Cidade do México

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Cidade do México

Distrito Federal
Ciudad de México

—  Cidade do México México  —
Montagem da Cidade do México
Montagem da Cidade do México
Bandeira de Cidade do México
Bandeira
Brasão de armas de Cidade do México
Brasão de armas
Cidade do México está localizado em: México
Cidade do México
Localização de Cidade do México no México
Coordenadas 19° 36' N 98° 57' O
País  México
Fundação
Administração
 - Prefeito Miguel Ángel Mancera
Área
 - Total 1,479 (DF)/4,986 (R,M,) km²
Altitude 2,235 m (7 pés)
População
 - Total 8,841,916 (DF) 26 116 842
    • Densidade 5.896/km2 
Gentílico: capitalino/a
Fuso horário -6 (UTC)
Fuso horário -6 (UTC)
Sítio www.df.gob.mx

A Cidade do México (em espanhol: Ciudad de México, pronunciado: [sjuˈðað de ˈmexiko] ( ouvir)), também conhecida como México, D.F. ou México, Distrito Federal, é a uma cidade, capital do México e sede dos poderes federais da República Mexicana,[1] constituindo uma de suas 32 entidades federativas, bem como figurando como a maior e mais importante entidade urbana do país.

A Cidade do México, com 8 864 370 habitantes (2012)[2] , é a cidade mais populosa do México e da América do Norte. Ocupa uma décima parte do Vale do México no centro-sul do país, em um território que se formou da bacia hidrográfica do lago de Texcoco. Em seu crescimento demográfico nos últimos dois séculos, a Cidade do México foi incorporando vários povoados vizinhos. A sua referida região metropolitana, conhecida como "Grande Cidade do México", que reúne mais de 40 cidades além da própria capital mexicana, abriga mais de 20 milhões de habitantes[3] (dados de 2010), ou cerca de 1/5 da população mexicana, o que faz dela, independente de como se define, a maior aglomeração urbana do continente americano, e a terceira mais populosa do mundo[4] , ficando atrás somente das regiões metropolitanas de Tóquio, no Japão, e de Seul, na Coreia do Sul.

A cidade que hoje corresponde à capital mexicana foi fundada por volta do século XIV e era a capital do Império Asteca, quando se chamava Tenochtitlán, que acabou por ser completamente destruída pelos colonos espanhóis em 1524, tendo sido reconstruída nas décadas seguintes seguindo os padrões de colonização de exploração implementados pelo Império Espanhol. Ainda no século XVI, a cidade, já quase totalmente reconstruída, recebeu o nome que a acompanha até os dias atuais, Ciudad de México[5] . Durante os dois séculos seguintes, a cidade se estabeleceu como um importante núcleo político-administrativo do Império espanhol, servindo como principal centro financeiro e urbano das colônias da Espanha nas Américas já no século XVIII, figurando como a maior cidade da colônia mexicana (atual república mexicana) desde então. Depois de concretizada a independência mexicana em relação à Espanha por volta de 1822, a cidade foi adotada como capital da República Mexicana, tendo sido formado o distrito federal da qual faz parte em 1824.

A cidade é o principal e mais desenvolvido centro urbano, econômico, cultural e político do país, além de ser uma das maiores metrópoles do mundo — tendo sido considerada por organizações internacionais uma "cidade global alfa"[6] , o mais alto nível para se classificar uma cidade de influência mundial. Apenas a Cidade do México responde por 21% do PIB total do país e sua área metropolitana, por mais de 34%[7] A área metropolitana da Cidade do México ocupa o 8º lugar das cidades mais ricas do mundo ao possuir um PIB de 390[8] bilhões de dólares que deve se duplicar até 2020, colocando-a em sétimo lugar e em 4º lugar no continente.[9]

História[editar | editar código-fonte]

Vista dos mercados de Tlatelolco em Tenochtitlan, a capital dos astecas e uma das maiores cidades do mundo na época
Ver artigo principal: História da Cidade do México

Período asteca[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Tenochtitlan e Astecas

A cidade de México-Tenochtitlan foi fundada pelo povo asteca em 1325. A antiga capital asteca, agora chamada simplesmente de Tenochtitlan, foi construída em uma ilha no centro do Lago de Texcoco, no do Vale do México, região que partilhava com uma cidade-Estado menor chamada de Tlatelolco.[10] Segundo a lenda, o principal deus responsável pelos mexicas, Huitzilopochtli, indicou o local onde eles deveriam construir a sua casa. O deus apresentou uma águia empoleirada em um cacto nopal com uma serpente em seu bico como um símbolo de onde a civilização asteca deveria construir a sua cidade.[11]

Entre 1325 e 1521, Tenochtitlan cresceu em tamanho e força, acabou dominando as outras cidades-Estados em torno do lago Texcoco e no Vale do México. Quando os espanhóis chegaram, o Império Asteca tinha conquistado grande parte da Mesoamérica, desde o Golfo do México até o Oceano Pacífico.[11]

Conquista espanhola[editar | editar código-fonte]

Em 1521, soldados espanhóis liderados por Hernán Cortés invadiram o Império Asteca e ocuparam e saquearam sua capital, Tenochtitlán.

Após o desembarque em Veracruz, o explorador espanhol Hernán Cortés avançou sobre Tenochtitlan com a ajuda de outros povos nativos,[12] chegando à capital asteca em 8 de novembro de 1519.[13] Cortés e seus homens marcharam ao longo da calçada que conduzia à cidade de Iztapalapa e o governante da cidade, Moctezuma II, cumprimentou os espanhóis; eles trocaram presentes, mas a camaradagem não durou muito tempo.[14] Cortés colocou Moctezuma sob prisão domiciliar, na esperança de governar através da autoridade dele.[15]

As tensões aumentaram, até que na noite de 30 de junho de 1520 - durante uma luta conhecida como "La Noche Triste" - os astecas levantaram-se contra a invasão espanhola e conseguiram capturar e expulsar os europeus e seus aliados tlaxcaltecas.[16] Cortés reagrupou-se suas forças em Tlaxcala. Os astecas pensaram que os espanhóis tinham ido embora permanentemente e elegeram um novo rei, Cuitláhuac, mas ele morreu logo; o próximo rei foi Cuauhtémoc.[17]

Cortés começou um Cerco de Tenochtitlan em maio de 1521. Durante três meses, a cidade sofreu com a falta de comida e água, bem como a propagação da varíola trazida pelos europeus.[12] Cortés e seus aliados desembarcaram suas forças na parte sul da ilha e lentamente abriram caminho através da cidade.[18] Cuauhtémoc rendeu-se em agosto de 1521.[12] Os espanhóis praticamente arrasaram a cidade de Tenochtitlán durante o cerco final da conquista.[13]

Cortés primeiro se estabeleceu-se em Coyoacán, mas decidiu reconstruir a cidade asteca para apagar todos os vestígios da velha ordem.[13] Ele não estabeleceu um território sob a sua próprio domínio pessoal, mas permaneceu leal à coroa espanhola. O primeiro vice-rei espanhol chegou na Cidade do México quatorze anos mais tarde. Nessa época, a cidade tinha se tornado novamente uma importante cidade-Estado, tendo um poder que se estendia muito além de suas fronteiras.[19]

Embora os espanhóis tenham preservado o formato básico das ruas de Tenochtitlán, eles construíram igrejas católicas sobre os antigos templos astecas e reivindicaram os palácios imperiais para si.[19] Tenochtitlán foi rebatizada de "México" porque era uma palavra mais fácil de pronunciar em espanhol.[13]

Período colonial[editar | editar código-fonte]

Vista da Cidade do México em 1600
A Catedral Metropolitana foi construída pelos espanhóis sobre as ruínas do Templo Mayor

A cidade foi a capital do Império Asteca e na era colonial, Cidade do México tornou-se a capital do Vice-Reino da Nova Espanha. O vice-rei vivia no palácio vice-real na praça Zócalo. A Catedral Metropolitana da Cidade do México, a sede do arcebispado da Nova Espanha, foi construída em outro parte do Zócalo, sobre as ruínas do antigo Templo Mayor.

As cidades espanholas coloniais eram construídas em um padrão de quadras, ao menos se nenhum obstáculo geográfico impedia. Na Cidade do México, o Zócalo (a praça principal) era o lugar central a partir do qual os quarteirões da cidade foram construídos. Os espanhóis viviam na área mais próxima à praça principal no que era conhecido como traza, em ruas tranquilas e bem ordenadas. As residências dos povos nativos foram colocadas fora dessa zona exclusiva e as casas eram remotamente localizadas.[20]

O Império Espanhol procurou manter os índios separados dos espanhóis, mas como o Zócalo era um centro comercial importante para os índios, eles eram uma presença constante na área central da cidade, o que fazia com que a rigorosa segregação étnica não fosse cumprida.[21] O Zócalo também era o palco de grandes celebrações, bem como de execuções. A praça também foi o local de duas grandes rebeliões no século XVII, uma em 1624 e outra em 1692.[22]

A cidade cresceu, assim como a sua população, o que deixou cada vez menos espaço para as águas do lago. Como a profundidade da água do lago oscilava, a Cidade do México estava sujeita a inundações periódicas. Um grande projeto de infraestrutura fez com que milhares de índios fossem postos em regime de trabalho forçado para evitar novas inundações. As enchentes não só eram um inconveniente, mas também um perigo para a saúde, uma vez que durante os períodos de cheias os dejetos humanos poluíam as ruas da cidade. Com a drenagem da área, a população de mosquitos caiu, assim como a frequência de doenças. No entanto, a drenagem dos pântanos também mudou o habitat para peixes e aves e as áreas de acesso para os cultivos de índios perto da capital.[23]

No século XVI, houve uma proliferação de igrejas, muitas das quais ainda podem ser vistas no centro histórico da capital mexicana.[19] Economicamente, a Cidade do México prosperou como resultado do comércio. Ao contrário do Brasil ou do Peru, o México tinha contato fácil com os oceanos Atlântico e Pacífico. Embora a coroa espanhola tenha tentado regulamentar completamente todo o comércio na cidade, a empreitada teve sucesso apenas parcial.[24]

O conceito de nobreza floresceu em Nova Espanha de uma forma não vista em outras partes da América. Os espanhóis encontraram uma sociedade na qual o conceito de nobreza parecido com o europeu, o que fez com que os conquistadores respeitassem e ampliassem a ordem de nobreza indígena. Nos séculos que se seguiram, um título nobre no México não significava grande poder político.[25] O conceito de nobreza no México não era político, mas sim social e conservador, com base no merecimento da família. A maioria dessas famílias provaram o seu valor, fazendo fortunas na Nova Espanha fora da própria cidade e, em seguida, investindo suas receitas na capital, com a construção de novas igrejas, instituições de caridade e casas apalaçadas extravagantes. A mania de construir a residência mais opulenta possível atingiu seu auge na última metade do século XVIII. Muitos destes palácios ainda pode ser encontrado, o que fez com que Alexander von Humboldt desse a alcunha de "cidade de palácios" à capital mexicana.[13] [19] [25]

Independência e Guerra Mexicano-Americana[editar | editar código-fonte]

A ocupação espanhola durou três séculos, até que Miguel Hidalgo, um padre da povoação de Dolores, proclamou o famoso "grito de Dolores", iniciando a Guerra da Independência do México, que foi conquistada três anos depois. Após a proclamação da independência, em 27 de setembro de 1821, os conflitos que se travaram até final do século XIX dificultaram o desenvolvimento da cidade. Nos princípios do referido século, a cidade expandiu-se e nasceram as primeiras "colônias" residenciais, mas após a revolução o seu crescimento populacional aumentou.[26] Unrest followed for the next several decades, as different factions fought for control of Mexico.[27]

A Batalha da Cidade do México, parte da Guerra Mexicano-Americana, refere-se à série de enfrentamentos ocorridos entre 8 e 15 de setembro de 1847, na vizinhança da cidade. Incluem-se as principais ações nas batalhas de Molino del Rey e Chapultepec, culminando com a queda da Cidade do México. O Exército dos Estados Unidos, sob o comando de Winfield Scott, teve um grande sucesso que terminou com a guerra. A invasão estadunidense do Distrito Federal mexicano foi rejeitada pela primeira vez durante a Batalha de Churubusco, em 8 de agosto, quando o batalhão de São Patrício, que era composto principalmente de irlandeses católicos e imigrantes alemães, mas também por canadenses, ingleses, franceses, italianos, poloneses, escoceses, espanhóis, suíços e mexicanos, lutou pela causa mexicana ao repelir os ataques estadunidense. Depois de derrotar o Batalhão de São Patrício, a Guerra Mexicano-Americana chegou ao fim depois dos Estados Unidos implantar unidades de combate no México, o que resultou na captura da Cidade do México e de Veracruz por 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Divisões do Exército dos EUA.[28] A invasão culminou com a tomada de Castelo de Chapultepec, na própria cidade.[29]

Durante esta batalha, em 13 de setembro, a 4ª Divisão, sob o comando de John A. Quitman, liderou o ataque contra Chapultepec e tomou o castelo. Os futuros generais confederados George E. Pickett e James Longstreet participaram do ataque. Servir na defesa mexicana foram os cadetes mais tarde imortalizada como Los Niños Héroes (os "Meninos Heróis"). As forças mexicanas foram para trás de Chapultepec e retiraram-se de dentro da cidade. Os ataques aos portões de Belén e San Cosme vieram depois. O Tratado de Guadalupe Hidalgo foi assinado no que é hoje o extremo norte da cidade.[30]

Revolução Mexicana e período contemporâneo[editar | editar código-fonte]

Francisco Villa e Emiliano Zapata entram na Cidade do México (1914).

Conflitos como a Guerra Mexicano-Americana, a Intervenção Francesa e a Guerra da Reforma deixaram a cidade relativamente intocada, especialmente durante o governo do presidente Porfirio Díaz. Durante este período, a capital mexicana desenvolveu uma moderna infraestrutura, como estradas, escolas, além de sistemas de comunicação e transporte. No entanto, o regime concentrou recursos na cidade, enquanto o resto do país definhava na pobreza.

O rápido desenvolvimento levou à Revolução Mexicana.[27] O episódio mais significativo deste período para a cidade foi a La decena trágica ("Os Dez Dias Trágicos"), em 1913, um golpe de Estado contra o presidente Francisco I. Madero e seu vice, José María Pino Suárez. Victoriano Huerta, general chefe do Exército Federal, viu uma chance de tomar o poder, forçando Madero e Pino Suárez a assinar renúncias. Os dois foram assassinados mais tarde, enquanto eram levados para a prisão.[31]

As forças zapatistas, que estavam baseadas no estado vizinho de Morelos, tinham pontos fortes no extremo sul do Distrito Federal, que incluía Xochimilco, Tlalpan, Tláhuac e Milpa Alta para lutar contra os regimes de Victoriano Huerta e Venustiano Carranza. Após o assassinato de Carranza e um curto mandato de Adolfo de la Huerta, Álvaro Obregón tomou o poder. Depois disposto a ser reeleito, ele foi morto por José de León Toral, um católico devoto, em um restaurante perto do parque La Bombilla, em San Ángel, em 1928. Plutarco Elías Calles substituíu Obregón e culminou na Revolução Mexicana.

A partir do início do século XX, desenvolveram-se novos planos urbanísticos e a cidade cresceu ainda mais. Em 19 de setembro de 1985, no entanto, a cidade foi arrasada por um forte terremoto de magnitude 8,1[32] na escala de Richter. Embora este sismo não tenha sido tão mortal ou destrutivo quanto muitos eventos semelhantes em outras partes da Ásia e da América Latina,[33] ele provou ser um desastre político para o governo unipartidário que comandava o México há anos. O governo foi paralisado por sua própria burocracia e corrupção, forçando os cidadãos comuns a criar e dirigir seus próprios esforços de resgate para reconstruir grande parte das construções destruídas.[34]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Popocatépetl visto da cidade.

A sua densidade populacional é de 5496 hab./km² e nela se centram os poderes legislativo e executivo do país. Localiza-se na margem sul do Anáhuac, próximo de Tarasco-Nahua, e ocupa a maior parte da região do Sudoeste da bacia do México. Está limitada a norte, oeste e oriente pelo Estado do México e a sul pelo de Morelos. A cidade do México é uma das maiores cidades do mundo.

É influenciada por um clima primaveril, registrando uma temperatura média anual de 15 °C. Os invernos são suaves e os verões amenos. As chuvas são escassas e concentradas nos meses estivais. A sua localização geográfica estabelece uma ligação entre uma região tropical, situada a Sul e o domínio temperado e desértico dos planaltos do Norte. É rodeada por uma área lacustre que secou e onde apenas permanece o Lago Texcoco, que é regulado por um sistema de comportas e represas. Além da língua castelhana, a língua oficial do país, também se falam línguas índias.

Segundo o Instituto Nacional de Estadística, Geografía e Informática (INEGI), o território do Distrito Federal localiza-se na província geológica de Lagos e Vulcões do Anáhuac. O limite norte do Distrito Federal está dado pela serra de Guadalupe do que faz parte o monte do Tepeyac. Para o centro-leste do Distrito Federal localiza-se a serra de Santa Catarina, uma corrente de vulcões apagados cujo ponto mais alto é o vulcão de Guadalupe ou El Borrego, que se eleva 3600 metros sobre o nível do mar. Em algumas descrições da geografia da capital costuma-se incluir ao monte da Estrela como parte da serra de Santa Catarina.

A planitude do vale de México, no que se assenta a maior parte dos habitantes do Distrito Federal só é interrompida por pequenas colinas e monte, dos quais destacam o peñón dos Baños, localizado próximo ao Aeroporto Internacional da Cidade do México. No poente da cidade está o monte de Chapultepec. É um pequeno monte que marca o início das serras que percorrem desde o oeste até o sudeste o Distrito Federal, e separam ao vale de México dos vales de Toluca e de Morelos. A serra das Cruzes é parte desse sistema, dela baixam a maior parte dos rios que ainda percorrem o Distrito Federal.

Ao oriente da serra das cruzes encontra-se o vulcão Ajusco, que é a cimeira mais elevada do Distrito Federal, e dá seu nome à serra que fecha a bacia de México pelo sul. Está corrente montanhosa pertence ao Eixo Neovolcánico e também recebe o nome de Serra de Ajusco-Chichinauhtzin. Entre outros, fazem parte dela os vulcões Xitle, Chichinauhtzin, Tláloc e Teuhtli. A serra do Ajusco aloja vários vales de terra fria nos que sua população pratica a agricultura de trigo, aveia e milho. Deles os mais importantes é a planície onde se assenta Parres, em Tlalpan; e o vale de Milpa Alta, que sobe desde Tecómitl até San Pedro Atocpan, entre as bases dos vulcões Teuhtli e Tláloc.

Hidrografia, clima e meio-ambiente[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clima da Cidade do México

Antigamente uma boa parte do Distrito Federal foi ocupada por sistemas de lagos da bacia hidrográfica do México. A bacia hidrográfica do México era uma bacia fechada, que logo foi aberta por obra do homem. A decisão de se abrir o sistema lacustre foi tomada durante a época do vice-reinado. Mesmo que estas obras tenham se realizado como consequência da inundação desse mesmo ano, foram incapazes de evitar que a Cidade do México fosse alagada em inúmeras outras ocasiões entre os séculos XVII e XVIII.

Em 17 de março de 1900, o presidente Porfirio Díaz inaugurou o sistema de Deságue do Vale, que continua em funcionamento e impede o crescimento dos corpos de água em solo da capital. Os últimos remanescentes dos corpos de água são os sistemas de canais que regam as chinamperias de Xochimilco e Tláhuac, assim como os Humedales de Tláhuac.

O clima na Cidade do México é variado, com diversos microclimas. Curiosamente estes microclimas coincidem com os climas do país. Por exemplo, no norte da cidade é árido, em contraste com o sul, que conta com muito mais vegetação e (h)umidade. O centro é uma zona intertropical, com temperaturas altas, mas esta condição pode ser modificada devido a altitude e relevo, 57% do território tem clima temperado, 33% semi-frio e 10% clima semi-seco.

Panorama da Cidade do México a partir da Torre Latinoamericana

Demografia[editar | editar código-fonte]

Composição étnica[editar | editar código-fonte]

Cidadãos da Cidade do México na Praça da Constituição

A maior parte dos habitantes da cidade é de mestiços (gente com descendência mista de europeu e indígena) e criollos (descendentes de Europeus). Apesar de que em números relativos à população indígena não representa mais do um por cento do total da população da capital, o Distrito Federal é o âmbito de população ameríndia mais amplo de México e da América com mais de 360 000 indígenas de quase todas as etnias do país. O maior dos grupos étnicos que habitam no Distrito Federal é o dos nahuas. Outros grupos indígenas que habitam no Distrito Federal não são nativos da região. As comunidades indígenas migrantes mais amplas da cidade do México são os mixtecos, otomíé, zapotecos e mazahuas, ainda que encontram-se também os tlahuicas, purepechas e grupos de origem maia. As delegações com o maior número de indígenas são: Milpa Alta, Xochimilco, Tláhuac, Iztapalapa e Cuauhtémoc.

Costuma ocorrer que as gerações de indígenas nascidos na Cidade do México se assimilem à cultura cosmopolita dominante, ainda que nas duas últimas décadas se observem movimentos reivindicativos das culturas indígenas da capital. A maior parte dos indígenas que vivem no Distrito Federal abandonou o uso de sua língua vernácula, que reserva só para certos âmbitos da vida doméstica.[35]

Produto da imigração de origem internacional, o Distrito Federal também alberga a maior parte dos estrangeiros que radicam no México. As comunidades mais amplas são os espanhóis, os estadunidenses, os argentinos, os colombianos, os franceses, os alemães e os libaneses, que formam as maiores comunidades que compõem o resto da população da capital.

Idiomas[editar | editar código-fonte]

Línguas indígenas faladas no Distrito Federal
Línguas Falantes
Náhuatl 37.450
Otomí 17.083
Mixteco 16.268
Zapoteco 14.117
Mazahua 9.631
Fonte: INEGI[36]

Como em todo o México, o idioma dominante no Distrito Federal é o espanhol. Este é falado pela imensa maioria dos habitantes da capital. A grande diversidade étnica no Distrito Federal resulta em uma grande diversidade linguística. Praticamente todas as línguas indígenas do México são faladas na Cidade do México, no entanto, as majoritárias são o náhuatl, o otomí, o mixteco, o zapoteco e o idioma mazahua. Como segunda língua, é quase seguro que o inglês seja a mais estendida.

Religiões[editar | editar código-fonte]

A maior parte dos capitalinos professa a religião católica. Pelo menos foram batizados como tais, ainda que a efeito da pergunta expressa de qual é a religião que praticam, muitos dizem que são crentes. Isto significa que se consideram adeptos ao catolicismo, mas não são praticantes regulares. O número de católicos no Distrito Federal foi reduzido em números significativos. Enquanto na década de 1960, mais de 90% da população do Distrito Federal professava essa religião, no início do século XXI, a proporção caiu para 80%.

A população que não professa religião nenhuma ou seguem as religiões judaico-cristãs e evangélicas tem crescido. Destas últimas, o primeiro lugar no ano 2000, corresponde às Testemunhas de Jeová. As denominações pentecostais têm ampla difusão, sobretudo nas regiões periféricas do Distrito Federal Oriental (Tláhuac e Iztapalapa).

Em paralelo aos cultos e religiões anteriores, surgiram na capital mexicana outras menos ortodoxas, que recolhem tradições populares não reconhecidas como válidas pela Igreja Católica. Entre elas está o culto à Santa Morte, que tem seu centro na zona de Tepito e La Merced. Há praticantes de Santeria de origem afro-antilhana assim como o xamanismo procedente principalmente de Oaxaca e Veracruz.

O padroeiro da cidade e o primeiro santo nascido no território que hoje é o México é São Filipe de Jesus, um dos 26 mártires do Japão[37] .

Governo e política[editar | editar código-fonte]

O Palácio de Ayuntamiento é a sede do poder da cidade desde a conquista espanhola.
Palácio Nacional do México

Distrito Federal[editar | editar código-fonte]

Como sede dos poderes da União, a Cidade do México, como Distrito Federal, tem um estatuto diferente ao dos outros estados do México. É considerado um território que não pertence a nenhum estado em particular. Anteriormente, entre 1927 e 1997, era administrado diretamente pelo governo federal mexicano, mas nesse ano foram feitas as primeiras eleições internas, que era representado por um regente.

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

A Cidade do México participou,no dia 12 de outubro de 1982 da União das Cidades Capitais da Iberoamérica,[38] estabelecendo relação de cidade-irmã com as seguintes cidades:

Adicionalmente criou relação de cidade-irmã com as seguintes cidades:

Economia[editar | editar código-fonte]

Vista do Paseo de la Reforma, o principal centro financeiro da cidade.
Shopping Centro Santa Fe, no distrito financeiro de Santa Fé

O Distrito Federal foi, durante boa parte da história do México independente, seu principal centro econômico. No século XIX, os municípios periféricos da entidade possuíam uma economia baseada na agricultura e no comércio dos bens produzidos por esta atividade e outras manufaturas complementares. Tanto os produtos agropecuários como os obrajes eram bens de consumo cujo principal ponto de comércio era a Cidade do México. Esta, por seu caráter de capital nacional, se especializava na prestação de serviços associados à administração pública. Alguns de seus habitantes também eram trabalhadores agrícolas, mas quase todos eles estavam concentrados nos setores de serviços e na insuficiente indústria.

Durante o século XIX, as principais atividades industriais no Distrito Federal foram nos ramos têxtil e papeleiro. No final desse século, durante o governo porfirista foram introduzidos teares mecânicos em fábricas como La Magdalena e La Fama,[39] tanto que a produção papeleira florescia em Peña Pobre e Loreto. A indústria capitalista se transformou até o início do século XX, quando se promoveu um modelo de substituição de importações.[40] Entre as décadas de 1950 e 1980, o Distrito Federal chegou a produzir 36% do PIB nominal nacional.[41] Depois o Distrito Federal perdeu importância no PIB nacional, alcançando apenas 25% do total no começo do século XXI.

Igualmente, o Distrito Federal dava emprego a 45% dos trabalhadores da indústria manufaturada no México em 1980, mas, uma década mais tarde, a proporção havia caído para 33%. Das quinhentas empresas mais importantes do país, em 1982, a Cidade do México abrigava 257 delas. Sete anos mais tarde só permaneciam na capital mexicana 145.[42] O retrocesso da atividade industrial no Distrito Federal implicou, por uma parte, no crescimento em termos relativos dos ingressos aportados pelo setor terciário (de serviços), e por outra parte, também se refletiu no crescimento da economia informal na cidade. Apesar de todos esses retrocessos, depois da crise mexicana das décadas de 1980 e 1990, o Distrito Federal foi uma das poucas entidades federativas cuja participação no PIB nacional melhorou. Passou de 21% em 1998 para 23% em 1996. Com isso, a renda per capita aumentou, devido em parte à contração demográfica resultante do terremoto de 1985.[43] Em 2004 produziu 20,52% do PIB nacional mexicano,[44] que equivale a quase 133 milhões de dólares. O PIB per capita da cidade também é superior ao do México, estimado em US$ 18.321.[45] Esse valor equivale a 2,5 vezes o PIB per capita mexicano e é similar a de países como Portugal, Estônia, Porto Rico e Barbados.

De acordo com um estudo realizado pela PricewaterhouseCoopers, a Cidade do México e sua área metropolitana ocupavam o oitavo lugar das cidades mais ricas do mundo ao ter um GPD de 331.000 milhões de dólares que deve se duplicar, segundo o mesmo estudo, até 2020.[46]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Mapa da rede de metrô da cidade.

No setor de transportes, a Cidade do México se destaca. Possui diversas rodovias que a ligam ao interior do país, às cidades-satélites e aos outros grandes centros urbanos do México, como Monterrey e Guadalajara. O metrô da cidade se estende por aproximadamente 250 quilômetros, sendo um dos maiores do mundo em extensão. É um importante centro da aviação aérea nacional e internacional. O moderno Aeroporto Internacional Benito Juárez forma um dos principais centros de rotas domésticas e internacionais na América Latina.

Educação[editar | editar código-fonte]

A Cidade do México tem muitas escolas públicas e privadas, e é a cidade com o maior número de alunos. E, embora alguns estudos indiquem que o nível de ensino deixa muito a desejar (muito longe de atingir a excelência a nível mundial, especialmente quando se refere às escolas secundárias públicas), é o melhor de todos os Estados mexicanos. Conta com creches (Kinders), escolas primárias e secundárias, que são comandados pelo Ministério da Educação.

Também se encontram vários centros de ensino superior, que embora sejam muitos não são suficientes, criando conflitos com os estudantes que foram reprovados pelo COMIPEMS, que é usado para escolher os estudantes que irão às escolas e colégios públicos através de um competitivo exame de admissão, mas, infelizmente, a oferta de espaços para o nível superior é pequeno em comparação a cada vez maior procura por instituições educativas, assim como muitos alunos não estudam na sua primeira ou segunda opção do COMIPENS.

Biblioteca Central da Universidade Nacional Autónoma de México (UNAM).

De primeira qualidade, têm-se escolas que pertencem às duas grandes universidades da cidade e do país, no caso da Universidad Nacional Autónoma de México se encontram a Escuela Nacional Preparatória e o Colegio de Ciências y Humanidades e, por outro lado, tem-se o Instituto Politécnico Nacional com o Centro de Estudios Científicos y Tecnológicos e o Centro de Estudios Tecnológicos. Em seguida temos as instituições que pertencem ao Ministério da Educação como o Colégio de Bacharéis, Centros de Estudios Tecnológicos, Industriales y de Servicios e o Colegio Nacional de Capacitación Profesional, bem como a recente criação da Instituto de Ensino Médio Superior do Distrito Federal, que é administrado pelo governo local.

Na Cidade do México estão os mais populares e importantes centros de ensino de nível superior, que são: Universidade Nacional Autônoma do México; Instituto Politécnico Nacional; Universidad Autónoma Metropolitana; Universidad Autónoma de la Ciudad de México; Escuela Normal Superior de México; Benemérita Escuela Nacional de Maestros; Escuela Libre de Derecho; Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey, Campus Ciudad de México; Instituto Tecnológico Autónomo de México; entre outros.

O Distrito Federal é a entidade com o maior grau de alfabetização. Das mais de oito milhões de pessoas que vivem no Distrito Federal e estão em idade de frequentar a escola ou ter concluído o ensino primário, 94,83% sabem ler e escrever. A média nacional é de 90,69%. No que diz respeito à escolaridade, a média é de cerca de onze anos de instrução. A Cidade do México concentra uma alta proporção de pessoas que tenham concluído ao menos um curso superior ou licenciatura.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Esporte[editar | editar código-fonte]

No Distrito Federal se alojam algumas das instituições esportivas mais importantes do país. É a sede do Comitê Olímpico Mexicano, da Escola Nacional de Educação Física e da Escola Nacional de Treinadores Esportivos. Conta com várias unidades esportivas, dentre elas a maior é a de La Magdalena Mixiuhca, construída no local em que habitou o povo de mesmo nome (em Iztacalco). Justamente nesse espaço que se encontram instalações como o Autódromo Hermanos Rodríguez, o Foro Sol, o Palacio de los Deportes, o Velódromo Olímpico e a Sala de Armas. Em outras partes da cidade se encontram uma Piscina e Ginásio Olímpicos (Benito Juárez), a Pista Olímpica de Canotaje (Xochimilco), assim como três estádios de futebol: o Azteca, o Azul e o Olímpico Universitário.

A Cidade do México recebeu em 1968 os Jogos Olímpicos de Verão, nos quais a delegação esportiva nacional alcançou a melhor atuação de sua história, com nove medalhas no total; sendo, além disso, a única cidade latino-americana a sediar os Jogos Olímpicos. Além do mais, foi a sede dos Jogos Pan-americanos em 1955 e 1975, dos Jogos Centroamericanos e do Caribe em 1926, 1954 e 1990; assim como da Universiada de 1979.

A cidade sediou partidas das Copas do Mundo de 1970 e 1986, incluindo os dois jogos da final, sendo junto com Roma e Rio de Janeiro a única a sediar duas finais. A Cidade do México é a cidade com mais partidas de Copas do Mundo de Futebol, no total, 24.[carece de fontes?]

A Cidade do México é a sede de algumas equipes da primeira divisão da Liga mexicana de futebol: Club América, Cruz Azul, Club Universidad Nacional. O Estádio Azteca, sede do Club América e de sua filial, o Clube Socio Águila F.C., tem capacidade para até 110.000 espectadores.

O Distrito Federal também é sede da melhor equipe da história da Liga Mexicana de Beisebol: os Diablos Rojos del México, que já ganharam 14 títulos e jogam no Foro Sol da Cidade Esportiva.

A NASCAR organiza desde 2005 a competição anual Busch Séries races no Autódromo Hermanos Rodríguez, na cidade.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Esta definição aparece no artigo 44° da Constituição Política dos Estados Unidos Mexicanos e no artigo 2 do Estatuto de Governo do Distrito Federal.
  2. http://www.inegi.org.mx/sistemas/tabuladosbasicos/tabtema.aspx?s=est&c=28822
  3. http://www.inegi.org.mx/sistemas/TabuladosBasicos/preliminares2010.aspx
  4. http://www3.interscience.wiley.com/journal/122302376/abstract
  5. http://www.df.gob.mx/wb/gdf/historia_de_la_ciudad_de_mexico
  6. http://www.foreignpolicy.com/articles/2008/10/15/the_2008_global_cities_index
  7. http://www.mexicocityexperience.com/business_center/key_economic_facts_and_figures/
  8. "As dez cidades mais ricas do mundo". 
  9. PricewaterhouseCoopers, "UK Economic Outlook, March 2007", página 5. ""Table 1.2 – Top 30 urban agglomeration GDP rankings in 2005 and illustrative projections to 2020 (using UN definitions and population estimates)"" (PDF). Consult. 2008-06-13. 
  10. Frances F. Berdan, The Aztecs of Mexico: An Imperial Society, New York: Holt, Rinehart, Winston 1982, pp. 10-14.
  11. a b Frances F. Berdan, The Aztecs of Mexico: An Imperial Society, New York: Holt, Rinehart, Winston 1982, p. 14.
  12. a b c "Historia de la Ciudad de México" (em Spanish). Consult. 14 de outubro de 2008. 
  13. a b c d e Marroqui, Jose Maria (1969). La Ciudad de Mexico (Mexico City: Ayuntamiento del Distrito Federal). pp. 21–25. 
  14. "Conquistadors – Cortés. November 1519, The Most Beautiful Thing in the World". PBS. Consult. 17 de abril de 2011. 
  15. "Conquistadors – Cortés. November, 1519 – Montezuma Arrested". PBS. Consult. 17 de abril de 2011. 
  16. "Conquistadors – Cortés. June 1520 – Massacre at Tenochtitlán". PBS. Consult. 17 de abril de 2011. 
  17. "Conquistadors – Cortés. December 1520 – Siege, Starvation & Smallpox". PBS. Consult. 17 de abril de 2011. 
  18. "Conquistadors – Cortés. The Last Stand: An Aztec Iliad". PBS. Consult. 17 de abril de 2011. 
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  20. Edmundo O'Gorman, Reflexiones sobre la distribución urbana coloinal de la ciudad de México, Mexico 1938, pp. 16ff.
  21. Magnus Mörner and Charles Gibson, "Diego Muñoz Camargo and the Segregation Policy of the Spanish Crown," Hispanic American Historical Review, vol. 42, pp. 558ff.
  22. Ida Altman, Sarah Cline, and Javier Pescador, The Early History of Greater Mexico, Pearson 2003, pp. 246-249.
  23. Noble David Cook, Born to Die: Disease and New World Conquest, 1492-1650. New York: Cambridge University Press 1998.
  24. Hamnett, Brian R. (1998). Concise History of Mexico. (Port Chester, New York, USA: Cambridge University Press). ISBN 978-0-521-58120-2. 
  25. a b Ladd, Doris M (1998). Artes deMexico Palacios de la Nueva España The Mexican Nobility (Mexico City: Artes de Mexico y del Mundo). pp. 84–86. ISBN 978-968-6533-61-3. 
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  28. "The Battle of Cerro Gordo". Consult. 18 de outubro de 2008. 
  29. "The Storming of Chapultepec (General Pillow's Attack)". Consult. 18 de outubro de 2008. 
  30. Richard Griswold del Castillo. "Treaty of Guadalupe Hidalgo". Arquivado desde o original em 1 de fevereiro de 2010. Consult. 18 de outubro de 2008. 
  31. "La Decena Trágica, febrero de 1913" (em Spanish). Consult. 19 de outubro de 2008. 
  32. Campus, Yunnven (19 de setembro de 2005). "A 20 años del sismo del 85" (em espanhol). (Mexico City: Televisa). Consult. 4 de outubro de 2008. 
  33. Moreno Murillo, Juan Manuel (1995). "The 1985 Mexico Earthquake". Geofisica Coumbia Universidad Nacional de Colombia [S.l.] (3): 5–19. ISSN 0121-2974. 
  34. Haber, Paul Lawrence (1995). "Earthquake of 1985". Concise Encyclopedia of Mexico. Taylor & Frances Ltd. pp. 179–184. 
  35. "Indígenas da Cidade do México, no site na internet da [[Comissão Nacional para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas]] de México, consultado o 17 de janeiro de 2007.".  Ligação wiki dentro do título da URL (Ajuda)
  36. INEGI: Distrito Federal. Estatísticas definitivas do Censo de População e Moradia de 2000.
  37. S. Felipe de Jesus, evangelizo.org
  38. "Documento de declaración de hermanamiento entre las capitales latinoamericanas. Municipalidad de Madrid, URL último acceso el 18/11/2007." (PDF). 
  39. La Magdalena se estabeleceu em La Magdalena Atlitic, que mudou seu nome para La Magdalena Contreras', em honra do proprietário da fábrica. La Fama se estabeleceu em Tlalpan, onde seguiu trabalhando até 1990, no bairro obreiro que tomou o nome da fábrica: La Fama.
  40. Por modelo de substituição de importações se entende como um modelo econômico de uma nação que privilegia o desenvolvimento da própria indústria, com o propósito de produzir - internamente - mercadorias e outros bens de consumo. Desta maneira, um país com um modelo deste tipo deixaria de depender dos produtos importadas, tal como fazia o México antes da industrialização de meados do século XX.
  41. Ward y Durden, 2000: 192
  42. Ward y Durden, 2002: 193.
  43. Ward y Durden, 2002: 194-195.
  44. "Evolución del PIB nacional, del Distrito Federal y principales entidades en el período 2001-2004, na página da Secretaría de Desarrollo Económico del Distrito Federal, consultada em 26 de janeiro de 2007." (PDF). 
  45. "Indicadores Regionales de Actividad Económica (IRAEs), Agosto 2006, Documentos- Regional Indicators of Economic Activity (RIEAs), August 2006, Documents" (PDF). 
  46. PricewaterhouseCoopers, "UK Economic Outlook, March 2007", page 5 (9 de março). ""Table 1.2 – Top 30 urban agglomeration GDP rankings in 2005 and illustrative projections to 2020 (using UN definitions and population estimates)"" (PDF). 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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