Melhor Artista Feminina
    • 1996 - Melhor Álbum pop-rock (Jagged Little Pill)
    • 1996 - Indicada para Melhor Artista Feminina de Pop-Rock
    • 1996 - Indicada para Melhor Artista Revelação Feminina de Pop-Rock
  • Billboard Music Awards
    • 1996 - Artista do Ano
    • 1996 - Álbum do Ano (Jagged Little Pill)
    • 1996 - Artista Feminina do Ano
  • Billboard Music Video Awards
    • 1996 - Melhor Videoclipe pop-rock do Ano
    • 1996 - Melhor Videoclipe pop-rock de Artista Revelação
  • Much Music Awards
    • 1996 - Melhor Artista Internacional
    • 1996 - Melhor Artista Feminina
    • 1996 - Melhor Vídeo (You Oughta Know)
  • Brit Awards
    • 1996 - Melhor Revelação Estrangeira
  • Echo Awards
    • 1996 - Melhor Revelação Estrangeira
  • Channel V Awards
    • 1997 - Melhor Artista Internacional
  • ASCAP Film and Television Music Awards
    • 1999 - Música Mais Utilizada em Trilhas Sonoras (Uninvited)
  • Global Tolerance Award
    • 2001 - Prêmio concedido pela ONU. Alanis é a única artista no mundo e ser honrada com este prêmio.
  • Glamour Women
    • 2002 - Mulher do Ano
  • Environmental Music Awards
    • 2003 - Missões na Música
  • People's Choice Awards - 2 indicações
    • 2007 - Indicada para Regravação Favorita (Crazy)
    • 2007 - Indicada para Canção Favorita em um Filme (Crazy)
  • The George and Ira Gershwin Award
    • 2014 - Prêmio concedido no festival musical Spring Sing na Universidade da Califórnia em Los Angeles.

Prêmios por vendagem[editar | editar código-fonte]

  • 1991: - Alanis - 200 mil cópias. 1 disco de platina no Canadá.
  • 1992: - Now Is The Time - 100 mil cópias. 1 disco de platina no Canadá.
  • 1995: - Jagged Little Pill - 33 milhões de cópias. 95 discos de platina ao redor do mundo; 2 discos de diamante no Canada; 1 disco de diamante nos EUA; 1 disco de platina dupla no Brasil; 1 disco de ouro na Polônia e Brasil.
  • 1998: - Supposed Former Infatuation Junkie - 18 milhões de cópias. 34 discos de platina ao redor do mundo; 4 discos de ouro na Bélgica, França e Brasil.
  • 1999: - MTV Unplugged - 6 milhões de cópias. 1 disco de diamante no Brasil; 4 discos de platina na Alemanha e Brasil.; 1 disco de ouro nos EUA, Inglaterra e Suíça; 2 discos de ouro na França.
  • 2002: - Under Rug Swept - 8 milhões de cópias. 5 discos de platina ao redor do mundo mundo; 1 disco de ouro na Áustria, França, Alemanha e Reino Unido.
  • 2002: - Feast On Scraps - 700 mil cópias.1 disco de ouro no Brasil.
  • 2004: - So-Called Chaos - 3,5 milhões de cópias. 1 disco de ouro nos EUA, Alemanha e Brasil; 1 disco de prata na Inglaterra; 1 disco de platina na Suíça.
  • 2005: - Jagged Little Pill Acoustic - 1 milhão de cópias.
  • 2005: - The Collection - 1,5 milhões de cópias. 1 disco de ouro na Alemanha.
  • 2008: - Flavors of Entanglement - 2 milhões de cópias. 1 disco de ouro no Canadá, Itália, Inglaterra e Suíça.
  • 2012: - Havoc and Bright Lights - 1 milhão de cópias. 1 disco de ouro na Alemanha.
  • 2012: - Alanis Morissette Original Álbum Series - 10 mil cópias
  • 2013: - Live At Montreux - 150 mil cópias
  • 2015: - Jagged Little Pill 20th Anniversary - 160 mil cópias
    • Total de Vendas - mais de 75 milhões de cópias ao redor do mundo.
    • Total de Discos de Platina - 141 ao redor do mundo.
    • Total de Discos de Platina Dupla - 1 no Brasil.
    • Total de Discos de Ouro: 29 ao redor do mundo.
    • Total de Discos de Prata- 1 na Inglaterra.
    • Total de Discos de Diamante - 2 no Canadá, 1 nos EUA e 1 no Brasil.

Voz[editar | editar código-fonte]

A voz de Alanis Morissette é classificada como mezzo-soprano[101] e tem ótima capacidade de entrega. Tem uma extensão vocal de 3,4 oitavas, indo do Si 2 ao Ré 6.[102] O registro grave é sombrio, pesado e é onde sua voz parece mais confortável. Uma de suas maiores habilidades se mostra na capacidade de cantar frases consecutivas em tons graves por períodos prolongados de tempo, como nas músicas "Narcissus", "Versions of Violence" e "In Praise of the Vulnerable Man". O registro central é marcado por uma sonoridade cheia, clara e vibrante, reconhecível nas músicas "Thank U", "That I Would Be Good" e "Are You Still Mad". O registro agudo tem boa sustentação e é bem marcado, como nas músicas "Perfect", "No Pressure Over Cappuccino" e "One". A sonoridade das notas muito agudas tende a ser delgada, estridente e com ressonância reduzida, como em "Mary Jane", "Tapes" e "Edge of Evolution". Nota mais longa de 23 segundos em Mary Jane live UK 1996.[102]

Carreira como atriz[editar | editar código-fonte]

Em 1986, Alanis fez seu primeiro papel como atriz: cinco episódios de um programa de televisão infantil chamado You Can't Do That on Television, no ar pelo canal Nickelodeon. Ela apareceu no palco com a Orpheus Musical Theatre Society em 1985 e 1988.[103]

Em 1993, ela apareceu no filme Just One of the Girls como Corey Haim, a qual ela descreveu como "horrível".[104]

Em 1999, Alanis atuou novamente, pela primeira vez desde 1993, interpretando Deus no filme de Kevin Smith, Dogma, numa atuação curta e muda e ainda contribuiu com a trilha sonora do filme com a música "Still". Ela teve que recusar o papel feminino principal, e na época em que sua agenda permitiu que gravasse, seu papel não envolveu muito diálogo e rendeu uma pequena aparição no final do filme. Ela também apareceu na comédia da HBO Sex and the City e Curb Your Enthusiasm, e participou da peça Monólogos da Vagina.

No final de 2003, Alanis apareceu na peça The Exonerated como Sunny Jacobs. Em abril de 2006, a MTV anunciou que Alanis faria a reprise da peça em Londres de 23 a 28 de Maio.[105]

Em Julho de 2004 ela atuou no filme autobiográfico de Cole Porter, De-Lovely, no qual ela cantou a música "Let's Do It (Let's Fall in Love)" e teve um breve papel como dançarina.

Em 2006, ela foi convidada para um episódio de Lovespring International como uma mendiga chamada Lucinda. E também foi convidada a participar de três episódios de Nip/Tuck, fazendo o papel de uma homossexual chamada Poppy, namorada da personagem Liz que foi interpretada por Roma Maffia.

No site oficial de Alanis, foi anunciado que ela esta numa adaptação da novela de Philip K. Dick's, Radio Free Albemuth. Alanis interpretou Sylvia, uma mulher que se recuperou de um linfoma.

Em Maio de 2009, Alanis entrou para o elenco do seriado Weeds, interpretando a Drª. Audra Kitson, uma obstetra que trata a personagem principal Nancy Botwin.[106]

Recentemente foi divulgado em seu site o trailer do filme My Mother´s Red Hat, onde Alanis atua junto Alicia Silverstone.

Em Janeiro de 2010, Alanis participou da peça de teatro An Oak Tree, em Los Angeles, atuando como ela mesma. Em abril, ela foi confirmada na sexta temporada de Weeds, continuando seu papel como a Dra. Audra Kitson.[107]

Em 2012, fez uma participação no episódio "Travel Day", da série de TV Up All Night como Amanda.[108]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Filmes
Ano Título Papel Notas
1993 Just One of the Girls Ela mesma Diretamente em vídeo
1999 Dogma Deus Participação especial
2001 Jay and Silent Bob Strike Back Deus Participação especial
2004 De-Lovely Cantora "Let's Do It, Let's Fall in Love"
2005 We're with the Band Ela mesma Telefilme
2005 Fuck Ela mesma Documentário
2005 Just Friends Ela mesma Cenas deletadas
2009 My Mother's Red Hat Natalie Curta-metragem
2010 Radio Free Albemuth Sylvia [109]
2013 As Cool As I Am Ela mesma Participação especial
2014 The Price of Desire Marisa Damia
Televisão
Ano Título Papel Notas
1986 You Can't Do That on Television Ela mesma 5 episódios (1986-1987)
1996 Malhação Ela mesma Participação especial
2000 Sex and the City Dawn Episódio: "Boy, Girl, Boy, Girl..."
2002 Curb Your Enthusiasm Ela mesma Episódio: "The Terrorist Attack"
2003 Celebridade Ela mesma Participação especial
2004 American Dreams Cantora Episódio: "What Dreams May Come"
2006 Lovespring International Lucinda Episódio: "Homeless Rockstar"
2006 Nip/Tuck Poppy 3 episódios
2008 The Tonight Show with Jay Leno Ela mesma 1 episódio
2009 Weeds Dr. Audra Kitson 8 episódios (2009-2010)
2012 Up All Night Amanda Episódio: "Travel Day"

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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