Fearless (álbum de Taylor Swift)

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Fearless
Álbum de estúdio de Taylor Swift
Lançamento 11 de novembro de 2008 (2008-11-11)
Gravação 2007–08
Gênero(s) Country
Duração 53:47
Idioma(s) Inglês
Formato(s) CD, download digital
Gravadora(s) Big Machine
Produção Scott Borchetta (executivo), Nathan Chapman, Swift
Cronologia de Taylor Swift
Beautiful Eyes
(2008)
Speak Now
(2010)
Capa da edição internacional
Singles de Fearless
  1. "Love Story"
    Lançamento: 12 de setembro de 2008 (2008-09-12)
  2. "White Horse"
    Lançamento: 9 de setembro de 2008 (2008-09-09)
  3. "You Belong with Me"
    Lançamento: 21 de abril de 2009 (2009-04-21)
  4. "Fifteen"
    Lançamento: 1 de setembro de 2009 (2009-09-01)
  5. "Fearless"
    Lançamento: 4 de janeiro de 2010 (2010-01-04)

Fearless é o segundo álbum de estúdio da artista musical estadunidense Taylor Swift, lançado no dia 11 de novembro de 2008 através da Big Machine Records. Produzido ao longo de 2007 e 2008, o disco incorpora elementos da música country que também estiveram presentes em seu antecessor, Taylor Swift (2006), trazendo ainda uma sonoridade misturada à da música pop em sua essência. Todas as canções inclusas nas duas versões do álbum (Padrão e Platina) foram escritas pela própria Swift em parceria com autores como Liz Rose e a também cantora e compositora estadunidense Colbie Caillat, sendo oito delas criadas sem a parceria de outros escritores. Parte do material compilado para o álbum foi extraído de um arquivo de mais de 250 composições pertencentes à cantora, enquanto a outra parte foi desenvolvida durante as viagens da artista pelos Estados Unidos como parte da promoção de seu álbum de estreia. As letras evocam temas como o amor adolescente, a rejeição e a autocapacitação, aliadas a cenários referentes a contos de fadas.

Assim que chegou às lojas, Fearless experimentou um sucesso crítico e comercial instantâneo. Em sua primeira semana de vendas teve exatas 592 304 cópias distribuídas ao redor dos Estados Unidos, estreando na primeira posição da Billboard 200 e da Billboard Country Albums e registrando a maior semana de vendas para uma cantora no ano de 2008. Foi também muito bem avaliado pela crítica, obtendo uma média de 73 pontos em 100 de aprovação no agregador de resenhas online Metacritic, baseados em 14 resenhas recolhidas. Na lista de fim de ano divulgada pela Billboard em 2009, foi apontado como o álbum mais vendido do ano no país de origem da cantora, superando a marca de 3 milhões e 200 mil unidades vendidas até então, tornando Swift a artista mais jovem da história a conseguir atingir tal feito. Até dezembro de 2015, havia vendido mais de 7 milhões de cópias em território estadunidense, marcando assim sua entrada na lista dos álbuns mais vendidos dos últimos anos. No mercado internacional, foi certificado em um grande número de países e regiões por suas vendas, atingindo um total de mais de 8 milhões e 600 mil cópias distribuídas ao redor do globo.

O lançamento de Fearless foi precedido pela divulgação do single "Love Story", que representou uma nova etapa na carreira de Swift devido a seu grande sucesso comercial ao redor do mundo. Ao fazer entradas entre as dez primeiras posições das tabelas musicais de países como os Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Canadá e Austrália, "Love Story" fez com que sua intérprete passasse a ser mundialmente reconhecida, conquistando inúmeros prêmios e atingindo um grande número de vendas. Os singles seguintes obtiveram sucesso inferior e alguns casos, semelhante. "White Horse", segundo compacto liberado para promover o disco, falhou ao tentar repetir o sucesso de seu antecessor, tendo como posição de maior destaque o 13º lugar da Billboard Hot 100. Seu sucessor, "You Belong with Me", foi mais um grande sucesso da carreira de Swift, chegando a atingir o 2º posto da Hot 100 estadunidense, apesar de não ter superado o anterior em vendas e posições nas paradas. As duas canções liberadas como quarto e quinto singles do álbum, "Fifteen" e "Fearless", também obtiveram um desempenho regular como o de "White Horse", destacando-se apenas no país de origem de sua intérprete.

O reconhecimento pelo trabalho feito no disco foi feito também através de diversas premiações as quais as músicas, o álbum em si e sua intérprete foram nomeados. No ano de 2010, Swift recebeu um total de 8 indicações para o 52º Grammy Awards, vencendo 4 delas: as de "Álbum do Ano" e "Melhor Álbum Country" por Fearless e as de "Melhor Canção de Country" e "Melhor Performance Vocal Country" por "White Horse". Além destes, o disco recebeu outros inúmeros prêmios e nomeações, o que tornou-o o disco mais premiado da história de seu gênero musical. Para promover Fearless, a cantora embarcou em sua primeira em sua primeira turnê musical, a Fearless Tour, que durou pouco mais de um ano. Nesse período, ela visitou diversas cidades da América do Norte e passou por países como a Inglaterra, Japão e Austrália. Na setlist do evento foram inclusas quase todas as canções contidas em Fearless, além de algumas faixas do álbum de estreia da artista. A turnê foi documentada em vídeo e divulgada ao público através do especial televisivo Journey to Fearless, que mais tarde foi transformado em um DVD e lançado em várias regiões do planeta.

Antecedentes e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Sheryl Crow (esquerda) e Brad Paisley (direita) serviram de inspiração para Swift durante o processo de composição das faixas de Fearless.

Swift começou a compor letras de canções aos onze anos de idade, logo após uma viagem mal sucedida a Nashville na qual ela e sua mãe foram em busca de um contrato com uma grande gravadora.[1] Três anos depois, ao fazer uma nova tentativa, a cantora finalmente conseguiu assinar com um grande selo, sendo este a Sony/ATV Music Publishing, que na época ficou responsável pela publicação de suas composições.[2] No ano seguinte, um novo contrato foi assinado, desta vez com a Big Machine Records, que seria responsável pelo lançamento e divulgação do álbum de estreia da artista. Quando assinou com a empresa, Swift já havia escrito mais de 250 canções, algumas delas sozinha e outras em parceria com compositores e produtores musicais como Liz Rose e Robert Ellis Orrall.[3] Ao dar início à compilação de material para seu primeiro álbum de estúdio, a artista utilizou algumas canções que havia arquivado ao longo desse período, optando por manter as demais guardadas para, segundo ela, utilizar na produção de um segundo e terceiro discos. Sobre essa decisão, comentou: "Eu tenho sido bem egoísta com minhas canções. Eu tinha o sonho do lançamento desse projeto [Taylor Swift] por tantos anos que eu tive que estocá-las. E eu fico muito feliz com isso, porque agora temos um segundo álbum cheio de faixas e um terceiro também. E eu não tive de mexer um dedo".[4]

Em 2007, no período em que abriu turnês de artistas como George Strait e Brad Paisley pelos Estados Unidos, Swift deu início à composição de novas faixas, no intuito de montar seu segundo disco de inéditas, que na época já tinha um título definido: Fearless.[3] "Eu escrevi muitas delas sozinha, especialmente quando eu estive na estrada. Eu adoro escrever em turnês — geralmente faço no local do concerto. Procuro um lugar quieto em alguma sala, como o vestiário, por exemplo", comentou.[5] Durante o período de escrita, ela influenciou-se pelo estilo de Sheryl Crow e de Paisley, citando o jeito sincero e verdadeiro de contar histórias de Crow e a natureza tocante e engraçada de Brad.[3] A artista procurou manter o amor como elemento temático nuclear do álbum. Ela não queria alienar seus admiradores com músicas sobre a vida na estrada, uma vez que afirmou nunca ter tido afinidade quando mais jovem. "Eu sempre tento escrever mais sobre o que eu sinto em relação aos garotos e o amor porque é isso que me fascina mais que qualquer coisa — o amor e o que ele faz conosco, como nós tratamos e somos tratados pelas pessoas. Eu associo cada canção no disco ao amor", disse.[6] Embora tenha revelado que não beijava rapazes há dois anos, Swift afirmou que a inspiração amorosa não estava "seca" no produto, uma vez que já tinha passado por términos de relacionamento. Adicionando que não era difícil para si abordar este assunto e "colocar toda a sua emoção", a compositora explicou que não é necessário recorrer ao beijo para se demonstrar carinho e para sentir decepção, frustração e/ou coração partido.[7]

Durante uma entrevista concedida à UnRated Magazine em julho do mesmo ano, a cantora revelou que havia escrito cerca de 75 canções inéditas para a concepção da obra.[3] No entanto, também foram incluídas composições anteriormente criadas; Taylor achava que havia histórias que não tinha tido oportunidade de contar em Taylor Swift, decidindo inclui-las em Fearless.[8] Pouco tempo depois, essas composições foram somadas a mais algumas faixas inéditas, estas escritas em parceria com Rose, John Rich e com a também cantora e compositora estadunidense Colbie Caillat.[8][9] As sessões de gravação foram feitas em períodos separados que se estenderam até o verão de 2008 no Hemisfério Norte, logo após o término da turnê com Strait e em meio à conclusão do curso do ensino médio da artista e sua participação como ato de abertura em uma das turnês do grupo country Rascal Flatts;[8] foram realizadas em conjunto com Nathan Chapman, que co-produziu todas exceto uma música do produto de estreia da cantora. Swift foi creditada como co-produtora em todas as canções selecionadas para a lista do disco, tornando o seu envolvimento com o projeto maior do que o registrado em seu primeiro álbum e fazendo com que ela tivesse sua primeira experiência de produção musical.[10] Os dois gravaram e eliminaram uma abundância de faixas da listagem final com o objetivo de manter apenas o melhor conteúdo; um total de treze foi estipulado, por ser este o número da sorte da estadunidense.[3] Para ajudar na escolha, ela apresentou diversas inéditas — "Permanent Marker", "Missing You", "I'd Lie", "Sparks Fly" e "Fearless" — no Gold Country Casino em Las Vegas em 29 e 30 de maio de 2007; apenas a última foi selecionada para a compilação final; "Sparks Fly" seria mais tarde incluída em Speak Now (2010).[8][11] Até janeiro de 2008, metade da tracklist já tinha sido gravada; a outra parte foi realizada em duas sessões: uma em março de 2008 e outra em algum momento durante o verão boreal do mesmo ano.[12]

Título, capa e lançamento[editar | editar código-fonte]

A ideia de dar ao disco o título de Fearless surgiu logo depois que Swift compôs a homônima "Fearless". A partir deste momento, a palavra (que em português significa "destemida") passou a fazer parte do cotidiano da cantora. Ela a definiu da seguinte maneira: "'Fearless' não significa dizer que você não tem medos ou que é a prova de balas. Significa que você, mesmo tendo vários temores, segue em frente". Após concluir a composição da faixa e cogitar dar ao álbum o mesmo nome, Swift procurou certificar-se de que este era realmente o título certo a escolher. Para ter essa certeza, a cantora buscou o significado de "fearless" dentro de cada uma das composições. Tendo-o encontrado e analisado, ela decidiu enfim dar à obra o mesmo título da faixa.[13] No encarte da edição física do produto, ela explica o significado do título:[14]

Da mesma maneira que em Taylor Swift, a artista envolveu-se bastante no processo de criação da arte gráfica do disco. As imagens foram fotografadas por Joseph Anthony Barker, Ash Newell e Sheryl Niels, enquanto que a capa e os designs gráficos foram executados por Leen Ann Ramey, da Ramey Design.[14] O produto chegou às lojas dos Estados Unidos e do Canadá em 11 de novembro de 2008, através das gravadoras Big Machine Records e Universal Music Group, e quatro dias depois no varejo australiano. Acabou por ser relançado na Austrália em 27 de fevereiro de 2009, em uma edição limitada com faixas bônus originadas do primeiro disco da artista e uma nova capa. O mercado internacional somente recebeu Fearless em 2 de março de 2009, quando foi lançado na Espanha através da Universal Music da região. Seguiu-se a distribuição em um grande número de países logo após; a Universal, companhia musical de âmbito mundial, foi a responsável pela distribuição em todos eles.[15][16]

Estrutura musical[editar | editar código-fonte]

É o mesmo tipo de álbum que eu fiz [em 2006] — apenas dois anos mais velho. Em termos sonoros, é o tipo de música que eu gosto de escrever, country, mas eu acho que tendo em conta o assunto principal e algumas melodias que eu gosto de usar, [as faixas] têm apelo crossover.

—Swift descrevendo Fearless para o The Oakland Press.[6]

Swift compôs a faixa de abertura, "Fearless", em conjunto com Rose e Hillary Lindsey enquanto estava em turnê. É baseada em uma instrumentação de violão, fiddle e banjo, e, liricamente, trata sobre tomar coragem em uma relação amorosa ao descrever um encontro romântico.[17][18] Ela já havia contemplado a ideia de um primeiro encontro perfeito, algo que ainda tinha que experienciar, e, embora não estivesse namorando à época, a artista inspirou-se por seus desejos e não pela realidade.[19] "Fifteen" foi escrita sobre o primeiro ano da cantora no ensino médio, durante o qual estudava na na instituição Hendersonville High School,[19][20] onde conheceu a sua melhor amiga Abigail Anderson.[21] Ao criá-la, Taylor focou em como ela e Anderson apaixonaram-se pela primeira vez e tiveram seu coração partido, iniciando com a ponte "E Abigail deu tudo o que tinha para um menino / Que mudou de ideia e ambas choramos",[nota 2][19][21] e escrevendo todo o resto em uma sucessão de ideias reversa.[19] A intérprete escreve em algumas passagens da obra mensagens de advertência, destinadas a orientar os adolescentes que já ou ainda vão entrar no ensino médio.[22] Após Abigail concordar com a inclusão da faixa em Fearless, a musicista a gravou e chorou enquanto o fazia.[23] "Love Story" foi uma das últimas a serem conceptualizadas para o disco.[24] A inspiração por trás dela surgiu a partir de um namorado que a cantora teve, do qual sua família e amigos não gostavam. Sentindo-se relacionada à tragédia shakesperiana Romeu e Julieta (1597), uma de suas narrativas preferidas, ela compôs a obra sozinha no chão de seu quarto em aproximadamente vinte minutos.[25] Iniciando com a linha "Esse amor é difícil, mas é real",[nota 3] que foi mais tarde incluída no segundo refrão da produção final, a autora alterou a conclusão dada em Romeu e Julieta, dando aos personagens um final feliz, como achava que mereciam.[19][23] Com exceção da conclusão ficcional, a canção foi feita com base em experiências da própria vida de Swift e, para ela, foi otimista mostrar como encontrar a pessoa certa pode superar o ceticismo.[23]

Terceira faixa em Fearless, "Love Story" é uma homenagem à tragédia shakesperiana Romeu e Julieta (1597). A inspiração foi um namorado de Swift, que sua família não gostava.

Na balada "White Horse", a quinta canção, a artista reflete sobre um de seus relacionamentos, que no início parecia um conto de fadas, mas que logo depois se desfez.

"The Best Day", décima-segunda, é dedicada à mãe da cantora, Andrea. Swift afirmou que sua mãe era a melhor amiga que tinha durante a adolescência e que ela sempre esteve ao seu lado.

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A estadunidense escreveu "Hey Stephen" sobre o que sentia por Stephen Barker Liles, da banda Love and Theft, que abriu diversos concertos para ela.[26] É caracterizada por uma lúdica melodia de teen pop acompanhada por um suave órgão Hammond B-3.[27][28] Enquanto gravava a faixa no estúdio de John McBride, esposo de Martina McBride, ele disse que seus filhos desejavam muito conhecê-la. Desta forma, a artista convidou eles e os seus amigos para assistir à sessão; eles também participaram da faixa, estalando os dedos.[19] "White Horse" foi desenvolvida quase um ano antes do lançamento do CD.[29] É uma balada, e sua instrumentação é composta principalmente de um violão acústico e de um piano suave, apresentando também toques de violoncelo.[30][31] A produção, no entanto, é escassa, deixando a ênfase nos suaves e sussurrados vocais da intérprete.[32][33] O primeiro verso foi escrito completamente pela jovem; pouco depois, ela telefonou para Rose pedindo-lhe ajuda com a composição, que foi completada em quarenta e cinco minutos.[34] Sua concepção foi desencadeada através da inspiração em um namorado da musicista, o qual ela considerava um príncipe encantado, mas descobriu que não no momento da ruína da relação.[29] Segundo a artista, foi o seu ex que provocou a canção, mas conforme ela ia escrevendo, derivava desta direção.[35] Originalmente, a canção não seria incluída em Fearless, devido a Swift acreditar que a tristeza já estava representada com precisão no disco; com isso, ela estava planejando inserir a faixa em seu terceiro álbum de estúdio (que seria Speak Now). No entanto, os planos mudaram após Betsy Beers e Shonda Rhimes, produtoras de Grey's Anatomy, série favorita da intérprete, decidirem usá-la na produção.[19][36] "You Belong with Me", sexta obra no alinhamento, nasceu após Taylor ouvir um amigo seu discutindo com a namorada no telefone. Segundo a jovem, seu amigo agia na defensiva enquanto a namorada gritava com ele: "Não, amor... Eu tive que desligar o telefone muito rapidamente... Eu tentei ligar de volta... É claro que eu te amo. Mais do que qualquer coisa! Amor, eu sinto muito". Tendo isso em base e com a simpatia que sentia por ele, a compositora iniciou a criação de uma faixa nesse contexto de desentendimento, fazendo ainda uma história linear fictícia na qual era apaixonada por ele.[19] A canção é baseada em ganchos vocais agudos e com altos-e-baixos, enquanto a instrumentação consiste de banjos ao lado de guitarras elétricas com estilo de new wave.[37][38]

Na balada "Breathe", o acompanhamento é composto inteiramente de instrumentos de cordas, e Swift canta sobre um cenário de amor-que-deu-errado.[28][32] É uma colaboração entre a artista e Colbie Caillat. Taylor demonstrou interesse no trabalho de estreia de Caillat, Coco (2007). As duas marcaram uma sessão de composição para coincidir com o concerto que Colbie iria fazer em Nashville. Foi nesse encontro que "Breathe" surgiu;[19] a base foi um amigo muito próximo que Swift perdeu. Caillat mais tarde gravou vocais de apoio para a faixa, em um volume alto o suficiente para o público reconhecê-la.[39] O posto número nove da lista é ocupado por "Tell Me Why". A jovem a escreveu sobre um garoto pela qual estava apaixonada, mas nunca chegou a ter um relacionamento. Enfurecida por seu comportamento ultrajante e inconsistente em relação a ela,[19] a cantora foi até a casa de Rose e contou-lhe sobre o ocorrido, dizendo que estava cansada de suas atitudes e da discrepância entre suas palavras e ações, dentre outras coisas. Sua raiva tornaria-se mais tarde "Tell Me Why".[40] No momento em que seu relacionamento começou a desabar em razão do seu parceiro, que só mentia e era cheio de segredos, nasceu "You're Not Sorry", uma balada com influências de rock. A obra inicia com piano e progressa para o uso de guitarras elétricas na metade de sua duração.[41] O título e a história fictícia de "The Way I Loved You", na qual a estadunidense diz preferir se relacionar com homens complicados, foram desenvolvidos pela intérprete e ela foi escrevê-la com Rich, que se identificou com enredo por ser uma pessoa complicada em relacionamentos. Durante a composição, dois pontos de vista foram utilizados, o que foi considerado "incrível" por Swift.[19]

A décima-primeira faixa, "Forever & Always", foi uma adição de última hora, sendo composta pouco antes da masterização de áudio ser realizada e da impressão dos encartes do CD físico.[24] Swift a escreveu sobre o término de sua relação com o também cantor Joe Jonas. Na época, Jonas começou a apresentar mudanças em relação a ela, que se perguntava o porquê.[19][42] Depois disso, o cantor iniciou um relacionamento com a atriz Camilla Belle, que conheceu durante as gravações do vídeo musical de "Lovebug" (2008).[43] Embora tenha sido uma das últimas no processo de composição do disco, a intérprete queria endereçar o término através da música, uma vez que foi uma experiência dramática em sua vida, incluindo-a no alinhamento.[24] "The Best Day" é dedicada à mãe da cantora, Andrea Swift. É uma balada suave, e a única em Fearless a ser escrita na forma de verso simples, com ausência de refrão. A ideia da composição veio de um incidente ocorrido no ensino médio, quando Taylor Swift ligou para algumas de suas colegas, convidando-as para sair e fazer compras. Cada uma delas deu uma desculpa diferente para não ir, e Andrea concordou em levá-la ao shopping local. Chegando lá, as duas viram todas as garotas para as quais a jovem ligou passeando por uma loja da Victoria's Secret. "Eu lembro da minha mãe me olhando e dizendo: 'Nós vamos ao King of Prussia'. Era um shopping enorme na Pensilvânia, a 45 minutos de onde estávamos. Então saímos e fomos até lá. Minha mãe ajudou-me a escapar de coisas que eram dolorosas para mim. E nós falamos sobre isso durante todo o tempo em que estávamos lá, e nos divertimos bastante comprando".[44] Foi escrita enquanto a artista estava em turnê, durante o verão boreal de 2007, e ela a gravou sem o conhecimento da mãe. Swift decidiu usar a obra como presente de Natal para sua genitora, criando um vídeo com filmagens caseiras. Na véspera de Natal, Andrea foi surpreendida com um DVD, que continha a produção de sua filha. De início, ela não notou que Taylor estava a cantar a faixa; quando percebeu e notou a letra, começou a chorar.[19] Sua inclusão em Fearless ocorreu porque a jovem queria mostrar que sua mãe sempre foi sua melhor amiga.[45] A musicista escreveu "Change" sobre sua esperança e aspiração de conseguir sucesso, mesmo assinada com a menor gravadora de Nashville, a Big Machine. Depois de tranquilizar a si mesma de que seria diferente no futuro, Swift começou a escrever a faixa, deixando-a incompleta, esperando uma ocorrência especial para completá-la. O dia em que finalizou "Change" foi quando venceu o prêmio Horizon Award no Country Music Association Awards de 2007 e viu Scott Borchetta, presidente da Big Machine Records, chorando.[19][45][46]

Repercussão[editar | editar código-fonte]

Crítica profissional[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic 73/100[47]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Allmusic 4.5 de 5 estrelas.[48]
Entertainment Weekly (B)[49]
The Guardian 3 de 5 estrelas.[50]
Rolling Stone 4 de 5 estrelas.[51]
Slant Magazine 2.5 de 5 estrelas.[27]

Fearless foi recebido com críticas predominantemente positivas pelos profissionais especializados, que elogiaram as composições da artista, bem como a mistura de country e pop e os vocais.[48] Alguns, contudo, criticaram-no por ser pouco diferente em relação ao disco de estreia da musicista. No agregador de resenhas Metacritic, que estabelece uma média de até cem pontos com base nas avaliações dos críticos musicais, o álbum obteve 73 pontos de aprovação, que foram baseados em 14 resenhas recolhidas, o que indica "análises geralmente positivas".[47]

Stephen Thomas Erlewine, do banco de dados Allmusic, afirmou que Swift havia abandonado de suas pretensões adolescentes, caracterizando-se como Shania Twain e Faith Hill antes destas tornarem-se "divas do country". O analista adicionou que a cantora apresenta-se como "uma irmã ao invés de uma grande estrela", apontando "Fifteen" como um exemplo prático disso. Embora tenha notado que os elementos pop do disco tinham superado o country e nomeado o produto um dos "melhores álbuns de pop mainstream de 2008", Erlewine comentou que o produto "não parecia uma tentativa berrante e grosseira de conseguir alcançar o sucesso crossover".[48] Ken Tucker, da revista Billboard, escreveu: "Aqueles que achavam que Taylor Swift já era grande coisa após o lançamento de seu primeiro álbum, podem se preparar: ela está prestes a se tornar maior ainda. Embora tenham sido escritas por uma adolescente, suas canções apelam ao público em geral, e é aí que mora a genialidade e a acessibilidade em seu segundo trabalho".[52] O jornalista James Reed publicou uma resenha no The Boston Globe, na qual disse acreditar que o charme da artista estava em sua composição, que era o que a separava de outros cantores adolescentes da mesma época, que baseavam-se em "grandes produtores e compositores e programas da Disney para conseguir uma carreira musical". Reed comparou-na com a banda Dixie Chicks, uma vez que, segundo ele, ambos conseguiram "deixar para trás a barreira entre o country comercial e as rádios mainstream".[53]

Frequentemente, um jovem artista que ganhou muitos elogios pelo álbum de estreia acaba recebendo uma saraivada da crítica quando lança o segundo trabalho. É a chamada síndrome da reação contrária. Ela acontece por duas razões. A primeira é que o nível estabelecido pelo primeiro álbum acaba sendo alto demais quando ele faz muito sucesso. E a segunda é que os críticos gostam de fazer seu nome escrevendo coisas contraintuitivas de propósito. Ou seja, havia motivo para Taylor se sentir ansiosa enquanto aguardava pelo veredito da crítica a respeito de Fearless.

—Chas Newkey-Burden, autor da biografia Taylor Swift: The Whole Story.[54]

Robert Christgau avaliou Fearless com uma nota A–, afirmando que não apreciava a mensagem passada pela totalidade do álbum; segundo ele, passa-se a informação de que "Você tem de acreditar em histórias de amor, príncipes encantados e felizes para sempre". No entanto, Christgau mostrou-se impressionado com as habilidades de escrita de Swift, adjetivando-a de "uma garota adolescente incomumente-e-impossivelmente forte e talentosa". Adicionando que a jovem incluiu um realismo similar ao de um diário em todas as faixas do registro, ele finalizou afirmando: "o disco estabelece um padrão muito alto para outros artistas adolescentes e exemplos a serem seguidos".[55] Para a revista Entertainment Weekly, Leah Greenblatt disse: "Uma fofa adolescente loira com vários hits em seu currículo — soa como mais uma qualquer, não é mesmo? Mas, à parte de um pote de Clairol, não há nada de Britney ou Christina em Swift". Greenblatt concluiu que sua base de fã permaneceria formada por jovens garotas durante muito tempo, mas cresceria conforme o tempo passasse.[49]

Colunista do The Guardian, Alexis Petridis teve uma opinião mista em relação ao álbum, afirmando que é certamente "meigo e sem criatividade", mas executado de maneira incrível. Enquanto o ouvia, Petridis questionava-se se era necessário mais música do tipo, e concluiu: "O sentimento é de que o mundo irá responder em uma afirmação que rapidamente te domina".[50] Jody Rosen, da revista Rolling Stone, adjetivou Swift de "uma sábia compositora com um dom intuitivo para a forma verso-refrão-ponte que [...] remete aos deuses do pop, Dr. Luke e Max Martin". De acordo com Rosen, o charme particular da artista é o entrelaçamento entre profissionalismo quase impessoal e confissões íntimas e reais.[51] Em um texto para a Slant Magazine, Jonathan Keefe disse acreditar que Fearless mostrava que a cantora era capaz de possuir uma longa carreira musical. No entanto, Keefe mostrou-se decepcionado com o disco, pois não mostrava aperfeiçoamentos significativos como em Taylor Swift; no entanto, com uma voz imatura e pouca idade, para ele, a musicista ainda tinha tempo o suficiente para aperfeiçoar sua arte e fazer um grande trabalho.[27] Josh Love, do The Village Voice, escreveu: "Essas palavras extraordinárias e autoconscientes de uma adolescente não vacilam, evitando magistralmente a armadilha de cair na banalidade de um diário e besteiras pseudo-profundas".[56]

O The Washington Post publicou uma resenha de Chris Richards, que afirmou: "No mundo de Swift, toda canção está preparada para encantar as rádios, confirmando a habilidade da garota de 18 anos em escrever uma pilha de melodias consistentemente agradáveis". Richards notou que a voz empregada era apenas minimamente nasal e açucarada o suficiente para conseguir uma rotação grande na Rádio Disney, e pronta para fazer o mesmo na CMT. O resenhista também sentiu que Taylor era uma talentosa compositora, mas sua consistência às vezes caía em uniformidade.[38]

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

Taylor Swift segurando a estatueta de "Melhor Vídeo Feminino", que recebeu durante o MTV Video Music Awards de 2009 por "You Belong with Me".

Ao final de 2008, Fearless foi considerado o 38.º melhor álbum do ano pela revista Rolling Stone. A publicação comentou: "Mesmo em uma recessão, a fórmula para um hit best-seller é simples: você só precisa do refrão perfeito e uma poeta do primeiro ano do ensino médio para cantar a maldita composição. Com indeléveis acordes de guitarra e apelo aos teenyboppers, Swift prova que ninguém consegue alcançar seu profissionalismo ninja. Talvez o disco devesse ser chamado Peerless".[nota 4][57][58]

Além disso, o disco foi indicado e recebeu diversos prêmios musicais por todo o globo, acabando por tornar-se o mais premiado da história da música country.[59] Em 5 de abril de 2009, a cantora esteve presente no Academy of Country Music Awards, na qual recebeu os troféus de "Álbum do Ano" e "Crystal Milestone", além de o vídeo de "Love Story" ter sido indicado para "Vídeo do Ano". Com o disco sendo considerado o melhor do ano, Taylor tornou-se a artista mais jovem a receber tal prêmio.[60] Em outra entrega dedicada ao gênero country, Country Music Association Awards, a estadunidense conseguiu os galardões de "Álbum do Ano" por Fearless e "Vídeo do Ano" por "Love Story". Além dessas duas, a jovem em si foi considerada a "Entertainer do Ano".[61] Durante a edição de 2009 do American Music Awards, a compositora recebeu cinco indicações; destas, Fearless foi selecionado para "Álbum Country Favorito" e "Álbum de Pop/Rock Favorito", vencendo a primeira.[62] Outra vitória conquistada foi a de "Canção Country do Ano" por "Love Story", no BMI Awards de 2009.[63]

Uma polêmica foi criada durante o MTV Video Music Awards de 2009. Após ganhar a condecoração de "Melhor Vídeo Feminino" por "You Belong with Me", Swift subiu ao palco e começou seu discurso de agradecimento. No entanto, durante este, o rapper Kanye West foi até lá e tomou o microfone de suas mãos, interrompendo-a e afirmando: "Taylor, estou muito feliz por você e eu vou deixar você terminar, mas Beyoncé [Knowles] tem um dos melhores vídeos de todos os tempos", referindo-se ao vídeo musical de "Single Ladies (Put a Ring on It)", que concorria na mesma categoria. A ação de West foi duramente criticada por diversas celebridades, como Barack Obama, que o adjetivou de "idiota".[64][65] Ainda em 2009, a musicista recebeu uma nomeação para o People's Choice Awards ("Canção Country Favorita", "Love Story"), saindo de mãos vazias.[66] Perdeu também em duas do Teen Choice Awards, "Canção de Amor" e "Turnê Musical" ("Love Story" e Fearless Tour), embora tenha ganhado "Álbum Feminino".[67] No Brasil, a revista Capricho organiza o Capricho Awards anualmente; na cerimônia de 2009, o prêmio de "Melhor Canção Internacional" foi para a supracitada "Love Story".[68]

Na 52.ª edição do Grammy Award, foi nomeada em oito categorias, vencendo quatro: as de "Álbum do Ano" e "Melhor Álbum Country" por Fearless e as de "Melhor Canção de Country" e "Melhor Performance Vocal Country" por "White Horse". Com isso, a artista tornou-se a mais jovem a ter seu disco considerado o melhor do ano na premiação, com 20 anos, ultrapassando Alanis Morissette, que com Jagged Little Pill obteve o mesmo êxito aos 21. As indicações perdidas foram "Canção do Ano", "Gravação do Ano", "Melhor Performance Vocal Pop Feminina" e "Melhor Colaboração Pop com Vocais".[69][70] Em 1º de março de 2010, foram anunciados os concorrentes dos Academy of Country Music Awards daquele ano, no qual Taylor Swift recebeu cinco indicações: "Artista do Ano", "Vocalista Feminina do Ano", "Canção do Ano" e "Vídeo do Ano". No entanto, quando os vencedores foram revelados em 18 de abril do mesmo ano, a artista não recebeu nenhuma condecoração.[71][72] Com todos estes prêmios, Fearless tornou-se o primeiro trabalho da história a conquistar a categoria de "Álbum do Ano" nas premiações American Music Awards, Academy of Country Music Awards, Country Music Association Awards e Grammy Awards em um mesmo ano.[59]

Singles[editar | editar código-fonte]

Oficiais[editar | editar código-fonte]

"Love Story" foi lançada como o single carro-chefe do disco em 12 de setembro de 2008, de maneira digital. A faixa foi recebida positivamente pelos críticos musicais, que elogiaram o estilo de escrita de Swift e a narrativa da canção.[73] Também foi um grande sucesso comercial internacionalmente. É a música mais bem-vendida da cantora até a data, tendo vendido 8 milhões de cópias em todo o globo, estabilizando-se ainda como um dos singles de maior venda da história.[74] Nos Estados Unidos, "Love Story" ultrapassou os 5 milhões de exemplares e é também uma das obras mais compradas.[75] Era ainda o single de música country mais vendido de todos os tempos, até ser ultrapassado por "Need You Now" (2009), do trio Lady Antebellum, em abril de 2011.[76] A composição teve como pico a quarta posição na Billboard Hot 100[77] e marcou o melhor número para uma música country na Mainstream Top 40 (Pop Songs) desde "You're Still the One" (1998), de Shania Twain.[78] Na Austrália, foi a primeira canção da musicista a chegar à primeira colocação,[79] onde recebeu disco de platina da Australian Recording Industry Association (ARIA).[80] O vídeo musical acompanhante foi dirigido por Trey Fanjoy e o seu enredo segue Swift e seu namorado enquanto se encontram numa universidade e se imaginam em uma era anterior.[81]

"White Horse" tornou-se a segunda música de trabalho de Fearless em 9 de dezembro de 2008. Recebeu análises positivas, com os resenhistas afirmando que Swift foi capaz de tornar a mensagem da faixa palpável[32] e escolhendo-a como uma das melhores de todo o álbum.[33] Embora não tenha conseguido reproduzir o sucesso de sua antecessora, a balada foi capaz de se desempenhar bem comercialmente. Teve como pico as posições treze na Billboard Hot 100 e dois na Hot Country Songs.[82] Vendeu mais de 1,6 milhões de cópias nos Estados Unidos até fevereiro de 2011[83] e entrou em paradas de países como Austrália, Canadá e Reino Unido.[82] O seu vídeo também foi dirigido por Fanjoy e apresenta a jovem terminando um relacionamento por telefone e tendo várias lembranças da relação ao lado de seu ex.[84]

Swift apresentando "You Belong with Me" durante os ensaios para o MTV Video Music Awards de 2009.

"You Belong with Me" chegou às lojas como terceiro foco de promoção em 26 de abril de 2009. A recepção crítica foi mista, passando de "todas os hits da Taylor Swift soam igual"[85] até "é uma de suas melhores canções".[33] Contudo, o número obteve sucesso comercial pelo mundo. Nos Estados Unidos, ficou empatada com "Today Was a Fairytale" (2010) como as faixas de Taylor Swift que melhor se desempenharam na Billboard Hot 100, tendo ambas chegado à vice-liderança. Em 2012, entretanto, ambas foram superadas quando "We Are Never Ever Getting Back Together" chegou ao topo.[86] Impulsionada principalmente pelo airplay das rádios não exclusivas de country, "You Belong with Me" estabilizou a maior audiência radiofônica crossover desde "Breathe" (2000), de Faith Hill.[87] Tendo vendido mais de 3,6 milhões de exemplares até fevereiro de 2011, a obra é o terceiro single de country mais comprado de todos os tempos.[88] Roman White dirigiu o videoclipe, cujo enredo foca em uma garota que secretamente é apaixonada por um garoto, mas ele já tem uma namorada; tanto a protagonista quanto a antagonista foram interpretadas por Swift.[89] A produção recebeu o MTV Video Music Award de "Melhor Vídeo Feminino", mas durante o discurso de agradecimento da estadunidense, o rapper Kanye West interrompeu-a em defesa de Beyoncé, que concorria na mesma categoria, criando uma controvérsia na mídia.[90]

"Fifteen" foi lançada como terceiro single em 1º de setembro de 2009. Os jornalistas elogiaram-na por sua vulnerabilidade e a representação das adolescentes reais.[91] Comercialmente, a música teve uma performance mediana, tendo como pico o número 21 na Billboard Hot 100 e dezenove na Canadian Hot 100.[86] No país de origem da artista, foram compradas 1,1 milhões de cópias digitais até fevereiro de 2011.[75] O seu teledisco foi dirigido por White e possui um uso pesado de efeitos especiais, destacando-se a técnica chroma key. Mostra Swift andando por um jardim, onde revive várias memórias com sua amiga.[92]

"Fearless", a faixa-título, tornou-se a quinta e última música de trabalho do produto em 4 de janeiro de 2010. A imprensa respondeu de maneira positiva à canção, e a elogiou por apelar a diferentes faixas etárias.[93] Na Billboard Hot 100, teve como pico a nona colocação após seu lançamento como single promocional.[86] Durante esse tempo, foi certificada como ouro pela Recording Industry Association of America (RIAA) pelos mais de 500 mil downloads digitais.[94] Tornou-se o primeiro single a ser lançado após ter sido certificado como ouro pela RIAA.[17] Depois de ser distribuída oficialmente como tal, "Fearless" conseguiu apenas chegar à posição 76.[95] Na Espanha, teve como melhor número o 32.[96] A canção tem um vídeo acompanhante que consiste em conteúdo da Fearless Tour e dos seus bastidores; foi dirigido por Todd Cassetty.[97]

Promocionais[editar | editar código-fonte]

Quatro singles promocionais foram lançados por Swift, como parte da campanha "Countdown to Fearless". O primeiro deles foi "Change", em 8 de agosto de 2008. A faixa foi usada pela emissora estadunidense NBC durante seus resumos diários sobre os principais acontecimentos dos Jogos Olímpicos de 2008, além de ser incluída na coletânea esportiva AT&T TEAM USA Soundtrack, voltada para a torcida do país. Todos os lucros obtidos com o trabalho foram doados para a equipe olímpica dos Estados Unidos.[98] "Fearless" foi disponibilizada em 14 de outubro de 2008, "You're Not Sorry" em 28 de outubro e "You Belong with Me" em 4 de novembro. Dessas quatro, "Change" e "You're Not Sorry" não tornaram-se singles oficiais.[99]

Divulgação[editar | editar código-fonte]

Swift apresentando "Fifteen" durante um concerto da Fearless Tour.

Como parte da divulgação de Fearless, Swift apareceu em vários programas televisivos e premiações. Durante o fim de 2008 e o começo de 2009, ela apresentou-se com "Love Story" no Good Morning America, Late Show with David Letterman, The Ellen DeGeneres Show, no Country Music Awards de 2008, num dueto com a banda Def Leppard no CMT Crossroads, no Stripped, produção da Clear Channel, Studio 330 Sessions e no Saturday Night Live.[100] Swift cantou "Fifteen" pela primeira vez em um dueto com a atriz e cantora Miley Cyrus no Grammy Awards de 2009. Na ocasião, a dupla sentou-se em bancos de madeira para uma apresentação acústica da obra.[101][102] Em 29 de novembro de 2008, ocorreu no American Music Awards a primeira apresentação televisionada de "White Horse". Nesta ocasião, Swift apresentou a música usando um longo vestido branco e sentada em um grande sofá com estampas florais.[103] Mais tarde, a cantora participou do anúncio dos indicados ao Grammy, onde cantou esta canção juntamente com um cover de "I'm Sorry" (1960) da cantora estadunidense Brenda Lee.[104] Numa viagem ao Reino Unido, ela esteve presente no Loose Women, onde cantou "Love Story", e no Later... with Jools Holland, onde ocorreram performances de "Love Story" e "Fifteen".[105][106] A última também foi apresentada no The Paul O'Grady Show.[107] Continuando com o processo de divulgação nos Estados Unidos, durante o verão boreal de 2009, Swift apareceu em diversos programas e eventos, incluindo o AOL Sessions,[108] o Studio 330 Sessions,[109] o CMA Music Festival,[110] e o V Festival.[111]

Em 29 de maio de 2009, ela esteve no The Today Show, onde cantou "You Belong with Me".[112] Swift também cantou a música no MTV Video Music Awards, no mesmo dia em que Kanye West interrompeu seu discurso de agradecimento. Na ocasião, ela iniciou seu espetáculo em uma estação de metrô de Nova York, usando um longo casaco.[113] Depois de cantar alguns versos, a cantora tirou seu agasalho e revelou ao público um vestido de cocktail vermelho, que estava usando por baixo. Em seguida, ela entrou no metrô e começou a cantar com os passageiros lá presentes. Uma vez que o metrô terminou sua parada, a artista finalizou o seu show ao ar livre e em cima de um táxi amarelo.[113] Após este espetáculo na MTV, a intérprete se apresentou com o tema em programas como The View e Saturday Night Live.[114][115] Com o fim do verão de 2009 no hemisfério norte, iniciou-se a difusão de Fearless fora dos Estados Unidos; entre os diversos shows que fez no exterior, Swift cantou em um evento promovido pelo canal de televisão britânico GMTV,[116] no concerto australiano de caridade Sydney Sound Relief,[117] no talk show japonês The Sukkiri Morning Show,[118] o festival canadense Cavendish Beach Music Festival,[119] e o programa de televisão Dancing with the Stars.[120]

Durante a 52.ª edição do Grammy Awards, Swift apresentou um medley de três músicas. Vestindo uma blusa branca e calças jeans preta, a cantora iniciou o seu número com "Today Was a Fairytale" e, em seguida, anunciou: "É como um conto de fadas e uma honra dividir o palco com Stevie Nicks".[121] Na sequência, Nicks e Taylor realizaram um cover de "Rhiannon" (1976), uma canção escrita pela própria Stevie Nicks e gravada pela banda Fleetwood Mac, no qual ela fazia parte.[121] Após cantarem essa música, Swift pegou um violão para a terceira e última parte de seu medley: uma versão aguda de "You Belong with Me". Nesta parte da apresentação, Nicks ficou para trás, tocando seu pandeiro e balançando a cabeça, de vez em quando indo até ao microfone para cantar com a intérprete da obra.[121] Eric Ditzian da MTV News afirmou estar decepcionado com a falta de harmonia musical entre Swift e Nicks, mas disse que as duas "representaram uma dupla convincente, um retrato de duas gerações separadas por anos, mas reunidas pela música".[121] A performance seguiu de uma reação bastante negativa no que diz respeito ao vocal de Swift fora de sua chave musical padrão,[122] que fez com que Scott Borchetta, CEO da Big Machine Records, emitisse uma declaração defendendo o desempenho da artista.[123]

Fearless Tour[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Fearless Tour

A primeira turnê de Swift, a Fearless Tour, em divulgação a Fearless e Taylor Swift, foi anunciada em 29 de janeiro de 2009, através do site oficial da artista.[124] Os primeiros ingressos ficaram disponíveis em fevereiro, esgotando quase imediatamente.[125] O primeiro concerto ocorreu em Evansville, Indiana, em 23 de abril de 2009,[126] e o último foi realizado em Cavendish, no Canadá. Os ingressos para a apresentação no Madison Square Garden esgotaram em um minuto, um recorde ainda da cantora.[127] No total, a turnê passou por quatro continentes — Oceania, Ásia, Europa e América do Norte — e teve 122 shows. O faturamento foi de 63.705.590 dólares, com um público de 1.138.977 pessoas.[128] A parte norte-americana da turnê teve como atos de abertura o grupo Gloriana e a cantora Kellie Pickler. Durante a passagem da digressão pela Europa, Justin Bieber foi o escolhido para abrir os concertos. Bieber também participou de outras datas selecionadas. Além disso, a cantora se apresentou com convidados, como Faith Hill, Katy Perry e John Mayer.[129] A turnê foi documentada e através do especial Journey to Fearless, exibido em três noites no The Hub, com a estreia ocorrendo em 22 de outubro de 2010, e depois comercializado em DVD e blu-ray em várias regiões do planeta pela Shout! Factory.[130] Na exibição televisiva, o documentário teve um audiência de 106 mil espectadores, segundo a Nielsen.[131]

Alinhamento de faixas[editar | editar código-fonte]

Fearless possui treze faixas em sua edição padrão, lançada no país de origem da cantora, Estados Unidos.[132] Internacionalmente, por outro lado, foram incluídas três faixas bônus: "Our Song", "Teardrops on My Guitar" e "Should've Said No", todas extraídas de Taylor Swift (2006).[133] Na Austrália, em substituição à última, foi adicionada uma versão pop de "Love Story";[134] no Japão, foram adicionadas outras quatro canções.[135] Na loja online iTunes Store britânica, incluiu-se uma versão de "Umbrella", da cantora barbadense Rihanna, e uma entrevista com Swift.[136] Além disso, a varejista Target lançou um DVD exclusivo contendo imagens das sessões de gravação de "Change" e "Breathe".[137]

Todas as faixas produzidas por Nathan Chapman e Taylor Swift.[14]

N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Fearless"   Taylor Swift, Liz Rose, Hillary Lindsey 4:03
2. "Fifteen"   Swift 4:55
3. "Love Story"   Swift 3:56
4. "Hey Stephen"   Swift 4:16
5. "White Horse"   Swift, Rose 3:55
6. "You Belong with Me"   Swift, Rose 3:52
7. "Breathe" (com Colbie Caillat) Swift, Colbie Caillat 4:25
8. "Tell Me Why"   Swift, Rose 3:21
9. "You're Not Sorry"   Swift 4:23
10. "The Way I Loved You"   Swift, John Rich 4:05
11. "Forever & Always"   Swift 3:46
12. "The Best Day"   Swift 4:06
13. "Change"   Swift 4:42
Duração total:
51:05

Créditos[editar | editar código-fonte]

Lista-se abaixo os profissionais envolvidos na elaboração de Fearless, de acordo com o encarte do álbum:[14]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

Ao passar onze semanas não consecutivas na liderança da Billboard 200, Fearless tornou-se o sexto disco a ficar mais tempo no topo, estando empatado com o álbum epônimo de estreia (1990) de Mariah Carey (foto).[138]

Na semana terminada em 29 de novembro de 2008, Fearless estreou no topo da Billboard 200 com mais de 592 mil cópias vendidas em sua primeira semana — o maior número para um álbum desde que Long Road Out of Eden, da banda Eagles, vendeu 711 mil cópias no período de lançamento em novembro de 2007.[139] Na semana seguinte, o álbum desceu para a quarta posição, com 217 mil exemplares comprados (uma queda de 63% em relação ao período anterior).[140] Três semanas depois, o produto retornou ao cume com mais de 249 mil réplicas distribuídas, e ficou na primeira colocação por onze semanas não consecutivas.[141] Tornou-se o disco que permaneceu por mais tempo no ápice desde que Santana e Supernatural passaram doze semanas na liderança entre 1999 e 2000,[142] sendo ainda o maior "reinado" da Billboard 200 na década de 2000.[78] Além disso, Fearless é o disco de uma artista feminina de country que ficou mais tempo no topo, o terceiro contando cantores de ambos os sexos[143] e o sexto dentre todos os gêneros musicais, empatado com o álbum epônimo de estreia (1990) de Mariah Carey.[138] Depois de deixar a liderança da tabela em março de 2009,[141] o registro continuou a vender fortemente durante o resto do ano, tendo alcançado 5 milhões e 217 mil cópias até 31 de dezembro, tornando-se o mais vendido de 2009 nos Estados Unidos. Com isso, Swift, à época com 20 anos, tornou-se a artista mais jovem a ter o disco mais comprado do ano, e também a única cantora de country a conseguir o feito.[144] O sucesso de Fearless continuou por anos após seu lançamento. Em 30 de janeiro de 2010, marcou sua 52.ª semana nas dez melhores posições da parada, fazendo-o ser um dos dezoito discos que ficaram no top 10 por um ano ou mais, e o único dos anos 2000.[145] O álbum registrou um total de 58 períodos de sete dias nos dez mais, sendo assim o projeto que mais tempo ficou entre os dez mais vendidos para um artista country.[146] Na tabela de álbuns country da Billboard, a Top Country Albums, a compilação ficou no cume por 35 semanas não consecutivas.[147] O disco foi certificado como disco de platina sétuplo pela Recording Industry Association of America (RIAA) pelos mais de sete milhões de exemplares comercializados.[148] É o segundo álbum mais vendido dos últimos seis anos e o sexto mais comprado de maneira digital da história.[149][150]

No Canadá, Fearless entrou no ápice da parada de álbuns em 29 de novembro de 2008, com 27 mil réplicas distribuídas.[151] Embora tenha ficado somente uma semana no topo, o disco passou 66 semanas na tabela,[152] e foi certificado como platina quádrupla pela Music Canada, em razão das mais de 320 mil cópias compradas.[148] O projeto obteve sucesso em outros países. Na Austrália, estreou na posição 50 na semana de 30 de novembro de 2008 e saiu da lista na seguinte. Em 25 de janeiro de 2009, retornou à parada compilada pela ARIA na colocação 42, e, nove semanas depois, teve seu pico na vice-liderança.[153] Foi certificado platina quíntupla pela Australian Recording Industry Association (ARIA) pelo excedente de 350 mil exemplares.[148] Na Nova Zelândia, o conjunto debutou na segunda colocação na semana terminada em 16 de março de 2009 e ascendeu para o cume na seguinte.[154] Foi certificado como platina dupla pela Recording Industry Association of New Zealand (RIANZ) por 30 mil réplicas.[148]

Foram adquiridas 400 mil cópias do registro na Ásia até fevereiro de 2011.[155] No Japão, estreou na 22.ª posição com 4.945 exemplares vendidos na primeira semana de julho de 2009;[156] teve pico na oitava colocação.[157] Foi eventualmente certificado como disco de ouro pela Recording Industry Association of Japan (RIAJ), por 100 mil réplicas.[148] Nas Filipinas, recebeu a condecoração de platina nônupla (a maior que obteve) da Philippine Association of the Record Industry (PARI), por ter sido comercializado 135 mil vezes.[148] Na Europa, Fearless também foi bem, entrando na 18.ª posição da European top 100 Albums.[158] Sua melhor colocação no continente foi na tabela britânica, a UK Albums Chart, onde debutou na quinta. Embora tenha descido nos números nas semanas seguintes, oscilou na lista por 63 semanas,[159] e foi certificado como platina pela British Phonographic Industry (BPI) ao vender 300 mil cópias.[148] Na Irlanda, seu melhor desempenho foi no número sete,[160] e foi certificado como platina dupla pela Irish Recorded Music Association (IRMA), com 30 mil compras.[148] Obteve menos sucesso na Europa Continental, ficando nas vinte melhores posições em Áustria, Alemanha, Grécia, Noruega, Rússia e Suécia.[160] O único país sul-americano no qual o disco entrou na parada oficial foi o Brasil, onde teve como melhor colocação na lista compilada pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos a 18.ª.[161] No total, Fearless vendeu mais de 8 milhões e 600 mil cópias em todo o mundo.[148][162]

Platinum Edition[editar | editar código-fonte]

Swift já tinha começado a compor canções para seu disco seguinte, que viria a se tornar Speak Now, mas também tinha escrito músicas que achava que não combinavam com o âmbito do produto. A artista tinha acumulado algumas composições que acreditava dever terem sido integradas a Fearless. Com o desejo de lançá-las, ela teve a ideia de reeditar o álbum com as inéditas.[201] Com o fato de que alguns fãs desejavam novo material e outros estavam descobrindo seu trabalho musical, a cantora decidiu executar os planos.[8] Scott Borchetta, chief executive officer (CEO) da Big Machine Records, afirmou: "Os fãs de Taylor têm um incrível apetite por sua nova música e o andamento de suas experiências de vida. As mais de duas milhões de pessoas que compraram Fearless dentro das semanas de lançamento ano passado estão gritando pela nova música de Taylor, e Taylor a entregou".[202] Algumas obras foram criadas por Swift muito antes das gravações, com outras sendo feitas de maneira subsequente. "Jump Then Fall" foi escrita pela própria usando um banjo e durante um momento de "vibrações positivas", o que fez com que se tornasse a sua favorita da reedição.[203] O tempo e a instrumentação de "Forever & Always" foram recriados; o tempo foi retrabalhado e a instrumentação deixou de ser guiada por guitarra para ser por um piano.[202]

Também apresenta a única regravação de Swift contida em um trabalho de estúdio, uma rendição de "Untouchable" (2007), da banda estadunidense de rock Luna Halo. Borchetta já tinha pedido a artista que interpretasse a faixa em agosto de 2008 durante o programa Stripped, da Clear Channel. Ela comentou que ele tinha dado-lhe uma cópia de Luna Halo, o segundo projeto do conjunto, e após ouvir, escolheu fazer sua versão de "Untouchable". As alterações realizadas vão desde a parte musical até a lírica; a melodia foi significativamente mudada, assim como os arranjos. Os versos também foram trocados de posição. A única parte que permaneceu como antes foram os refrães.[204] Uma vez apresentada, o vídeo da performance no Stripped e fãs imitando-na começaram a aparecer no YouTube. Sua popularidade no portal fez com que Borchetta tentasse convencesser Taylor a regravá-la para o relançamento de seu segundo disco de estúdio. Os membros da Luna Halo concordaram com a inclusão, tendo em razão a popularidade e o sucesso comercial da estadunidense. Além disso, o cover credita ela também como compositora; a banda considerou isso apropriado, já que os versos e a melodia foram alterados drasticamente.[204]

Intitulado Fearless: Platinum Edition, o relançamento foi anunciado em 10 de setembro de 2009 para a data de 27 de outubro seguinte.[202] Acabou sendo adiantado para o dia anterior, registrando sua chegada às lojas em 26 de outubro de 2009, uma segunda-feira.[205] A nova embalagem possui uma capa de colecionador, na qual o fundo original foi alterado para a cor preta, e inclui um CD e um DVD.[202] Foram incluídas seis canções extras no CD — "Jump Then Fall", "Untouchable", "Forever & Always" (versão em piano), "Come in with the Rain", "SuperStar" e "The Other Side of the Door" — todas posicionadas antes da lista normal de faixas. Enquanto isso, o DVD é composto dos vídeos musicais de "Change", "The Best Day", "Love Story", "White Horse" e "You Belong with Me", o por trás das cenas (making-of) dos três últimos, mais de cinquenta imagens (fotografadas por Austin K. Swift, o irmão mais jovem da cantora), os bastidores do primeiro show da Fearless Tour, e "Thug Story", um vídeo com o rapper T-Pain filmado exclusivamente para o CMT Music Awards de 2009.[202]

Referências[editar | editar código-fonte]

Bibliografia
  1. Newkey-Burden, Chas (2014). Taylor Swift: A história completa. Belo Horizonte: Editora Gutenberg. 160 páginas. ISBN 978-85-8235-192-5 

Notas

  1. Tradução de "fearless".
  2. No original: "And Abigail gave everything she had to a boy / Who changed his mind / We both cried".
  3. No original: "This love is difficult but it's real".
  4. Em tradução livre, "inigualável"; "incomparável".

Referências

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