Sam Smith

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Sam Smith
Smith no Lollapalooza 2015.
Informação geral
Nome completo Samuel Frederick Smith
Também conhecido(a) como The New Face of Soul (A Nova Cara do Soul)[1][2]
Nascimento 19 de maio de 1992 (25 anos)
Local de nascimento Londres, Inglaterra
Reino Unido
Gênero(s) Pop, soul, house, R&B
Ocupação(ões) Cantor, compositor
Instrumento(s) Vocal
Extensão vocal Tenor Dramático
Período em atividade 2007 — atualmente
Gravadora(s) Capitol Records (Atualmente)
Afiliação(ões) Disclosure, Nicki Minaj, Naughty Boy, Mary J. Blige, John Legend
Influência(s) Amy Winehouse, Mariah Carey, Lady Gaga, Britney Spears, Beyoncé, Adele, Lana Del Rey, Stevie Wonder, Chaka Khan, Luther Vandross, Whitney Houston, George Michael
Página oficial samsmithworld.com
Sam Smith Signature.svg

Samuel Frederick Smith[3] (Primrose Hill, Londres, 19 de maio de 1992), mais conhecido pelo seu nome artístico Sam Smith, é um cantor e compositor britânico. Antes de sua descoberta aos 21 anos, o cantor e compositor de Londres, estudou com música, cantou em coros e em bandas e atuou em produções de teatro musical.[4] Vencedor de quatro Grammy Awards, um Globo de Ouro, um Óscar e três BRIT Awards.[4][5][6][7][8] Smith conquistou reconhecimento na carreira quando gravou os vocais da música Latch (2012), da duo inglesa Disclosure.[9] No ano seguinte, colaborou com o cantor Naughty Boy, na canção La La La (2013).[10]

Seu primeiro álbum In the Lonely Hour foi lançado em 2014, a obra foi um sucesso comercial no mundo inteiro, vendendo doze milhões de cópias,[11] e conquistando o primeiro lugar na Austrália, Irlanda, Nova Zelândia, Reino Unido, South Africa e Suécia, nos Estados Unidos alcançou a posição dois.[12][13][14][15][16][17] O álbum foi contemplado com o Grammy Awards de Best Pop Vocal Album em 2015; ano em que Smith foi o maior vencedor da premiação e um dos artistas com mais nomeações.[18][19][20] Além de ter sido nomeado a maior categoria da premiação Album of the Year.[20] O primeiro single do projeto foi a faixa Lay Me Down, que foi lançada no dia 15 de fevereiro de 2013 e conquistou a posição quarenta e seis no Reino Unido,[17] a faixa foi relançada em 2015, e conquistou a posição oito na Billboard Hot 100,[21] além de ter conseguido a posição quinze de novo no Reino Unido.[17]

Em 2014, Smith foi o sétimo artista a ganhar o prêmio da maior premiação musical do Reino Unido Critics' Choice do BRIT Awards, incluindo o prêmio Global Success da mesma premiação. No dia 8 de setembro de 2015, o intérprete confirmou que iria gravar a nova música tema do vigésimo quarto filme da franquia James Bond SPECTRE (2015),[22] por essa canção Smith ganhou o Óscar de Best Original Song e o Globo de Ouro de Best Original Song, entre outros prêmios.[5][6] Entre os seus outros maiores prêmios estão, três Billboard Music Awards,[23] um American Music Awards,[24] um BET Awards,[7] seis MOBO Awards,[25][26] entre muitos outros prêmios. Suas conquistas musicais também o levaram a ser mencionado duas vezes no Guinness World Records.[27]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Infância e adolescência[editar | editar código-fonte]

Vista de Londres, a capital da Inglaterra e do Reino Unido, onde Smith nasceu.

Samuel Frederick Smith nasceu em Londres, Inglaterra. Filho de Kate Cassidy, uma corretora, foi demitida em 2008 porque seus chefes sentiram que ela estava dedicando muito tempo às ambições de seu filho de se tornar um topógrafo, na época Smith tinha quinze anos[28][29] e Frederick Smith, seu pai. O cantor tem duas irmãs, Mabel e Lily Smith,[30] além de ser primo de terceiro grau da cantora britânica Lily Allen.[31] Smith foi colocado como cantor formal de jazz quando tinha oito anos,[29] depois que seus pais o ouviram cantar My Love Is Your Love de Whitney Houston, em uma viagem de manhã para à escola primária católica.[29] Ele passou a infância e adolescência em ensaios de teatro.[29] Sua mãe muitas vezes pediu-lhe para se apresentar para amigos e associados nos jantares.[29] Aos doze anos de idade, a carreira de Smith foi tratada por seis gerentes diferentes, com garantias de fama que nunca aconteceram.[29] Antes de sua descoberta aos vinte um anos, o cantor e compositor, estudou com música, cantou em coros e em bandas e atuou em produções de teatro musical.[4] Ele desenvolveu uma abordagem apaixonada ao canto exemplificado por seus artistas favoritos naquela época: Aretha Franklin, Stevie Wonder e Chaka Khan.[4] Smith é um ex-aluno da Youth Music Theatre UK e estrelou a produção "Oh! Carol" em 2007.[32] Estudou por vários anos canto e composição com a vocalista e pianista de jazz Joanna Eden[33] e trabalhou em sua loja local em St Johns Wood, também estudou nas escolas St. Thomas More Primary e St Mary's Catholic School, em Bishop's Stortford.[34] Ele era membro do Bishop's Stortford Junior Operatics (agora Bishops Stortford Musical Theatre Society) e do Cantate Youth Choir.[35]

"“Gostaria de agradecer ao homem para quem está canção é [Stay With Me], a quem me apaixonei o ano passado. Muito obrigado por quebrar meu coração porque você me deu quatro Grammys!.

Smith no Grammy 2015".[36]

Smith disse em uma entrevista recente que sua mãe já sabia que ele era gay desde os três anos de idade, mas que só revelou sua sexualidade aos dez anos.[37] No Grammy Awards de 2015, quando foi receber uma das quatro categorias em que ganhou Smith agradeceu o homem em que se inspirou para escrever as canções de seu primeiro álbum In the Lonely Hour.

Carreira artística[editar | editar código-fonte]

2012–13: Início de carreira, Latch, La La La e primeiro EP Nirvana[editar | editar código-fonte]

Em outubro de 2012, Sam Smith colaborou com Disclosure no single "Latch", lançado em 8 de outubro de 2012 no Reino Unido e em 2014 nos Estados Unidos, alcançou a posição sete na Billboard Hot 100 e conquistou a posição de número onze na parada musical do Reino Unido.[38][39] Em 2013, colaborou com Naughty Boy no single "La La La", lançado em 19 de maio de 2013, a música alcançou a primeira colocação das paradas padrões da Itália e do Reino Unido, tendo situado-se ainda entre as dez primeiras posições da Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Noruega, Nova Zelândia e Suíça.[39] Além de ter chegado na posição dezenove na Billboard Hot 100, dando sua primeira entrada no principal chart do mundo. Seu primeiro extended play (EP) de estreia, Nirvana, foi lançado em 4 de outubro de 2013, contendo as faixas Safe with Me, Nirvana, I've Told You Now e uma versão acústica de Latch; a versão norte-americana, lançada em 28 de janeiro de 2014, contém ainda três faixas bônus: sua colaboração com Disclosure, Nile Rodgers & James Napier em Together, Money on My Mind e uma remistura de Nirvana feita por Harry Fraud.[40][41] Safe With Me e Nirvana alcançaram as colocações de números oitenta e oito e noventa e sete na principal para do Reino Unido, respectivamente.[39] Em dezembro de 2013, Smith recebeu indicações ao Critics' Choice do Brit Awards e a Sound of 2014 da BBC, sendo que mais tarde ele sagrou-se como vencedor em ambas premiações.[42][43][44]

Smith de apresentando em 2014.

2013–14: In the Lonely Hour e sucesso comercial[editar | editar código-fonte]

Logótipo de In the Lonely Hour .
Capa do álbum.

O cantor confirmou em 16 de dezembro de 2013, que estava trabalhando no seu primeiro álbum de estúdio de sua carreira, que veio a chamar In the Lonely Hour.[45] Em 7 de janeiro de 2014, Smith lançou a obra de arte e lista de faixas para o álbum. Seu álbum de estreia In the Lonely Hour, foi lançado em 26 de maio de 2014 através da gravadora Capitol Records.[45] Ele descreve o álbum como "tudo sobre amor não correspondido" porque ele nunca foi amado de volta por nenhum de seus interesses de amor.[46] A obra foi um grande sucesso no mundo inteiro, se tornando um dos álbuns mais vendidos do ano de 2014, ficando atrás apenas da cantora norte-americana Taylor Swift e de seu conterrâneo Ed Sheeran, que haviam lançado os álbuns 1989 e X, respectivamente. O álbum debutou com 101 mil cópias vendidas no Reino Unido, onde ficou na primeira posição dos charts, por oito semanas consecutivas.[47] Nas primeiras cinco semanas após o lançamento, o álbum vendeu 228 mil cópias no país.[48] No dia 18 de dezembro, foi anunciado que o álbum havia superado a marca de 1 milhão de cópias vendidas, tendo vendido cerca de 1.007 milhões até meia noite.[49] Tornando-se o segundo artista a alcançar a alcançar essa marca depois do álbum X de Ed Sheeran. Smith foi o único artista de 2014, a conseguir vender 1 milhão de cópias no Reino Unido e Estados Unidos.[49] In the Lonely Hour foi o segundo álbum mais vendido no Reino Unido em 2014, com 1.2 milhões de cópias vendidas,[50] além de ter quebrado o recorde por ter ficado sessenta e sete semanas no top 10 das mais vendidas no principal chart de álbuns do país.[51] Em dezembro de 2015, o álbum foi certificado sete vezes platina, pelo BPI.[52] No mesmo mês o Official Charts Company confirmou que o álbum havia vendido 2.1 milhões no total no Reino Unido, incluindo 893 mil unidades vendidas em 2015.[53] Nos Estados Unidos, o álbum debutou na posição dois por ter vendido 166 mil cópias na primeira semana na Billboard 200, se tornando a segunda maior estréia de um cantor solo desde The World from the Side of the Moon (2012) de Phillip Phillips, que havia vendido 169 mil na primeira semana e debutado na posição quatro. O álbum foi ultrapassado por Ultraviolence de Lana Del Rey que na primeira semana havia vendido 182 mil cópias.[54] In the Lonely Hour na segunda semana vendeu 67 mil cópias, permanecendo na segunda posição, o álbum já havia passado de 233 mil cópias nos Estados Unidos.[55] No final do ano de 2014, o álbum tinha conquistado uma platina pela RIAA, por ter vendido 1.2 milhões de cópias, tornando-se o terceiro álbum mais vendido naquela ano, atrás apenas de 1989 de Taylor Swift e a trilha sonora do filme Frozen.[56][57][58] Além disso, Smith vendeu 2.8 milhões de singles do álbum, enquanto o álbum foi transmitido oitenta e sete milhões de vezes e visualizado nos sites de transmissão de vídeo do Reino Unido quarenta e oito milhões de vezes.[49] De acordo com Nielsen SoundScan, In the Lonely Hour foi o oitavo álbum mais vendido de 2015 nos Estados Unidos, com 1.7 milhões de unidades.[59] O álbum vendeu ao todo 2.2 milhões de cópias somente nos Estados Unidos.[56][59] Na Austrália, In the Lonely Hour estreou na posição dois, atrás apenas de Ghost Stories da banda Coldplay, permaneceu no top 20 até 23 de agosto de 2015.[60] Com a etapa australiana de sua turnê In the Lonely Hour Tour em abril de 2015, o álbum subiu ao pico de número um no dia 27 de abril de 2015.[61]

In The Lonely Hour foi fenomenalmente bem sucedido na Nova Zelândia, gastando sessenta e oito semanas não consecutivas no top 10, incluindo oito semanas não consecutivas no topo do gráfico. O álbum foi certificado 4 vezes platina a partir do dia 7 de dezembro de 2015, com vendas superiores a 60.000 mil cópias, além de ter sido o quarto do álbum mais vendido de 2014 na Nova Zelândia. O álbum foi classificado no número cinco de álbuns de melhor classificação de todos os tempos da Nova Zelândia.[62] De acordo com a Federação Internacional da Indústria Fonográfica, In The Lonely Hou vendeu 4.5 milhões de cópias em 2014[63] e 2.6 milhões de cópias em 2015,[64] tornando-se o quinto álbum mais vendido de ambos os anos.[63][64] Em 2017, a revista estadunidense Billboard, confirmou que o álbum havia vendido 12 milhões de cópias mundialmente.[11] Em 15 de fevereiro de 2013, Sam Smith lançou "Lay Me Down" como primeira faixa de divulgação do disco.[65] A música foi relançada duas vezes em 2015, a primeira versão solo conseguindo a posição quinze no Reino Unido[39] e oito nos Estados Unidos sendo certificada duas vezes platina pela RIAA e ouro pela BPI.[66][52] A outra versão chamada Lay Me Down (Red Nose Day) com a participação do cantor John Legend, se posicionou no número um no Reino Unido,[39] também sendo certificado ouro, pela BPI.[52] Em 16 de fevereiro do ano seguinte, Money on My Mind foi distribuída e alcançou a primeira posição do Reino Unido.[67][39]

Uma versão ao vivo da faixa do álbum "I've Told You Now", realizada na St Pancras Old Church, foi disponibilizada para download gratuito como parte de uma promoção da Amazon.com em 27 de dezembro de 2013.[68] A faixa do álbum "Make It To Me", co-escrita por Howard do Disclosure e Jimmy Napes, foi disponibilizada para download gratuito como parte de uma promoção da iTunes Store em 13 de janeiro de 2014.[69] Smith prosseguiu em sua primeira turnê americana na primavera de 2014, com uma lista de material primariamente novo.[46] Em 20 de janeiro de 2014, Smith fez sua estréia na televisão americana realizando "Latch" com Disclosure no programa Late Night with Jimmy Fallon. Ele também atuou no Saturday Night Live em 29 de março de 2014, realizando a canção "Stay with Me" em evangelho e uma versão acústica de "Lay Me Down".[70][71][72] "Stay with Me" alcançou o número um no UK Singles Chart e o número dois na Billboard Hot 100.[73][74] O quarto single do álbum, "I'm Not the Only One", alcançou o número três no Reino Unido e o número cinco nos EUA.[74]

Em junho de 2014, Smith apareceu pela primeira vez na capa da revista The Fader em sua 92ª edição.[75] Em agosto de 2014, o single "Stay with Me" foi chamado de "Canção de Verão" da Variance Magazine.[76]

2017-presente: The Thrill of It All[editar | editar código-fonte]

Depois de quase 3 anos, Sam Smith finalmente anunciou novo CD para novembro de 2017 intitulado The Thrill of It All. Ele lançou como o carro chefe do álbum o single "Too Good at Goodbyes", que recebeu inúmeras impressões positivas e conseguiu alcançar o topo do iTunes em diversos países, ficando em primeiro lugar. Logo depois ele lançou como single promocional a música "Pray", que faz parte de uma das 14 faixas que vão compôr o segundo álbum de estúdio do cantor.

Características musicais[editar | editar código-fonte]

Influências[editar | editar código-fonte]

Amy Winehouse
Lady Gaga
George Michael
Amy Winehouse (esquerda) uma cantora de jazz e soul britânica, Lady Gaga (centro), cantora pop norte-americana e George Michael (direita), um cantor pop britânico, são uma das três influências do artista.

Smith revelou que aos onze anos a principal cantora que mais ouvia na época, era a lendária Amy Winehouse, ele disse que seu pai havia comprado o álbum Frank – primeiro álbum da cantora, lançado em 2003, quando ele tinha onze anos de idade. "Meu pai havia comprado o álbum Frank quando eu tinha 11 anos. Ouvindo Fuck Me Pumps, aos onze anos, consegue imaginar? Isso teve o maior efeito sobre mim."[77] Na mesma entrevista Sam disse que sempre preferiu cantoras femininas do que cantores masculinos.[77] Outra fonte de inspiração é a cantora pop Lady Gaga, Sam disse que Gaga o inspirou em seguir carreira de cantor. "Eu escrevi um e-mail para ela basicamente dizendo: ‘Me lembro de ter 17 anos, na fila para entrar no seu show, sonhando em fazer o que você faz e entrar na indústria da música”, disse. “A coisa que mais admiro nela é o esforço e o que ela fez para entrar na indústria. Eu continuei a mensagem dizendo: ‘Muito obrigado por me inspirar a fazer isso, pois parte da razão de eu estar aqui agora é por sua causa”.[78] Whitney Houston, Chaka Khan, Beyoncé e Adele são uma das cantoras que Sam também tem como inspirações.[77][79] Além do ícone pop Britney Spears com o seu álbum Blackout, lançado por ela em 2007, Smith também cita esse álbum da cantora como o seu preferido da carreira de Spears.[80] Uma de suas influências masculinas é o consagrado cantor pop George Michael, Smith disse que sua música significaram e significa muito para ele e que ele não seria o artista que ele é se não fosse por George.[81]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Relacionamentos amorosos[editar | editar código-fonte]

Antes de lançar o seu primeiro álbum, Sam estava em relacionamento não correspondido com o um homem desconhecido até o momento, que o inspirou a escrever todo o álbum.[82] O cantor já teve um relacionamento de dois meses com o ator e modelo Jonathan Zeizel, que conheceu no clipe de sua música Like I Can, a dupla terminou o relacionamento em 2015.[83][84] Em 2016, os tablóides americanos afirmaram que Sam, estaria em um relacionamento com o modelo Jay Camilleri.[85] No dia 3 de outubro de 2017, o cantor foi flagrado aos beijos com o ator norte-americano Brandon Flynn, ator conhecido por interpretar Justin Foley na série de drama adolescente original da Netflix 13 Reasons Why (2017).[86][87][88] Smith confirmou o namoro no dia 17 de outubro, em entrevista ao jornal Daily Star, embora tenha confirmado, Smith disse preservar sua vida pessoal: "Estou muito feliz, mas é muito importante manter minha vida pessoal privada."[89]

Smith é o padrinho do menino Jackson, filho de seu amigo e colaborador Jimmy Napes.[90]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de Sam Smith

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

Extended plays[editar | editar código-fonte]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão
Ano Título Papel Notas R.
2014—17 Saturday Night Live Ele mesmo 2 episódios [92]

Turnês[editar | editar código-fonte]

Smith até o momento só trabalhou em uma turnê de divulgação de seu primeiro álbum In the Lonely Hour, a turnê começou em 9 de janeiro de 2015, tendo continuidade até o final do ano, a turnê faturou 7.9 milhões com oitenta e um shows em vários países.[93][94]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Referências

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