Evanescence

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Evanescence
Evanescence durante uma apresentação em Verona, Itália em 2 de setembro de 2019. Da esquerda para a direita: Jen Majura, Tim McCord, Amy Lee, Will Hunt e Troy McLawhorn.
Informação geral
Origem Little Rock, Arkansas
País Estados Unidos
Gênero(s)
Período em atividade 1995—presente
Gravadora(s)
Afiliação(ões)
Integrantes Amy Lee
Tim McCord
Will Hunt
Troy McLawhorn
Jen Majura
Ex-integrantes Terry Balsamo
Rocky Gray
John LeCompt
Will Boyd
Ben Moody
David Hodges
Página oficial www.evanescence.com

Evanescence é uma banda americana de metal alternativo formada em 1995 na cidade de Little Rock, Arkansas pela vocalista e pianista Amy Lee e o guitarrista Ben Moody. Atualmente o grupo possui cinco integrantes, porém Moody não está mais envolvido.[1]

A banda era popular na região de Little Rock, consolidando-se na cena musical da cidade no final da década de 1990 com os EPs: Evanescence (1998) e Sound Asleep (1999), além do álbum demo Origin, lançado em 2000.[2] Porém foi apenas com o disco de 2003, Fallen,[3] que a banda ganhou reconhecimento internacional e vendeu mais de 17 milhões de cópias em todo o mundo, recebendo sete vezes Disco de Platina pela RIAA nos Estados Unidos.[4][5] Os singles "Bring Me to Life" e "My Immortal" permaneceram por semanas no topo das paradas musicais, tornando-se os maiores sucesso da banda até então. Tamanho triunfo permitiu ao grupo realizar diversas turnês ao redor do mundo nos anos posteriores, e gerou o lançamento do álbum ao vivo Anywhere but Home em 2004.[6]

Em 22 de outubro de 2003, durante uma turnê europeia, Ben deixou a banda alegando "diferenças criativas" com os outros membros,[7] sendo substituído pelo guitarrista Terry Balsamo, que por ventura também passou a contribuir criativamente com o Evanescence a partir do álbum The Open Door (2006).[8] O disco estreou em primeiro lugar na Billboard 200, e vendeu cerca de seis milhões de cópias em todo o mundo,[9] além de gerar o single "Call Me When You're Sober", que figurou em boas posições nas paradas musicais.

Após o fim da The Open Door Tour, a banda entrou em um período de hiato que durou até o lançamento do single "What You Want" em agosto de 2011, que precedeu o álbum auto-intitulado, Evanescence, em outubro do mesmo ano.[10] O disco assim como seu antecessor, debutou no primeiro lugar da revista Billboard,[11] recebendo Disco de Ouro na Austrália e no Canadá. Para a promoção do álbum, a banda excursionou com a Evanescence Tour que durou até novembro de 2012, com 131 concertos realizados.

Após um hiato de três anos, a banda retornou aos palcos com Jen Majura assumindo as guitarras de Balsamo,[12] e posteriormente lançou seu quarto disco, Synthesis (2017), que diferiu-se dos trabalhos anteriores por difundir as sonoridades da música clássica e eletrônica.[13] Sua turnê contou ainda com presença de uma orquestra em todos os concertos e gerou o álbum ao vivo Synthesis Live, de 2018.[14]

Mais tarde em março de 2021, foi lançado The Bitter Truth,[15] quinto álbum da banda, que gerou alguns singles como "Wasted on You" e "Better Without You". Sua turnê promocional está programada para iniciar em novembro do mesmo ano, tendo as bandas Halestorm e Within Temptation como co-headliners em algumas datas.

Estima-se que o Evanescence tenha vendido cerca de 25 milhões de cópias de CDs e DVDs ao redor do mundo.[16][17]

História[editar | editar código-fonte]

Formação e primeiros anos (1995–2000)[editar | editar código-fonte]

No ano de 1995, a vocalista e pianista Amy Lee e o guitarrista Ben Moody se conheceram num acampamento de verão promovido por uma igreja de Little Rock, Arkansas.[18] Após Ben ouvir a talentosa Amy tocar a canção "I'd Do Anything for Love (But I Won't Do That)" do músico americano Meat Loaf no piano,[19] ambos descobriram que possuíam o mesmo interesse musical, decidindo formar um pequeno projeto musical, que passou por diversos nomes como Childish Intentions e Stricken, trocado por Evanescence posteriormente, que significa "desaparecimento" em latim.[20] Eles compuseram e gravaram algumas demos em 1996, e chamaram alguns colegas como Will Boyd e Rocky Gray para participar de um EP auto-intitulado, que foi lançado em 29 de dezembro de 1998.[21]

No ano seguinte, a dupla começou a realizar algumas apresentações ao redor da cidade e suas canções começaram a ser tocadas em rádios locais.[19] Eles também lançaram o EP Sound Asleep em agosto de 1999, contratando o tecladista e multi-instrumentista David Hodges em seguida.[22] No ano de 2000, a banda dispunha de um orçamento maior para as gravações e pôde produzir o disco Origin, que foi liberado pela gravadora Bigwig Enterpresis em 4 de novembro de 2000, após uma apresentação especial do grupo em Little Rock;[2] e a faixa "Whisper" também foi lançada como single promocional para as rádios.[23]

Fallen e sucesso mundial (2001–2004)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Fallen

Durante as sessões de gravação de Origin no Ardent Studios em Memphis, Tennessee, a banda havia conhecido o produtor Peter Matthews que ficou impressionado com o talento do grupo, e enviou algumas demos para sua amiga e dona da gravadora nova-iorquina Wind-up Records, Diana Meltzer, que se interessou pela banda após ouvir a canção "My Immortal", dizendo que os mesmos eram "um potencial sucesso".[24][25] A equipe da gravadora afirmou que embora possuíssem talento, precisariam ser desenvolvidos, dando tempo e oportunidade necessária para produzirem um som avançado.[24] Após assinarem com a Wind-up em janeiro de 2001, a banda se mudou para Los Angeles, Califórnia e recebeu um apartamento para ensaios, com a vocalista Amy Lee tendo aulas de canto, performance e movimento.[24] As gravações do primeiro álbum começaram em agosto de 2002, e a banda contratou uma série de músicos e um coral chamado The Millennium Choir para participar do registro, com supervisão e produção assinadas por Dave Fortman.[3][26]

Lee e Moody fundaram a banda e colaboraram juntos até outubro de 2003.

Em dezembro de 2002, após o fim das gravações, o tecladista David Hodges saiu da banda em consenso com os outros membros, e os músicos John LeCompt, Will Boyd e Rocky Gray foram convidados para tocar durante toda a turnê que estava agendada. Com isso, o álbum Fallen foi oficialmente lançado em 4 de março de 2003,[3] ficando na terceira posição da Billboard 200, com mais de 17 milhões de cópias comercializadas posteriormente.[27] O single "Bring Me to Life" com participação do cantor Paul McCoy (12 Stones) tornou-se um sucesso mundial, foi incluído na trilha sonora do filme Daredevil e ganhou em uma categoria do Grammy 2004.[28][29][30] Além deste, Fallen gerou outros singles de sucesso como "Going Under" e "Everybody's Fool", acompanhados de videoclipes promocionais que obtiveram altos índices de reprodução em canais como MTV e VH1. Já o single "My Immortal", além de tornar-se uma das canções mais emblemáticas da banda, recebeu também uma indicação ao Grammy 2005[31] e foi incluído na trilha de Daredevil,[29] enquanto a faixa "Breath No More" apareceu no álbum sonoro do filme Elektra.[32]

Após uma série de apresentações na Europa, Reino Unido e Escandinávia, o guitarrista e cofundador Ben Moody deixou a banda em 22 de outubro de 2003 alegando "diferenças criativas" com os outros membros.[7] LeCompt assumiu sozinho as guitarras até o final das datas europeias, e Terry Balsamo das bandas Cold e Limp Bizkit se juntou ao grupo posteriormente, fazendo sua estreia com a banda em uma performance no American Music Awards 2003.[33][34] Meses depois, a vocalista Amy disse que a saída de Ben foi um alívio devido às tensões que ele criava dentro da banda.[35] Em contrapartida, o guitarrista disse que ele saiu para que o grupo pudesse continuar, e que seu desejo inicial era que Amy deixasse a banda, numa carta publicada por ele mesmo em agosto de 2010 num fórum de fãs na Internet.[36] Ele também formou sua própria banda We Are the Fallen em 2009 juntamente com outros membros do Evanescence, cujo nome faz uma alusão ao álbum de estreia do seu grupo de origem.[37]

De qualquer maneira, a banda continuou a turnê com shows na Oceania, Japão e festivais da Europa, encerrando a Fallen Tour em 14 de agosto de 2004 na Alltel Arena em Little Rock, cidade natal da banda.[33] Ainda naquele ano, foi lançado o DVD ao vivo Anywhere but Home no mês de novembro, contendo uma apresentação gravada em Paris, França, além de um documentário sobre os bastidores da turnê mundial.[6]

The Open Door e saída de integrantes (2005–2009)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: The Open Door
Amy Lee se apresentando com a banda em 2007.

Após a extensa turnê de Fallen, a banda iniciou uma pausa em 2005, retornando aos estúdios em setembro do mesmo ano.[38] Terry passou a contribuir diretamente nas composições junto com Amy, porém as gravações progrediram lentamente devido aos projetos paralelos dos outros integrantes, a perda do empresário,[39] e um acidente vascular cerebral sofrido por Balsamo em novembro de 2005.[40] Contudo, as gravações foram finalizadas em março de 2006,[41] e o disco conteve a participação de uma orquestra e a produção de Dave Fortman novamente.[8] Pouco depois, em julho, o baixista Will Boyd anunciou sua saída da banda, pois não poderia participar de outra extensa turnê, além de querer mais tempo com sua família;[42] ele foi substituído por Tim McCord do The Revolution Smile,[43] e o álbum The Open Door foi finalmente lançado em 25 de setembro de 2006,[8] debutando na primeira posição da Billboard 200 e vendendo mais de seis milhões de cópias posteriormente.[9]

Durante essa época, Lee afirmou que escreveu uma canção para o filme The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe (2005), no entanto, a faixa foi rejeitada por ser obscura demais, e acabou integrando o disco The Open Door.[44] Outra canção supostamente escrita para o longa-metragem foi "Lacrymosa", inspirada em Mozart.[45] Contudo, os produtores de Narnia refutaram a alegação, afirmando que tal informação era "novidade para eles" e que nenhuma canção da banda havia sido planejada para ser inclusa na trilha sonora.[46]

De qualquer maneira, o disco gerou o single "Call Me When You're Sober", que se tornou um enorme sucesso e alcançou a décima posição das paradas americanas,[47] com a banda também gravando videoclipes de alto custo para todas as faixas de trabalho, tais como "Lithium", "Sweet Sacrifice" e "Good Enough". Para promover o álbum, o grupo excursionou com a massiva The Open Door Tour que passou por todos os continentes com mais de 100 apresentações bem sucedidas ao redor do mundo, encerrando em 8 de dezembro de 2007.[48]

Após dois concertos na África, o guitarrista John LeCompt foi demitido da banda em 4 de maio de 2007, e o baterista Rocky Gray decidiu deixar o grupo em seguida.[49][50] A gravadora Wind-up Records emitiu um comunicado anunciando a substituição dos músicos por Troy McLawhorn e Will Hunt da banda Dark New Day, respectivamente.[51] Após a divulgação das notícias, Amy veio à publico para esclarecer os fatos:

(...) John e Rocky estiveram na banda durante quatro anos e passamos bons momentos tocando juntos, mas eles estavam prontos para partir e nos separamos. O Evanescence é algo que tenho amado e alimentado desde meus quatorze anos, e continuarei a proteger e lutar pela banda sempre que for necessário. Terry, Tim e eu estamos bastante ansiosos para tocar ao vivo com novos músicos e iremos detonar (...).
— Amy Lee sobre a saída dos integrantes.[52]

Após todos os acontecimentos, a banda foi nomeada em uma categoria do Grammy 2008 pelo single "Sweet Sacrifice", porém não venceram o prêmio.[53] No ano seguinte, todos os membros focaram em seus projetos paralelos e se reuniram para duas apresentações em Nova York e São Paulo em novembro de 2009 com o guitarrista convidado James Black (Finger Eleven).[54][55]

Evanescence e ruptura com a Wind-up (2010–2014)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Evanescence
Lee durante performance em Toronto, Canadá em 2011.

Em fevereiro de 2010, a banda lançou um single promocional intitulado "Together Again" via download digital, que havia sido originalmente escrito para o disco The Open Door e também para o filme Narnia, porém foi rejeitada pela produção do filme.[56] A canção foi lançada como um benefício à Fundação das Nações Unidas para seus esforços de recuperação do terremoto no Haiti.[57]

O grupo retornou aos estúdios para a gravação de um novo álbum ainda em fevereiro,[58] com influências de Massive Attack e Portishead,[59] que seria produzido por Steve Lillywhite[60] e contaria com a composição de Will "Science" Hunt em algumas canções.[61] Porém a banda voltou atrás em abril do mesmo ano afirmando que a gravadora estava incerta sobre um novo disco e que Steve não era a pessoa certa,[62][63] sendo anunciada a sua substituição pelo produtor Nick Raskulinecz.[64][65] As gravações iniciais feitas com Lillywhite no ano anterior foram descartadas pela gravadora, o que impulsou Lee a compor o que ela considera "o álbum mais pesado da banda".[66] Apenas três músicas do projeto original foram usadas na obra final.[66] O single "What You Want" foi lançado para promover o disco e alcançou boas posições em paradas inglesas, americanas e brasileiras, e o álbum autointitulado Evanescence foi finalmente liberado em 7 de outubro de 2011,[10] e assim como seu antecessor The Open Door, debutou na primeira posição da Billboard 200, principal parada musical dos Estados Unidos. [11] A faixa "My Heart Is Broken" também foi lançada como single mais tarde, em novembro.

Como de costume, a banda embarcou em mais uma turnê mundial, que teve início em 17 de agosto de 2011 na cidade de Nashville,[67] seguido por uma apresentação no festival brasileiro Rock in Rio para 100 mil pessoas, maior público do grupo até então.[68] Eles também foram convidados para se apresentar no Prêmio Nobel da Paz, realizado em 11 de dezembro de 2011 em Oslo, Noruega, cujo evento foi transmitido para mais de 130 países através da televisão e Internet.[69] A turnê foi continuada no ano seguinte passando por todos os continentes — com destaque no sudeste asiático e Oriente Médio — sendo encerrada com uma apresentação especial na Wembley Arena em Londres, Inglaterra em 9 de novembro de 2012.[70]

Mais tarde em 2013, a banda continuou os compromissos com o álbum, lançando um videoclipe para o single "Lost in Paradise"[71] e uma edição especial de Fallen, disco de estreia que completara dez anos.[72] Em outubro do mesmo ano, a gravadora Wind-up vendeu uma parte de seu catálogo de artistas para a Bicycle Music Company, incluindo a banda, que passou a ser gerenciada pela companhia Concord Music Group.[73] Algumas fontes noticiaram em janeiro de 2014 que Lee havia processado a Wind-up Records, solicitando mais de 1 milhão e meio de dólares em royalties não-pagos.[74] A disputa culminou na ruptura entre a gravadora e o grupo, bem como o gerenciamento da carreira solo de Amy Lee, tornando o Evanescence uma banda independente pela primeira vez em 13 anos.[75]

Retorno aos palcos e projeto Synthesis (2015–2018)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Synthesis
A banda encerrado uma apresentação da turnê orquestral em Los Angeles em 2017.

Um comunicado emitido pela banda em 7 de agosto de 2015 anunciou a saída do guitarrista Terry Balsamo e sua substituição pela guitarrista Jen Majura (ex-Knorkator, Equilibrium), da Alemanha.[12] Suas primeiras performances ao vivo com o grupo ocorreram em novembro daquele ano com algumas datas selecionadas nos Estados Unidos e no festival Ozzfest em Tóquio, após um hiato de três anos longe dos palcos.[76] Para apresentar a nova formação, a banda realizou 47 concertos entre novembro de 2015 e junho de 2017, com datas nas Américas e Europa.[77][78][79]

Uma coletânia intitulada The Ultimate Collection também foi liberada no final de 2016,[80] incluindo a demo Origin, todos os álbuns de estúdio e o disco Lost Whispers, contendo b-sides e faixas extras, além de uma regravação da canção "Even in Death", de 2000.[81]

Em maio de 2017, Amy divulgou um vídeo nas mídias sociais da banda anunciando o álbum Synthesis, um projeto que une a sonoridade da música clássica e eletrônica em releituras de canções passadas da banda, além de algumas faixas inéditas, como os singles "Imperfection" e "Hi-Lo", com participação da violinista Lindsey Stirling.[82] O disco foi lançado em 10 de novembro de 2017 e debutou em oitavo lugar nas paradas americanas.[13] Sua turnê promocional também incluiu a presença de diferentes músicos e orquestras em todas as datas, experiência essa que foi descrita por Lee como "assustadora, porém incrível".[83] Susie Seiter atuou como condutora da orquestra e Will "Science" Hunt executou os sintetizadores e programação em todos os concertos.[84] Não obstante, um álbum ao vivo foi lançado em 2018 intitulado Synthesis Live, que registrou a apresentação do grupo na cidade de Mashantucket, Connecticut.[14]

The Bitter Truth e turnês (2019–presente)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: The Bitter Truth

Em 2019, a banda retomou os concertos de música pesada realizando peformances pelos Estados Unidos e Europa, que contaram com a participação do ex-guitarrista Terry Balsamo,[85] o cantor Paul McCoy[86] e a musicista Nita Strauss (Alice Cooper)[87] em algumas datas. Paralelamente aos shows, o conjunto gravou um cover da canção "The Chain", original do Fletwood Mac, como parte da trilha sonora do jogo eletrônico Gears 5, do Xbox.[88] O lançamento do single ocorreu em novembro de 2019 e seu videoclipe mostra a banda tocando em um cenário pós-apocalíptico com cenas inspiradas pelo atentato que eles sofreram antes de uma apresentação no festival Knotfest na Cidade do México naquele ano.[89] Todo o equipamento de palco foi destruído por um grupo de meliantes e a bateria de Hunt foi queimada, após tensões ocasionadas por conta de atrasos e o rompimento das grades de segurança.[90] O concerto teve que ser cancelado por razões óbvias e o valor do ressarcimento foi feito pela banda Slipknot, idealizadora do evento.[90]

Majura, McCord e Lee durante performance na Itália em 2019.

Em janeiro do ano seguinte, os membros da banda se reuniram em Nashville para uma sessão de gravação do quinto álbum de estúdio novamente com o produtor Nick Razkulinecz.[91] Segundo Lee, a ideia original seria trabalhar com diferentes produtores durante o processo e liberar os singles do disco pouco a pouco ao longo do ano de 2020.[92] No entanto, devido à pandemia de COVID-19 que atingiu todo o globo durante esse período, a banda teve que interromper as gravações, retomando-as somente em julho, com Majura contribuindo remotamente de sua casa em Colônia.[93] Razkulinecz assumiu a produção integral do álbum, e The Bitter Truth foi finalmente lançado em 26 de março de 2021.[15] Seu single de estreia, "Wasted on You", recebeu uma indicação ao MTV Video Music Awards 2020 como "Melhor Vídeo de Rock", porém não ganhou.[94] A canção "Use My Voice" também foi lançada durante o período das eleições presidenciais norte-americanas, devido ao seu cunho político, além de contar com a participação de outras vocalistas da cena, como Sharon den Adel, Lzzy Hale e Taylor Momsen.[95] Outras faixas de trabalho do álbum incluíram "The Game Is Over" e "Better Without You".

A banda está programada para retornar aos palcos nos Estados Unidos em novembro de 2021 em uma turnê conjunta com o Halestorm,[96] e em arenas europeias em março de 2022 com o grupo holandês Within Temptation pela Worlds Collide Tour.[97]

Estilo musical[editar | editar código-fonte]

Evanescence Nós definitivamente somos uma banda de rock, mas o que diferencia isso é que as músicas da banda são épicas, dramáticas e obscuras. Evanescence

— Amy Lee sobre o estilo musical do Evanescence em 2003.[98]

De modo geral, a crítica especializada tende a denominá-los como uma banda de metal ou rock. Algumas publicações como o The New York Times, Rough Guide, Rolling Stone e Blender classificam o estilo musical da banda como metal gótico,[99][1][100][101] embora outras fontes como Popmatters, IGN e Spin à denominam como rock gótico.[102][103][61] Eles foram comparados com diversas bandas de diferentes gêneros, tais como o nu metal de conjuntos como Linkin Park,[3][104] metal gótico de Lacuna Coil,[105] e metal sinfônico de grupos como Nightwish e Within Temptation.[106][107] Outros gêneros e influências utilizados para descrever o som da banda incluem metal alternativo,[108][109][103] hard rock[109] e post-grunge.[108]

O EP de estreia lançado em 1998, Evanescence, foi comparado à algumas bandas europeias como The Gathering, The 3rd and the Mortal e Left Hand Solution, devido a sua sonoridade atmosférica, no entanto com algumas nuances pesadas.[110] Contudo, o álbum Fallen (2003), considerado o debut oficial da banda à patamar internacional, foi ligeiramente diferente dos trabalhos anteriores, motivo que levou muitos fãs a afirmarem que seu estilo mudou muito — o som passou a ser dinâmico e rápido, com tal disco sendo classificado como comercial.[3] Foi exatamente nessa fase que a banda recebeu o rótulo de nu metal, e também por ter adquirido influências de outros grupos como Korn, pertencente a esse gênero.[3] Mais do que definir Fallen e The Open Door, o Evanescence também faz misturas de música eletrônica em seu som, utilizando sintetizadores e programadores, que podem ser ouvidos em várias músicas, principalmente em "Haunted", "Snow White Queen", "Swimming Home" e "Take Cover".

A vocalista Amy Lee, autora das principais composições da banda, se inspira em diferentes temas para escrever as canções. Algumas possuem forte influência em episódios trágicos de sua vida pessoal, como a perda de seus irmãos nas faixas "Hello", "Like You" e "Far from Heaven".[111][112] Enquanto outras retraram ex-relacionamentos conturbados dela como em "Going Under" e "Call Me When You're Sober".[113][114] Ela já relatou que as faixas "Weight of the World" e "All That I'm Living For" também são baseadas em sua relação com os fãs e a banda em si, e a pressão que ela sofre como principal imagem do grupo.[115][111] No entanto, músicas como "The Only One" e "Use My Voice" não tem nenhuma relação com a vida de Lee, e são inspiradas em temas políticos ou de soberania.[111][116]

Os vocais da banda são predominantemente feminos, com ênfase na voz de Lee e os backing vocals de Jen Majura. Alguns vocais masculinos também já foram executados, no estúdio por cantores convidados como Bruce Fitzhugh e Paul McCoy, ou ao vivo por David Hodges ou John LeCompt, enquanto membros do grupo.

Inicialmente promovidos em lojas cristãs e por terem suas músicas vendidas em lojas de música do gênero, a banda deixou claro que não queriam ser considerados parte do estilo rock cristão. Quando perguntada pela Billboard em 2006 se o Evanescence foi uma banda cristã, Amy Lee respondeu que tudo isso fazia parte do passado.[117][118]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Formação[editar | editar código-fonte]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Ano Premiação Categoria Trabalho indicado Resultado
2003 American Music Awards Álbum Pop/Rock Favorito Fallen Indicado
Kerrang! Awards Artista Revelação Evanescence Venceu
Melhor Single "Bring Me to Life" Indicado
Los Premios MTV Latinoamérica Melhor Artista de Rock — Internacional Evanescence Venceu
Melhor Artista — Internacional Venceu
MTV Video Music Awards Artista Revelação Indicado
Melhor Vídeo de Rock "Bring Me to Life" Indicado
MTV Europe Music Awards Melhor Canção Indicado
Melhor Artista Evanescence Indicado
Melhor Aposta Indicado
Teen Choice Awards Canção de Rock Favorita "Bring Me to Life" Venceu
2004 BRIT Awards Artista Revelação Internacional Evanescence Indicado
Echo Awards Melhor Artista de Pop/Rock Venceu
American Music Awards Artista Pop/Rock Favorito Indicado
Artista do Ano Indicado
Kerrang! Awards Melhor Single "Going Under" Indicado
Grammy Award Artista Revelação Evanescence Venceu
Melhor Performance Hard Rock "Bring Me to Life" Venceu
Melhor Canção de Rock Indicado
Álbum do Ano Fallen Indicado
Melhor Álbum de Rock Indicado
International Dance Music Awards Melhor Rock Alternativo "Bring Me to Life" Indicado
Los Premios MTV Latinoamérica Melhor Artista de Rock — Internacional Evanescence Indicado
MTV Asia Music Awards Artista Revelação Internacional Indicado
Melhor Aposta Indicado
NRJ Music Awards Artista Revelação Internacional Venceu
Teen Choice Awards Banda de Rock Favorita Venceu
World Music Awards Melhor Artista de Rock Venceu
2005 Grammy Award Melhor Performance "My Immortal" Indicado
2006 MTV Europe Music Awards Melhor Artista de Rock Evanescence Indicado
2007 Los Premios MTV Latinoamérica Melhor Artista de Rock — Internacional Venceu
MTV Europe Music Awards Melhor Rock Indicado
MTV Australia Awards Álbum do Ano The Open Door Venceu
MuchMusic Video Awards Banda Internacional Favorita Evanescence Indicado
Vídeo Internacional Favorito "Call Me When You're Sober" Venceu
Kerrang! Awards Mulher Mais Sexy Amy Lee Venceu
NRJ Music Awards Melhor Álbum Internacional The Open Door Indicado
Melhor Vídeo do Ano "Call Me When You're Sober" Indicado
Melhor Artista Internacional Evanescence Venceu
2008 National Music Publishers Association Melhor Compositor Amy Lee Venceu
Grammy Award Melhor Performance Hard Rock "Sweet Sacrifice" Indicado
2011 Loudwire Music Awards Retorno do Ano Evanescence Venceu
Artista do Ano Indicado
Álbum do Ano Evanescence Indicado
Deusa do Rock do Ano Amy Lee Indicado
Canção de Rock do Ano "What You Want" Venceu
2012 Revolver Golden Gods Awards Álbum do Ano Evanescence Indicado
Retorno do Ano Evanescence Indicado
Fãs Mais Dedicados Indicado
Melhor Vocalista Amy Lee Venceu
Kerrang! Awards Melhor Banda Internacional Evanescence Indicado
Mulher Mais Sexy Amy Lee Indicado
MTV Europe Music Awards Melhor World Stage Evanescence Indicado
Loudwire Music Awards Deusa do Rock do Ano Amy Lee Venceu
2013 NME Awards Mulher Mais Sexy na Música Venceu

Referências

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