Whitney Houston

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Whitney Houston
Houston na década de 1990
Informação geral
Nome completo Whitney Elizabeth Houston
Nascimento 9 de agosto de 1963
Local de nascimento Newark, Nova Jersey
Estados Unidos
Morte 11 de fevereiro de 2012 (48 anos)[1]
Local de morte Beverly Hills, Califórnia
Estados Unidos
Gênero(s) R&B, pop, soul, gospel e disco music
Instrumento(s) Vocal e Piano
Extensão vocal Soprano[2][3][4]
Período em atividade 1983 — 2012
Outras ocupações Cantora, compositora, atriz, produtora cinematográfica, empresária, instrumentista e supermodelo
Gravadora(s) Arista, RCA[5]
Afiliação(ões) Michael Jackson, CeCe Winans, Lionel Richie, George Michael, Akon, Enrique Iglesias Mariah Carey Deborah Cox
Influência(s) Cissy Houston, Aretha Franklin, Dionne Warwick, Diana Ross, Barbra Streisand
Influenciado(s) Mariah Carey, Alicia Keys, Ashanti, Brandy, Celine Dion, Nicole Scherzinger, Jennifer Lopez, Britney Spears, Miley Cyrus, Carly Rae Jepsen, Janet Jackson, Toni Braxton, Christina Aguilera, Kelly Clarkson,Fergie ,Rita Ora , Ciara, Pink, Robin Thicke, Jennifer Hudson, Kelly Price, Faith Evans, Kelly Rowland, Beyoncé, Rihanna, Katy Perry, Adele, Lady Gaga, Selena Gomez, Taylor Swift, Dua Lipa, Leona Lewis, Hilary Duff, Demi Lovato, Jessie J, Camila Cabello, Ariana Grande, Chris Brown, Ne-Yo, Usher, Justin Timberlake, Deborah Cox,Bruno Mars, John Legend, Enrique Iglesias, Ed Sheeran, Sam Smith, Missy Elliott, Justin Bieber,Shawn Mendes, Wyclef Jean,George Michael, Drake ,Akon, CeCe Winans, Iza, Gloria Groove, Jamily, e outros diversos artistas pelo mundo
Página oficial whitneyhouston.com
Whitney's Signature.png

Whitney Elizabeth Houston (Newark, 9 de agosto de 1963Beverly Hills, 11 de fevereiro de 2012[6][7][8]) foi uma premiada cantora, compositora, atriz, produtora cinematográfica, empresária, instrumentista e supermodelo norte-americana. É considerada uma das maiores e melhores cantoras de todos os tempos. Tamanho talento e sucesso a fizeram ser conhecida como A Voz.

Houston é a artista mais premiadas de todos os tempos, de acordo com o Guinness World Records, em 2009.[9][10] e sua lista de prêmios incluem dois Emmy Awards, sete Grammy Awards, trinta e um Billboard Music Awards, 22 American Music Awards, num total de 451 prêmios conquistados em sua carreira até 2013. Houston também foi uma das artistas mais bem sucedidas do mundo da música, tendo vendido mais de 200 milhões de cópias em todo o mundo.[11][12] Inspirada por vários cantores de soul de destaque em sua família, incluindo a mãe, Cissy Houston, as primas Dionne Warwick e Dee Dee Warwick, bem como sua madrinha, Aretha Franklin, Houston começou a cantar com o coral gospel júnior da Igreja de Nova Jersey aos 11 anos de idade.[13] Depois que ela começou a atuar ao lado de sua mãe em casas noturnas na cidade de Nova York, ela foi descoberta por Clive Davis em 1983, ano de início de sua carreira profissional. Ele era empresário da Arista Records. Houston lançou seis álbuns de estúdio e três álbuns de trilha sonora, todos eles certificados com diamante, multiplatina, platina e ouro pela Recording Industry Association of America. Seu álbum de estreia autointitulado, lançado em 1985, se tornou o álbum de estreia mais vendido por uma artista feminina, com 25 milhões de cópias vendidas.[14] Seu segundo álbum, Whitney (1987), tornou-se o primeiro álbum de uma artista feminina a estrear em primeiro lugar na Billboard 200.[14] Whitney alcançou grandes sucessos nas paradas de música popular, bem como sua proeminência na MTV, começando com seu vídeo de How Will I Know,[15] permitiu várias artistas femininas afro-americanas seguirem seu sucesso.[16][17] O primeiro papel de Houston no cinema foi no filme O Guarda-Costas (1992), no qual fez um enorme sucesso como protagonista. A trilha sonora original do filme ganhou o Grammy 1994 de Álbum do Ano. Seu primeiro single, I Will Always Love You, se tornou o mais vendido por uma artista feminina na história da música.[14] O álbum é o único de uma artista feminina entre os cinco mais vendidos de todos os tempos, ocupando o quarto lugar. Houston continuou como estrela de filmes e contribuiu com a trilha sonora dos mesmos, inclusive com os filmes Waiting to Exhale (1995) e The Preacher's Wife (1996)[18]. Três anos após o lançamento de seu quarto álbum, My Love Is Your Love (1998), Whitney renovou seu contrato com a gravadora Arista Records.[18] Ela lançou seu quinto álbum de estúdio, Just Whitney, em 2002, e o álbum de Natal com o título One Wish: The Holiday Album em 2003. Em meio à ampla cobertura da mídia de sua turbulência pessoal e profissional, Houston terminou seu conturbado casamento de 14 anos com o cantor Bobby Brown, em 2006. Em 2009, Houston lançou seu sétimo e último álbum de estúdio, I Look to You.

Whitney foi reconhecida internacionalmente como uma das maiores artistas de todos os tempos, devido ao seu talento, legado e, principalmente, à sua voz marcante e lendária. Graças a esse talento vocal marcante, Whitney foi frequentemente chamada de The Voice (A Voz). Whitney é frequentemente comparada a grandes artistas do passado, como Frank Sinatra, Aretha Franklin e Elvis Presley e também está entre os 500 Maiores artistas de todos os tempos da Revista Rolling Stone. Whitney morreu em 11 de fevereiro de 2012. O laudo do Instituto de Criminalística de Los Angeles informou, a princípio, que a morte de Whitney Houston foi acidental. A cantora se afogou na banheira, mas, segundo os peritos, outros dois fatores contribuíram para a morte dela: Uma aterosclerose, que causaram a falta de oxigenação para o cérebro, e resquícios de cocaína em sua corrente sanguínea, que foram encontrados durante a autópsia, o que comprova que o afogamento foi causado por uma overdose.[19]

Biografia[editar | editar código-fonte]

A mãe, Cissy Houston, uma prima em primeiro grau, Dionne Warwick, e a madrinha, Aretha Franklin, eram reconhecidas cantoras de gospel, R&B e soul, o que resultou na constante presença da música na vida da jovem Whitney. Aos 11 anos de idade, Whitney começou a cantar no coro gospel de uma igreja batista em Newark e mais tarde acompanharia sua mãe em alguns concertos. Mesmo sendo batista, Whitney se formou numa escola católica. Depois de aparecer no álbum de 1978 da mãe, Think It Over, ela começou a cantar como apoio vocal para muitos cantores famosos, entre eles: Chaka Khan e Jermaine Jackson. No mesmo ano, com apenas 16 anos de idade, ela fez um dueto com Michael Zager no single Life's a Party. No começo da década de 1980, ela começou a aparecer como modelo em várias revistas e chegou até a ser capa da Seventeen e Glamour.

1983-1991: O estrelato[editar | editar código-fonte]

Foi oferecido um contrato para Whitney na Arista Records em 1983, numa conhecida história em que o produtor Clive Davis foi a uma boate e escutou-a se apresentando com sua mãe. Não foi exatamente isso que aconteceu, um representante da Arista que percebeu o potencial de Whitney enquanto ela cantava em boates de Nova Iorque, a representante pediu a Davis para ir vê-la. Quando Davis foi a tal boate e a viu, ele se convenceu que ela tinha um ótimo talento. Demorou aproximadamente dois anos para Whitney terminar seu primeiro álbum, pois Davis estava procurando canções apropriadas à sua voz e os produtores certos, os quais resultaram no grande sucesso do álbum. Em 1984, Whitney fez um dueto com Teddy Pendergrass (Hold Me). Lançado como single, fez um sucesso moderado nos Estados Unidos entrando no Top 40. Durante essa época, Whitney decidiu fazer participações especiais em Gimme a Break e Silver Spoons. Mas foi quando ela apareceu na telenovela As The World Turns como ela mesma que sua popularidade cresceu bastante.

Em 14 de fevereiro de 1985, seu primeiro álbum foi lançado chamado Whitney Houston. Demorou a fazer sucesso, mas quando o single You Give Good Love atingiu a terceira posição dentre os mais vendidos da Revista Billboard as vendas dispararam. Os outros singles, Saving All My Love for You, How Will I Know e Greatest Love of All, atingiram a primeira posição dentre a lista dos mais vendidos da mesma publicação permanecendo lá durante 14 semanas. O álbum venderia vinte e cinco milhões de cópias no mundo todo, com treze milhões delas sendo vendidas apenas nos Estados Unidos, foi o álbum mais vendido do ano à frente de True Blue de Madonna e se tornando o álbum de estreia de uma artista que mais vendeu cópias. Outra canção, All at Once, foi tocada significativamente nas rádios, mas a Arista decidiu não lançá-la como single para não expor Whitney demais à mídia. Com o sucesso vieram os prêmios e em 1986, Whitney ganhou seu primeiro Grammy: Melhor Performance de Vocal Pop Feminina, com Saving All My Love For You e fez sua primeira turnê mundial de shows, a The Greatest Love Tour. Neste mesmo ano Whitney foi eleita Artista do Ano pela revista Billboard.

Lançado em junho de 1987 Whitney, o segundo álbum da cantora, tornou-se o primeiro álbum de uma artista a estrear no topo dos mais vendidos dos EUA e Reino Unido simultaneamente, o que a fez a primeira artista feminina a conseguir tal feito. O primeiro single, I Wanna Dance with Somebody (Who Loves Me) (originalmente I'm Gonna Dance with Somebody) quando foi interpretado na turnê mundial de 1987 não demorou a se tornar um estrondoso hit para a cantora e em 1988 a fez ganhar seu segundo Grammy. Outros singles do mesmo álbum que se tornaram hits: Didn't We Almost Have It All, So Emotional e Where Do Broken Hearts Go. Todas essas canções deram à Whitney um número de sete singles consecutivos a atingirem a primeira posição dos mais vendidos nos EUA, quebrando o recorde dos Beatles e dos Bee Gees (que estavam empatados com seis cada). Até hoje, nenhum artista conseguiu ter sete números #1 consecutivos na lista dos singles mais vendidos da Revista Billboard. Um quinto single, Love Will Save The Day, se tornou um hit moderado ao entrar no número nove na lista de tal publicação. O álbum venderia vinte milhões de cópias no mundo inteiro, com nove milhões delas só nos EUA. Ela fez outra turnê mundial, a The Moment of Truth Tour e mais uma série de prêmios seria entregues a ela e inclusive o prêmio de Álbum do Ano em 1988. Durante a cerimônia de abertura das Olimpíadas de 1988 Whitney cantaria One Moment in Time. Lançado como um single, a canção dos Jogos Olímpicos daquele ano, entraria no primeiro lugar na lista dos singles mais vendidos do Reino Unido (o UK Top 40) e no quinto lugar dos mais vendidos nos EUA. Em 1989 Whitney embarca numa turnê com BeBe & CeCe Winans fazendo backing vocal, mostrando que o sucesso não subiu à sua cabeça.

Whitney apresenta Saving All My Love for You no show Welcome Home Heroes em 1991

I'm Your Baby Tonight foi lançado em novembro de 1990. Os primeiros singles daquele álbum, I'm Your Baby Tonight e All The Man That I Need foram ao primeiro lugar da lista dos mais vendidos nos EUA, dando a ela um total de nove números #1 naquele país até então. Outros hits moderados viriam com Miracle e My Name is Not Susan. Outra canção do álbum, I Belong to You, foi tocada em algumas rádios norte-americanas se tornando um pequeno hit. O álbum vendeu doze milhões de cópias no mundo todo, quatro milhões delas só nos EUA. Logo Whitney faria outra turnê mundial, a I'm Your Baby Tour, que quebrou recordes de público por todo o mundo e veio a confirmar o que todos já sabiam: Whitney veio para ficar. Em janeiro de 1991, ela cantou The Star-Spangled Banner, o hino nacional dos Estados Unidos, no XXV Super Bowl em Tampa na Flórida. Depois lançado como single e vídeo, se tornaria a única versão do hino nacional norte-americano a virar um hit, vendendo um milhão de cópias. O dinheiro arrecadado com as vendas do single foi revertido à Cruz Vermelha Norte-Americana. Esse momento ficou marcado para sempre na história da música e mais de uma década depois as pessoas relembram aquele maravilhoso desempenho de Whitney, que abalou as estruturas do Super Bowl. Em 2005, Beyoncé Knowles falou em seu DVD sobre esse momento histórico e a emoção de cantar The Star Spangled Banner, ela disse: "Whitney Houston foi fantástica e eu só queria ter a oportunidade de pelo menos fazer alguma coisa parecida com o que ela fez, porque foi incrível". Ainda em 1991, Whitney usou sua identificação com o público em prol das vítimas da Guerra do Golfo, quando fez um show beneficente exibido pela HBO sob o título Welcome Home Heroes with Whitney Housn.

1992-1997: Afirmação profissional[editar | editar código-fonte]

Em 1992, Whitney fez seu primeiro filme, O Guarda-Costas, o qual protagonizou junto com Kevin Costner. Sucesso de bilheteria, arrecadando mais de 500 milhões de dólares no mundo todo, o filme teve uma boa trilha-sonora e Whitney gravou seis novas canções para a trilha-sonora do filme, incluindo uma versão do clássico de Dolly Parton, "I Will Always Love You" com que ela acabou com todas as expectativas, tornando-se um grande sucesso da cantora. Lançado como single em novembro do mesmo ano, se tornou seu décimo número #1 nos Estados Unidos e permanecendo por 14 semanas consecutivas nessa posição. Com o tempo, tornou-se o single mais vendido, até então, com mais de dez milhões de cópias. A canção I Have Nothing foi indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. Outros hits lançados como single da trilha-sonora de O Guarda-Costas: I'm Every Woman (regravação de uma canção de Chaka Khan), Run to You e Queen of the Night (escritas pela própria Whitney). O álbum permaneceu vinte semanas em #1 e vendeu mais de 38 milhões de cópias em todo mundo, com 17,5 milhões apenas nos Estados Unidos, tornando-se a trilha-sonora mais vendida da história Certificado pelo Guiness Book, sendo certificado 17x platina e depois diamante nos Estados Unidos. Em março de 2005, após 13 anos de lançado, o álbum voltou às paradas de sucesso na Espanha ocupando #25. Em 18 de julho de 1992, Whitney se casou com o cantor Bobby Brown em Nova Jersey. No dia 04 março de 1993, deu à luz uma menina, chamada Bobbi Kristina, que canta com a mãe nas canções My Love is Your Love e Little Drummer Boy.

Em 1994, com a turnê mundial The Bodyguard, Whitney fez sua primeira apresentação no Brasil, participando do evento Hollywood Rock, ela fez dois shows, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro, ela interpretou ao vivo I Will Always Love You o maior sucesso de sua carreira e também cantou na cerimônia de encerramento da Copa do Mundo (World Cup 94).

Em 1995 Whitney atuou em outro filme, Waiting to Exhale (Falando de Amor), que também foi um grande sucesso de público e crítica, baseado num livro de Terry McMillans sobre as vidas de quatro mulheres afro-americanas. As outras personagens são interpretadas por Angela Bassett, Loretta Devine e Lela Rochon. O diretor do filme foi Forest Whitaker. Foi rodado na primavera de 1995 e estreou nos cinemas em dezembro do mesmo ano. Arrecadou uma estimativa de 80 milhões de dólares nas bilheterias do mundo todo. A trilha-sonora de Waiting to Exhale incluía três novas canções de Whitney: Exhale (Shoop, Shoop), Count on Me (dueto com CeCe Winans) e Why Does It Hurt So Bad. O single Exhale (Shoop, Shoop) estreou na primeira posição dos mais vendidos tornando-se seu décimo primeiro número #1 nos Estados Unidos e o segundo single da história a estrear nessa posição. O álbum vendeu mais de dezessete milhões de cópias no mundo todo, sendo mais de sete milhões só nos Estados Unidos.

Seu filme seguinte, The Preacher's Wife (Um Anjo em Minha Vida), foi um remake em que protagonizou ao lado de Denzel Washington. O filme começou a ser rodado em janeiro de 1996 e estreou nos cinemas em 13 de dezembro do mesmo ano. Whitney estava planejando por muito tempo lançar um álbum gospel e a Trilha-sonora deste filme foi a oportunidade única para fazê-lo. A trilha-sonora de The Preacher's Wife foi lançada um mês antes do filme e se converteu no álbum gospel mais vendido da história, também tendo sido indicada ao Oscar de melhor trilha-sonora original. Whitney canta 14 das 15 faixas do álbum, incluindo os hits I Believe in You and Me e Step by Step.

1997-2001: Amadurecimento[editar | editar código-fonte]

O seguinte trabalho de Whitney foi o filme musical feito para a televisão, Cinderella, rodado no verão de 1997. Foi produzido pela própria produtora de Whitney, a Brown House Productions. O filme foi ao ar em 2 de novembro de 1997 na ABC. Atraiu uma audiência recorde de mais de sessenta milhões de telespectadores (um dos programas mais vistos da história da televisão norte-americana). No filme estrelam Brandy, Whoopi Goldberg e Whitney como a Fada Madrinha.

Em 1998, gravou um dueto com Mariah Carey, When You Believe, para a trilha-sonora do filme animado O Príncipe do Egito. A música criou um buzz, devido a ser um dueto com as duas maiores vocalistas da América. Ainda assim, a música foi recebida com más críticas e apesar de ter sido um sucesso a nível mundial, ficou-se pela 15º posição na América do Norte. A canção foi lançada como single em novembro e ganhou o Oscar de Melhor Canção Original em março de 1999 com a interpretação de Whitney e Mariah na cerimônia de entrega dos prêmios.

Depois de uma grande espera, Whitney voltou ao estúdio para lançar seu primeiro álbum que não era trilha-sonora depois de oito anos, My Love Is Your Love foi lançado em 17 de novembro de 1998 O álbum era suposto ser um Best Of, mas Whitney e o seu mentor Clive Davis gostaram tanto do resultado, que acabaram por acreditar que o lançamento poderia ser um sucesso. O álbum que foi gravado em 6 semanas, teve contribuições de peso do mundo do r&b norte-americano, como Wycleaf Jean, Lauryn Hill, Missy elliott ou Rodney Jerkins. Consequentemente devido ao tempo record de gravação, o álbum teve pouco tempo para ser promovido antes do seu lançamento e acabou por se estrear em 13º posição nos Estados Unidos. Muitos decreveram este nmomento, como o início do fim da carreira de Whitney, mas como a própria disse "não é como começa, mas sim como acaba". O álbum teve as melhores criticas de sempre da sua carreira. O single My Love is Your Love tornou-se um dos mais vendidos do ano e a faixa It's Not right But It's Okay ganhou um Grammy. O álbum é o álbum r&b mais vendido de sempre na Europa, tendo alcançando vendas de 13 milhões em todo o mundo, colocando Whitney de volta no topo. Dentre as faixas lançadas como singles destacam-se It's Not Right But It's Okay e If I Told You That, Heartbreak Hotel, My Love Is Your Love, I Learned From The Best e a premiada com o Oscar When You Believe. O álbum vendeu doze milhões de cópias no mundo todo, sendo cinco delas somente nos Estados Unidos e Whitney ganhou seu sexto Grammy com o single It's Not Right, But It's Okay em fevereiro de 2000. Os primeiros shows da turnê mundial Your Love is My Love World Tour trazem críticas elogiosas, celebrando o retorno da cantora.

Em 1999 Whitney participa do segundo VH-1's Divas Live e seu desempenho foi caracterizado como "insuperável" por Jon Pareles no The New York Times. Logo após, em comemoração a 15 anos de carreira, lançou Whitney: The Greatest Hits uma compilação dos maiores hits em 16 de maio de 2000. Um álbum duplo, que além das canções que mais tocaram nas rádios, conta com canções inéditas, duetos inovadores e remixes mais tocados nas paradas de sucesso. Junto com o álbum também foi lançado um DVD que contém seus principais videoclipes, momentos iniciais de sua carreira, entrevistas, últimas aparições, apresentações em shows e bastidores de seus trabalhos. O álbum duplo vendeu nove milhões de cópias no mundo todo. Após um bom período longe dos palcos, em 7 de Setembro de 2001, Whitney fez uma aparição especial ao lado de Usher e Mya para celebrar os 30 anos de carreira solo do amigo Michael Jackson no Madison Square Garden, em Nova York. O trio abriu o espetáculo ao som de Wanna Be Starting' Something'. No dia 10 de Setembro, Whitney deveria duelar One Day In Your Life com Michael Jackson, porém, ela não compareceu ao concerto. Ainda no mesmo ano Whitney lançou Love, Whitney uma compilacão de seus maiores sucessos românticos.

2002-2005: Conturbações pessoais e profissionais[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 2002 Whitney lançou Just Whitney, alcançando grande repercussão em sua carreira devido a problemas pessoais. A cantora reconheceu à imprensa que sofria de depressão desde a adolescência e por isso consumia desde essa época cocaína, maconha e outros tipos de drogas, além de bebidas alcoólicas em excesso.[20] O primeiro single do novo CD , Whatchulookinat foi um grande fracasso nos Estados Unidos talvez pelo seu tom de voz meio agressivo onde Whitney crítica a todos que falam que a sua carreira está terminada, devido seus relatos sobre sua dependência química. Com isso a gravadora foi obrigada a distribuir One Of Those Days, single que foi mais bem recebido e elogiado pela crítica. Logo em seguida, depois de chegar nas rádios o single Try It On My Own, uma balada autobiográfica, em abril de 2003. No que diz respeito às love songs, o álbum traz a regravação de um grande hit dos anos de 1970, a melódica You Light Up My Life, que foi produzida por Baby Face e não se tornou um single.

Em novembro de 2003 Whitney lançou um álbum de Natal, com o título One Wish: The Holiday Album.[21] O álbum trouxe alguns clássicos natalinos cantados de forma impressionante por Whitney, a faixa inédita ficou por conta de One wish, canção que dá nome ao álbum e tem o melhor do estilo gospel contemporâneo. Depois de cinco dias de internação num centro de reabilitação de drogas em Março de 2004 (se repetindo em março de 2005 durante dois meses), se embarcou na turnê internacional Soul Divas com Natalie Cole e Dionne Warwick[22] que se prolongou durante todo esse verão. Em 14 de Setembro de 2004, fez uma interpretação ao vivo de I Believe In You And Me e I Will Always Love You no World Music Awards, como tributo a seu produtor e antigo amigo Clive Davis. A apresentação de Whitney foi simplesmente perfeita, consta-se que Celine Dion chorou ao ouvir Whitney interpretar as canções e Courtney Love disse "Meu Deus, essa é a melhor cantora do mundo". Mais recentemente, Whitney teve participação no reality-show estadunidense Being Bobby Brown.

2006-2007: Um novo começo[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2006, Whitney se divorcia do cantor Bobby Brown[23] depois de um casamento de 14 anos cheio de polêmicas, envolvendo agressões físicas, humilhações, traições e envolvimento com drogas, Houston decide dar um fim a tanto sofrimento, e entra com o pedido de divórcio, saindo de casa com a filha. Apesar de estar abalada, apareceu para a mídia muito feliz e sorridente, dizendo estar recuperada e todos a elogiaram de linda no Society Of Singers ELLA Awards acompanhada de seu produtor Clive Davis e de sua prima, a diva Dionne Warwick.

Em 28 de outubro de 2006, Whitney fez uma aparição surpresa no 17th Carousel of Hope Ball[24] e foi ovacionada por todos no evento beneficente. Whitney estava deslumbrante em um vestido preto, longo e justo da grife Armani e usava brincos e pulseira de diamantes que realçavam ainda mais sua beleza. A aparição de Whitney foi tão fascinante que fez com que a cantora Katherine McPhee, que se apresentaria na noite, desistisse de cantar a canção prevista e a homenageasse com seu clássico I Have Nothing, lindamente interpretado.

Em dezembro de 2006 Whitney foi destaque de capa da revista "Raça Brasil"[25] devido a sua vitoriosa recuperação do vício das drogas e álcool, além do recente divórcio de Bobby Brown.

Durante a festa que antecede ao Grammy, oferecida por Clive Davis no Beverly Hilton Hotel, no dia 10 de Fevereiro, Whitney esteve presente e foi a celebridade que mais atenções reuniu naquela noite. Caminhou pelo tapete vermelho de braço dado com Davis e várias celebridades que estavam na festa foram questionadas, sobre suas opiniões, a respeito da cantora.

De acordo com fontes próximas à cantora, Whitney está pronta para um grande retorno com um disco de originais. Está dando mais atenção à filha Bobbi Kristina e completamente dedicada à sua nova produção fonográfica. A cantora vivia na época em Laguna Beach, próxima do seu psicólogo Warren Boyd, o mesmo que ajudou Courtney Love a superar o vício em álcool e drogas. A cantora sofria com crises depressivas devido ao divórcio e a abstinência de drogas e álcool, e precisava de constante terapia. Segundo Davis, seu produtor, eles, nessa época, haviam começado a trabalhar no novo álbum,[26] que será um trabalho fantástico.

Ainda em 2007, Whitney foi eleita mais uma vez a A Rainha da Balada, pelo site BlackAmericanWeb, que coloca em destaque a sua trajetória como cantora e todos os seus feitos.

Em Setembro deste ano, a cantora assinou um novo contrato com a Arista Records por incríveis 100 milhões de dólares.[27] O acordo com o selo prevê diversos álbuns, o que pode colocá-la de novo entre os grandes nomes da música.

No dia 18 de outubro, Whitney fez uma aparição surpresa no Swarovski Fashion Rocks, em Londres, onde foi ovacionada pelos presentes, entre os quais Donatella Versace. Usava um vestido branco Valentino. Sua voz estava bem mais firme que em outras aparições.

No mesmo ano foi lançada uma nova coletânea intitulada Whitney Houston: The Best So Far, onde reúne os maiores sucessos de sua carreira. O álbum entrou na lista dos mais vendidos ocupando a #3 posição na Inglaterra, #5 nos EUA e #9 no Brasil.[28]

2008: A volta por cima[editar | editar código-fonte]

Em 2008 Whitney anunciou que gravaria seu sétimo álbum de inéditas.[29] A cantora ainda declarou ter seis novas canções para seu álbum, previsto para ser lançado no primeiro semestre de 2009 pela gravadora J Record. A cantora se recusou a escrever pelos problemas com drogas, traição e anorexia que passou nos anos anteriores.

No dia 8 de maio, Whitney fez um grande show em Londres, participando do evento beneficente Legend Ball onde foi ovacionada por todos os presentes. A mídia internacional descreveu "Uma Fantástica Whitney Houston em Londres" e com essa espetacular performance a Diva mostrou que seus problemas do passado estão superados.

Em 26 de julho de 2008 uma nova canção do álbum da cantora vazou para a internet, Like I Never Left,[30] em parceria com o cantor Akon, que também produziu a canção. Tornou-se sucesso imediato, com mais de 2,5 milhões de execuções no Last FM, apenas 24 horas depois. Whitney declarou que a canção não será seu primeiro single. Há rumores de que seu primeiro novo single será I Didn't Know My Own Strength, canção escrita por Diane Warren e produzida por David Foster.

Em 7 de fevereiro de 2009, Whitney Houston fez uma aparição gloriosa na festa do Pré-Grammy, oferecida anualmente por Clive Davis. Whitney cantou grandes hits como: I Will Always Love You, I Believe in You and Me, It’s Not Right But It’s Ok e I’m Every Woman.[31]

No dia 17 de abril de 2009, Diane Warren revelou à Vibe Magazine que escreveu I Didn't Know My Own Strength especialmente para Whitney e esta seria sua música de retorno.[32] A Rap-Up Magazine também confirmou que o produtor Swizz Beatz havia trabalhado em uma canção chamada Million Dollar Bill[33] juntamente com Alicia Keys.

O novo álbum de Whitney foi lançado em 31 de agosto de 2009 com o título de I Look To You.[34][35]

2009: O lançamento do I Look To You[editar | editar código-fonte]

Depois de uma grande espera é finalmente lançado o aguardado álbum de retorno de Whitney Houston, I Look To You, em 31 de agosto de 2009. O álbum estreou direto na primeira posição dos mais vendidos nos EUA vendendo 305.000 cópias apenas na primeira semana[36] e foi em #1 em mais outros 12 países. Produzido por grandes nomes da música como Stargate, Akon, R. Kelly,,[37] David Foster, Jhontà Autin, Eric Hudson e Swizz Beatz[33] juntamente com Alicia Keys, com a supervisão de Clive Davis, o álbum é marcado de canções fortes como “Call You Tonight”, “Wort It” e “Salute”, música com forte influência hip-hop.

O primeiro single foi I Look To You, uma balada gospel romântica, estreou em #27 R&B Hot 100 da Billboard.[38]

O segundo single Million Dollar Bill chegou ao #1 no chart Dance da Billboard Hot 100,[39] tornado-se #1 pela 14ª vez em sua carreira. O single teve uma recepção ainda melhor na Europa onde chegou ao #5 no U.K. Hot 100. O Vídeo clipe de Million Dollar Bill foi lançado em 16 de setembro de 2009.

Em 14 de setembro de 2009 Whitney Houston deu sua primeira entrevista em sete anos, aparecendo na estreia do programa The Oprah Winfrey Show. A entrevista foi anunciada como "a entrevista da música mais aguardados da década" [40] e Oprah Winfrey declarou que foi a melhor entrevista que ela já fez em sua carreira.[41] A entrevista foi dividida em duas partes e Whitney falou sobre seu conturbado casamento, separação, carreira, família e os problemas com drogas.

Ainda no programa Whitney cantou ao vivo a canção I Didn't Know My Own Strength a pedido de Oprah, tendo um desempenho espetacular.

Whitney também apareceu em programas de televisão europeus para promover o álbum. Ela cantou a canção I Look to You no Wetten Dass, programa de televisão alemã. Dias depois, cantou Million Dollar Bill no programa de televisão francês Le Grand Journal. Whitney apareceu também como mentora convidada no The X Factor no Reino Unido, juntamente com Clive Davis e cantou Million Dollar Bill no show do dia seguinte. O desempenho não foi muito bem recebido pela mídia britânica,[42] mas mesmo assim Million Dollar Bill saltou para o seu pico de número 5 (o seu primeiro top 5 no Reino Unido em mais de uma década), e três semanas após o lançamento I Look to You ganhou disco de ouro. Whitney participou também da versão italiana do Fator X, apresentando a mesma canção Million Dollar Bill com boas críticas e foi premiada com o Certificado de Ouro por alcançar mais de 50.000 vendas do CD I Look To You, na Itália.[43]

Em dezembro de 2009, I Look To You, foi certificado disco de platina pela RIAA pelas vendas que ultrapassam um milhão de cópias só nos Estados Unidos.[44] Atualmente o álbum vendeu cerca de 2 milhões de cópias em todo o mundo.

Em 22 de novembro de 2009 Whitney foi a grande homenageada no American Music Awards em Los Angeles, Califórnia e se apresentou na premiação cantando a canção I Didn't Know My Own Strength. A cantora recebeu das mãos de Samuel L. Jackson um troféu por sua obra. Emocionada, Whitney fez questão de agradecer aos fãs pelo apoio e foi aplaudida de pé pela plateia.[45]

2010: Whitney Houston - The 25th Anniversary Deluxe Edition e a Nothin' But Love World Tour[editar | editar código-fonte]

Em 26 de janeiro de 2010, Whitney relançou uma edição especial de seu álbum de estreia, intitulado Whitney Houston – The 25th Anniversary Deluxe Edition em comemoração a seus 25 anos de carreira. O álbum contém cinco faixas bônus além de um DVD com os vídeos clipes e performances ao vivo e uma entrevista inédita.[46]

Whitney Houston na O2 Arena, em Londres, 28 de Abril de 2010, durante a Nothing But Love World Tour

Em 13 de janeiro de 2010 Whitney foi homenageada no BET Honors Award, citando suas realizações durante a sua vida e o sucesso do álbum de retorno I Look To You. O BET Honors 2010 foi realizado no teatro Warner, em Washington, DC e foi exibido em 29 de janeiro de 2010. Jennifer Hudson cantou o clássico I Will Always Love You e Kim Burrell cantou I Believe in You and Me em honra dela. Whitney também recebeu o NAACP Image Awards por Melhor vídeo clipe para "I Look To You" em 23 de fevereiro de 2010 e recebeu uma indicação ao Echo Awards, a versão alemã do Grammy, por Melhor Artista Internacional.

Uma nova turnê mundial foi anunciada em 12 de outubro de 2009 no site oficial de Whitney e teve início em 9 de dezembro de 2009 na Rússia como datas ensaio, sob o título de I Look To You Word Tour. No final dos ensaios, o título da turnê foi mudado para Nothing But Love World Tour com um "início" oficial em 6 de fevereiro de 2010 em Seul, Coreia do Sul.[47]

Whitney explicou o significado por trás do título da turnê. Foi como ela superou os tempos difíceis.

A turnê visitou Ásia, Austrália e Europa [48] e arrecadou uma estimativa de mais de 36 milhões de dólares com os shows.[49]

Billboard Charts: Atualmente foi classificada no TOP 10 da Billboard, como uma das artistas estadunidenses que mais venderam singles na última década (1999-2009).

2011: O retorno com o Filme Sparkle[editar | editar código-fonte]

Em Janeiro de 2011 Whitney participou do BET’s Celebration Of Gospel 2011 cantando a canção I Look to You, juntamente com Kim Burrel. O evento foi realizado no Staple Center, em Los Angeles e foi transmitido em 30 de janeiro de 2011.[50]

Em fevereiro de 2011, Whitney participou da festa que antecede ao Grammy, oferecida por Clive Davis, e que homenageou sua Prima Dionne Warwick. No tributo Whitney cantou os clássicos Walk On By, I Say A Little Prayer For You e That’s What Friends Are For.[51]

Em setembro de 2011, a revista The Hollywood Reporter anunciou que Whitney irá estrelar o remake do filme Sparkle de 1976, juntamente com Jordin Sparks e Mike Epps. De acordo com Debra Martin Chase, produtora de Sparkle, Whitney terá também créditos como produtora executiva do filme. Ela declarou ainda que Whitney merece o título considerando que ela esteve envolvida com o projeto desde o início em 2001, quando obteve os direitos de produção de Sparkle.[52]

No dia 19 de outubro Whitney confirmou em seu site oficial sobre o novo projeto com o filme, que é um remake do filme de 1976 e conta a história de Sparkle, um prodígio musical, que luta para se tornar uma estrela.

Em 7 de outubro, o RCA Music Group anunciou a dissolução da Arista Records, juntamente com a J Records e a Jive Records. Com o desligamento, Whitney Houston (e todos os outros artistas assinados anteriormente a estes três selos) iria lançar seu material futuro sob o selo da RCA Records.

2012: Lançamento do Sparkle[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2011, o The Hollywood Reporter anunciou que Whitney iria produzir e estrelar um remake do filme Sparkle ao lado de Jordin Sparks e Mike Epps. Sparkle marcaria o retorno de Whitney aos cinemas após 15 anos, desde o lançamento do The Preacher’s Wife em 1996.[53] No filme, Whitney interpreta Emma, mãe de Sparkle.

Além de atuar, Whitney também recebebeu créditos como produtora executiva. Segundo Debra Martin Chase, produtora de Sparkle, Whitney mereceu os créditos, considerando que ela tinha estado envolvida no projeto desde o início, em 2001, quando obteve os direitos de produção do filme, no qual a cantora de R&B, Aaliyah, iria protagonizar, mas morreu em um acidente de avião de 2001. Sua morte descarrilou a produção, que iria começar em 2002.[54][55]

As filmagens ocorreram entre 10 de outubro e 18 de novembro de 2011 e teve um orçamento estimado em US$ 17 milhões.[56]

A trilha sonora do filme foi lançada em 31 de julho de 2012. O Primeiro single, Celebrate, dueto com Jordin Sparks, foi a última gravação de Whitney em estúdio, realizada no dia 7 de fevereiro. Foi lançado oficialmente no dia 5 de junho de 2012. O vídeo clipe foi filmado em 30 de maio e lançado oficialmente em 30 de junho de 2012.

His Eye Is on the Sparrow, vazou apenas um dia após o lançamento de Celebrete[57] e foi lançada oficialmente como single em 8 de junho para download digital na Amazon[58] e iTunes.

O filme, foi lançado em 17 de agosto nos Estados Unidos e estreou em quinto lugar no ranking das maiores bilheterias do fim de semana arrecadando US$ 12 milhões nos primeiros três dias de exibição.[59]

Morte[editar | editar código-fonte]

Em 9 de fevereiro de 2012 Whitney visitou as cantoras Brandy e Monica, juntamente com Clive Davis, em seus ensaios para a festa anual do pré-Grammy no Beverly Hilton Hotel, em Beverly Hills.[60] No mesmo dia, Whitney fez sua última apresentação pública, juntamente com Kelly Price, numa casa noturna em Hollywood, Califórnia em uma performance da canção Jesus Loves Me.[61][62]

Em 11 de fevereiro de 2012, Whitney foi encontrada morta na banheira de um quarto no hotel Beverly Hilton. Os paramédicos tentaram reanimá-la, mas sem sucesso. Foi declarada morta em torno das 15h55min UTC−8, hora local de Los Angeles. O Departamento de Medicina Legal de Los Angeles anunciou em 22 de março de 2012 que a causa oficial da morte da artista é afogamento acidental, apesar de revelar que existiam indícios de doença cardíaca e vestígios de cocaína, que teriam contribuído para o óbito. A artista havia abandonado poucos meses antes de falecer a sua terapia e sua religião evangélica, já que sua depressão havia voltado com força, pois seus relacionamentos amorosos não deram mais certo após o divórcio, e principalmente por ter descoberto que a filha estava usando drogas, onde ambas passaram a travar brigas diárias, e ela lutou para que a filha deixasse este caminho. Isto tudo fez a artista se afastar dos amigos e familiares, julgando-se uma péssima mãe, o que a fez se isolar e voltar a usar drogas de forma descontrolada.[63]

Whitney teve seu memorial realizado em 18 de fevereiro de 2012, na New Hope Baptist Church, em Newark, Nova Jersey, cidade natal da cantora. Inicialmente, o memorial foi programado para duas horas, mas durou quatro horas.[64] Entre aqueles que homenagearam Whitney no funeral estavam Stevie Wonder, que cantou uma versão reescrita de Ribbon in the Sky e Love’s in Need of Love Today, CeCe Winans com Don’t Cry for Me e Jesus Loves Me, Alicia Keys com Send Me an Angel, Kim Burrell com uma versão reescrita de A Change Is Gonna Come e R. Kelly com I Look to You, intercalada com hinos do coral da igreja e depoimentos de Clive Davis, produtor de Whitney; Kevin Costner; Ricky Minor, seu diretor musical; sua prima Dionne Warwick e Ray Watson; seu guarda-costas durante os últimos onze anos.

Whitney foi enterrada no domingo, 19 de fevereiro, no cemitério Fairview, no Westfield, Nova Jersey,[65] ao lado de seu pai, John Russell Houston, que morreu em 2003.[66]

A morte de Bobbi Kristina[editar | editar código-fonte]

No dia 31 de janeiro de 2015 a filha da cantora, Bobbi Kristina, foi encontrada inconsciente no banheiro de sua casa em Atlanta, Geórgia. Bobbi foi levada com vida para o hospital, e foi medicada para um coma induzido no qual ficou por meses. Bobbi morreu no dia 26 de julho de 2015 com apenas 22 anos. Seu funeral veio a acontecer no dia 1 de Agosto na igreja James United Methodist Church em Alpharetta, Georgia.[ [67]

A causa da morte foi uma overdose pela mistura de álcool com cocaína, morfina e medicamentos calmantes para tratar ansiedade - tais situações lhe causaram uma pneumonia que se revelou fatal. Os examinadores não conseguiram apurar se sua overdose foi intencional, ou seja, uma tentativa de suicídio, visto que a jovem estava tratando uma depressão pelo falecimento da mãe, ou se foi uma superdosagem acidental. Os laudos consideraram que a causa da morte foi inconclusiva.[68]

Arte[editar | editar código-fonte]

Estilo musical[editar | editar código-fonte]

Em suas canções Whitney Houston fala sobre espiritualidade, poder feminino, força, superação e principalmente amor. O seu estilo está enraizado no R&B, gospel, soul e pop, complementado por elementos eletrônicos como teclados e sintetizadores.

Whitney começou a misturar pop e R&B contemporâneo em seu terceiro álbum, I'm Your Baby Tonight, trazendo canções bem mais dançantes ou com influências mais distintas do R&B.

Ainda nos anos 80, começou a fazer remixes de suas canções, mas só se tornou muito frequente a partir do lançamento do álbum My Love is Your Love, que popularizou o remix de I’ts Not Rught But I’ts Ok em pistas de dança do mundo inteiro. Por vezes, regravou os vocais para compor os remixes de algumas de suas canções como em I’m Every Woman (1992), My Love is Your Love (1998) e I Learned From The Best (1998). Trabalhou com vários DJ e produtores ao longo da carreira, o que ajudou significativamente na popularização de canções remixadas. Suas principais influências musicais são Aretha Franklin, Dionne Warwick, Stevie Wonder e Luther Vandross todos cantores de R&B e Soul.

Whitney, por cantar predominantemente R&B, acabou recebendo o título de Rainha do R&B e reconhecida mundialmente como tal.

Voz[editar | editar código-fonte]

Apelidada de The Voice, Whitney Houston era considerada uma das mais belas e potentes vozes da história da música mundial. É classificada como sendo Mezzo-soprano Dramático,[69][70] com um registro vocal de 4 oitavas (A2-A6), sendo que suas principais características vocais mais fortes são os melismas e vibratos.

Whitney, no decorrer de sua carreira, passou por vários estágios de voz. Iniciou a carreira sendo Soprano spinto e posteriormente passou a ser Mezzo-soprano Dramático com um timbre mais pesado e potente. Em 2003 a MTV americana juntamente com a Revista Blender a nomeou a terceira maior cantora entre as 22 Maiores Vozes da música por votação online e por leitores da revista.[71] Em 2008, Whitney foi listada na Rolling Stone na 34ª posição de os 100 maiores cantores de todos os tempos, afirmando que poucos vocalistas poderiam cantar 45 segundos da abertura de uma canção desacompanhada por instrumentos (acapella), fazendo menção a versão de I Will Always Love You feita por Whitney.[72] Em sua revisão do álbum I Look To You, o crítico musical Ann Powers do Los Angeles Times escreveu que a voz de Whitney inspira as carreiras de vários cantores e afirma que quando ela estava no seu melhor, nada poderia competir com seu talento de mezzo-soprano.[73]

O estilo vocal de Whitney tem sido significativo na indústria da música e tem influenciado gerações. Ela tem sido chamada de "Rainha do Pop" por sua influência na década de 1990, brigando comercialmente com Celine Dion e Mariah Carey[74]. Stephen Holden do The New York Times, em sua revisão do show realizado na casa de espetáculos Radio City Music Hall, em 20 de julho 1993 elogiou muito a atitude de Whitney como cantora, escrevendo que Whitney Houston é um das poucas estrelas pop contemporâneos das quais pode-se dizer que tem voz o suficiente. Enquanto outros artistas, que vendem milhões de álbuns, apelam aos truques de pirotecnia, Whitney preferia ficar ali e cantar.[75] Elysa Gardner de Los Angeles Times em sua revisão para a trilha sonora de "The Preacher’s Wife" elogiou muito a capacidade vocal de Whitney, comentando: Ela é antes de tudo uma diva pop, a melhor que temos.[76]

Registros vocais[editar | editar código-fonte]

  • Notas mais baixas:

Lá 2 na canção Fine do álbum Whitney: The Greatest Hits; Lá 2 na performance da canção When You Believe no programa The Oprah Winfrey Show; Si bemol 2 na canção You Light Up My Life do álbum Just Whitney; Dó 3 na canção I Learned From The Best do álbum My Love is Your Love; Dó sustenido 3 Try it On My Own.

  • Notas mais altas:

Dó 6 na canção Someone For Me do álbum "Whitney Houston", C6 na canção I’m Every Woman (remix), de 1992; Ré 6 na performance da canção I Am Changing em Nova York; D6 na performance da canção I Learned From The Best durante a turnê "Nothin’ But Love" em 2010; Sol 6 e Lá 6 na performance da canção I Wanna Dance With Somebody no Brunei em 1996.

  • Notas mais longas: 18s em Greatest Love Of All durante o show "Welcome Home Heroes"; 17s em A Song For You do álbum "I Look to You".

Legado[editar | editar código-fonte]

Durante a década de 1980, a MTV recebeu duras crítica por não reproduzir vídeos suficientes de artistas negros. Com Michael Jackson a quebrar a barreira da cor da pele para artistas negros do sexo masculino, Whitney fez o mesmo para artistas negros do sexo feminino. Ela se tornou um dos poucos artistas negros do sexo feminino a receber alta exibição na rede após o sucesso do vídeo de "How Will I Know".[77]

Após a descoberta de Whitney, outros artistas afro-americanos do sexo feminino, como Janet Jackson e Anita Baker, foram bem sucedidos na música popular. Baker comentou que por causa do que Whitney fez, houve uma aceitação maior ao seu trabalho e as estações de rádio, deixaram de ser tabu para cantoras negras.[78] A Allmusic também notou sua contribuição para o sucesso de artistas negros no cenário pop, comentando que Whitney é capaz de lidar com baladas, pop dance e soul com a mesma destreza, tornando-se uma das primeiras artistas negras a encontrar o sucesso na MTV juntamente com Michael Jackson.[79] O The New York Times afirmou que Whitney foi um ícone importante para o movimento da música negra e que reconheceu a continuidade do soul, pop, jazz e tradição vocal gospel.[80] Richard Corliss da revista TIME comentou sobre o sucesso do seu primeiro álbum: "Seu primeiro álbum há dez faixas, das quais seis foram baladas. [...] Ela era um fenômeno à espera de acontecer. E porque cada nova estrela cria seu próprio gênero, seu sucesso ajudou outras mulheres negras".[81] Mary J. Blige disse que Whitney a convidou para o palco durante o VH1 Divas Live em 1999 e isso abriu as portas para o seu trabalho em todo o mundo.[82]

Segundo o The New York Times, Whitney revitalizou a tradição gospel.[83] Ann Powers de o Los Angeles Times se refere à Whitney como um tesouro nacional.[70][84] "Ela é o que muitos consideram ser uma cantora, e por isso influenciou inúmeros outros vocalistas, tanto feminino e masculino".[79] Da mesma forma, Steve Huey da Allmusic escreveu que a forma da técnica prodigiosa de Whitney ainda influencia quase todas os cantores pop - homem ou mulher - e gerou uma legião de imitadores.[79] Rolling Stone, em sua biografia, afirmou que Whitney redefiniu a imagem de um ícone soul feminino.[85] A Essence Magazine classificou Whitney Houston como a quinta maior estrela de R&B de todos os tempos, chamando-lhe de "A Diva”.[86]

Durante toda a sua carreira Whitney vendeu cerca de 200 milhões de álbuns, singles e vídeos em todo o mundo, tornando-se umas das artistas mais bem sucedidas da história da música mundial.[11][12] A Recording Industry Association of America (RIAA) lista Whitney Houston como a quarta maior artista feminina em vendas nos Estados Unidos, com mais de 55 milhões de cópias.[87][88]

Com a trilha sonora de "O Guarda-Costas" conseguiu manter-se no top do Hot 200 da Revista Billboard por 20 semanas consecutivas. O álbum vendeu cerca de 45 milhões de cópias em todo mundo e gerou ainda o grande sucesso I Will Always Love You, que permaneceu no topo do Hot 100 por 14 semanas consecutivas, algo que nunca havia ocorrido antes.

Influência[editar | editar código-fonte]

Até os dias atuais - mesmo depois de sua morte - o estilo e a habilidade vocal de Whitney Houston têm um impacto significante na música popular e influencia novos cantores em todo o mundo e por isso uma série de artistas reconheceram Whitney como uma influência. Mariah Carey, que foi muitas vezes comparada a Whitney, disse: Houston tem sido uma grande influência para mim.[89] Mais tarde, em entrevista ao USA Today Mariah disse: "nenhum de nós teria o mesmo som se Aretha Franklin ou Whitney Houston nunca tivesse lançado um disco".[90] Brandy afirmou: "O primeiro CD de Whitney Houston foi genial. Esse CD apresentou ao mundo sua voz angelical e poderosa. Sem Whitney metade dessa geração de cantores não seriam cantores", escolhendo o primeiro álbum de Whitney como inspiração.[91] Jennifer Hudson a cita como sua maior influência musical. Ela disse ao Newsday que ela aprendeu com Whitney a "diferença entre ser capaz de cantar e saber cantar".[92] Leona Lewis, que muitas vezes foi comparada a Whitney, também a cita como influência e afirmou que ela a idolatrava quando era menina.[93][94] Durante o Celebrating Black Music em Junho de 2006, Kelly Rowland declarou à Ebony que queria ser uma cantora depois de ver na TV Whitney Houston cantando Greatest Love of All. "Eu queria cantar como Whitney Houston naquele vestido vermelho" disse Rowland.[95] Beyoncé Knowles disse ao Globe and Mail que Whitney a inspirou para chegar até lá e fazer o que ela faz.[96] Alicia Keys, em entrevista sobre seu novo álbum de estúdio com a revista Billboard, também disse que Whitney era uma artista que a inspirou desde que ela era uma menina.[97] Durante a entrevista Lady Gaga disse que Whitney Houston tem sido um de seus "ídolos vocais" por anos. Em entrevista à IBN Live Gaga revelou que, uma vez e outra, costumava ouvir a versão feita por Whitney para "The Star Spangled Banner". No Grammy Awards de 2011, Lady Gaga disse que ela escreveu a canção "Born This Way" pensando na voz da Whitney.[98]

No lançamento do álbum Femme Fatale, Britney Spears declarou que Whitney foi uma das mulheres poderosas que a influenciou a lançar este álbum.

Celine Dion, Toni Braxton,[99] Christina Aguilera,[100] Kelly Clarkson, Britney Spears,Hilary Duff[101] Ciara, P!nk,[101] Robin Thicke,[102] Jennifer Hudson, Amerie,[103] Destiny's Child,[101][104] Regine Velasquez, Lady Gaga, e Charice todas estas cantoras têm citado Whitney Houston como influência musical.

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Whitney Houston é a artista mais premiada de todos os tempos, de acordo com o Guinness World Records,[10] com 2 Emmy Awards, 7 Grammy Awards, 31 Billboard Music Awards, 22 American Music Awards. Em toda sua carreira Whitney, já acumulou um total de 451 prêmios até 2013. Ela detém o recorde, juntamente com Michael Jackson, de oito American Music Awards vencidos numa única noite.[105] Whitney também recebeu onze Billboard Music Awards, em 1993. Um recorde até hoje.[106] Ela também detem o recorde de mais WMAs vencidos em uma única edição, com cinco prêmios no 6th World Music Awards em 1994.[107] Em maio de 2003, o VH1 listou as "50 Maiores Mulheres da Era do Vídeo" e Whitney ficou na 3ª posição atrás, apenas, de Madonna e Janet Jackson.[108] Ela também foi classificada no número 116 na lista dos "200 Maiores Ícones da Cultura Pop de Todos os Tempos".[109] Em 2008, a revista Billboard lançou uma lista com os Maiores Artistas de Todos os Tempos, para comemorar o cinquentenário da parada de singles Hot 100 dos EUA. Whitney ficou ocupando a nona posição na lista.[110][111][112] Da mesma forma, ela é classificada como um dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos pelo VH1 em setembro de 2010.[113] Em novembro de 2010, a Billboard publicou uma lista com os 50 Maiores Artistas de R&B / Hip-Hop dos últimos 25 anos. Whitney entrou para a lista ocupando a 3ª posição com oito singles #1 na parada de R&B / Hip-Hop Songs e com cinco álbuns #1 na parada R&B / Hip-Hop Albums.[114]

O álbum de estreia de Whitney foi listado como um dos 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos pela revista Rolling Stone[115] e está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.[116] Em 2004, a Billboard escolheu o sucesso de seu primeiro álbum nas paradas de sucesso para nomeá-lo como um dos 110 marcos musicais de sua história.[117] Em 1997, a Escola Franklin em East Orange, Nova Jersey foi renomeada para The Whitney E. Houston Academy School of Creative and Performing Arts (Academia Escola de Artes e Ciências). Em 2001, Whitney foi a primeira a receber o prêmio especial BET Lifetime Achievement Award.[118] Em 2007, o USA Today afirmou que a estreia de Whitney na indústria da música é considerada um dos vinte e cinco marcos musicais dos últimos 25 anos.

Whitney Houston também é uma das artistas mais bem sucedidas da história da música tendo vendido mais de 200 milhões de cópias em todo o mundo.[11][12] É a quarta artista feminina que mais vendeu na Estados Unidos de acordo com Recording Industry Association of America (RIAA), com 55 milhões de álbuns certificados só nos EUA.[87][88]

Whitney Houston, possuía ainda, um Doutorado Honorário em Humanidades pela Grambling State University, Louisiana.[119]

Filantropia[editar | editar código-fonte]

Paralelamente à sua carreira, Whitney também desenvolveu um trabalho assistencial junto à instituição filantrópica que criou em 1989, a Fundação Whitney Houston for Children, instituição sem fins lucrativos, voltada às crianças carentes e vítimas de AIDS e câncer. A fundação também levanta fundos para crianças carentes em todo o mundo e costuma promover shows de caridade. Só um show televisado pela HBO em 1997, o Classic Whitney, que gerou 300 mil dólares para projetos assistenciais. Houston também apoia fundos de educação universitária para negros e ONGs de assistência às crianças diabéticas e aidéticas. Whitney dedicou tempo e dinheiro as causas sociais desde que trabalhava como modelo. Naquela época, ela se recusou a trabalhar para agências que faziam negócios com a África do Sul, devido ao regime do apartheid.

Em 1991 gravou uma versão do hino nacional norte-americano “The Star Spangled Banner”, que se tornou um hit e vendeu 1.000.000 de cópias. Whitney doou o dinheiro das vendas para a cruz vermelha. Em 2001, devido aos ataques terroristas do 11 de setembro o single “The Star Spangled Banner” foi relançado e se tornou top de vendas nas paradas dos EUA em Outubro do mesmo ano, arrecadando mais de 1 milhão de dólares. O dinheiro arrecadado foi doado para fundos de apoio aos bombeiros e a polícia de Nova York.

Em fevereiro de 2004, Whitney doou um milhão de rublos para o Russian Aid Fund (Fundo de Apoio Russo) para ajudar as vítimas de um ataque terrorista no metrô de Moscou. Os fundos foram criados por suas performances em Moscou naquele ano.[120]

Em 8 de maio de 2008 Whitney participou no evento beneficente Caudwell Children’s Legend Ball, em Londres para levantar fundos para a instituição. O fundador da instituição, John Caudwell, em entrevista a revista Marie Claire disse: "Estamos entusiasmados em ter uma artista do calibre da Whitney em nosso evento".[121]

Whitney participou de um projeto, juntamente com sua cunhada, no desenvolvimento de uma linha de velas perfumadas. Parte do dinheiro das vendas foi revertida para o Teen Summit, através da The Patricia Houston Foundation, que desenvolve um programa que tem o objetivo de reconstruir e recuperar a vida de jovens e adultos.[122]

Whitney Houston foi homenageada por seu trabalho filantrópico em 1995 pelo VH1 Honors. Em 1997, recebeu o “The First Annual Triumphant SPIRIT Awards” da Essence Magazine e em 1998 o Trumpet Awards, todos em reconhecimento ao seu trabalho humanitário.

No decorrer de sua carreira Whitney Houston tem apoiado diversas causas humanitárias:

  • Caudwell Children
  • Celebrity Fight Night Foundation
  • Children's Defense Fund
  • Muhammad Ali Parkinson Center
  • Red Cross
  • United Negro College Fund
  • United Service Organization

Recordes[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de Whitney Houston

Álbuns em estúdio[editar | editar código-fonte]

Coletâneas[editar | editar código-fonte]

Trilhas sonoras[editar | editar código-fonte]

Compactos na primeira posição nos Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

Turnês[editar | editar código-fonte]

Whitney Houston em Milão, durante a Nothin' But Love World Tour

Para promover seu álbum de estreia, Whitney Houston iniciou em 26 de julho de 1986 a sua primeira turnê mundial a The Greatest Love Tour, que visitou a América do Norte, Europa, Japão e Austrália.

Sua segunda turnê mundial foi a The Moment of Truth World Tour, que iniciou na América do Norte em 4 de julho em Tampa, Flórida, onde Whitney cantou para mais de 70.000 pessoas e continuou em 1988 na Europa, Japão, Hong Kong e Austrália. Especialmente na Europa, Whitney visitou 12 países, se apresentando para mais de meio milhão de fãs, incluindo nove noites consecutivas na Wembley Arena, em Londres. A turnê foi uma das dez mais rentáveis turnês do ano[123] e apenas a etapa norte-americana arrecadou mais de 24 milhões de dólares, o suficiente para fazer dela a segunda artista que mais ganhou dinheiro no ano segundo a Revista Forbes.[124] Sua turnê seguinte foi a regional Feels So Right Japan Tour em 1990, com 14 shows e a mundial I’m Your Baby World Tour em 1991, que visitou a América do Norte, Europa e Japão, com uma série de mais de 100 shows. A turnê iniciou nos Estados Unidos com o show Welcome Home Heroes with Whitney Houston em 31 de março, em Norfolk, Virginia. O especial foi ao ar na HBO, dedicado às tropas que lutaram na Guerra do Golfo.

Com o enorme sucesso do filme O Guarda-Costas e sua trilha sonora, Whitney embarcou na turnê mundial The Bodyguard World Tour, que foi muito mais ampla que as anteriores e durou os anos de 1993 e 1994, com uma série de mais de 120 shows em todo o mundo. A turnê começou 5 de julho em Miami, Florida e visitou, além da América do Norte, Europa, Japão, América do Sul, incluindo o Brasil, e África do Sul. A turnê foi um enorme sucesso e arrecadou mais de 119 milhões de dólares, tornado-se uma da mais lucrativas da história.[125] Whitney fez cinco noites consecutivas de shows na famosa casa de espetáculos Radio City Music Hall, em Nova Iorque e em seguida, seis noites no Hotel Sands & Casino em Atlantic City.

Em 1997 Whitney embarcou na turnê regional Pacific Rim Tour , e fez sua primeira visita à Tailândia e a Taiwan.

Após o sucesso do álbum My Love Is Your Love, Whitney embarcou numa nova turnê mundial em 1999 para promover seu novo trabalho. A My Love is Your Love World Tour foi a maior bilheteria do ano na Europa e assistida por quase meio milhão de pessoas.[126]

Em 2004 Whitney iniciou a Soul Divas Tour, juntamente com Dionne Warwick e Natalie Cole.[127] A turnê teve incio 7 de julho em Hamburgo, Alemanha e visitou a Rússia, os Emirados Árabes Unidos, a Tailândia e a República Popular da China, com shows esgotados.[128]

Em 2010 Whitney embarcou na sua última turnê para promover o álbum I Look to You. A Nothing But Love World Tour, foi a primeira turnê mundial de Whitney em mais de 10 anos e visitou a Europa, Ásia e Austrália. Arrecadou mais de 36 milhões de dólares com uma série de 50 shows.[129]

Turnês Mundiais

  • 2010 - Nothin' But Love World Tour
  • 1999 - My Love is Your Love World Tour
  • 1993 - The Bodyguard World Tour
  • 1991 - I’m Your Baby Tonight World Tour
  • 1988 - The Moment of Truth World Tour
  • 1986 - The Greatest Love World Tour

Turnês Regionais

  • 2004 - Soul Divas
  • 1998 - The European Tour
  • 1997 - The Pacific Rim Tour
  • 1989 - Tour com Bebe & Cece Winans

Concertos Notáveis

  • 2010 - Nothin' But Love World Tour: Live From Nottingham
  • 2008 - Live From London: Caudwell Children’s Legend Ball
  • 1999 - Divas Live
  • 1997 - Classic Whitney Live from Washington, D.C.
  • 1996 - The Royal Wedding Celebration: Live in Brunei
  • 1994 - The Concert for a New South Africa
  • 1991 - Welcome Home Heroes with Whitney Houston
  • 1988 - Nelson Mandela 70th Birthday Tribute

No Brasil[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 1994 Whitney Houston esteve no Brasil, durante a The Bodyguard World Tour, fazendo 2 shows em São Paulo, 1 no estádio do Morumbi em 16/01 e outro na casa de shows Olympia, em 18/01. Em 23 de janeiro participou do evento Hollywood Rock no Rio de Janeiro, onde cantou grandes hits como: "Saving All My Love For You", "I Wanna Dance With Somebody", "Love Will Save The Day", "How Will I Know", "I Have Nothing", "I’m Every Woman" e "I Will Always Love You" levando uma multidão de fãs ao delírio.

Em Portugal[editar | editar código-fonte]

Whitney Houston deu um único concerto em Portugal, a 5 de Julho de 1998 no Estádio de Alvalade,[130] tendo o espectáculo ficado marcado na memória dos portugueses, pela cantora ter dito durante o concerto, «Olá, Espanha!».[131]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Em 2001 Whitney Houston produziu o filme The Princess Diaries (O Diário da Princesa) e a continuação The Princess Diaries 2: Royal Engagement em 2004. Whitney também produziu em 2003 o Filme Disney Channe (Disney Channel Original Movie) The Cheetah Girls, um musical baseado nos livros de Deborah Gregory. O filme, estrelado por Raven-Symoné, conta a história de 4 garotas que sonham ser superstars e criam o grupo Cheetah Girls. As Cheetah's estão ensaiando para o concurso de talentos da escola, quando são descobertas pelo famoso produtor musical Jackal Johnson.

Em 2006, Whitney também produziu a continuação do filme, The Cheetah Girls 2, que mostrava uma agitada viagem das quatro cantoras à Espanha.

Referências

  1. «Aos 48 anos, morre Whitney Houston». r7.com. Consultado em 12 de fevereiro de 2012 
  2. Critic of Music (3 de novembro de 2012). «Vocal Range and Profile: Whitney Houston». Consultado em 30 de maio de 2017 
  3. Pamelia S. Phillips. «HIGHEST RANGE OF THE DAMES: SOPRANO». Consultado em 30 de maio de 2017 
  4. Editor. «Top Ten Best Female Singers of All Time». Consultado em 30 de maio de 2017 
  5. http://www.rcarecords.com/artists/whitney-houston
  6. TMZ (11 de fevereiro de 2012). «Whitney Houston Dead at 48» 
  7. Diário de Notícias (11 de fevereiro de 2012). «Morreu Whitney Houston» 
  8. G1 (11 de fevereiro de 2012). «Cantora Whitney Houston morre aos 48 anos» 
  9. Encyclopedia of African American history, 1896 to the present: from the age of segregation to the twenty-first century. Oxford University Press; 2009. ISBN 978-0-19-516779-5. p. 459–460.
  10. a b «Whitney Houston biography». whitneyhouston.com. 19 de agosto de 2009. Consultado em 22 de novembro de 2010 
  11. a b c Dobuzinskis, Alex (15 de setembro de 2009). «Whitney Houston says she is "drug-free"». Reuters. Consultado em 13 de janeiro de 2010 
  12. a b c «Whitney Houston Biography». whitneyhouston.com. Consultado em 12 de janeiro de 2010 
  13. «Whitney Houston Sings Her Way to Stardom with Hit Album, Road Tour». Johnson Publishing Company. [[Jet (magazine)|Jet]]. 68 (24). 59 páginas. 26 de agosto de 1985. ISSN 0021-5996. Consultado em 7 de fevereiro de 2011 
  14. a b c Huey, Steve (2006). «Whitney Houston biography». Allmusic.com. Consultado em 13 de abril de 2009 
  15. «The 1986 MTV Video Music Awards The Winners!». Nielsen Business Media, Inc. Billboard. 98 (41) 11 de outubro de 1986. ISSN 0006-2510. Consultado em 7 de fevereiro de 2011 
  16. Corliss, Richard (13 de julho de 1987). «The Prom Queen of Soul». Time Inc. Consultado em 17 de março de 2007 
  17. A History of Soul Music. 18 de outubro de 2007. VH1 
  18. a b «Whitney Houston Biography». Rolling Stone. Consultado em 17 de março de 2011 
  19. «Whitney Houston: Do Céu do Gospel ao Inferno das Drogas». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  20. «Whitney Houston grava canções de natal». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  21. «Whitney Houston sai de clínica e planeja turnê». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  22. «Whitney Houston: enfim, o divórcio». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  23. «Whitney no 17th Carousel of Hope Ball». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  24. «Ano novo Vida nova». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  25. «Recuperada, Whitney Houston volta ao show biz com novo CD». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  26. «Whitney Houston assina contrato milionário e planeia próximo disco». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  27. «The Best So Far». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  28. «Whitney Houston trabalha em novo álbum». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  29. «Nova música de Whitney Houston já circula na internet». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  30. «Whitney Houston faz aparição gloriosa em festa pré-grammy». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  31. «Whitney Houston e Diane Warren» 
  32. a b «Whitney Houston trabalha com Swizz Beatz». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  33. http://whitneyhouston.com/main.html
  34. «Whitney Houston regressa com o disco 'I Look to You'». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  35. «Whitney Houston vende 305 mil cópias». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  36. «Whitney Houston, R. Kelly Hit The Bar On Forthcoming Album». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  37. «I Look To You estreia em #27». Consultado em 30 de dezembro de 2012 
  38. «Million Dollar Bill #1». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  39. «Whitney Houston concede entrevista a Oprah Winfrey». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  40. «Oprah Entrevista Whitney Houston». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  41. Singh, Anita (20 de outubro de 2009). «Whitney Houston's weird performance on The X-Factor gives her top five hit». Londres: telegraph.co.uk. Consultado em 20 de outubro de 2009 
  42. «Whitney Conquers Italy – Again!». whitneyhouston.com. 21 de outubro de 2009. Consultado em 12 de janeiro de 2010 
  43. «I Look To You vende 1 milhão de cópias». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  44. «Whitney Houston é a grande homenageada no AMA». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  45. «Whitney Houston – The 25th Anniversary Deluxe Edition». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  46. «Whitney Houston inicia turnê mundial». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  47. «Datas da turnê». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  48. «Top 50 Worldwide Concert Tours» (PDF). Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  49. «Whitney Houston & Kim Burrell Perform At BET's Celebration Of Gospel Read more: Whitney Houston & Kim Burrell Perform At BET's Celebration Of Gospel | Necole itchie.com». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  50. «Whitney Houston Performs At Clive Davis' Pre-Grammy Party». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  51. «WHITNEY HOUSTON TO RETURN TO THE BIG SCREEN IN REMAKE OF 1976 FILM SPARKLE». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  52. «Depois de 15 anos, Whitney Houston volta aos cinemas» 
  53. «Whitney Houston circling 'Sparkle' musical remake with Jordin Sparks» 
  54. «Whitney Houston in Talks to Star in Music-Themed Drama 'Sparkle'» 
  55. «Sparkle» 
  56. «Whitney Houston's "His Eye Is on the Sparrow" Released» 
  57. «His Eye Is on the Sparrow» 
  58. «Último filme da Whitney Houston estreia em 5º lugar no ranking das maiores bilheterias do fim de semana» 
  59. «Grammys 2012» 
  60. «Whitney Houston final performance» 
  61. «Whitney Houston haunting last performance» 
  62. «Whitney Houston tinha cocaína no organismo quando morreu» 
  63. «Whitney Houston Funeral: Singer Laid to Rest» 
  64. Whitney Houston (em inglês) no Find a Grave
  65. «Whitney Houston to be buried in Westfield: A Jersey girl comes home» 
  66. Mix96buffalo.com. «Bobbi Kristina Brown, Daughter of Whitney Houston and Bobby Brown, Dead At Age 22». Consultado em 26 de julho de 2015 
  67. «Autópsia explica morte de filha de Whitney Houston» 
  68. Dean, Maury (2003). Rock-N-Roll Gold Rush. [S.l.]: Algora Publishing. p. 34. ISBN 0875862071 
  69. a b Powers, Ann. «"Album Review: Whitney Houston's 'I Look To You'".». latimesblogs.latimes.com  Los Angeles Times. agosto 25, 2009
  70. «Blender Magazine's 22 Greatest Voices [MTV2]». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  71. «Higher and Higher. Mariah Daily Journal». Web.archive.org. Consultado em 11 de novembro de 2010. Cópia arquivada em 1 de junho de 2008 
  72. «Powers, Ann. "Album Review: Whitney Houston's 'I Look To You'"». Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  73. "If Ella Fitzgerald is the queen of jazz, Billie Holiday first lady of the blues, and Aretha Franklin the queen of soul, then who is the queen of pop? In the 1990s, it would seem to be a three-way tie between Whitney Houston, Mariah Carey, and Celine Dion. Certainly all three have their devotees and detractors, but their presence has been inescapable." in Lister, Linda (2001). «Divafication: The Deification of Modern Female Pop Stars». Popular Music and Society. 25 (3/4). 1 páginas. ISSN 0300-7766 
  74. Holden, Stephen (22 de julho de 1993). «Review/Pop; For Whitney Houston, Showy Doesn't Count: The Show Is the Voice». The New York Times. Consultado em 13 de março de 2011 
  75. Elysa Gardner (24 de novembro de 1996). «Oh, Whitney--for Heaven's Sake». Los Angeles Times 
  76. "Whitney Houston". Headliners and Legends. NBC. agosto 8, 2000.
  77. Hunt, Dennis (18 de janeiro de 1987). «Baker And The Rise Of Black Women In Pop». Los Angeles Times. Tribune Company. Consultado em 26 de março de 2011 
  78. a b c Huey, Steve. «Whitney Houston Biography». Allmusic. Consultado em 16 de outubro de 2010 
  79. Holden, Stephen. "The Pop Life; 1986, A Musically Conservative Year." NY Times. dezembro 31, 1986.
  80. Corliss, Richard, Elizabeth L. Bland, and Elaine Dutka (13 de julho de 1987). «Show Business: The Prom Queen of Soul». TIME. Consultado em 16 de outubro de 2010 
  81. 1st Annual BET Awards. Black Entertainment Television. junho 19, 2001.
  82. «"Review/Pop; Diana Ross Flirts With a Willing Audience"». The New York Times. 16 de junho de 1989. Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  83. Song Woong-ki (8 de janeiro de 2010). «Whitney Houston to perform in Seoul». The Korea Herald. Consultado em 8 de janeiro de 2010 
  84. «Whitney Houston Biography». Rolling Stone. Consultado em 16 de outubro de 2010 
  85. «50 Most Influential RnB Stars». essence.com. 21 de junho de 2011. Consultado em 1 de julho de 2011 
  86. a b «'I Look To You' Album Certified Platinum». whitneyhouston.com. 1 de dezembro de 2009. Consultado em 13 de janeiro de 2010 
  87. a b «Top Selling Artists». RIAA. Consultado em 9 de junho de 2008 
  88. Friedman, Roger (18 de dezembro de 2002). «Mariah Calls, Whitney Falls». Fox News. Consultado em 25 de abril de 2009 
  89. «"Carey frees her spirit, and it is named 'Mimi'"». USA Today. 11 de abril de 2005. Consultado em 30 de dezembro de 2011 
  90. Johnson, Billy, Jr. (25 de junho de 2010). «Brandy On Whitney Houston's Self-Titled Debut: Black Music Month Album Spotlight #15». Yahoo! Music. Consultado em 17 de outubro de 2010 
  91. Seymour, Gene. "Destiny's real child, Jennifer Hudson looks headed for stardom, and maybe an Oscar, with 'Dreamgirls'". Newsday. dezembro 10, 2006. Page C06.
  92. Bull, Sarah (19 de outubro de 2007). «Leona Lewis' Spirited chart bid». The Boston Globe. Consultado em 18 de outubro de 2010 
  93. Newman, Melinda. "Jennifer Hudson to 'surprise duet' at Davis party". The Associated Press. fevereiro 6, 2008.
  94. «Celebrating Black Music». Johnson Publishing Company. EBONY. 61 (8). 166 páginas. Junho de 2006. ISSN 0012-9011. Consultado em 17 de março de 2011 
  95. Caldwell, Rebecca. "Destiny's Child". The Globe and Mail. julho 21, 2001 page R1.
  96. Mitchell, Gail (14 de novembro de 2009). The Elements of Style. [S.l.]: Billboard. Consultado em 19 de outubro de 2010 
  97. «I can't wait to come to India: Lady Gaga». IBN Live. Consultado em 16 de fevereiro de 2011 
  98. Toni Braxton Talks About Her Hit Love Songs, Sexy Image and Religious Background. [S.l.]: JET. 17 de janeiro de 1994. Consultado em 17 de outubro de 2010 
  99. Rodman Sarah. "Teen queen Aguilera belts 'em out like Whitney Houston". Boston Herald. setembro 5, 1999. Page 064
  100. a b c "Everybody Talk About Pop Music!". MTV. agosto 2001.
  101. Cordova, Randy. "R&B singer-songwriter Robin Thicke follows his own tune". Arizona Republic. março 4, 2009.
  102. Hall, Rashaun (27 de julho de 2002). Amerie Offers 'All' She Has. [S.l.]: Billboard. Consultado em 19 de outubro de 2010 
  103. Roberts, Damone (7 de outubro de 2010). «Beauty 101: Kelly Rowland's Next Chapter». Essence. Consultado em 17 de outubro de 2010 
  104. Talarico, Brittany (11 de novembro de 2009). «Whitney Houston to Take the Stage at the AMAs». OK!: Northern and Shell NA Ltd. Consultado em 17 de março de 2011 
  105. «POP MUSIC REVIEW: Houston Tops Off Record Night With Show's Highlight» 
  106. Dezzani, Mark (21 de maio de 1994). «World Music Awards Gaining Stature». Nielsen Business Media, Inc. Billboard. 106 (21). ISSN 0006-2510. Consultado em 9 de fevereiro de 2010 
  107. «The Greatest " Ep. 071 "50 Greatest Women of the Video Era"». VH1. 17 de maio de 2003. Consultado em 17 de março de 2011 
  108. «The 200 Greatest Pop Culture Icons Complete Ranked List». PR Newswire Association LLC. 21–25 de julho de 2003. Consultado em 17 de março de 2011 
  109. «The Billboard Hot 100 All-Time Top Artists». Nielsen Business Media, Inc. 2008. Consultado em 17 de março de 2011 
  110. «Transformers: Whitney Houston». AOL Black Voices. 2007. Consultado em 15 de janeiro de 2008 
  111. Holden, Stephen (16 de fevereiro de 1985). «Cabaret: Whitney Houston». The New York Times. Consultado em 13 de janeiro de 2009 
  112. «Who Will Come Out On Top Of VH1’s 100 Greatest Artists Of All Time? | Vh1 Blog». Blog.vh1.com. 25 de agosto de 2010. Consultado em 11 de novembro de 2010 
  113. «Top 50 R&B/Hip-Hop Artists of the Past 25 Years». Nielsen Business Media, Inc. 18 de novembro de 2010. Consultado em 17 de março de 2011 
  114. «The Rolling Stone 500 Greatest Albums of All Time». Rolling Stone. 18 de novembro de 2003. Consultado em 17 de março de 2011 
  115. «The Definitive 200». The Rock & Roll Hall of Fame. 2007. Consultado em 15 de janeiro de 2008. Cópia arquivada em 13 de janeiro de 2008 
  116. Billboard 110 Years: A Billboard Anniversary Salute. [S.l.]: Billboard. 27 de novembro de 2004. Consultado em 19 de outubro de 2010 
  117. Susman, Gary (22 de junho de 2001). «Black Power, Plus Phantom Menace DVD will compete with pirated edit, another movie ad scandal, and more». Entertainment Weekly. Consultado em 12 de janeiro de 2010 
  118. «Ebony Magazine». books.google.com . p 138
  119. «Whitney Houston Charity Work» 
  120. «Whitney Houston's Live London Comeback» 
  121. «Whitney Houston Launches Charity Candles» 
  122. MacDonald, Patrick. "U2, Bon Jovi were top concert acts of 1987". Seattle Times. January 15, 1988. Page 5. Retrieved May 16, 2008
  123. "Bill Cosby Leads the Millionaire Entertainers". San Francisco Chronicle. September 7, 1987
  124. «As 10 turnês femininas mais lucrativas da história» 
  125. «Whitney Houston World Tour '99 Becomes Europe's Highest Grossing Arena ever». Business Wire. 19 de outubro de 1999. Consultado em 25 de setembro de 2009 
  126. «Soul Divas show». www.people.com .People.com
  127. «Whitney tours Russia». www.classicwhitney.com 
  128. «Pollstar's Top 50 Tours Worldwide» (PDF). Pollstar. Associated Press. 29 de dezembro de 2010. Consultado em 1 de janeiro de 2011 
  129. «Morreu Whitney Houston [atualizado]». Blitz (revista). Consultado em 12 de fevereiro de 2012 
  130. «Whitney Houston: Autópsia inconclusiva». Público (jornal). Consultado em 7 de Março de 2013 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikiquote Citações no Wikiquote
Commons Categoria no Commons